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Super-Resolução de Imagens Aplicada à Área Médica

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Super-Resoluc¸˜ao de Imagens Aplicada `a ´

Area M´edica

Ana Carolina Correia R´ezio

1

William Robson Schwartz

2

H´elio Pedrini

1 1

Instituto de Computac¸˜ao - Universidade Estadual de Campinas

Campinas, SP, Brasil, 13084-971

2

Departmento de Ciˆencia da Computac¸˜ao - Universidade Federal de Minas Gerais

Belo Horizonte, MG, Brasil, 31270-010

Resumo

V´arias aplicac¸˜oes requerem o uso de imagens em n´ıveis cada vez mais altos de resoluc¸˜ao, de modo a favorecer as tarefas de interpretac¸˜ao e visualizac¸˜ao dos dados presentes nas imagens. Devido ao elevado custo dos sensores empre-gados na captura de imagens de alta resoluc¸˜ao, torna-se importante melhorar a qualidade e aumentar a resoluc¸˜ao das imagens geradas pelos dispositivos de aquisic¸˜ao. Este trabalho apresenta e analisa algumas t´ecnicas de super-resoluc¸˜ao aplicadas a imagens m´edicas. Medidas quanti-tativas e qualiquanti-tativas s˜ao utilizadas na comparac¸˜ao dos re-sultados obtidos com as t´ecnicas de super-resoluc¸˜ao consi-deradas nos experimentos.

Abstract

Several applications demand the use of images in incre-asingly higher levels of resolution, in order to benefit the tasks of interpretation and visualization of data present in the images. Due to the high cost of sensors used to capture high resolution images, it is important to improve quality and increase the resolution of images generated by acquisi-tion devices. This paper presents and analyzes some super-resolution techniques applied to medical images. Quantita-tive and qualitaQuantita-tive measures are used to compare the re-sults obtained with the super-resolution techniques consi-dered in the experiments.

1. Introduc¸˜ao

Em diversas aplicac¸˜oes, tais como medicina, biologia, automac¸˜ao industrial, vigilˆancia, sensoriamento remoto, h´a uma grande demanda de imagens com alta resoluc¸˜ao espa-cial [5, 23, 3, 19, 25]. Essas imagens possibilitam a an´alise e a visualizac¸˜ao mais precisas dos detalhes presentes nos da-dos.

Em virtude de fatores associados ao custo e `as limitac¸˜oes dos dispositivos de aquisic¸˜ao, uma alternativa ´e aumentar a resoluc¸˜ao e melhora da qualidade psicovisual das imagens por meio da aplicac¸˜ao de t´ecnicas conhecidas como super-resoluc¸˜ao (SR).

T´ecnicas de SR tˆem recebido crescente interesse nos ´ultimos anos [1], cujo objetivo principal ´e aumentar a resoluc¸˜ao espacial das imagens, favorecendo a precis˜ao na an´alise e interpretac¸˜ao das imagens, melhorando a quali-dade da visualizac¸˜ao e preservando as informac¸˜oes origi-nais sem a adic¸˜ao de artefatos `as imagens resultantes [12, 4, 21, 13].

T´ecnicas de SR podem ser aplicadas tanto em uma ´unica imagem quanto em uma sequˆencia de imagens ou v´ıdeos [20]. M´etodos de super-resoluc¸˜ao em uma ´unica imagem visam aumentar `a resoluc¸˜ao da imagem a par-tir do realce de suas informac¸˜oes mais relevantes, sem a introduc¸˜ao de borramento. M´etodos de super-resoluc¸˜ao em m´ultiplas imagens procuram criar uma imagem com mais alta resoluc¸˜ao (HR) a partir da fus˜ao de informac¸˜oes pre-sentes nas imagens de baixa resoluc¸˜ao (LR).

Em [18] ´e apresentado um algoritmo de super-resoluc¸˜ao baseado em amostras de treinamento para estimar detalhes em altas frequˆencias nas imagens reamostradas. O algo-ritmo opera apenas na componente de luminˆancia Y do es-paco de cores YUV, a fim de estimar as altas frequˆencias perdidas no processo de reamostragem das imagens. Os re-sultados apresentaram mais vantagem devido `a reduc¸˜ao da dimensionalidade das amostras, ou seja, o algoritmo ´e com-putacionalmente mais r´apido.

