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MAPA DAS MINERAÇÕES
BRASILEIRAS DIE GRO ̈ßTEN
BERGWERKE BRASILIENS
Centro de Competência de Mineração e Recursos Minerais Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha
Nov/2016
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MAPA DA MINERAÇÃO BRASILEIRA 2016 DIE GRO ̈ßTEN BERGWERKE BRASILIENS
1) INTRODUÇÃO
O Mapa da Mineração Brasileira 2016 foi elaborado para o Centro de Competência de Mineração e Recursos Minerais da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha, como atendimento aos seus objetivos desenvolvidos no Brasil.
A coordenação dos trabalhos foi feita pela Geóloga MSc. Gláucia Cuchierato, diretora da GeoAnsata Projetos e Serviços em Geologia, com execução do Geógrafo Adão Modesto.
A origem das informações é a publicação “200 Maiores Minas Brasileiras” da Revista Minérios & Minerales – Ano XXXIX, número 375, outubro/2015, que se encontra anexa, na íntegra. As substâncias são elencadas em um ranking pela produção anual em toneladas (Run of mine).
Desta publicação foram extraídas algumas substâncias minerais, de consumo predominantemente local, tais como: Agregados para construção (areia e pedra britada), calcita, quartzo, quartzito e granito ornamental, areia industrial e argila).
O resultado de produtos minerais incluídos x número de minas ilustrados no mapa
é apresentado na Tabela 1.
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Tabela 1 – Total de minas brasileiras apresentadas no mapa Kategorie Wichtigstes Produkt Bergwerks
Energierohstoffe Steinkohle 13
Uran 1
Industrieminerale
Agalmatholit 2
Asbest 1
Bentonit 4
Dolomit 1
Feldspat 1
Kalisalz 1
Kalk 43
Kaolin 2
Phosphat 5
Phyllit 1
Talk 1
Metalle
Bauxit 14
Chromit 2
Eisen 26
Gold 12
Kupfer 2
Lithium 1
Mangan 4
Nickel 1
Niob 1
Titan 1
Wolfram 2
Zink 2
Zinn 1
GESAMT 145
As informações que constituíram a base de dados estão ilustradas na Figura 1.
Figura 1 – exemplo do menu das minas, com as informações da base de dados
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As informações do mapa foram organizadas inicialmente em uma base de dados georreferenciada, em diferentes camadas temáticas e armazenadas independentemente, permitindo trabalhar de modo rápido e simples, além da possibilidade de relacionar a informação existente através da posição e forma dos objetos., conforme indicado na legenda. Esta organização está baseada nos princípios e ferramentas de geotecnologias, cujo uso permite realizar análises complexas, ao integrar dados de diversas fontes, com automatização da produção de documentos cartográficos, mapas e diversos produtos outros gráficos.
Após a criação da base de dados, os dados foram convertidos para visualização
no software Google Earth, disponível gratuitamente e oficialmente em Windows
XP e Mac OS X. Este software permite a visualização tridimensional do globo
terrestre, com mosaico de imagens de satélite e imagens aéreas, que facilita a
observação detalhada da mineração e circunvizinhança, construções, paisagens,
infraestrutura e cidades.
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2) COMO INSTALAR O GOOGLE EARTH
O GoogleEarth está disponível para os seguintes sistemas operacionais:
o PC – Windows XP, Windows Vista oder Windows 7 o Mac – Mac OS X 10.6.0 oder höher
o Linux – LSB 4.0-Bibliotheken (Linux Standard Base)
a) Digitar em seu navegador o endereço: https://www.google.de/intl/de/earth/ e clique em “Baixar Google Earth”.
b) Aceitar os termos de serviço, clicando em: “Concordar e fazer download”
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c) Aguardar o download começar ou clicar no campo indicado
d) Clicar duas vezes sobre o arquivo baixado na área de transferência, para instalação do aplicativo.
e) Pronto! O Google Earth está instalado no seu computador.
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3) COMO UTILIZAR O MAPA
a) Após instalar o Google Earth em seu computador, dar duplo clique sobre o arquivo Die gro ̈ßten Bergwerke Brasiliens.kmz
b) O GoogleEarth abre com o globo terrestre à direita e uma série de menus à esquerda. Sugere-se desabilitar os menus indicados pela seta e fechar os menus indicados com o círculo, pois não serão usados.
OBS: O Arquivo KMZ contém duas bases de dados – uma em português/inglês e
outra em alemão – a que está habilitada por default. Caso necessário, alternar a
base utilizada, mas não ao mesmo tempo, pois duplicará as informações e
sobreporá as legendas.
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c) O menu à esquerda tem quatro submenus – o primeiro refere-se à Legenda.
Quando está habilitada, pode-se verificar as simbologias adotadas, indicadas pelo círculo.
d) os demais menus apresentam as categorias de produtos minerais:
Energierohstoffe, Industrieminerale, Metalle. Clique na caixa para habilitar ou
desabilitar o que quiser deixar visível. Clique em qualquer uma das
substâncias/empresas para que o mapa vá até a mineração indicada.
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e) Clique em qualquer uma das substâncias/empresas para que o mapa vá até a mineração indicada. Abre-se uma tabela com as informações individualizadas de cada item.
OBS: com o botão direito do mouse é possível aumentar ou reduzir o zoom do mapa.
f) Após navegar, clique no menu de navegação a opção Google Earth e clique
na opção “Sair do Google Earth”.
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f) O aplicativo pergunta se quer sair salvando na pasta “Meus Lugares”.
Pressionar a opção “Salvar”.
OBS: Sempre que quiser retornar ao aplicativo, abrir o programa pelo menu Google Earth. Se, por acaso, abrir pelo arquivo inicial KMZ, a base de dados se duplicará.
Quaisquer dúvidas podem ser enviadas para Alessandro Colucci, que serão transmitidas
para a GeoAnsata, para solução.
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Dedicada à Redução de Custos, Aumento de Produtividade e Manutenção Industrial na Mina e na Planta Dedicated to Cost Reduction, Productivity, Industrial Maintenance at the Mine and Plant
Ano XXXIX - Nº 375 - Outubro 2015 - R$ 30,00THE 200 LARGEST MINES IN BRAZIL
Investimentos em expansão / Produção ROM 2014 / Produtividade / Equipes gerenciais / Segurança
Investiment for expansion / Production ROM 2014 / Productivity / Management teams / Safety
Outubro 2015 | 3 www.revistaminerios.com.br
04. Editorial
Os minerais e a revolução da Ciência
06. Índice das 200 Maiores Minas Brasileiras/
Index 200 Largest Mines in Brazil
12. Exclusivo
200 Maiores Minas Brasileiras 16. Ranking por Substância - Produção Anual em Toneladas (ROM) - Ano Base 2014
24. Ranking Geral por Produção Anual em Toneladas (ROM) - Ano Base 2014
34. Segurança - Número total acumulado de homens-horas trabalhadas sem acidentes com afastamento - Ano Base 2014 36. Investimento em Programas de Segurança - Ano Base 2014 38. Investimento em Exploração Geológica - Ano Base 2014 38. Investimento em Preservação Ambiental - Ano Base 2014
40. Investimento em
Manutenção da frota móvel - Ano Base 2014
40. Investimento em Manutenção de Planta de Processo – Ano Base 2014 42. Investimento em T.I. – Ano Base 2014
42. Total gasto na aquisição de sistemas e equipamentos de mina – Ano Base 2014
42. Total gasto na aquisição de sistemas e equipamentos de planta – Ano Base 2014
10. Coluna do Mendo
Mineração, infraestrutura e o Brasil de hoje
104. Cimento
Indústria investe de olho no horizonte
106. Índice de anunciantes
Crédito da capa: imagem gerada pelo software Leapfrog Geo 3.0.
