» . - I I •
LÜJ2 ALBERTO VI SANTANA COKVOLÍNO
CAMPOS DE YANG-MILLS COM MASSA NA FORMULAÇÃO DE KEMMEP.
Tese de
MESTRADO
CEMRC ERASILE'F.C Li PESQUISAS FÍSICAS
P.ESUMC
k equação oe Ke raise r , cue s e s c r e v * o r r i s o r , é a p r e s e n
-t a d a no f o r m a l i s m o da -t e o r i a de c a m p o s . A -t r a v é s úi i d e n -t i d a d e de K o e t h e r , encontrara-se grandezas que se conservair.
v £ s t e f o r m a l i s m o i empregado para os camsss de Yang-- M i l i s massive e duas equações, s i m i l a r e s ã equaçic de ksnmer , são o b t i d 2 s , eniDorê cê f c r m s t o s d i f e r e n t e s , ame as c e r n i r termes q u a c r ã t i c o s . Eir c e r s e q u i n c i s oef *! n i r - s e - i o duas ^ a ç r e n ç i snas , f o r m a l m e n t e d i s t i n t a s , oara os campes GS V a n ç - ^ n " ! : . Se^-ê celeu l a d o c Hatni I t o n i a n c t i p o Schroedi n ç s - oara a p - ' m e " r s Sjúacãc de o n d a . Este H a m i l t o n i a n o a p r e s e n t a uir termo ce i n t e r a c l c de s p i n coir, o campo de Y a n g - M i l l s , $*^. ( í
S U K Â R I C
Fir. AGRADECIMENTOS iv: RE5UMC iv
CAPÍTULO I - Aspectos da teoria cie Kemmer 5
1.1 - Equação de Kenraer : 1.2 - Invarilncia de Fase 7 1.3 - Trans "lacões e Tensor Momentum Energia , £ 1.4 - Invariincia RelativTstica 9 1.5 - Rotações e Moirer.ruir Angular 12
C AP! T D L C ' II - EçjacDSí a -cnç-.vr.*.? r.t Fern* ce f.6-.T.o- 21 CAPÍTULO III - Lagrangiana ce Yang-Mills pa Forciê cie Kemzer 3D
CAPlTULG IV - Formulação Laçrang-ianâ Similar c J K U D O - T O S S I:
CAPÍTULO V - Formulação Hamiltoniana Tioo Schrocinger <2
OPlTULO VI - Analise da Hamiltoniana hi
6.1 - Relações Envolvendo c Spit 5r £.2 - Análise dos Temos as H 5J
A?cWD!C: A - Lagrar.giano ds 0kub:-Tos2 6-A.'f - V&r:-Mil*:s x i-.err.er £•-A.2 - Detsrtr.ir.acão dos ?._„ 6c A.; - Laçr&ngiana 7^
INTRODUÇÃO
As equações de YanoMilis — resultaraic. do reconheci -nenro de que transformações de gauge de primeira espécie, con f& se ccr.siance, se fossenr. associadas a uni processe físice corres -ponderiam â propagação com velocidade infinica. Realmente, & fun çâo de onda é igualmente alterada, ao roesno tempo, eir tocos os pontos. Yang-Mills são equações que tomam a forma ôas equações ce Maxwell -' , ao se omitir os t e m e s não lineares. 0 termo se massa, que seria o necessário complemento se se desejasse a ana-loriâ cox £= equações de Prece -', é inconveniente porque r»ãc k gauge invariante. Além disso, ê impossível formular unia teoria deste tipo rer.ormalizável , na qual o termo de assa seja ir. -croduzido desde o início. 0 mecanismo de Kigçs — , coir. o apareci nento do termo de nassa após a quebra de simetria, permite a for nulação teórica em termos aceit-áveis, embora se esteja em presen
Zà. de mais uma solução artificial para resolver uzr problema ec
Física..
Sir. 1940 Pauli — considerou transformações dependentes da posiçãc, no problema da formulação da equação de Dirac ec espaço C Ê Riemann. O tratamento de Pauli difere áz de Vargíüiis -e«. ar ponto essencial, t que estes últimos consideram o sistema cons-i-uíúc psic prízor. e pelo neutrs- rere aquele ao qual se aplicar, as transforr.açôes. A ir.variãrscia isonópica permite ccr.si dsrar o siste~a final constituído das mesnas partículas iniciais, er.iora não estej&rr: n6cessaria.~s-te na. rr.esna ordôir.. Kateaaticanen t«, consegue-se realizar c processo empregando o grupo SU(2).Cál
-2-culos posteriores permitiram acrescentar ê teoria outros grupos, SUfn), mas este acréscimo está fora das nossas cogitações.
£ bem conhecida a utilidade da formulação Hamiltoniana na Mecânica Quãntica de Heisemberç-Dirac. Os processas de cálcu-los encontram, no entanto, sua melhor expressão no formaiismo Lagrangiano. O conhecimento da ação permite que se conheça o
es-tado de um sistema como a superposição de eses-tados anteriores em
diferentes pontos. O processo de integração, realizado de forma relativisticamente invariante só é praticamente significativa , no entanto, quando feito em aproximações sucessivas. É um process so que não permite globalizar, mas permite calcular, usando o çue Schwinger — chamou de Física da Subtração.
Alguns autores tentaram, ss- muito sucesso, manter o (4 >
termo de ir.assa na Teoria de Yang-Mills — . Por exemplo, procura-ram encontrar as condições que tornariam possível a renormaliza ção, se a equação possuísse este t e m o . Realmente e difícil es -crever a Lagrangiara da teoria, calcular os momentos ç. e, a par tir daí, obter a Kamiltoniana. São muitos termos que tornam o tratamento algébricc laborioso. Existe uxa possível simplifica
-(£_•> 4 \
çao se pudermos empregar a equação de Ksircner ' . Esta equação é análoga â equaçac de Dirac, nas er. lugar das matrizes de
Di-rac, "i, , são usadas as matrizes : l- ' ~ " — , que obedecem a re
gras de comutação mais complicadas, k partir destas regras de co mutação é possível demonstrar que existem três representações ir
( 6 1 1 1 "* 1 ® 20*
redutíveis '-'—i'-Lt'-Lx.'—ü' , uma 10*10, a outra 5*5, e a última , trivial, é UíTã matriz 1 x i . A secunda, de dimensão 5, permite que a erua;ão de onda descreva partícula de spir. ze-r o — e não inteze-ressa em nosso tze-rabalho; a pze-rimeize-ra, de
Este trabalho visa retomar o formalism© de Duffin--Keraraer e aplicá-lo ao campo de Yang-Mills massivo, como recente mente, fizeram Silveira — e O k u b o - T o s a — . O primeiro encon-tre uiaa equação similar a Kemmer e determina o Hamiltoniano tipo Schroedingtr; enquanto o segundo define uma Lagrangiana com us lerrac de interação cúbica, e conduz a generalizações tais como: interação com £ matéria, supersimet-ia e gravitarão.
Seir. contestar o mérito cc trabalho publicado por Sil -veira —- nós levantamos o seguin :e problema: e equação ce onda
encontrada por ele não permite deiinir usa Lâgrangiana.
