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Desenvolvimento do prototipo de uma plantadora de mudas de cebola

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Academic year: 2021

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(1)

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

E DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE

PRODUÇÃO E SISTEMAS

'DESENVOLVIMENTO DO PROTOTIPO DE UMA PLANTADORA

DE MUDAS DE CEBOLA A

“-

DISSERTAÇÃO SUBMETIDA A UNIVERSIDADE FEDERAL. DE SANTA

_ CATARINA RNUXA OBTENÇÃO DO GRAU DE MESTRE EM ENGENHARIA

'GILSON JOÃO DOS SANTOS

(2)

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DESENVOLVIMENTO DO PROTOTIPO DE UMA PLANTADORA

_ DE MUDAS DE CEBOLA

GILSON JOÃO DOS SANTOS

ESTA DISSERTAÇÃO FOI JULGADA ADEQUADA PARA A OBTENÇÃO DO TÍTULO DE

MESTRE EM ENGENHARIA `

.ESPECIALIDADE ENGENHARIA DO PRODUTO E APROVADA EM SUA FORMA FINAL

PELO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO

Prof. ` rdo M. Barcia,Ph.D. cooRDEN OR

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4* O H

N/

__ 11 H - Prof. e so Ba , Ph.D.

ORIENTDO

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Prof. Longuinho da Costa M. Leal, _

co-QRIENTADOR

APRESENTADA PERANTE A BANCA EXAMINADORAÍQ9 POST! DOS PROFESSORES:

._ //'Aí/L;_,{__ Prof. V- so - Ph.D.

Ponguínho

M.

L1,

Msc. Í _' ' lƒ.J§1/e A-Â' lá/` Pa-u o _

Se`g,

Msc. \›

(3)

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iv .AGRADECIMENTOS

Ao prof. Nelson Back pela orientaçao e colabora-

ção prestada; - “

- Ao prof. Longuinho da Costa M. Leal pelas suges-

tões, auxílio e constate incentivo; E

- Aos companheiros do Laboratõrio de Produto e

partamento de Engenharia de Produção pelo auxílio prestado;

- Ao Eng. Biase Faraco Neto e Cesar pela auxilio na

fabricaçao do protõtipo;

'- A CAPES pelo apoio financeiro;

- A EMPASC pelo apoio nos testes de campo;

- Ao amigo Edmilson Neves Silva pelas sugestões e

constante incentivo; '

-

- Ao FINEP pelo apoio financeiro concedido para exe

cuçao do projeto;

_

- A UFSC, por tornar possivel a realização deste

(5)

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RESUMO . . . . . . . .. viii AM7 BASTRACT . . . . . . . . . . . . .. ix CAPÍTULO I - INTRODUÇÃO . . . . . . . . . . .. 1

CAPÍTULO II - ANÁLISE DE coNcEPçÃo DE PLANTADORAS . . . . .. 5

2.1 - Introdução . . . . .. . . . . . . . . .. 5

2.2 - Plantadoras de Alimentação Manual . . . . .-.. 6

2.2.1 - Plantadora de Mudas de Fumo - Tipo Souza Cruz . . . . .. 6

2.2.2 - Plantadora de Mudas com Alimenta- V ção por Gravidade . . . . .;.... . . . . .. 8

2.2.3 - Plantadora de Mudas com Alimenta- ção no Sulco ...., . . . . ..i . . . . . .. -* 10

2.2.4 - Plantadora de Mudas Tipo Automo- triz de Braços Radiaís . . . . .. .12

2.2.5 - Plantadora de Mudas Tipo Duplo Dis co Flexível .. . . . . . . . .. 13

2.3 - Plantadoras de Alimentação Automãtica . . . . . . .. 15

2.3.1 - Plantadora de Mudas com Alimenta- ` ção por Fitas .. . . . . . . . . . . .. 15

2.3.2 - Plantadora de Mudas com Alimenta- ção por Bobinas . . . . . . . . . . . . . . .. 18

CAPÍTULO III - PRINCIPAIS PARÂMETROS QUE INFLUENCIAM O PROJETO DE MÃQU1NAs PLANTADORAS . . . . .. 21

3.1 - Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. '21

3.2 - Descrição dos Parâmetros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. 21

(6)

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3.2. 3.2. - Características da Muda . . . . .. 2 3 - Profundidade de Plantio . . . . .. 3.2.4 - Alimentaçao da Mãquina . . . . . . . .. 3.2.5 - Plantio . . . . .. 3.2.6 - Compactaçao e Aterramenuadashmüas »_

DESENVOLVIMENTO DE CONCEPÇÃO E MODELAGEM .

