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RELATÓRIO DE AUDITORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

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RELATÓRIO DE AUDITORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

Ao Conselho de Administração, à Administração e aos Cooperados

da Cooperativa de Crédito do Distrito Federal e Entorno Ltda. –

SICOOB Brasília/DF

Opinião

Examinamos as demonstrações contábeis da Cooperativa de Crédito do Distrito Federal e Entorno

Ltda. – SICOOB, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as

respectivas demonstrações de sobras ou perdas, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos

de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas,

incluindo o resumo das principais políticas contábeis.

Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em

todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cooperativa de Crédito do

Distrito Federal e Entorno Ltda. – SICOOB em 31 de dezembro de 2018, o desempenho de suas

operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas

contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central

do Brasil.

Base para opinião

Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria.

Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir,

intitulada “Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis”. Somos

independentes em relação à cooperativa, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos

no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho

Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com

essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para

fundamentar nossa opinião.

Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis

A administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações

contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições

financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela

determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de

distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.

Na elaboração das demonstrações contábeis, a administração é responsável pela avaliação da

capacidade de a cooperativa continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos

relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das

demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a cooperativa ou

cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das

operações.

(2)

Os responsáveis pela governança da cooperativa são aqueles com responsabilidade pela

supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.

Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis

Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em

conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e

emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de

segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas

brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes

existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes

quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável,

as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.

Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de

auditoria, exercemos julgamento profissional, e mantemos ceticismo profissional ao longo da

auditoria. Além disso:

Identificamos e avaliamos o risco de distorção relevante nas demonstrações contábeis,

independente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de

auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e

suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante

resultante de fraude é maior do que proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o

ato de burlar os controles internos, e conluio, falsificação, omissão ou representações

falsas intencionais.

Obtemos o entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para

planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas não com o

objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da cooperativa.

Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas

contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.

Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de

continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe

incerteza relevante em relação a eventos ou circunstâncias que possam levantar dúvida

significativa em relação a capacidade de continuidade operacional da cooperativa. Se

concluirmos que existe incerteza significativa devemos chamar atenção em nosso relatório

de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis ou incluir

modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões

estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório.

Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a cooperativa a não mais se manter

em continuidade operacional.

Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.

(3)

Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do

alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria,

inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos

durante nossos trabalhos.

Brasília/DF, 15 de março de 2019.

Nestor Ferreira Campos Filho

Contador CRC DF – 013421/O-9

CNAI 1727

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COOPERATIVA DE CRÉDITO DO DISTRITO FEDERAL E ENTORNO LTDA. – SICOOB Q SIA QUADRA 04C BLOCO C LOJA 36 - BRASILIA DF CEP 71.200-045 CNPJ 01.187.961/0001-10

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO

(Valores expressos em Reais)

ATIVO NOTA 2018 2017

Circulante 169.747.005,17 128.201.005,68

Disponibilidades 4.941.005,89 3.619.451,42

Aplicações Interfinanceiras de Liquidez 04 9.821.107,46 7.481.949,42

Aplicações em Depósitos Interfinanceiros 9.821.107,46 7.481.949,42

Relações Interfinanceiras 05 88.917.271,44 51.325.476,01

Centralização Financeira 88.917.271,44 51.325.476,01

Operações de Crédito 06 63.848.426,35 63.175.349,80

Operações de Crédito - Setor Privado 67.648.395,59 65.849.036,25

(-) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (3.799.969,24) (2.673.686,45)

Outros Créditos 07 761.300,16 857.523,65

Avais e Fianças 270.640,68 244.624,34

Rendas a Receber 417.753,05 332.770,08

Diversos 214.888,34 490.511,61

(-) Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa (141.981,91) (210.382,38)

Outros Valores e Bens 08 1.457.893,87 1.741.255,38

Outros Valores e Bens 1.337.407,68 1.631.043,07

Despesas Antecipadas 120.486,19 110.212,31

Não Circulante 35.236.100,37 27.186.341,60

Realizável a Longo Prazo 14.328.282,27 8.625.390,40

Operações de Crédito 06 14.328.282,27 8.625.390,40

Operações de Crédito - Setor Privado 17.776.535,96 10.230.376,02

(-) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (3.448.253,69) (1.604.985,62)

Investimentos 09 17.658.690,65 15.463.626,83

Ações e Cotas 17.658.690,65 14.743.747,47

Bancoob 719.879,36

Imobilizado 10 3.243.666,82 3.085.124,60

Outras Imobilizações de Uso 4.479.124,51 3.907.404,32

Imóveis de Uso 858.678,05 858.678,05 (-) Depreciações Acumuladas (2.094.135,74) (1.680.957,77) Intangível 11 5.460,63 12.199,77 Softwares 221.764,59 221.764,59 (-) Amortizações Acumuladas (216.303,96) (209.564,82) Total do Ativo 204.983.105,54 155.387.347,28

Fernando Rogério Diniz Adriana Piccoli

Diretor Administrativo Diretora de Operações Jorge Luiz Moreira

Contador CRC DF 7.534 As notas explicativas são partes integrantes das demonstrações contábeis

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COOPERATIVA DE CRÉDITO DO DISTRITO FEDERAL E ENTORNO LTDA. – SICOOB Q SIA QUADRA 04C BLOCO C LOJA 36 - BRASILIA DF CEP 71.200-045 CNPJ 01.187.961/0001-10

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO

(Valores expressos em Reais)

PASSIVO E PATRIMONIO LÍQUIDO 2018 2017

Circulante 169.612.730,02 122.889.803,55

Depósitos 12 112.197.797,28 70.174.773,69

Depósitos à Vista 60.548.788,72 27.388.360,84

Depósitos à Prazo 51.649.008,56 42.786.412,85

Rec. de Aceites Camb., Letras Imob., Hipot. e Debêntures 13 11.862.734,65 11.363.276,07

Obrigação por Emissão de Letras de Crédito Agronegócio 11.862.734,65 11.363.276,07

Relações Interfinanceiras 14 24.401.553,92 23.784.004,42

Repasses Interfinanceiros 24.401.553,92 23.784.004,42

Relações Interdependências - 80.000,00

Recursos em Trânsito de Terceiros - 80.000,00

Obrigações por Repasses 14 16.909.065,79 14.182.523,22

Obrigações por Repasses no País 16.909.065,79 14.182.523,22

Outras Obrigações 15 4.241.578,38 3.305.226,15

Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados 22.142,49 27.246,27

Sociais e Estatutárias 513.357,51 504.819,41 Fiscais e Previdenciárias 332.503,72 451.241,71 Diversas 3.373.574,66 2.321.918,76 Não Circulante 3.910.988,90 2.604.319,65 Relações Interfinanceiras 14 3.910.988,90 2.604.319,65 Repasses Interfinanceiros 3.910.988,90 2.604.319,65 Patrimônio Líquido 17 31.459.386,62 29.893.224,08

Capital Social 17.a 27.991.063,47 26.061.357,33

Capital 27.991.063,47 26.078.129,95

(-) Capital a realizar (16.772,62)

Reservas 3.362.672,79 3.267.587,46

Reserva Legal 1.505.082,16 1.409.996,83

Outras Reservas 1.857.590,63 1.857.590,63

Lucros ou Perdas Acumuladas 17.d 105.650,36 564.279,29

Total do Passivo e do Patrimônio Líquido 204.983.105,54 155.387.347,28

Fernando Rogério Diniz Adriana Piccoli

Diretor Administrativo Diretora de Operações Jorge Luiz Moreira

Contador CRC DF 7.534 As notas explicativas são partes integrantes das demonstrações contábeis