Ko presente trabalho iremos resolver esta questão âs. seoumte maneira: reescreveremos a equação, como fsz Silveira , de zàl. forma qus aõr.iza aãjunt-- e, consequentemente, irenos de_
finir a Laçrargiana. A seguir determinaremos o Hamiltoniar.o tipo Schroacinçer, e procuraremos analisar seus termos erc busca de ux conteúdo físico.
Cons o intuito de qus se possa extrair,de iitteâieto , a idéia central do presente trabalho, sem a necessidade de sua le_i tura integral, apresentaremos uir. resunto do conteúdo de caáa ca -pituio.
No capítulo inicial, o artigo publicado por K. Keia -ner - é to~adc por base. Lá ele xorr.ali2a a teoria de partícula para o terno méson através da equação que leve seu nome. Enquan-to que nós desenvolveremos a teoria ce ca^.po e a partir da dsnsi âade da Lagrangiana encontraremos o tensor densidade de energia e o momentum angular total (momentum orbital nais o t e m o ' de spin), via ider.ticase de -ioethe. ~ : . I-ioazramos tanbéic a -nvari-ância relativistica do íomalismo com mais detalhes.
• ! 4
-Yang-Kills numa forms, compacta, -tipo equação âe Kemmer, nas que constatamos não admitir a adjunta. No Capitulo II este procedi -mento será retomado detalhadamente de tal modo que a equação
resultante admita a adjunta.
No capitulo seguinte encontraremos a adjunta e, conse-quentemente , a Lagrançiana.
0 quarto capitule se deve i idéia original de Okubo --Tosa — de escrever o Lagrangiano cos campos àe Yang-Mills com um termo de interação cúbica envoivenão coeficientes lineares tr)i de estrutura complicada. Redefiniremos estes coeficientes e encontraremos um termo áe interação cúbica similar que cifare de fatores visco que exister. diferenças nas defini;5ss das e^ia-ções cs Yang-Kills e Q C ca-pc <• que adoiarenos daquelas que Okubo adota.
Cs Capítulos V e VI ferarr. notivaios pela ffi:jdan;a con
-cretizaãa nc Capitulo II ao escrever as equações de Yang-Miils na forma de Kemmer, admitindo a adjunta. Obteremos a Kamiltonl. ana - ' — " — tipo Schrocinçer e analisaremos seus termos.
Ko Apêndice --. chegaremos a Lagrangiana de Ckubo-To-sa coit 2 finalidade de resCkubo-To-saltarmos as diferenças existentes en-tre esza e a do Capítulo IV .
CAPITULO I
ASPECTOS DA TEORIA DE KEMMER
Este r .': -; •-em por finalidade comprovar, através do
formalismo da teoria de campos, alguns resultados obcidos por K. (8)
Kemroer — ao definir a equação de onda para a partícula meson. Definimos a Lagrangiana s mostramos sua ír.variãncia err. relação à mudança de fase, com parâmetro conszar.te. Encontramos, vi& iden tiãads de Kcether, grandezas que se conservam. Kostrar.os,
bém, a invariãncia relativística de fcrmalismc.
1.1 - EQUAÇÃO DE KEMMER
K. Kemraer —' associou o termo meson a uma partícula de massa m e carga ± e, gue é descrita pela equação de onda
(Bi,, • n)? = 0 , (1.1.1)
onde os operadores í. satisfazem a seguinte relação de comutação:
i £ £, + £ , ; £• * i. i • * :•-,.. • ( 1 . 1 . 2 )
f é a função de onda da partícula e J representa a derivada par ciai 3/Sx^, v * 1,.../4 a c/ix4 • 5/i»t,(h«ci).D« agora an
-6-diante vamos admitir que os índices gregos variam de 1 a 4.
A partir das matrizes £ii# que obedeceir. à relação (1.1-2), d o presente trabalho,como veremos nas páginas 55 e 56, poderemos formar uma álgebra de ordem 126. Existem três representações ir-redutíveis ineçuivalentes de $ de dimensões U E , cinco e dez.Por tan te, a função de onda da eq. (1.1.1) tem, exn geral, 16 compo -nentes. Neste trabalho, exceto neste capitulo e a menos çue afir roemos o contrário, estaremos empregando matrizes 10x10 que cor -respondem âs partículas de spin 1.
Se definirmos as quantidades r: por
* - -t , ( 1 . 1 . 3 ) podemos mostrar, por (1.1.2), que:
A equação adjunta de (1.1.1) é
onde
?g - m i * 0 , ( 1 . 1 . 5 )
Em ( 1 . 1 . 6 ) V é o h e r m i t i a n o conjugado de ¥ .
Por ( 1 . 1 . 5 ) e ( 1 . 1 . 6 ) definimos a Lagrangiana pela igualdade
L - l m& 1íM+n)-O1fB-mf)J* . (1.1.7)
Através da Lagrangiana ( 1 . 1 . 7 ) procuramos grandezas que se conservem. Como a Lagrancriana é função de ':, V, c ¥ e B, f*/ t o da v a r i a ç ã o 61 poâs e x p r e s s a r - s e na for«.&
oL = , w et + í : ; — , • yr y. i ( c V) • 5í = .a- ) IT •
Contudo, se os campos satisfazem ás equações de Lagran ge dadas por
• cL 9t i»('* V u {:. 1. S i — * C — — -if v :-?(*c"? obtencs -+ &, (cT) ^ L in . fir cL 1.2 - ÍNVARIÂNCIA DE FASE
A Laçrançiana é ir.variante e-r. reiajãc a ur.a .T.uiar.ja c*
fase
ir
f * e •• ,
te C for um parâmetro constante. Ao consiâerarnos C como ux para metre infinitesimal, obteremos:
(T.2.1)
Como L é índspenâente âe fase, d.L & C. Substituindo í1.2.1) en (1.1.9), teremos
í j. • 0 , Í1..2.2) onde
-6-(1.2.3) Caenc 5(0 *} 2 * C < L» 3(S Y teremos ' n.2.4) F , (1.2.5)
* 3U poõe ser interpretado como vetor densidaáe corrente.
0 valor médio de um operador, A, representado por à seguirá s. definição usual
A = 4- ' V :. ,A7dV . (1.2.6]
onde
4 infinitesimal.
Os campos, consequentemente, soírerc as variações
_ %v (1.3.1)
I
1.3 - TRANSLACOES E TENSOR MOMENTUM ENERGIA •
j
Consideraremos agora uma variação na Lagrangiana produ \e, de modo análogo, a Lagrançiana te& a seguinte variação
£L = (<\,LKV . (1.3.2)
Substituiremos ("5.2.1) e (1.2.2) em (1.1.9), obtensos
Consideremos o ter.sor T,. definido por
T
uv ' l U i f c ) ^.^ * (:,?) — ^ c.. L , (1.3.4)
logo, por (1.3.3)
?.. Tu v * 0 . ' (1.2.5)
Sub3tituirenos (1.2.4) em (1.3.4) e como os campos 53-tisfaser. âs equações de onda, enzâc, L = C -eir.cs:
T é denominado tensor densidade de energia canônica» Como ests tensor não é sixétricc há problemas na localização ca energia. Em geral, define-se um outro tensor simétrico que con-duz â mesma energia total e ao mesao momentum total.
