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Projeções Demográficas para os Distritos do Município de São Paulo 1

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Projeções Demográficas para os Distritos do Município de São Paulo

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Autores da Fundação SEADE 2

Bernadette Cunha Waldvogel Carlos Eugenio de Carvalho Ferreira Lúcia Mayumi Yazaki Sonia Perillo Valmir Aranha

Resumo: É crescente a demanda por projeções de população para áreas pequenas,

desagregadas por idade e sexo, e a escolha do modelo a ser adotado para realizá-las é essencial para garantir bons resultados. O modelo tradicionalmente reconhecido como o mais adequado, pois soma uma série de vantagens em relação a outros, é o método dos componentes demográficos, por tratar-se de procedimento analítico, que destaca o papel da fecundidade, mortalidade e migração no crescimento populacional, elabora hipóteses de comportamento para os componentes e gera a população por idade e sexo no futuro.

A importância e a necessidade de se projetar a população até 2030, para os distritos do Município de São Paulo, trouxe o desafio de se aplicar essa metodologia neste nível de desagregação. A Fundação Seade desenvolve continuamente uma pesquisa nos Cartórios de Registro Civil do Estado de São Paulo, sobre o registro legal dos eventos vitais, possuindo séries históricas consistentes de estatísticas vitais para todos distritos da Capital. Assim, considerou-se viável a adaptação e a aplicação da referida metodologia para este conjunto de localidades. Vale ressaltar que o Seade já utiliza este método para projetar a população dos municípios paulistas, desde a década de 1980, havendo grande experiência com sua execução.

Os principais resultados encontrados indicam que haverá redução importante no ritmo anual de crescimento de todos os distritos, de modo que próximo de 2030, o intervalo de variação deste indicador ficará entre -0,5% e 0,5%. O processo de envelhecimento é uma realidade presente em todas essas áreas, mas ainda permanecerão importantes diferenciais. O poder público não poderá desconsiderar tais achados para a elaboração de políticas que melhorem as condições de vida da população residente na Capital paulista.

Palavras-chave: projeções demográficas; projeções para pequenas áreas;

componentes do crescimento populacional; diferenciais de crescimento populacional.

1 Trabalho apresentado no XIX Encontro Nacional de Estudos Populacionais, realizado em São

Pedro – Brasil, de 24 a 28 de novembro de 2014.

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Projeções Demográficas para os Distritos do Município de São Paulo

Apresentação

É crescente a demanda por projeções de população para áreas pequenas e desagregadas, por idade e sexo, e que a escolha do modelo a ser adotado para realizá-las depende muito da disponibilidade e detalhamento de informações para estas localidades. O modelo tradicionalmente reconhecido como o mais adequado, que soma uma série de vantagens em relação a outros, é o método dos componentes demográficos, por tratar-se de procedimento analítico, que destaca o papel da fecundidade, mortalidade e migração no crescimento populacional, elabora hipóteses de comportamento para os componentes e gera a população por idade e sexo no futuro.

A importância e a necessidade de se projetar a população até 2030, para os distritos do Município de São Paulo, trouxe o desafio de se aplicar essa metodologia neste nível de desagregação.

Como a Fundação Seade desenvolve continuamente uma pesquisa nos Cartórios de Registro Civil do Estado de São Paulo, coletando informações detalhadas sobre o registro legal dos eventos vitais – nascimentos, casamentos e óbitos – e possui séries históricas consistentes de estatísticas vitais para todos os municípios paulistas e distritos da Capital, considerou-se viável a adaptação e a aplicação da referida metodologia para este conjunto de localidades. Vale ressaltar que o Seade já utiliza este método para projetar a população dos municípios paulistas, desde a década de 1980, havendo grande experiência com sua execução.

O Município de São Paulo apresenta divisão administrativa composta por 96 distritos. Apesar de os distritos representarem áreas geográficas bem definidas cartograficamente, no campo dos estudos populacionais tais limites não são tão exatos. Se, para os componentes fecundidade e mortalidade, existe certo grau de complexidade no cálculo dos parâmetros demográficos distritais, para a variável migração esta complexidade é ainda maior, devido à grande mobilidade existente em seu território.