Exclusive
200 Largest Mines in Brazil 16. 200 Largest Mines in Brazil by Mineral Produced - Production ROM t/year (2014) 24. 200 Largest Mines in Brazil / General Rank by Production ROM t/year (2014)
34. Safety –Accumulated total number of men-hours worked without accidents withleave (2014)
36. Annual Investment in Safety Programs (2014)
38. Annual Investment in Geological Exploration (2014) 38. Annual Investment in Enviromental Programs (2014) 40. Annual Investment in Mobile Fleet Maintenance (2014)
40. Annual Investment in Process Plant Maintenance (2014)
42. Annual Investment in I.T.
(2014)
42. Total amount spent on acquisition of mining equipments (2014)
42. Total amount spent on acquisition of equipments and systems for plants (2014)
ANO XXXIX - Nº 375 - Outubro 2015
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órgãos governamentais e companhias de engenharía e tecnologia mineral
Tiragem - 16 mil exemplares
Siga-nos no Twitter: @RevistaMinerios Total Circulation - 16,000 copies
Resiliência frente às crises global e doméstica Resilience to face global and domestic crises
32. Total de investimentos realizados em 2014
32. Total investment - By 200 Largest Mines in Brazil (2014)
44. Perfil das 200 Maiores Minas Brasileiras 44. Profile 200 Largest Mines in Brazil
Sumár io
4 | Outubro 2015
Foto: Biblioteca Digital de Cambridge
Fragmento de um dos cadernos de Newton
Isaac Newton demonstrou com um prisma de cristal que a luz branca é composta por uma mistura de diferentes raios coloridos
Foto: Hi-Desert Nature Museum
M uito já se escreveu sobre o movimento que fez a civilização alcançar um avanço significativo em conhecimento, numa determinada época, que por sua vez, lançou as fundações da tecnologia atual. Um livro instigante recente de David Wootton abre nova perspectiva sobre a revolução científica que ocorreu em meados sécu- lo 20, afirmando literalmente que a ciência moderna foi “inventada” entre 1572 e 1704 por um nobre dinamarquês, Tycho Brahe, que identificou uma estrela nova na constelação de Cassiopeia, brilhando bem acima da órbita da Lua, contrariando a crença generalizada da época. Ao iniciar um programa penoso — pelos recursos disponíveis na época — para monitorar as estrelas no seu observatório construído no palácio de Uraniborg, a astrono- mia tornou-se a primeira ciência.
As fases de Venus, reveladas por Galileu, foi o fato subseqüente mais notório, porque provou que um planeta orbitava o sol e não a Terra. Quase foi para a fogueira da Inquisi- ção por conta dessa descoberta — que teve até que renegar. Blaise Pascal, um matemáti- co francês, mostrou que a altura do mercúrio num barômetro refletia o peso da atmosfera, e não a ocorrência do vácuo, conforme queria Aristóteles.
Isaac Newton demonstrou com um prisma de cristal que a luz branca na verdade é com- posta por uma mistura de diferentes raios coloridos. Quando publicou esta descoberta — vista como um marco fundamental da Ciência — e suas consequências daí decorrentes no livro Opticks, em 1704, o conceito da natureza mudou radicalmente — e para sempre.
O telescópio que Galileu inventou era chamado por ele de perspicillum. Tinha 1.237 mm e era construído por dois tubos semicilindricos presos com fios de cobre e revestidos de papel. A objetiva era uma lente biconvexa de 51 mm e a outra lente era plano-convexa de 16 mm; aumentava 14 vezes e tinha um campo de visão suficiente para metade do diâme- tro da lua cheia. Era rudimentar mas suficiente para que Galileu afirmasse que a superfície da lua era rugosa e acidentada, observação essa que ele reproduziu em desenhos.
Newton decompôs a luz branca em raios coloridos com um prisma de cristal. Galileu construiu seu perspicillum com lentes de vidro, produzido por meio de fusão de areias de quartzo. Sem exagero, podemos afirmar que os minerais estavam presentes nesta época histórica quando experimentos foram feitos que deram origem a conhecimentos, cujo conjunto passaria a ser designado como Ciência.
A indústria da mineração deve se orgulhar da sua participação nos primórdios da histó- ria da Ciência, bem como da sua contribuição na melhoria da qualidade de vida ao longo da trajetória do homem através dos tempos. Mas ela precisa manter um diálogo perma- nente com a opinião pública — porque ninguém na verdade deseja ter essa atividade “no seu quintal”.
Produtores de vidro no início do século XX
Foto: WEB
Galileu construiu seu telescópico com lentes de vidro, produzido por meio de fusão de areias de quartzo
Foto: WEB
Foto: Web
Um dos desenhos de Galileu que o ajudou a afirmar que a Terra girava em torno do Sol
Os minerais e a
revolução da Ciência
Edit or ial
ÍNDICE
6 | Outubro 2015
200 MAIORES MINAS BRASILEIRAS - ÍNDICE ALFABÉTICO PELO NOME E Nº DA PG.
200 Largest Mines in Brazil-Alphabetic listing by name and page
NOME DA MINA PRODUTO PRINCIPAL PÁG.
201 Bentonita 54
Aguaçu Calcário 57
Alegria Ferro 73
Alegria (Complexo Mariana) Ferro 75
Alto do Selado Bauxita 53
Amando Simões Carvão Mineral 68
Amargoso Calcário 65
Analândia Areia 45
Andrade Ferro 76
Angico dos Dias Fosfato 78
Araguaia Calcário 64
Aratu Pedra Britada (Granito) 97
Arcos Calcário 57
Ativa Calcário 61
Avohai Calcário 66
Azul Manganês 81
Baltar Calcário 59
Barra do Sul Areia 46
Barreiro das Frutas Pedra Britada (Basalto) 94
Barro Alto Níquel 81
Bela Cruz Bauxita 48
Boa Vista Nióbio 81
Boa Vista Calcário 62
Bom Jardim Bauxita 52
Brasitália Pedra Britada (Granito) 90
Brejuí Scheelita 101
Bugre Calcário 55
Cachoeira Lítio 80
Cachoeira Urânio 102
Cajamar Pedra Britada (Calcário) 94
Calcário Cruzeiro Calcário 63
Campo Alegre Pedra Britada (Gnaisse) 100
Campo do Meio Bauxita 50
Cana Brava Amianto Crisotila 44
Candeias Argila 48
Candiota Calcário 64
Candiota Carvão Mineral 66
Cantão Norte Carvão Mineral 68
Capão Xavier Ferro 73
Capitão do Mato Ferro 74
Caraíba Cobre 71
Casa de Pedra Calcário 64
Casa de Pedra Ferro 74
Catalão Fosfato 78
Cavas A, B e C Quartzito 100
Central Ferro 77
Chácara Maria Cristina Areia 46
Chapada Cobre 70
Civil Pedreira Pedra Britada (Granulito) 96
Coitezeiro Cromita 72
Corgão Calcário 62
Córrego do Meio I Bauxita 54
Córrego do Sítio Ouro 87
Corumbá Ferro 75
Cruz de Malta Carvão Mineral 67
Cuiabá Ouro 85
Curumim I Areia 46
Curumim II Areia 46
Descalvado Areia 46
Ebam - Unidade Bragança Paulista Pedra Britada (Granito) 96
Ebam - Unidade Britasul Pedra Britada (Gnaisse) 95
Ebam - Unidade do Cocalzinho Areia 46
Ebam - Unidade Manaus Pedra Britada (Granito) 98
Ebam - Unidade Nova Petrópolis Areia 47
Ebam - Unidade Porto Feliz PedraBritada (Basalto) 96 Ebam - Unidade Seropédica Pedra Britada (Gnaisse) 99
Emasa Pedra Britada (Granito) 100
Fábrica Nova (Complexo Mariana) Ferro 74
Fazenda Baixa Grande Calcário 66
Fazenda Brasileiro Ouro 86
Fazenda Casa de Pedra Gipsita 79
Fazenda Chapadão Fosfato 78
Fazenda das Pedras Agalmatolito 44
Fazenda do Quebra Areia 46
Fazenda Prata Calcário 64
Fazendão (Complexo Mariana) Ferro 74
Fercal Calcário 58
Fontanella Carvão Mineral 66
Frente F Carvão Mineral 68
Gabriella Mineração Carvão Mineral 68
Guaju Ilmenita 80
Holcim Magé Pedra Britada (Granito) 93
Holcim Mairiporã Pedra Britada (Granito) 93
Holcim Sorocaba Pedra Britada (Granito) 95
Ibaré Calcário 65
Imerys PPSA Caulim 70
Induá Areia 47
Ipueira Cromita 71
ITA 4 Areia 47
Itabira Ferro 72
Itagraúna Granito Ornamental 80
Itaóca Calcita 66
Itaretama Calcário 60
Itaú Argila 48
Jacobina Ouro 84
Jacuí Areia 44
Jaguaruna Areia Industrial 47
João Sonego Carvão Mineral 66
Juliano Calcário 60
Juncal Calcário 65
Juruti Bauxita 49
Lafarge Barueri Pedra Britada (Granito) 93
Lafarge Cajamar Calcário 63
Lafarge Inhaúma Pedra Britada (Granito) 92
Lafarge São Gonçalo Pedra Britada (Granito) 100
Lagamar Fosfato 78
Laginha Calcário 61
Lamego Ouro 88
Lapa Vermelha Calcário 59
Lauro Muller Carvão 68
NOME DA MINA PRODUTO PRINCIPAL PÁG.
