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FORTISSIMO Nº PRESTO VELOCE 5 / ABR 6 / ABR

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Academic year: 2021

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(1)

PRESTO

VELOCE

5 / A B R

6 / A B R

(2)

Fabio Mechetti, regente Gabriela Montero, piano

P R O G R A M A

I N T E R V A L O

ALBERTO

NEPOMUCENO

Sinfonia em sol menor

Allegro. Com enthusiasmo Andante quasi Adagio

Presto – Intermezzo: Andante agitato – Presto

Ministério da Cultura e

Governo de Minas Gerais

apresentam

PRESTO

VELOCE

5 / A B R

6 / A B R

GABRIELA

MONTERO

Concerto Latino

Mambo Andante moderato Allegro venezolano

Série Brasileira

Alvorada na Serra: Lentamente Intermédio: Allegretto

Sesta na rede: Andante

Batuque: Moderato e muito ritmado

ALBERTO

(3)

Dentre os compositores brasileiros marginalmente conhecidos se encon-tra Alberto Nepomuceno, represen-tante do período de transição entre o Romantismo do fim do século XIX e o Nacionalismo mais evidente nas primeiras décadas do século pas-sado. Para a melhor divulgação deste importante compositor no Brasil e no exterior, a Filarmônica entrou em parceria com o Itamaraty para grava-ções de obras de vários compositores nacionais a serem distribuídas pelo importante selo Naxos. A bela Sinfonia

em sol menor, que exibe esse apego

ao Romantismo europeu, e a Suíte

Brasileira, que já mostra a linguagem

Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais desde sua criação, em 2008, Fabio Mechetti posicionou a orquestra mineira no cenário mundial da música erudita. Além dos prêmios conquistados, levou a Filarmônica a quinze capitais brasileiras, a uma turnê pela Argen-tina e Uruguai e realizou a gravação de oito álbuns, sendo três para o selo internacional Naxos. Natural de São Paulo, Mechetti serviu recentemente como Regente Principal da Filarmônica da Malásia, tornando-se o primeiro

regente brasileiro a ser titular de uma orquestra asiática.

Nos Estados Unidos, Mechetti esteve quatorze anos à frente da Orquestra Sinfônica de Jacksonville e, atualmente, é seu Regente Titular Emérito. Foi tam-bém Regente Titular das sinfônicas de Syracuse e de Spokane, da qual hoje é Regente Emérito. Regente Associado de Mstislav Rostropovich na Orquestra Sinfônica Nacional de Washington, com ela dirigiu concertos no Kennedy Center e no Capitólio. Da Sinfônica de San Diego, foi Regente Residente. Fez sua estreia no Carnegie Hall de Nova York conduzindo a Sinfônica de Nova Jersey. Continua dirigindo inú-meras orquestras norte-americanas e é convidado frequente dos festivais de verão norte-americanos, entre eles os de Grant Park em Chicago e Chautauqua em Nova York.

Igualmente aclamado como regente de ópera, estreou nos Estados Unidos dirigindo a Ópera de Washington. No seu repertório destacam-se produções de Tosca, Turandot, Carmem, Don

Giovanni, Così fan tutte, La Bohème, Madame Butterfly, O barbeiro de Sevilha, La Traviata e Otello.

Suas apresentações se estendem ao Canadá, Costa Rica, Dinamarca, Escandi-návia, Escócia, Espanha, Finlândia, Itália, Japão, México, Nova Zelândia, Suécia e Venezuela. No Brasil, regeu todas as importantes orquestras brasileiras. Fabio Mechetti é Mestre em Regência e em Composição pela Juilliard School de Nova York e vencedor do Concurso Internacional de Regência Nicolai Malko, da Dinamarca.

FABIO

MECHETTI

Diretor Artístico e Regente Titular

mais associada à influência do folclore brasileiro na música de Nepomuceno, são duas das obras desta noite que serão registradas nesse projeto.

Dentro desse espírito nacionalista, e voltando a dar as boas-vindas à grande pianista venezuelana Gabriela Montero, apresentaremos, pela pri- meira vez em Belo Horizonte, o Concerto

Latino, composto pela própria

intér-prete, o que certamente contribuirá para uma apresentação inesquecível.

A todos, um bom concerto.

