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Termo de Responsabilidade. Autor do Projecto de Gás

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Termo de Responsabilidade

Autor do Projecto de Gás

---CARLOS MANUEL GONÇALVES DE SAMPAIO PEDROSO, engenheiro,

com domicílio no Bairro da Quintinha lote 85,7580-305 Alcácer do Sal, portador do

Cartão de Cidadão nº 04705754, contribuinte nº 100173578, inscrito na Ordem dos

Engenheiros sob o Nº 19032 declaro para efeitos do disposto no Nº1 do Artigo 10º

do Decreto-lei Nº555/99 de 16 de Fevereiro na redacção que lhe foi conferida pelo

Decreto-Lei Nº136/2014 de 9 de Setembro que o Projecto de Gás do qual é autor,

relativo

à

obra de construção de uma moradia, sita no Lote Nº18 Rua Julio Dinis,

Tires, S Domingos de Rana, Concelho de Cascais, cujo pedido de licenciamento

foi apresentado ao Município de Cascais pelo Sr. José António Jesus, morador no

Nº 68 da Rua Dr Mario Madeira, 2785-303 S Domingos de Rana, Concelho de

Cascais, observa as normas legais e regulamentares, aplicáveis, designadamente, Lei

Nº 59/2018 de 21 de Agosto, DL 97/2017 de 10 de Agosto bem como a Portaria Nº

361/98 de 26 de Junho e Portaria Nº 690/2011 de 10 de Julho e está conforme com

os planos Municipais ou intermunicipais de ordenamento do território aplicáveis.

Cascais, 29 de Abril de 2020

Carlos Manuel Gonçalves de Sampaio Pedroso

Assinado por : CARLOS MANUEL GONÇALVES DE

SAMPAIO PEDROSO

Num. de Identificação: BI047057548

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Termo de Responsabilidade

Autor do Projecto de Gás

---CARLOS MANUEL GONÇALVES DE SAMPAIO PEDROSO, engenheiro,

com domicílio no Bairro da Quintinha lote 85,7580-305 Alcácer do Sal, portador do

Cartão de Cidadão nº 04705754, contribuinte nº 100173578, inscrito na Ordem dos

Engenheiros sob o Nº 19032 declaro para efeitos do disposto no Nº1 do Artigo 10º

do Decreto-lei Nº555/99 de 16 de Fevereiro na redacção que lhe foi conferida pelo

Decreto-Lei Nº136/2014 de 9 de Setembro que o Projecto de Gás do qual é autor,

relativo

à

obra de construção de uma moradia, sita no Lote Nº18 Rua Julio Dinis,

Tires, S Domingos de Rana, Concelho de Cascais, cujo pedido de licenciamento

foi apresentado ao Município de Cascais pelo Sr. José António Jesus, morador no

Nº 68 da Rua Dr Mario Madeira, 2785-303 S Domingos de Rana, Concelho de

Cascais, observa as normas legais e regulamentares, aplicáveis, designadamente, Lei

Nº 59/2018 de 21 de Agosto, DL 97/2017 de 10 de Agosto bem como a Portaria Nº

361/98 de 26 de Junho e Portaria Nº 690/2011 de 10 de Julho e está conforme com

os planos Municipais ou intermunicipais de ordenamento do território aplicáveis.

Cascais, 29 de Abril de 2020

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J

PROJECTO GAS

(Moradia Unifamiliar)

Rua Julio Dinis, Lote 18

Tires

S Domingos de

Rana

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1- MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA

1.1- INTRODUÇÃO

O presente projecto tem por objectivo definir o traçado, o dimensionamento e a caracterização da rede de utilização destinada ao abastecimento com Gás

Natural numa moradia unifamiliar de que é requerente José António Jesus, residente na rua Dr Mario Madeira Nº68 2785-303 Polima S Domingos de Rana. 1.2- LOCAL DA INSTALAÇÃO

Esta rede será instalada na moradia a construir Nº Lote 18 da Rua Julio Dinis em Tires, Concelho de Cascais. É enquadrada no Decreto-lei Nº 97/2017 de 10 de Agosto e Lei 59/2018 de 21 de Agosto

1.3- DESCRIÇÃO DA INSTALAÇÃO

A instalação de gás propriamente dita inicia-se na "Caixa de Entrada de Edifício", Em local permanentemente acessível a partir do exterior, embutida no muro do lote, junto à entrada do mesmo e com a inscrição "GÁS" legível do exterior, ventilada e instalada, sempre que possível, a uma altura, em relação ao piso exterior, entre 1,0 m e 1,5 m. Tendo em conta a altura do muro a caixa será instalada a 80 cm de altura.