Outubro 2015 | 7 www.revistaminerios.com.br
Lavrinhas Calcário 63
Leão Carvão Mineral 68
Malvinas/Cobraulica Pedra Britada (Ortognaisse) 94
Miguel Burnier Ferro 76
Mina 101 Carvão Mineral 68
Mina do Rio Calcário 56
Mina do Sapo Ferro 76
Mina Velha Agalmatolito 44
Minas Centrais Ferro 73
Minas Itabirito Ferro 73
Mineração Darcy Areia Industrial 47
Mineração Elias Areia 46
Mineração Guia Pedra Britada (Calcário) 93
Mineração Itapecerica PedraBritada (Granito) 91
Mineração Jambeiro Pedra Britada (Gnaisse) 92
Mineração Juá Bentonita 54
Mineração Morro do Sino Pedra Britada (Gnaisse) 100
Mineração Santiago Pedra Britada (Gnaisse) 98
Mineração São Bento Pedra Britada (Gnaisse) 98
Minerpav Pedra Britada (Diabásio) 94
Miraí Bauxita 50
Miramar Calcário 59
Monte Branco Bauxita 49
Morro Agudo Zinco 103
Morro da Mina Manganês 81
Morro do Ouro Ouro 82
Mossunguê Argila 48
Nova Prata Pedra Britada (Granito) 96
Ocre Calcário 66
Oeste Ferro 75
Olho D´água Pedra Britada (Dolomita) 100
Olho D´água dos Coqueiros Talco 101
Onça Calcário 64
Ouro Branco Calcário 54
Paragominas Bauxita 49
Paraopeba Ferro 73
Pau Branco Ferro 75
Pedra do Sino Calcário 57
Pedreira A. Pelúcio Quartzito 100
Pedreira Barueri Pedra Britada (Granito) 93
Pedreira Beira Rio Pedra Britada (Basalto) 96
Pedreira Embu Pedra Britada (Granito) 90
Pedreira Itapeti Pedra Britada (Granito) 89
Pedreira Juruaçu PedraBritada (Granito) 90
Pedreira Lageado Pedra Britada (Gnaisse) 95
Pedreira São João Pedra Britada (Gnaisse) 98
Pedreira São Luis Pedra Britada (Granito) 94
Pedreira Sargon Pedra Britada (Granito) 91
Pedreira Triângulo Pedra Britada (Basalto) 100
Pedrinco Pedra Britada (Gnaisse) 98
Pico Ferro 74
Pilar Ouro 88
Pirineus Calcário 64
Placa Calcário 60
Planalto Poços de Caldas Bauxita 52
Ponte Alta Calcário 56
Posse Ferro 77
Poty Argila 48
Preto São Benedito Granito Ornamental 80
Projeto Barro Alto Bauxita 54
Projeto Primavera Bentonita 54
Recreio B3 Carvão Mineral 66
Rio Bonito Calcário 58
Rio Branco Pedra Britada (Gnaisse) 99
Rio Capim Caulim Caulim 70
Roça Grande Ouro 89
Rocha Sã Cassiterita 69
Saivá Calcário 55
Salobra Calcário 62
Salto Calcário 60
Santa Bárbara Cassiterita 70
Santa Fé Bentonita 54
Santa Izabel Pedra Britada (Granito) 92
Santiago & Cia Pedra britada (gnaisse) 100
São Francisco Ouro 83
São Jorge Gipsita 78
Saracá Bauxita 51
Sarpav Pedra Britada (Granito) 90
Saudade Calcário 62
Serra Azul Ferro 76
Serra da Tumba Quartzo 101
Serra de Buritirama Manganês 81
Serra Grande Ouro 84
Serra Leste Ferro 77
Serra Norte Ferro 72
Sítio Santo Antônio Bauxita 52
Taboca Calcário 56
Tamanduá Bauxita 52
Tapira Fosfato 78
Taquari-Vassouras Potássio 100
Terradraga Guaçu Areia 46
TSPM Pedra Britada (Granito) 92
Tucano Ouro 82
Turmalina Ouro 88
Unidade Mineira II Carvão Mineral 68
Urucum Manganês 81
Usina Rica Calcário 58
Valo Rodoviário Feldspato 72
Vargem Grande Ferro 74
Várzea do Lopes Ferro 76
Vazante Zinco 103
Vertente Dolomita 72
Vetorial Ferro 77
Vila Olímpia Filito 77
Vira Saia Calcário 62
Votorantim Campo Grande Pedra Britada (Basalto) 94
WD Calcário 64
Zuza Calcário 60
200 MAIORES MINAS BRASILEIRAS - ÍNDICE ALFABÉTICO PELO NOME E Nº DA PG.
200 Largest Mines in Brazil-Alphabetic listing by name and page
NOME DA MINA PRODUTO PRINCIPAL PÁG. NOME DA MINA PRODUTO PRINCIPAL PÁG.
Coluna do Mendo
10 | Outubro 2015
José Mendo Mizael de Souza*
*Engenheiro de Minas e Metalurgista, EEUFMG, 1961. Ex-Aluno Honorário da Escola de Minas de Ouro Preto.
Presidente da J.Mendo Consultoria Ltda. Fundador e Presidente do Ceamin - Centro de Estudos Avançados em Mineração. Vice-Presidente da ACMinas - Associação Comercial e Empresarial de Minas e Presidente do Conselho Empresarial de Mineração e Siderurgia da Entidade. Coordenador, como Diretor do BDMG, em 1976, da fundação do Instituto Brasileiro de Mineração - bram. Como representante do Ibram, um dos 3 fundadores da Adimb - Agência para o Desenvolvimento Tecnológico da Indústria Mineral Brasileira. Ex-Conselheiro do Cetem - Centro de Tecnologia Mineral do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
Mineração,
infraestrutura
e o Brasil de hoje
I ncrível o nosso Brasil: País com inúmeras e extraordinárias oportunidades - como, por exemplo, na Infraestrutura -, não temos, entretanto, conseguido concretizá-las, embora bem conhecidas, ao tempo em que penamos em um cenário negativo que, segundo a conceituada Revista EXA- ME, na questão do Emprego, por exemplo, “7 demissões por minuto é a velocidade do desemprego no Brasil”, ou seja, e também segundo a mesma fonte, “Entre 2015 e 2016, 2 milhões de pessoas vão engrossar as estatísticas dos sem trabalho, um recorde na história do nosso país”.
Paradoxalmente, entretanto, enquanto vislumbramos este terrível cenário, são bem conhecidas no Brasil, somente no que respeita à infraestrutura, obras absolutamente necessárias à melhoria indis- pensável de nossas produtividade e competitividade, as quais totalizam investimentos de dezenas de bilhões de dólares americanos - e nos são essenciais! -, que, uma vez concretizadas, combateriam fortemente o trágico desemprego acima estimado.
É ainda a Exame quem destaca que «os investimentos em infraestrutura no (nosso) país saíram de uma média de 2,16% do PIB, nos anos 2000, para 2,36%, de 2011 para cá - ainda muito longe dos 5% sugeridos pelos especialistas como o mínimo para o país se recuperar do atraso na área. E, quando se tem a sorte de conseguir dotação no orçamento, surgem outros problemas”.
Para contribuir e tentar desatar este nó, Exame divulga “Estudo da consultoria KPMG, com mais de 100 empresas públicas e privadas pelo mundo, (o qual) apontou que 53% delas tiveram problemas de atraso ou sofreram revisão de orçamento”
“Qual a saída?”, pergunta a própria Exame, a qual, com base, segundo ela, “em uma dezena de especialistas, sobre o que é preciso fazer para tirar importantes obras do papel”, assim responde:
Assegurar o fluxo de recursos;
Melhorar os projetos;
Reduzir a burocracia;
Aperfeiçoar a Governança;
Repensar o arcabouço institucional.