Introduçao_ . . . . ... . . . . .._ . . . . . . ..

Concepção de Mecanismos de Alimentação Au-

tomãtíca ....L . . . . . . . . . ..

4.2.1 - Alimentação por Bobinas ou Pacotes

de Mudas . . . . . . . . ..

4.2.2 - Alimentaçao por Correias . . . . ..

4.2.3 - Alimentação por Placas Verticais .

Concepção de Mecanismos de Alimentação Ma-

nual . . . . . .. . . . . . . ..

DESCRIÇÃO DA CONCEPÇÃO DA PLANTADORA DE

MUDAS DE CEBOLA . . . . ..

Introduçao . . . . . ..' . . . . ..

Descrição Geral da Concepção . . . . . ..

PROJETO PRELIMINAR, PROJETO DETALHADO E

CONSTRUÇÃO DO PROTÕTIPO . . . . . . ..

Projeto Preliminar V . . . . . . . . . . . . . . . ..

Projeto Detalhado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ..

Construçao e Montagem do Protõtipo . . . . . ..

FASE DE TESTES E REPROJETO . . . . . . . . . ..

Primeira Fase de Testes . . . . . . . . . . . . . . . . ..

Fase de Reprojeto ... . . . . . . . . . . . . . . ..

(7)

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CAPÍTULO VIII - CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES . . . . . . . . . . .;

8.1 - Introduçao .J...` . . . . . . . . . . . ..

8.2 ¬ Comparação dos Requisitos de Projetocom

_os Resultados Obtidos . . . . ..

8.3 - Recomendações para Melhoramento no Pro-

lI.I§I›ICVI. O O O O I I I I O I U O O I I O O I I I I O I I O I O OI REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS . . . . . . . . . .. ..'Í'.:'3..'.'§. :za .z.-.aàz.¿';u.›z¶‹›.«...‹..:,.. ¬'.. vii 101 101 101 103 106

(8)

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viii

RESUMO

O presente trabalho trata do desenvolvimento, cons-

truçao e teste do protõtipo de uma mãquina plantadora de mudas de

cebola.

Na fase inicial do trabalho foi efetuado um levanta

mento bibliogrãfico com o objetivo de identificar e analisar dife-

rentes concepções de mãquinas plantadoras e seus respectivos parâ-

metros com a finalidade de formar base para o dimensionamento e

projeto de uma plantadora de mudas de cebola. Com base neste estu-

do e, ainda, com o auxilio de pessoas ligadas ao setor e contatos

com agricultores, foi desenvolvida uma concepção de plantadora de

mudas, na qual procurou-se obter uma soluçao que aglomerasse as

funções de adubar e plantar mudas, e ser de fãcil manutenção e

fabricação e baixo custo.

No trabalho, além do desenvolvimento da concepçao

tem-se, tambëm, descritas a fase de modelagem, projeto preliminar,

detalhado, a construção e montagem do protõtipo e os testes de de-

sempenho realizados. ã

(9)

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The present paper deals with the development, construction, and .

testing of a prototype of an onion seedling planter.

A bibliographic research has been done during the first stages of

this project. Its goal was to identify and analize the existing

concepts of planters and their respective parameters in order to

create a basis for the dimentioning and design of an onion

seedling planter. A planter concept has been developed based on

this study, on contacts with farmers, and with the help of people

in the field. The solution aimed at incorporating fertilizing

and planting functions as well as easy of maintenance and

manufacture, and low cost.

Besides the development of the concept, this paper contains a

description of the mockup phase, detailed preliminay project,

the construction and assembly of the prototype, and the

(10)

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A cebola ë a terceira hortaliça em importância no

Brasil, sendo superadazqwnas pela batata e pelo tomate. -

As regiões produtoras de cebola caracterizam-se por

uma estrutura fundiãria onde predomina a pequena propriedade de

exploração familiar estando localizadas em ãreas com topografia

bastante variada. O seu cultivo absorve grande volume de mao-de-

-obra durante todas as fases, desde o preparo da sementeira até .a

armazenagem dos bulbos. A cebola exerce, também, importante papel

na substituição de_importações brasileiras e estaduais e na ocupa-

çao de mao-de-obra durante o inverno.