O m´etodo utilizado em [22, 23] ´e baseado no m´etodo das projec¸˜oes em conjuntos convexos (POCS, do inglˆes convex set projection method), modificado para utilizar um inter-polador sinc, ao inv´es dos interinter-poladores tradicionalmente utilizados, tais como vizinho mais pr´oximo ou bilinear. A interpolac¸˜ao sinc ´e aplicada para produzir a grade de alta resoluc¸˜ao inicial do algoritmo POCS. Informac¸˜oes das ima-gens s˜ao preservadas nas imaima-gens obtidas com a

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super-resoluc¸˜ao.

Em [15] foram propostas melhorias nos m´etodos de reconstruc¸˜ao por super-resoluc¸˜ao baseado no m´etodo POCS. Primeiro, a discretizac¸˜ao do modelo de formac¸˜ao de imagens cont´ınuas ´e melhorada para permitir o uso de m´etodos de interpolac¸˜ao de alta ordem. Segundo, os con-juntos de restric¸˜ao s˜ao modificados para reduzir a quan-tidade de bordas presentes na imagem de alta resoluc¸˜ao estimada.

O m´etodo proposto em [2] recupera em alta resoluc¸˜ao a imagem de baixa resoluc¸˜ao fornecida utilizando um con-junto de modelos de treinamento. Este m´etodo foi inspirado no LLE (do inglˆes Locally Linear Embedding). Os experi-mentos reportam bons resultados emp´ıricos.

Destobbeleire [6] prop˜oe um m´etodo de super-resoluc¸˜ao dividido em dois passos: preparac¸˜ao do conjunto de treina-mento e a construc¸˜ao da banda de alta frequˆencia que falta na imagem de entrada. Destobbeleire aplicou o algoritmo de ´unico passo proposto em [7]. A t´ecnica gerou bons re-sultados, principalmente no que se refere `a textura. No en-tanto, em alguns casos, artefatos foram produzidos e ampli-ados quando se aumenta a imagem por um fator 4.

Neste trabalho, algumas t´ecnicas de super-resoluc¸˜ao aplicadas a imagens m´edicas s˜ao apresentadas e analisa-das. Uma comparac¸˜ao dos resultados ´e realizada com base em medidas quantitativas e qualitativas.

O texto est´a organizado da seguinte forma. A sec¸˜ao 2 descreve brevemente os m´etodos de super-resoluc¸˜ao utiliza-dos nos experimentos. Os resultautiliza-dos experimentais obtiutiliza-dos a partir da aplicac¸˜ao dos m´etodos em imagens m´edicas s˜ao apresentados e analisados na sec¸˜ao 3. Finalmente, a sec¸˜ao 4 conclui o trabalho e indica propostas para trabalhos futu-ros.

2. M´etodos

de

Reamostragem

e

Super-Resoluc¸˜ao

Esta sec¸˜ao descreve alguns m´etodos de interpolac¸˜ao e super-resoluc¸˜ao utilizados para aumentar a resoluc¸˜ao espa-cial de imagens.

2.1. M´etodos de Reamostragem

Na interpolac¸˜ao da imagem, os novos pixels s˜ao atribu´ıdos a partir dos dados dos pixels j´a existen-tes. H´a v´arios m´etodos de interpolac¸˜ao existentes na li-teratura [14]. Dentre os mais comumente utilizados, destacam-se a interpolac¸˜ao por vizinho mais pr´oximo, a bi-linear e a bic´ubica [8, 16].

