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PREFEITURA MUNICIPAL DE MIRACEMA 2014 FONOAUDIÓLOGO PROVA OBJETIVA

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Academic year: 2021

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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

O caso a seguir serve de base para as questões 1 a 3.

João tem sete anos e vem apresentando dificuldades de aprendizagem. Durante a anamnese, sua mãe, relata que atualmente João lê com muita dificuldade e não escreve, limitando-se a realizar apenas a cópia de algumas atividades do quadro.

1) Na avaliação fonoaudiológica de João, além das habilidades metalinguísticas de leitura, escrita e do

processamento auditivo e visual, deverão ser investigadas habilidades relacionadas à: a) memória de trabalho

b) discriminação auditiva c) consciência fonológica

d) velocidade de processamento

2) Na avaliação fonoaudiológica de João, foram identificadas dificuldades significativas relacionadas às

habilidades metalinguísticas. Sendo assim, foram propostas em terapia atividades facilitadoras de consciência fonêmica para que João compreendesse os mecanismos de “desmonte”, ou seja, de manipulação mínima das palavras. Com a finalidade de desenvolver habilidades de segmentação fonêmica, foi realizada a atividade de:

a) detecção do fonema inicial da palavra

b) treinamento sistemático do traçado das letras c) definição da ideia de pontuação e seus significados

d) exploração dos elementos formais que compōem um texto

3) Durante o acompanhamento fonoaudiológico de João, também foram realizadas atividades destinadas à

detecção de rimas. Com esse objetivo, na terapia, foi proposta a seguinte atividade:

a) as figuras serão classificadas em grupos, formando conjunto de palavras que possuam sílabas iguais b) as palavras serão apresentadas duas a duas, para análise do final delas, determinando se elas rimam ou

não

c) as sílabas finais das palavras deverão ser retiradas para posterior verificação de como ficam, no caso de se pronunciar as sílabas restantes

d) as imagens serão apresentadas uma a uma para nomeação e divisão de cada palavra em sílabas, chamando atenção para o fonema que inicia a palavra

O caso a seguir serve de base para as questões 4 e 5.

Viviane tem 3 anos e 10 meses e, segundo sua mãe, não fala direito algumas palavras. Foi encaminhada pela pediatra para avaliação fonoaudiológica específica. À avaliação, observou-se que a criança não produz os fonemas /r/ e /l/ e já faz uso do fonema /R/, começando a sistematizá-lo em posição final. No que se refere ao vocabulário, a mesma também já faz uso de substantivos, verbos, adjetivos e alguns advérbios.

4) Considerando a idade de Viviane, entre as habilidades pragmáticas/dialógicas citadas abaixo, espera-se que

apresente a seguinte:

a) dialogar sobre fatos presentes e ausentes

b) mais responder do que tomar a iniciativa da interação c) iniciar e manter conversação por turnos mais prolongados d) regular a linguagem de acordo com o interlocutor e o contexto

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5) Durante o processo de avaliação da linguagem, Viviane brincou com algumas miniaturas. No decorrer

dessa atividade, pegou uma peça de bloco de construção retangular e utilizou como se fosse a cama que faltava no cenário da brincadeira, para o seu boneco deitar. O modo de brincar realizado por Viviane, caracteriza a fase de:

a) uso de símbolos b) imitação diferida

c) manuseio convencional dos objetos d) consolidação da nomeação de objetos

6) Cristiano tem 10 anos e, segundo sua mãe, vem apresentando trocas na escrita. Na avaliação

fonoaudiológica, foram identificadas as seguintes alterações ortográficas: queixo > quexo; limparam > limparo e churrasco > xuraco; serviço > cevico. As alterações encontradas nessa avaliação são classificadas, respectivamente como:

a) generalização / acréscimo de letras

b) confusão entre “am x ão” / inversão de letras c) omissão de letras / confusão entre letras parecidas

d) apoio na oralidade / erros por representaçōes múltiplas

O caso a seguir é base para as questões 7 e 8.

Paula tem 12 anos e vem apresentando baixo rendimento escolar. Na avaliação fonoaudiológica foram identificados os seguintes achados: memória de trabalho ruim e dificuldade para lidar com várias informações ao mesmo tempo; lentidão da velocidade de trabalho; dificuldade para perceber velocidade, temperatura e tempo; além de dificuldade para processar auditivamente, entender e escrever números.

