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Índice
De que forma as comunicações móveis
mudaram as nossas vidas?
4.5
Como funcionam os telemóveis?
6.7
Como funcionam as estações base?
8.9
Onde se situam as estações base?
10.11
Como se integram no ambiente as estações base?
12.13
Que efeito têm as emissões dos campos
electroma
gnéticos de radiofrequências na saúde?
14.15
O que se entende por SAR?
16.17
Quais os possíveis efeitos para a saúde derivados
da exposição aos campos electroma
gnéticos
gerados por telemóveis e estações base
?
18.19
Existem directrizes para a utilização de telemóveis?
20.21
É possível usar telemóveis enquanto se conduz
?
22.23
Os telemóveis podem interferir com a
parelhos médicos
ou com os instrumentos de bordo dos a
viões?
24.25
Onde posso encontrar mais informação sobre
esta ma
téria?
26
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Perguntas e respostas sobre as comunicações móveis
Vodafone P
ortugal
informando
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De que forma as comunicações móveis mudaram
as nossas vidas?
Graças à capacidade de transmitir e receber mensagens
de voz e de texto,
efectuar ligações à Internet,
receber
notícias,
aceder a informações diversas e a várias formas
de entretenimento,
as comunicações móveis permitem
que um número cada vez maior de pessoas realize mais
tarefas,
em qualquer lugar e com extrema facilidade.
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Pe
rguntas e respostas sobre as comunicações móveis
Vodafone P
ortugal
Permanecer em contacto
As comunicações móveis permitem manter
-nos em contacto com a
família,
amigos e colegas,
onde quer que estejam e onde quer que
estejamos.
Mesmo quando não podemos falar directamente com
alguém,
o atendedor de chamadas permite deixar e receber mensagens.
Enviar mensagens
Se nos encontramos num ambiente ruidoso,
se não é possível falar
,
ou,
simplesmente,
se durante uma conversa não é possível gozar da
privacidade de que necessitamos,
podemos permanecer em contacto
com o mundo que nos rodeia,
enviando e recebendo mensagens de
texto e imagem.
Os SMS (
Short Message Service
) e as MMS (
Multimedia
Messaging Service
) criaram um conceito de comunicação
completamente novo,
composta de palavras,
imagens e expressões
que já fazem parte do nosso quotidiano.
Comunicação internacional
As comunicações móveis permitem-nos manter em contacto,
mesmo
fora do nosso país.
Desaparecem as elevadas despesas telefónicas
nos hotéis,
as buscas por um telefone público,
as lutas com línguas
estrangeiras e sistemas desconhecidos.
Graças ao
roaming
interna-cional,
o telemóvel liga-se automaticamente a uma rede compatível
no estrangeiro,
tornando simples e cómodas as chamadas e a
transmissão de dados para casa ou para o escritório.
Aplicações multimédia e acesso
à Internet
Graças ao grande desenvolvimento das tecnologias móveis,
é hoje
possível enviar e receber
e-mails
e faxes,
personalizar toques e
ambientes gráficos,
consultar a programação televisiva,
ler os títulos
das notícias,
receber informações sobre o trânsito,
divertirmo-nos
com jogos e música,
ligarmo-nos à Internet.
O novo mundo das comunicações
móveis
A convergência da rede sem fios com a Internet e a rádio/teledifusão,
aumenta a vasta gama de ser
viços disponíveis,
permitindo viajar pelo
mundo e aceder aos ser
viços quotidianos a partir do telemóvel.
Para
além de permitir a comunicação entre distâncias cada vez maiores
e sempre com maior facilidade,
as novas tecnologias de comunicação
móvel fornecem informação,
entretenimento,
ser
viços comerciais,
comunicação de dados,
ser
viços de localização e segurança.
Pe
rguntas e respostas sobre as comunicações móveis
Vodafone P
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Como funcionam os telemóveis?
As comunicações móveis funcionam de acordo com o
mesmo princípio usado na difusão do sinal de televisão
e rádio.
A utilização das ondas rádio para estabelecer
canais de transmissão de mensagens,
sem a
neces-sidade de qualquer ligação física,
abrange uma vasta
área geográfica.
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Pe
rguntas e respostas sobre as comunicações móveis
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ortugal
Pe
rguntas e respostas sobre as comunicações móveis
Vodafone P ortugal
As comunicações por
radiofrequência
Os telemóveis são, basicamente,aparelhos de comunicação rádio
bi-direccionais (permitem transmitir e receber simultaneamente),
que
usam ondas de rádio de frequência muito alta (UHF) para transmitir
e receber informação.
Os sinais de rádio emitidos pelo telemóvel são
transmitidos (pelo ar) geralmente até à antena da estação base mais
próxima,
que transforma a onda electromagnética recebida num sinal
eléctrico que pode viajar pela rede fixa até ao seu destino.
As ondas rádio
O engenheiro italiano Guglielmo Marconi demonstrou,
pela primeira
vez,
em 1895,
a possibilidade de utilizar as ondas rádio para comunicar
,
usando um transmissor para enviar estas ondas e um receptor para
captá-las.
Desde aí,
as comunicações rádio evoluíram com a rádio,
televisão,
radares e,
naturalmente,
as telecomunicações móveis.
As redes de comunicações móveis
Os elementos fundamentais de uma rede de telecomunicações móveis
são as estações base (RBS) que efectuam a ligação via rádio entre
o telefone móvel e a infra-estrutura da rede de comunicações móveis.
Quando um telemóvel se liga a uma rede,
para comunicar com a
estação base mais próxima,
utiliza sinais de radiofrequência (que
geram os campos electromagnéticos).
Cada estação cobre uma
pequena zona designada por célula,
daí a designação,
também usada,
de telefone celular
.
As ondas de rádio alcançam distâncias limitadas,
devido à reduzida
potência que os telefones móveis possuem.