O primeiro passo foi realizar a análise da dinâmica demográfica para os distritos da Capital. As áreas distritais são delimitadas pela prefeitura paulistana e as bases de dados de nascimento e óbito processadas no Seade obedecem esta estrutura, de modo que

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as taxas de fecundidade e de mortalidade puderam ser estimadas neste nível de desagregação.

A questão mais complexa diz respeito ao componente migratório, pois não há uma fonte que contenha tal informação neste nível de desagregação, nem há o registro de mudança de residência de pessoas entre distritos nos Censos Demográficos. Como alternativa, estimou-se indiretamente o saldo migratório dos distritos pela diferença entre o crescimento populacional dos dois últimos Censos Demográficos (2000 e 2010) e os saldos vegetativos deste mesmo período, obtidos pelos nascimentos e óbitos processados no Seade. Vale destacar que os saldos migratórios assim calculados englobam tanto a migração intramunicipal, quanto a intermunicipal.

O presente estudo apresenta os procedimentos utilizados na aplicação do método dos componentes demográficos para projetar a população dos distritos da Capital de São Paulo, até o ano de 2030, e faz uma análise dos principais resultados e diferenciais demográficos encontrados.

Evolução populacional do Município de São Paulo

Em 2010, o Município de São Paulo contava com 11.246 mil pessoas residindo em seu território de 1.521,10 km². A capital paulista é a maior cidade brasileira, concentrando 6% da população do país e 27% do Estado de São Paulo. A expectativa é de que, em 2030, ela alcance 12.254 mil habitantes, o que representa acréscimo de apenas 1.008 mil pessoas nos próximos 20 anos, com reduzido crescimento anual.

O ritmo de crescimento do Município de São Paulo foi intenso durante as oito primeiras décadas do século XX, alcançando o maior índice na década de 1950, quando sua população crescia a 5,58% ao ano. A partir da década de 1980, apresentou rápida desaceleração em suas taxas de crescimento populacional, atingindo 1,15% ao ano, e cresceu apenas 0,76%, no último período intercensitário de 2000 a 2010. As projeções realizadas pela Fundação Seade indicam que este ritmo irá desacelerar ainda mais no futuro, atingindo taxa anual de apenas 0,31%, entre 2020 e 2030.

Para chegar a este patamar de crescimento, a composição dos componentes vegetativo e migratório alterou-se sensivelmente. Na década de 1950, o componente migratório respondia pela maior participação no incremento populacional (60%),

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ostentando maior volume de entradas do que de saídas de migrantes. Hoje, a taxa de migração é negativa (-2,4 migrantes por mil habitantes). Este fenômeno já acontece na Capital desde os anos 1980, mas isso não significa que a cidade não atraia mais pessoas vindas de outras áreas. Na verdade, a chegada de migrantes ainda é intensa, principalmente nas idades jovens e adultas. Ocorre, entretanto, que a saída de pessoas da Capital supera a entrada, em especial nas idades mais avançadas, o que faz com que o saldo migratório total seja negativo.

A população entre 1980 e 2010 só aumentou devido à contribuição do saldo vegetativo, ou seja, da diferença positiva entre os nascimentos e os óbitos. Mas este saldo também tem se reduzido a cada década, de tal sorte que no período de 2020 a 2030, numericamente ele deverá ser 1/3 do saldo observado na década de 1980. A expectativa é de que, até a metade do século XXI, ocorra um fato inédito na história demográfica do Município de São Paulo, quando o número de óbitos deverá superar o de nascimentos, sendo decisivo na evolução da população paulistana, que passará a diminuir após 2040.

A redução no ritmo de crescimento populacional, nas últimas décadas, foi provocada pela interação entre acentuada queda da fecundidade, aumento da longevidade e redução das taxas de migração.

A Tabela 1 apresenta a população do Município de São Paulo desagregada em seus componentes vegetativo e migratório, entre 1950 e 2030.