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DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO

(Valores expressos em Reais)

Descrição NOTA 2º SEMESTRE 2018 2017

2018

Receitas da Intermediação Financeira 18 8.135.579,68 16.564.691,93 14.234.633,46

Resultado com operações de crédito 7.700.979,88 15.735.325,00 14.119.743,90

Resultado com Títulos e Valores Mobiliários 301.011,40 596.332,73 82.507,18

Resultado de aplicações compulsórias 133.588,40 233.034,20 32.382,38

Despesas da Intermediação Financeira (7.188.142,47) (11.631.537,67) (10.001.902,02)

Operações de captação no mercado 12.b (1.882.577,38) (3.494.661,96) (4.526.992,37)

Operações de empréstimos e repasses (1.276.689,61) (2.704.237,31) (2.968.659,19)

Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (4.028.875,48) (5.432.638,40) (2.506.250,46)

Resultado bruto da intermediação financeira 947.437,21 4.933.154,26 4.232.731,44 Outras receitas (despesas) operacionais (1.833.886,23) (4.059.241,69) (3.201.874,31)

Receitas de prestação de serviços 1.537.743,73 2.767.500,26 2.331.239,64

Rendas de tarifas bancárias 1.075.680,33 1.922.396,29 1.304.747,58

Despesas de pessoal 19 (4.508.642,03) (8.734.512,77) (8.239.586,38)

Outras despesas administrativas 20 (3.772.495,79) (7.390.403,35) (6.486.031,56)

Despesas Tributárias (173.571,11) (321.288,78) (276.664,41)

Outras Receitas Operacionais 21 4.231.923,87 8.055.452,72 8.503.660,79

Outras Despesas Operacionais 22 (224.525,23) (358.386,06) (339.239,97)

Resultado operacional (886.449,02) 873.912,57 1.030.857,13

Resultado não operacional 23 (451.704,42) (431.253,64) 400.289,18 Resultado antes da tributação (1.338.153,44) 442.658,93 1.431.146,31

Imposto de renda e contribuição social (118.854,05) (231.358,20) (302.587,75)

Sobras liquidas antes das distribuições estatutárias (1.457.007,49) 211.300,73 1.128.558,56

(105.650,37) (105.650,37) (564.279,27)

Participações Estatutárias (Fates/Fundo de Reserva)

Sobras liquidas (1.562.657,86) 105.650,36 564.279,29

Fernando Rogério Diniz Adriana Piccoli

Diretor Administrativo Diretora de Operações

Jorge Luiz Moreira Contador CRC DF 7.534 As notas explicativas são partes integrantes das demonstrações contábeis

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COOPERATIVA DE CRÉDITO DO DISTRITO FEDERAL E ENTORNO LTDA. – SICOOB Q SIA QUADRA 04C BLOCO C LOJA 36 - BRASILIA DF CEP 71.200-045 CNPJ 01.187.961/0001-10

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2018 E 2017

(Valores expressos em Reais) CAPITAL FUNDO DE RESERVA SOBRAS OU

ESPECIFICAÇÕES PERDAS TOTAL

REALIZADO RESERVA ESTATUTÁRIAACUMULADAS

SALDOS EM 01/JAN/2017 24.658.646,46 1.015.001,34 1.744.734,78 475.875,47 27.894.558,05

Destinação das sobras ao Capital conforme AGO 2017 475.452,99 - - (475.452,99) -

Cotas de Capital a Pagar - - - (422,48) (422,48)

Integralização/Subscrição de Capital 926.957,88 - - - 926.957,88

Sobras líquidas do exercício - - - 1.128.558,56 1.128.558,56

Destinações -Fundo de Reserva - 394.995,49 - (394.995,49) - -Reserva Estatutária - - 112.855,85 (112.855,85) - -Fates - - - (56.427,93) (56.427,93) SALDOS EM 31/DEZ/2017 26.061.357,33 1.409.996,83 1.857.590,63 564.279,29 29.893.224,08 Mutações do Exercício 1.402.710,87 394.995,49 112.855,85 88.403,82 1.998.666,03 SALDOS EM 01/JAN/2018 26.061.357,33 1.409.996,83 1.857.590,63 564.279,29 29.893.224,08

Destinação das sobras ao Capital conforme AGO 2018 564.192,54 - - (564.192,54) -

Cotas de Capital a Pagar - - - (86,75) (86,75)

Integralização/Subscrição de Capital 1.365.513,60 - - - 1.365.513,60

Sobras líquidas do exercício - - - 211.300,73 211.300,73

Destinações

-Fundo de Reserva 95.085,33 - (95.085,33) -

-Fates - - (10.565,04) (10.565,04)

SALDOS EM 31/DEZ/2018 27.991.063,47 1.505.082,16 1.857.590,63 105.650,36 31.459.386,62

Mutações do Exercício 1.929.706,14 95.085,33 (458.628,93) 1.566.162,54

Fernando Rogério Diniz Adriana Piccoli

Diretor Administrativo Diretora de Operações

Jorge Luiz Moreira

Contador CRC DF 7.534

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COOPERATIVA DE CRÉDITO DO DISTRITO FEDERAL E ENTORNO LTDA. – SICOOB Q SIA QUADRA 04C BLOCO C LOJA 36 - BRASILIA DF CEP 71.200-045 CNPJ 01.187.961/0001-10

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO

(Valores expressos em Reais)

2018

2017

Fluxo de caixa das atividades operacionais

Sobras antes do imposto de renda e da contribuição social 442.658,93 1.431.146,31

Ajustes às sobras: (não afetaram o caixa) 5.889.129,15

3.344.711,96

Despesas de depreciação e amortização 456.490,75 376.524,65

Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa 5.432.638,40 2.968.187,31

Variações patrimoniais: (afetaram o resultado/receitas e despesas) 36.140.399,38

8.886.702,52

Relações interfinanceiras e Interdepêndencias 1.844.218,75 156.446,99

Operações de crédito (12.026.858,10) (11.230.117,20)

Outros créditos 96.223,49 (34.965,43)

Outros valores e bens 283.361,51 (400.254,19)

Depósitos 42.023.023,59 11.478.819,40

Obrigações por Emissão Letras Crédito Agronegócio 499.458,58 4.670.957,15

Obrigações por empréstimos e repasses 2.726.542,57 4.470.984,25

Outras obrigações 925.787,19 77.419,30

Imposto de renda e contribuição social pagos (231.358,20) (302.587,75)

CAIXA LÍQUIDO PROVENIENTE DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS 42.472.187,46 13.662.560,79

Fluxo de caixa das atividades de Investimento

Alienação de investimentos 806.965,12 -

Aquisição de investimentos (2.914.943,18) (3.479.011,63)

Aquisição/Baixa de imobilizado de uso/intangível (477.128,31) (861.226,38)

CAIXA LÍQUIDO USADO NAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO (2.585.106,37) (4.340.238,01)

Fluxo de caixa das atividades de financiamento

Aumento/(Redução) de capital 1.365.513,60 926.957,88

Distribuição de sobras a ex-associados (86,75) (422,48)

CAIXA LÍQUIDO USADO NAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO 1.365.426,85 926.535,40

AUMENTO LÍQUIDO DE CAIXA E DE EQUIVALENTES DE CAIXA 41.252.507,94 10.248.858,18

Caixa e equivalentes de caixa no início do período 62.426.876,85

52.178.018,67

Caixa e equivalentes de caixa no fim do período (Nota 3.c) 103.679.384,79 62.426.876,85