Assim,
as comunicações
móveis necessitam de um número suficiente de estações base
para
garantir cobertura a vastas áreas geográficas; cada estação fornece
cobertura rádio apenas a uma área geográfica específica (uma célula).
A transmissão do sinal de rádio
A transmissão do sinal de rádio das antenas da estação base pode
ser comparada à luz emitida pelos faróis dianteiros de um automóvel.
Se colocarmos um automóvel a alguns metros de um muro,
veremos
que a luz emitida ilumina unicamente o muro e não o solo que o
separa do automóvel.
Da mesma forma,
as antenas são projectadas
para que os sinais viajem directamente para fora e não para baixo.
Deste modo,
as transmissões na zona imediatamente por baixo das
antenas permanecem significativamente mais baixas do que os limites
indicados pelas normas,
em matéria de exposição aos campos
electromagnéticos.
Obviamente que se o automóvel se desloca e se
distancia do muro,
também o solo ficará mais iluminado,
embora com
menor intensidade; da mesma forma,
o sinal de rádio emitido pelas
antenas alcança todo o território a que oferece cobertura,
permitindo
as comunicações com telefones celulares,
mas sempre respeitando
os limites estabelecidos.
Para garantir que não existem interrupções na cobertura,
as redes
são projectadas para que cada célula se sobreponha parcialmente à
_
Como funcionam as estações base?
Uma estação base é o primeiro elo de ligação entre dois
telefones celulares ou entre um celular e uma qualquer
fonte de informação fixa ou móvel.
Tanto a estação base como os telefones celulares utilizam
os campos electromagnéticos para transferir informações
e permitir as comunicações móveis
.
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Pe
rguntas e respostas sobre as comunicações móveis
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ortugal
Os Campos
Electromagnéticos
As condições de vida nas sociedades modernas implicam
a exposição,
em maior ou menor grau,
a Campos
Elec-tromagnéticos gerados por uma diversificada variedade
de fontes,
sejam estas artificiais (criadas pelo génio
inventivo do homem) ou naturais – isto é,
aquelas que
sempre nos rodearam ao longo da história.
As fontes artificiais incluem os sistemas de geração e
distribuição de energia eléctrica,
a iluminação eléctrica,
os electrodomésticos,
os monitores de televisão e
com-putadores,
a radiodifusão,
os radares,
assim como diversos
sistemas de telecomunicações,
entre inúmeras outras.
As fontes naturais,
como o sol ou o núcleo da
Terra,
também criam Campos Electromagnéticos da mesma
natureza dos gerados artificialmente,
emitindo radiações
de frequências diferentes.
Na verdade,
as ondas rádio,
na sua essência,
só diferem da luz solar no que se refere
à frequência com que se propagam.
As normas que regem a instalação das estações de
radiocomunicação variam nos diversos países.
A
Vodafone
Portugal respeita as normas nacionais para exposição da
população aos campos electromagnéticos com os níveis
de referência de radiação aplicáveis,
de acordo com o
disposto na Deliberação do ICP –
ANACOM, Autoridade Nacional de Comunicações, de 6 de Abril de 2001, que
adoptou os níveis de referência fixados na Recomendação
do Conselho 1999/519/CE,
de 12 de Julho de 1999,
no
que se refere aos limites de exposição pública a Campos
Electromagnéticos (0Hz a 300GHz),
tendo em conta,
nomeadamente,
as orientações emanadas pelo ICNIRP
“International Commission on Non-Ionizing Radiation”.
A transmissão e recepção de
sinais de frequência de rádio
Para que qualquer sistema de comunicações sem fios
funcione,
devem existir antenas para transmitir e receber
os sinais rádio.
T
odos podemos ver as torres de rádio e
televisão no cimo de colinas ou em outros pontos elevados,
que permitem a transmissão via rádio,
através de longas
distâncias,
até às antenas de nossas casas e outros
edifícios.
Geralmente,
um grande transmissor de rádio
ou televisão apenas transmite campos electromagnéticos
na direcção dos clientes (ex.:
as nossas casas).
De outro
modo,
nas comunicações móveis,
e em particular na
comunicação celular
, as ondas de rádio são transmitidas
em ambas as direcções,
de forma a ligar o telemóvel às
estações base vizinhas e vice-versa.
Cada estação base
cobre uma pequena parte do território,
ou célula,
cujas
dimensões podem ir de algumas centenas de metros até
alguns quilómetros.
As antenas,
as células
e o número de estações base
As estações base são compostas por antenas fixas a uma
estrutura de suporte (por exemplo um poste ou um edifício),
ligadas aos aparelhos de transmissão e recepção rádio
contidos em instalações protegidas.
Um grande transmissor
televisivo envia ondas de rádio com uma potência na
ordem dos 100.000
W
att,
enquanto que as estações base
transmitem com baixos níveis de potência,
até um máximo
de 150
W
att,
consoante a área de cobertura.
Assim,
os
telefones celulares,
para receberem um sinal,
devem
estar razoavelmente próximos de uma estação base.
Para
além disso,
o valor desta potência decresce notavelmente
com o aumento da densidade de estações base.
Qualquer
operador de comunicações móveis pode utilizar apenas
um número reduzido de frequências,
cada uma das quais
com uma capacidade limitada de canais para estabelecer
canais de conversação ou transferências de dados.
Contudo,
as mesmas frequências não podem ser utilizadas
em células vizinhas,
pois isso aumentaria as interferências
entre sinais associados a diversos clientes.
Se é utilizada
uma determinada frequência numa célula,
a mesma
frequência só poderá ser reutilizada a algumas células
de distância.
Consequentemente,
se aumentam os clientes,
uma célula deve ser posteriormente subdividida em células
mais pequenas,
para poder reutilizar as mesmas
frequên-cias mais vezes na mesma área geográfica.