Tabela 1

Evolução da População segundo seus Componentes Município de São Paulo – 1950 a 2030

Fonte: Fundação Seade

1950 2.198.096 158.335 65.272 93.063 5,58 1960 3.781.446 210.403 97.046 113.357 4,52 1970 5.885.475 258.991 141.544 117.447 3,71 1980 8.475.380 103.207 165.440 -62.233 1,15 1991 9.610.659 90.636 141.049 -50.413 0,91 2000 10.426.384 81.960 114.092 -32.132 0,76 2010 11.245.983 62.368 87.842 -25.474 0,54 2020 11.869.661 37.331 55.085 -17.754 0,31 2030 12.242.972 Taxas (%) de crescimento anual Anos População Crescimento

absoluto anual

Saldo vegetativo anual

Saldo migratório anual

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Tendências e Hipóteses utilizadas para os Componentes Demográficos

A aplicação do método dos componentes demográficos exige estimativas das funções de mortalidade, fecundidade e migração, para a área alvo a ser projetada, e a formulação de hipóteses de comportamento futuro, sendo possível elaborar diferentes hipóteses que reflitam situações possíveis de ocorrer.

Para tanto, foram estimadas as funções dos parâmetros demográficos no ano base, 2010, e elaboradas hipóteses de comportamento até 2030, para cada um dos 96 distritos da Capital, para então aplicar o método dos componentes demográficos neste âmbito.

Uma vez projetadas as populações distritais, realizou-se uma compatibilização posterior, de modo a garantir que a soma de tais projeções correspondesse à população projetada anteriormente para o Município de São Paulo. O suposto básico deste procedimento é o de que a tendência esperada para a Capital é resultante das tendências específicas de cada distrito, de modo que cada um contribui com parcela de participação na dinâmica demográfica municipal. Assim, existe coerência entre as tendências dos componentes demográficos dos distritos e da Capital, tanto no período de base como no de projeção.

Ressalte-se que as estimativas dos três parâmetros demográficos, para o Município de São Paulo e seus distritos, foram utilizadas as bases de nascidos vivos e de óbitos processadas na Fundação Seade, a partir das informações provenientes dos Cartórios de Registro Civil dos municípios paulistas, e as populações recenseadas pelo IBGE.

A seguir, são apresentados os procedimentos utilizados para projetar cada componente demográfico:

A Fecundidade

A queda da fecundidade tem sido um dos principais fatores da redução do crescimento populacional do Município de São Paulo, assim como das mudanças que vem ocorrendo na estrutura etária de sua população. Embora a redução da fecundidade na Capital seja anterior à década de 1980, tal comportamento ficou mais acentuado até o

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início dos anos 1990. Nos anos seguintes, ela permaneceu estável, inclusive com pequeno aumento, quando então registrou nova queda, no início da década de 2000, e estabilizou-se no período mais recente, atingindo valores inferiores ao nível de reposição.

A fecundidade das mulheres paulistanas caiu de 3,2 para 1,7 filho por mulher, entre 1980 e 2010, revelando redução relevante, em especial quando comparada às diversas realidades internacionais, e que se reflete em desaceleração no ritmo de crescimento e em rápido processo de envelhecimento populacional.

A diminuição da fecundidade total é resultado da redução da fecundidade por idade das mulheres entre 15 e 49 anos. Em 1980, as taxas de fecundidade eram elevadas em todas as faixas etárias, observando-se pico no grupo de 25 a 29 anos. Durante esta década, a queda foi significativa em todos os grupos etários, com exceção das jovens de 15 a 19 anos, que seguiram tendência contrária às mulheres dos demais grupos etários. A fecundidade mais elevada foi registrada no grupo de 20 a 24 anos, com rejuvenescimento da estrutura etária da fecundidade.

No período mais recente, 2000 a 2010, observou-se diminuição da fecundidade em praticamente todas as faixas etárias, com exceção, desta vez, das mulheres mais velhas, que registraram aumento. Desta forma, a curva apresentou forma mais dilatada, deslocando a cúspide para as idades de 20 a 35 anos.

A análise destes resultados indicam que a fecundidade deverá manter a tendência de redução, em especial entre as mulheres mais jovens, concomitante ao adiamento da maternidade e, até mesmo, da decisão de não mais ter filhos.