Mas há luz no fim do túnel (e, felizmente, não é a da locomotiva que vem em sentido contrário):
“A sociedade está se mexendo. A tendência é que o aprimoramento das regras seja estendido para estatais de um número cada vez maior de setores”, diz Joisa Campanher Dutra, Diretora do Centro de Estudos em Regulação e Infraestrutura da Fundação Getúlio Vargas, conforme publica a Exame, que ainda destaca sua visão, com a qual concordo plenamente, de que “Atrair o setor privado é, sem dúvida, o melhor caminho para evitar que falte dinheiro para infraestrutura” - como diz Wagner Cardoso, Gerente Executivo de Infraestrutura da Confederação Nacional da Indústria, “O estímulo às concessões dos últimos anos foi um avanço. Colocando bons ativos na roda, a demanda aparece”.
E nós da Mineração, o que deveremos fazer? A meu ver, agirmos, com todo empenho, em nossas
Entidades representativas e, também, juntamente com os nossos stakeholders, estarmos permanen-
temente em contato com as respectivas autoridades e tomadores de decisão a respeito, tudo com
vistas à, com transparência, ética e objetividade, continuarmos a participar da construção de um
Brasil cada vez melhor, para os nossos filhos e netos.
O recuo na expansão da economia da China — hoje calculada em 7% ao ano em termos do PIB — em- bora ainda uma cifra assombrosa perante os índices medíocres dos países industrializados, continua deprimindo
Resiliência frente às crises global e doméstica
A 11ª edição de 200 Maiores Minas Brasileiras retrata a robustez da indústria frente à crise global de preços dos commodities minerais e a estagnação da demanda doméstica
os preços dos minerais e metais no mercado global. No front doméstico, a retração da economia brasileira fez estagnar a demanda dos insumos minerais pela indústria e pela ativida- de de construção.
Foto: ABB Foto: M Perez
Embarque de bauxita da MRN em Porto Trombetas, no Pará Planta de beneficiamento de minério de ferro da mina Oeste, localizada em Itatiaiuçu (MG)
Foto: MRNl
EX CLUSIV O
12 | Outubro 2015
Números consolidados de investimento - 200 Maiores Minas Brasileiras (2014)
Consolidated investiment in 2014 - 200 Largest Mines in Brazil Número de minas
Number of mines Valor Value
Investimento Total/ Total Investiment 70 R$ 2.440.281.074,54
Exploração Geológica/ Geological Exploration 33 R$ 118.286.013,28
Preservação Ambiental/ Environment programs 51 R$ 197.256.603,55
Programas de Segurança/ Safety 50 R$ 54.652.725,34
TI/ Information Technology 31 R$ 81.583.415,44
Manutenção da frota móvel/ Mining equipment maintenance 56 R$ 668.066.737,04 Manutenção da planta de processo/ Industrial plant maintenance 55 R$ 413.425.647,27 Aquisição de equipamentos - mina/ Mining equipment purchase 50 R$ 622.673.309,98 Aquisição de equipamentos - planta/ Plant equipment purchase 28 R$ 181.323.066,56
A edição das 200 Maiores Minas Brasileiras em 2015 traça um perfil representativo da mineração nacional em 35 subs- tâncias diferentes, com informações essenciais para servir como fonte de pesquisa e consulta. Nela foram reunidas in- formações exclusivas como índices de produtividade e segu- rança, números de investimentos realizados em 2014, dados sobre aplicação dos recursos e quem compõe a equipe ge- rencial responsável pela operação. Na publicação, as minas foram agrupadas no Ranking Geral, de acordo com a produ-
ção Run Of Mine (ROM) de 2014 em toneladas, e em seguida, agrupadas por substâncias, adotando o mesmo critério.
Nas fichas técnicas, as minas também foram classificadas por substância mineral e produção ROM. O leitor encontra in- formações sobre reservas, extração, beneficiamento, investi- mentos realizados, manutenção industrial e tecnologia da in- formação, além de certificações e os nomes dos profissionais que compõem as equipes técnicas e gerenciais. Quando as minas fazem parte de complexos, as informações completas Classificação das 200 Maiores Minas por ROM (t/ano)
200 Largest Mines’ class according to ROM (tons/year) Porte
das minas
Mines’ size
Classes
Class
Maior que
ROM over
Menor ou igual a
ROM lower or equal to
Total de minas no ranking (base 2014)
Number of mines at the rank (basis 2014)
Grandes
Large
G2 3.000.000 -- 43
G1 1.000.000 3.000.000 58
Médias
Medium
M4 500.000 1.000.000 43
M3 300.000 500.000 18
M2 150.000 300.000 23
M1 100.000 150.000 7
Pequenas
Small
P3 50.000 100.000 12
P2 20.000 50.000 10
P1 10.000 20.000 1
Abaixo de 10.000 t/ano
Fewer than 10,000 t/year
-- -- -- 3
Total de minas
Total number
-- -- -- 218
Estado
State Quant.
Number
Amapá 1
Amazonas 2
Bahia 11
Ceará 2
Distrito Federal 1 Espírito Santo 5
Goiás 12
Maranhão 2
Mato Grosso 4
Mato Grosso do
Sul 5
Minas Gerais 64
Pará 11
Paraíba 5
Paraná 7
Pernambuco 4
Rio de Janeiro 8 Rio Grande do
Norte 1
Rio Grande do Sul 8
Rondônia 2
Santa Catarina 15
São Paulo 43
Sergipe 2
Tocantins 3
TOTAL 218
Estado
State Quant.
Number
Distribuição das 200 Maiores Minas por Estado
200 Largest Mines distribution per State in Brazil
Outubro 2015 | 13
www.revistaminerios.com.br
constam na ficha da mina que possui a maior produção ROM e as demais figuram em fichas compactas. Outras minas que não fazem parte de complexos também aparecem de forma sucinta por opção das próprias empresas. Eventualmente, al- guns dados foram resumidos nas fichas técnicas, por questão de espaço. Informações enviadas fora do padrão previamente acordado não constam nos rankings, porém podem ser con- sultadas nas fichas técnicas.
Este ano, a edição superou 200 minas. No entanto, algumas minas tradicionais optaram por não participar da edição, de- cisão que a revista respeita, porém lamenta o fato de terem deixado de contribuir para a criação de um importante banco de dados sobre o setor, que é fonte de consultas o ano todo.
Os dados relativos aos investimentos e os resultados dos programas de gestão ambiental, quando informados pelas minas, serão publicados ao longo das edições de 2016 da revista Minérios & Minerales. As informações sobre redu- ção de custos que recebemos serão analisadas para possível inclusão no temário técnico do VIII Workshop Redução de Custos na Mina e na Planta, que será realizado em maio de 2016, em Belo Horizonte (MG). Todas as informações coleta- das (textos e imagens) ficam registradas no acervo técnico da revista e poderão ser utilizadas em edições futuras. Agradece- mos em especial às equipes técnicas e gerenciais das minas que participam dessa edição – pelo tempo que dedicaram ao preenchimento dos questionários e na coleta de informações.
Resilience to face global and domestic crises
The 11th edition of 200 Largest Mines in Brazil shows the robustness of the local mining industry in managing the global crisis at the mineral commodities market, together with the stagnation of the domestic demand
T he slower expansion of China’s economy - now estimated at 7% per year in terms of GDP (Gross Domestic Product) - although still a staggering figure compared to poor rates of the industrialized countries, it continues to depress the prices of minerals and metals in the global market. On the domestic side, the downturn of the Brazilian economy did reduced the demand of raw material by the industry and construction sectors.
The new edition of 200 Largest Mines in Brazil draws a update picture of the mining industry in 35 different minerals, with essential information to serve as a source of research and consultation. This issue gathered unique information such as productivity and safety rates, investment total performed in 2014 and who make up the management team responsible for the operation. In this publication, the mines were grouped in the Ge- neral Ranking, according to Production Run Of Mine (ROM) in 2014 in tonnes and also grouped by mineral, adopting the same criteria.
In the data sheets of the mines, it were also sorted by ROM produc- tion in 2014 and the mineral produced. The reader will find informa- tion on reserves, mining operation, processing, plant, investment, funds dedicated to industrial maintenance and information techno-
logy, as well certifications and the names of the professionals that make up the technical and management team. When mines are part of a complex, the detailed information is placed in the mine that has the highest ROM production. Other mines that are not part of a com- plex also appear as summary by decision of the companies itself.
Eventually, some data were summarized due to lack of space.
