SÁ, Antônio Lopes
SÁ, Antônio Lopes de. Ética profssional.de. Ética profssional. 9. ed.
9. ed. – 4. re– 4. reimprimpr. São . São Paulo: Atlas, 2Paulo: Atlas, 2!2.!2.
P
Parte "
arte """
Ética Profssional
Ética Profssional
SÁ, Antônio Lopes
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9. ed. – 4. re– 4. reimprimpr. São . São Paulo: Atlas, 2Paulo: Atlas, 2!2.!2.
P#$%"SS&$ ' '%'"($S )' S*A
P#$%"SS&$ ' '%'"($S )' S*A
+$)*(A
+$)*(A
•
•
$ -ue sinifca profssão/
$ -ue sinifca profssão/
0tra1alo -ue se pratica com
0tra1alo -ue se pratica com
a1ilidade
a
ser3io
de
a1ilidade
a
ser3io
de
terceiros5
6...7
0pr8tica
terceiros5
6...7
0pr8tica
constante de um ocio5.
constante de um ocio5.
SÁ, Antônio Lopes
SÁ, Antônio Lopes de. Ética profssional.de. Ética profssional. 9. ed.
9. ed. – 4. re– 4. reimprimpr. São . São Paulo: Atlas, 2Paulo: Atlas, 2!2.!2.
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•
•
$ -ue sinifca profssão/
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constante de um ocio5.
constante de um ocio5.
SÁ, Antônio Lopes
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9. ed. – 4. re– 4. reimprimpr. São . São Paulo: Atlas, 2Paulo: Atlas, 2!2.!2.
•
•
A profssão tem, pois, al;m
A profssão tem, pois, al;m
de sua utilidade para o
de sua utilidade para o
indi3duo,
uma
rara
indi3duo,
uma
rara
e<pressão social e moral.
e<pressão social e moral.
=SÁ, 2!2, p. !4>?.
=SÁ, 2!2, p. !4>?.
•
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+*"LL"'#:
!. É pela profssão -ue o
indi3duo se destaca e se realiBa
planamente,
pro3ando
sua
capacidade,
a1ilidade,
sa1edoria
e
inteli@ncia,
compro3ando sua personalidade
para 3encer o1st8culos.
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2.
Atra3;s
do
e<erccio
profssional,
conseue
o
omem ele3ar seu n3el moral.
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C. É na profssão -ue o omem
pode
ser
Dtil
a
sua
comunidade e nela se ele3a e
destaca, na pr8tica dessa
solidariedade orEnica.
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'<emplo de um conta1ilista:
• 0A profssão cont81il consiste em um
tra1alo e<ercido a1itualmente nas c;lulas sociais, com o o1Feti3o de prestar inormaGes e orientaGes 1aseadas na e<plicaão dos enômenos patrimoniais, enseFando o cumprimento de de3eres sociais, leais, econômicos, tão como a tomada de decisGes administrati3as, al;m de ser3ir de instrumentaão istHrica da 3ida da ri-ueBa5. =SÁ, 2!2, p. !4IJ!49?.
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•
0$ tra1alo ; um de3er socialK,
mas al;m de tudo, alo -ue
realiBa -uem o aB, se, realmente,
no e<erccio de suas tareas,
emprea o amor como uia de
suas aGes5.
=SÁ, 2!2, p. !49?.• K: 0AristHteles escre3eu, em A Poltica -ue
a sal3aão da comunidade de todos os cidadãos, -ual-uer -ue seFa a dierena -ue entre eles e<istaM5. =SÁ, 2!2, p. !49?.
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•
A profssão permite -ue o
indi3duo e<era sua unão de
solidariedade para com seus
semelantes, rece1endo, em
troca, não sH dinidades, mas
compensaGes -ue permitem,
inclusi3e, o enri-uecimento
pessoal. =SÁ, 2!2, p. !49?.
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•
A profssão e o tra1alo:
38rios pro1lemas...
•
$nde sure o tra1alo/
•
Nuando sure o tra1alo/
•Por -ue sure o tra1alo/
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•
Pr;JistHria:
•
Paleoltico =Pedra lascada?:
sociedades
caadoras
e
coletoras nômades.
