UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO REGIONAL CÂMPUS DE PALMAS Av: NS 15 ALC NO 14, Prédio do PPGDR, Palmas – TO|77020-210. Fone: (63) 3229-4724 |www.uft.edu.br/ppgdr| [email protected]
1 A Universidade Federal do Tocantins (UFT), por meio da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós- Graduação (Propesq) e do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional (PPGDR), torna público que estarão abertas entre os dias 19/10/2020 a 02/11/2020, as inscrições do processo seletivo de alunos para ingresso no curso de Mestrado em Desenvolvimento Regional, (modalidade MESTRADO INTERISNTITUCIONAL-UFT-UNITINS/TCE–TO/EXECUTIVO ESTADUAL DO TOCANTINS SOLICITAÇÃO CAPES Nº 047/2020) nos termos da Resolução CNE/CES nº 1, de 03 de abril de 2001 e em conformidade com o Regimento Geral da Pós-Graduação (Resolução nº 19/2013 do Consepe/UFT) de acordo com os termos a seguir.
1. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E OBJETIVOS
1.1 O curso tem por objetivo preparar docentes para o magistério superior, formar e capacitar pesquisadores e profissionais de alto nível para atuação em setores de atividades relativas à temática do Desenvolvimento Regional. No caso desta parceria interinstitucional também espera-se desenvolver atividades de pesquisa em temas: 1) Controle Externo; 2) Desenvolvimento Regional e 3) Governança Pública, a partir de uma visão sistêmica, plural e crítica.
1.1.1 Economia, Planejamento e Desenvolvimento Regional: Esta linha de pesquisa aborda temas relacionados aos processos inerentes ao desenvolvimento regional, a partir da interface da Economia com outras áreas do Planejamento Regional e Urbano. Pretende-se desenvolver pesquisas que realcem abordagens alternativas sustentáveis dos processos de desenvolvimento regional, urbano e rural, tais como: arranjos produtivos locais; combate à pobreza e as desigualdades; gestão social e dinâmicas territoriais; análise do ambiente institucional e novas perspectivas de planejamento do desenvolvimento regional.
1.1.2 Sociedade, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional: Esta linha de pesquisa aborda temas relativos às questões sociais, políticas, culturais e ambientais relacionados às problemáticas regionais rurais e urbanas, considerando os aspectos históricos e sua expressão temporalmente e espacialmente. Pretende-se investigar mudanças e impactos nos processos de desenvolvimento regional, causadas tanto pelas ações estatais quanto pelo protagonismo dos atores sociais. Igualmente, se destina a investigações que focam processos de formação de agenda e implementação de políticas públicas, bem como avaliação de políticas, programas e projetos, a partir de uma abordagem interdisciplinar.
1.2 Considerando o termo de cooperação que proporocionou a realização deste Mestrado Interinstitucional, são estimuladas atividades de pesquisa no campo da análise das políticas
EDITAL Nº 12/2020-PPGDR
PROCESSO DE SELEÇÃO PARA MESTRADO EM DESENVOLVIMENTO REGIONAL MINTER-UFT-UNITINS/INSTITUTO DE CONTAS/TCE-TO/EXECUTIVO ESTADUAL
DO TOCANTINS
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO REGIONAL CÂMPUS DE PALMAS Av: NS 15 ALC NO 14, Prédio do PPGDR, Palmas – TO|77020-210. Fone: (63) 3229-4724 |www.uft.edu.br/ppgdr| [email protected]
2 públicas e desenvolvimento regional relacionados a legística e ao papel do controle externo no desenvolvimento institucional e regional. Neste sentido, a legística orçamentária, apresenta-se como um meio facilitador na aplicação de processos comunicativos entre os sistemas de Controle no ambiente orçamentário, apresentando respostas teóricas para a problematização das políticas públicas, especialmente no que atine ao custeio seguro e planejado de prestações governamentais voltadas as necessidades sociais derivadas de comandos constitucionais e legais objetivos. É relevante observar, no ambiente das vocações institucionais, o funcionamento do controle externo e a possibilidade de acoplamento estrutural com o sistema organizacional de justiça com vistas à redução das complexidades no ambiente das prestações governamentais influenciadoras de políticas públicas eficazes para o desenvolvimento regional (Anexo IV) .
1.3 O Curso terá a duração entre 18(dezoito) e 24 (vinte e quatro) meses. As disciplinas serão ofertadas semestralmente, em qualquer horário de funcionamento da Universidade (matutino/vespertino ou noturno), sendo o ano letivo composto por dois semestres.
1.4 A estrutura do Curso inclui a realização de no mínimo 40 créditos, que devem ser realizados em disciplinas obrigatórias e eletivas.
2. DO NÚMERO DE VAGAS
Serão ofertadas 25 (vinte e cinco) vagas, no âmbito do MINTER-UFT-UNITINS/INSTITUTO DE CONTAS /TCE - TO / EXECUTIVO ESTADUAL DO TOCANTINS.
Sendo, assim discriminadas 10 (dez) vagas para servidores do TCE (Tribunal de Contas do Estado do Tocantins) e 15(quinze) vagas para servidores do Poder Executivo Estadual do Governo do Estado do Tocantins.