FABIO MECHETTI FO TO: RAF AEL MO TT A

CAROS AMIGOS

E AMIGAS,

(4)

FO

TO: SHELLEY MOSMAN

GABRIELA

MONTERO

Com suas interpretações visionárias e dom único para a improvisação, Gabriela Montero vem ganhando admiradores em todo o mundo. Anthony Tommasini, do The New York Times, salientou: “A interpretação de Montero tinha de tudo: um crepitante brio rítmico, matizes sutis, forte potência, lirismo comovedor, expressividade implacável”.

Gabriela tem se apresentado com impor-tantes orquestras do mundo, entre elas as filarmônicas de Los Angeles, Nova York, Roterdã e Real de Liverpool; Gewandhaus de Leipzig, Sinfônica NDR de Hamburgo, Academia of St Martin in the Fields; as sinfônicas de Viena, Chicago, San Francisco, Nacional do México, Barcelona, Sydney e Toronto. Em 2016 foi solista com a Filarmônica de Minas Gerais e recentemente fez sua estreia no BBC Proms.

Esteve em salas como Avery Fisher Hall, Kennedy Center, Wigmore Hall, Viena Konzerthaus, Philharmonie de Berlim, Frankfurt Alte Oper, Cologne Philharmonie, Leipzig Gewandhaus, Sydney Opera House, Amsterdam Concertgebouw, Luxembourg Philharmonie, Museu Gulbenkian de Lisboa, Tokyo Orchard Hall, Manchester Bridgewater Hall e Sala Minas Gerais.

Além de suas brilhantes interpretações do repertório de piano, Gabriela é famo-sa por sua capacidade de improvifamo-sar, compor e tocar novas obras em tempo real. Suas gravações são muito procu-radas e já lhe renderam prêmios como o Grammy Latino e dois Echo Klassik. Estreou como compositora com o poe-ma sinfônico Ex Patria, de 2001. Seu

Concerto Latino foi lançado pela MDR

Sinfonieorchester dirigida por Kristjan Järvi, tendo Gabriela como solista. Nascida na Venezuela, Gabriela apresen- tou-se em público pela primeira vez aos cinco anos de idade e, aos oito, estreou em concerto. Estudou nos Estados Unidos e na Academia Real de Música de Londres, com Hamish Milne. Por seu compromisso com os direitos humanos, foi nomeada consulesa honorária da Anistia Internacional.

NEPOMUCENO

A L B E R T O

S I N F O N I A E M S O L M E N O R

S É R I E B R A S I L E I R A

Fortaleza, Brasil, 1864 – Rio de Janeiro, Brasil, 1920

1893/1896 / 32 minutos

Última apresentação: 17/04/2014 — Marcos Arakaki, regente

1891 / 20 minutos

Primeira apresentação com a Filarmônica

Em 1897 Alberto Nepomuceno apre-sentou, em primeira audição no Brasil, a Sinfonia em sol menor e a

Série Brasileira. As peças sinalizavam

dois aspectos primordiais de sua pro-dução: a admirável feitura artesanal da Sinfonia refletia a maestria técnica adquirida pelo compositor em longos anos de aprendizado europeu. Já a

Série tornou-se um marco inicial para

a orientação nacionalista da música brasileira – no Batuque final a percus- são inclui um reco-reco, o que enfure-ceu a crítica mais ortodoxa da época.

Duas décadas depois, os críticos mo-dernistas consagravam Nepomuceno como um arauto do nacionalismo musical brasileiro. De fato, o com-positor foi dos primeiros a empregar sistematicamente elementos do nosso folclore em suas composições, além de empreender uma intensa campanha pelo canto em português, enfrentando a reação crítica violenta

dos que consideravam nossa língua imprópria para a canção lírica. No contexto da obra de Nepomuceno, porém, os aspectos nacionalizantes representam apenas uma possibili- dade estética entre muitas outras – seus ideais nacionalistas se inspiravam em modelos europeus (na Escola Russa do Grupo dos Cinco e na música de Grieg), constituindo influências tão sugestivas e fascinantes quanto o wagnerismo contemporâneo.

Aos 24 anos, Alberto Nepomuceno iniciou seus estudos na Europa. Em

Piccolo, 2 flautas, 2 oboés, 2 clarinetes, 2 fagotes, 4 trompas, 3 trompetes, 3 trombones, tuba, tímpanos, percussão, cordas. Piccolo, 2 flautas, 2 oboés,

2 clarinetes, 2 fagotes, 4 trompas, 3 trompetes, 3 trombones, tuba, tímpanos, percussão, harpa, cordas.