Como a tubagem do Ramal de Alimentação será embebida no muro do lote, a Entidade Instaladora deverá montar uma manga protectora da tubagem, em PVC ou Polietileno, com um diâmetro interior mínimo de 50 mm, raio de curvatura de 30 vezes o diâmetro exterior do ramal e extremidade exterior à imóvel enterrada a uma profundidade de 0,60 m. A manga acompanha a tubagem de gás até ao edificio ou à sua caixa de entrada.

A partir da Válvula de Corte Geral será instalado um acessório com tomada de pressão, destinado a monitorizar a pressão à entrada da instalação, sempre que necessário. Recomenda-se a utilização de tomadas de pressão do tipo "Petterson", com tampão roscado, permitindo a leitura através da ligação a um manómetro.

A seguir à tomada de pressão será montado o "Redutor de Entrada em Edifício" com a finalidade de reduzir a pressão da Rede de Distribuição para o valor pretendido a jusante, que neste caso, será de 20 mbar.

A seguir ao redutor será instalada uma válvula de 1/4 de volta para isolamento da rede interna de distribuição, sempre que necessário, designadamente em caso de substituição do redutor. Será considerada a colocação, logo a seguir, de um tê com válvula tamponada, destinado à introdução de ar comprimido para ensaios de estanquicidade ou de azoto para a inertização da instalação. De imediato fica colocado o contador.

1.4- PARÂMETROS CARACTERIZADORES DO GÁS NATURAL 1.4.1- Família e características da combustão

O Gás Natural do tipo H que é distribuído em Portugal é um gás da 2.ª família.

1.4.2- Poder calorífico

PODER CALORÍFICO

SUPERIOR (P.C.S) INFERIOR (P.C.I.) 42,0 MJ/m³(n) 37,9 MJ/m³(n) 10032 kcal/m³(n) 9054 kcal/m³(n)

ÍNDICE DE WOBBE

SUPERIOR (WPCS) INFERIOR (WPCI)

52,1 MJ/m³(n) 46,9 MJ/m³(n) 12442 kcal/m³(n) 11200 kcal/m³(n)

1.4.3 - Outras características

Densidade relativa 0,65

Densidade corrigida 0,62

Humidade Sem condensados

A pressão à entrada das instalações varia entre 4, 0 e 1,0 bar.

1.5- CARACTERÍSTICAS DOS APARELHOS DE QUEIMA

Os aparelhos de queima a considerar, serão os seguintes:

Um fogão com uma potência nominal de 10,0 KW.

Uma caldeira/ esquentador com a potência nominal de 24 KW.

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Se numa 1.ª fase for previsível a utilização inicial de ar propanado ou propano antecedendo o Gás Natural, recomenda-se o uso de aparelhos de queima da categoria II 2H3+ ou III.

2- CÁLCULOS

2.1- DIMENSIONAMENTO

Nos cálculos dos traçados das instalações para GN foram considerados:

• A compensação das perdas de carga singulares através do acréscimo de 20% ao comprimento da tubagem:

Leq = L  1,2

• Caudais instantâneos;

• A variação da pressão relativa do gás com os diferentes níveis da instalação; Ph = 0,1293  ( 1 - dr)  h

em que:

Ph - Variação da pressão relativa em mbar;

dr - Densidade relativa; h - Valor do desnível em m.

• A perda de carga máxima admissível, desde o redutor de entrada no imóvel até o redutor do contador mais afastado, de 30 mbar; • A aplicação da fórmula de Renouard para média pressão:

P12 - P22 = 48,6  dc  Leq  Q1.82 D4.82

em que:

P1 - Pressãoabsoluta inicial (mbar);

P2 - Pressão absolta final (mbar);

dc - Densidade corrigida;

Leq - Comprimento equivalente (m);

Q - Caudal instantâneo (m3/h);

D - Diâmetro interno da tubagem (mm).