Para a projeção dos níveis de fecundidade, considerou-se evolução desacelerada

a níveis baixos e estáveis, até atingir taxa de 1,6 filho por mulher em 2030.Quanto ao

padrão por idade, considerou-se que a estrutura seria cada vez mais envelhecida, à medida que a fecundidade total se reduza.

Para os distritos da Capital, a série de informações não é tão longa, mas já a partir de 1995 é possível acompanhar a evolução das taxas de fecundidade para todos os 96 distritos. A evolução tampouco é homogênea em todos os distritos, com boa parte apresentando queda da fecundidade ao longo do período (1995-2010), mas vários registrando aumento até 2000 e redução após este ano. Em poucas situações, observou-se

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aumento na última década. As intensidades de variação foram bem diversas, estando associadas aos níveis e às localizações geográficas dos distritos.

Em 1995, a menor fecundidade foi observada em Alto de Pinheiros (1,0 filho por mulher), na região central, e a mais elevada em Guaianazes (3,2 filhos), na região periférica leste, com variação de dois filhos entre os extremos. Entre 2000 e 2010, a queda da fecundidade foi expressiva e generalizada, sendo que apenas em oito distritos os níveis mantiveram-se entre 2,1 e 2,5 filhos por mulher. em 2010. Assim, a fecundidade nas áreas mais periféricas da Capital variaram entre 1,7 e 2,1 filhos por mulher, enquanto na área intermediária, tal variação ficou entre 1,5 e 1,7 filho por mulher. Já nos distritos socioeconomicamente mais privilegiado, foram registradas taxas de fecundidade bastante baixas, interiores a 1,5 filho por mulher, inclusive atingindo apenas um filho por mulher em alguns.

Segundo dados censitários de 2010, nestes últimos distritos há proporção importante (em torno de 30%) de mulheres entre 40 e 44 anos, que não tiveram filho, enquanto nas áreas de maior fecundidade, esta proporção encontra-se entre 10% a 20%. Algumas exceções são registradas neste quesito, pois nos distritos de Sé, Bom Retiro e República, cujas taxas de fecundidade não são baixas, a participação de mulheres sem filhos é elevada.

Para efeito de projeção, considerou-se hipótese de que a fecundidade continuaria a diminuir em praticamente todos os distritos da Capital, sendo a queda mais acentuada em áreas com taxas ainda elevadas. No outro extremo, naqueles de baixíssima fecundidade, os níveis deverão permanecer estáveis.

O Mapa 1 apresenta a distribuição geográfica dos níveis de fecundidade dos distritos do Município de São Paulo, no último Censo de 2010 e nos períodos de projeção: 2015/2020 e 2025/2030.

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Mapa 1

Taxas de fecundidade total

Distritos do Município de São Paulo – 2010, 2015/2020 e 2025/2030

Fonte: Fundação Seade.

A Mortalidade

A esperança de vida ao nascer da população masculina residente no Município de São Paulo apresentou importante avanço entre 1991 e 2010, quando passou de 64,5 anos para 72,0 anos, ou seja, aumento de 7,5 anos em duas décadas. Para as mulheres, o incremento na esperança de vida foi um pouco menor: 5,4 anos, ao passar de 74,1 para 79,5 anos neste período.

A projeção da mortalidade no contexto da projeção demográfica dos distritos do Município de São Paulo foi operacionalizada por intermédio de pressupostos sobre mudanças futuras da esperança de vida ao nascer, por sexo, em cada distrito. O conjunto desses indicadores distritais foram, consequentemente, compatibilizados com a evolução da esperança de vida para o município como um todo.

A análise da mortalidade dos distritos realizada para o ano base da projeção (2010) revelou grande heterogeneidade nos níveis de esperança de vida distritais: em geral, os

2010 MSP: 1,74 2015/20 2025/30 MSP: 1,69 MSP: 1,64 nº médio de filhos por mulher Menos de 1,3 De 1,3 a 1,5 De 1,5 a 1,7 De 1,7 a 1,9 de 1,9 a 2,1 Acima de 2,1

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distritos situados na região central da Capital alcançaram os níveis mais baixos de mortalidade, enquanto os mais periféricos exibem as menores esperanças de vida.