•
eoltico
=Pedra
polida?:
sociedades
caadoras,
coletoras
e
culti3adoras.
#e3oluão
Arcola
–
sedentarismo.
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• "dade Antia – +i3iliBaGes de #eadio
e mercantis
• '<cedentes alimentares, crescimento
populacional, concentraão, cidades
• +i3iliBaGes de #eadio:
OesopotEmia e 'ito.
• +i3iliBaão comercial: %encia
• 'struturaão social – di3isão do
tra1alo.
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•
Sociedades
antias
comple<as: r;cia e #oma
•
PolticaQ
•
'scra3idãoQ
•
Oilitarismo
–
=P;rsia,
Oacedonia?
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"dade O;dia: 3ocaGes
•
Laos de 3assalaemQ
•
Pap;is sociais 1em defnidosQ
•"mo1ilidade social.
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"dade Ooderna – ci3iliBaGes de
com;rcio
•#enascimento
+omercial
e
*r1ano
•#enascimento +ulturalQ
•randes na3eaGesQ
•#e3oluão t;cnicoJcientfcaQ
•+ontrole do tempoQ
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"dade +ontemporEnea –
ci3iliBaão da tecnoloia
•#e3oluão "ndustrialQ
•"ntenso produti3ismoQ
•+onsumo e cadeiaQ
•'<trema
especialiBaão
e
di3isão social do tra1aloQ
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• $ -ue 3oc@ 0ana5 com isso/
• $ -ue a sociedade 0ana5 com o seu tra1alo/
• Nual a relaão do curso superior -ue est8 aBendo com o tra1alo -ue realiBa ou -ue deseFa realiBar/
• $ tra1alo le torna um ser umano melor/ • oc@ torna o mundo melor com o seu
tra1alo/
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$ tra1alo e a moral
•
Ooral
cristã:
o
tra1alo
dinifca o omemQ
•
Ooral capitalista: ; preciso
tra1alar
para
possuir,
consumir e usuruir
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alor social da profssão
•
0A
-uase
totalidade
das
profssGes li1erais possui rande
3alor social5. =SÁ, 2!2, p. !49?.
•
+omo se mede o 3alor social de
uma profssão/
•
...
•
...
randes
o1Feti3os
sociais
necessitam
da
atuaão
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•
Nual tarea social ; mais
rele3ante/
•
'<iste dierenas -uanto a
importEncia
social
das
profssGes/
•
Por -ue elas e<istem/ +omo
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Al;m de compet@ncia, o profssional não de3e nunca parar de estudar. Seundo uma pes-uisa da %undaão etDlio aras =%?, eita em 29, dos 1rasileiros em idade ati3a -ue nunca ti3eram mais do -ue um ano de estudo, R estão tra1alando, en-uanto 9! dos 1rasileiros -ue estudaram mais de !I anos tem empreo. $ sal8rio de -uem estudou mais tam1;m ; mais alto, cada ano de estudo corresponde a um acr;scimo de !T no fm do m@s. 'sses dados confrmam -ue uma raduaão ; apenas um passo, cursos de pHs raduaão de3em ser uma meta de profssionais -ue 3isam o crescimento de responsa1ilidades e remuneraão.
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Seundo
a
mesma
%,
atualmente
no
Urasil
os
profssionais mais 1em paos
são
os
FuBes
e
desem1aradores, ormados em
direito. $ sal8rio m;dio desses
profssionais ; de #V !C.9TR,
considerando
todo
o
pas.