(5)

de Schoenberg. Seu notável trabalho como professor foi decisivo para im-por seus pontos de vista à crítica e ao público contemporâneos. Entre seus alunos, destacam-se Luciano Gallet e Lorenzo Fernandez.

Como maestro da Associação de Con-certos Populares, apresentou no Rio de Janeiro, em primeiras audições brasileiras, obras contemporâneas de compositores europeus (como o

Prélude à L’après-midi d’un faune de

Debussy). Na Europa, realizou diver-sos concertos de música brasileira.

Visando a valorização dos composito-res nacionais, Alberto Nepomuceno responsabilizou-se pela publicação da obra de jovens talentos; entre outros, Villa-Lobos. Paralelamente, empenhou-se no trabalho de recuperação de obras antigas, sobretudo as do Padre José Maurício Nunes Garcia, cuja Missa festiva regeu na inauguração da igreja Nossa Senhora da Candelária do Rio de Janeiro.

A Sinfonia em sol menor de Nepomuceno é – ao lado da Sinfonia op. 43 de

Henrique Oswald – a única obra do gênero no Romantismo brasileiro. Foi composta em Berlim e revela a influência direta de Brahms (principalmente no primeiro movimento), de Wagner e de Tchaikovsky. Entretanto, a Sinfonia é bastante original e, como observa Edino Krieger, deveria figurar habitualmente entre as obras-primas do sinfonismo romântico. Conceituados compositores e críticos a consideram a sinfonia mais importante escrita por um músico ame-ricano no século XIX. (Curiosamente, ela é contemporânea à Sinfonia do Novo

Mundo, encomendada pelos norte-

americanos ao tcheco Antonín Dvorák).

Alberto Nepomuceno faleceu no Rio de Janeiro. Poucos dias antes, Richard Strauss regeu no Teatro Municipal seu prelúdio para O garatuja, comédia lírica baseada na obra homônima de José de Alencar.

Paulo Sérgio Malheiros dos Santos

Pianista, Doutor em Letras, professor na UEMG, autor dos livros Músico, doce

músico e O grão perfumado – Mário de Andrade e a arte do inacabado. Apresenta

o programa semanal Recitais Brasileiros, pela Rádio Inconfidência.

Editora

Academia Brasileira de Música

Referências — Sinfonia em sol menor Referências — Série Brasileira

Para ler

Vasco Mariz – História da Música no Brasil – Nova Fronteira – 2000 Para ouvir CD Alberto Nepomuceno – Orquestra Sinfônica Brasileira – Edoardo de Guarnieri, regente – Movieplay Brasil – 1999 (Gravação original: Golden Slumbers Studio, 1959) Para assistir Filarmônica de Goiás – Guilherme Mannis, regente – Acesse: fil.mg/nsinfsolmenor Roma, no Liceu Musical Santa Cecília, estudou piano com Giovanni Sgambati e harmonia com Cesare de Sanctis, cujo Tratado de Harmonia enviou a Leopoldo Miguez, para ser adotado no recém-fundado Instituto Nacional de Música do Rio de Janeiro.

Em Berlim, foi aluno de composição de Herzogenberg, grande amigo de J. Brahms, compositor que Nepomuceno admirava e pôde assistir em concertos vienenses. Na capital austríaca, estudou alta interpretação pianística, quando teve como colega sua futura esposa, a pianista norueguesa Walborg Bang, aluna de Edvard Grieg. A amizade dura-doura com esse representante máximo do nacionalismo romântico nórdico reavivou os interesses do compositor cearense pelos estudos folclóricos.

A Série Brasileira, em quatro partes, foi escrita em Berlim, aos 27 anos. A primeira, Alvorada na serra, inicia-se com o tema folclórico Sapo Cururu e, na parte central, apresenta um solo de harpa. O Intermédio seguinte é a or- questração do Allegretto do Quarteto

nº 3 do compositor, com vivacidade

de um scherzo e o ritmo do maxixe. Sesta na rede, verdadeiro acalanto cearense, faz contraste com as partes rítmicas da Série, que termina com o polêmico Batuque.