Assim,
aumentará o número de estações base,
que terão de
cobrir zonas de território cada vez mais pequenas,
trans-mitindo potências cada vez mais baixas (pois estarão
cada vez mais próximas dos telefones móveis com os
quais devem comunicar).
Isto também é verdade para os
telefones celulares:
os níveis de energia provenientes dos
telefones são,
de facto,
muito mais baixos,
quando existe
um bom sinal proveniente de uma estação base próxima.
A redução automática
da potência
As redes de comunicação móveis funcionam mais
eficaz-mente quando a potência transmitida é mantida no mínimo
(graças à redução das interferências que se geram nas
células vizinhas).
Em consequência,
as redes do Grupo
V
odafone são projectadas de forma a que,
durante a
chamada,
seja enviado a cada telemóvel um comando
para reduzir a potência ao mínimo necessário para garantir
a qualidade do ser
viço.
Isto tem o duplo efeito de minimizar
a exposição do utente ao campo electromagnético gerado
pelo telefone móvel e de aumentar ao máximo a duração
da bateria.
Pe
rguntas e respostas sobre as comunicações móveis
Vodafone P
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Onde se situam as estações base?
As estações base usadas na comunicação celular funcionam
numa potência muito mais baixa do que os grandes
transmissores de televisão e rádio.
Por isso,
são mais
pequenas,
mais discretas e devem estar situadas perto
dos clientes.
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Pe
rguntas e respostas sobre as comunicações móveis
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ortugal
A necessidade de instalar
as estações base perto
dos clientes
Os grandes transmissores televisivos trabalham com
potências na ordem dos 100.000
W
att e podem estar
situadas no alto de colinas ou em pontos sobranceiros a
aglomerados urbanos e cidades,
logo a grande distância
dos clientes que devem ser
vir
. As estações base nas
comunicações móveis utilizam uma potência muito mais
baixa – desde poucos
W
att até algumas centenas de
W
att
– tendo obrigatoriamente de se situar perto dos clientes.
Reduzir os efeitos ambientais
O planeamento de uma rede de comunicações móvel é
um processo complicado,
que deve equilibrar as
neces-sidades dos clientes com as características do território
local,
minimizando os efeitos para o ambiente.
Os
enge-nheiros da
Vodafone Portugal,
especializados em
Planea-mento e Optimização Rádio,
controlam os indicadores da
rede móvel,
para determinar o nível de necessidades dos
Clientes.
A elevada utilização de uma estação base pode
exigir a instalação de uma estação base suplementar
noutra localização vizinha.
É importante que a nova estação
base não interfira com o sinal proveniente de instalações
vizinhas,
que o impacto visual no ambiente em que se
insere seja minimizado ao praticável e que os limites de
exposição electromagnética em vigor sejam
escrupulosa-mente cumpridos.
A propagação
do sinal de rádio
Os sinais de rádio viajam geralmente em linha recta,
pelo
que as instalações de radiocomunicação devem estar
localizadas de forma a evitar possíveis obstruções causadas
por edifícios altos e grandes colinas,
que possam criar
“ilhas”
com pouca cobertura.
Em zonas rurais planas,
uma estação base de rádio pode chegar a cobrir um raio
de cerca de 35 quilómetros.
Pelo contrário,
em zonas
urbanas onde os edifícios circundantes podem obstruir
o sinal,
o seu raio pode ficar reduzido a algumas centenas
de metros; além do mais,
o sinal,
viajando não apenas
em linha recta mas também em contínuos ricochetes em
paredes ou telhados,
pode ser enfraquecido ao ponto de
já não poder ser recebido pelos telefones móveis.
Nenhum dos últimos estudos concluiu que a exposição
aos campos das ondas emitidas pelos telefones móveis
ou estações base tenha consequências adversas para a
saúde humana.
Fact Sheet 193 da Organização Mundial de Saúde (OMS),
Rev
. 2002.
Organização Mundial de Saúde (OMS),
“Como estabelecer
um diálogo sobre os riscos dos campos
electromag-néticos”,
2002.
Impacto visual
A
Vodafone Portugal actua continuamente no sentido de
instalar e manter infra-estruturas de comunicações móveis
que se enquadrem na paisagem do local.
No decorrer
dos dois últimos anos,
a Empresa desenvolveu directivas
específicas para a implantação de estações base,
asse-gurando assim a melhor localização do ponto de vista
técnico e ambiental.
Desde então,
é efectuada uma rigorosa
avaliação do local definido,
com base em critérios técnicos,
financeiros,
de segurança e de protecção paisagística.
As estações de radiocomunicação da
V
odafone são
projectadas e instaladas respeitando escrupulosamente
os limites de exposição da população e dos trabalhadores,
de forma a garantir o acesso seguro e controlado dos
trabalhadores encarregados da manutenção.
Pe
rguntas e respostas sobre as comunicações móveis
Vodafone P
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Como se integram no ambiente as estações base?
Por considerar que a redução do impacto ambiental na
zona envolvente à estação base pode ser alcançada por
meio da partilha de infra-estruturas,
a
Vodafone Portugal
procura,
sempre que possível,
partilhar as suas
infra--estruturas de estações base com outros operadores
móveis nacionais.
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Pe
rguntas e respostas sobre as comunicações móveis
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ortugal
Pe
rguntas e respostas sobre as comunicações móveis
Vodafone P
ortugal
O impacto ambiental
A
Vodafone está consciente das suas responsabilidades
ambientais; por essa razão,
o projecto da sua rede de
telecomunicações garante a correcta inserção das estações
base no ambiente circundante.
A
Vodafone preocupa-se
também em assegurar a remoção e o desmantelamento
correctos das instalações obsoletas,
através de soluções
de recuperação e reciclagem que minimizam o impacto
sobre o ambiente.
A escolha dos locais
A
V
odafone Portugal efectua um controlo constante da
sua rede de telecomunicações,
tanto para verificar a
qualidade do ser
viço oferecido aos seus Clientes,
como
para identificar as zonas com pouca cobertura de sinal.