• A perda de carga máxima, entre o redutor do contador e o aparelho de queima mais afastado é de 1,5 mbar; • A aplicação da fórmula de Renouard para baixa pressão:

P1 - P2 = 23200  dc  Leq  Q1.82

D4.82

em que:

P1 - Pressão relativa inicial (mbar);

P2 - Pressão relativa final (mbar);

Dc - Densidade corrigida;

Leq - Comprimento equivalente (m);

Q - Caudal instantâneo (m3/h);

D - Diâmetro interno da tubagem (mm).

• Velocidade máxima nas tubagens colectivas: 15 m/s; • Velocidade máxima nas tubagens individuais: 10 m/s;

v = 354  Q (D2  Pm)

em que

v - Velocidade de escoamento do gás (m/s);

Q - Caudal instantâneo (m3/h);

D - Diâmetro interno da tubagem (mm);

Pm - Pressão média absoluta do gás no interior da tubagem.

• Pressão relativa junto aos aparelhos de queima: 20 mbar.

3- CONDIÇÕES TÉCNICAS GERAIS DE MONTAGEM

(10)

As tubagens das instalações de Gás Natural podem ser dos seguintes materiais: • De aço segundo NP EN 10208-1 ou outra tecnicamente equivalente; • De cobre segundo NP EN 1057 ou outra tecnicamente equivalente; • De Polietileno segundo NP EN 1555 ou outra tecnicamente equivalente. É interdito o uso de tubos não metálicos em edifícios.

3.2- IMPLANTAÇÃO DAS TUBAGENS

Na implantação das tubagens (ramais de alimentação, colunas montantes, derivações de piso) dever-se-ão observar, entre outros, os seguintes princípios:

As tubagens não devem atravessar locais que contenham reservatórios de combustíveis líquidos, depósitos de combustíveis sólidos ou recipientes de gases de petróleo liquefeitos, condutas e locais de recepção ou armazenagem de lixos domésticos, condutas de electricidade, água, telefone, caixas de elevadores ou monta-cargas, casas de máquinas de elevadores ou monta-cargas, cabinas de transformadores ou de quadros eléctricos, espaços vazios das paredes duplas e outros locais com perigo de incêndio.

Estas restrições podem ser ultrapassadas se as tubagens ficarem contidas numa manga metálica contínua, estanque, cujas extremidades se encontrem em espaços livremente ventilados, para que eventuais fugas de gás sejam descarregadas de modo a não constituírem perigo.

As colunas montantes instaladas em edifícios colectivos não devem atravessar o interior de qualquer dos fogos.

As colunas montantes podem ser instaladas nos espaços interiores de uso comum dos edifícios colectivos nas seguintes condições:

1- Em canalete, exclusivamente reservado às tubagens de gás, ventilados, construídos em materiais não combustíveis e inspeccionáveis através de tampas

seladas;

2- Embebida nas paredes ou pavimentos, nomeadamente na caixa de escada, desde que construídas com tubagem de aço ou de cobre sendo os tubos de aço soldados electricamente e os de cobre por brasagem capilar forte, com o mínimo de juntas possível;

3- À vista, desde que convenientemente apoiadas, fixas e protegidas contra eventuais agressões mecânicas e contra a corrosão.

4- Enterradas, (no exterior do edifício) devem ser colocadas a 60 cm de profundidade, envolvidas numa camada de areia de 20 cm e levar uma banda

avisadora amarela com os termos “atenção gás”.

3.2.1- TUBAGEM EMBEBIDA

a) As tubagens de gás devem ser implantadas no interior das paredes e o seu traçado deve ser rectilíneo;

b) Nos troços horizontais embebidos na parede, as tubagens não devem ficar situadas a mais de 0,2 m do tecto ou dos elementos da estrutura resistente do edifício;

c) Os troços verticais devem ficar na prumada das válvulas de corte dos aparelhos de queima que alimentam;

d) Nos troços embebidos no pavimento, o percurso deve fazer-se preferencialmente em direcção paralela, com um afastamento máximo de 0,2 m, ou perpendicular à parede imediatamente contígua.