3. DA INSCRIÇÃO
3.1 As inscrições para o processo seletivo de candidatos ao curso de Mestrado Acadêmico do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional, para o primeiro período letivo de 2021 deverão ser efetuadas por meio de correio eletrônico, no endereço [email protected] O candidato deverá indicar como assunto Seleção de Aluno Regular de
Mestrado 2020 MINTER-UFT-UNITINS/INSTITUTO DE CONTAS /TCE. É imprescindível
que no título do email conste esta referência no campo assunto.
3.2 No ato da inscrição deverão ser anexados ao e-mail os seguintes documentos digitalizados exclusivamente em PDF, sob a pena de indeferimento da inscrição.
a) Ficha de inscrição (modelo padrão disponível no Anexo I deste edital);
b) Cópia do currículo lattes atualizado (http://lattes.cnpq.br) com apenas os documentos
comprobatórios que constituem o item 4.3.2;
c) Cópia do pré-projeto de pesquisa. O nome do candidato só deve estar inserido na capa do projeto, que deve conter igualmente o título do projeto e a linha de pesquisa. O pré-projeto pode ser escrito em português, inglês, espanhol. A estrutura será composta obrigatoriamente dos seguintes itens: Delimitação do Tema e Problema de Pesquisa de preferência em temas relacionados ao desenvolvimento regional e análise de políticas públicas correlatas à atuação do Poder Executivo do Estado do Tocantins e/ou do Tribunal de
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3 Contas do Estado do Tocantins; Justificativa e inserção do pré-projeto nas linhas de pesquisa vigentes no PPGDR; Objetivos (geral e específicos); Referencial Teórico, Metodologia e Referências Bibliográficas. O pré-projeto deve ter entre 15 (quinze) a 20 (vinte) páginas e formato A4 com espaçamento 1,5 com fonte Times New Roman 12.
d) Ficha de Avaliação do Currículo Preenchida (Anexo II).
e) Carta de autorização da instituição assinada pela chefia imediata do Tribunal de Contas e/ou do Poder Executivo Estadual para cursar o Mestrado em Desenvolvimento Regional, constando liberação de 20 horas semanais para dedicar as atividades do curso (modelo no Anexo III).
3.3 O pré-projeto deve indicar em qual linha de pesquisa está inserido. O candidato (a) que não cumprir os requisitos de conteúdo e forma do pré-projeto será, automaticamente, eliminado do processo seletivo.
3.4 Todo o processo de seleção será coordenado por uma Comissão que se responsabilizará pelos editais a serem expedidos e pelos demais trâmites do Processo Seletivo.
3.5 Somente serão homologadas as inscrições que apresentarem toda a documentação nos parâmetros e no prazo estabelecido neste edital, sendo vedada a solicitação de devolução da taxa de inscrição em qualquer hipótese, salvo por cancelamento deste processo seletivo.
3.6 O comprovante de inscrição será enviado por e-mail aos candidatos, que devem portá-lo nos dias das avaliações. Caso não receba até 03 de novembro de 2020, deve-se entrar em contato com a secretaria do Programa, através do email: [email protected]
4. DA AVALIAÇÃO
4.1 O processo de seleção ao Mestrado será composto pelas seguintes etapas: a) Avaliação do pré-projeto;
b) Análise do Currículo Lattes. c) Prova Oral
4.2 O candidato deverá apresentar exames de proficiência obtidos nos últimos 5 anos com as pontuações descritas no quadro a seguir, até a data de sua qualificação, sob pena de desligamento do programa.
Idiomas Teste Pontuação
Inglês
TOEFL-iBT (Test of English as Foreign Language –
Internet Based test) Acima de 80 pontos TOEFL-ITP (Test of English as Foreign Language –
Institutional Testing Program)
Acima de 460 pontos Centro de Idiomas da Universidade Federal do
Tocantins
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4 4.3 Análise de Currículo: O Currículo Lattes deverá ser necessariamente cadastrado na Plataforma Lattes do CNPq, cujo endereço eletrônico é www.cnpq.br. O candidato que não apresentar o currículo neste formato será automaticamente eliminado.
4.3.1 Somente serão considerados para pontuação itens do currículo documentado (ou seja, que apresente documentos comprobatórios dos itens que serão avaliados).
4.3.2 Para efeitos de pontuação do Currículo Lattes serão consideradas as atividades realizadas a partir de janeiro de 2016, considerando os critérios a seguir:
Critério Pontuação
Área de Planejamento Urbano e Regional / Demografia CAPES – Lista Qualis* (2013-2016)
Artigo Publicado em Periódico no Extrato A1 4,0 pontos por trabalho Artigo Publicado em Periódico no Extrato A2 3,0 pontos por trabalho Artigo Publicado em Periódico no Extrato B1 2,0 pontos por trabalho Artigo Publicado em Periódico no Extrato B2 1,5 pontos por trabalho Artigo Publicado em Periódico no Extrato B3 1,0 ponto por trabalho Artigo Publicado em Periódico no Extrato B4 0,8 ponto por trabalho Artigo Publicado em Periódico no Extrato B5 0,5 ponto por trabalho
Demais áreas do Conhecimento da CAPES – Lista Qualis (2013-2016)
Artigo Publicado em Periódico nos Extratos A1 ou A2 2,0 pontos por trabalho Artigo Publicado em Periódico nos Extratos B1 ou B2 1,0 ponto por trabalho Artigo Publicado em Periódico nos Extratos B3, B4 ou B5 0,5 ponto por trabalho
* Disponível em: <https://bit.ly/1iK28d6 >
Publicações de capítulo de livro com Comitê Editorial e ISBN (máximo 2 capítulos)
0,25 ponto por capítulo Publicação e/ou Organização de livro com Comitê Editorial e
ISBN (máximo 1 livro)
0,5 ponto por livro Participação como docente em cursos lato sensu (máximo de
4 cursos)
0,5 ponto por curso
Tempo de exercício do serviço público 0,2 ponto por ano (máximo 4 pontos)
Exercício de direção, chefia, função de confiança ou assistência a alta gestão
1 ponto por ano (máximo de 4 pontos)
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5 4.3.3 O Currículo que não estiver na Plataforma Lattes implicará na eliminação automática do candidato (a).
