Local:Swan Hotel - Av. Cristovão Colombo, 3192 -Porto Alegre -RS
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APA - APU - APdeBA - APC
PROGRAMA DA
V JORNADA LACAN NA IPA
Porto Alegre – 15 e 16 de Junho
Dia 15 de Junho de 2012 - Sexta feira
15h30min – ABERTURA
Presidentes
FEBRAPSI – Gleda Brandão Araujo| SBPdePA – Helena Surreaux
SPPA – Viviane S. Mondrzak | SPPEL – José F. Rotta Pereira
COORDENADOR: Leonardo Francischelli (SBPdePA)
16h às 17h30min
–
PAINEL -
O REAL, O SIMBÓLICO E O IMAGINÁRIO: O
SUJEITO E O SINTOMA.
1. Alberto Cabral – Argentina (APA) 2. Laura Ward da Rosa – Brasil (SBPdePA) COORDENADOR: José Carlos Calich (SPPA)
COFFEE BREAK
18h às 19h30min -
GRUPOS DE TRABALHO
GRUPO 1 – Psicanálise com Crianças – Adolescentes: Os Três Registros em sessão A. “Demos toda sua importância à mãe, e à relação simbólica imaginária da criança com ela. Dissemos que
a mãe se apresenta para a criança com a exigência daquilo que lhe falta, a saber, o falo que não tem. Dissemos: este falo é imaginário. Ele é imaginário para quem?” (O Seminário de Lacan nº 4, pag. 266) B. “Recordamos, pois de que modo a relação especular vem a tomar seu lugar e a depender do fato de que o sujeito se constitui no lugar do Outro, e de que sua marca se constitui na relação com o significante”. (O Seminário de Lacan nº 10, pag. 41)
C. “O sintoma da criança está na medida de responder ao que há de sintomático na estrutura familiar. O sintoma pode representar a verdade do casal parental” (Duas notas sobre a criança)
1. Magdalena Filgueira (APU) 2. Roberto Graña (SPPEL)
GRUPO 2- RSI E O SINTOMA DE FREUD A LACAN
A. “... El sintoma es indicio y sustituto de una satisfacción pulsional interceptada, es un resultado del proceso represivo. La represión parte del yo, quien, eventualmente por encargo del superyó, no quiere acatar una investidura pulsional incitada en el ello. Mediante la represión, el yo consigue coartar el devenir conciente de la representación que era la portadora de la moción desagradable”. (Sigmund Freud Obras Completas V.20, pag.87)
B. “Digo que é preciso supor tetrádico o que faz o laço borromeano – perversão quer dizer apenas
versão em direção ao pai¹¹ -, em suma, o pai é um sintoma, ou um sinthoma, se quiserem.
Estabelecer o laço enigmático do imaginário, do simbólico e do real implica ou supõe a ex-sistência do sintoma. (...), esquematiza o imaginário, o simbólico e o real como separados uns dos outros. Vocês tem a possibilidade de ligá-los. Com o quê? Com o sinthoma, o quarto”. (O Seminário de Lacan nº 23, pag. 21)
1. Emilce Cardozo (APA) 2. Alberto Moreno (APU) 3. Leo Cardón (APA) – Curitiba
COORDENADOR: Fernando Kunzler (SBPdePA) GRUPO 3-RSI E O CORPO
A. O sujeito está capturado pela imagem de seu corpo. Este ponto explica muitas coisas e, em primeiro lugar, o privilégio que tem dita imagem para ele. Seu mundo, se é que esta palavra tem algum sentido, seu Umwelt, o que o rodeia, ele o corpo-reifica, o faz coisa à imagem de seu corpo. (Conferência de Genebra, 1975).
B. No fenômeno psicossomático: "Tudo se passa como se algo estivesse escrito no corpo, alguma coisa que nos é dado como um enigma" (Conferência de Genebra, 1975).
C. Qual a espécie de gozo que encontramos no psicossomático? Se eu evoquei uma metáfora como a do "congelado", é porque exista efetivamente essa espécie de fixação... o corpo se deixa levar a exercer algo da ordem do número. (Conferência de Genebra, 1975).