IA - INVARIÁNCIA RELATIVÍSTICA
Cor c intuito ce produzir varieçSss por rotações ir.fi-nitesir.ais nc sistema definido pela Laçrançiana (1.1,7) e assim
>r *nóvfcs* graadaaaa qua se conservam» ireaos mostrar • "J,
relativistica da equaeio (1.1.1), com a finalidade a transfoxaaçio qua atua sobra as componentes da ? «dáda&ca da ooordanadas.
i*};:' Considaramoa a saguinta transfoxsacio da eoorâanadas
A distância x,, x,a deve ser conservada ê possível
nostrar-Levemos (1.4.2) a (1.4.1), obtamos
" \ ' Eyvxv ' ("..«-4)
a aor (1.4.1)
Seja ainda a transformação
?' . 57 , (1.4.6)
4« far.yão de onda associada ã transformação (1.4.1). Como vale
(1.4.2*, deve-se admitir que S seja uma transformação iníinitesjL **1 d« seguinte forma
Portanto
S"1 « I - R . t i . 4 . 7 )
Consideremos « equação O.1.1) no novo sistema êé coe>£
a O.4.5) e ( 1 . 4 . 6 ) , obterocs:
Multipliguemo» (1.4.6a) s esquerda por S"
, obtemos a invariâncía relativística
(8.1. * m)? « 0 , -OAd*
V tiv it
R«»ta-noB portanto anconi-rar & tran»f ormaçio 5 .
Pelaseguaçô*» (1.4.2), (1,4.6a),..*,(1.4.7) a equaçio í 1.4,9b) ton» « »eguííit« forma
* • •
Calcularaos o seguint* cosutador
v por y
Wv *
Subtraimo» U . 4 . 1 0 c ) de (1.4.10â) e obtemos
Substitttinos H . 4 . 1 0 » ) «a (1.4.10b) • obtano*
Concluimo» am ( 1 . 4 . 1 0 ) é (1.4.10£) qae R ttm a feguin-t» íor»« (a menos â« matrizes comutando com &v e S 03> t
• *
* J
ROTAÇÕES t MOMENTUM ANGULAR
Irooos agora nostrar « con*ervaçío do Mownttaa im
(1.1.9) aeterniinar«nos cL, 5? e 5? para o caso d« rota
A variação da Lagrangiana (£D devido ã variação ôx Att coordenadas é
Feia transformação (1.4.4)
- 7
A variação «B «r 5^ , constara d* duas partas
«f • S^Ç • 52f , (1.5.2)
* pxímeira ^ f í t variação produzida pala modificação do argu -• t -•-•çmuda, d2 ¥' • * '«ariaçlo n» qual se iava cc conta as
Por entre lado, temo»
fe* (1.4.4)
:*'
virtude de (1.4.6), (1.4.6a), (1.4.6b) e (1.4.
f • • SI m (I+R)Y .
usamos a hipótes» de transformação infinitesimal. Logo,
Ô2^ « I W u v * * (1.5.2b)
Obtemos de (1.5.2b) e (1.5.2a) em (1.5.2)
tvident«m«nt«,
Substituindo «a (1.1.9) os resultados encontrados ( 1 . 5rn , (1.5.2c) e (1.5.2d), teremos
cyv»ft
3ty
O primeiro membro cesta igualâaâe pode ser escrito âa seguinte maneira:
C ôyL ) xv ' <5
portanto (1.5.3) toras a seguinte forma:
Esta içualâace é válida quaisquer que sejam os coefici entes tliVr logo podemos eliminá-los e obteremos
T T ) I
-
Í Su
¥ ) xv
a-Se colocarmos em evidência o fator x e o fator xv
teremos
V T •»**
-16-energia
Ao definirmos os termos ttyav**nayv • J,.av pel**
rela-" W rela-"
i(xy
Tav * V W ' (1.5.5a)
yv -2Í— , (1.5.5b)
Jyav • ttyav * nayv ' (1.5.5c)
podeaos escrever (1.5.5) na seguinte forma
O u (1.5.6 )
34Jy4v " " bj Jujv * ' •
Definiremos a grandeza P , pela integral
e derivaremos em relação ao tempo,
ft
pyv » â |
Jy4v
dVm + i f i. J. . dV , (t.5.7a)
-17--J
o
Quando o volume for estendido a todo espaço <e supõe» -se que o campo tende a zero no infinito), a integral de superfi cie anula-se, mostrando a constância no tempo de P .
5*
ikConsider «aos as componentes espaciais de P . ou se
-Pik
P
ik • ] • l l k »
+]
n4ik
Calculemos seoaracasienre estes ternos
d V
Como conseqüência de (1.3.4), teremos
» f <: x J
Devido a U . 2 , 4 ) ,
l dV
k 4 k 4 ? > - ?£4»k« » (1.5.6b)
I f e ! ^ ^ - SiC?64?) • ?£4Sk»3 '- ÔV
- Í
?W k - Vi»
f w- i 1 ^ i v V i ' ^4
f>
w•
(1.5.8c) Calculsaos agora o segundo termo do segundo raenbro deP o r ( 1 . 2 . 4 ) , - 1 como ent&o, 64 *ik " " *ik-4 ' C1.5.M» [ n , .v dV « - [ * 3 , S4. Y dV j 4ik j 4 ik * X ' ?54 - r1 » dv , d.5.8e) # u b » t i t u í n d o ( 1 . 5 . 6 d ) e ( 1 . 5 . 8 e ) ft» ( 1 . 5 . 6 ) , t e r s s t o s f dV
{f
-T9-òade
sik • < £iBk *
O primeiro e o segundo ternos de segundo membro de (1.5.9) podes ser interpretados, respectivamente, como o monen-toai angular orbital e o momentum angular de spin do campo *. O terceiro termo deve se anular quando a superfície que envolve o volume tende ao infinito.
CAPlTÜLC II
EQUACOES DE YANG-MILLS NA FORMA DE KEMMER
N Ó S iramos considerar neste capirulo os campos de Yang-Mills sobre o espaço Euclidiano E., dado por
' SvBy " « y v ' Í B U'Bv3 •
Para o caso sem fonte a seguinte equação i válica
tais que 3 sio antihermitianas para y • 1,2,3 e hennitia -na* p«r* _ « 4. Tes-se que
B* * "**** (2.2a)
B
k * V
onde 2ti são as matrizes de Pauli e satisfazem & seguinte re
-(2.2)
A S grandezas B. e <>,.., que ocorrem nas equações |
í 11 *
(2.1) e (2.2), decorrem da teoria de Yang-Mills' '. By sío , |
- 2 0 * - • • . ' •
laçio de coautação
t t1, ^ ] « i si 3 ktk . 12.2b)
O tensor intensidade do c a ç o <> v i , da msma fozaa,
d«finido por
(2.2c)
As comooner.res de c.., com t,v » 1,2,3 são. anti-her mi ti anas e hermitianas para ;: ou v igual a 4.
Se introáuzirmos a função ã» onda ¥ definida por
onde o Índice t «m (2.3) indica o transposto.