e) As tubagens não devem ficar em contacto directo com o metal das estruturas ou armaduras das paredes, pilares ou pavimentos, o que daria origem ao fenómeno da corrosão;

f) As tubagens não devem atravessar juntas de dilatação nem juntas de rotura da alvenaria ou betão;

g) As tubagens não devem passar no interior de elementos ocos, a menos que fiquem no interior de uma manga estanque e sem soluções de continuidade, desembocando pelo menos uma das extremidades dessa manga num local ventilado;

h) As tubagens não devem ser instaladas nas paredes das chaminés;

i) Os roços efectuados não devem reduzir a solidez, ventilação, estanquidade, isolamento térmico ou sonoro da obra; Durante a instalação de tubagem embebida, deverão ser tomadas as seguintes medidas conducentes a uma adequada protecção: j) As tubagens embebidas deverão ter recobrimento mínimo com argamassa de cimento de 2 cm de espessura;

l) As tubagens de cobres embebidos no betão devem ser instaladas com um revestimento inalterável de PVC, Polietileno ou equivalente que lhes assegure protecção química e eléctrica;

m) Os tubos de aço embebidos no betão não necessitam de qualquer protecção, excepto se o reboco de cobertura for de gesso. Nesse caso a tubagem deve ser previamente revestida com uma matéria inerte e resistente à corrosão;

n) As tubagens embebidas não devem incorporar qualquer junta mecânica, excepto se esta for indispensável. Nesse caso, ficará numa caixa de visita com um grau de acessibilidade de grau 3.

Adoptar-se-á o mesmo procedimento para as válvulas e acessórios com juntas mecânicas;

o) As derivações ou mudanças de direcção das tubagens, quando feitas por meio de soldadura ou brasagem forte, devem ficar contidas em caixas de visita como se refere na alínea anterior, excepto nos casos, devidamente justificados, em que se utilizem tubos de aço sem costura soldados por arco eléctrico; p) As tubagens embebidas não devem ficar em contacto com outras instalações, respeitando as seguintes distâncias mínimas:

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CANALIZAÇÕES EMBEBIDAS EM PARALELO EM CRUZAMENTO

Eléctricas 10 cm 3 cm

Água ou vapor 5 cm 5 cm

Esgotos 10 cm 5 cm

Chaminés 5 cm 5 cm

3.2.2 - TUBAGEM EM CANALETE

As tubagens podem ser instaladas em canaletes desde que estas cumpram os seguintes requisitos: d) Serem exclusivamente reservados para as tubagens de gás;

b) Serem ventilados (as aberturas inferiores de ventilação dos canaletes devem ser protegidas com redes corta-chamas); c) Serem inspeccionáveis através de tampas, da mesma classe de material, fixadas mecanicamente;

3.2.3 - TUBAGEM À VISTA

a) Os troços de tubagem à vista deverão ser identificados através de pintura de cor ocre amarela, em conformidade com a NP 182. A operação de pintura deverá contemplar a limpeza da superfície, desengorduramento, aplicação de primária anti-corrosão e um mínimo de duas de mãos de tinta;

b) Na tubagem à vista, os troços horizontais devem ficar situados até 0,2 m do tecto ou dos elementos da estrutura resistentes do edifício;

c) As tubagens de gás instaladas à vista devem ser convenientemente apoiadas e fixadas em e por suportes deslizantes que, uma vez apertados, não deverão exercer fortes pressões sobre a tubagem. Apenas o necessário para executarem a sua função.

Os suportes deverão ser dos seguintes tipos:

• Troços horizontais: braçadeiras ou suportes-guia fechados; • Troços verticais: braçadeiras;

Nas mudanças de direcção em troços horizontais: suportes de apoio sem guia.

d) Para a tubagem em aço, os suportes devem ser em aço galvanizado, (grau St 33 / DIN 17100 com tratamento de superfície de acordo com o exposto na norma DIN 2444). O espaço entre a tubagem e o suporte é preenchido com material isolante.

e) Para a tubagem em cobre, os suportes devem ser de plástico, cobre, latão ou aço galvanizado (grau St 33 / DIN 17100 com tratamento de superfície de acordo com o exposto na norma DIN 2444). Nos dois últimos casos o espaço entre a tubagem e o suporte ou braçadeira é preenchido com material isolante. f) O afastamento entre suportes para tubos de aço com D> 1 1/4", quer em troços horizontais quer em troços verticais é de 3,0 m.

g) Para além da instalação destes suportes, poderá considerar-se necessário, em alguns casos, a execução de pontos de ancoragem das tubagens à vista, para que os esforços de dilatação se desenvolvam a partir destes.