VARIAÇÃO DO CAIXA E EQUIVALENTE DE CAIXA 41.252.507,94 10.248.858,18

Fernando Rogério Diniz Adriana Piccoli

Diretor Administrativo Diretora de Operações

Jorge Luiz Moreira Contador CRC DF 7.534

(9)

COOPERATIVA DE CREDITO DO DISTRITO FEDERAL E ENTORNO LTDA – SICOOB NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS

EM 31/12/2018 E 31/12/2017

Valores expressos em Reais - R$

1. Contexto Operacional

A COOPERATIVA DE CRÉDITO DO DISTRITO FEDERAL E ENTORNO LTDA - SICOOB, é uma cooperativa de crédito singular, instituição financeira não bancária, fundada em 11/03/1996, filiada à

CENTRAL COOPERATIVAS ECONOMIA CRÉDITO PLANALTO CENTRAL LTDA – SICOOB PLANALTO CENTRAL e componente da Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB –

SICOOB CONFEDERAÇÃO, em conjunto com outras cooperativas singulares e centrais. Tem sua constituição e o funcionamento regulamentados pela Lei nº 4.595/1964, que dispõe sobre a Política e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, pela Lei nº 5.764/1971, que define a Política Nacional do Cooperativismo, pela Lei Complementar nº 130/2009, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e pela Resolução CMN nº 4.434/2015, do Conselho Monetário Nacional, que

dispõe sobre a constituição e funcionamento de cooperativas de crédito.

O SICOOB possui 7 Postos de Atendimento (PAs) nas seguintes localidades: BRASÍLIA - DF,

FORMOSA - GO, SÃO JOÃO D'ALIANÇA - GO.

O SICOOB tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, tendo como finalidade: i) Proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados;

ii) A formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo, através da ajuda mútua da economia sistemática e do uso adequado do crédito; e

iii) Praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de garantias, prestação de serviços, formalização de convênios com outras instituições financeiras e aplicação de recursos no mercado financeiro, inclusive depósitos a prazo com ou sem emissão de certificado, visando preservar o poder de compra da moeda e remunerar os recursos.

2. Apresentação das demonstrações contábeis

As demonstrações contábeis foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil – BACEN, considerando as Normas Brasileiras de Contabilidade, especificamente àquelas aplicáveis às entidades Cooperativas, a Lei do Cooperativismo nº 5.764/71 e normas e instruções do BACEN, apresentadas conforme Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF, e sua emissão foi autorizada pela Diretoria Executiva em 29/01/2019.

Em função do processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, algumas normas e interpretações foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), as quais serão aplicáveis às instituições financeiras somente quando aprovadas pelo BACEN, naquilo que não confrontar com as normas por ele já emitidas anteriormente. Os pronunciamentos contábeis já aprovados, por meio das Resoluções do CMN, foram aplicados integralmente na elaboração destas Demonstrações Contábeis.

3. Resumo das principais práticas contábeis

a) Apuração do resultado

Os ingressos/receitas e os dispêndios/despesas são registrados de acordo com o regime de competência.

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As receitas com prestação de serviços, típicas ao sistema financeiro, são reconhecidas quando da prestação de serviços ao associado ou a terceiros.

Os dispêndios e as despesas e os ingressos e receitas operacionais, são proporcionalizados de acordo com os montantes do ingresso bruto de ato cooperativo e da receita bruta de ato não-cooperativo, quando não identificados com cada atividade.

b) Estimativas contábeis

Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para determinar o valor de certos ativos, passivos e outras transações considerando a melhor informação disponível. Incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à vida útil dos bens do ativo imobilizado, provisões para causas judiciais, dentre outros. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas.

c) Caixa e equivalentes de caixa

Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3.604/2008, incluem as rubricas caixa, depósitos bancários e as relações interfinanceiras de curto prazo e de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de valores e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias. O caixa e os equivalentes de caixa, apresentados na demonstração dos fluxos de caixa, estão constituídos por:

Descrição 31/12/2018 31/12/2017

Caixa e depósitos bancários 4.941.005,89 3.619.451,42

Aplicações interfinanceiras de liquidez 9.821.107,46 7.481.949,42

Relações interfinanceiras - centralização financeira 88.917.271,44 51.325.476,01

TOTAL 103.679.384,79 62.426.876,85

d) Operações de crédito

As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados são registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar e as operações de crédito pós-fixadas são registradas a valor presente, calculadas por critério "pro rata temporis", com base na variação dos respectivos indexadores pactuados.

e) Provisão para operações de crédito

Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica. As Resoluções CMN nº 2.697/2000 e 2.682/1999 estabeleceram os critérios para classificação das operações de crédito definindo regras para constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (risco mínimo) a H (risco máximo).

f) Depósitos em garantia

Existem situações em que a cooperativa questiona a legitimidade de determinados passivos ou ações em que figura como polo passivo. Por conta desses questionamentos, por ordem judicial ou por estratégia da própria administração, os valores em questão podem ser depositados em juízo, sem que haja a caracterização da liquidação do passivo.

g) Investimentos

Representados por quotas do SICOOB PLANALTO CENTRAL, avaliadas pelo método de custo de aquisição.

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h) Imobilizado

Equipamentos de processamento de dados, móveis, utensílios e outros equipamentos, instalações, edificações, veículos, benfeitorias em imóveis de terceiros e softwares, são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido da depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear para reduzir o custo de cada ativo a seus valores residuais de acordo com as taxas aplicáveis e levam em consideração a vida útil econômica dos bens.

i) Intangível

Correspondem aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Cooperativa ou exercidos com essa finalidade. Os ativos intangíveis com vida útil definida são geralmente amortizados de forma linear no decorrer de um período estimado de benefício econômico.

j) Ativos contingentes

Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis sobre as quais não cabem mais recursos contrários, caracterizando o ganho como praticamente certo. Os ativos contingentes com probabilidade de êxito provável, quando aplicável, são apenas divulgados em notas explicativas às demonstrações contábeis.

k) Obrigações por empréstimos e repasses

As obrigações por empréstimos e repasses são reconhecidas inicialmente no recebimento dos recursos, líquidos dos custos da transação. Em seguida, os saldos dos empréstimos tomados são acrescidos de encargos e juros proporcionais ao período incorrido (“pro rata temporis”), assim como das despesas a apropriar referente aos encargos contratados até o final do contrato, quando calculáveis.

l) Depósitos e Recursos de Aceite e Emissão de Títulos

Os depósitos e os recursos de aceite e emissão de títulos são demonstrados pelos valores das exigibilidades e consideram, quando aplicável, os encargos exigíveis até a data do balanço, reconhecidos em base pro rata die.

m) Demais ativos e passivos

São registrados pelo regime de competência, apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidas, até a data do balanço. Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridas.

n) Provisões

São reconhecidas quando a cooperativa tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos passados, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para saldar uma obrigação legal. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido.

o) Provisões para demandas judiciais e Passivos contingentes

São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores jurídicos, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída no futuro de recursos para liquidação das ações, e quando os montantes envolvidos forem mensurados com suficiente segurança. As ações com chance de perda possível são apenas divulgadas em nota explicativa às demonstrações contábeis e as ações com chance remota de perda não são divulgadas.