Os fatores têcnicos responsãveis pela produtividade

e qualidade da cebola estão sendo divulgados e transferidos aos ce

bolicultores pelos õrgãos responsãveis pelo setor. A absorção de

tecnologia, por parte dos agricultores, vem ocorrendo de forma bas

tante acelerada, o que, de maneira geral, tem proporcionado aumen¬

to da produtividade, com maior rendimento por hectare plantado e

bulbos de tamanho mais uniforme, com melhores caracteristicas de

mercado. `

~

Santa Catarina se destaca no cenãrio nacional como

terceiro produtor de cebola, contribuindo com 23% da produçao Bra

sileira na safra 84/85. A ãrea cultivada no Estado, neste periodo,

foi de aproximadamente 14.500 ha, concentrada principalmente nas

(11)

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Catarinense |lI. O nümero de produtores envolvidos com cebola, atp

4

almente no Estado, ë de cerca de 8.000, com ãrea media plantada

de 1,5 hectares por propriedade agricola [1

A produção da cebola em Santa Catarina. atingiu

148.000 toneladas, na safra 84/85, com' rendimento em torno de

10.200 kg/ha |l|. Apesar disso, existe uma sërie de problemas re-

lacionados a esta cultura, como comercialização defeituosa, desor

_ AL

ganização da produção, abastecimento irregular, ausência de meca-

nizaçao, etc.

71 O plantio das mudas de cebola ë feito '

manualmente

pelos agricultores que, em uma das mãos, armazenam as mudas a se-

rem plantadas e, com a outra, vão depositando-as no solo, em, sul

cos previamente abertos. Geralmente, o plantio envolve ,,todos os

membros da família, porëm, nas épocas coincidentes com outras cul-

turas, principalmente a do fumo, hã necessidade de contratação de

serviços de terceiros, fazendo com que, em muitos casos, a mão-

de-obra seja o fator determinante z da ãrea total a ser cultivada.

'

De acordo com levantamentos realizados nas regioes

produtoras, são necessãrios 56 dias para um homem plantar um hec-

tare de mudas, em 8 horas de trabalho por dia. Cada hectare agrupa

cerca de 330.000 mudas, considerando um espaçamento de 7,5 cm en-

tre mudas e 40 cm entre linhas Ill.

A proposta do presente trabalho ë desenvolver um

equipamento a ser acoplado em microtratores e que, mantendo os mes

mos espaçamentos e utilizando dois alímentadores de mudas e um

operador para o trator, permitir o plantio de 6.000 mudas/hora.

Isto representarã cerca de 5,5 dias de trabalho para o plantio de

(12)

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3

da mão-de-obra utilizada.

Como citado acima, foi previsto um microtrator pa-

ra a traçao da maquina. porque a grande maioria das propriedades

produtoras sao de pequeno porte e possuem este tipo de unidade

motora.

Em vista disto, a concepção a ser desenvolvida devej

rã atender aos requisitos de projeto abaixo relacionados:

- garantir espaçamento de plantio de 7,5 cm entre

mudas e 40 cm entre linhas;

- permitir um plantio de 3 a 4 cm de profundidade;

- realizar simultaneamente as operações de

abrir-.

- sulco, adubar, plantar

e fechar sulco; z

'

- -

ser acionada por micro-trator;

- apresentar baixo peso; '

- ser robusta e resistente;

- ser de fãcil transporte;

_

.-

- apresentar pequeno numero de peças moveis;

- ser de fãcil manutençao;

V

- não necessitar.de mão-de-obra especializada para

reparo na mãquina;

- resultar de baixo custo;

- garantir condiçoes de segurança e ergonomia.

Baseados nestes requisitos, desenvolveu-se o protõ-

tipo de uma plantadora de mudas de cebola, cujo desenvolvimento en

contra-se descrito no presente trabalho.