Os pontos de ancoragem podem ser estabelecidos:

• Através de um elemento robusto soldado à tubagem, o qual por sua vez é aparafusado a um suporte fixo à parede ou tecto;

• No caso de tubagens de aço, poderá aceitar-se como alternativa a utilização de duas braçadeiras separadas entre si de um diâmetro de tubagem e firmemente aparafusadas a um suporte fixo à parede ou tecto.

h) As tubagens à vista não devem ficar em contacto com quaisquer outras tubagens, cabos eléctricos ou similares nem com condutas de evacuação de produtos de combustão. As distâncias a respeitar serão as seguintes:

CANALIZAÇÕES À VISTA EM PARALELO EM CRUZAMENTO

Eléctricas ou similares 3 cm 2 cm Condutas de evacuação de produtos de combustão 10 cm 5 cm

i) No atravessamento de pavimentos interiores as tubagens devem ser protegidas por uma manga ou bainha resistente à corrosão provocada pela água e outros produtos domésticos. Esta protecção deve ficar complanar com o tecto na sua extremidade inferior e ultrapassar o pavimento em, pelo menos, 5 cm. O espaço anelar entre a tubagem e a protecção deve ser preenchido com uma matéria isolante e não higrocóspica.

j) As tubagens de gás podem ser implantadas entre os tectos falsos e os tectos, se forem simultaneamente cumpridos os seguintes requisitos: • Os tectos falsos disponham de, pelo menos, 50% de superfície aberta;

• As distâncias mínimas entre as tubagens de gás e as outras tubagens são as referidas para as canalizações à vista;

• O espaço entre o tecto e o tecto falso seja visitável em todo o percurso da tubagem. É interdito o uso de chumbo ou de PE em canalizações interiores.

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3.2.4 - TUBAGEM ENTERRADA

1 – A distância entre geratrizes das tubagens de gás e as de quaisquer outras, quer em percursos paralelos, quer nos cruzamentos, não pode ser inferior a 0,20m.

2 – Quando não for possível respeitar a distância referida no número anterior, devem as tubagens ficar separadas entre si por um dispositivo adequado. 3 – A distância entre geratrizes das tubagens de gás e as dos cabos eléctricos, telefónicos e similares, quer em percursos paralelos quer em cruzamentos, também não pode ser inferior a 0,20 m, com excepção das ligações á terra.

4 – Nos troços em que não for possível respeitar a distância mínima mencionada no número anterior, deve a tubagem de gás ter uma manga electricamente isolante, de fibrocimento, betão, ou outros materiais não combustíveis, cujas extremidades distem, pelo menos, 0,20 m dos cabos eléctricos, telefónicos ou similares.

5 – A distância miníma entre as geratrizes das tubagens de gás e as das tubagens de redes de esgotos em percursos paralelos quer nos cruzamentos, não deve ser inferior a 0,5 m.

6 – Nos troços em que não for possível respeitar esta distância a tubagem de gás deve ser envolvida por uma manga cujas extremidades distem, pelo menos, 0,5 m da rede de esgoto.

7 – A posição relativa das tubagens de gás e de outras tubagens deve ter em conta a densidade do gás.

8 – Nos cruzamentos ou traçados paralelos de tubagens de polietileno com condutas transportadoras de calor devem ter-se em conta a distância e o isolamento necessários para que a temperatura da tubagem de gás nunca ultrapasse os 20 ºC

3.3- INSTALAÇÃO INTERIOR

A rede interior é fundamentalmente constituída por:

- Caixa de entrada do edifício; - Coluna montante;

- Derivação de piso; - Rede interior de cada fracção

Será instalada conforme desenhos anexos e válvulas de corte com o DN definido nas peças desenhadas.