De volta ao Brasil, Nepomuceno imbuiu-se da missão de modernizar o ambiente musical brasileiro, participando efetiva-mente em diversos setores da cultura nacional. Tinha grande admiração pelo escritor cearense José de Alencar que, em seus romances, buscava uma lín-gua diferenciada do modelo português. Mirando-se no exemplo de Alencar, Nepomuceno compôs uma série de canções em parceria com importan-tes escritores da época (Coelho Netto, Machado de Assis e Olavo Bilac): “Não tem pátria um povo que não canta em sua língua”, dizia. Ao todo, compôs 87 canções, sendo 53 em português (as ou-tras em francês, italiano, alemão e sueco).

Dedicou-se ao ensino e foi diretor do Instituto Nacional de Música por duas gestões. Com objetivos didáticos tra-duziu, em 1916, o Tratado de Harmonia

Editora da Osesp Para ouvir CD Alberto Nepomuceno – Orquestra Sinfônica Brasileira – Souza Lima, regente – Polygram Discos Brasil, 1999 (Gravação original: Festa, 1959) Para assistir Filarmônica de Goiás – Eliseu Ferreira, regente – Acesse: fil.mg/nseriebrasileira

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2 flautas, 2 oboés, 2 clarinetes, 2 fagotes, 2 trompas, 2 trompetes, 2 trombones, tímpanos, percussão, harpa, cordas.

MONTERO

G A B R I E L A

Caracas, Venezuela, 1970 Conta-se que a mãe de Gabriela

Montero a ninava cantando a melo- dia do hino nacional venezuelano. Qual não foi sua surpresa ao perce-ber que, aos quinze meses de idade, aquela criança tirava de ouvido, em seu pianinho de brinquedo, o familiar tema do hino nacional de seu país. De sua mais tenra infância, data então sua intimidade com a música e sua paixão especial pela improvisação. Tão precoce talento só poderia desenvolver-se meteo-ricamente. Assim, Montero iniciou seu estudo formal de piano aos quatro anos sob orientação de Lyl Tiempo. Aos cinco, fez sua primeira apresentação pública e, aos oito, solou o Concerto para piano em

Ré maior de Haydn com a Orquestra

Jovem Nacional da Venezuela (futura Orquestra Jovem Simón Bolívar) regida por José Antônio Abreu, idealizador do sistema de educação musical difuso, El Sistema. Contemplada com uma bolsa de estudos do governo venezuelano, Montero mudou-se em 1978 para

os Estados Unidos, onde foi orien-tada por Rosalina Sackstein e Edna Golansky. Entrou em 1990 para a Royal Academy of Music, em Londres, onde recebeu orientação de Hamish Milne e Andrzej Estérhazy, gradu-ando-se em 1993. Entre suas inú-meras conquistas, estão o 3º lugar no Concurso Chopin, em Varsóvia, em 1995, o prêmio Joseph Hoffman da Competição Internacional de Piano de Palm Beach, em 1987, bem como o AMSA Young Artist International Piano Competition de 1983, em Cincinnati.

Conhecida principalmente por sua brilhante carreira como intérprete e por reinserir e promover, por incen-tivo de Martha Argerich, a prática da improvisação dentro do ambiente da música de concerto, Gabriela Montero entende ser esta prática uma forma única de se conectar com seu público e de permitir que também seu público se conecte com ela. Embora acredite ser a improvisação “a mais pura forma

de criatividade musical”, sabe que também a execução e a composição constituem, junto à improvisação, os três elementos inseparáveis de seu fazer musical. Entretanto, apenas em 2011 oficializou sua carreira como compositora, ao estrear seu opus 1,

Ex Patria, poema sinfônico para

pia-no e orquestra em que expressa seu desconforto diante da atual situação política de seu país natal.