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p) Obrigações legais

São aquelas que decorrem de um contrato por meio de termos explícitos ou implícitos, de uma lei ou outro instrumento fundamentado em lei, aos quais a Cooperativa tem por diretriz.

q) Imposto de renda e contribuição social

O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado em operações consideradas como atos não-cooperativos de acordo com o Decreto 3.000/1999, art. 183. O resultado apurado em operações realizadas com cooperados não tem incidência de tributação conforme art. 182 do mesmo Decreto.

r) Segregação em circulante e não circulante

Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a 360 dias estão classificados no circulante, e os prazos superiores, no longo prazo (não circulante).

s) Valor recuperável de ativos – impairment

A redução do valor recuperável dos ativos não financeiros (impairment) é reconhecida como perda, quando o valor de contabilização de um ativo, exceto outros valores e bens, for maior do que o seu valor recuperável ou de realização. As perdas por “impairment”, quando aplicável, são registradas no resultado do período em que foram identificadas.

Em 31 de dezembro de 2018 não existem indícios da necessidade de redução do valor recuperável dos ativos não financeiros.

t) Eventos subsequentes

Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para a sua emissão. São compostos por:

• Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e

• Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis.

Não houve qualquer evento subsequente para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2018.

4. Aplicações Interfinanceiras de Liquidez

Descrição 31/12/2018 31/12/2017

Aplicações em Depósitos Interfinanceiros 9.821.107,46 7.481.949,42

TOTAL 9.821.107,46 7.481.949,42

Os valores de Depósitos Interfinanceiros são aplicações diretas junto ao Bancoob para lastro das Letras de Crédito do Agronegócio (LCA).

5. Relações interfinanceiras

Em de 2018 e 2017, as aplicações em Relações Interfinanceiras estavam assim compostas:

Descrição 31/12/2018 31/12/2017

Centralização financeira – cooperativas 88.917.271,44 51.325.476,01

TOTAL 88.917.271,44 51.325.476,01

Referem-se à centralização financeira das disponibilidades líquidas da Cooperativa, depositadas junto ao SICOOB PLANALTO CENTRAL conforme determinado no art. 24, da Resolução CMN nº 4.434/2015.

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6. Operações de crédito

a) Composição da carteira de crédito por modalidade:

Modalidade 31/12/2018 31/12/2017

Circulante Não circulante Total

Adiantamento a depositante 81.859,64 - 81.859,64 72.020,87

Empréstimos 22.372.931,90 12.017.211,43 34.390.143,33 27.080.903,77

Títulos descontados 2.354.853,42 - 2.354.853,42 2.464.550,98

Financiamentos 1.440.969,90 1.632.220,00 3.073.189,90 4.037.239,87

Financiamentos rurais e agroindustriais 41.397.780,73 4.127.104,53 45.524.885,26 42.424.696,78

(-) Provisões para operações de crédito (3.799.969,24) (3.448.253,69) (7.248.222,93) (4.278.672,07)

TOTAL 63.848.426,35 14.328.282,27 78.176.708,62 71.800.740,20

b) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a Resolução CMN nº 2.682/1999:

Nível / percentual

Empréstimo / TD A.D / cheque especialFinanciamentosFinanciamentos Total em Provisões Total em Provisões de risco / situação / conta garantida rurais 31/12/2018 31/12/2018 31/12/2017 31/12/2017 AA - Normal 1.602.153,70 13,18 - 791.657,03 2.393.823,91 - 764.266,63 - A 0,5% Normal 8.811.654,68 231.729,78 1.031.493,54 18.544.131,71 28.619.009,71 (143.095,05) 38.544.472,36 (192.722,36) B 1% Normal 9.617.005,50 875.359,83 1.050.693,94 22.002.639,86 33.545.699,13 (335.456,99) 25.950.279,01 (259.502,79) B 1% Vencidas 20.099,92 640,42 - - 20.740,34 (207,40) 52.504,39 (525,04) C 3% Normal 3.945.064,33 578.638,42 550.199,95 3.670.355,08 8.744.257,78 (262.327,73) 5.612.839,54 (168.385,19) C 3% Vencidas 668.581,36 230,59 - - 668.811,95 (20.064,36) 417.404,74 (12.522,14) D 10% Normal 1.280.995,71 213.791,78 224.341,54 329.198,56 2.048.327,59 (204.832,76) 430.773,15 (43.077,32) D 10% Vencidas 41.782,38 18.840,33 36.122,62 - 96.745,33 (9.674,53) 184.960,20 (18.496,02) E 30% Normal 1.081.255,06 42.607,65 16.452,29 - 1.140.315,00 (342.094,50) 89.323,74 (26.797,12) E 30% Vencidas 55.601,80 27.126,25 28.988,94 - 111.716,99 (33.515,10) 29.902,32 (8.970,70) F 50% Normal 1.866.303,19 22.686,12 72.447,07 - 1.961.436,38 (980.718,19) 66.749,37 (33.374,69) F 50% Vencidas 1.428.362,41 19.274,22 - - 1.447.636,63 (723.818,32) 96.042,77 (48.021,39) G 70% Normal 928.560,51 21.132,90 - 58.071,64 1.007.765,05 (705.435,54) 10.390,07 (7.273,05) G 70% Vencidas 293.671,48 48.931,47 15.702,59 80.573,00 438.878,54 (307.214,98) 1.235.000,08 (864.500,06) H 100% Normal 1.407.264,11 3.874,84 - 48.258,38 1.459.397,33 (1.459.397,33) 1.024.624,05 (1.024.624,05) H 100% Vencidas 1.629.926,63 43.695,84 46.747,42 - 1.720.369,89 (1.720.369,89) 1.569.879,85 (1.569.879,85) Total Normal 30.540.256,79 1.989.834,50 2.945.628,33 45.444.312,26 80.920.031,88 (4.433.358,24) 72.493.717,92 (1.755.756,74) Total Vencidos 4.138.025,98 158.739,12 127.561,57 80.573,00 4.504.899,67 (2.814.864,69) 3.585.694,35 (2.522.915,33) Total Geral 34.678.282,77 2.148.573,62 3.073.189,90 45.524.885,26 85.424.931,55 (7.248.222,93) 76.079.412,27 (4.278.672,07) Provisões (6.292.259,65) (189.064,12) (165.812,00) (601.087,16) (7.248.222,93) (4.278.672,07) Total Líquido 28.386.023,12 1.959.509,50 2.907.377,90 44.923.798,10 78.176.708,62 71.800.740,20

O Sicoob Confederação, a partir de outubro/2018, implementou melhorias em suas metodologias internas de avaliação do risco de crédito de associados. As melhorias realizadas têm por objetivo o aperfeiçoamento do referido processo, em linha com os normativos regulatórios do Banco Central do Brasil – BCB.

c) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento:

Descrição Até 90 De 91 até 360 Acima de 360 Total

Empréstimos 5.731.148,04 14.575.070,28 12.017.211,03 32.323.429,35

Financiamentos 430.003,70 1.010.966,20 1.632.220,00 3.073.189,90

Financiamentos rurais 3.824.898,70 37.572.882,03 4.127.104,53 45.524.885,26

Conta Corrente 523.794,87 1.624.778,75 - 2.148.573,62

TOTAL 10.509.845,31 54.783.696,86 17.776.535,96 83.070.078,13

d) Composição da carteira de crédito por tipo de produto, cliente e atividade econômica:

Descrição Conta corrente financiamento Empréstimo / descontado Título Crédito rural 31/12/2018 carteira% da