4.3.4 A nota máxima da análise de currículo será 10,0 (dez vírgula zero). 4.4 Prova Oral
4.4.1 Esta etapa terá o caráter classificatório, entretanto será eliminado o candidato que não comparecer na mesma.
4.4.2 A prova oral consistirá na arguição do candidato pela Comissão de Seleção quanto à sua capacidade de organizar e expor suas ideias sobre o pré-projeto de pesquisa (atenção ao item 3.2 letra “c” deste edital); expectativas profissionais e acadêmicas do candidato em relação ao curso; perfil e aderência do candidato com relação aos objetivos e linhas de pesquisa do Mestrado em Desenvolvimento Regional, assim como sua experiência acadêmica e profissional.
4.4.3 Realizarão a prova oral no máximo os 50 candidatos com maior pontuação nas etapas previstas nas alíneas a) e b) do item 4.1, respeitando os pesos estabelecidos no item 5.1.
4.4.4 A prova oral será realizada à distância pela internet, devido a Pandemia da Covid-19. O programa não se responsabilizará por problemas de conexão, de software ou de hardware que porventura possam ocorrer.
4.4.5 A prova oral será agendada de acordo com o horário oficial de Palmas/TO.
5. DA CLASSIFICAÇÃO FINAL
5.1 A nota final de cada candidato será a média das notas obtidas nas provas, sendo os pesos de cada uma das provas os seguintes:
5.1.1 de Currículo Lattes documentado: peso 1 (hum) 5.1.2 Análise do Pré-Projeto de Pesquisa: peso 2 (dois) 5.1.3 Prova oral: peso 3 (três)
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6 5.3 Em caso de empate, serão observados os seguintes critérios para desempate, obedecidas a ordem:
a) Maior nota na Prova oral/Análise do Pré-Projeto de Pesquisa; b) Maior nota na Análise Currículo;
c) Maior idade.
5.4 Terão direito a matrícula todos os alunos aprovados no Processo Seletivo, respeitando o número de vagas oferecido.
6. DO CRONOGRAMA
6.1 As datas de realização das inscrições e sua homologação, das etapas do processo seletivo, bem como da divulgação dos respectivos resultados constam na tabela a seguir.
ETAPAS DATA
Período de inscrições 19 de outubro de 2020 a 09 de novembro de 2020 Divulgação da homologação das Inscrições 13 de novembro de 2020 (data provável)
Prova Oral 18 a 23 de novembro de 2020
Divulgação do resultado provisório 30 de novembro de 2020 Prazo para recurso ao Resultado Provisório 01 e 02 de dezembro de 2020. Divulgação do Resultado Final 07 de dezembro de 2020
Matrícula A ser divulgado
7. DA MATRÍCULA
7.1 Após divulgação do resultado da seleção, as informações pertinentes sobre a matrícula no curso serão divulgadas na página eletrônica do PPGDR (www.uft.edu.br/ppgdr). O candidato
deve ficar atento às datas de matrícula.
7.2 Os candidatos deverão apresentar, no ato da matrícula, cópias autenticadas ou conferidas com o original dos seguintes documentos:
a) Para candidatos brasileiros: RG, CPF, Título de Eleitor, Certificado de Reservista (quando couber), Certidão de Nascimento ou de Casamento;
b) Diploma de graduação (ou documento provisório equivalente); c) Histórico Escolar de graduação;
d) Os portadores de diplomas de curso de graduação de outros países deverão comprovar o reconhecimento ou revalidação dos mesmos, conforme legislação específica, até a data da matrícula;
e) Uma foto 3X4 recente (original).
7.3 A não efetivação da matrícula no dia fixado implica na desistência do candidato em matricular-se no PPGDR, perdendo todos os direitos adquiridos pela aprovação e classificação no processo seletivo.
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8. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
8.1 Os recursos devem ser arrazoados, objetivos e direcionados a Comissão Organizadora do Processo Seletivo até 48 horas, por meio de correio eletrônico no endereço [email protected], após o resultado de cada etapa prevista neste edital. O candidato deverá indicar como assunto
Recurso – Processo Seletivo de Aluno Regular do Mestrado 2020
MINTER-UFT/INSTITUTO DE CONTAS/TCE TO/EXECUTIVO ESTADUAL DO TOCANTINS.
8.2 Os recursos serão respondidos antes das realizações das etapas subsequentes do processo seletivo e serão publicados através de edital na página do PPGDR (www.uft.edu.br/ppgdr).
8.3 Os casos omissos neste edital serão resolvidos pela Comissão de Seleção.
Palmas, 19 de outubro de 2020.