Embora tenha declarado publica-mente sua intenção de compor um concerto para piano e orquestra em 2010, o Concerto Latino seria estrea-do apenas em 20 de março de 2016, na Gewandhaus, em Leipzig, pela Orquestra Sinfônica MDR regida

por Kristjan Järvi, tendo a composi-tora como solista. A obra é uma ode ao espírito latino-americano e, em especial, às idiossincrasias musicais caribenhas. O Concerto apresenta um exuberante primeiro movimento em que o tema de abertura coincidente-mente evoca o segundo movimento das Bachianas nº 4 – Coral (Canto do Sertão) –, de Villa-Lobos, e explora elementos de conga e de son, um estilo de canto e dança originário de Cuba. Seu segundo movimento dá vazão às livre associações entre o repertório musical europeu e ele-mentos líricos da cultura popular latino-americana. Finalmente, o

Allegro venezolano final faz ouvir com

energia elementos tradicionais do

joropo, gênero musical e de dança

característico da cultura llanera que floresceu na bacia do rio Orinoco.

Instrumentação

Igor Reyner Pianista, Mestre em

Música pela Universidade Federal de Minas Gerais e Doutor em Literatura pelo King’s College London.

Referências

Para ouvir CD Gabriela Montero – Rachmaninov; Montero – Youth Orchestra of the Americas – Carlos Miguel Prieto, regente – Gabriela Montero, piano – Orchid Classics ORC100047 – 2015 Para assistir MDR Sinfonieorchester – Kristjan Järvi, regente – Gabriela Montero, piano – Acesse: fil.mg/mlatino

C O N C E R T O L A T I N O

2016 / 40 minutos

Primeira apresentação com a Filarmônica

Editoração da autora

(7)

ORQUESTRA

FILARMÔNICA

DE MINAS GERAIS

Diretor Artístico e Regente Titular Regente Associado

Fabio Mechetti

* principal ** principal associado *** principal assistente **** principal assistente substituta Primeiros Violinos

Anthony Flint – Spalla Rommel Fernandes –

Spalla associado

Ara Harutyunyan –

Spalla assistente

Ana Paula Schmidt Ana Zivkovic Arthur Vieira Terto Bojana Pantovic Dante Bertolino Joanna Bello Roberta Arruda Rodrigo Bustamante Rodrigo M. Braga Rodrigo de Oliveira Segundos Violinos Frank Haemmer * Hyu-Kyung Jung **** Gideôni Loamir Jovana Trifunovic Luka Milanovic Martha de Moura Pacífico Matheus Braga Radmila Bocev Rodolfo Toffolo Tiago Ellwanger Valentina Gostilovitch Violas

João Carlos Ferreira * Roberto Papi *** Flávia Motta Gerry Varona Gilberto Paganini Juan Díaz Katarzyna Druzd Luciano Gatelli Marcelo Nébias Nathan Medina Violoncelos Philip Hansen * Robson Fonseca *** Camila Pacífico Camilla Ribeiro Eduardo Swerts Emília Neves Lina Radovanovic Lucas Barros William Neres Contrabaixos Nilson Bellotto * André Geiger *** Marcelo Cunha Marcos Lemes Pablo Guiñez Rossini Parucci Walace Mariano Flautas Cássia Lima * Renata Xavier *** Alexandre Braga Elena Suchkova Oboés Alexandre Barros * Públio Silva *** Israel Muniz Moisés Pena Clarinetes Marcus Julius Lander * Jonatas Bueno *** Ney Franco Alexandre Silva Fagotes Catherine Carignan * Victor Morais *** Andrew Huntriss Francisco Silva Trompas

Alma Maria Liebrecht * Evgueni Gerassimov *** Gustavo Garcia Trindade José Francisco dos Santos Lucas Filho Fabio Ogata Trompetes Marlon Humphreys * Érico Fonseca ** Daniel Leal *** Tássio Furtado Trombones Mark John Mulley * Diego Ribeiro ** Wagner Mayer *** Renato Lisboa Tuba Eleilton Cruz * Tímpanos Patricio Hernández Pradenas * Percussão Rafael Alberto * Daniel Lemos *** Sérgio Aluotto Werner Silveira Harpa Clémence Boinot * Teclados Ayumi Shigeta * Gerente Jussan Fernandes Inspetora Karolina Lima Assistente Administrativa Débora Vieira Arquivista Ana Lúcia Kobayashi Assistentes Claudio Starlino Jônatas Reis Supervisor de Montagem Rodrigo Castro Montadores Hélio Sardinha Klênio Carvalho Risbleiz Aguiar