Erocuraremos escrever as equações (2.1) e (2.2) de forma compacta, similar ã equação de Kenmer (1.1.1) de »odo que admita usa equação adjunta, fato que não ocorre
(22)
no artigo publicado por Silveira*— . Para tanto, desenvolve* remos (2.1) e (2.2) levando em consideração (2.3).
-21-(2.4)
i
Observa-se que quatro das equações diferenciais acima envolvem a derivada temporal e também que, destas equações , quatro componentes da função de onda podem ser expressadas em
função das outras seis e suas derivadas espaciais.
0 segundo membro das equações (2.4) nos leva a defi -nir a função ¥';
,83]
(2.5)
onde &
v são as seguintes matrizes:
ft o o o : -100: 0-1 0 : 0 0 - 1 : * T O O : o o c : c o o : 0 1 0 . 0 0 0 : 0 0 0 -• 00 0 !o 0 0 • 1 t t 4 1 1 » 1 O O O : o c o : - I O C . 0 - 1 c 1 1 p p t p f V : 0 0 0 : 1 0 0 : 0 0 - 1 p p : 0 c c : 0 1 0 : 0 0 1 0 1 c : 0 0 1 : 0 0 0 : i * - 1 0 0 : 0 0 0 : : 0 0 0 : : 0 0 1 : : 0 0 0 : : 0 0 0 : * : 0 0 c : : - i 0 c : : 0 0 0 : : 0 - 1 0 : : 0 0 0 : ; 0 0 0 : • t p : 0 0 0 * : 0 0 0 : - i 0 0 : 0 0 c : 0 - 1 0 : 0 0 -*, m t t • p 0 0 1 L r e . 0 • 1 0 r t
. J
: 0 : 0 : 1 (2.7) M -ml• • .-. • . > , D K " I • • • • • • •
-23-I S satisfaz i seguinte relação de comutação
(2.7»)
A fiit. de tornar U.6J similar à eçuajão de Kejmer, pro curemos determinar ü" em função de \, ou seja,
OU (2.8)
onde Q . deve ter a seguinte forma,
e i , k e j variam de 1 a 10.
Tomaremos cada coxponente de V, Y^, e analisaremos qual5 das componentes de f, f./ têm fatores de ?£. Assim proce dendo deteraiinarentos fi.^.
-24-As únicas componentes de ? que têm fatores di ?' são
•7 B1 e 6 * B2 '
daí conluimos que a equação (2.6) ê verdadeira para i»1, se
Cl10
- Í B2 , R1g - Í B .
ôe moco análogo obremos
•a21 • . . . • c2 1 0 • e e n2 7 « - Í B3 / r;29 = Í B1
o
3 1-
. . .
«
n
3 6.
a
3 8«
n
3 9. o e
n
37=
- Í B ,,
iB2
n
5 7» c
5 9- o e n
5 8«
- Í B4,n
5 1 0o e «
6 9»
- Í B4,n
Consideremos agora a sétima componente de V
•10* B4 ' *3 * *14 ' • d*stjamos que seja verdadeira a equação (2.8)
*7 * °7jfj '
então 07_ deve assumir os seguintes valores:
"79 " " ^ 1 3 "72 * i 53 '
"71C * "Í Ç14 hi * i B< *
De.modo análogo encontramos os elementos C.. (i » 8, 9/ 30 e j x 1,...,1O), ou seja a) Ce j , Oú OJ OO 00 R84 - i B3 n89 ' "i C2 3 ' fí85 " i B4 81C * "i ?2 4 * - Í B1 f:97 - -it31 ~i B2 n98 * ""4<^32 1 B4 fl910 * - ^ 3
-24-c)
10= '101 * "102 "103 2105 106 -iB. nioio * fii07 " ni08 ' "109 "o .
- i *4 1 , - U4 2 . - i «4 3Portanto a matriz 8 tem a seguinte forma:
Q » i B2 B3 B -3, 03 0 CT-B, C 0 0 -3 0 0 0 B, B 0 o - B2- B3 -B? B1
o : o'
-BÍ 01 B.: 0 -B| 0 0 . B (2.9) onde A é a matriz "* '12 0 - Í , , -« -23 * 2 3 C *34 14 '24 ?34 0 (2.10)Entretanto, podemos escrever H da seguinte forma:
(2.11) onde B é uma matriz diagonal, 10*10, de elementos B na
diago-nal i F t a m a t r i z , 10*10 ,
P • - i
T> O i
O A .
-27-A equação (2.6) devido a (2.11) e (2.9) (2.13) Se definirmos F, coao F " BvFv ' ou (2.13a)
a equação (2.13) resultará similar ã equação de Kesster. Portanto resta-nos encontrar Py .
Por aotivos que ficarão claros no Capítulo III» vamos impor as seguintes condições:
(2.13b) Fk*4
V k '
onden
4 » 2SJ. - 1 (2.13c) C O B O , (2.14)• F teir. que satisfazer (2.13b), segue que as matrizes F (2.13a) são
O
O 0 0
12
®í *'. \í >-.j. ?••• 0 0 0
o
1 2o o
O O O O O $ 13 O O O:o « o
:o o
1 2o
:o c o
21o o
o:
o:
o:
o
c
23° *34 O Oo
o
o
o
o
o
o
o o
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1*
o <r
J O *34 (2.15) 1o o
#
1 4 • * 9 1 p 1 f ' < ». 1 » • t P p p 9 p P • ° *24 *34 P § m t 0 • o • 14: o
:*24 Logo, v (22) (2.16)As matrizes Fv definidas por Silveira — ' nao nos permitiam
che-car ã equação adjunta, objeto do próximo capitulo.
Substituindo (2.16) esi (2.13) e sabendo que [ Bt, £v) » 0
- 2 1 *
(2.t7)
CAPITULO III
LAGRANGIANA DE YANG-MILLS NA FORMA DE KFMWER
A partir da equação (2.17) obtida no capítulo anteri-or, ir anos obter a equação adjunta e consequentemente a Lagrançi ana que ê o objetivo final deste capitulo.
Se tonarmos o hexmitiano conjugado de (2.17) e usar-mos (2.3a), (2.7b) e (2.11), tereusar-mos:
{[£;;(-e;i-C;i)*Mj*}t * 0 .
Portanto o hermitiano conjugado (2.17) vale
onde a seta indica o sentido de aplicação do operador deriva -da, ò , ou seja.
2
B4
n
4 ,equação (3.1) fica:
No Capitulo ZI impuzmao* as condições
(3.1 J
(3.1a)
- r4pfc . '
logo.
o ,
For (1.1.6), T * ? n4, chagamos ã equação adjunta
(3.2)
onde se usou £,C. « C £. (com sonsa em ul).
Cozi as equações (2.17) e (3.2) podemos definir a La
-grançxana, levando em conta que 7 « *' ,
W$^^
Tr i a â i c * o traço âos apmrmàarmm a i SD(2), l«Bbr«nào çtw
ç£o f • f+5* Í3.3) obtln^M a equação (2.1?).