1. Javier Garcia – Uruguai (APU) 2. Roaldo Machado (SPPA) 3. Miguel Angel Hadida (APA)
COORDENADORA: Ane Marlise Port Rodrigues (SBPdePA)
20h -
DIÁLOGO:
A MISTERIOSA PRESENÇA DO REAL
1. Carlos Barredo – (APdeBA) 2. Victória Korin (APA)
COORDENADOR: Leonardo Francischelli - (SBPdePA)
Dia 16 de junho-Sábado
9h às 10h30min – DISCUSSÃO DE MATERIAL CLÍNICO COORDENADORA: Astrid Müller Ribeiro (SBPdePA)
10:30h ás 11h - COFFEE BREAK
11h às 12h30min
– GRUPOS DE TRABALHO
GRUPO 1- A ANGÚSTIA E A SUBJETIVAÇÃO CONTEMPORANEA
A. “Esse objeto a, do qual só fizemos esboçar as características constitutivas, e que hoje pomos aqui na ordem do dia, é sempre dele que se trata quando Freud fala de objeto a propósito da angústia” (Seminário de Lacan nº10, A angustia, pag.50).
B. “Quando surge a angústia? A angústia surge quando um mecanismo faz aparecer alguma coisa no lugar que chamarei, para me fazer entender, de natural, ou seja, o lugar menos phi, que corresponde do lado direito, ao lugar ocupado, do lado esquerdo, pelo a do objeto do desejo”. (Seminário de Lacan nº10, A Angustia, pag.51).
C. “Vean todo lo que se há escrito sobre la angustia, siempre se insiste en esto – el miedo tiene una referencia a un objeto, mientras que la angustia es supestamente sin objeto. Yo digo, por el contrario que la angustia no es sin objeto. Lo he articulado hace ya mucho tiempo y es muy evidente que sigo teniendo todavia el dever de explicarseló.” ( Seminário de Lacan nº 17, pág. 157).
1. Carlos Barredo (APdeBA) 2. Alberto Cabral (APA)
COORDENADORA: Heloisa Toneto (SPPA)
GRUPO2 – OS TRES TEMPOS DO ÉDIPO E OS TRES REGISTROS
A. “Para que haja alguma coisa que faz com que a lei seja fundada no pai é preciso haver o assassinato do pai” (Seminário de Lacan nº5 pag. 152)
B. “De que trata a metáfora paterna? Há, propriamente, no que foi constituído por uma
simbolização primordial entre a criança e a mãe, a colocação substitutiva do pai como símbolo, ou significante, no lugar da mãe. Veremos o que quer dizer esse no lugar da, que constitui o
ponto axial, o nervo motor, a essência do progresso representado pelo complexo de Édipo”.(Seminário de Lacan nº5, pág. 186)
C. “Primeiro tempo; O que a criança busca como desejo de desejo, é poder satisfazer o desejo da mãe, isto é “to be or not to be” o objeto de desejo da mãe” (Seminário de Lacan nº5 pág. 197). “Segundo tempo; O pai intervém efetivamente como privador da mãe...” (Seminário de Lacan nº5 pág. 198).
“Terceiro tempo; o pai pode dar à mãe o que ela deseja, e pode dar porque o possui” (seminário nº 5 pág. 200)
Obs.: Recomenda-se a leitura dos capitulas 8,9 e 10 do Seminário de Lacan nº 5
1. Maria Elisabeth Cimenti (SPPA) 2. Irene Schijman (APA)
3. Zuli O’Neill (APU)
COORDENADORA: Laura Ward da Rosa (SBPdePA) GRUPO 3 - A TÉCNICA PSICANALÍTICA HOJE
A. “Vocês não podem deixar de ver, nessa formula, a massa ideacional, algo que se avizinha singularmente da formula que pude lhes dar, isto é, que a contratransferência nada mais é do que a função do ego do analista, o que chamei a soma dos preconceitos do analista” (seminário de Lacan nº 1, pagina 33)
B. “Quer se pretenda frustradora ou gratificante, toda à resposta a demanda na análise conduz a transferência à sugestão” (Escritos pág. 641).
C. “A presença do passado, pois, tal a realidade da transferência. (...) é uma presença um pouco mais que presença – é uma presença em ato, e como os termos alemães e franceses o indicam, uma reprodução. (...) se a reprodução é uma reprodução em ato, então existe na manifestação da transferência algo de criador”. (Seminário de Lacan nº8, pág. 175 e 176)
1. Daniel Schoffer Kraut – Espanha (Madrid) 2. Alan Victor Meyer (SBPSP)
COORDENADOR: Fernando Kunzler (SBPdePA)
13h-14h30min – PAINEL - OS NOMES DO PAI: A FUNÇÃO PATERNA E A
SEXUAÇÃO
1. Daniel Schoffer Kraut – Espanha (Madrid) 2. Roberto Barberena Graña (SPPEL)
3. Marcelo Toyos (APA)
COORDENADOR: Leo Cardón (APA) – Curitiba