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A1ai<o desses profssionais, 3em o seuinte ranWin:
• Oedicina =mestrado ou doutorado? J Sal8rio m;dio: #V I.9RR,>
• Administraão =mestrado ou doutorado? J Sal8rio m;dio: #V I.!2,! • )ireito =mestrado ou doutorado? J Sal8rio m;dio: #V >.T4,>9
• +i@ncias econômicas e cont81eis =mestrado ou doutorado? J Sal8rio m;dio:
#V >.IT,24
• 'nenaria =mestrado ou doutorado? J Sal8rio m;dio: #V R.9CI,C9 • Oedicina =raduaão? J Sal8rio m;dio: #V R.>T,I2
• $utros cursos de ci@ncias e<atas e tecnolHicas =mestrado ou doutorado? J
Sal8rio m;dio: #V T.C49,9R
• eoloia =raduaão? J Sal8rio m;dio: #V T.2IT,>> • Oilitar J Sal8rio m;dio: #V T.C9,!4
• +i@ncias ar8rias =mestrado ou doutorado? J Sal8rio m;dio: #V T.2I,C>
%onte: %undaão etDlio aras =%? J )ados o1tidos considerando o pas como um todo e não apenas em uma an8lise reional. Oais de -uinBe mil pessoas com mais de 2 anos oram entre3istadas para o1tenão dos
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• (oda3ia, como não 8 total sem
parcelas e a e<pressão da soma depende da-uela de suas unidades, uma consci@ncia frme e profssional, como condião ;tica, tende a 1enefciar a todos, posto -ue se e<erce, e<atamente, nas parcelas ati3as da sociedade. =SÁ, 2!2, p. !T!?.
• Por -ue o tra1alo tem o car8ter de
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#esponsa1ilidade, utilidade e proFeão
profssional
•
Nual a utilidade do profssional da
educaão sica – o 0proessor5 de
educaão sica/
•
Nue 1enecios oerece a sociedade/
•Nue 1enecios tem para si/
•
Nual a percepão -ue a sociedade
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•
0A responsa1ilidade -ue les ;
atri1uda ad3;m da utilidade -ue
prestam e, como decorr@ncia, os
1enecios surem5. =SÁ, 2!2, p.
!T2?.
•
0A
oportunidade
de
ser3ir
;
retri1uda, socialmente, com a-uela
de usuruir o prestio ranFeado5.
=SÁ, 2!2, p. !T2?.
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• 0A sociedade aca1a por retri1uir
amplamente os ser3ios com -ualidade -ue a ela o profssional d8 com amor5. =SÁ, 2!2, p. !T2?.
• 0A-uele -ue se conduB eticamente 1em
rece1e de 3olta o 1em social -ue pratica5. =SÁ, 2!2, p. !T2?.
• Nual a imaem -ue a sociedade tem ou
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$1st8culos X ama profssional e
postura ;tica na deesa do direito
de imaem
•
"n3eFa:
atitudes
imorais
e
anti;ticasQ
•
OediocridadeQ
•
+alunias, cantaens, etc.Q
•
ecessidade de air com Fustia
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•
0inu;m,
construindo
um
nome, de3e a1dicar do direito
de deend@Jlo, pois não ; sH
sua pessoa -ue est8 em Foo,
mas tam1;m a imaterialidade
de seu conceito. É de3er ;tico
proteer
um
nome
profssional5. =SÁ, 2!2, p.
!T4?.
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•
'sta a raBão pela -ual os
cHdios de ;tica 1uscam
preser3ar 3alores pessoais e
institucionais. =SÁ, 2!2, p.
!T4?.
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•
Ati3idade profssional se d8 de
orma especfcaQ
•
Promo3e 1enecios recprocosQ
•0o rupamento de profssionais
-ue e<ercem o mesmo ocio
termina por criar as distintas
classes profssionais e tam1;m a
conduta pertinente5. =SÁ, 2!2,
p. !TT?.
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•
Oesmo
com
culturas
dierentes e<istem 3alores
undamentais e eraisQ
•
A relaão profssional se d8
pela
ecessidade
e
*tilidadeQ
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•
lo1aliBaão:
especialiBaão
ou
eneraliBaão/
•
Sa1er mais de pouco ou sa1er
pouco so1re mais/
•
Nuanto maior o ca1edal cultural do
profssional mais condiGes ter8 de
e<ecutar sua compet@ncia t;cnica e
a conduta ;tica, desde -ue não
neliencia a especifcidade de sua
profssão.
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•
#elaão entre as duas partes onde
se esta1elece a aão profssionalQ
•
'ssa aão precisa satisaBer am1as
as partes, mas tam1;m a sociedadeQ
•
0$
conceito
profssional
;
a
e3id@ncia, perante terceiros, das
capacidades e 3irtudes de um ser no
e<erccio de um tra1alo a1itual de
-ualidade superior5 =SÁ, 2!2, p.
!TR?.