3.4- DISPOSITIVOS DE CORTE

As instalações de gás devem possuir dispositivos de corte, para além dos já referidos, pelo menos nos seguintes pontos:

a) A montante do contador de gás;

b) No ponto de entrada da tubagem em cada fracção, caso o contador se encontre a mais de 20 m da entrada da fracção;

c) A montante de cada aparelho de queima com válvula do tipo "um quarto de volta" situada a menos de 0,80 m destes e a uma altura entre 1,0 m e 1,4 m

acima do pavimento;

Todos estes dispositivos de corte devem ser facilmente acessíveis mesmo com os aparelhos montados. Todos estes dispositivos de corte devem ser facilmente acessíveis.

3.5- MONTAGEM DOS APARELHOS DE UTILIZAÇÃO

A montagem dos aparelhos de gás deve ser efectuada por mecânicos de aparelhos a gás credenciados pela Direcção Geral de Energia, de acordo com o Decreto-Lei N.º 97/2017.

Deve existir uma distância mínima de 0,4 m, medida na horizontal, entre as paredes mais próximas de um esquentador ou caldeira mural e o fogão, a fim de evitar que os produtos de combustão ou os vapores dos cozinhados penetrem no interior do esquentador ou caldeira mural, dando, assim, origem a uma combustão "não higiénica" e, com o decorrer do tempo, à deterioração do rendimento.

A ligação dos aparelhos à instalação de gás deve:

A ligação por tubos metálicos, rígidos ou flexíveis, é obrigatória para:

• Fornos independentes, mesas de trabalho independentes e "placas de queima"; • Aparelhos de aquecimento de água, instantâneos ou de acumulação; • Aparelhos de aquecimento de ambiente do tipo fixo.

Pode-se recorrer a ligação mediante tubos flexíveis, metálicos ou não metálicos, obedecendo às normas aplicáveis e de comprimento tão curto quanto possível, nos seguintes casos:

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• Aparelhos amovíveis de aquecimento de ambiente; • Máquinas de lavar e ou de secar roupa; • Máquinas de lavar louça.

3.6- EXECUÇÃO DA INSTALAÇÃO DE GÁS

A execução das instalações só poderá ser assumida por entidades instaladoras qualificadas e reconhecidas (com credencial) pela Direcção Geral de Geologia e Energia.

Os profissionais executantes deverão possuir a respectiva licença emitida por uma entidade reconhecida pela Direcção Geral de Geologia e Energia.

3.7- VERIFICAÇÕES E INSPECÇÕES FINAIS De acordo com Artigo 13 do DL 97/2017

Após a execução da instalação de gás, e com toda esta à vista, a empresa instaladora realizará os ensaios e demais verificações de segurança exigíveis, na presença do técnico de gás responsável pela instalação e de um representante da empresa distribuidora de gás.

Feitas estas verificações, e havendo acordo quanto aos resultados, a firma instaladora emitirá o termo de responsabilidade previsto para o efeito, sendo o duplicado entregue à empresa distribuidora.

3.7.1- ENSAIOS

Os ensaios de estanquidade das tubagens fixas, exigidos para troços cuja pressão de serviço seja igual ou inferior a 0,4 bar, devem ser executados segundo o legalmente estabelecido e procedimento acordado com o representante da empresa distribuidora:

Troços da instalação a montante do contador: pressão de ensaio a 1,5 vezes a pressão de serviço, com um mínimo de 1 bar;

Troços da instalação a jusante do contador ou a jusante do último patamar de redução: 150 mbar.

Deverão ser utilizados manómetros do tipo Bourdon, terem divisões de 5 mbar e possuírem certificado válido como sendo de incerteza máxima de 0,5%.

Período de condicionamento de ensaio: recomenda-se que o primeiro registo de pressão só ocorra ao fim de 10 minutos após a pressurização do sistema.

Período mínimo de ensaio: 15 minutos durante a vistoria (recomenda-se, contudo, que o ensaio particular da empresa instaladora seja feito durante um período mais dilatado de tempo, idealmente 6 horas).

O fluido de ensaio deve ser o ar, o azoto ou o próprio gás. No caso de a tubagem ser ensaiada com ar ou azoto esta deve ser purgada no final dos ensaios.