Uma vez decidido que,
numa zona específica,
é necessário
instalar novo equipamento,
são iniciadas investigações
para identificar os possíveis lugares disponíveis,
através
de uma detalhada avaliação ambiental.
T
odas as
insta-lações são montadas no respeito pela legislação
portu-guesa,
que prevê uma minuciosa pesquisa de
pré-insta-lação,
através de simulações teóricas,
possibilidade de
medições dos campos electromagnéticos ambientais e
determinação,
em mapas cadastrais,
do ponto de
insta-lação e de tudo o que circunda a estação base.
T
oda a
actividade de análise,
juntamente com toda a informação
necessária para verificar os níveis dos campos
electro-magnéticos,
é depois enviada às entidades responsáveis,
a quem compete conceder a licença de operação e a
autorização para instalar a infra-estrutura de suporte da
estação de radiocomunicações.
Instalações
partilhadas
Geralmente é preferível instalar as antenas sobre uma
construção já existente,
em vez de colocar um novo poste
ou torre.
Contudo,
a partilha de instalações nem sempre
permite a criação de estruturas com menos impacto do
ponto de vista visual,
pois é necessário um grupo adicional
de antenas.
Cuidados com a saúde
e iniciativas de monitorização
Considerando a política de apoio à investigação sobre
possíveis impactos para a saúde da exposição a Campos
Electromagnéticos,
a
V
odafone Portugal celebrou,
em
Janeiro de 2003,
um acordo com o Instituto de
Te
leco-municações (IT),
tendo por objectivo contribuir para o
esclarecimento público com informação relevante sobre
Campos Electromagnéticos associados aos sistemas de
comunicações móveis e o controlo do nível das suas
radiações.
Esta iniciativa,
pioneira a nível nacional,
foi
designada por ITEM (Informação
Técnica sobre a exposição
à Radiação Electromagnética em comunicações móveis)
e tem sido implementada com a colaboração do Instituto
de
Telecomunicações (que trabalha autonomamente) e
com o apoio de autoridades locais que manifestem o seu
interesse pela temática.
No âmbito do ITEM,
o Instituto de
Telecomunicações,
cuja
missão se centra na criação e difusão do conhecimento
relativo às telecomunicações,
realiza medições junto das
antenas instaladas pela
V
odafone Portugal e elabora
estudos sobre a utilização e métodos de controlo de
emissão de radiações electromagnéticas.
O projecto,
representando um investimento de quase
meio milhão de euros,
com uma duração prevista de três
anos,
tem vindo a apresentar os resultados da
monito-rização sistemática efectuada em diversos locais públicos
no País,
e,
por meio do seu website (www
.lx.it.pt/item),
divulga toda a informação compilada sobre a exposição
às emissões electromagnéticas proveniente dos sistemas
de comunicações móveis.
Até 31 de Março de 2004,
o
projecto ITEM foi implementado em três municípios:
Sintra,
Cascais e Loures.
Nenhuma das pesquisas científicas conduzidas até hoje
provou que a exposição a campos electromagnéticos,
abaixo dos limites estabelecidos,
tenha efeitos para a
saúde.
O Grupo
Vodafone patrocina a investigação científica
independente e apoia a publicação de material informativo
ligado ao tema aqui apresentado.
Todos os efeitos para a saúde para os quais existe
evidência científica resultantes directamente da exposição
electromagnética,
estão ligados exclusivamente ao efeito
térmico.
Para níveis muito baixos,
capazes de produzir
qualquer aquecimento significativo,
a energia de frequência
de rádio pode ainda assim interagir com os tecidos
corporais,
mas nenhum estudo demonstrou efeitos
nega-tivos para a saúde com os níveis de exposição que se
encontram nos limites adoptados pela Organização Mundial
de Saúde.
O conhecimento científico actual indica que a exposição
a campos electromagnéticos,
tais como os emitidos pelos
terminais móveis e estações base,
não provoca ou favorece,
qualquer efeito adverso para a saúde.
Três estudos epidemiológicos recentemente concluídos,
não descobriram quaisquer provas ou suspeitas do
au-mento de risco de contracção de cancro ou de qualquer
outra doença,
relacionado com o uso de telefones celulares.
Nenhuma das recentes revisões da literatura concluiu
que a exposição a campos electromagnéticos,
produzidos
por terminais móveis ou estações base,
provoca qualquer
efeito nocivo para a saúde.
Fact Sheet 193 da Organização Mundial de Saúde (OMS),
Rev
_
Que efeito têm as emissões dos campos
electromagnéticos de radiofrequências na saúde?
Campos electromagnéticos e saúde pública.
A crescente difusão das telecomunicações móveis e a
necessidade de aumentar o número de estações base,
centraram a atenção das pessoas em eventuais riscos
para a saúde,
derivados da exposição aos campos
elec-tromagnéticos.
Como empresa líder no sector das
teleco-municações móveis,
a
V
odafone assume de modo sério
as suas responsabilidades.
O Grupo destinou 8 milhões
de Euros para criar programas e projectos de pesquisa
sobre os campos electromagnéticos,
alguns dos quais já
foram concluídos e outros estão a decorrer ou têm data
de conclusão prevista para 2007.
As numerosas revisões de todas as pesquisas científicas
feitas até hoje,
não indicam que as comunicações móveis
possam colocar em risco,
de alguma forma,
a saúde da
população.
Contudo,
o Grupo
Vodafone continua a apoiar
a investigação científica,
no âmbito de uma abordagem
aberta e transparente.
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Pe
rguntas e respostas sobre as comunicações móveis
Vodafone P
ortugal
Pe
rguntas e respostas sobre as comunicações móveis
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ortugal
Efeitos para a saúde das emissões
dos campos electromagnéticos
de radiofrequências
Os telefones celulares e as estações base emitem energia sob a forma
de campos electromagnéticos ou campos de radiofrequências (RF).