7) Tais achados sugerem o quadro de:

a) disfunção intelectual

b) dificuldade de aprendizagem

c) transtorno de habilidades matemáticas d) distúrbio da coordenação motora fina

8) Após determinação do diagnóstico formal das alterações apresentadas por Paula, a fonoaudióloga sugeriu

a realização de algumas acomodaçōes pedagógicas, em sala de aula, tais como:

a) manter o mesmo tempo dos demais alunos para execução das atividades

b) ter um “tutor” ou “tradutor” para acompanhar a aluna individualmente na escola e fora dela c) restringir o uso de calculadora e consultas a fórmulas para não subutilizar a memória de trabalho

d) estimular a aluna a ensinar as crianças de séries mais avançadas para desenvolver a autoestima e autoconfiança

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O caso a seguir serve de base para as questões 9 e 10.

Felipe, 2 anos, vem apresentando dificuldades em ganhar peso, pois não aceita alimentação mais sólida. Na avaliação estrutural dos órgãos fonoarticulatórios foram observados: dentes em bom estado de conservação, lábios predominantemente entreabertos, postura de língua baixa e anteriorizada no repouso e hipotonia de bochechas. À avaliação funcional da deglutição com dieta pastosa e líquida foi observado desempenho orofaríngeo adequado. No entanto, com dieta sólida, o mesmo mantém o alimento em cavidade oral, com a boca aberta, não realiza a mastigação, gerando acúmulo de saliva e escape anterior do alimento.

9) Com o objetivo de estimular a mastigação de pedaços maiores de alimentos, devem ser realizadas as

seguintes estratégias terapêuticas:

a) estimulação da mobilidade de lábios, mediante realização de exercícios isométricos de lábios

b) treino de propulsão durante a dinâmica da deglutição, através da sucção da gaze embebida em suco c) mioterapia para a mastigação com trabalho de lateralização do bolo utilizando chiclete envolto em gaze d) trabalho de motilidade faríngea e movimentação de base de língua, através da deglutição com a língua

entre os dentes

10) Considerando a avaliação estrutural de Felipe e a dificuldade na ingestão de alimentos mais sólidos,

deverá ser investigada possível associação com o quadro de: a) respiração oral

b) estenose esofágica c) alteração neurológica d) refluxo gastroesofágico

O caso a seguir serve de base para as questões 11 e 12.

Antônio tem 45 anos, é tabagista de longa data e foi submetido à ressecção parcial de língua, devido à presença de tumor maligno. Permaneceu no pós-operatório em uso de sonda nasogástrica, sendo solicitada avaliação fonoaudiológica quanto à viabilidade de alimentação por via oral. Na avaliação funcional da deglutição na consistência pastosa, o paciente apresentou dificuldade na captação do alimento, na organização e ejeção do bolo alimentar, redução dos movimentos mastigatórios e presença de deglutições múltiplas.

11) Esses achados da avaliação de Antônio indicam comprometimento da seguinte fase da deglutição:

a) antecipatória b) preparatória c) faríngea d) oral

12) Além da adequação de consistência alimentar e da realização de exercícios miofuncionais para melhorar

a mobilidade de língua, é indicada, na reabilitação, a manobra postural de cabeça na seguinte posição: a) para trás

b) abaixada

c) inclinada para o lado comprometido d) virada para o lado não comprometido

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A fala a seguir serve de base para as questões de 13 a 15.

“Com a voz eu tô acostumada, é rouca desde pequena, igual à da minha mãe. A força para falar é que incomoda, dói tudo, aperta o pescoço e o peito e piora nos dias em que eu preciso falar mais na faculdade. Eu queria muito abrir a boca e falar fácil, mas é um sacrifício. Fico esgotada.” (Camila, 24 anos, acadêmica de jornalismo).

13) Considerando a queixa de Camila, o otorrinolaringologista suspeita da presença de alteração estrutural

mínima de pregas vocais, que configura disfonia do tipo: a) orgânica

b) organofuncional c) funcional primária d) funcional secundária

14) Camila foi submetida à videolaringoestroboscopia, que evidenciou presença de sulco bilateral,

confirmando a suspeita clínica de alteração estrutural mínima. Além desse achado, em relação ao fechamento glótico, espera-se encontrar na paciente a presença de fenda do tipo:

a) dupla b) irregular c) fusiforme d) triangular

15) Considerando o quadro clínico e a presença de voz rouco-soprosa, uma das técnicas vocais que deve

ser indicada na fonoterapia de Camila é a técnica de sons: a) nasais

b) plosivos c) vibrantes d) fricativos

O Caso a seguir serve de base para as questões 16 e 17.