ALEX PIZZIO DA SILVA
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Todas as informações solicitadas são indispensáveis ao cadastramento da proposta. É obrigatório que o candidato tenha um e-mail ativo.
DADOS PESSOAIS
Nome completo: Nome da Mãe:
RG: Órgão expedidor: CPF:
Data de Nascimento: Cidade: UF:
Sexo: ( ) Fem. ( ) Masc Estado Civil: Endereço:
Bairro: Cidade: UF: CEP:
Email: Telefones:
Passaporte: Data de emissão: Data de chegada no Brasil: Necessita de bolsa de estudo? ( ) Sim ( ) Não Pretende solicitar? ( )Sim ( )Não
Tem vínculo empregatício? ( ) Não ( ) Sim. Qual ?
EDITAL Nº 012/2020 - PPGDR
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DADOS ACADÊMICOS
Graduação
Curso: Início: Término:
Instituição: Cidade/UF:
Mestrado
Curso: Início: Término:
Instituição: Cidade/UF:
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL:
(Trabalhos e/ou estágios desenvolvidos, que o candidato considera mais relevantes) 1. Profissão/atividade:
Local de trabalho: Cargo/Função: Período:
2. Profissão/atividade:
Local de trabalho: Cargo/Função: Período:
3. Profissão/atividade:
Local de trabalho: Cargo/Função: Período:
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EXPERIÊNCIA ACADÊMICA
(Trabalhos de pesquisa que julga mais importantes publicados em revistas científicas) 1. Título
Revista/periódico: Ano:
2. Título
Revista/periódico: Ano:
Linha de pesquisa escolhida:
( ) Economia, Planejamento e Desenvolvimento Regional
( ) Sociedade, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional
,
Local Data
A Ficha de Avaliação do Currículo deve ser corretamente preenchida, respeitando a avaliação da Lista Qualis quadriênio (2013-2016) da área de Planejamento Urbano e Regional / Demografia da CAPES no caso dos Artigos Publicados em Periódicos. Os itens devem ser comprovados.
Critério Pontuação
Área de Planejamento Urbano e Regional / Demografia CAPES – Lista Qualis* (2013-2016)
Artigo Publicado em Periódico no Extrato A1 4,0 pontos por trabalho Artigo Publicado em Periódico no Extrato A2 3,0 pontos por trabalho Artigo Publicado em Periódico no Extrato B1 2,0 pontos por trabalho Artigo Publicado em Periódico no Extrato B2 1,5 pontos por trabalho Artigo Publicado em Periódico no Extrato B3 1,0 ponto por trabalho Artigo Publicado em Periódico no Extrato B4 0,8 ponto por trabalho Artigo Publicado em Periódico no Extrato B5 0,5 ponto por trabalho
Demais áreas do Conhecimento da CAPES – Lista Qualis (2013-2016)
Artigo Publicado em Periódico nos Extratos A1 ou A2 2,0 pontos por trabalho Artigo Publicado em Periódico nos Extratos B1 ou B2 1,0 ponto por trabalho Artigo Publicado em Periódico nos Extratos B3, B4 ou B5 0,5 ponto por trabalho
* Disponível em: <https://bit.ly/1iK28d6 >
Publicações de capítulo de livro com Comitê Editorial e ISBN (máximo 2 capítulos)
0,25 ponto por capítulo Publicação e/ou Organização de livro com Comitê Editorial e
ISBN (máximo 1 livro) 0,5 ponto por livro Participação como docente em cursos lato sensu (máximo de
4 cursos) 0,5 ponto por curso
Tempo de exercício do serviço público 0,2 ponto por ano (máximo 4 pontos)
Exercício de direção, chefia, função de confiança ou assistência a alta gestão
1 ponto por ano (máximo de 4 pontos)
TOTAL (Máximo 10 pontos)
EDITAL Nº 012/2020-PPGDR
2 TABELA DE PONTUAÇÃO A SER ENTREGRE PELO CANDIDATO (A) NO ATO DA INSCRIÇÃO COM AS
DEVIDAS COMPROVAÇÕES
Critério Pontuação Quantidade Total Periódicos ISSN dos
Área de Planejamento Urbano e Regional / Demografia CAPES – Lista Qualis (2013-2016) Artigo Publicado em Periódico no
Extrato A1 4,0 pontos por trabalho Artigo Publicado em Periódico no
Extrato A2
3,0 pontos por trabalho Artigo Publicado em Periódico no
Extrato B1 2,0 pontos por trabalho Artigo Publicado em Periódico no
Extrato B2 1,5 pontos por Trabalho Artigo Publicado em Periódico no
Extrato B3
1,0 pontos por trabalho Artigo Publicado em Periódico no
Extrato B4 0,8 ponto por Trabalho Artigo Publicado em Periódico no
Extrato B5
0,5 ponto por trabalho
Demais áreas do Conhecimento da CAPES – Lista Qualis (2013-2016) Artigo Publicado em Periódico nos
Extratos A1 ou A2 2,0 pontos por trabalho Artigo Publicado em Periódico nos
Extratos B1 ou B2 1,0 ponto por Trabalho Artigo Publicado em Periódico nos
Extratos B3, B4 ou B5 0,5 ponto por trabalho
Livros, Capítulos e Cursos Lato Sensu
Critério Pontuação Quantidade Total ISBN dos Livros
Publicações de capítulo de livro com Comitê Editorial e ISBN (máximo 2 capítulos)
0,25 por capítulo
Publicação e/ou Organização de livro com Comitê Editorial e ISBN (máximo 1 livro)
0,5 por livro
Participação como docente em cursos lato sensu.