Assim, tem-se no capitulo 2 a descrição de diver-

sas concepções de máquinas plantadoras de mudas encontradas na

(13)

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literatura tecnica, que foram estudadas com o objetivo de identi-

ficar soluções e/ou mecanismos que pudessem ser utilizados e adap

tados para atender aos requisitos anteriores. No capítulo 3,são

analisadas as características das mudas de cebola a serem planta-

das e do solo, bem como, os parâmetros de projeto e de operação da

mãquina. O capítulo 4 trata da descriçao das alternativas de solu

çao desenvolvidas e da avaliaçao das mesmas, tendo por objetivo a

seleção da melhor solução. No capítulo 5, faz-se uma descrição da

concepção escolhida e do seu princípio de funcionamento. Os proje-

tos preliminares e detalhados, bem como, a construçao do protõtipo

estão descritos no capítulo 6. Nos dois últimos capítulos 7 e 8,

são apresentados os resultados de testes de campo e feitas suges-

(14)

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ANÁLISE DE CONCEPÇÕES DE PLANTADORAS

2.1. Introdução

No presente capítulo, serão analisadas vãrias con-

cepgüm de mãquinas plantadoras de mëdio e pequeno porte encontra

das na literatura, principalmente em patentes levantadas junto ao

INPI e.em catãlogos de fabricantes. As informações colhidas servi-

rão de base para a definição da concepção mais apropriada ã mãqui

_. .ø A ~

na proposta e determinação dos varios parametros que irao influen-

ciar o seu projeto. '

u

O principio de funcionamento das concepções existen

tes caracterizam-se por dois tipos diferentes de alimentação: ma-

nual e automãtica.

Nas mãquinas ditas de alimentaçao manual, o dispo-

sitivo plantador ë alimentado manualmente por um operador, enquan

to que as mãquinas de alimentação automãtica devem dispor de um

mecanismo de individualização e alimentação do dispositivo planta-

dor de forma automãtica.

A maioria das concepções de mãquinas plantadoras lg

vantadas, tanto de alimentação manual como de alimentação automãti

ca, não são automotrizes e sim acopladas ã barra de tração ou ao

(15)

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6 _

A seguir, serao descritas vãrias mãquinas tipicas

de cada forma de alimentaçao citada.

2.2. Plantadoras de Alimentaçao Manual

2.2.1. Plantadora de Mudas de Fumo - Tipo Souza Cruz

É uma concepção desenvolvida para o plantio do fu-

mo, que permite simultaneamente a adubaçao, o plantio no espaçamen

to mínimo de 40 cm e a adição de ãgua para facilitar a pega da mu-

da. A figura 2.1 mostra a concepção em questão.

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Fig. 2.1 - Máquina plantadora tipo Souza Cruz

(16)

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E composta de um disco de corte (1), cuja função ë

evitar que restos de culturas aglomerem-se na frente do sulcador,

prejudicando o desempenho da máquina.

Na sequência, aparecem os discos de adubação(2) que

abrem o sulco para o depõsito do adubo, numa profundidade de 10

cm. Estes discos estão acoplados na estrutura (3) da plantadora.

Logo atrãs deles, localiza-se o sulcador (4) que abre o sulco pa-

ra as mudas. É provido de duas regulagens, profundidade e desloca

mento longitudinal. A profundidade deverã ser aumentada quando a

muda resultar plantada muito superfícialmente ou mal compactada, e

deverã ser reduzida se a muda ficar muito aterrada, o que pode

ocorrer com` solo seco ou mudas de menor comprimento.

.-

O deslocamento longitudinal do sulcador devera ser

feito para trãs, se a muda ficar inclinada para trãs, ou para fren

te, no caso da muda ficar inclinada para frente.

Uma vez colocada a muda no sulco, atravës do con-

junto de braços plantadores (5), o solo no entorno das mudas u

ë

compactado através de duas rodas compactadoras (6), uma de cada la

do da linha de plantio. Estas rodas compactadoras estão inclinadas

em rehçãoíavertical de l5°, de modo a facilitar a aterração e com-

pactaçao das mudas no solo.

_ Na parte posterior da plantadora, estão conectados

dois discos de aterração (7), que tem a função de aumentar a ater-

ração das mudas, bem como, cobrir o rastro deixado pelas rodas com

pactadoras. Estes discos apresentam duas regulagens, uma da sua

profundidade e outra da sua distância lateral em relação a.linha

(17)

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8

Nesta mãquina, as mudas sao alimentadas por dois

operadores sentados nas bancadas (8), que as colocam manualmente

em três braços plantadores (5) do mecanismo plantador. Esses bra-

ços dispõem de garras nas suas extremidades, que, na posição de

alimentação se encontram abertas; em seguida, atraveš de guias (9),

as garras são fechadas para a fixação das mudas até a sua libera-

ção no sulco. Os braços plantadores são acionados, atravës de cor

rente, pelas rodas compactadoras.