- r > • * • * , . * • • =
CAPÍTULO IV
FORMULAÇÃO LA6RAN6IANA SIMILAR A OKUBO-TOSA
1231
No artigo publicado por Okubo-To»* — ' «ncoatr«.-s« « dos caapot â» Yang-Mills eon u» terso de interação cúbica. Mostraaos, neste capitulo,um Lagranglana siailar onda no texao de interação cúbica aparece o fator ¥ que favorece en.
-contrarr.os diretanente a equação de onãa através ãa equação âe L*grange.
Reescrevenão as equações ás Yanç-Mills ào Capitulo II
onde o grupo de simetria interna é o SU(2) e logicamente oa índl c«s í, j, k. variam de 1 a 3, e •* são os coeficientes de estro
tura antissimétricos nos três índices.
A S equações acima, âe modo análogo ao que foi feito no
capitule II, tomam & seguinte fcrnva:
ondt
3 4
-As u t r U u Bv e K sio dadas est {2.7).
Mo artigo de Okubo-Tosa, já citado, fica iatplícito que podemos determinar ¥" es função de Ç1 da seguinte maneiras
f
l " I *
áabc wia
onde a, b, l, c varias de 1 a 10 e I* .. são coeficientes de estrutura totalmente antissisiétricos nos. três indices.
Por (4.2) resta-nos, portanto, determinar os coeficier tes r . e C. . Procederemos do seguinte modo:
Para cada £ de (4.2) ir «nos determinar quais das contpo nentes de (4.1a) estão envolvidas na cooponentej.de (4.1b)f
as-sim fixaremos b e ç. Os valores de a, ^-^ s cta s e r* °
determinados a partir da identidade entre (4.2) e a respectiva compo -nente de (4.1b).
Se í * 1 teremos por (4.2)
rabc C1a
Kas por (4.1b)
*•* . i ei j k B^Bj / (4.3a)
entretanto as componentes 7 e 8 de (4.1a), que sãp
envolvidas em (4.3a:. Portanto b e c em (4.3) vales respec « 7 e 8.
Para que a identidade entre (4.3) e (4.3a), ou seja.
-se verifique 6 necessário que: a » 1
ri 7 8Cn
ou
Podemos ter então
. M78
178 N o c a s o 1 = 2 , f i c a
ic ici j k
e pára que esta se verifique é necessário que a « 2 , b « 7 , c • 9 r279C22 Tt»o* então, ou No caso t » 3, obtetnos 279 C22 * 279 ' C2 2 3 , b • 7 , c « 10 (4*4) <4'5)
r37i0 ' C33 m r3710 * C33 1N> caso t « 4, obttmos a'-« 4 , b « 8 , c » 9 r489C44 • 1 •• Portanto, ou " C44
tio caso £ m 5, obtemos
a > 5 , b « 8 , c » 10 f58i0 C55 Fortanto, ou F5810 " C55 No caso i » 6, obtenos a • 6 , b « 9 , c • 10
JPortanto
r6910 * C66 " ' '
OU
Vo caso £ « 7, fica
r6910 ' C66
Mas por (4.2) e (4.1a)
2 'abc. C7a 'b'c
1 £ C7 al" a 8 r 8V7 + 1a92V9'2 +
logo a só pode assumir o valor 7 e
r781C77 * r792C77 " r7i03C77 " 1 *
Por T . ser antissimêtrico nos indices então e r7io3 J* foram estabelecidos, ou seja,
:781 " F178 '* r792 " P279 e f7l03 " r37l0
Logo,
C? 7 - 1 para r? & 1 « r? 9 2 . :? 1 M . 1 , (4.10)
«38-C7 ? - -1 para r? 8 l « r? 9 2 - r? 1 0 3 « -1 . U.lOa)
No caso i « 8, temos
B1*21 +
" i e * B1*l2
Mas por (4.2) e (4.1a)
'
1«ie
1-^? . c
a?h
8 2- abc 8a b c
!1*12 + "a94B3*23 + ra1C534e24) '
portanto a só pode assumir o valor 8 e
"r871C88 " r894C88 * r8105C88 * 1 * í4*11)
Como
r871 * "ri78 ; r894 * P489 * F81O5 " r58i0 '
então o único valor para C-g que satisfaça (4.11) é Cgg * 1. Nes
te caso r1 7 8 « r4 g 9 • r5 g 1 0 • 1. Por isso as possibilidades (4.4a),
(4.7a), (4.8a) e (4.10a) são excluídas.
-39-._jj.k fcjít «»j.»k »
IB1*31 + B2Ç3 2 * B4*34}
por (4.2) • (4.1a)
9 2 abcc9a*b*c
portanto a só pode assumir o valor 9 e
r972C99 * F984C99 * "r9106C99
Sabemos cue
F972 * " r279 ; r984 " "F489 ; r9i06 * F6910
então o único valor para Cg9 gue satisfaça (4.12) é C9 9 « 1 e
r279 ' r489 ' F6910 • 1 • ( 4'1 2 a )
Por causa destas igualdades, as possibilidades (4.5a) e (4.9a) sio excluídas.
-40» En virtude de (4.2) e (4.1a)
' -4c
i :*
kr c
10 lc rabccc *V
abcc10a¥bYc 2*24 + ra96B3«3Ccmcluímos que £ só pode assumir o valor 10 e
riC73C1010 " ri085C1010 " ri096C1010
Sabemos que
P1O73 " "r3710 ; ri085 "' "r58i0 e ri096 * "F6910
então o único valor que C1 0 1 Q pode assumir que satisfaça a
(4.13) é C1 0 1 0 - 1.
Portanto,
F3710 " r58i0 * F6910 * 1 # 14.13»)
Devido a isto, a possibilidade (4.6a) é excluida.
Em resumo, concluímos a exclusão das possibilidades (4.4a), (4.5a), (4.6a), (4.7a), (4.8a), (4.9a), (4.10a) determi-namos o valor +1 para r . ao tomarmos permutações pares de (a,b, c) - ',7,8), (2,79), (3,7,10), (4,,E,9), (5,8,10), (6,9,10) e -1 nas impares e zero para outras permutações. Também mostramos que
-41-cta • âia *
A relação (4.2) toma a seguinte forma:
!
1. ic
ijkr ^ 6 *h£
i a&c ia * c |4 1 5 ) a i e Jabc *b*c • a eguação (4.1) a forma ?abcMultiplicando o primeiro membro de (4.16) por Y1 , po
et "•
demos definir'a seguinte Lagrangiana
r
a b cgue é similar â Lagrangiana definida por Okubo-Tosa. De fato , esta Laçrangiana reproduz a equação (4,16) ao aplicarmos a egua-ção de Euler-Lagrange para o campo V .
CAPÍTULO V
FORMULAÇÃO HAMILTON!ANA TIPO SCHRODINGER
já apresentamos na Introdução deste trabalho a razão do estudo da equação de Kenaner, o que foi feito até agora . Conhecida a equação de onda podemos obter a Hamiltoniana; é o que pretendemos no presente capitulo,.viszs que a equação {2.17) difere, pelos F , da equação obtida por Silveira. Iremos proce-der de modo análogo sem, entretanto, introduzir o
acoplanten-to mínimo eletromagnético. Reescrevendo a equação (2.17),
• O , (5.1)
M ** f
e s e c.e£Jjtxi_moB
DM * &y"Cy ' <5.1«)
a equação (5.1) toma a s e g u i n t e forma:
<# DW*M)¥ « 0 . (5.2)
Obtemos tambiro a equação adjunta
-43-* valem as seguintes relações de comutação:
lDy , Bv) « -[Cw *6V) , (5.4a)
onde
A partir da equação (5.2) vamos procurar obter una égua cão tipc Schroctinger de modo similar ao que foi feito por Keraaer « outros.