Os possíveis efeitos causados pela exposição aos campos RF
, usados
desde há mais de sessenta anos,
são ainda hoje objecto de uma
enorme quantidade de pesquisas:
nos últimos anos foi efectuado um
grande número de revisões à literatura científica disponível,
por parte
de grupos independentes,
e nenhuma delas concluiu que a exposição
a campos RF
, abaixo dos limites previstos pelas directrizes internacionais
(directrizes da ICNIRP),
pode causar efeitos nocivos para a saúde.
Além disso,
as provas científicas actuais indicam que é improvável
que a exposição a campos de RF
, semelhantes aos emitidos pelos
telefones celulares e suas estações base possam causar ou favorecer
o aparecimento de tumores:
Neste momento,
não existem evidências de que o uso de telefones
celulares comporte riscos de patologias tumorais e estudos actualmente
em curso deverão fornecer mais dados sobre possíveis efeitos
cancerígenos a longo prazo ligados à utilização de telefones celulares.
(Revisão da
Autoridade Sueca para a protecção contra radiações –
rev
. 2002).
Em Portugal,
os telemóveis e as estações base são projectadas para
funcionarem de forma a que a população não seja exposta,
de qualquer
forma,
a níveis de campos superiores aos previstos nas normas
europeias e portuguesas vigentes.
A revisão dos conhecimentos científicos indicou que,
apesar de ainda
existirem algumas lacunas a colmatar com mais pesquisas,
não existem
quaisquer evidências de danos para a saúde derivados da exposição
a campos electromagnéticos inferiores aos limites recomendados pelo
ICNIRP em 1998. (41 V/m para o GSM 900 MHz, 58 V/m para o GSM 1800 MHz e 61 V/m para o UMTS,
valores bem mais elevados do que os aplicados
pela V
odafone
Portugal).
Radiações não ionizantes
Na avaliação dos possíveis efeitos para a saúde dos campos RF
, foram
considerados diversos aspectos relacionados com a frequência de
funcionamento.
Os actuais sistemas de comunicação móvel funcionam
com frequências compreendidas entre os 900 e os 2170 milhões de
ciclos por segundo,
ou Hertz (Hz).
É importante não confundir esses
campos de RF com as radiações ionizantes,
como os raios X ou os
raios gama.
Ao contrário destes,
os campos RF não podem causar
ionização ou radioactividade.
Níveis de exposição
Os telefones celulares e as estações base utilizados nas comunicações
móveis são caracterizados por exposições muito diferentes entre eles.
A exposição de uma pessoa que vive perto de uma estação base é,
em geral,
menor do que a de uma pessoa que está a utilizar um
telemóvel.
Contudo,
os telefones celulares apenas transmitem energia
RF durante uma chamada,
ou nos casos (pouco frequentes) de sinais
para manter a ligação com as estações base vizinhas; além disso um
bom sinal proveniente de uma estação base próxima implica uma
_
O que se entende por SAR?
SAR,
Specific Absorption
Rate
ou taxa de absorção
espe-cífica,
é a medida dosimétrica utilizada para estabelecer
limites à emissão de campos electromagnéticos.
As normas internacionais desenvolvidas pela Comissão
Internacional para a Protecção contra Radiações Não
Ionizantes (ICNIRP) baseiam-se numa análise saturada de
toda a literatura pertinente (efeitos térmicos e não térmicos)
e oferecem,
com ampla margem de segurança,
protecção
contra todos os riscos inequívocos da energia de
radio-frequências.
T
anto as medições como os cálculos mostram
que os níveis de sinais emitidos pelas estações base nas
áreas acessíveis ao público são muito inferiores ao
reco-mendado pelas linhas directrizes internacionais; em geral,
são inferiores a um factor 100 ou mais,
em relação aos
limites recomendados.
Os níveis de exposição do utente
devido ao uso do telemóvel são consideravelmente maiores,
mas permanecem sempre abaixo dos limites fixados pelas
linhas directrizes internacionais.
Fact Sheet 193 da Organização Mundial de Saúde (OMS),
Rev
. 2002
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Pe
rguntas e respostas sobre as comunicações móveis
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ortugal
Taxa de absorção
específica
Os campos electromagnéticos emitidos pelos aparelhos eléctricos
(como televisores e aparelhos de rádio; telemóveis e estações base)
são absor
vidos pelo corpo.
A energia que provém dos telefones móveis
e estações base,
tal como qualquer energia absor
vida,
produz uma
quantidade de calor muito pequena,
que é dispersa pelo processo
termo-regulador do corpo.
A Comissão Internacional para a Protecção contra Radiações Não
Ionizantes (ICNIRP) publicou directivas para limitar a exposição do
publico em geral aos campos electromagnéticos.
Os limites referidos
nas directivas são definidos em termos de potência absor
vida por
quilograma de massa corporal,
correspondente à taxa de absorção
específica,
ou SAR (
Specific Absorption
Rate
). O ICNIRP concluiu que
o limite de exposição para o público em geral deverá ser de 0,08
Wa
tt por quilograma,
pelo que uma pessoa que pese 50 quilogramas
pode absor ver até 4 W att de energia RF , permanecendo no limite aconselhado.
Esse nível é muito baixo se comparado com o calor
normalmente produzido por uma pessoa de 50 quilogramas em
repouso: cerca de 50 W att, 1 W
att por quilograma.
As directrizes recomendam também limites máximos de SAR
relati-vamente a algumas partes específicas do corpo.
Por exemplo,
o limite
para a cabeça é de apenas 2
W
att por quilograma.
Isto significa que
mesmo os telemóveis de baixa potência,
que passam no teste de
verificação do valor SAR para todo o corpo,
devem também satisfazer
os limites máximos de SAR estabelecidos para determinadas partes
do corpo (neste caso fala-se de SAR localizada).