Margareth tem 45 anos e foi encaminhada ao ambulatório de fonoaudiologia com queixa de voz fraca, rouca e “cansaço ao falar”. Relata início dos sintomas após cirurgia para retirada da glândula tireoide, há 3 meses. A paciente foi encaminhada para avaliação laringológica, que revelou, através da nasofibroscopia, presença de paralisia de prega vocal unilateral com sensibilidade laríngea preservada.

16) Diante desses achados, é correto afirmar que Margareth apresenta lesão iatrogênica do nervo laríngeo:

a) interno b) inferior c) externo d) superior

17) Na fonoterapia de Margareth, foram prescritos exercícios de empuxo e curva melódica. Esses exercícios

têm por objetivos:

a) favorecer coaptação glótica / fortalecer músculos tensores b) adequar excursão laríngea / encurtar músculos extrínsecos c) melhorar elevação hiolaríngea / alongar músculos intrínsecos d) promover constrição supraglótica / relaxar músculos adutores

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O caso a seguir serve de base para as questões de 18 a 20.

“Estou gaguejando muito”. Francisco, pedreiro aposentado, tem 60 anos e, há 3 anos, começou a apresentar dificuldade para falar e deambular, com piora progressiva dos sintomas. Relata, também, tremor nas mãos e rigidez nos braços e já não consegue manusear com firmeza talheres e instrumentos de trabalho. A ressonância magnética solicitada pelo neurologista revelou imagem sugestiva de lesão, em região de gânglios da base.

18) Diante do quadro clínico e dos achados do exame de Francisco, a hipótese diagnóstica levantada pela

equipe é a doença de: a) Wilson

b) Parkinson c) Huntington d) Guillain Barré

19) Na avaliação fonoaudiológica de Francisco, foi observada presença de voz soprosa, de fraca

intensidade, hipernasal, monótona, velocidade de fala por vezes aumentada, com redução de prosódia e imprecisão articulatória, comprometendo a intelegibilidade de fala. A disartrofonia apresentada por Francisco é do tipo:

a) mista b) atáxica c) espástica d) hipocinética

20) Os familiares de Francisco relatam piora importante das alterações de fala nos últimos meses, com muita

dificuldade para compreendê-lo. Diante desse relato, o fonoaudiólogo que acompanha o paciente decide intensificar os exercícios de bocejo-suspiro, leitura somente de vogais e fala mastigada, com o objetivo de:

a) maximizar a mobilidade e a amplitude de movimento dos órgãos fonoarticulatórios b) melhorar a pressão aérea subglótica e a coordenação pneumofonoarticulatória c) aumentar a adução glótica e o equilíbrio muscular laríngeo

d) adequar a velocidade de fala e a agilidade articulatória

O caso a seguir serve de base para as questões 21 e 22.

José tem 58 anos, trabalha como porteiro e sofreu, há 1 mês, um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico em lobo frontoparietal, decorrente de pico hipertensivo. Evoluiu com dificuldades na fala e deglutição, sendo solicitada avaliação fonoaudiológica pela equipe médica.

21) Na avaliação de fala e linguagem de José observou-se compreensão verbal preservada, discurso não

fluente com presença de frases curtas, anomia, agramatismo, parafasias e dificuldade de repetição. A afasia apresentada pelo paciente é do tipo:

a) mista b) Broca c) Wernicke d) condução

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22) Na avaliação de deglutição realizada na consistência pastosa, foi observada presença de tosse e

engasgo, antes da deglutição. Esse achado da avaliação de José se deve à(ao):

a) diminuição na excursão hiolaríngea, ocasionando falha na abertura de transição faringoesofágica b) déficit no fechamento glótico, acarretando estase de alimento sobre as pregas vocais

c) atraso no disparo do reflexo de deglutição, provocando escape prematuro de alimento d) dificuldade de vedamento labial, levando ao resíduo de alimento em cavidade oral