Multipliquemos a equação (5.2), pela esquerda, por £ 5,D,,. Teremos
Por conveniíncia, adotaremos a seguir M = m. Se •ornar-mos e subtrair•ornar-mos 6 D em (5.5), tere•ornar-mos
Se levarmos em conta (5.4), teremos
-44-Obteraos, por (5.5a),
Se somaraos (5.5a) C O B (5.5b), teremos
por (2.7a) • depois fazendo u * v no 19 tern, fica
ou
v) + 6..S>ev[Dy,Dv)>V « 0 . C5.5O
Como
Por outro lado
l o g o ,
» UC.feJD.-nD,)? .
'• t* <" A
-45-X « 4
0 . | 5 . 6 )
Consideremos cada termo de (5.6) separadamente. Se de-senvolvermos, teremos
r
k 4• 2(-S2 +1)SkCkD4-2SkB4Ck£eDe +2Sk84S.CkDe +2«BJ c94Dk ,
í- - 4 - ^ - k rk4 " &k"4"erke
Convenientemente reagruparemos estes t e m o s obtendo as ; sim os seguintes: !
' • • * * >
Sk64 í"Se
h equação (5.6) tona a seguinte forma:
Ao roultiplicaímo» a equação (5.2) por -2m;., obterenos
(-2mg42D4-2B84SkDk-2m2l4)* « 0 . (5.6b)
4 7
-obtaremos, para B jí 0 ,
(1-8*1 [C4 - i E ^ D , • 1
" £ We
Se considerarmos as seguintes identidades
R - - i St - B4 • *B4 • P4 , (5.7a)
C4 " S W 4 + i SkC4Dk + I Sk rM , 15.7b)
-Dk " Ck " í SeCkDe + I S "k. ' ( 5-7 c )
então a equação (5.7) toma a seguinte forma:
BVD. }¥ • 0 , (5.8)
OU
H* • 0 , (5.8a) con
H • R+(1-B4)M+ekS4N*84BkDk . (5.8b)
Devido & impossibilidade de explicitarmos s^í na equa-ção (5.7), visto que aparece no sétimo termo o fator D4, iremos
utilizar o método Sakata-Taketani ^-'12). Segundo este método um operador E pode ser escrito da seguinte maneira:
H » H., • H2 , (5.9)
4 8
-onde
&! « rar+nio-r) , ts
H2 « (i-DHT+d-DBd-D . (5.9b)
EM (5.9 • • b) «apreça»»* T que signifies
r - fij . (5.9c)
trsjK» f»cil»«nte quen-nr . ni-r) « o ,
skr - ci-Dak ou r&k.«
(I-DII-D - (1-D . (5.9f)
Ao Multiplicarmos a equação (5.8a) por 1-7 e I obtere
«os, respectivamente, os seguintes resultados:
(1-DBT - H2T * 0 , C5.10)
TW ' Hjt « 0 . (5.10a)
Por (5.8) e (5.10a), obtenos
r{R+(i-Êj)M+eks4N*s4skDk}r? • r{(i-fiJ)M*R+eks4K+£4skDk}(i-r)«F« o.
(5.11) Eu virtude de
-49-e tosa do t-49-erc-49-eiro -49-e sétimo t -49-e m o s d-49-e CS. 11) ê cons-49-equ-49-ent-49-em-49-ent-49-e » » U , pois
e o sexto terão tos» a seguinte forma:
r & n - m - r(-i3
t-»
4* mB
4+F
4) n-n?
pois r comuta com *t, B4 e B4« í
Logo, a equação (5.11) torna-se i,
Os elementos não nulos de T e (1-7) são os seguintes:
9 (5.11b)
n - n
2 2.
( I - D4 4-
( I - D1 0 1 0- i .
Portanto, (5.11c)d - m • (•12,*13,c,$23,e,o,o,o,o,B4)t .
Como observamos, nas equações (2.4), as equações dife reneiais que envolvem as componentes de (1-D? não contêm a derivada com relação ao tempo. Também existe uma relação entre
Ã
s o
-l i - m • TV. Portanto, o desenvo-lvimento tempora-l de (1-DTê da-do através da-do desenvolvimento temporal de Tf e rtmipnw ai m » (5.10). Utilizemos a equação (5.2) para eliminarão» (1-1*)¥ d* (5.11a). Ten
(i-n<r» - 1 n - n
S4D4- I
f-• cs.iidi Se definirmos Q^ por Qk = Sfc - B ,K , (5.12) teremos Dk « Qk • Pk . (5.12a)Portanto, era virtude de (5.12a) a identidade (5.1Id) , fica
« 6kQkry ^ < 1n y kf ' cs
pois
r ok- Qkr .
Procaremos uma expressão para n-r)&k?k? na qual apa
reça o fator r? .
5 1
-t 63F3)7 9
< 62F2}98 i S3F3)8 9
<fi1F1>107 - ( 02F2)1O8»
* os elementos não nulos de Í1-**)3.F. são
[ ( i - r ) 8kFk)1 0 7
Consideremos 6 a matriz definida por
(5.13a) •o o o < oo o • o o © «
o o o :
i 4 t t 4 4 •:o o o
*
• ^14 *24 *34 ! • , 0 (5.13b)• por (5.11b) o segundo termo do segunâo membro de (5.12b), fica
5
l1*
r)i
(5.13c)Substituindo (5.13c) em (5.12b), obtemos:
-52-e a -52-equação (5.11a) tona a s-52-eguint-52-e forma
F{R • B4BkDk • (F4*B40JtDk) (- 1 e ^ • | e)]TT « 0 C5.14)
Os elementos não nulos de sío
CrF4»610 '
logo TF4 pode ser definido pela matriz ©4, ou seja:
(5.14a) 0 0 0
o c o
0 0 0 0o
o
o
o
(5.14b).Mo artigo de Silveira FFj é igual a F4,no entanto ,
aqui definida,corresponde â matriz F4 definida por ele.
Desenvolveremos os termos de (5.14);
I-ia
t5 3
-- I 64Sk(VFk) BeQe * I
• I- 5 V kQk • I a4
I
64
8k
Qk
BeQe " i
BA
Fk W I »4 W l
84
Bk
Fk
e]rfEstes r e s u l t a d o s nos permitem reescrever (5.14) do s e -g u i n t e modo:
- B4 • » s4 • e4 + s40kDk - I e4ekQk + | s4 e
- 5
84 W . ° e - £
B4
6kF)c
8e0e * S V A
5Por (5.11c) e (5.14b) podemos mostrar que
e4ry » 0 , (5.15a)
que coincide com o resultado obtido por Silveira. 0 décimo termo de (5.15) é nulo pois
Fk(1-D - 0 , (5.15b)
ou seja,
- i
£4*k
Fk
se
Qe rv- - i e
4^F
k(i-r)£
ec
ef . o .