To
dos os telemóveis devem
respeitar as normas em vigor
para a exposição a campos
electromagnéticos
Um telemóvel é um emissor
-receptor de rádio de baixa potência.
Quando é usado,
emite baixos níveis de energia rádio (como ondas
de rádio ou campos electromagnéticos).
As directrizes da ICNIRP
estabelecem os níveis de exposição consentidos.
Estes níveis incluem
uma margem destinada a garantir a segurança de todas as pessoas,
independentemente da idade e do estado de saúde.
Os telemóveis
são concebidos para utilizarem a potência mínima que permita aceder
à rede.
Assim,
quanto maior a proximidade a uma estação base,
maior
é a probabilidade de o nível de SAR a que se está exposto diminua.
Pe
rguntas e respostas sobre as comunicações móveis
Vodafone P
_
Quais os possíveis efeitos para a saúde derivados
da exposição aos campos electromagnéticos gerados
por telemóveis e estações base?
Embora a utilização das tecnologias móveis seja relativamente
recente,
a tecnologia rádio não o é.
As pesquisas sobre
os possíveis efeitos das radiofrequências são conduzidas
há mais de sessenta anos.
_
Pe
rguntas e respostas sobre as comunicações móveis
Vodafone P
ortugal
Emissões dos telemóveis
Os telemóveis são transmissores de campos
electro-magnéticos RF de baixa potência,
compreendidos entre
0,2 e 2
W
att.
Outro tipo de transmissores,
como os walkie--talkie , podem emitir 10 W att ou mais. Além disso, a
inten-sidade do campo RF (e logo a exposição de um utilizador)
diminui rapidamente com a distância ao telemóvel.
Em
con-sequência,
a exposição de uma pessoa que utiliza um
telemóvel situado a alguma distância da cabeça (como
quando se usa um auricular ou alta voz) é ainda menor
do que a de alguém que usa o telemóvel junto ao ouvido.
A exposição a campos electromagnéticos das pessoas nas
proximidades é negligenciável.
Emissões das estações base
As preocupações do público centram-se em grande medida
nas estações base,
quer pelo seu impacto visual no
ambi-ente,
quer pelas emissões que produzem.
As estações
base emitem níveis de potência compreendidos entre
alguns W att e cerca de 150 W att, consoante a dimensão da região ou ”célula”
que tem de ser coberta.
As antenas da estação base têm em geral uma largura de
cerca de 20-30 cm,
um comprimento de 2 metros,
e são
instaladas apenas em edifícios ou torres com uma altura
de cerca de 15 metros acima do solo.
Devido à amplitude
limitada do feixe,
a intensidade do campo RF directamente
abaixo da antena é baixa.
Os obstáculos e barreiras mantêm
as pessoas longe de zonas onde os campos de RF têm
uma potência maior; dado que a antena dirige a sua
potência para fora e não emite uma quantidade significativa
de energia para cima ou para baixo,
os níveis de energia
RF no interior ou em torno dos edifícios são geralmente
muito baixos.
As directrizes da ICNIRP
Os limites de exposição para o público em geral,
estabe-lecidos pela Comissão Internacional para a Protecção contra
Radiações Não Ionizantes (ICNIRP), prevêem um factor de
segurança igual a 50,
quanto aos níveis limite a que
correspondem os primeiros efeitos de aquecimento,
tendo
em conta o conhecimento ainda incompleto de alguns
aspectos dosimétricos e outros factores de precaução para
possíveis efeitos a longo prazo.
Contudo, dado que existem
factores de segurança de cerca de 50 do valor limite para
os efeitos agudos e os limites de base, a presente
re-comendação contempla implicitamente os eventuais efeitos
a longo prazo
.
Recomendação Europeia n.
519/1999
Os cálculos indicam que os níveis de sinal RF das
estações base nas zonas de acesso ao público estão muito
distantes dos valores indicados nas directrizes internacionais.
Todas as estações base da
Vodafone estão em conformidade
com as directivas relativas à exposição definidas pela UE,
que por sua vez se baseiam em resultados da Comissão
Internacional para a Protecção contra Radiações Não
Ionizantes (ICNIRP).
Para além disso,
em Portugal,
todas as estações base
respeitam os limites vigentes relativos à protecção da
população contra a exposição a campos electromagnéticos,
limites que se encontram de acordo com os estabelecidos
pela UE.
As seguintes organizações consideram,
neste momento,
não existirem estudos que possam demonstrar efeitos
nocivos para a saúde causados pela exposição a campos
electromagnéticos associados a operação de telemóveis
e suas estações base,
quando os valores recomendados
pela directiva são respeitados:
Organização Mundial de Saúde (OMS),
Comissão
Interna-cional para a Protecção contra Radiações Não Ionizantes
(ICNIRP),
Comité europeu para a normalização electrónica
(CENELEC),
Autoridade nacional britânica para a protecção
contra radiações,
Sociedade real canadiana,
Conselho
nacional de saúde dos Países Baixos,
Comissão radiofónica
alemã de protecção (SSK) e
Autoridade Sueca para a
protecção contra radiações.
As normas portuguesas
As estações base da
Vodafone em Portugal são concebidas
para garantir o respeito pelas normas vigentes no nosso
país (Decreto lei n.º 11/2003,
de 18 de Janeiro,
Delibera-ção ICP-ANACOM de 6 de
Abril de 2001e portaria nº
1421/2004,
de 23 de Novembro).
A
Vodafone Portugal cumpre todas as normas,
regulamen-tações,
e recomendações relativas à exposição a campos
electromagnéticos aplicáveis em Portugal e na Comunidade
Europeia,
designadamente as da OMS (Organização Mundial
de Saúde),
que adoptou os limites de referência da ICNIRP
(International Commission on Non-Ionizing Radiation
Protection
) relativos à exposição a radiações não ionizantes.