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•
0$
3alor
profssional
de3e
acompanarJse de um 3alor ;tico
para -ue e<ista uma interal imaem
de -ualidade5 =SÁ, 2!2, p. !TR?.
N*AL")A)'
Y
+$OP'(Z+"A (É+"+A
[
+$)*(A É("+A
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•
Oesmo -ue seFa realiBado um
ato Dtil para am1as, ou uma
das partes, ; preciso -ue seFa
1om para o conFunto da
sociedadeQ
•
ão somos profssionais para
nHs
mesmos.
Somos
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•
Pro1lemas:
situaão
de
decad@ncia moralQ
•0)itadura da )emocracia5
=eleiGes?Q
•+orrupãoQ
•'<ploraão da mãoJdeJo1raQ
•)esencantamentoQ
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•
06...7 distEncia entre o ideal
social
e
o
eosmo
acentuado no desempeno
de um tra1alo de cuno
apenas
lucrati3o
e
de
pro3eito
indi3idual5
=SÁ,
2!2, p. !R2?.
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•
0A o1riaão ;tica não se
conunde, entendo, com a
o1riaão
leal,
imposta
pelo poder5 =SÁ, 2!2, p.
!RT?.
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)''#'S P#$%"SS"$A"S
0(odas
as
capacidades
necess8rias ou e<i3eis para
o
desempeno
efcaB
da
profssão são de3eres ;ticos5
=SÁ, 2!2, p. !R>?.
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•
'<istem o1riaGes perante
o desempenoQ
•
06...7
um
comple<o
de
de3eres en3ol3e a 3ida
profssional, so1 Enulos da
conduta a ser seuida para a
e<ecuão de um tra1alo5.
=SÁ, 2!2, p. !R>?.
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•
$s de3eres se
impõe
ao
indi3duo na relaão profssionalQ
•0'sses de3eres impGemJse e
passam a o3ernar a aão do
indi3duo perante seu cliente, seu
corpo, seus coleas, a sociedade,
o 'stado e especialmente perante
sua prHpria conormaão mental
e espiritual5. =SÁ, 2!2, p. !R>?.
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•
\8
um
comple<o
de
3alores
pertinentes
a
cada profssãoQ
•É("+AQ
•Ética ProfssionalQ
•Ética
Profssional
Aplicada;
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•
Nuando
escolemos
a
profssão de3emos consultar
nossa consci@ncia:
•
Se a tarea ; deseF83elQ
•
Se ; condiBente com o -ue
nos apraB =arada?Q
•
Se
possumos
pendor
SÁ, Antônio Lopes de. Ética profssional. 9. ed. – 4. reimpr. São Paulo: Atlas, 2!2.
•
em
sempre
a
escola
coincide com a 3ocaão
=caso das difculdades de
acesso ao ensino superior e
profssional?Q
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•
0$ de3er nasce primeiro do
empeno
de
escolher
,
depois da-uele de
conhecer
,
e fnalmente do de
executar
as tareas, com a pr8tica de
uma
conduta lastreada em
valores ou guias de conduta
5.
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•
'sta1elecer
uma
relaão
SÁ, Antônio Lopes de. Ética profssional. 9. ed. – 4. reimpr. São Paulo: Atlas, 2!2.
•
0A @nese, a pro3id@ncia do de3er
;, portanto, a eleião da tarea.
)a decorrem os compromissos do
pleno conecimento da mesmaQ
tudo se complementa com o de3er
da -ualidade da e<ecuão e com
uma conduta 3alorosa, calcada em
uma escola de pr8ticas Dteis e
causadoras de 1enecios.5 =SÁ,
2!2, p. !RI?.
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•
0A escola da profssão
implica
o
de3er
do
conecimento e o de3er do
conecimento
implica
o
de3er
da
e<ecuão
ade-uada5 =SÁ, 2!2, p.
!R9?.
SÁ, Antônio Lopes de. Ética profssional. 9. ed. – 4. reimpr. São Paulo: Atlas, 2!2.
•
"dentifcarJse com o escolidoQ
•A escola da profssão de3e
ser naturalQ
•
0A armonia na 3ida muito
depende de nossa armonia
com
o
tra1alo
-ue
e<ecutamos5 =SÁ, 2!2, p.