Para estabelecer hipóteses sobre a evolução futura da esperança de vida de cada distritos, considerou-se comportamento diferenciado segundo o nível já alcançado, ou seja, os distritos com maiores níveis de mortalidade tenderiam a progredir mais rapidamente que aqueles que já alcançaram patamar superior de sobrevivência. A eliminação das causas de morte evitáveis, em decorrência das políticas de saúde pública e medidas de prevenção e redução das mortes por causas externas, tende a aproximar os padrões de mortalidade das áreas periféricas do Município de São Paulo, com os da área central. Isto significa, também, que na medida em que os níveis de esperança de vida distritais aumentam, tais ganhos vão se reduzindo paulatinamente. Assim, as tendências de longo prazo conduzem a uma certa homogeneização dos níveis de mortalidade entre os distritos da Capital.

Para a quantificação das hipóteses, levou-se em consideração os parâmetros do modelo utilizado nas projeções das Nações Unidas, adaptados para a realidade de São Paulo. Originalmente, os parâmetros da projeção da esperança de vida foram desenvolvidos com base na evolução da mortalidade observada em grande conjunto de países. As probabilidades de sobrevivência, por idade e sexo, correspondentes às esperanças de vida projetadas, foram determinadas por intermédio de interpolações nas tábuas modelo de mortalidade elaboradas para a Capital.

A evolução dos níveis de esperança de vida masculina e feminina, para os distritos até 2030, está representada nos Mapas 2 e 3. A tendência deixa evidente o avanço generalizado desses indicadores tanto nas área mais periféricas, como nas áreas mais centrais, para a população de ambos os sexos.

Em 2010, o Município de São Paulo registrava esperança de vida masculina de 72 anos, mas a diferença entre os distritos com a menor esperança de vida, Brasilândia (68,6 anos), e com a maior, Moema (83,2), era de 14,6 anos. Nos períodos de projeção, 2015-2020 e 2025-2030, a esperança de vida masculina projetada para a Capital passou para 74,4 anos e 76,6 anos, enquanto as diferenças entre os valores extremos reduziram-se, passando a 12,9 e 11,3 anos, respectivamente.

De forma semelhante, em 2010, a esperança de vida feminina era de 79,5 anos e a diferença entre o distrito com o valor mais elevado, Moema (88,9 anos), e aquele com

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menor, Perus (75,5 anos), era de 13,4 anos. Nos períodos posteriores, tais diferenças diminuíram para 12,3 anos e 10,9 anos, respectivamente. As esperanças de vida projetadas para o total do Município foram de 80,9 e 82,6, respectivamente para cada sexo.

Esses elementos refletem a tendência de decréscimo das diferenças extremas entre os distritos com maior e menor mortalidade, na medida em que aumentam os níveis de esperança de vida na Capital.

Mapa 2

Esperança de vida ao nascer da população masculina

Distritos do Município de São Paulo – 2010, 2015/2020 e 2025/2030

Fonte: Fundação Seade.

2025/2030 MSP = 76,6 anos 2015/2020 MSP = 74,4 anos 2010 MSP = 72,0 anos 2025/2030 MSP = 76,6 anos e0 (em anos) Até 70,0 70,0 a 74,0 74,0 a 78,0 78,0 a 82,0 82,0 e mais

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Mapa 3

Esperança de vida ao nascer da população feminina

Distritos do Município de São Paulo – 2010, 2015/2020 e 2025/2030

Fonte: Fundação Seade.

A Migração

Do ponto de vista migratório, o Município de São Paulo se configurou como o maior polo de atração populacional do Estado de São Paulo em décadas passadas, revertendo esta tendência histórica no período 1980/1991. Entre 1970/1980, o saldo migratório superava 116 mil pessoas ao ano, tornando-se negativo na década seguinte, com saldo anual de menos 68 mil pessoas, um fato inédito em sua história. A drástica reversão indicava, pela primeira vez, diminuição do poder de retenção populacional nessa área. Nas próximas décadas, persistiu a tendência de saldos migratórios negativos, mas com redução no ritmo de evasão migratória. Na primeira década do século XXI, o saldo migratório negativo anual foi de menos 32 mil pessoas.