This year’s edition exceeded slightly 200 mines. However, some traditional mines decided not to publish its information. The infor- mation about investment and outcome of environmental manage- ment programs, when informed by the companies, will be published throughout 2016 editions of Minérios & Minerales. Information of cost reduction that we received will be considered for possible presentation at the agenda of VIII Workshop of Cost Reduction in the Mine and Plant, which will be held in May 2016 in Belo Horizonte, Minas Gerais State (Brazil). All information collected (text and ima- ges) are recorded in the database of the magazine and may be used in future editions. We strongly appreciate and thank the management of the 200 mines and so involved at the exclusive research carried out by magazine Minérios & Minerales.
Foto: INB
Pilhas de lixiviação da mina Cachoeira em Caetité (BA)
Foto: Vale
Mina Fazendão extraiu mais de 13,2 milhões t de minério de ferro em 2014
EX CLUSIV O
14 | Outubro 2015
RANKING POR SUBSTÂNCIA
16 | Outubro 2015
AGALMATOLITO (Agalmatolite)
Fazenda das Pedras Matheus Leme - MG Mineração Matheus Leme Agalmatolito 51.812,95 P3
Mina Velha Pará de Minas - MG Lamil Lage e Minérios Agalmatolito 84.210,00 P3
AMIANTO CRISOTILA (Asbestos)
Cana Brava Minaçu - GO Sama - Minerações Associadas Amianto Crisotila 5.620.971,33 22.206.978,53 311.227,90 G2
AREIA (Sand)
Jacuí Charqueadas - RS Somar - Sociedade Mineradora Areia 3.851.967,00 3.851.967,00 G2
Analândia Analândia - SP Mineração Jundu Areia 1.767.000,00 1.778.000,00 1.409.000 G1
Descalvado Descalvado - SP Mineração Jundu Areia 1.765.000,00 1.772.000,00 1.407.000 G1
Curumim II Anhembi - SP Mineradora Curumim II Areia 614.000,00 M4
Curumim I Rafard - SP Mineradora Curumim Areia 484.000,00 M3
Ebam - Unidade do Cocalzinho Corumbá de Goiás - GO Quartiziti Mineração Areia 220.000,00 M2
ITA 4 Mogi das Cruzes - SP Itaquareia Areia 208.294,80 M2
Fazenda do Quebra Betim - MG Brasmic Areia 198.993,30 M2
Barra do Sul Balneário Barra do Sul - SC Mineração Jundu Areia 155.000,00 155.000,00 124.000,00 M2
Chácara Maria Cristina Itaí - SP Nova América Mineração Areia 132.157,65 M1
Mineração Elias São Sima - SP Empresa de Mineração Elias João Jorge Areia 131.296,61 M1
Terradraga Guaçu Mogi Guaçu - SP Terradraga Extração e Comércio Areia 92.800,00 P3
Ebam - Unidade Nova Petrópolis Nova Petrópolis - RS Mineração Nova Petrópolis Areia 75.000,00 P3
Induá Indaiatuba - SP Benjamin Campo do Amaral Areia 7.000,00 P1
AREIA INDUSTRIAL (Industrial Sand)
Jaguaruna Jaguaruna - SC Sibelco 290.000,00 M2
Mineração Darcy São Simão - SP Mineração Darcy R. O. e Silva 264.000,00 M2
ARGILA (Clay)
Poty Paulista - PE Votorantim Cimentos Argila 377.640,00 405.855,00 M3
Mossunguê Rio Branco do Sul - PR Votorantim Cimentos Argila 257.000,00 270.000,00 257.000,00 M2
Itaú Itaperuçu - PR Votorantim Cimentos Argila 238.000,00 250.000,00 238.000,00 M2
Candeias Candeias do Jameri - RO Votorantim Cimentos Argila 181.477,00 M2
BAUXITA (Bauxite)
Bela Cruz Oriximiná - PA Mineração Rio do Norte Bauxita 15.140.000,00 33.730.000,00 G2
Paragominas Paragominas - PA Mineração Paragominas Bauxita 14.546.607,00 G2
Monte Branco Oriximiná - PA Mineração Rio do Norte Bauxita 8.130.000,00 20.720.000,00 G2
Juruti Juruti - PA Alcoa World Alumina Brasil Bauxita 6.467.759,00 20.709.513,00 +
12.760,171 m3
(estéril) 4.700.000,00 G2
Miraí Miraí - MG Companhia Brasileira de Alumínio
(Votorantim Metais) Bauxita 1.586.497,00 1.583.659,00 G1
Campo do Meio Poços de Caldas - MG Mineração Caldense Bauxita 1.025.000,00 G1
Saracá Oriximiná - PA Mineração Rio do Norte Bauxita 1.000.000,00 2.690.000,00 G1
Projeto Barro Alto Barro Alto - GO Mineradora Santo Expedito Bauxita 600.000,00 M4
Planalto Poços de Caldas Poços de Caldas - MG CBA - Votorantim Metais Bauxita 554.601,08 551.741,00 551.741,00 M4
Bom Jardim Miraí - MG Bauminas Mineração Bauxita 293.668,00 M2
Sítio Santo Antônio Poços de Caldas - MG Companhia Geral de Minas - CGM Bauxita 260.000,00 260.000,00 260.000,00 M2
Tamanduá Poços de Caldas - MG Companhia Geral de Minas - CGM Bauxita 139.000,00 139.000,00 139.000,00 M1
Alto do Selado Poços de Caldas - MG Companhia Geral de Minas - CGM Bauxita 35.000,00 35.000,00 35.000,00 P2
Córrego do Meio I Poços de Caldas - MG Companhia Geral de Minas - CGM Bauxita 32.000,00 32.000,00 32.000,00 P2
BENTONITA (Bentonite)
Mineração Juá Boa Vista - PB Bentonit Bentonita 91.500,00 P3
Projeto Primavera Boa Vista - PB Bentonit Bentonita 82.100,00 P3
201 Boa Vista - PB Bentonit Bentonita 43.000,00 P2
Santa Fé Tremembé - SP Sociedade Extrativa Santa Fé Bentonita 8.598,00
CALCÁRIO (Limestone)
Saivá Rio Branco do Sul - PR Votorantim Cimentos Calcário 5.315.785,00 9.015.971,00 5.315.785,00 G2
Bugre Vidal Ramos - SC Votorantim Cimentos Calcário 4.144.116,28 4.144.116,28 1.698.408,31 G2
Taboca Itaú de Minas - MG Votorantim Cimentos Calcário 4.071.495,71 4.505.414,90 4.071.495,71 G2
Mina do Rio Laranjeiras - SE Votorantim Cimentos Calcário 3.810.997,58 4.509.916,25 3.810.997,58 G2
Ponte Alta Salto de Pirapora - SP Votorantim Cimentos Calcário 3.662.305,00 3.662.305 1.039.203,00 G2
Arcos Arcos - MG Companhia Siderúrgica Nacional - CSN Calcário 3.339.295,00 G2
Pedra do Sino Carandaí - MG Cimento Tupi Calcário 3.200.034,00 G2
Ranking por Substância - Produção Anual em Toneladas (ROM)
200 Largest Mines in Brazil by Mineral Produced - Production ROM t/year 2014