!R9?.
SÁ, Antônio Lopes de. Ética profssional. 9. ed. – 4. reimpr. São Paulo: Atlas, 2!2.
0A profssão não de3e ser um meio,
apenas, de anar a 3ida, mas de
anar pela 3ida -ue ela proporciona,
representando um propHsito de ;. Seus
de3eres, nesta acepão, não são
imposiGes, mas 3ontades espontEneas.
"sto e<ie, portanto, -ue a seleão da
profssão passe pela 3ocaão, pelo amor
ao -ue se aB, como condião essencial
de uma opão5. =SÁ, 2!2, p. !R9?.
SÁ, Antônio Lopes de. Ética profssional. 9. ed. – 4. reimpr. São Paulo: Atlas, 2!2.
•
A apro<imaão entre 3ontade,
3ocaão
e
profssão
e3ita
transressGes ;ticasQ
•
"sso, por;m, não impede -ue
possamos
nos
satisaBer
com
outras ati3idades, e<ecutandoJas
eticamente.
•
'm resumo o amor e o respeito
pelo -ue se aB ; o cataliBador de
1oas pr8ticas profssionais.
SÁ, Antônio Lopes de. Ética profssional. 9. ed. – 4. reimpr. São Paulo: Atlas, 2!2.
0$ e<erccio de uma profssão
demanda a a-uisião de
pleno
conecimento,
o
domnio so1re a tarea e
so1re a orma de e<ecut8Jla,
al;m
de
atualiBaão
constante e apereioamento
cultural5 =SÁ, 2!2, p. !>?.
SÁ, Antônio Lopes de. Ética profssional. 9. ed. – 4. reimpr. São Paulo: Atlas, 2!2.
•
Nuem aceita realiBar uma
unão
sem
compet@ncia
comete inraão ;tica pelos
riscos
conse-uentes
-ue
assumeQ
SÁ, Antônio Lopes de. Ética profssional. 9. ed. – 4. reimpr. São Paulo: Atlas, 2!2.
•
0Uuscar
a
pereião
na
e<ecuão de uma tarea ;
um de3er do profssional -ue
depende do conecimento e
da
aplicaão
plena
do
mesmo5. =SÁ, 2!2, p. !>?.
SÁ, Antônio Lopes de. Ética profssional. 9. ed. – 4. reimpr. São Paulo: Atlas, 2!2.
•
#iscos da neli@ncia:
•
0)esconecer, toda3ia, como
realiBar a tarea ou apenas
sa1er aB@Jla parcialmente, em
ace da totalidade do e<i3el
para a efc8cia, ; conduta -ue
ere os preceitos da doutrina
da moral =Ética?5. =SÁ, 2!2, p.
!>?.
SÁ, Antônio Lopes
SÁ, Antônio Lopes de. Ética profssional.de. Ética profssional. 9. ed.
9. ed. – 4. re– 4. reimprimpr. São . São Paulo: Atlas, 2Paulo: Atlas, 2!2.!2.
•
•
ecessidade do domnio pleno
ecessidade do
domnio pleno
so1re o -ue a1rane a profssão:
so1re o -ue a1rane a profssão:
•
•
0$ de3er de conecer en3ol3e,
0$ de3er de conecer en3ol3e,
pois o de estar apto perante a
pois o de estar apto perante a
ci@ncia, a tecnoloia, a arte
ci@ncia, a tecnoloia, a arte
=-ual seFa o caso? e o de ter
=-ual seFa o caso? e o de ter
domnio total so1re tudo o -ue
domnio total so1re tudo o -ue
en3ol3e o desempeno efcaB da
en3ol3e o desempeno efcaB da
tarea5. =SÁ, 2!2, p. !>!?.
SÁ, Antônio Lopes
SÁ, Antônio Lopes de. Ética profssional.de. Ética profssional. 9. ed.
9. ed. – 4. re– 4. reimprimpr. São . São Paulo: Atlas, 2Paulo: Atlas, 2!2.!2.