É importante advertir que a manutenção de saldos migratórios negativos não significam, necessariamente, inércia migratória ou redução da intensidade da migração, uma vez que a Capital paulista continua centralizando grande parte das atividades mais dinâmicas e modernas do país, intensificando sua característica de cidade "global" ou "mundial". O saldo migratório reflete o resultado líquido de entradas e saídas de

2015/2020 MSP = 80,9 anos 2025/2030 MSP = 82,6 anos 2010 MSP = 79,5 anos 2025/2030 MSP = 82,6 anos e0 (em anos) Até 78,00 78,00 a 82,00 82,00 a 86,00 86,00 a 88,00 88,00 e mais

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migrantes, cujos fluxos migratórios ainda são expressivos. A cidade continua mantendo seu papel de atração da população do Estado e da Região Metropolitana de São Paulo, porém a saída de pessoas do MSP mais que compensa a entrada dos migrantes, resultando na manutenção do saldo migratório negativo.

Entre 2000 e 2010, a taxa anual de migração foi de -3,0 migrantes por mil habitantes, indicando pequena recuperação migratória em relação à década anterior, quando a taxa anual era de -5,1 migrante por mil. Vale destacar que, na década de 1970, momento de maior intensidade migratória no Município de São Paulo, esta taxa chegou a alcançar 14,8 migrantes por mil habitantes, a cada ano.

A tendência migratória dos distritos do Município de São Paulo, na década de 1990, dividiu o Município em duas áreas distintas: a primeira formada por distritos com taxas migratórias negativas, localizados na porção nuclear estendida, e a segunda pelos distritos com taxas positivas, localizados principalmente no limites administrativos do Município.

Entre 2000 e 2010, observam-se mudanças importantes nas tendências migratórias no interior de seu território, registrando 57 distritos com taxas positivas e 39 negativas.

Observou-se que a anterior mancha contínua de distritos, localizados no centro expandido, apresentou inversão importante de tendência e passou a apresentar 30 distritos com taxas de migração positivas. Neste conjunto, 20 distritos registraram taxas anuais de até 10 migrantes por mil habitantes; 9 distritos contaram com taxas anuais entre 10 e 20 migrantes por mil; e o distrito de Vila Leopoldina registrou a maior taxa anual: 39,6 migrantes por mil, a terceira maior entre todos os distritos da Capital.

No conjunto de todos os distritos, além de Vila Leopoldina, mais dois distritos se destacaram com altas taxas anuais de migração. São eles: Anhanguera, no noroeste da Capital (40,1 migrantes por mil), e Vila Andrade (39,6 por mil). Por outro lado, 41% dos distritos paulistanos (39) apresentam taxas de migração negativas, tendo sido observado um espraiamento dos distritos com perda migratória em direção às áreas mais periféricas.

As grandes mudanças ocorridas na dinâmica demográfica da Capital paulista tornaram a prospecção da migração um desafio bastante complexo. Para elaborar as hipóteses de projeção da migração, para os próximos 20 anos, utilizou-se a avaliação da série histórica conhecida das taxas de migração. Este indicador relaciona o volume dos

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saldos migratórios com a população total e expressa o impacto da migração na população em estudo.

Para a Capital, ao longo do período da projeção, espera-se diminuição da taxa anual negativa de migração, até atingir menos 1,5 migrante por mil habitantes No horizonte de 2030, esta hipótese resulta perda de 17,8 mil pessoas, praticamente a metade daquela registrada na década de 2000 (32 mil pessoas).

Tomando-se como base as tendências históricas das taxas migratórias distritais, optou-se por extrapolar essa tendência para os 20 anos de projeção, aplicando-se diversas funções matemáticas. É verdade que são múltiplos e complexos os determinantes da mobilidade populacional, que assumem pesos e particularidades específicas a cada região.

No entanto, considerou-se como uma de suas principais motivações, por parte dos migrantes, a busca por maiores oportunidades de emprego e renda, como também a dinâmica intraurbana relacionada à moradia. A produção imobiliária recente constitui um dos elementos importantes para a inversão das tendências históricas de crescimento, populacional e migratório, em diversos distritos do Município de São Paulo, principalmente aqueles localizados no centro expandido da cidade.