Na parte anterior da mãquina, tem-se o tambor, de

ãgua (10) e o depõsito de adubo (11). Tanto o mecanismo de dosagem

da adubação como de fornecimento de

de correntes, a partir das rodas de

As mudas de fumo são

são plantadas com espaçamento de 50

ë possivel a alteração de três para

ãgua, sao acionados, atraves

sustentação (12).

armazenadas nas caixas (13) e

cm. Para espaçamentos maiores,

dois braços. V '

O fornecimento de ãgua alëm de ser necessãrio 'para

o crescimento inicial das mudas, favorece o processo de plantio

evitando-se esperar por dias chuvosos para iniciar o seu transplan

te.

A capacidade da plantadora Souza Cruz ë de 2000 mu-

das/hora, pesa cerca de 280 kg, tem 1350 mm de largura, 2130 mm de

comprimento e 1540 mm de altura.

2.2.2. Plantadora de Mudas com Alimentação por Gravidade

Esta concepção, conforme figura 2.2, ë acionada por

(18)

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9

sustentada pelas rodas de tração (3), localizado na parte anterior

4

da maquina. `

Possui dois tubos estruturais (4), os quais em sua

extremidade superior apresentam as pegas (5), onde o operador con-

duz e equilibra a mãquina.

O principio de funcionamento desta plantadora ë mui

to simples; as mudas, armazenadas na caixa (6), são depositadas ma

nualmente pelo operador na calha (7), em forma de "V". As mudas

escorregam, por gravidade, sobre a calha inclinada, até alcançarem

o sulco previamente aberto pelo sulcador (8), de formato "U", onde

são fixadas e aterrmks pelas lâminas (9), apoiadas no suporte (10).

Ao final de cada operação tem-se as mudas plantadas (ll), com es-

paçamentos relativamente grande, regulado pela agilidade e prãtica

do operador. _ ~ 4 1' `_ . 5 -H _6 . . 4 "

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(19)

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10

2.2.3. Plantadora de Mudas com Alimentação no Sulco

A maquina ë concebida para comportar o trabalho de

dois operadores, sentados um ao lado do outro, conforme, mostra a

figura 2.3.

É constituida por um chassi transversal (l), no

qual estão apoiados dois perfis verticais (2) que, nas suas extre-

^ ~

midades inferiores, tem fixados os sulcadores (3) com a funçao de

abrir o primeiro sulco. No braço transversal (4), soldado a perfis

laterais (5), estão montados os apoios (6) para o descanso dos pës

dos operadores. Outros braços transversais (7), soldados aos per-

fis (5), permitem a fixação das hastes (8) que, em suas extremida

des inferiores, suportam sulcadores de menor dimensão (9), deslo-

cados em relação ao primeiro sulcador (3) entre as abas dos quais

os operadores depositam as mudas (ver figura 2.3).

A mãquina apresenta na sua parte frontal 'superior

as caixas (10) de onde os operadores (12), sentados nas bancadas

(13) retiram as mudas (ll) para o plantio. No braço transversal

(14), localizado na traseira da mãquina, estao montados dois supor

tes verticais (15), onde encontram-se fixados os dispositivos com-

pactadores (16) e uma haste (17) para o engate da roda de sustenta

ção (18). O deslocamento do conjunto ë efetuado por .engate nos

três pontos do trator.

A figura 2.4 mostra a sequencia de plantio das' mu-

das: o sulcador maior (3) abre o sulco inicial (20) no alinhamento

x; em seguida, o sulcador menor (9) abre o segundo sulco (21), no

alinhamento y, onde o operador deposita a muda (ll) e, finalmente,

(20)

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Fig. 2.3 - Vista em perspectiva da maquina

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2.2.4. Plantadora de Mudas Tipo Automotriz de B

¬.._¬..-_ ...M-....~z,.-.««-u›..z¬.z'.:-‹...×é.~-ê\~››â‹.x-zfl‹=~â‹`;à-m~wu:‹=«;‹à‹¬‹¢zaw»~àúiz~‹.‹¡}aà.zà.‹,»..‹z.¬» .â .. ....z.›...r..,.»‹¬

. 12

raços Radiais

É constituíd a do chassi (1), conforme indicado na

figura 2.5, onde esta apoiado o motor (2) que, através de correia

(3) e da rod

V

›~7

a dentada (4), promovem o deslocamento d e maquina.

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Fig. 2.5 - Vista lateral da maquina ISI.