Posição
Position NOME DA MINA
Mine LOCALIZAÇÃO
Location (city & state) MINERADORA
Company
PRODUTO PRINCIPAL Main Ore
ROM (T)/ ANO 2014 Production ROM (t)
2014
MOVIMENTAÇÃO TOTAL 2014 Volume Moved 2014
PRODUTO FINAL (T) 2014 Final Production (t) 2014
CLASSE DE MINA Mine Class
RANKING POR SUBSTÂNCIA
Outubro 2015 | 17 www.revistaminerios.com.br
Aguaçu Cuiabá - MT Votorantim Cimentos Calcário 2.763.395,96 2.763.395,96 1.285.671,86 G1
Fercal Sobradinho - DF Votorantim Cimentos Calcário 2.683.469,86 1.500.000,00 2.683.469,86 G1
Rio Bonito Campo Largo - PR Cia de Cimento Itambé Calcário 2.402.650,00 3.568.607,00 2.402.650,00 G1
Usina Rica Sobral - CE Votorantim Cimentos Calcário 1.912.020,07 2.190.468,30 1.912.020,07 G1
Miramar Caapora - PB Lafarge Calcário 1.903.343,00 2.231.000,00 1.964.000,00 G1
Lapa Vermelha Lagoa Santa / MG Empresa de Cimentos Liz Calcário 1.900.000,00 G1
Baltar Votorantim - SP Votorantim Cimentos Calcário 1.848.926,00 1.848.926,00 1.848.926,00 G1
Itaretama Rio Branco do Sul - PR Votorantim Cimentos Calcário 1.642.002,00 2.292.222,00 1.642.002,00 G1
Placa Votorantim - SP Votorantim Cimentos Calcário 1.521.040,00 1.521.040,00 670.690,00 G1
Salto Salto de Pirapora - SP Votorantim Cimentos Calcário 1.432.181,00 1.432.181,00 902.802,00 G1
Juliano Salto do Pirapora - SP Adher Mineração Calcário 1.331.342,00 G1
Zuza Xambioá - TO Votorantim Cimentos Calcário 1.258.398,28 2.384.920,77 1.258.398,28 G1
Laginha Ladário - MS Votorantim Cimentos Calcário 1.200.551,58 1.200.551,58 1.081.578,01 G1
Ativa Caçapava do Sul – RS Ativa Minerais Calcário 1.156.000,00 G1
Corgão Bandeirantes do Tocantins - TO Caltins Calcário 1.104.570,03 G1
Boa Vista Montes Claros - MG Lafarge Calcário 1.087.000,00 1.447.000,00 1.087.000,00 G1
Salobra Nobres - MT Votorantim Cimentos Calcário 1.081.578,01 1.200.551,58 1.081.578,01 G1
Vira Saia Cantagalo - RJ Votorantim Cimentos Calcário 1.076.515,00 1.374.796,00 1.223.499,00 G1
Saudade Cantagalo - RJ Lafarge Calcário 1.022.999,00 1.023.000,00 1.022.000,00 G1
Lavrinhas Itapeva - SP Votorantim Cimentos Calcário 971.000,00 1.300.000,00 971.000,00 M4
Lafarge Cajamar Cajamar - SP Lafarge Calcário 970.904,00 M4
Calcário Cruzeiro Limeira - SP Calcário Cruzeiro Calcário 800.000,00 M4
Candiota Candiota - RS Votorantim Cimentos Calcário 586.917,00 1.302.458,00 586.917,00 M4
Onça Pains - MG Cooperativa dos Micromineradores do
Centro Oeste de Minas Gerais Calcário 534.126,00 M4
Fazenda Prata Tiête - SP Calcário Diamante Calcário 532.000,00 M4
Araguaia Xambioá - TO Minerax Mineração Xambioá Calcário 402.145,10 853.293,74 314.450,61 M3
Pirineus Cocalzinho de Goíás - GO Mineração Pirineus Calcário 330.164,10 255.581,77 M3
Ouro Branco Indiara - GO Calcário Ouro Branco Calcário 318.317,23 262.815,80 M3
WD Botuverá - SC Calwer Mineração Calcário 300.000,00 M3
Casa de Pedra São João Del Rei - MG Mineração Jundu Calcário 249.000,00 490.000,00 235.000 M2
Amargoso Pains - MG Fort Cal Calcário 180.000,00 M2
Juncal Salto do Pirapora - SP Massari Mineração Calcário 118.000,00 M1
Ibaré São Gabriel - RS Votorantim Cimentos Calcário 76.663,00 182.081,00 76.663,00 P3
Ocre Cachoeiro de Itapemirim - ES EDK Mineração Calcário 57.378,00 P3
Fazenda Baixa Grande Limoeiro do Norte - CE Carbomil Calcário 52.478,63 P3
Avohai Laguna - SC Cysy Mineração Calcário 22.093,00 P2
CALCITA (Calcite)
Itaóca Itaóca - ES Sibelco Calcita 453.500,00 M3
CARVÃO MINERAL (Coal)
Recreio B3 Butiá - RS Copelmi Mineração Carvão Mineral 2.904.263,00 G1
Candiota Candiota - RS Companhia Riograndense de Mineração - CRM Carvão Mineral 2.304.766,89 2.304.766,89 2.304.766,89 G1
Fontanella Treviso - SC Carbonífera Metropolitana Carvão Mineral 1.181.465,00 1.181.465,00 1.181.465,00 G1
João Sonego Forquilhinha - SC Cooperminas Carvão Mineral 1.045.413,00 G1
Cruz de Malta Treviso - SC Indústria Carbonífera Rio Deserto Carvão Mineral 1.029.659,52 1.029.659,52 407.753,78 G1
Lauro Muller Lauro Muller - SC Carbonífera Belluno Carvão 1.021.984,00 G1
Unidade Mineira II Forquilhinha - SC Carbonífera Criciúma Carvão Mineral 988.120,00 M4
Mina 101 Içara - SC Indústria Carbonífera Rio Deserto Carvão Mineral 620.346,28 620.346,28 196.604,05 M4
Cantão Norte Treviso - SC Carbonífera Belluno Carvão Mineral 529.475,00 M4
Amando Simões Figueira - PR Carbonífera do Cambuí Carvão Mineral 267.996,00 M2
Leão Minas do Leão - RS Companhia Riograndense de Mineração
- CRM Carvão Mineral 235.118,87 M2
Frente F Urussanga - SC Carbonífera Siderópolis Carvão Mineral 138.000,00 M1
Gabriella Mineração Siderópolis - SC Gabriella Mineração Carvão Mineral 6.437,00
CASSITERITA (Cassiterite)
Rocha Sã Presidente Figueiredo - AM Mineração Taboca Cassiterita 5.649.724,00 5.649.724,00 12.446,00 G2
Santa Bárbara Itapuã do Oeste - RO Estanho de Rondônia Cassiterita 1.430.000,00 G2
CAULIM (Kaolin)
Imerys PPSA Ipixuna - PA Pará Pigmentos Caulim 1.435.000,00 G1
Rio Capim Caulim Ipixuna do Pará - PA Imerys Rio Caulim AS Caulim 1.435.000,00 G1
Ranking por Substância - Produção Anual em Toneladas (ROM)
200 Largest Mines in Brazil by Mineral Produced - Production ROM t/year 2014
Posição
Position NOME DA MINA
Mine LOCALIZAÇÃO
Location (city & state) MINERADORA
Company
PRODUTO PRINCIPAL Main Ore
ROM (T)/ ANO 2014 Production ROM (t)
2014
MOVIMENTAÇÃO TOTAL 2014 Volume Moved 2014
PRODUTO FINAL (T) Final Production (t) 20142014
CLASSE DE Mine ClassMINA
CALCÁRIO/ LIMESTONE (cont.)