(máximo 4 cursos) 0,5 por curso Tempo de exercício do serviço público 0,2 ponto por ano (máximo 4 pontos)
Exercício de direção, chefia, função de confiança ou assistência a alta gestão
1 ponto por ano (máximo de 4 pontos)
3 Palmas, ______ de ______________________ de 2020.
Venho pela presente declarar o Servidor (a) ___________________________________ lotado no (a) _______________________________está autorizado a participar do EDITAL Nº 12/2020 - MESTRADO EM DESENVOLVIMENTO REGIONAL MINTER-UFT-UNITINS/INSTITUTO DE CONTAS/TCE-TO/EXECUTIVO ESTADUAL DO TOCANTINS - ENTRADA NO 1º SEMESTRE DE 2021 e caso seja aprovado (a) será liberado por 20 horas semanais para se dedicar as atividades do Curso.
Por ser verdade firmo a seguinte.
__________________________________________ NOME
FUNÇÃO
(*) ASSINATURA COM CARIMBO OU IDENTIFICADOR ELETRÔNICO
EDITAL Nº 012/2020-PPGDR
4 UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS
INSTITUTO DE PESQUISA E EXTENSÃO EM DESENVOLVIMENTO REGIONAL
Projeto de Cooperação UFT / TCE -TO
Governança , Controle Externo e
Tecnologias de Desenvolvimento
Regional para o Estado do
Tocantins
2020
EDITAL Nº 012/2020-PPGDR
5
REITORIA Luís Eduardo Bovolato
Reitor
Ana Lúcia de Medeiros
Vice-reitora
Emerson Denicoli Subtil
Chefe de Gabinete
Jaasiel Lima
Pró-reitor de Administração e Finanças
Kherlley Caxias Batista Barbosa
Pró-reitor de Assuntos Estudantis
Eduardo Andreas Lemus Erasmo
Pró-reitor de Avaliação e Planejamento
Maria Santana Ferreira Milhomem
Pró-reitora de Extensão, Cultura e Assuntos Comunitários
Elisabeth Aparecida Corrêa de Menezes
Pró-reitora de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas
Vânia Maria Passos
Pró-reitora de Graduação
Raphael Sanzio Pimenta
Pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação
João Batista Martins Teixeira
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1. APRESENTAÇÃO
Após 30 anos do processo de redemocratização do Estado Brasileiro, o país passa por novas mudanças em seu cenário político, social e econômico. Nas últimas décadas, muito se avançou em termos de políticas públicas governamentais. O país melhorou seus índices sociais e a população passou a ter acesso a oportunidades antes inalcançáveis. Atualmente, todo esse modelo de atuação vem sendo rediscutido. Busca-se soluções para a melhoria da eficácia dos gastos do Estado, ao passo em que se rediscute o papel das instituições brasileiras, em especial dos órgãos de Controle Externo.
No cenário nacional atual, mesmo com o avanço da gestão pública e das políticas públicas de inclusão social, são nítidas as necessidades de melhorar a eficiência, eficácia e efetividade do ciclo das políticas públicas e da atuação governamental. Os recursos orçamentários são limitados e a cobrança da sociedade por serviços públicos de qualidade só aumenta. Então, é preciso melhorar a concepção, modelos de gestão e formas permanentes de avaliação das políticas públicas implantadas.
Nesta quadra, a Ciência Legística orçamentária, apresenta-se como um meio facilitador na aplicação de processos comunicativos entre os sistemas de Controle no ambiente orçamentário, apresentando respostas teóricas para a problematização das políticas públicas, especialmente no que atine ao custeio seguro e planejado de prestações governamentais voltadas as necessidades sociais derivadas de comandos constitucionais e legais objetivos.
As questões que envolvem o desenvolvimento regional continuam um desafio para os gestores que precisam lidar com recursos cada vez mais escassos para atender uma população que continua em franco crescimento. Nesse sentido, o estudo do desenvolvimento regional pode auxiliar na busca por soluções viáveis, uma vez que abarca uma gama de conhecimento e variáveis complexas, carecendo de um olhar interdisciplinar para compreensão do todo.
Outrossim, em decorrência do acesso interno aos procedimentos praticados na Corte de Contas tocantinense, haverá facilitação na exposição concreta e atual das prestações públicas neste Estado da federação e, devido ao acesso aos dados locais de forma simplificada, a produção e pesquisa acadêmica poderá induzir reflexões sobre a realidade social e econômica sobre as quais recaem objeto da pesquisa.
7 perspectiva institucional. Para os pensadores dessa vertente, o estudo das instituições é importante, uma vez que elas podem oferecer a estabilidade necessária e até mesmo fomentar as possibilidades de crescimento de uma região, distribuindo as oportunidades e estabelecendo as regras de atuação dos atores. As instituições funcionam como mediadoras entre os interesses econômicos e sociais, sendo a melhoria do ambiente institucional uma das condições necessárias para o desenvolvimento social e econômico em bases realistas. Para tanto, ação estatal deve ser qualificada e suas repercussões devem ser avaliadas e repensadas no cotidiano de formulação e reformulação das políticas públicas.