0 sexto termo de (5.15) fica:
-54-* e4BkFkr f * (5.15c!
E, finalmente, o ultimo termo ê nulo, pois
e « 0 . (5.15d>
Logo, a equação (5.15) após substituirmos estes resultados, te-mos
• » S4 - I
+ i 646kOk-3Bk)0ir'P - 0 . (5.16)
Obtemos assin una equação t i p o Schrodinger onde a fun-ção de* onda é f¥.
(221
Fazendo, no trabalho de Silveira — , A • 0 e, iden-tificando TA com ©4, estaremos estabelecenâo a igualdade entre
o Hamiltoniano (5.16) e o Baniltoniano (30) da ref. (22) ape-sar do 89 terno de (5.16) apresentar o fator F. , mas o produto
£.F. mantém-se o mesmo ao tomarmos F^ como foi definido por Silveira.
CAPÍTULO VI
ANÁLISE DA HAMILTONIANA
D* posse da Hamilton!ana, (5.16), obtida no capitulo anterior, cabe-nos analisar seus termos. Portanto, iremos desen-volver alguns ternos em busca de conteúdo físico.
5.1 - RELAÇÕES ENVOLVENDO O SPIN
De acordo com a definição de valor médio de um
opera-8ik
dor, dada em (1.2.6), a quantidade-— em (1.5.9), reescrita co mo:
i Sj * £jke
(8 251 é denominada operador de spin - ' — .
Se empregarmos a definição (6.1.1) podemos verificar a igualdade
S^ - Sj , (6.1.1a)
a partir da qual concluímos que os autovalores do operador de spin *io ± 1 e 0. As relações (1.1.2) a (1.1.4) que são obedecidas pelos operadores 0 mostram que a álgebra construída a par
-
-56-t i r dos 0 -56-te* 126 elemen-56-tos independen-56-tes ( ' l l ' 2 í > . Estas e l e
-y atentos s i o : Mvde 4. - ^^^^» 1 1 V v V a 1 *v 4 VvBp 1 2
e
ft 1 9 at «t *> •y$VSp 1 2 nu*VBp 2 4 tfi-l-lW
8uBvSpBa 6 V v 1 2
%Bv8pBa 1 2 V v 1 6
n M D P _ i * n %
n ru.n^B^ 4 número total 126
Ê possível mostrar que três elementos da álgebra comu-tam com todos os outros. Desce que certas condições de regulari-dade sejam satisfeitasr o que aliás ocorre no presente caso, o
número dos elementos que comutam com todos os outros fornece o número de representações irredutíveis inequivalentes. Já o nume-ro total de elementos da base ê igual ã soma dos quadrados das dimensões das representações ~ Mo caso que estamos considerando três sío as representações irredutíveis inequivalentes. Se n. , n2 e n3 representam as dimensões destas representações,
pode-mos escrever
n* + n\ * n\ * 126 , (6.1.1c)
• as dimensões valem 1, 5 e 10. A primeira dimensão 1 é trivi-al. Somente a segunda e terceira dimensões nos interessa—'. A
-57-«stanos usando no presente trabalho esta associada ao spin I e é constituída por matrizes 10x10.
provar que « B ^ + B . B , tijte) , (6.1.2) onde (6.1.3) Realmente, consideremos S
i
Se
+Se
Si * ^ i j ^ a n ' ^ W W j V
; i;Ée 1 im jnwke in je km in jm keEm virtude de (1.1.3), on seja r\. » 2B.-1, chegamos a
8 c J-O e *> /fl A -*.a a i te i 41 »S +5 5* » "••% *™4 «• • i * " lo.l.*l
Ao*multiplicarmos ã esquerda por -n, teremos:
- -nn^ (BiB^+e^) . (6.1.4a)
Por (1.1.4) mostra-se facilmente que
T\X\. m TJ.T)^ • (6.1.4fa)
3 i e
Levando este resultado a (6.1.4a), finalmente, teremos
- BiB.4B.Bi £ possível nostrar que
S? - \ (1-nr^) - ^ (i-iiiH.) r (6.1.5)
n. - nd-2S^) , (6.1.5a)
^ - ^ l • (6.1.5b)
-5»-6 . 2 - ANÁLISE DOS TERNOS DE K
O quinto tenso da equação (5.16) vale
li — B ) •S O — S ) j (6 2 1) Se utilizamos.(6.1.2) e (6.1.5b) es (6.2.1), obt< " 5 ¥ k ¥ eQe = " I B4l-nC8jSi+8iSj)UrBjna1-»1l -(6.2.1a) Observemos que ou nelhor, ( 3e "Be) 2 " lSm^tr^e] j 2~SjSi< 3 j " B j ) í 3i " 3 Bi) ' (6.2.1b)
Substituindo (6.2.1b) em (6.2.1a), teremos:
-60-Vamos mostrar que o fator -nS^S.-S.0.. pode to da seguinte maneira:
(1*n) Í S ^ Ô B ) 16.2
Por (6.1.5c), temos
SiSj " &jcl*i&j**jB1
e substituindo (6.1.5b), ficamos cora
SiSj em virtude de n Sk " 1 t^-^jc* » (6.2.2b) obtestos U nk S.&. » [ —w— )(B4B^-S,S4)-BaS1 • (6.2.2c)
Multiplicando (6.2.2c) por -n# depois somando v »ubtra
-«1-ireaos, finalawnte, chegar i identidade (6.2.2a),ou seja,
- I Se substituirmos (6.2.2a) en (6.2.2) . H a l (3 - B J2 } (6.2.3) 4m 6 6 - -S S4(Tn)iCi8j-BjBi)Oj-Bj)(3i-Bi) • I B4n[SeOe-»e)]2 " l i ô4í 1 + T i ) <V3 Be) 2 (6.2.3a) " 275 S4i 1 + n ) (VBe) 2 (6.2.3b)
-62-- B ^ H * . (6.2.3c)
», separadamente, o segundo termo do segundo membro de (6.2.3c) e procuremos dar-lhe uma nova forma, ou sejas
Por (2.1) teaios que
logo, a identidade (6.2.4) fica:
- 7 * 4 " • n l ^ V i j • ( 6 ; 2-4 a )
Assim, encontramos o termo
que é uma interação do spin Sk com o campo de Yang-Mills « ^ ,
1& tar «cio nio depend* da aassa.
Os outros tarsos da Baailtoniana (5.16)
m Urt:«rpr«t«çio daA» por Silveira, ou «eja: os ültiaos quatro tar •ao d« origaB nio linaar a depandaa da 4^, ^ » B ^ a B^.
APÊNDICE A
UGRAH6IAN0 DE OKUBO-TOSA
£ nosso objetivo chegar a Lagrangiana de OkuboTosa — ' para os canpos de YangMills e evidenciar as diferen -ças que nos levara» a encontrar o Lagrangiano (4.17). Coa esta finalidade apresentaremos,detalhadamente, a parte II do artigo de Okubo-Tosa. Para melhor comparação nos restringiremos ao grupo SU(2); utilizaremos os mesmos indices e letras dos campos do ca-pítulo quatro.
