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Rev. Bras. Ginecol. Obstet. vol.22 número1

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Academic year: 2018

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RBGO - v. 22, nº 1, 2000

Resumo de Tese

22 (1): 55, 2000

RBGO

Resumo: Estudamos o efeito de uma ação educativa voltada aos profissionais de saúde que prestam aten-ção gineco-obstétrica em seis Centros de Saúde da rede municipal de Campinas, sobre suas opiniões e atitu-des com relação às doenças sexualmente transmissíveis (DST), bem como determinamos conhecimentos, atitu-des e práticas de prevenção da população de mulheres atendida. Uma amostra de 249 mulheres, 33 médicos e enfermeiras foram entrevistados, e 3625 prontuários foram levantados para determinar a freqüência de diag-nósticos relacionados às DST. Os resultados mostra-ram que, apesar de 25% dos diagnósticos realizados estarem relacionados às DST, a intervenção realizada foi ineficaz para promover mudança significativa no com-portamento dos profissionais. Entretanto, houve dimi-nuição significativa nos diagnósticos de tricomoníase, monilíase e leucorréia com sinais inflamatórios e au-mento nos diagnósticos das DST virais. Apesar das mulheres demonstrarem confiança no médico, 87,6%

Nível Plasmático de Tamoxifeno e Resposta Tumoral de Pacientes com Câncer Avançado de Mama

O principal objetivo deste trabalho foi verificar se o nível plasmático de citrato de tamoxifeno de pacientes com carcinoma avançado de mama em tratamento neo-adjuvante, interfere na resposta tumoral. As pacien-tes receberam diariamente 20 mg de citrato de tamoxifeno e após 3 meses, verificou-se uma resposta objetiva em 37% das pacientes, constituindo um gru-po de 10 pacientes que resgru-ponderam ao tratamento e ausência de resposta em 63%, constituindo outro gru-po de 17 pacientes, que não resgru-pondeu. A distribuição de freqüência de pacientes com nível plasmático infe-rior e supeinfe-rior a 182,60 ng/ml foi significante pelo tes-te exato de Fisher (p <0,0011). A resposta tumoral tam-bém foi associada com o estádio da doença que não mostrou significância entre os grupos; com o tipo histológico também não foi significante, sendo o carci-noma ductal infiltrante moderadamente diferenciado o mais comum; com os fatores prognósticos tumorais, Autor: Ângelo do Carmo Silva Matthes

Orientador: Prof.Dr. Sérgio Bighetti

Tese de Doutorado apresentada à Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo – Área de concentração: Tocoginecologia, em 13/02/99

também não encontramos diferenças significantes, porém para receptores de estrogênios, verifica-se que para o grupo que respondeu ao tratamento, há significância (p< 0,0007) quando se compara antes e após o tratamento, o mesmo ocorrendo para o grupo que não respondeu (p<0,0002), não havendo significância entre os grupos. Todas as pacientes que responderam ao tratamento eram receptor estrogênico positivas (ER+). A associação da resposta tumoral com o perfil hormonal não mostrou significância entre os grupos. O grupo que não respondeu ao tratamento teve maior taxa de mortalidade e o tempo médio de segui-mento foi de 19 meses para o grupo que respondeu e 21 para o que não respondeu.

Palavras-chave: Câncer de mama. Resposta tumoral.

Receptores. Tamoxifeno.

Resumo de Tese

22 (1): 55, 2000

RBGO

Efeito de uma Ação Educativa sobre a Conduta dos Profissionais de Saúde da Rede de Atenção

Primária em Relação às Doenças de Transmissão Sexual

Autora: Arlete Maria Dos Santos Fernandes Orientador: Prof. Dr. Luiz Guillermo Bahamondes

Tese de Doutorado apresentada ao Curso de Pós-Graduação em Medicina, área de Tocoginecologia, da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP, em 22/02/1999.

citaram a televisão como fonte de informação. O uso do condom foi referido por 10% delas e 8% faziam uso fre-qüente. Concluímos que as mulheres não se sentem vulneráveis para contrair DST/AIDS, logo, não optam pelo uso do condom. Quando o utilizam, a intenção é a contracepção. Devemos implementar a adoção do diálo-go informativo a respeito das DST/AIDS, durante a gra-duação, para que os profissionais possam identificar as mulheres expostas através da história clínica, de-senvolvam a habilidade em falar aberta e claramente acerca dos comportamentos de risco e estejam prepa-rados para esclarecer sobre complicações futuras das DST e as medidas de prevenção possíveis. Devemos inovar a forma e a qualidade das informações para mai-or aderência da população às práticas do compmai-ortamen- comportamen-to sexual seguro.

Palavras-chave: Doenças sexualmente

Referências

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