Dado o exposto, as instituições públicas precisam constantemente pensar sua fundamentação estratégica para o desenho e redesenho de sua atuação, visando estabelecer, eventualmente, novos paradigmas. Devem ser estudadas alternativas na busca de melhoria contínua e inovações que possam efetivamente ser implantadas.
É relevante observar, no ambiente das vocações institucionais, o funcionamento do Controle Externo e a possibilidade de acoplamento estrutural com o sistema organizacional de justiça com vistas à redução das complexidades no ambiente das prestações governamentais influenciadoras do desenvolvimento do Estado, afirmando-se, a este propósito, que o fechamento operacional que naturalmente todos os sistemas possuem, não podem representar insulamento, pois tais sistemas evoluirão na medida em que se abrirem para o ambiente complexo das relações econômicas e sociais da região tocantinense .
Nesse contexto, as instituições que compõem o controle externo possuem bastante relevância, ao considerar que são elas que representam a boa conduta e desempenho das funções governamentais. Além do mais, sob a sua responsabilidade está o controle dos recursos públicos. Por esses motivos, a realização deste projeto intitulado “Governança , Controle Externo e Tecnologias de Desenvolvimento Regional para o Estado do Tocantins” é tão relevante, uma vez que, em parceria, com o Tribunal de Contas do Estado do Tocantins, as pesquisas realizadas no âmbito desse projeto terão a possibilidade de realmente contribuir com as perspectivas de desenvolvimento para o estado.
2. JUSTIFICATIVA
Compreende-se, no contexto atual, a necessidade de aprofundamento dos debates acadêmico e profissional, contando com a inclusão de representantes de diferentes segmentos da sociedade
8 civil, bem como representantes de setores governamentais e órgãos públicos a fim de mobilizar e aprofundar os temas de intensa repercussão no cenário do papel das instituições, em especial de controle externo, sobre o desenvolvimento dos estados e municípios.
A proposta de realização do presente projeto de desenvolvimento de estudos técnico-acadêmicos possibilita o desenvolvimento de novas formas de tomada de decisão para que os resultados da ação do Estado e das políticas públicas sejam efetivos, possibilitando uma maior aproximação entre a academia, o setor público e a sociedade.
Uma vez que o Programa de Pós Graduação em Desenvolvimento Regional, busca formar mão de obra em alto nível nas instituições brasileiras, bem como busca soluções efetivas que possam ser aplicadas na melhoria do ciclo de políticas públicas e, por consequência, na qualidade de vida da população. Assim, criar uma massa crítica qualificada na área é uma decisão estratégica que contribuirá para melhorar continuamente as diversas práxis na administração pública, criar novos modelos de desenvolvimento e, consequentemente, poderá contribuir para a efetividade das políticas formuladas.
A junção de esforços entre a UFT , Tribunal de Contas do Estado do Tocantins demais órgãos estatais no desenvolvimento deste Projeto de Pesquisa e Extensão ampliará o espaço de investigação científica, o intercâmbio de ações e de projetos entre os professores-pesquisadores e os alunos profissionais, vinculados ao mestrado, fortalecendo o diálogo e o incremento das ações que venham melhorar a atuação do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins, como um ator de impacto na promoção do desenvolvimento dos municípios através de instrumentos inovadores que aperfeiçoe a governança das políticas públicas e a efetividade dos gastos públicos.
Esse é um momento em que a luta pela melhoria na efetividade dos ciclos das políticas públicas para que o cidadão receba um melhor atendimento e para que haja a promoção da cidadania e dos direitos e liberdades fundamentais cresce em medida e relevância social, consolidando a Universidade Federal do Tocantins como um veículo decisivo de diálogo; o Tribunal de Contas do Estado do Tocantins como parceiro; os municípios como laboratório para as melhores práticas de desenvolvimento regional e o Programa de Pós Graduação em Desenvolvimento Regional como o espaço de desenvolvimento de teoria e prática, instrumento desencadeador de produção científica e impacto social.
É também o momento para se buscar o fortalecimento dos programas de pós-graduação e das instituições de ensino, por meio de ações conjuntas que beneficiarão toda sociedade. Assim, nada mais apropriado e eficaz que o apoio às ações acadêmicas para que seja possível a criação de
9 núcleos de pesquisa com integrantes da academia, profissionais vinculados às instituições atendidas, alunos em formação e os já egressos.
É assim que se pretende, com o presente projeto, atuar na qualificação de profissionais para exercer uma gestão de alto nível, com base no conhecimento acadêmico que será aplicado de forma técnica no ambiente de atuação do controle externo, com vistas à melhora dos níveis educacionais, sociais, científicos e tecnológicos da instituição, sobretudo, na melhoria da gestão e das políticas públicas que fazem a diferença no desenvolvimento regional.
3. OBJETIVOS DA PROPOSIÇÃO
Objetivo Geral:
Desenvolvimento de pesquisas de alto nível estudar e avaliar modelos de governança e promover a geração de tecnologias jurídicas e sociais visando melhorar a eficácia institucional dos atores responsáveis pelo desenvolvimento regional do Estado do Tocantins.