*Minas: João Sonego, Unidade Mineira II Amando Simões, Gabriella Mineração e Recreio B3: número obtido no relatório Carvão Mineral - dados estatísticos 2014, do SieceSC
RANKING POR SUBSTÂNCIA
18 | Outubro 2015
COBRE (Copper)
Chapada Alto Horizonte - GO Mineração Maracá Indústria e Comércio Cobre 20.334.887,05 60.463.737,44 245.779,00 G2
Caraíba Jaguarari - BA Mineração Vale do Curaçá Cobre 3.014.269,00 8.819.174,00 93.553,00 G2
CROMITA (Chromium)
Ipueira Andorinha - BA Cia do Ferro Ligas da Bahia - Ferbasa Cromita 1.065.635,00 1.301.382,00 398.214,00 G1
Coitezeiro Campo Formoso - BA Cia de Ferro Ligas da Bahia - Ferbasa Cromita 346.114,00 1.717.056,00 88.372,00 M3
DOLOMITA (Dolomite)
Vertente Vertente do Lério - PE Sibelco Dolomita 256.500,00 M2
FELDSPATO (Feldspar)
Valo Rodoviário Itabirito - MG Anex Mineração Feldspato 87.075,00 88.620,00 88.620,00 P3
FERRO (Iron)
Serra Norte Parauapebas - PA Vale Ferro 124.364.407,00 117.400.000,00 G2
Itabira Itabira - MG Vale Ferro 60.787.671,00 35.500.000,00 G2
Minas Centrais São Gonçalo do Rio Abaixo - MG Vale Ferro 47.895.501,00 33.000.000,00 G2
Minas Itabirito Itabirito - MG Vale Ferro 46.153.846,00 33.000.000,00 G2
Alegria Mariana - MG Samarco Ferro 40.400.000,00 46.100.000,00 23.800,00 G2
Capão Xavier Nova Lima - MG Vale Ferro 33.000.000,00 G2
Paraopeba Nova Lima - MG Vale Ferro 30.387.931,00 28.200.000,00 G2
Vargem Grande Nova Lima - MG Vale Ferro 30.229.746,00 25.000.000,00 G2
Pico Itabirito - MG Vale Ferro 28.561.820,00 G2
Casa de Pedra Congonhas - MG Companhia Siderúrgica Nacional - CSN Ferro 25.992.000,00 P2
Fábrica Nova (Complexo Mariana) Catas Altas - MG Vale Ferro 16.366.583,00 40.746.827,00 13.712.177,00 G2
Capitão do Mato Nova Lima - MG Vale Ferro 16.000.000,00 G2
Fazendão (Complexo Mariana) Catas Altas - MG Vale Ferro 13.222.299,00 16.377.205,00 10.265.874,00 G2
Alegria (Complexo Mariana) Mariana - MG Vale Ferro 11.438.005,00 29.090.398,00 14.941.858,00 G2
Oeste Itatiaiuçu - MG Mineração Usiminas Ferro 10.663.000,00 G2
Corumbá Corumbá - MS Vale Ferro 7.869.742,00 5.800.000,00 G2
Pau Branco Brumadinho - MG Vallourec Mineração Ferro 6.000.000,00 10.300.000,00 4.300.000,00 G2
Várzea do Lopes Itabirito - MG Gerdau Açominas Ferro 5.990.439,00 G2
Serra Azul Itatiaiuçu - MG ArcelorMittal Mineração Serra Azul Ferro 3.610.685,00 7.295.926,00 1.800.000,00 G2
Miguel Burnier Ouro Preto - MG Gerdau Açominas Ferro 3.406.425,00 G2
Mina do Sapo Conceição do Mato Dentro - MG Anglo American Ferro 2.660.940,00 G1
Andrade Bela Vista de Minas - MG ArcelorMittal Mineração Brasil Ferro 2.500.000,00 2.600.000,00 G1
Central Itatiaiuçu - MG Mineração Usiminas Ferro 2.298.000,00 G1
Serra Leste Parauapebas - PA Vale Ferro 2.242.610,00 2.200.000,00 G1
Vetorial Corumbá - MS Vetorial Mineração Ferro 2.217.723,00 2.217.723,00 G1
Posse Caeté - MG Crusader do Brasil Ferro 787.717,63 1.205.470,33 787.717,63 M4
FILITO (Thyllite)
Vila Olímpia Votorantim - SP Votorantim Cimentos Filito 397.041,00 397.041,00 397.041,00 M3
FOSFATO (Phospate)
Fazenda Chapadão Ouvidor - GO Anglo American Fosfato 18.321.152,00 G2
Tapira Tapira - MG Vale Fertilizantes Fosfato 16.935.606,00 G2
Catalão Catalão - GO Vale Fertilizantes Fosfato 6.097.021,00 G2
Lagamar Lagamar - MG Galvani Fosfato 930.546,45 1.493.272,21 184.497,11 M4
Angico dos Dias Campo Alegre de Lourdes - BA Galvani Fosfato 553.166,28 2.110.609,41 M4
GIPSITA (Gypsium)
São Jorge Ouricuri - PE Mineradora São Jorge Gipsita 475.880,59 876.570,00 M3
Fazenda Casa de Pedra Ouricuri - PE Votorantim Cimentos Gipsita 206.133,00 203.603,00 M2
GRANITO ORNAMENTAL (Ornamental Granite)
Itagrauna Colatina - ES Marbrasa Granito
Ornamental 129.000,00 M1
Preto São Benedito Ecoporanga - ES Comil Cotaxé Mineração Granito
Ornamental 17.816,00 P1
ILMENITA (Ilmenite)
Guaju Mataraca - PB Cristal Pigmentos do Brasil Ilmenita 12.499.252,00 12.499.252,00 152.860,10 G2
LÍTIO (Lithium)
Cachoeira Araçuaí - MG Companhia Brasileira de Lítio Lítio 47.270,00 47.270,00 8.519,00 P2
Ranking por Substância - Produção Anual em Toneladas (ROM)
200 Largest Mines in Brazil by Mineral Produced - Production ROM t/year 2014
Posição
Position NOME DA MINA
Mine LOCALIZAÇÃO
Location (city & state) MINERADORA
Company
PRODUTO PRINCIPAL Main Ore
ROM (T)/ ANO 2014 Production ROM (t)
2014
MOVIMENTAÇÃO TOTAL 2014 Volume Moved 2014
PRODUTO FINAL (T) 2014 Final Production (t) 2014
CLASSE DE MINA Mine Class
*Minas de fosfato Tapira e Catalão: número não oficial, estimado no questionário enviado para a 200 Maiores Minas Brasileiras – edição 2014. / Minas de ferro: Itabira, Minas Centrais, Itabirito, Vargem Grande, Paraopeba, Corumbá, Serra Norte e Serra Leste - número não oficial, estimado pela revista com base no Formulário 20F de 2014, item 1.1.2 Produção, publicado pela Vale, considerando a produção em 2014 e a taxa de recuperação.
RANKING POR SUBSTÂNCIA
20 | Outubro 2015
MANGANÊS (Manganese)
Azul Parauapebas - PA Vale Manganês 3.244.275,00 1.700.000,00 G2
Urucum Corumbá - MS Vale Manganês 737.101,00 600.000,00 M4
Serra de Buritirama Marabá - PA Mineração Buritirama Manganês 250.597,00 M2
Morro da Mina Conselheiro Lafaiete - MG Vale Manganês 172.711,00 100.000,00 M2
NIÓBIO (Niobium)
Boa Vista Catalão - GO Anglo American Nióbio 985.876,00 6.573.890,00 4.700,00 M4
NÍQUEL (Nickel)
Barro Alto Barro Alto - GO Anglo American Níquel 2.510.395,00 1.126.529,80 37.200,00 G1
OURO (Gold)
Morro do Ouro Paracatu - MG Kinross Ouro 52.572.494,00 77.035.781,00 16 t (521 mil
onças) G2
Tucano Pedra Branca do Amapari - AP Beadell Brasil Ouro 4.653.305,00 19.533.457,00 4,77 G2
São Francisco Vila Bela da Santíssima Trindade
- MT Mineração Apoena Ouro 4.250.691,00 9.027.336,00 2.642,52 G2
Jacobina Jacobina - BA Yamana Gold Ouro 1.452.673,00 1.806.880,00 2,35 G1
Serra Grande Crixás - GO AngloGold Ashanti Ouro 1.300.000,00 2.000.000,00 4,20 G1
Cuiabá Sabará - MG AngloGold Ashanti Ouro 1.150.000,00 1.400.000,00 8,20 G1
Fazenda Brasileiro Barrocas - BA Brio Gold Ouro 1.113.922,00 1.150.773,00 3.755.084,00 G1
Córrego do Sítio Santa Bárbara - MG AngloGold Ashanti Ouro 537.775,00 811.773,00 2,20 M4
Lamego Sabará - MG AngloGold Ashanti Ouro 455.000,00 588.000,00 1,60 M3
Turmalina Conceição do Pará - MG Jaguar Mining Ouro 442.119,00 442.417,00 M3
Pilar Santa Bárbara - MG Jaguar Mining Ouro 390.921,00 495.319,00 320.921,00 M3
Roça Grande Caeté - MG Jaguar Mining Ouro 172.040,00 185.146,00 172.040,00 M2
PEDRA BRITADA (Crushed Stone)