O engate (5) acopla a arte t

tador (6), que esta melhor es

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p mo riz ao conjunto plan

quematizado na figura 2.6.

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13

Este conjunto constitui-se do sulcador (7), em for

^

mato "U", fixado na estrutura (8). Na sequencia, aparece o disco

plantador com 12 braços radiais, acionados pelas rodas (9), que

também servem para o fechamento do sulco e compactação do solo jun

to das mudas. I

_

Nesta-mãquina, a muda (10) ë alimentada manualmente

pelo operador sentado na bancada (ll), entre o braço fixo (12) e o

fio elãstico (13), que estã normalmente frouxo. Assim que a haste

mõvel (14) encontra a guia (15), ocorre a tensão no fio elãstico

com a fixação da muda, até a posição de plantio no solo.

'

2.2.5. Plantadora de Mxhs Tipo Duplo Disco Flexível

A Na figura 2.7, estã mostrado um desenho esquemãtico

da mãquina destacando seus componentes principais ló

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Fig. 2.7 - Esquema da plantadora tipo duplo disco

(23)

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14

Esta concepção ë constituida de um chassi (1), onde

estão apoiados os discos flexíveis (2), que são acionados pelas ro

das (3) através das polias (4) e (5) e da correia (6).

A abertura do solo ë realizada pelo sulcador (7) fi

xado ao chassi pelo suporte (8). As lâminas (9), dispostas como

ilustra a figura 2.8, efetuam a ateneção das mudas no solo. A

bancada (10) comporta o operador que faz a alimentacao manual das

mudas no conjunto plantador. Este conjunto ë composto por dois

discos coaxiais de material resiliente, fixados nos saúfeixos (ll),'

que estão apoiados nos mancais (12) e unidos pela junta universal

'(13), que permite movimentos desalinhados dos discos.

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Fig. 2.8 - Vista superior do

conjunto Ióf.

Os discos flexíveis são montados de tal forma que

o contato periférico entre eles se da entre pontos prë-determina-

dos, desde a entrada até a saida das mudas, pontos "A" e “B“, res-

pectivamente, da figura 2.7.

' V

Para aumentar a rigidez dos discos flexiveis eles

são fixados coaxialmente a discos rígidos de menor diâmetro (14),

atraves de parafusos (15) e pinos elãsticos (ló).

O operador alimenta o conjunto plantador na posição

(24)

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serem plantadas são armazenadas em caixas (não mostradas), locali-

zadas acima dos discos flexíveis.

..

Uma desvantagem desta maquina, ë a dificuldade de

manter uniforme o espaçamento entre mudas, que depende da habilida

de individual do operador.

2.3. Plantadoras de Alimentação Automática

2.3.1. Plantadora de Mudas com Alimentação por Fitas

Serão descritos dois mecanismos diferentes de plan-

tio de mudas, que utilizam o mesmo dispositivo alimentador em for

ma de carretel (espiral).

O primeiro esta representado esquematicamente na fi

gura 2.9. Consiste de uma estrutura principal (l) apoiada nas ro-

das compactadoras (2). O mecanismo plantador (Sa) e (3b) utilizado

'

ë do tipo duplo disco flexível, montado entre os perfis estrutu-

I`8.lS. _

O carretel de mudas (5) ë previamente preparado pe

lo agricultor e, posteriormente, conduzido ao local de trabalho

para montagem na maquina.

A figura 2.10, representa um corte transversal da

maquina, mostrando detalhadamente o dispositivo alimentador (5)cmn

(25)

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Fig. 2.9 - Vista da montagem do dispositivo I7|.

As mudas» são montadas sobre a tira (6), Com au-

xilio dos prendedores (7), deslocando-se perpendicularmente aos

discos (3a) e (šb). Quando a tira contorna o tambor (11), os pren-

dedores se abrem, devido a curvatura dos mesmos, permitindo que as

mudas sejam transferidas e fixadas entre os discos flexíveis que

as conduzem até o solo.

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(26)

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ë feita atravës do engate (8),

ver figura 2.9. A tomada de movimento do conjunto plantador ë efe-

tuada a-partir das rodas compactadoras (2), que acionam simultanea

mente o carretel de mudas (5) e o tambor desenrolador (9), atraves

do conjunto de engrenagens (10). _ .

. A outra concepção, que utiliza um carretel como ele

mento alimentador automatico de mudas, esta mostrada na V figura

201]-O ›

O perfil estrutural (1) suporta as rodas compacta-

doras (Z) e a roda com braços plantadores (3) recebe as mudas (4),

provenientes do carretel de mudas (5).