Objetivos Específicos:
Criar e implementar grupos e núcleos de pesquisa constituído por pesquisadores internos e externos à universidade;
Desenvolver pesquisa de alto nível que poderão servir de base para o aperfeiçoamento da decisão e ação institucional do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins , especialmente, projetos inovadores que implantem tecnologias jurídicas de legística orçamentária de controle, como tal, estimuladoras do desenvolvimento regional.
Desenvolver tecnologias ativas de controles sociais tanto na fase de planejamento quanto na de execução das políticas públicas, com fundamento no que preconiza o § 2º do art. 74 da CF, aprimorando a constituição de espaços públicos para ampliar as possibilidades de controle social dos gastos públicos.
Estudar e fomentar a constituição de empreendimentos produtivos coletivos, no sentido de proporcionar à população possibilidades de inclusão social nos municípios.
Publicação de produtos científicos, conforme propostas de cada pesquisador e estudantes integrantes do projeto, que propiciem a melhoria efetiva da gestão e das políticas públicas entre instituições de controle acopladas estruturalmente, com reflexos sobre a qualidade de vida dos beneficiários.
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4. METAS E PRODUTOS
Ao final deste projeto, espera-se obter os seguintes produtos:
1) Elaboração de 10 (dez) artigos científicos derivados das pesquisas desenvolvidas dentro do projeto;
2) Elaboração de 1 (uma) publicação acadêmica ou técnica relacionada à área de controle externo e desenvolvimento regional;
3) Subsidiariamente no projeto trabalharão e serão formados até 25 (vinte e cinco) pesquisadores em nível de Mestrado em Gestão de Políticas Públicas para atuar na elaboração, direção, controle e avaliação das políticas de gestão e desenvolvimento no âmbito do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins.
5. METODOLOGIA E ESRATÉGIAS DE AÇÃO
Serão definidos planos de trabalho no escopo geral do projeto para trabalhar na execução dos objetivos geral e específicos. Será utilizado um arcabouço metodológico relacionado com a chamada triangulação metodológica nas ciências sociais. Ou seja, serão utilizados instrumentos de pesquisa quantitativos, relacionados à análise de dados, e qualitativos, tais como: entrevistas, grupos focais, dentre outros.
Os pesquisadores-profissionais das instituições parceiras, após selecionados no Programa de Pós Graduação em Desenvolvimento Regional serão integrados ao projeto de pesquisa visando colaborar com suas ações. Esta participação ocorrerá sob a coordenação de professores (orientadores) que compõem o corpo de pesquisadores do projeto.
6. LINHAS DE PESQUISA DA PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO REGIONAL
O escopo do projeto de pesquisa e dos planos de trabalho deste projeto estão alinhados à área de concentração e as linhas de pesquisa do Programa de Pós Graduação em Desenvolvimento Regional da Universidade Federal do Tocantins.
ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO:
11 Aprofunda o debate e a reflexão acadêmica sobre temas relacionados aos processos inerentes ao desenvolvimento e planejamento regional. Focaliza questões socioeconômicas, políticas, culturais e ambientais relacionadas às problemáticas regionais, urbanas e rurais. Analisa o processo de formulação e implementação de políticas públicas, discutindo as demandas sociais e as relações com instituições públicas e privadas, bem como realiza avaliação de políticas voltadas para o desenvolvimento regional.
LINHAS DE PESQUISA:
Linha de Pesquisa 1: Economia, Finanças, Orçamento Público, Planejamento e Desenvolvimento Regional
Esta linha de pesquisa aborda temas relacionados aos processos inerentes ao desenvolvimento e planejamento regional, a partir da interface da Economia, das finanças e do orçamento público com outras áreas do planejamento regional e urbano. Pretende-se, nesta linha, desenvolver pesquisas que realcem abordagens alternativas de tecnologias legísticas sustentáveis dos processos de desenvolvimento regional, urbano e rural, tais como arranjos produtivos locais, combate à pobreza e às desigualdades, gesto social e dinâmicas territoriais, análise do ambiente institucional e novas perspectivas de planejamento do desenvolvimento regional.
Linha de Pesquisa 2: Sociedade, Controle Estruturalmente Integrado, Direitos Humanos e Fundamentais, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional
Esta linha de pesquisa aborda temas relativos às questões sociais, políticas, culturais e ambientais relacionadas às problemáticas regionais rurais e urbanas, considerando os aspectos históricos e sua expressão temporalmente e espacialmente. Pretende--se, nesta linha, investigar mudanças e impactos nos processos de desenvolvimento regional causadas tanto pelas ações estatais quanto pelo protagonismo dos atores sociais. Igualmente, a linha se destina a investigações que focam processos de formação de agenda e implementação de políticas públicas, bem como avaliação de políticas, programas e projetos, a partir de uma abordagem interdisciplinar.
Espera-se ao final do projeto que também sejam formados pesquisadores para atuação na melhoria da atuação institucional do Tribunal de Contas do Tocantins - TCE, que sejam capazes de: compreender os novos desafios gerados pelas transformações na organização e no papel no processo de desenvolvimento sustentável; contribuir para a melhoria do ciclo de políticas públicas, sobretudo no âmbito do controle externo e fortaleça as condições para que, em médio prazo, se constitua na UFT e Tribunal de Contas um núcleo de pesquisadores dedicados à estudos e propostas de
12 intervenção nas questões do desenvolvimento, sobretudo de políticas públicas mais apropriadas para tal fim.