Setor Privado - comércio 206.658,95 4.594.351,76 615.671,48 - 5.416.682,19 6%

Setor Privado - indústria 6.039,07 62.446,14 - - 68.485,21 0%

Setor Privado - serviços 361.844,08 4.049.591,83 991.252,20 306.620,26 5.709.308,37 7%

Pessoa física 1.426.549,50 25.102.865,16 747.929,74 42.699.480,40 69.976.824,80 82%

Outros 147.482,02 1.587.364,36 - 2.518.784,60 4.253.630,98 5%

TOTAL 2.148.573,62 35.396.619,25 2.354.853,42 45.524.885,26 85.424.931,55 100%

e) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de crédito:

Descrição 31/12/2018 31/12/2017

Saldo inicial (4.278.672,07) (7.460.358,38)

Constituições/Reversões (804.026,61) 7.657.757,83

Transferência para prejuízo (2.165.524,25) (4.476.071,52)

(14)

f) Concentração dos Principais Devedores:

Descrição 31/12/2018 % Carteira total 31/12/2017 % Carteira total

Maior devedor 2.136.683,98 2,00% 2.248.562,18 3,00%

10 Maiores devedores 16.143.930,64 19,00% 12.155.463,06 16,00%

50 Maiores devedores 43.256.053,63 50,00% 36.107.605,53 47,00%

g) Movimentação de Créditos Baixados Como Prejuízo:

Descrição 31/12/2018 31/12/2017 Saldo inicial 16.633.916,56 12.157.845,04 Constituições 8.385.123,41 8.566.350,05 Reversões (7.776.436,45) (4.090.278,53) TOTAL 17.242.603,52 16.633.916,56 h) Operações renegociadas:

Em 31 de dezembro de 2018, a cooperativa apresenta saldo de renegociação de operações de crédito no montante total de R$ 11.678.246,83, compreendendo as composições de dívidas, prorrogações, novações de créditos e as concessões de novas operações de crédito para liquidação parcial ou total de operações anteriores.

7. Outros créditos

Valores referentes às importâncias devidas a Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no país, conforme demonstrado:

Modalidade 31/12/2018 31/12/2017

Avais e fianças honrados (a) 270.640,68 244.624,34

Rendas a receber (b) 417.753,05 332.770,08

Diversos (c) 214.888,34 490.511,61

(-) Provisões para outros créditos (a) (141.981,91) (210.382,38)

TOTAL 761.300,16 857.523,65

(a) A provisão para outros créditos de liquidação duvidosa foi apurada com base na classificação por nível de risco, de acordo com a Resolução CMN nº 2.682/1999:

Nível / percentual Avais e fianças Total em Provisões Total em Provisões de risco / situação honrados 31/12/2018 31/12/2018 31/12/2017 31/12/2017

E 30% Normal 84.212,18 84.212,18 (25.263,67) - -E 30% Vencidas 41.158,34 41.158,34 (12.347,52) 35.814,04 (10.744,21) F 50% Vencidas 64.924,44 64.924,44 (32.462,22) 18.344,30 (9.172,15) G 70% Vencidas 28.124,15 28.124,15 (19.686,93) - -H 100% Vencidas 52.221,57 52.221,57 (52.221,57) 190.466,00 (190.466,00) Total normal 84.212,18 84.212,18 (25.263,67) - -Total vencidos 186.428,50 186.428,50 (116.718,24) 244.624,34 (210.382,36) Total geral 270.640,68 270.640,68 (141.981,91) 244.624,34 (210.382,36) Provisões (141.981,91) (141.981,91) (210.382,36) Total líquido 128.658,77 128.658,77 34.241,98

(b) Em Rendas a receber está registrada a remuneração da Centralização Financeira (rateio das receitas do SICOOB PLANALTO CENTRAL), no montante de R$ 409.940,26.

(c) Em Diversos estão registrados adiantamentos e antecipações salariais (R$ 19.005,41), adiantamento para pagamentos de nossa conta (R$ 9.000,00), adiantamento por conta de imobilizações (R$ 30.000,00), devedores por depósito em garantia para PIS e COFINS sobre atos cooperativos (R$ 57.557,44), pagamentos a ressarcir (R$ 51.907,15), títulos e créditos a receber (R$ 12.240,85) e devedores diversos no país (R$ 35.177,49).

8. Outros valores e bens

Descrição 31/12/2018 31/12/2017

Bens não de uso próprio 1.336.287,68 1.631.043,07

Material em estoque 1.120,00

-Despesas antecipadas 120.486,19 110.212,31

TOTAL 1.457.893,87 1.741.255,38

a) Em Bens Não de Uso Próprio está registrado o valor referente aos bens recebidos como dação em pagamento de dívidas, não estando sujeitos a depreciação ou correção.

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b) Registram-se ainda no grupo, as despesas antecipadas, referente ao auxílio alimentação, auxilio transporte e auditoria externa.

9. Investimentos

O saldo é representado por quotas do SICOOB PLANALTO CENTRAL.

Descrição 31/12/2018 31/12/2017

Participações em cooperativa central de crédito 17.658.690,65 14.743.747,47

Participações instituições financeiras controladas por cooperativa de crédito - 719.879,36

TOTAL 17.658.690,65 15.463.626,83

10. Imobilizado de uso

Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo:

Descrição Taxa Depreciação 31/12/2018 31/12/2017

Edificações 4% 858.678,05 858.678,05

(-) Depreciação acumulada imóveis de uso - edificações (62.969,94) (28.622,70)

Instalações 10% 2.051.401,73 1.749.191,11

(-) Depreciação acumulada de instalações (823.626,53) (693.834,39)

Móveis e equipamentos de uso 10% 1.027.304,96 1.004.800,84

(-) Depreciação acumulada móveis e equipamentos de uso (441.398,45) (340.733,76)

Sistema de comunicação 20% 86.024,27 86.024,27

Sistema de processamento de dados 10% 1.107.837,66 906.515,21

Sistema de segurança 10% 106.584,00 106.584,00

Sistema de transporte 20% 99.971,89 54.288,89

(-) Depreciação acumulada outras imobilizações de uso (766.140,82) (617.766,92)

TOTAL 3.243.666,82 3.085.124,60

11. Intangível

Nesta rubrica registram-se os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à manutenção da companhia, como as licenças de uso de softwares.

Descrição 31/12/2018 31/12/2017

Outros Ativos Intangíveis 221.764,59 221.764,59

(-) Amortização Acumulada de Ativos Intangíveis (216.303,96) (209.564,82)

TOTAL 5.460,63 12.199,77

O valor registrado na rubrica “Intangível” refere-se a licenças de uso do Sistema de Informática do Sicoob - SISBR, adquirida da Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. - SICOOB

CONFEDERAÇÃO. 12. Depósitos

É composto de valores cuja disponibilidade é imediata aos associados, denominado de depósitos a vista, portanto sem prazo determinado para movimentá-lo, ficando a critério do portador dos recursos fazê-lo conforme sua necessidade.

É composto também por valores pactuados para disponibilidade em prazos pré-estabelecidos, denominados depósitos a prazo, os quais recebem atualizações por encargos financeiros remuneratórios conforme a sua contratação em pós ou pré-fixada. Suas remunerações pós fixadas são calculadas com base no critério de “Pro rata temporis”; já as remunerações pré-fixadas são calculadas e registradas pelo valor futuro, com base no prazo final das operações, ajustadas, na data do demonstrativo contábil, pelas despesas a apropriar, registradas em conta redutora de depósitos a prazo.