O interpolador por vizinho mais pr´oximo ´e um m´etodo simples que apresenta baixo custo computacional. Um bom desempenho ´e obtido quanto `a preservac¸˜ao do contraste, al´em de assegurar que o valor reamostrado seja um dos

valores originais. Suas desvantagens consistem em gerar distorc¸˜oes em detalhes finos e a apresentar bordas serrilha-das. Na imagem reamostrada, o valor original do pixel ´e atribu´ıdo ao pixel p0(x0, y0) mais pr´oximo da posic¸˜ao (x, y). O interpolador bilinear calcula a intensidade do va-lor de cada pixel p0(x0, y0) por meio da m´edia ponderada de distˆancia dos quatro pixels vizinhos mais pr´oximos. A imagem resultante apresenta uma suavizac¸˜ao nas bordas e distorc¸˜ao de fase (efeito de borramento).

A interpolac¸˜ao bic´ubica para obter uma estimativa su-ave do n´ıvel de cinza em cada pixel p0(x0, y0) apresenta um n´umero maior de pontos vizinhos. Na imagem resul-tante, os detalhes finos s˜ao preservados, bordas s˜ao suaviza-das e as distorc¸˜oes s˜ao minimizasuaviza-das. Ela possui uma melhor preservac¸˜ao das bordas entre os m´etodos de interpolac¸˜ao apresentados anteriormente.

2.2. Iterative Back-Projection

A t´ecnica de super-resoluc¸˜ao Iterative Back-Projection (IBP), criada a partir de variac¸˜oes da t´ecnica de back-projectionoriginalmente proposta para reconstruc¸˜ao de vis-tas tomogr´aficas de imagens m´edicas, utiliza um procedi-mento iterativo para minimizac¸˜ao do erro entre os dados ori-ginais e a sa´ıda do modelo [25, 9], conforme equac¸˜ao

HRn+1k = HRkn+

L

X

j=1

Hk,jBP(LRj− Cj,kHRnk) (1)

em que HRn+1k ´e uma imagem de alta resoluc¸˜ao no instante k, Hk,jBP ´e o operador de back-projection, n ´e a iterac¸˜ao

cor-rente, L ´e o n´umero de imagens de baixa resoluc¸˜ao, essas re-presentadas por LR, Cj,k ´e a matriz de transformac¸˜ao

con-junta de movimento e aquisic¸˜ao.

Este m´etodo ´e similar aos m´etodos iterativos para soluc¸˜ao de m´ınimos quadrados. Uma de suas vanta-gens ´e a velocidade de convergˆencia, a qual est´a associada ao operador back-projection [9].

2.3. Gradient Profile Prior

O m´etodo de super-resoluc¸˜ao Gradient Profile Prior (GPP) ´e uma distribuic¸˜ao param´etrica que descreve a forma e a nitidez dos perfis de gradiente na imagem natural. Uma das observac¸˜oes apresentadas em [10, 11] ´e que a forma estat´ıstica desses perfis ´e est´avel e invariante na resoluc¸˜ao da imagem. A partir dessa informac¸˜ao, pode-se aprender a relac¸˜ao estat´ıstica de nitidez do perfil de gradiente entre a imagem HR e a imagem LR.

Utilizando-se relacionamento e o perfil de gradiente aprendido, ´e poss´ıvel fornecer uma restric¸˜ao sobre o gradi-ente de campo da imagem HR. Combinando com a restric¸˜ao

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de reconstruc¸˜ao pode-se ent˜ao recuperar uma imagem de HR de alta qualidade.

As vantagens do GPP citadas em [11, 10] incluem: a) o perfil de gradiente n˜ao ´e uma restric¸˜ao de suavidade. Assim, tanto em pequena escala quanto em grande escala, as bor-das podem ser bem recuperabor-das na imagem HR; (b) os arte-fatos comuns em super-resoluc¸˜ao, tais como serrilhamento de bordas, podem ser evitados com o trabalho no dom´ınio do gradiente.

A imagem de alta resoluc¸˜ao na t´ecnica GPP pode ser ob-tida da seguinte equac¸˜ao

HRt+1= HRt− τ∂E(HR)

∂HR (2)

em que ∂E(HR)

∂HR = ((HR ∗ G) ↓ −LR) ↑ ∗G − β(∇2HR−∇2HRT), ∇2HRT(x) = r(d(x, x0))∇2LRu,

G representa o filtro espacial Gaussiano, ∗ ´e o operador de convoluc¸˜ao, ↓ ´e o operador down-sampling ∇2HRT repre-senta o gradiente de campo transformado da imagem HR, ∇2LRurepresenta o gradiente de campo da imagem LR e

↑ ´e o operador up-sampling.