Todos os valores se referem aos valores médios definidos para
uma superfície equivalente do corpo humano num qualquer
inter
valo de 6 minutos.
V/m:
V
olt/metro indica o campo eléctrico;
W:
W
att exprime a potência,
ou seja a energia fornecida num
segundo; Wa tt/m 2 : W att/metro 2
exprime a densidade superficial de potência.
As provas científicas existentes não sugerem qualquer
risco para a saúde das pessoas que usufruem dos ser
viços de tecnologia móvel. GSM 900 MHz Campo eléctrico (V/m) 41,25 Densidade de potência (W/m 2 ) 4,5 GSM 1800 MHz Campo eléctrico (V/m) 58,33 Densidade de potência (W/m 2 ) 9
UMTS Campo eléctrico (V/m)
61
Densidade de potência (W/m
2
)
10
Portugal Recomendação Europeia n.
519/1999
Limites de exposição
Pe
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Vodafone P
_
Existem directrizes para a utilização de telemóveis?
Redução da exposição através do uso de auriculares.
As pessoas que tencionam reduzir a sua exposição aos
campos electromagnéticos podem adoptar algumas
medidas de precaução simples:
uma delas é o uso de um
auricular que permite comunicar aumentando a distância
entre o corpo e a fonte.
_
Pe
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Vodafone P
ortugal
Utilização de telemóveis
Os factores de protecção que são aplicados nas definições dos limites
de exposição constantes nas directrizes internacionais garantem a
protecção de todos os indivíduos contra potenciais efeitos,
incluindo
as crianças.
Estas margens de protecção são definidas tendo em conta
todas as potenciais diferenças de exposição e vulnerabilidade que
possam existir para as crianças.
A Organização Mundial de Saúde,
dirigindo-se às pessoas individuais,
fornece o seguinte conselho:
As informações científicas actuais não indicam a necessidade de
precauções especiais na utilização de telefones celulares. Se as pessoas
estiverem preocupadas, podem limitar a sua própria exposição ou
a dos seus filhos, limitando a duração dos telefonemas ou utilizando
dispositivos de alta voz, ou auriculares, para manter o telemóvel afastado
do corpo e da cabeça.
Fact Sheet 193 da Organização Mundial de Saúde (OMS),
rev
. 2002.
Em Maio de 2000,
a Comissão independente presidida por Sir
William
Stewart,
nomeada pelo governo britânico,
concluiu o seguinte:
Apesar de até ao momento não existirem provas reconhecidas
relativa-mente a possíveis efeitos dos campos electromagnéticos ligados ao
uso do telemóvel, as crianças poderão ser mais vulneráveis pois o seu
sistema nervoso encontra-se em desenvolvimento, sendo maior a
absorção de energia pelos tecidos da cabeça, e encontrando-se sujeitas,
no curso da sua vida, a uma exposição mais longa.
Em 2002,
o Conselho para a Saúde dos Países baixos,
tratando também
do tema da utilização de telefones celulares por parte de crianças,
concluiu que:
É inverosímil, do ponto de vista do desenvolvimento cerebral, que depois
do segundo ano de vida existam efeitos ligados aos campos
electro-magnéticos; não existe qualquer motivo para aconselhar uma utilização
limitada do telemóvel por parte das crianças.
Além disso,
o Conselho conclui que:
as evidências científicas,
relativa-mente aos efeitos não térmicos discutidos no relatório, não fornecem
qualquer motivo para a aplicação do princípio da prevenção e da redução
dos limites da SAR para a exposição de algumas partes do corpo.
Pe
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Vodafone P
_
É possível usar telemóveis enquanto se conduz?
Os telemóveis nos automóveis oferecem muitas vantagens.
Permitem fazer e receber telefonemas urgentes e
possi-bilitam o acesso instantâneo aos ser
viços de emergência.
_
Pe
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ortugal
Responsabilidade e legislação
Manusear ou utilizar um telemóvel enquanto se conduz reduz a
con-centração e a atenção.
A distracção que acompanha o uso de um
tele-móvel enquanto se guia pode contribuir para causar um acidente.
A responsabilidade pela segurança na condução depende do
automobi-lista:
por esse motivo,
o Código da Estrada proíbe a utilização de
tele-móveis,
exceptuando os dispositivos de alta voz ou o auricular
.
A
V
odafone apoia a legislação nacional para promover a segurança
na utilização de telefones celulares durante a condução.
To
mar precauções
Utilizar o telemóvel apenas quando for seguro fazê-lo,
utilizar o mais
possível as etiquetas de voz e avisar a pessoa que nos telefona que
estamos a guiar e que poderemos interromper a chamada sem avisar
.
Chamadas
de emergência
Se um acidente de viação requerer uma inter
venção imediata,
efectue
todas os esforços para contactar de forma segura os ser
viços
de emergência.
Pe
rguntas e respostas sobre as comunicações móveis
Vodafone P
_
Os telemóveis podem interferir com aparelhos
médi-cos ou com os instrumentos de bordo dos aviões?
Imunidade às interferências.
Em termos electromagnéticos,
as interferências são a
perturbação do funcionamento normal de um dispositivo
electrónico ou eléctrico,
devido a uma resposta indesejada
a sinais de rádio provenientes de uma fonte exterior
. Para
os telefones celulares,
é possível notar um breve sinal
perceptível na rádio e nos PC – Computadores Pessoais
– poucos segundos antes do telefone tocar
. Estes sinais
obser
váveis,
contudo,
não interferem com o funcionamento
do rádio,
do computador ou do telefone.
Em 1989,
a Comissão Europeia (CE) publicou uma directiva
(86/336/CEE) que regulamenta todos os aparelhos
elec-trónicos no que diz respeito às interferências que esses
aparelhos produzem e à sua imunidade a interferências
exteriores.
É difícil que qualquer aparelho em conformidade
com essa directiva (incluindo os telefones celulares e as
estações base) sofra ou cause interferências.