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3 .

Fig. 2.ll - Concepção utilizando braços plantadores \1

Os inconvenientes destes mecanismos de alimentação

.- _.

-automatica sao os seguintes: montagem prévia dos carreteis; espaço

muito grandes na maquina para permitir a montagem dos carreteis;

troca frequente de Carreteis; custo elevado das fitas; danificação

(27)

fa-¡¡;.1¡z¡¢.-¡,¡-zr-‹ç¬-,__`z¿.¿._,.,,._...._¿~ ...-.-_-¬¬¬.._¬.,__:;›,?=._.¬..,,.,_¬¡,, ¿v-___-z_-~_«.^., `, ., ___, -,,,¿~_ ,..,_ -;.,›.¢¡.~.<-~z-,.« z-...-.zw--¬¬¬_ ;‹-.-:;¿<.:..z1õ:‹¬ê~a.¡»|â.4eV-_‹ê×-w~‹\szz¿›úz›« .xzzz-_ ':':_.t.'.,›:,,;-_.. ›.\-.'à=.:.2¡_..:. . '..z.›- -** "zm-_ :'

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18

2.3.2. Plantadora de Mudas-com Alimentação por Bobinas _

É constituída de duas partes principais: a bobínado

ra de mudas eia plantadora propriamente dita |8|. A primeira ë um

dispositivo para a bobinamento das mudas e,por fugir do escopo do

assunto não serã alvo de descrição.

'

V O mecanismo alimentador ë o representado esquemati-

camente na figura 2.12. A bobina de mudas (1), previamente prepara

da, ë montada no suporte (2) articulado em (3). O tambor alimenta-

dor (4) ë colocado prõximo aos discos plantadores flexíveis (5)que

têm a função de conduzir as mudas até o solo. Os carretëis desbobi

nadores (6) e (7) enrolam os fios que prendem as mudas nas bobi-

nas. O sentido de rotação do tambor e carretëis estã indicado pg

las setas na figura 2.12.

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19

Como mostra a figura 2.13, o dispositivo de alimen-

tação automãtico de mudas ë montado sobre a estrutura (8) que estã

apoiada nas rodas compactadoras (9) e nas rodas de mmtaHaçã>(lO).

A abertura dos discos plantadores flexiveis_ (5) ë

efetuada por roletes superiores (ll), que os mantêm separados para

entrada das mudas a serem plantadas. Os discos flexíveis são fecha

dos, e desta forma prendendo as mudas, atraves de guias "

laterais

(não representadas), que se estendem desde a posição de alimenta-

... ,. ~

çao ate a liberaçao das mudas no sulco. _ g

As rodas (10) estão acopladas ao eixo (12) que pode

girar dentro do tubo (13). Este tubo encontra-se apoiado na estru

tura (8) suportando, pelos braços (14), o eixo (15), que ë apoia-

do em buchas. O acionamento do conjunto plantador ë efetuado como

segue: quando as rodas (10) giram, o par de engrenagens retas (ló)

e (17) movimentam o eixo (15). Neste eixo estã montada a engrena-

A z A

gem conica (18) que, atraves de outra engrenagem conica (19), acig

na o eixo longitudinal (20); este, por sua vez, transmite movimen-

to aos discos flexíveis (5) atraves de um conjunto de engrenagens

^

conicas (21).

O transplante de mudas ocorre da seguinte maneira:

quando a mãquina avança, o tambor alimentador (4) gira e libera as

mudas, com espaçamento pré-determinado, nos discos flexíveis plan-

tadores, que as conduzem até a posição adequada de plantio no so

(29)

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per1or da concepçao com allmen-

(30)

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QUE INFLUENCIAM O PROJETO

DE MÁQUINAS PLANTAQORAS

3.1. Introdução

No presente capítulo, serão abordados os aspectos e

as influências dos diversos parâmetros operacionais e das princi¬

pais características do processo de plantio no desenvolvimento de

maquinas plantadoras de

~\f-`f+í_

mudas em geral;. v

*\ Este estudo justifica-se por permitir um melhor se-

lecionamento dos parâmetros para os quais a maquina sera projeta

da. Em determinadas situações,serã apresentada uma quantificação

dos mesmos, baseada em maquinas similares, na experiência de campo

E

levantada junto a agrõnomos, agricultores e fabricantes e em dados

4

obtidos de testes de laboratorio.