Pedreira Itapeti Mogi das Cruzes - SP Embu Pedra Britada
(Granito) 2.393.639,00 2.487.653,00 2.393.939,00 G1
Pedreira Embu Embu das Artes - SP Embu Pedra Britada
(Granito) 2.164.426,00 2.380.867,00 2.164.426,00 G1
Brasitália Cariacica - ES Brasitália Mineradora Espírito Santense Pedra Britada
(Granito) 2.027.548,51 G1
Sarpav Barueri - SP Sarpav Mineradora Pedra Britada
(Granito) 1.940.000,00 1.989.441,60 1.939.635,20 G1
Pedreira Juruaçu São Paulo - SP Embu PedraBritada
(Granito) 1.419.157,00 1.462.176,00 1.351.578,00 G1
Pedreira Sargon Santa Isabel - SP Pedreira Sargon Pedra Britada
(Granito) 1.360.850,00 G1
Mineração Itapecerica Itapecerica da Serra - SP Votorantim Cimentos PedraBritada
(Granito) 1.343.767,00 1.411.768 1.343.767,00 G1
Santa Izabel Santa Isabel - SP Votorantim Cimentos Pedra Britada
(Granito) 1.224.837,61 1.377.942,31 1.224.837,61 G1
Lafarge Inhaúma Rio de Janeiro - RJ Lafarge Pedra Britada
(Granito) 1.100.421,00 G1
Mineração Jambeiro Jambeiro - SP Serveng Civilsan Pedra Britada
(Gnaisse) 1.097.423,05 1.576.567,02 1.097.423,05 G1
TSPM São Paulo - SP Territorial São Paulo Mineração Pedra Britada
(Granito) 1.061.859,00 1.061.859,00 1.061.859,00 G1
Holcim Mairiporã Mairiporã - SP Holcim Pedra Britada
(Granito) 1.047.681,00 G1
Mineração Guia Cuiabá - MT Caieira Nossa Senhora da Guia Mineração Pedra Britada
(Calcário) 1.002.801,83 G1
Holcim Magé Magé - RJ Holcim Pedra Britada
(Granito) 990.516,00 M4
Lafarge Barueri Barueri - SP Lafarge Pedra Britada
(Granito) 980.481,00 M4
Pedreira Barueri Barueri - SP Serveng Civilsan Pedra Britada
(Granito) 951.258,00 1.033.846,59 951.258,30 M4
Malvinas/Cobraulica Bacabeira - MA Granorte Pedra Britada
(Ortognaisse) 912.484,85 M4
Votorantim Campo Grande Campo Grande - MS Votorantim Cimentos Pedra Britada
(Basalto) 801.360,00 214.000,00 795.360,00 M4
Minerpav Piracicaba - SP Minerpav Mineradora Pedra Britada
(Diabásio) 793.000,00 835.843,40 752.988,24 M4
Pedreira São Luis Rosário - MA Serveng Civilsan Pedra Britada
(Granito) 788.008,00 906.209,00 788.008,00 M4
Barreiro das Frutas Campo Mourão - PR Pedreira Itaipu Pedra Britada
(Basalto) 785.000,00 M4
Ranking por Substância - Produção Anual em Toneladas (ROM)
200 Largest Mines in Brazil by Mineral Produced - Production ROM t/year 2014
Posição
Position NOME DA MINA
Mine LOCALIZAÇÃO
Location (city & state) MINERADORA
Company
PRODUTO PRINCIPAL Main Ore
ROM (T)/ ANO 2014 Production ROM (t)
2014
MOVIMENTAÇÃO TOTAL 2014 Volume Moved 2014
PRODUTO FINAL (T) 2014 Final Production (t) 2014
CLASSE DE MINA Mine Class
RANKING POR SUBSTÂNCIA
22 | Outubro 2015
Cajamar Cajamar - SP Votorantim Cimentos Pedra Britada
(Calcário) 783.000,00 1.533.000,00 783.000,00 M4
Ebam - Unidade Britasul Pouso Alegre - MG Britasul Indústria e Mineração Pedra Britada
(Gnaisse) 779.192,00 1.017.918,00 951.129,00 M4
Holcim Sorocaba Sorocaba - SP Holcim Pedra Britada
(Granito) 737.835,00 M4
Pedreira Lageado São Paulo - SP Pedreira São Matheus Lageado Pedra Britada
(Gnaisse) 713.686,00 M4
Ebam - Unidade Bragança
Paulista Bragança Paulista - SP DS2 Engenharia e Comércio Pedra Britada
(Granito) 711.561,00 853.000,00 707.741,00 M4
Nova Prata Paranaguá - PR Mineração Nova Prata Pedra Britada
(Granito) 630.000,00 M4
Civil Pedreira Salvador - BA Civil Industrial e Comercial Pedra Britada
(Granulito) 627.391,90 665.105,00 578.295,00 M4
Pedreira Beira Rio Uberaba - MG Construtora e Pedreira Beira Rio Pedra Britada
(Basalto) 600.000,00 M4
Ebam - Unidade Porto Feliz Porto Feliz - SP Uniporto - Unidade Industrial de Britagem
Porto Feliz PedraBritada
(Basalto) 591.375,00 636.825,00 501.814,00 M4
Aratu Salvador - BA Aratu Mineração Pedra Britada
(Granito) 582.051,00 M4
Pedrinco Nova Friburgo - RJ Pedrinco Pedreira e Indústria de Concreto Pedra Britada
(Gnaisse) 558.000,00 M4
Mineração São Bento Mogi das Cruzes - SP Serveng Civilsan Pedra Britada
(Gnaisse) 555.539,00 704.246,00 500.350,00 M4
Ebam - Unidade Manaus Manaus - AM Empresa Brasileira de Agregados Minerais
- EBAM Pedra Britada
(Granito) 555.000,00 575.000,00 555.000,00 M4
Mineração Santiago Santa Luzia - MG Céu Azul Participações Pedra Britada
(Gnaisse) 540.000,00 M4
Pedreira São João Alpercata - MG Pedreira São João Pedra Britada
(Gnaisse) 523.448,93 M4
Rio Branco Feira de Santana - BA Pedreira Rio Branco Pedra Britada
(Gnaisse) 462.806,00 M3
Ebam - Unidade Seropédica Seropédica - RJ Serobrita Mineração Pedra Britada
(Gnaisse) 432.610,00 636.825,00 432.610,00 M3
Mineração Morro do Sino Sabará - MG Céu Azul Participações Pedra Britada
(Gnaisse) 360.000,00 M3
Santiago & Cia Ribeirão das Neves - MG Céu Azul Participações Pedra britada
(gnaisse) 360.000,00 M3
Lafarge São Gonçalo São Gonçalo - RJ Lafarge Pedra Britada
(Granito) 300.845,00 M3
Olho D´água Bom Sucesso de Itararé - SP Mineração Jundu Pedra Britada
(Dolomita) 218.000,00 343.000,00 192.000,00 M2
Campo Alegre Araxá - MG Minerbras Mineração Pedra Britada
(Gnaisse) 150.000,00 M2
Pedreira Triângulo Ibicaré - SC Pedreira Triângulo Pedra Britada
(Basalto) 93.335,77 M1
Emasa Rio de Janeiro - RJ Emasa Pedra Britada
(Granito) 70.000,00 P3
POTÁSSIO (Potassium)
Taquari-Vassouras Rosário do Catete - SE Vale Fertilizantes Potássio 593.486,00 492.000,00 M4
QUARTIZITO (Quartzite)
Cavas A, B e C Pirapora do Bom Jesus - SP Mineração Angelini Quartzito 41.362,00 P2
Pedreira A. Pelúcio São Tomé das Letras - MG A. Pelúcio Comércio e Exportação Quartzito 28.801,00 P2
QUARTZO
Serra da Tumba Inhauma - MG Minerações Gerais Quartzo 250.000,00 M2
SCHEELITA (Scheelite)
Brejuí Currais Novos - RN Mineração Tomaz Salustino Scheelita 28.612,00 28.612,00 162,27 P2
TALCO (Talc)
Olho D´água dos Coqueiros Brumado - BA Xilolite Talco 137.470,00 478.013,00 45.700,00 M1
URÂNIO (Uranium)
Cachoeira Caetité - BA Indústrias Nucleares do Brasil - INB Urânio 40.820,45 125.341,34 67,20 P2
ZINCO (Zinc)
Vazante Vazante - MG Votorantim Metais Zinco 1.389.574,00 2.401.666,00 1.389.574,00 G1
Morro Agudo Paracatu - MG Votorantim Metais Zinco 996.017,00 995.403,00 1.001.490,00 M4
Ranking por Substância - Produção Anual em Toneladas (ROM)
200 Largest Mines in Brazil by Mineral Produced - Production ROM t/year 2014
Posição
Position NOME DA MINA
Mine LOCALIZAÇÃO
Location (city & state) MINERADORA
Company
PRODUTO PRINCIPAL Main Ore
ROM (T)/ ANO 2014 Production ROM (t)
2014
MOVIMENTAÇÃO TOTAL 2014 Volume Moved 2014
PRODUTO FINAL (T) 2014 Final Production (t) 2014
CLASSE DE MINA Mine Class