_
Pe
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Vodafone P
ortugal
Hospitais e aparelhos médicos
Uma estação base de rádio,
próxima ou situada no telhado
de um hospital,
não deverá interferir com os equipamentos
hospitalares.
Contudo,
a
Vodafone efectua estudos específicos
para calcular ou medir a intensidade do campo nos hospitais
e assegurar que as emissões estejam de acordo com as
sugeridas pela directiva da CE sobre interferências.
Um
estudo efectuado no Reino Unido pela
Medical Devices
Agency
(Boletim MDA DB9702,
compatibilidade
electromag-nética dos dispositivos médicos com as comunicações
móveis) não encontrou qualquer nível significativo de
inter-ferência das estações base nos dispositivos médicos.
No que diz respeito à utilização do telemóvel,
é necessário
efectuar análises de carácter específico e associadas à
compatibilidade electromagnética,
baseadas na distância
entre o telefone e os aparelhos electromedicinais que podem
estar sujeitos a interferências:
estudos recentes sugeriram
uma distância razoável de segurança entre 20 a 25 cm
(Health Physics 2002).
Logo,
na maior parte das áreas interiores dos hospitais os
telefones celulares não causam quaisquer problemas.
Contudo,
o uso de um telemóvel próximo de algum dispositivo
electrónico sensível poderá provocar interferências.
Por este
motivo,
no interior dos hospitais devem ser sinalizadas as
áreas onde as pessoas devem desligar os telefones celulares,
recomendações que a
Vodafone apoia totalmente.
Estimuladores
cardíacos (
pacemaker
)
Um relatório recente do Instituto Superior de Saúde (Relatório
ISTISAN 01/21) investigou a possibilidade da existência de
interferências potencialmente prejudiciais para os portadores
de
pacemaker
,
devido
aos sinais emitidos pelas estações
base.
As conclusões do estudo evidenciam que tais
inter-ferências apenas seriam possíveis,
em princípio,
muito
próximo da antena,
ou na presença de campos superiores
ao previsto pelas normas europeias.
Consequentemente,
o
respeito pelas normas sobre campos electromagnéticos
protege também os portadores de
pacemaker
de quaisquer
possíveis interferências.
Em conclusão, ... uma estação base GSM ou de outra
tecnologia de radiocomunicações, correctamente
insta-lada, não representa um perigo para os portadores de
pacemaker nas áreas em que são respeitados os limites
de exposição previstos.
Instituto Superior de Saúde - Relatório ISTISAN 01/21
É possível que alguns telefones celulares possam interferir com
certos tipos de estimuladores cardíacos,
se a antena estiver
directamente colocada sobre o próprio estimulador cardíaco.
Em geral,
a possibilidade de um telemóvel interferir com
um estimulador cardíaco ou desfibrilador pode ser reduzida
ao mínimo,
mantendo uma distância de pelo menos 15 cm
entre o telemóvel e o dispositivo.
Por isso,
é aconselhável
não inserir o telemóvel no bolso colocado directamente
sobre a parte do corpo onde o aparelho está implantado e,
quando se fazem ou recebem chamadas,
deve utilizar
-se
preferencialmente a orelha mais distante do aparelho.
De
qualquer forma,
os portadores de
pacemaker
devem pedir
ao seu médico informações mais específicas sobre o seu
modelo de
pacemaker
.
Um estudo efectuado no Reino Unido pela
Agência de
equipamento médico (Boletim DB9702 da MDA
Medical
Devices Agency
:
compatibilidade electromagnética dos
dispositivos médicos com as comunicações móveis) não
encontrou qualquer nível significativo de interferência das
estações base nos dispositivos médicos.
Dispositivos de auxílio auditivo
Os portadores de próteses acústicas ou de implantes da
cóclea podem sentir rumores de interferências durante a
utilização de um telemóvel ou nas proximidades de um.
O nível de interferência depende do tipo de telefone,
do tipo
de prótese e da distância entre os dois.
A interferência pode
ser reduzida utilizando alta voz,
de forma a manter alguma
distância entre o telemóvel e a prótese,
usando o telefone
no ouvido desprovido de prótese,
ou substituindo a prótese
acústica por um novo modelo protegido.
Utilização dos telemóveis
a bordo de aviões
Os aviões contêm uma vasta gama de instrumentos
electró-nicos complexos e de sistemas de comunicação
especializa-dos.
É possível que a utilização de telefones celulares possa
causar interferências com estes sistemas,
pelo que é uma
precaução razoável não os utilizar
. São aplicadas limitações
semelhantes ao uso de computadores pessoais,
aparelhagens
de som portáteis e outros aparelhos electrónicos pessoais.
Alguns aviões já fornecem telefones móveis especiais para
uso dos passageiros.
Esses telefones celulares são
conce-bidos para eliminar qualquer possibilidade de interferência.
Pe
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Vodafone P
_
Onde posso encontrar mais
informação sobre esta matéria?
Segue-se uma lista de documentos e sítios da
W
eb onde poderá
encontrar mais informação sobre estes temas.
-Organismos internacionais
Projecto Internacional CEM da Organização Mundial de Saúde:
http://www
.who.int/peh-emf/
Comissão Internacional para a Protecção contra Radiações Não
Ionizantes:
http://www
.icnirp.de
DG XI Comissão Europeia
A divisão da UE encarregada do ambiente:
http://europa.eu.int/comm/environment/index_it.htm
http://www
.gsmworld.com/index.shtml
-Organismos do governo nacional
Autoridade Nacional das
Te
lecomunicações
http://www
.anacom.pt
-Associações nacionais
Associação de Defesa do Consumidor – DECO
http://www
.deco.pt
-Centros académicos e de investigação
Instituto de
Te
lecomunicações (IT)/ Instituto Superior
Técnico –
Projecto Monit
www
.lx.it.pt\monit\.
_
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