Descrição 31/12/2018 Taxa média 31/12/2017 Taxa média

Depósito à vista 60.548.788,72 27.388.360,84

Depósito a prazo 51.649.008,56 0,47% a.m. 42.786.412,85 0,49% a.m.

(16)

Os depósitos, até o limite de R$ 250 mil (duzentos e cinquenta mil), por CPF/CNPJ, estão garantidos pelo Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), o qual é uma associação civil sem fins lucrativos, com personalidade jurídica de direito privado de abrangência nacional, regida por Estatuto Social próprio e pelas disposições legais e regulamentares aplicáveis, constituído conforme Resolução CMN n°4.284/2013. As instituições associadas são todas as cooperativas singulares de crédito e os bancos cooperativos.

a) Concentração dos principais depositantes:

Descrição 31/12/2018 % Carteira total 31/12/2017 % Carteira total

Maior depositante 11.433.781,40 10,00% 2.827.239,52 4,00%

10 Maiores depositantes 34.441.751,26 28,00% 16.316.987,68 20,00%

50 Maiores depositantes 63.562.348,72 52,00% 38.406.362,70 48,00%

b) Despesas com operações de captação de mercado:

Descrição 2018 2017

Despesas de depósitos a prazo (2.693.491,75) (3.632.865,45)

Despesas de letras de crédito do agronegócio (652.544,78) (776.940,02)

Despesas de contribuição ao fundo garantidor de créditos (148.625,43) (117.186,90)

TOTAL (3.494.661,96) (4.526.992,37)

13. Recursos de aceite e emissão de títulos

Referem-se a Letras de Crédito do Agronegócio – LCA que conferem direito de penhor sobre os direitos creditórios do agronegócio a elas vinculados (Lei nº 11.076/04). São remunerados por encargos financeiros calculados com base em percentual do CDI – Certificado de Depósitos Interbancários:

Descrição 31/12/2018 Taxa média 31/12/2017 Taxa média

Letras de Crédito do Agronegócio 11.862.734,65 0,46% a.m. 11.363.276,07 0,47% a.m.

TOTAL 11.862.734,65 11.363.276,07

14. Obrigações por empréstimos e repasses

São demonstradas pelo valor principal acrescido de encargos financeiros e registram os recursos captados junto a outras instituições financeiras para repasse aos associados em diversas modalidades e Capital de Giro. As garantias oferecidas são a caução dos títulos de créditos dos associados beneficiados.

Instituições 31/12/2018 31/12/2017

Cooperativa Central 16.909.065,79 14.182.523,22

Recursos do Bancoob 29.663.932,52 26.388.324,07

(-) Despesa a apropriar Bancoob (1.351.389,70)

-TOTAL 45.221.608,61 40.570.847,29

Circulante 41.310.619,71 37.966.527,64

Não Circulante 3.910.988,90 2.604.319,65

15. Outras Obrigações

Descrição 2018 2017

Cobrança e arrecadação de tributos e assemelhados 22.142,49 27.246,27

Sociais e estatutárias 513.357,51 504.819,41 Fiscais e previdenciárias 332.503,72 451.241,71 Diversas 3.373.574,66 2.321.918,76 TOTAL 4.241.578,38 3.305.226,15 15.1. Sociais e Estatutárias Descrição 31/12/2018 31/12/2017

Resultado de atos com associados 10.731,58 60.630,40

Resultado de atos com não associados 19.283,69 124.630,53

Cotas de capital a pagar 483.342,24 319.558,48

(17)

a) O FATES é destinado às atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa, sendo constituído pelo resultado dos atos não cooperativos e 5% das sobras líquidas do ato cooperativo, conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em contas passivas segue determinação do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. Atendendo à instrução do BACEN, por meio da Carta Circular nº 3.224/2006, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº 5.764/1971.

b) Refere-se às cotas de capital a devolver de associados desligados.

15.2. Fiscais e Previdenciárias

As obrigações fiscais e previdenciárias, classificadas no passivo na conta de Outras Obrigações estão assim compostas:

Descrição 31/12/2018 31/12/2017

Provisão para impostos e contribuições sobre os lucros 34.700,37 141.063,35

Impostos e contribuições a recolher 297.803,35 310.178,36

TOTAL 332.503,72 451.241,71

15.3. Diversas

Descrição 31/12/2018 31/12/2017

Cheques administrativos 977.770,07

-Obrigações por aquisição de bens e direitos 36.545,30 65.549,53

Obrigações por prestação de serviços de pagamento 73.768,14 96.206,69

Provisão para pagamentos a efetuar (a) 1.036.155,04 805.873,20

Provisão para garantias financeiras prestadas (b) 282.741,12 384.822,40

Credores diversos – país (c) 966.594,99 969.466,94

TOTAL 3.373.574,66 2.321.918,76

(a) Referem-se à provisão para pagamento de despesas com pessoal.

(b) Refere-se à contabilização, da provisão para garantias financeiras prestadas, apurada sobre o total das coobrigações concedidas pela singular, conforme Resolução CMN nº 4.512/2016. Em 31 de

dezembro de 2018, a cooperativa é responsável por coobrigações e riscos em garantias prestadas,

no montante de R$ 15.268.844,69 (R$ 19.835.816,25 em 31/12/2017), referentes a aval prestado em diversas operações de crédito de seus associados com instituições financeiras oficiais. A provisão para garantias financeiras prestadas é apurada com base na avaliação de risco dos cooperados beneficiários, de acordo com a Resolução CMN nº 2.682/1999.

(c) Em Credores diversos – País estão registrados: pendências a regularizar (R$ 578.235,80), diferença de caixa (R$ 11.490,77), rateio das despesas do SICOOB PLANALTO CENTRAL (R$ 91.529,94), saldos credores – encerramento C/C (R$ 18.367,52), taxas alienação de veículos a repassar (R$ 10.339,96), cheques descontados e ainda não compensados (R$ 39.806,13) e credores diversos – liquidação cobrança (R$ 216.824,87).

16. Instrumentos financeiros

O SICOOB opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque para disponibilidades, aplicações interfinanceiras de liquidez, títulos e valores mobiliários, relações interfinanceiras, operações de crédito, depósitos à vista e a prazo, empréstimos e repasses.

Os instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço patrimonial a valores contábeis, os quais se aproximam dos valores justos.

Nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017, a cooperativa não realizou operações envolvendo instrumentos financeiros derivativos.

17. Patrimônio líquido

(18)

O capital social é representado por cotas-partes no valor nominal de R$ 1,00 cada e integralizado por seus cooperados. De acordo com o Estatuto Social cada cooperado tem direito em a um voto, independentemente do número de suas cotas-partes.

Descrição 31/12/2018 31/12/2017

Capital social 27.991.063,47 26.061.357,33

Associados 7.504 5.923

b) Fundo de Reserva

Representada pelas destinações estatutárias das sobras, no percentual de 45%, utilizada para reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas Atividades.

c) Reservas Estatutárias

Representada pelas destinações estatutárias constituídas a partir de 2003, no percentual de 10%, utilizado para conservação e reforma das unidades da Cooperativa, ou conforme deliberação das Assembleias Gerais. Na Assembleia Geral Extraordinária realizada em 10/11/2018, foi aprovada alteração estatutária com a exclusão dessa destinação.

d) Sobras Acumuladas

As sobras são distribuídas e apropriadas conforme Estatuto Social, normas do Banco Central do Brasil e posterior deliberação da Assembleia Geral Ordinária (AGO). Atendendo à instrução do BACEN, por meio da Carta Circular nº 3.224/2006, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES

é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº 5.764/1971.