3.2. Descriçãoédos Parâmetros

^ _ ,` _

Os parametros serao descritos conforme a sequencia

apresentada a seguir;

Caracteristicas do solo.

. tipos do solos

(31)

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22

. declividade

.cormäão e adubação do solo.

Caracteristicas da muda sementeira ' _ ~ dimensoes da muda o preparação da muda. Profundidade de plantio Alimentação da mãquína . manual . automãtica Plantio

Compactaçao e aterramento das mudas.

3.2.1. Caracteristicas do Solo."

. Tipos de solo - Através-da literatura tecnica es-

pecializada e de visitas a regiões agrícolas observou-se que hã

uma grande variedade de solos para o plantio de mudas de cebola,

porem com predominância do solo tipo areno-argiloso. Este tipo

(32)

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25

mais fina e, segundo os tecnicos, ë o mais indicado para o plantio

da cebola. Possui granulometria de media a fina, o que facilita a

tarefa de transplante das mudas.

z Preparo do solo - Em torno de 15 dias antes do

plantio manual, realiza-se uma lavraçao em nivel, com profundidade

entre 15 e 20 cm. Constitui-se na etapa inicial de preparo, onde

a terra ë revolvida com a utilização de diversos tipos de arados.

Apõs a aração, ë feita a gradagem para destorroar o terreno. Depen

dendo das condições iniciais do solo, a gradagem pode ser executa-

da mais de uma vez, sendo então, possivel o plantio de mudas. Em

outras ocasiões se o terreno apresentar muitos torrões, faz-se ne-

cessãria uma operação adicional com a enxada rotativa para tornar

o solo mais fino e sem torroes, facilitando o plantio.

Os solos preparados com enxadas rotativa apresentam

o incoveniente de facilitar a erosão pelas enxurradas, pois ficam

muito finos e poeirentos, sem qualquer resistencia. Por isso, esta

tëcnica não ë muito recomendada. `

A umidade ë preferida para o plantio da cebola,

em-`

bora esta cultura resista bem as ëpocas de estiagem. Assim, otflans

plante das mudas pode ser efetuado em terrenos secos, sem a neces-

sidade de adicionar agua durante a operação de plantio.

. Declividade - A declividade nas regioes do Estado

de Santa Catarina onde se pratica o cultivo da cebola ë bastante

variavel, havendo predominância dos terrenos do tipo suave ondula-

do, com inclinações variando de 5 a 10%. Para solos com `mais de

-_ de declividade, recomenda-se a execução de praticas conserva

cionistas, tais como construir terraços canais escoadmnos e di-

\.) `,"'l o\°

(33)

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2

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a ser desenvolvido devera apresentar caracteristicas de estabili-

dade para operar em terrenos de considerãvel declividade.

. Correção e adubação do solo - A cebola ë muito

sensível ãs condições de acidez, exigindo que solos com acidez ele

vada~sejam corrigidos l . Faz-se a correção da fertilidade do so-

lo atraves da utilizaçao de fertilizantes fosfatados e potãssicos,

cujas quantidades são determinadas atraves dos resultados da anã-

lise do solo. Outro cornflivo utilizado, para melhorar as caracte

risticas do solo, ë o calcãrio. Este deve ser distribuido unifor-

memente em toda a superficie do solo e incorporado em torno de lS

a 20 cm de profundidade.

Por-ocasião do plantio, ë realizada a adubação do

~ ^

terreno, que pode ser orgânica ou mineral. A adubaçao organica ë

efetuada através de residuos vegetais, esterco curtido ou qualquer

outro material de natureza orgãnica. A adubação mineral, no plan-

tio manual, ë realizada antes do transplante, por adubadoras de

tração mecãnica ou animal. Esta operação pode, tambem, ser efetua-

da simultaneamente com o plantio mecanizado. Recomenda-se usar em

A

media 20 g de adubo por metro linear de terreno, o que correspon

de a 1,5 g por muda-plantada, considerando um espaçamento de 7,5

cm entre mudas na linha [l|.

4

O adubo depositado e,geralmente, do tipo NPKE%20-lO,

devendo ser bem misturado com a terra para evitar a queima das

mudas pelo contato direto. A aplicação do adubo pode ser tanto

abaixo como ao lado da muda. Recomenda-se colocar o adubo a uma

profundidade de 7 a lO cm quando for aplicado abaixo da planta e

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