O termo ∇2HRT transforma o gradiente de campo

ob-servado para o gradiente de campo alvo por meio do mape-amento da forma e da nitidez do perfil de gradiente obser-vado.

3. Resultados Experimentais

O processo de avaliac¸˜ao da qualidade da imagem de super-resoluc¸˜ao (SR) obtida em relac¸˜ao `a imagem de re-ferˆencia (LR) n˜ao ´e uma tarefa simples, uma vez que essas imagens possuem resoluc¸˜oes diferentes.

As t´ecnicas apresentadas na sec¸˜ao 2 foram utilizadas na avaliac¸˜ao dos resultados da super-resoluc¸˜ao por meio de uma m´etrica quantitativa e uma m´etrica qualitativa, a raiz do erro m´edio quadr´atico e ´ındice de similaridade estrutu-ral, respetivamente, definidos a seguir.

3.1. Raiz do Erro M´edio Quadr´atico

A raiz do erro m´edio quadr´atico (RMSE, do inglˆes Root Mean Square Error) corresponde `a soma da raiz quadrada da soma do quadrado das diferenc¸as de cada ponto das ima-gens LR e HR. Essa medida indica o grau de similaridade entre as imagens LR e HR, tendo valor igual a zero quando as duas imagens s˜ao idˆenticas. A medida ´e dada por

RMSE = v u u t 1 M N M −1 X x=0 N −1 X y=0 [LR(x, y) − HR(x, y)]2 (3)

em que M e N s˜ao as dimens˜oes das imagens.

3.2. ´Indice de Similaridade Estrutural

O ´ındice de similaridade estrutural (SSIM, do inglˆes Structural SIMilarity) foi proposto em [24]. Este ´ındice tamb´em ´e utilizado para mensurar a similaridade entre duas imagens. A qualidade ´e medida comparando-se as correlac¸˜oes locais em luminˆancia, contraste e estrutura en-tre a imagem de referˆencia e a imagem a ser avaliada [19]. O SSIM ´e dado por

SSIM (x, y) = (2µxµy+ C1)(2σxy + C2) (µ2

x+ µ2y+ C1)(σx2σy2+ C2)

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em que as constantes C1 e C2 s˜ao utilizadas para

estabi-lizar a equac¸˜ao quando (µ2x+ µ2y) e (σx2σy2) s˜ao pr´oximos

de zero. Como sugerido por [24], utilizou-se C1 = 0.01 e

C2= 0.03.

3.3. Amostras de Dados e Avaliac¸˜ao

A tabela 1 apresenta algumas amostras de imagens, ex-tra´ıdas de [17], utilizadas nos experimentos. Essas imagens foram subamostradas pelo m´etodo de interpolac¸˜ao bic´ubica em duas, quatro e em oito vezes, resultando, para cada amostra, em outras trˆes imagens em baixa resoluc¸˜ao (LR).

Imagens Tamanho (pixels) Tipo

Amostra 1 352x352 N´ıveis de Cinza Amostra 2 464x464 N´ıveis de Cinza Amostra 3 480x480 Colorida Amostra 4 480x480 Colorida

Tabela 1. Amostras de imagens utilizadas nos experimentos.

A partir das imagens LR reamostradas foram aplicados os m´etodos de interpolac¸˜ao e super-resoluc¸˜ao. Alguns resul-tados s˜ao ilustrados na figura 1. Cada linha da figura refere-se a uma das amostras indicadas na tabela 1. A Amostra 1 foi reduzida em duas vezes, a Amostra 2 em quatro vezes e as Amostras 3 e 4 foram reduzidas em oito vezes.

Para realizar a avaliac¸˜ao de car´acter objetivo a partir das medidas estat´ısticas RMSE e SSMI, apresentadas nas subsec¸˜oes 3.1 e 3.2, as imagens resultantes foram compara-das com as imagens originais antes de serem reamostracompara-das. Os resultados podem ser observados na tabela 2. A an´alise quantitativa demonstra que, em geral, os m´etodos bilinear e GPP apresentam melhor efic´acia. Com base na avaliac¸˜ao vi-sual dos resultados obtidos, pode-se tamb´em observar que o m´etodo GPP apresenta melhor nitidez e realce de bordas.