Marcos Arakaki

INSTITUTO CULTURAL FILARMÔNICA

Governador do Estado de Minas Gerais Fernando Damata Pimentel

Vice-governador do Estado de Minas Gerais Antônio Andrade

Secretário de Estado de Cultura de Minas Gerais Angelo Oswaldo de Araújo Santos

Secretário de Estado Adjunto de Cultura de

Minas Gerais João Batista Miguel

Oscip – Organização da Sociedade Civil de Interesse Público — Lei 14.870 / Dez 2003

Conselho Administrativo Presidente emérito Jacques Schwartzman Presidente

Roberto Mário Soares Conselheiros Angela Gutierrez Arquimedes Brandão Berenice Menegale Bruno Volpini Celina Szrvinsk Fernando de Almeida Ítalo Gaetani Marco Antônio Pepino Marco Antônio Soares da Cunha Castello Branco Mauricio Freire Octávio Elísio Paulo Brant Sérgio Pena Diretoria Executiva Diretor Presidente Diomar Silveira Diretor Administrativo-financeiro Estêvão Fiuza Diretora de Comunicação Jacqueline Guimarães Ferreira Diretora de Marketing e Projetos Zilka Caribé Diretor de Operações Ivar Siewers Equipe Técnica Gerente de Comunicação Merrina Godinho Delgado Gerente de Produção Musical Claudia da Silva Guimarães Assessora de Programação Musical Gabriela de Souza Produtores Luis Otávio Rezende Narren Felipe Analistas de Comunicação Marciana Toledo Mariana Garcia Renata Gibson Renata Romeiro Analista de Marketing de Relacionamento Mônica Moreira Analistas de Marketing e Projetos Itamara Kelly Mariana Theodorica Assistente de Marketing de Relacionamento Eularino Pereira Assistente de Produção Rildo Lopez Auxiliares de Produção André Barbosa Jeferson Silva Equipe Administrativa Gerente Administrativo-financeira

Ana Lúcia Carvalho Gerente de Recursos Humanos Quézia Macedo Silva Analistas Administrativos João Paulo de Oliveira Paulo Baraldi Analista Contábil Graziela Coelho Secretária Executiva Flaviana Mendes Assistente Administrativa Cristiane Reis Assistente de Recursos Humanos Vivian Figueiredo Recepcionista Meire Gonçalves Auxiliar Administrativo Pedro Almeida Auxiliares de Serviços Gerais Ailda Conceição Rose Mary de Castro

Mensageiros Bruno Rodrigues Douglas Conrado Jovem Aprendiz Geovana Benicio

Sala Minas Gerais Gerente de Infraestrutura Renato Bretas Gerente de Operações Jorge Correia Técnicos de Áudio e de Iluminação Pedro Vianna Rafael Franca Assistente Operacional Rodrigo Brandão Fortissimo O Fortissimo está indexado aos sistemas nacionais e internacionais de pesquisa. Você pode acessá-lo também em nosso site. Abril nº 5 / 2018 ISSN 2357-7258 Editora Merrina Godinho Delgado Edição de texto Berenice Menegale

(8)

Restaurantes

NO CONCERTO...

AGENDA

DIAS 5 E 6, 20h30 Presto e Veloce DIA 14, 18h Fora de Série / França DIA 19, 20h30 Laboratório de Regência DIAS 26 E 27, 20h30 Allegro e Vivace

Seja pontual.

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Sala Minas Gerais.

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Abril / 2018

Faça silêncio

e evite tossir.

Evite trazer crianças

abaixo de 8 anos.

Rua Pium-í, 229

Cruzeiro Rua Juiz de Fora, 1.257Santo Agostinho

Batuque, de Johann Moritz Rugendas

JÁ TEM INGRESSO

PARA ELGAR?

Nos dias 26 e 27 de abril, o Concerto para violoncelo

de Elgar será interpretado por Victor Julien-Laferrière,

vencedor do concurso Rainha Elisabeth 2017.

Comprando na bilheteria, não há taxa de conveniência de

20% sobre o valor do ingresso. Aproveite que você está na

Sala Minas Gerais e compre seu ingresso hoje mesmo.

FO

TO: LIODOH KANEK

O

"Um concerto que deixa

livre a alma do instrumento."

Pablo Casals

(9)

/ filarmonicamg

Rua Tenente Brito Melo, 1.090 - Barro Preto CEP 30.180-070     | Belo Horizonte – MG (31) 3219.9000  | Fax (31) 3219.9030

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