Em Assembleia Geral Ordinária, realizada em março de 2018, os cooperados deliberaram pelo aumento do capital social com sobra do exercício findo em 31 de dezembro de 2017, no valor de R$ 564.279,29.

A sobra líquida do exercício terá a seguinte destinação:

Descrição 2018 2017

Sobra/Perda líquida do exercício 211.300,72 1.128.558,56

Lucro líquido decorrente de atos não-cooperativos apropriado ao FATES -

-Sobra/Perda líquida, base de cálculo das destinações 211.300,72 1.128.558,56

Fundo de Reserva (45% - 35% em 2017) (95.085,32) (394.995,49)

Reserva Estatutária (0% - 10% em 2017) - (112.855,85)

Fundo de assistência técnica, educacional e social – FATES (5%) (10.565,04) (56.427,93)

Sobra à disposição da Assembleia Geral 105.650,36 564.279,29

18. Ingressos da intermediação financeira

Descrição 2018 2017

Rendas de adiantamentos a depositantes 132.458,71 126.675,71

Rendas de empréstimos 8.041.535,19 6.244.489,78

Rendas de direitos creditórios descontados 500.995,05 626.684,63

Rendas de financiamentos 741.258,95 665.571,96

Rendas financiamentos rurais - aplicações livres - 1.899.312,73

Rendas financiamentos rurais - aplicações com recursos livres 2.308.114,42 1.416.836,20

Rendas financiamentos rurais – aplicação recursos direcionados à vista (obrigatórios) 939.208,04 527.759,00

Rendas financiamentos rurais - aplicação recursos direcionados da poupança rural 1.008.738,96 347.794,42

Rendas financiamentos rurais - aplicação recursos direcionados de LCA 9.914,82 13.885,27

Rendas financiamentos rurais - aplicações recursos de fontes públicas 30.710,98 41.630,99

Rendas financiamentos rurais - aplicação repassadas e refinanciamento - 1.011.479,86

Rendas de créditos por avais e fianças honrados - 211,34

Rendas de títulos de renda fixa 596.332,73 82.507,18

Recuperação de créditos baixados como prejuízo 2.022.389,88 1.197.412,01

Rendas de créditos vinculados ao credito rural 233.034,20 32.382,38

(19)

19. Despesas de pessoal

Descrição 2018 2017

Despesas de Honorários - Conselho Fiscal (98.235,00) (69.734,25)

Despesas de Honorários - Diretoria e Conselho de Administração (829.141,71) (795.602,28)

Despesas de Pessoal - Benefícios (1.596.768,78) (1.462.431,35)

Despesas de Pessoal - Encargos Sociais (1.694.433,73) (1.584.873,75)

Despesas de Pessoal - Proventos (4.307.254,50) (4.191.853,26)

Despesas de Pessoal - Treinamento (69.603,79) (65.436,50)

Despesas de Remuneração de Estagiários (139.075,26) (69.654,99)

TOTAL (8.734.512,77) (8.239.586,38)

20. Outras despesas administrativas

Descrição 2018 2017

Despesas de Água, Energia e Gás (157.149,51) (125.309,69)

Despesas de Aluguéis (759.786,73) (729.157,18)

Despesas de Comunicações (364.193,10) (280.051,67)

Despesas de Manutenção e Conservação de Bens (172.825,13) (116.033,24)

Despesas de Material (99.476,20) (147.988,34)

Despesas de Processamento de Dados (443.426,06) (413.202,42)

Despesas de Promoções e Relações Públicas (28.047,89) (43.483,80)

Despesas de Propaganda e Publicidade (16.489,00) (1.600,00)

Despesas de Publicações (8.809,76) (3.758,16)

Despesas de Seguros (120.888,82) (111.510,93)

Despesas de Serviços do Sistema Financeiro (854.482,30) (741.494,43)

Despesas de Serviços de Terceiros (819.056,85) (713.395,25)

Despesas de Serviços de Vigilância e Segurança (760.868,77) (550.780,30)

Despesas de Serviços Técnicos Especializados (335.750,68) (244.935,75)

Despesas de Transporte (516.749,20) (402.232,68)

Despesas de Viagem no País (3.396,75) (5.494,67)

Outras Despesas Administrativas (214.187,94) (213.270,61)

Despesas de Amortização (6.739,14) (7.481,82)

Despesas de Depreciação (449.751,61) (369.042,83)

Emolumentos judiciais e cartorários (93.733,54) (98.085,41)

Contribuição a OCE (5.144,28) (5.040,00)

Rateio de despesas da Central (1.031.906,72) (1.012.988,11)

Rateio de despesa do Sicoob Confederação (127.543,37) (149.694,27)

TOTAL (7.390.403,35) (6.486.031,56)

21. Outros ingressos/rendas operacionais

Descrição 2018 2017

Rendas de participações 87.079,44 80.458,84

Recuperação de encargos e despesas 93.957,71 100.815,66

Ingressos de depósitos intercooperativos 4.478.378,48 6.207.118,61

Outras 83.920,85

-Reversões de provisão para garantias prestadas 259.832,89 44.082,93

Atualização de depósitos judiciais 472,71 721,95

Rendas juros cartão de crédito 494.340,93 233.319,80

Rendas multas por atraso - cartão de crédito 57.644,56 46.504,37

Crédito receita SIPAG - faturamento 142.373,98 97.819,86

Crédito receita SIPAG - antecipação 634.421,91 277.344,44

Rendas intercâmbio - cartão de crédito 93.285,24 13.198,64

Rendas intercâmbio - cartão de débito 148.205,08 21.693,44

Receita volume financeiro - rede - 135,24

Dividendos 81.242,76

-Outras rendas operacionais 1.400.296,18 1.380.447,01

TOTAL 8.055.452,72 8.503.660,79

22. Outros dispêndios/despesas administrativas

Descrição 2018 2017

Oper.Crédito – Desp. Descontos Concedidos em Renegociações (20.766,31)

-Despesas de Provisões Passivas (157.751,61) (88.572,22)

Outras Despesas Operacionais (144.597,58) (93.432,04)

Descontos concedidos - operações de crédito (19.551,85) (142.570,71)

Cancelamento - tarifas pendentes (15.718,71) (14.665,00)

(20)

23. Resultado não operacional

Descrição 2018 2017

Ganhos de capital 25.175,40 665.533,31

(-) Perdas de capital (67.856,65) (225.797,63)

(-) Despesas de provisões não operacionais (388.572,39) (39.446,50)

TOTAL (431.253,64) 400.289,18

24. Partes Relacionadas

As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e responsabilidade de planejar, dirigir e controlar as atividades da cooperativa e membros próximos da família de tais pessoas. As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de suas atribuições estabelecidas em regulamentação específica.