•
•
0(er conecimento ; sa1er
0(er conecimento ; sa1er
como e<ecutar
como e<ecutar
e tam1;m ter
e tam1;m ter
pleno domnio so1re o -ue
pleno domnio so1re o -ue
se
se
de3e ser e<ecutado
de3e ser e<ecutado
,,
-uando a -uestão se trata
-uando a -uestão se trata
so1 a 3isão da Ética5. =SÁ,
so1 a 3isão da Ética5. =SÁ,
2!2, p. !>2?.
SÁ, Antônio Lopes
SÁ, Antônio Lopes de. Ética profssional.de. Ética profssional. 9. ed.
9. ed. – 4. re– 4. reimprimpr. São . São Paulo: Atlas, 2Paulo: Atlas, 2!2.!2.
•
•
'fc8cia:
'fc8cia:
••
0Se a necessidade do cliente
0Se a necessidade do cliente
não
;
suprida
pelo
não
;
suprida
pelo
conecimento e este não se
conecimento e este não se
aplica totalmente na e<ecuão
aplica totalmente na e<ecuão
da tarea profssional, não 8
da tarea profssional, não 8
como se alar em efc8cia5.
como se alar em efc8cia5.
=SÁ, 2!2, p. !>2?.
SÁ, Antônio Lopes de. Ética profssional. 9. ed. – 4. reimpr. São Paulo: Atlas, 2!2.
•
0As
culpa1ilidades
por
inefc8cia de3em o1ser3ar os
limites do cumprimento dos
de3eres e as condiGes so1 as
-uais estes se cumpriram5.=SÁ,
2!2, p. !>2?.
•
o caso do proessor, como
pensar
a
efc8cia
e
a
neli@ncia/
SÁ, Antônio Lopes de. Ética profssional. 9. ed. – 4. reimpr. São Paulo: Atlas, 2!2.
•
ecessidade das 3irtudes...
=Belo, e<cel@ncia?Q
•
ão se realiBa um 1om
tra1alo
apenas
com
empeno indi3idualQ
SÁ, Antônio Lopes de. Ética profssional. 9. ed. – 4. reimpr. São Paulo: Atlas, 2!2.
•
0$ cliente ; o primeiro e
direto interessado e merece
reciprocidade de confana,
pois,
ao
procurar
o
profssional, F8 nele depositou
;5.=SÁ, 2!2, p. !>C?.
•
' -uando o cliente não
SÁ, Antônio Lopes de. Ética profssional. 9. ed. – 4. reimpr. São Paulo: Atlas, 2!2.
•
9R capacidades 18sicas, p. !>4Q
•
aloraão de suas -ualidades e
não de sua -uantidadeQ
•
+ada profssão possui e<i@ncias
especfcas, assim como 3alores e
condutasQ '<. a modelo precisa
ter sensualidade, F8 o mecEnico
não. 'm todo caso todos precisam
de conduta ;tica apropriada.
SÁ, Antônio Lopes de. Ética profssional. 9. ed. – 4. reimpr. São Paulo: Atlas, 2!2.
•
0Nuando 1enecios morais se
aBem e<i3eis, especifcamente,
para um desempeno de la1or,
oroso ; cumpriJlosQ sH podemos
Fustifcar
o
não
cumprimento
-uando atores de ordem muito
superior o possam impedir, pois o
descumprimento ser8 sempre uma
lesão X consci@ncia ;tica5.=SÁ,
2!2, p. !>T?. '<. de +cero, p. !>R.
SÁ, Antônio Lopes de. Ética profssional. 9. ed. – 4. reimpr. São Paulo: Atlas, 2!2.
•
+omo resol3er os pro1lemas
sociais/
•Primeiro os meus/
•Primeiro
os
da
mina
comunidade/
•Primeiro os da sociedade em
eral/
SÁ, Antônio Lopes de. Ética profssional. 9. ed. – 4. reimpr. São Paulo: Atlas, 2!2.
•
0A
educaão
dentro
das
doutrinas morais, loo, da
Ética, re-uer uma 3isão do
todo: do microssocial =nosso
rupo, nossa classe? e do
macrossocial =a naão, o
'stado, toda a sociedade -ue
nos cerca?. =SÁ, 2!2, p. !>R?.
SÁ, Antônio Lopes de. Ética profssional. 9. ed. – 4. reimpr. São Paulo: Atlas, 2!2.
•