23) Pedro, 56 anos, foi encaminhado para avaliação audiológica com queixa de que, há duas semanas,

acordou com dificuldade para ouvir na orelha esquerda (OE), zumbido e tontura. Apresenta meatoscopia normal, é hipertenso e não tem história de exposição a ruído. A avaliação audiológica evidenciou perda auditiva neurossensorial moderada a profunda na orelha esquerda; orelha direita (OD) com limiares tonais dentro da normalidade; reflexos acústicos ausentes na OE e presentes na OD; e imitanciometria curva tipo A nas duas orelhas. O diagnóstico audiológico de Pedro é:

a) otosclerose b) presbiacusia c) surdez súbita d) trauma acústico

24) Gabriel, seis meses, foi encaminhado pela pediatra que o acompanha, para avaliação auditiva. A queixa

da mãe dele é de que o filho não se assusta com sons altos, não olha quando é chamado e parou de balbuciar. Após avaliações auditivas, foi diagnosticada neuropatia auditiva. Considerando o diagnóstico do bebê, o resultado esperado para o exame de emissões otoacústicas por transiente (EOAT) e para pesquisa do reflexo cócleo palpebral (RCP) são, respectivamente:

a) EOAT ausente bilateralmente e RCP ausente b) EOAT presente bilateralmente e RCP ausente c) EOAT ausente bilateralmente e RCP presente d) EOAT presente bilateralmente e RCP presente

O caso a seguir serve de base para as questões 25 e 26.

Luana tem cinco meses, nasceu com fissura lábio palatina pós-forame completa, se alimenta com mamadeira desde o nascimento e apresenta otite média serosa. Foi encaminhada para que a fonoaudióloga realize a avaliação e orientação de sua alimentação.

25) Diante do quadro de Luana, a fonoaudióloga que a acompanha sugeriu a seguinte conduta:

a) ampliar o diâmetro do furo do bico b) aumentar o intervalo das mamadas c) utilizar um bico mais rígido na mamadeira

d) posicioná-la o mais ereto possível, durante as mamadas

26) O quadro de otite média serosa apresentado por Luana é decorrente da fissura, que provoca disfunção

tubária e, consequentemente, função prejudicada do músculo: a) masseter

b) bucinador

c) orbicular dos lábios d) tensor do véu palatino

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27) Isabela, 2 anos, foi encaminhada pela escola para avaliação fonoaudiológica, pois não se comunica

oralmente. Durante a avaliação, a criança apresentou compreensão verbal satisfatória, ausência de problemas auditivos, sintaxe primitiva, sem alteração na ordem das palavras, e vocabulário restrito. Além disso, observou-se que a mãe atendia seus desejos a partir de gestos, choro e com movimentos de apontar. Para considerar que Isabela apresenta atraso simples no desenvolvimento da linguagem, é necessária a ocorrência de:

a) simplificações fonológicas iguais a de crianças normais menores b) alteração importante e durável das capacidades linguísticas c) compreensão da linguagem oral gravemente afetada d) características linguísticas desviantes

28) Janaína, 25 anos, foi encaminhada para terapia fonoaudiológica, devido à disfunção da articulação

temporomandibular, após tratamento com bloqueio intermaxilar, por fratura de côndilo. Na avaliação fonoaudiológica, evidenciou-se diminuição da amplitude de abertura máxima, desvio e deglutição compensada. A conduta inicialmente indicada para Janaína é:

a) mobilização mandibular dirigida b) mastigação no mesmo lado da lesão

c) termoterapia para redução de tensão muscular

d) alongamento da musculatura com pressão no local da fratura

29) Érica, fonoaudióloga responsável pela assistência no alojamento conjunto de uma maternidade, recebeu

solicitação de avaliação e intervenção para uma mãe com ingurgitamento mamário e trauma mamilar. Érica deverá avaliar primordialmente:

a) sucção não nutritiva, peso do recém-nascido e posicionamento b) sucção não nutritiva, peso e idade gestacional

c) pega, posicionamento e sucção nutritiva d) idade gestacional, pega e sucção nutritiva

30) Milena tem 20 dias de vida, nasceu a termo, de parto vaginal, apresentou asfixia ao nascimento, sendo

diagnosticada encefalopatia hipóxicoisquêmica. Após estabilidade clínica, foi avaliada pela fonoaudióloga apresentando saliva abundante e sucção fraca, com movimentação restrita de língua. Não foi observada melhora com estimulação oral diária. Na avaliação com leite espessado, a recém-nascida incoordenou sucção-respiração-deglutição e apresentou sinais de aspiração laringotraqueal.

Com base nos achados da avaliação de Milena, a conduta da equipe, na alta hospitalar, será determinar a seguinte via alternativa de alimentação:

a) oral b) enteral c) parenteral d) gastrostomia

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