3.8- LEGISLAÇÃO

Todo o equipamento e a respectiva instalação deverá obedecer à legislação portuguesa em vigor, nomeadamente:

- DL 97/2017 de 10 de Agosto - Lei 59/2018 de 21 de Agosto

4- CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS 4.1- RAMAL DE ALIMENTAÇÃO DO EDIFÍCIO

O caudal instantâneo de Gás Natural a satisfazer pelo ramal de alimentação do edifício será de 3.23 m³/h. Este ramal será montado pela Empresa Distribuidora no interior da manga protectora referida em 1.3.

O dispositivo de corte geral da rede será instalado pela empresa distribuidora e o seu DN será definido pela mesma.

4.2- CAIXA DE ENTRADA DO EDIFÍCIO

As características e dimensões desta caixa poderão ser as seguintes: • Caixas metálicas;

• Caixas de material termoplástico;

• Alojamento em alvenaria ou betão com porta metálica;

• Alojamento em alvenaria ou betão com porta de material termoplástico; Quando metálicas, as caixas ou portas deverão receber protecção anti-corrosiva.

As caixas deverão poder ser abertas manualmente, sem recurso a nenhuma ferramenta ou, em alternativa, serem dotadas de postigo facilmente quebrável em caso de necessidade de actuação sobre a válvula de corte geral.

(14)

A construção das caixas e abrigos deverá prever um sistema de fixação dos equipamentos a instalar no seu interior (válvula de corte geral, redutor, contador, etc).

As dimensões das caixas e abrigos variam obviamente em função dos equipamentos que albergam (redutores de maior ou menor capacidade, ausência ou presença de contador, contador de maior ou menor capacidade, etc.). No caso presente, as dimensões mínimas deverão ser:

Altura: 800 mm;

Largura: 450 mm;

Profundidade: 280 mm. As caixas deverão satisfazer, no mínimo, o grau de protecção IP 439 da norma IEC 529.

A tampa da caixa deve conter a palavra “ Gás “ em caracteres indeléveis e legíveis do exterior e com a acessibilidade de grau 1 ao dispositivo de corte geral.

• Alcácer do Sal, 29 de Abril de 2020

Carlos Manuel G.S. Pedroso, Eng. Civil, I.S.T., OE 19032

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CALCULOS REDE DE GÁS

GÁS

Tipo Obra:

Requerente: Jose Antonio Jesus

1 kw =

860 kcal

Tipo de gás:

Natural

1 m3 = 9054 kcal (gás natural)

9054 kcal

GN

1 m3

22300 kcal

GP

Instalação sem aquecimento a gás

GN

GP

diametros

DN Ext

D int

Equipamento:

Caldeira

24 kW

2,27966 m3/h

0,9256 m3/h

28

25,6

Fogão com Forno =

10 kW

0,94986 m3/h

0,3857 m3/h

22

20

Caudal total do Fogo:

3,229512 m3/h

GN dr

0,65 densidade relativa

GP dr

1,16 densidade relativa

dc

0,62 densidade corrigida

dc

1,55 densidade corrigida

GN

Troço

Ref.

Utilizações

coeficiente

de

simultânei

dade

comprimento (m)

Caudal

diâmetro (mm)

material Pressões Relativas (mbar) Perda de Carga < 1,5 mbar

Velocidad

e

escoamen

to(m/s)

n

s

Q m3/h

real

equiv desnível (m) interior

exterior

(comer

cial)

Inicial

Final

Média

devida

escom

ento

desnível troço

acu

mul

ado

< 10 m/s

CxE - Hab

Hab

1

1

3,229512

7,53

9,036

-1

25,6

28

CU

20

19,692

19,846

0,179

0,1293 0,308 0,3 1,688572

Hab - Td

Td

1

1

3,229512

29,07

34,884

0

25,6

28

CU

19,692 19,001

19,346 0,6909

0 0,691

1 1,689389

Td - Caldeira

C

1

1

2,279655

1,2

1,44

1,2

20

22

CU

19,001 19,005

19,003 0,0497 -0,0543

-0

1 1,954458

Td - Fogão

F

1

1

0,949856

2,05

2,46

1,2

20

22

CU

19,001 19,038

19,019 0,0173 -0,0543

-0,04

1 0,814345

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