Acredita-se que a tendência de arrefecimento do crescimento migratório observado nos distritos periféricos continuará, aproximando-os dos níveis do município em seu conjunto. Por outro lado, aqueles com taxas migratórias positivas e elevadas, em especial os localizados no centro expandido, deverão estabilizar seu níveis migratórios próximos da média municipal. As tendências projetadas da migração, segundo distritos, podem ser observadas no Mapa 4.

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Mapa 4

Taxas Anuais de Migração

Distritos do Município de São Paulo – 2010, 2010/2020 e 2020/2030

Fonte: Fundação Seade.

Principais resultados das projeções populacionais para os Distritos da Capital

As projeções populacionais até 2030, para os distritos da Capital, realizadas pela Fundação Seade, revelam diferenciais demográficos marcantes e novas tendências e padrões espaciais no município. O processo de envelhecimento também se mostra rápido, sendo muito diferenciado entre os distritos centrais e aqueles mais periféricos.

A expectativa é de que, em 2030, o Município de São Paulo alcance 12.242,9 mil habitantes. A composição dos distritos, segundo ritmos de crescimento populacional, deverá apresentar importante alteração neste horizonte.

Entre 2010 e 2020, dos 96 distritos que o compõem, 80 deverão apresentar crescimento positivo e apenas 16 terão decréscimo populacional, sendo que em 7 distritos haverá inversão de sentido de crescimento: 2 passarão de taxas positivas para negativas, e 5 de negativas para positivas.

2010/2020 2020/2030

2000/2010

MSP: -2,97 por mil

MSP: - 2,24

por mil MSP: -1,49por mil

Taxas (por mil hab.) < -10 -10 a 0 0 a 10 10 a 20 > 20

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Já na última década projetada, 36 deverão apresentar decréscimo populacional, com Alto de Pinheiros (-0,70%) e Santana (-0,57%) detendo as maiores taxas anuais negativas. No outro extremo, encontram-se cinco distritos com as taxas de crescimento mais elevadas, acima de 1,00%, com Vila Andrade (1,34%) e Anhanguera (1,31%) aparecendo no topo da lista.

O Mapa 5 apresenta as taxas anuais de crescimento populacional esperadas para os distritos da Capital, entre 2010 e 2030, e também as taxas do período 2000 a 2010, para facilitar a análise da tendência de crescimento. Observa-se que no horizonte da projeção, as áreas de maior e de menor crescimento deverão ficar distribuídas irregularmente no território, sem definição de zonas nítidas de incremento positivo ou negativo. A distribuição do crescimento populacional mostra concentração entre os distritos, com taxas próximas de zero em 62 distritos, que deverão variar entre -0,50% e 0,50% no futuro.

Mapa 5

Taxas anuais de crescimento populacional (%)

Distritos do Município de São Paulo – 2010, 2010/2020 e 2020/2030

Fonte: Fundação Seade.

O processo de envelhecimento é nítido em todas as áreas do Município de São Paulo e espera-se importante mudança na estrutura etária da população paulistana nos

MSP:0,54%a.a MSP:0,32%a.a 2010/2020 2020/2030 Taxa crescimento (% a.a.) De -1,0 a 0,0 De 0,0 a 1,0 De 1,0 a 2,0 De 2,0 a 3,0 Mais de 3,0 2000/2010 MSP:0,76%a.a

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próximos anos. Hoje, 20% de sua população é formada por jovens, mas em 2030 esta participação corresponderá àqueles com mais de 60 anos.

Em relação aos distritos, atualmente a menor proporção de pessoas com menos de 15 anos é registrada na Consolação, com apenas 9,5% da população nesta faixa etária, enquanto as maiores proporções aparecem em Parelheiros e Jardim Ângela, onde 25% da população é jovem. Em 2030, Alto de Pinheiros (10,3%) e Consolação (10,4%) ocuparão a posição de distritos menos jovem, enquanto Jardim Helena e Parelheiros registrarão as maiores proporções de população com menos de 15 anos, em torno de 21%.

Hoje, o distrito mais envelhecido é Alto de Pinheiros, com 25% de sua população com mais de 60 anos, sendo que aproximadamente 8% dela já tem mais de 75 anos. Anhanguera é o distrito com menor participação deste contingente: apenas 6%, sendo que menos de 1% possui 75 anos e mais.