As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global das operações da cooperativa, e caracterizam-se basicamente por transações financeiras em regime normal de operações, com observância irrestrita das limitações impostas pelas normas do Banco Central, tais como movimentação de contas correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de crédito. As garantias oferecidas em razão das operações de crédito são: avais, garantias hipotecárias, caução e alienação fiduciária.

a) Montante das operações ativas e passivas no exercício de 2018:

Montante das operações ativas Valores % em relação à carteira total Provisão de risco

P.R. – Vínculo de grupo econômico 3.329.048,57 3,90% 52.686,41

P.R. – Sem vínculo de grupo econômico 631.757,02 0,74% 8.389,55

TOTAL 3.960.805,59 4.64% 61.075,96

Montante das operações passivas 1.634.095,65 1,33% b) Operações ativas e passivas – saldo em 2018:

Natureza da operação de Valor da operação de crédito PCLD (provisão para crédito de % da operação de crédito em

crédito liquidação duvidosa) relação à carteira total

Cheque especial 17.352,33 450,33 0% Conta garantida 32.706,85 981,20 0% Crédito rural 3.295.676,92 44.583,26 4% Empréstimo 635.748,56 16.226,35 0% Financiamento 23.888,37 238,89 0% Títulos descontados 5.491,74 27,46 0%

Natureza dos depósitos Valor do depósito % em relação a carteira total Taxa média - %

Depósitos a vista 562.537,24 0,94% 0%

Depósitos a prazo 1.071.558,41 1,71% 0,47%

c) Foram realizadas transações com partes relacionadas, nas mesmas condições observadas para todos os associados, na forma de: depósito a prazo, cheque especial, conta garantida, cheques descontados, crédito rural – RPL, crédito rural – repasses, empréstimos, dentre outras, à taxa/remuneração relacionada no quadro abaixo, por modalidade:

Natureza das operações ativas e Taxas aplicadas em relação às partes

passivas relacionadas

Desconto de cheques 2,00% a.m.

Empréstimos 4,29% a.m.

Financiamento 1,66% a.m.

Aplicação financeira - Pós fixada 88,91% CDI

Percentual em relação à carteira geral movimentação no exercício de 2018

Empréstimos e financiamentos 0,69%

Títulos descontados e cheques descontados 0,41%

(21)

d) As garantias oferecidas pelas partes relacionadas em razão das operações de crédito são: avais, garantias hipotecárias, caução e alienação fiduciária.

Natureza da Operação de Crédito Garantias Prestadas

Crédito Rural 12.043.602,06

Empréstimos e Financiamentos 547.212,00

e) No exercício de 2018 os benefícios monetários destinados às partes relacionadas foram representados por honorários e encargos sociais, apresentando-se da seguinte forma:

benefícios monetários no exercício de 2018 (r$)

Honorários - Conselho Fiscal (98.945,00)

Honorários - Diretoria e Conselho de Administração (829.141,71)

Encargos Sociais (180.666,66)

25. Cooperativa Central

A COOPERATIVA DE CRÉDITO DO DISTRITO FEDERAL E ENTORNO LTDA - SICOOB, em conjunto com outras cooperativas singulares, é filiada à CENTRAL COOPERATIVAS ECONOMIA

CRÉDITO PLANALTO CENTRAL LTDA - SICOOB PLANALTO CENTRAL, que representa o grupo

formado por suas afiliadas perante as autoridades monetárias, organismos governamentais e entidades privadas.

O SICOOB PLANALTO CENTRAL, é uma sociedade cooperativista que tem por objetivo a organização em comum em maior escala dos serviços econômico-financeiros e assistenciais de suas filiadas (cooperativas singulares), integrando e orientando suas atividades, de forma autônoma e independente, através dos instrumentos previstos na legislação pertinente e normas exaradas pelo Banco Central do Brasil, bem como facilitando a utilização recíproca dos serviços, para consecução de seus objetivos.

Para assegurar a consecução de seus objetivos, cabe ao SICOOB PLANALTO CENTRAL a coordenação das atividades de suas filiadas, a difusão e fomento do cooperativismo de crédito, a orientação e aplicação dos recursos captados, a implantação e implementação de controles internos voltados para os sistemas que acompanhem informações econômico-financeiras, operacionais e gerenciais, entre outras.

O SICOOB responde solidariamente pelas obrigações contraídas pelo SICOOB PLANALTO

CENTRAL perante terceiros, até o limite do valor das cotas-partes do capital que subscrever,

proporcionalmente à sua participação nessas operações.

Saldos das transações da Cooperativa com a SICOOB PLANALTO CENTRAL:

Saldos da Cooperativa com a Central 31/12/2018 31/12/2017 Ativo

Centralização Financeira 88.917.271,44 51.325.476,01

Investimentos 17.658.690,65 14.743.747,47

Passivo

Obrigações por empréstimos e repasses 16.909.065,79 14.182.523,22

26. Gerenciamento de Risco

A gestão integrada de riscos e de capital no âmbito das cooperativas do Sicoob é realizada de forma centralizada pelo Sicoob Confederação, abrangendo, no mínimo, os riscos de crédito, mercado, liquidez, operacional, socioambiental, continuidade de negócios e de gerenciamento de capital. A política institucional de gestão integrada de riscos e de capital, bem como as diretrizes de gerenciamento dos riscos e de capital são aprovados pelo Conselho de Administração do Sicoob Confederação.

A estrutura centralizada de gerenciamento de riscos e de capital é compatível com a natureza das operações e à complexidade dos produtos e serviços oferecidos, sendo proporcional à dimensão da exposição aos riscos das entidades do Sicoob.

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Em cumprimento à Resolução CMN 4.557/2017, encontra-se disponível no sítio do Sicoob (www.sicoob.com.br) relatório descritivo da estrutura de gerenciamento de riscos e da estrutura de gerenciamento de capital.

26.1. Risco operacional

O processo de gerenciamento do risco operacional consiste na avaliação qualitativa dos riscos por meio das etapas de identificação, avaliação, tratamento, testes de avaliação dos sistemas de controle, comunicação e informação.

Os resultados desse processo são apresentados à Diretoria Executiva e ao Conselho de Administração. A metodologia de alocação de capital, para fins do Novo Acordo da Basileia, utilizada para determinação da parcela de risco operacional (RWAopad) de cooperativas enquadradas no Segmento 4 é a Abordagem do Indicador Básico (BIA).

26.2. Risco de Mercado e de Liquidez

O gerenciamento do risco de mercado é o processo que visa quantificar a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de instrumentos detidos pelas cooperativas, e inclui o risco da variação das taxas de juros e dos preços de ações, para os instrumentos classificados na carteira de negociação (trading) e o risco da variação cambial e dos preços de mercadorias (commodities), para os instrumentos classificados na carteira de negociação ou na carteira bancária (banking).

O processo de gerenciamento do risco de liquidez lida com a possibilidade de a cooperativa não ser capaz de honrar eficientemente suas obrigações esperadas e inesperadas, correntes e futuras, incluindo as decorrentes de vinculação de garantias, sem afetar suas operações diárias e sem incorrer em perdas significativas.

No processo de gerenciamento do risco de mercado e da liquidez das cooperativas são realizados os seguintes procedimentos:

a) utilização do VaR – Value at Risk para mensurar o risco de mercado das cooperativas; b) análise de descasamentos entre ativos e passivos para avaliação de impacto na margem

financeira das cooperativas;

c) definição de limite máximo para a exposição a risco de mercado;

d) realização periódica de backtest do VaR das carteiras das cooperativas e dos modelos de cálculo de risco de mercado;

e) definição de limite mínimo de liquidez para as cooperativas;

f) projeção do fluxo de caixa das cooperativas para 90 (noventa) dias; g) diferentes cenários de simulação de perda em situações de stress.

26.3. Risco de Crédito

O gerenciamento de risco de crédito objetiva garantir a aderência às normas vigentes, maximizar o uso do capital e minimizar os riscos envolvidos nos negócios de crédito por meio das boas práticas de gestão de riscos.

Compete ao gestor centralizado (Sicoob Confederação) a padronização de processos, de metodologias de análises de risco de clientes e de operações, da criação e de manutenção de política única de risco de crédito para o Sicoob, além do monitoramento das carteiras de crédito das cooperativas.

Referências

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