(4)

(a) (b) (c) (d) (e) (f)

Figura 1. Alguns resultados obtidos a partir das t ´ecnicas avaliadas. (a) imagens de baixa resoluc¸ ˜ao; (b) imagens originais; (c) interpolac¸ ˜ao por vizinho mais pr ´oximo; (d) interpolac¸ ˜ao bilinear; (e) super-resoluc¸ ˜ao por iterative back-projection; (f) super-super-resoluc¸ ˜ao por GPP.

4. Conclus˜oes e Trabalhos Futuros

T´ecnicas de interpolac¸˜ao e super-resoluc¸˜ao tˆem como objetivo aumentar a resoluc¸˜ao espacial de uma imagem ou uma sequˆencia de imagens.

Este artigo apresentou uma an´alise comparativa entre diferentes m´etodos de super-resoluc¸˜ao e de reamostragem aplicados a imagens m´edicas. Os m´etodos de interpolac¸˜ao utilizados foram o vizinho mais pr´oximo e o bilinear, en-quanto para os m´etodos de super-resoluc¸˜ao foram utiliza-dos o m´etodo IBP e o m´etodo GPP.

Propostas para trabalhos futuros incluem uma avaliac¸˜ao minuciosa, com a participac¸˜ao de especialistas m´edicos, dos m´etodos de super-resoluc¸˜ao aplicados em imagens de ma-mografia, bem como o uso dos m´etodos em v´ıdeos na ´area de telemedicina.

5. Agradecimentos

Os autores s˜ao gratos `a FAPESP, `a FAPEMIG, ao CNPq, `a CAPES e ao Instituto Nacional de Ciˆencia e Tecnolo-gia - Medicina Assistida por Computac¸˜ao Cient´ıfica (INCT-MACC), pelo apoio financeiro (Processo 573710/2008-2 Edital MCT/CNPq No015/2008).

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Imagem Fator Medidas Vizinho Bilinear IBP GPP mais pr´oximo 2x RMSE 6,7955 5,1357 7,7817 9,9761 SSIM 0,9972 0,9984 0,9963 0,9942 Amostra 1 4x RMSE 12,3795 9,9176 13,9198 11,4269 SSIM 0,9908 0,9940 0,9884 0,9924 8x RMSE 20,5289 17,0383 22,2713 16,4572 SSIM 0,9743 0,9819 0,9701 0,9841 2x RMSE 10,2151 8,9726 12,1381 11,4159 SSIM 0,9834 0,9869 0,9771 0,9805 Amostra 2 4x RMSE 17,5912 16,0587 19,4717 15,9530 SSIM 0,9494 0,9565 0,9400 0,9608 8x RMSE 24,4657 23,0415 25,9859 22,2199 SSIM 0,8975 0,9052 0,8893 0,9213 2x RMSE 8,7286 7,5044 9,6854 12,1199 SSIM 0,9962 0,9973 0,9956 0,9927 Amostra 3 4x RMSE 15,1120 12,9284 16,4588 13,8747 SSIM 0,9881 0,9917 0,9871 0,9905 8x RMSE 22,5180 20,3343 23,8973 19,7325 SSIM 0,9714 0,9776 0,9713 0,9809 2x RMSE 6,0729 4,9881 6,3095 8,7532 SSIM 0,9917 0,9938 0,9872 0,9859 Amostra 4 4x RMSE 11,2067 10,1063 11,5649 11,1130 SSIM 0,9743 0,9784 0,9643 0,9755 8x RMSE 16,1196 14,9929 16,6266 15,2664 SSIM 0,9491 0,9567 0,9364 0,9577

Tabela 2. Resultados da avaliac¸ ˜ao das amostras obtidas com as t ´ecnicas de interpolac¸ ˜ao e super-resoluc¸ ˜ao.

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Referências

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