Os Mapas 6 e 7 mostram a configuração do Município de São Paulo e seus distritos, segundo a participação da população jovem e idosa, revelando o panorama atual e futuro da população.

Mapa 6

Proporção da população jovem (menor de 15 anos) (%) Distritos do Município de São Paulo – 2010, 2020 e 2030

Fonte: Fundação Seade.

2010 2020 2030 MSP: 20,8% MSP: 19,0% MSP: 17,2% Menos de 15 anos (em %) Menos de 12,0 De 12,0 a 16,0 De 16,0 a 20,0 De 20,0 a 26,0 Acima de 26,0

(17)

Mapa 7

Proporção da população idosa (60 anos e mais) (%) Distritos do Município de São Paulo – 2010, 2020 e 2030

Fonte: Fundação Seade.

Os resultados da projeção para o conjunto dos domicílios indicam o forte processo de envelhecimento da população paulistana, entre 2010 e 2030. O Gráfico 1 mostra que, em média, o Município de São Paulo tem uma proporção de idosos que passa de 11,89%, em 2010, para 20,06 % da população, em 2030.

O processo de envelhecimento é, entretanto, bastante diferenciado entre os distritos da Capital. Comparando-se a estrutura em 2010, com a de 2030, observa-se que nos distritos menos envelhecidos, a proporção de idosos passa de 6,37%, para 15,05%, enquanto nos mais envelhecidos tais proporções são 20,46% e 30,67%, respectivamente.

Em 2010, entre os distritos mais rejuvenescidos, existiam cerca de 3 idosos para cada 10 jovens, enquanto para os mais envelhecidos os idosos já eram numericamente superiores, como relação era de 17 idosos para cada 10 jovens. No ano de 2030, a projeção indica que esta diferença será ainda mais acentuada, devendo existir 7 idosos para cada 10 jovens, para o primeiro grupo, sendo que tal relação para os distritos mais envelhecidos deverá ser de quase 30 idosos para cada 10 jovens.

Os índices de envelhecimento refletem, de maneira marcante, os importantes diferenciais existentes no grau de envelhecimento nos distritos da Capital no presente, e que deverão permanecer ainda mais fortes no horizonte da projeção, representando indicador fundamental para a elaboração de políticas públicas para o futuro próximo.

60 anos e mais (%) Menos de 10,0 De 10,0 a 15,0 De 15,0 a 20,0 De 20,0 a 25,0 Acima de 25,0 2010 2020 2030 MSP: 11,9% MSP: 15,6% MSP: 20,1%

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Gráfico 1

Proporção da População por Grupos Etários

Distritos do Município de São Paulo - 2010 – 2030

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26,48 23,45 21,94 21,25 19,88 67,15 68,45 67,88 66,31 65,08 6,37 8,09 10,19 12,44 15,05 -0,50 1,00 1,50 2,00 2,50 3,00 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% 2010 2015 2020 2025 2030

<15 15a59 60e+ Índice de Envelhecimento

26,48 23,45 21,94 21,25 19,88 67,15 68,45 67,88 66,31 65,08 6,37 8,09 10,19 12,44 15,05 -0,50 1,00 1,50 2,00 2,50 3,00 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% 2010 2015 2020 2025 2030 Razão

10 Distritos com Menores Índices de Envelhecimento

20,76 19,49 18,99 18,68 17,18 67,35 67,00 65,39 63,49 62,76 11,89 13,51 15,61 17,83 20,06 -0,50 1,00 1,50 2,00 2,50 3,00 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% 2010 2015 2020 2025 2030 60e+ 15a59 <15 Índice de Envelhecimento Razão

MSP (Soma dos Distritos)

11,77 12,64 13,31 12,96 11,09 67,78 64,69 61,29 58,84 58,24 20,46 22,66 25,40 28,21 30,67 -0,50 1,00 1,50 2,00 2,50 3,00 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% 2010 2015 2020 2025 2030 60e+ 15a59 <15 Índice de Envelhecimen to Razão

10 Distritos com Maiores Índices de Envelhecimento

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