A.l - YANG-rtlLLS X KEMMER
A Lagrangiana de Yang-Mills com massa é dada por
onde a métrica de Lorentz é tomada como
HQQ » - n ^ » "*n22 * "n33 * 1 ' (A.T.2)
-65-Os índices latinos em (A.1.1) referem-se à simetria in terna con a álgebra de Lie
» i ci j ktk , (A. 1.3)
é o coeficiente de estrutura total para i,j,k » 1,2,3, onde
mente antissimétricô. Ao tomarmos •* e B* como variáveis independentes, a Lagrangiana (A.1.1) reproduz as seguintes égua -cões de movimento:
Okubo e Tosa definiram o vetor
/ ! > B B B B )
para chegar à Lagrangiana com termo cúbico (o índice superior t representa o transposto).
Comparando as equações (2.1), (2.2) com (A.1.4), (A. 1.4a) vemos que elas apresentam características diferentes visto que o fator m em (A. 1.4a) muda a dimensão do campo B . Além disso o vetor T em (A. 1.5) difere de (2.3), contudo podemos obter uma ma triz constante tal que o produto por (A. 1.5) tenha como resulta-do (2.3). Apesar disso, não conseguimos transformar o termo de interação cúbica da Lagrangiana (4.17) no termo similar encontra do por Okubo.
Procuremos escrever as equações (A.1.4) e (ft.1.4a) na
f o r * a ti » .»
-66-coo ¥a dado por (A. 1.5) e T'a a definir.
Como no Capitulo 2, desenvolveremos (A. 1.4) e (A. 1.4a), levando em conta (A. 1.5) e obtenos
31B2 >21 * ÍA.1.7) >01 + Observemos que: 0 0 0 0 -1 0 1 0 0 0 \ 0 0 0 0 1 0 pOvJ 1 0 0
o
1o
I*.I.tl-67-1 I 1 o - i o : 1 0 0 ' p o o i * m t i » 4 :o o 1 : 0 1 0 . - 1 o o : : o o o : » « i » 4 » 1 • 1 * i 0 : o : 1 83» 3»1 (A.1.9) -1
o
o
o o
-1 o o -1o
1o
o
o
1B
oíV
(A.1.10)o
o
1o
-1o
o
o
o
o
o
-1 1o
o
(A.1.11)as matrizes 6 satisfazem ã seguinte relação:
Se levarmos em conta (A. 1.7), podemos definir V*- como:
6 S -k V 0v (A. 1.13) b n como a matriz 1 0 0 0 1 0 1 0 0 0 1 0 m1 O O O m» O O O ma .1.14) D e s t a maneira chegaremos à e x p r e s s ã o ( 7 . 1 . 6 ) , i s t o é . ^-;-/)?1 = r1 , ou (A.1.15)
A.2 -
DETERMINAÇÃO DOSr
abcA fim de chegarmos a Lagrangiana do artigo de Okubo , definiremos y0 pela seguinte relação:
g e rabcceaYbYc (A.2.1)
A matriz C é definida por
-69-*m obedece is relações
c - c* - cr
1 <C>se t C )ei ' «si (A.2.3) (A-2.4)abc também é totalmente antissimetrica nos indices , com a, b, c, e variando de 1 a 10.
Observemos que neste caso os coeficientes (C)fta estão
fixados» a priori, pois ao efetuarmos o produto
onde ¥ ê definido como
(A.2.5)
(A.2.6)
obteremos, devido a (A.2.4), o termo cúbico que procuramos a me-nos do fator (3!)"1.
A matriz C é dada por (A.2.2) ou, detalhadamente:
-1 0 0 -1 0 0 0 0 -1 0 1 0 0
o
1o
1o
o
o
1 (A.2.7) -1Resta-nos, portanto, determinar r a b c- 0 procedimento é
similar ao que foi feito no capitulo quatro com uma simplicidade • mais, pois os coeficientes (C) são conhecidos. Em virtude disto, evitaremos pormenores para e > 1.
-70-Sc fizerraos e * 1 era (A.2.1), ter
T 1 gt rabcc1aTbTc
s por (A. 1.13), saberaos que
Deveaos ter
^ * i j k ^ . (A.2.8)
MOS que;
En virtude da definição dada para f era (A.1.5),
sabe-B2
e por (A.2.7), C ja é diferente de zero para a • 1, cora C..---1.
Portanto, a identidade (A.2.8) é verificada se:
b - 8 , c - 9
e (A.2.9)
ri89 * 1 '
De agora em diante vamos apenas indicar os valores no» méricos.
Se e • 2 então a passa a ser igual a 2. Existe ape -nas C2 2 diferente de zero e seu valor ê -1.
-71-b « 9 , c « 7 (A.2.10) b * 7 , ' c « 8 (A.2.11) r378 " ' • • • • • 4 - * » « 4 e C.- » 1 44 Logo, b « 10 , c « 7 (A.2.12) F41O7 " -1 • Portanto; b - 10 , c - 8 ft.2.13) r5108" -1 •
-72-b » 10 , c » 9
IX.2.14)
H o caso d e e « 7, tereaos a « 7 e c -7 « 1 ;
conseqüen-te.
Devido a (A.2.9 a 11) e pela antissimetricidade de , teremos, r7410 " "r297 * "r783 * "1 ' CA.2.15) Logo
^
y . C.q.d.
St e • 8, terenos i • 8 e Cgg • 1, consequentemente temo» gue r89i ' r837 ' -r8Si0 " fortanto,
-73-Para e » 9, terenos ft * 9 • eOg « 1, consequentemente.
Tew>s que F918 " r972 ' *r9610 " 1 ' IA.2.17) Logo, j Bk j k 23B2 + B1*31 ^ c.g.d.
finalmente, se e for igual a 10, teremos,
e • 10 — P ã m 10 e c1 Q 1 0 • -1 ,
Tenos que,
F1O74 " ri085 * ri096
-74-3yB*v c.q.d.
Os coeficientes r_. assumem somente o valor *1 para as permutacôes pares de (a,b,c) « (1,8,3)* (2,9,7); (3,7,8) ;
(4,7,10), (5,8,10); (6,9,10), e o valor -1 para permutacôes pares e valor zero para repetições.
A. 3 - LAGRANGIANA
No parágrafo anterior determinamos r . , logo podemos escrever a equação (A.1.15) com a ajuda de (A.2.1) na seguinte forma
2
Podemos então definir a seguinte Lagrangiana:
L
- 1
?
í
[
%>„*»-<">-*l ' TT
Devido a (A.2.6),
1 * l < V »
y-
t t í> .
l f. " TF
Finalmente, em virtude de (7.2.4), teremos
-75
-qua i a Lagrangiana â« Okubo-Tosa para os caapos da Yang--Mills no SO (2).
-76-BIBLI06RAFIA
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Tese apresentada ao Centro Brasileiro de pesquisas Físicas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Ci entífico e Tecnológico, fazendo parte da Banca Exa minadora os seguintes professores:
Adel da Silveira - Presidente
Carlos Mareio do Amaral
Jayme Tiornno