7. EQUIPE EXECUTORA
Prof. Dr. Waldecy Rodrigues
Graduação em Ciências Econômicas pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO) com mestrado em Economia pela Universidade de Brasília (UnB), Doutorado em Estudos Comparados de Desenvolvimento (UnB) e Pós-Doutorado em Economia (UnB). Atualmente é Professor do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional e do Mestrado em Gestão de Políticas Públicas da Universidade Federal do Tocantins. Foi Pró-Reitor de Pesquisa e Pós Graduação (2012-2016) e Conselheiro Deliberativo do Sebrae Tocantins (2014-2017). Atualmente, é Coordenador Adjunto de Programas Profissionais da Área de Planejamento Urbano e Regional no Brasil (2018 -). Bolsista de Produtividade em Pesquisa da Área de Planejamento Urbano e Regional. Tem experiência na área de Economia, com ênfase em Interfaces entre Economia e Meio Ambiente, Desenvolvimento Regional e Urbano e Design e Avaliação de Políticas Públicas.
Prof. Dr. Airton Cardoso Cançado
Doutor em Administração pela UFLA (2011), Mestre em Administração pela UFBA (2004) e graduado em Administração com Habilitação em Adm. de Cooperativas pela UFV (2003). Realizou Estágio Pós-doutoral em Administração pela EBAPE/FGV (2013) e HEC Montreal (2018). Atualmente é professor e Coordenador Adjunto do Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento Regional, Coordenador do Mestrado Profissional em Gestão de Políticas Públicas e professor do Curso de Administração da UFT. Participa da Rede de Pesquisadores em Gestão Social - RGS e do Observatório Brasileiro do Cooperativismo. Bolsista de Programa Institucional Produtividade em Pesquisa da UFT. Líder do Tema 11 - Interfaces entre Gestão Pública e Gestão Social da Divisão de Administração Pública da ANPAD. Tem experiência na área de Administração, com ênfase em Administração de Cooperativas, atuando principalmente nos seguintes temas: gestão social, cooperativismo e políticas públicas e desenvolvimento regional.
Prof. Dr. Alex Pizzio da Silva
13 Atualmente é Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional da Universidade Federal do Tocantins - UFT. Implantou e coordenou o Mestrado Profissional em Gestão de Políticas Públicas -GESPOL/UFT no período de: 07/2013 a 02/2017. Possui experiência na área de pesquisa aplicada à sociologia. É pesquisador (líder) do Núcleo de Pesquisa em Desenvolvimento Regional - NUDER/UFT. É membro efetivo da Associación Mexicana de Ciencias para o Desarollo Regional - AMECIDER e da Regional Science Association International - RSAI. Co-fundador da Rede Brasileira de Pesquisa e Gestão em Desenvolvimento Territorial (RETE). As áreas de interesse concentram-se em estudos que abordem os seguintes temas: pobreza, vulnerabilidade, resiliência, reconhecimento social e capital social, tendo como campo empírico, as comunidades e territórios da região norte. De forma complementar, desenvolve estudos acerca das interfaces entre as áreas do conhecimento da sociologia e do desenvolvimento regional. Bolsista de Produtividade CNPq pelo Comitê: SA - Arquitetura, Demografia, Geografia, Turismo e Planejamento Urbano e Regional.
Nilton Marques de Oliveira
Doutor em Desenvolvimento Regional e Agronegócio pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná - UNIOESTE, Toledo - PR. Mestre em Economia Aplicada pela Universidade Federal de Viçosa - UFV, Economista pela Universidade Estadual de Maringá - UEM. Professor do Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento Regional (PGDR/UFT) e do curso de Ciências Econômicas da Universidade Federal do Tocantins . Membro do Conselho Editorial da Editora Universitária (EDUFT/ 2016-2019). Vice-presidente do Instituto Territorial do Centro Norte Brasileiro (IT Centro Norte/ PGDR-UFT). Membro do comitê técnico científico (PIBIC - CNPq/UFT). Integrante do Banco de Avaliadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - BASis-Inep/Mec. Tutor do Grupo PET de Ciências Econômicas da UFT. Diretor de Avaliação da Pró-reitoria de Avaliação e Planejamento - PROAP/UFT (2008 a 2012). Líder do Grupo de pesquisa em Desenvolvimento Regional e Territorial do Centro Norte do Brasil - DRT Centro Norte ( CNPq/UFT). Área de Pesquisa: Desenvolvimento Regional, Territorial e Local; Economia Regional e Urbana; Análise Regional e, Economia do Tocantins.
Mônica Aparecida da Rocha Silva
14 doutoral (2006) na Universidad Nacional Autonóma do México - UNAM. Possui Mestrado em Integração da América Latina pela USP (1999) e Graduação em Ciências Sociais pela UFG (1996). Atualmente, é professora e pesquisadora da Universidade Federal do Tocantins (UFT), lotada no Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional e no curso de graduação em Ciências Econômicas. Anteriormente, ocupou o cargo de coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional da UFT (2013-2015), período o qual foi aprovado pela CAPES o projeto do curso de doutorado em Desenvolvimento Regional. Participou da equipe que elaborou o Projeto do curso de Mestrado Profissional em Gestão de Políticas Públicas (UFT). Implantou e coordenou o DINTER em Sociologia (UNITINS-UnB), na Universidade Estadual do Tocantins (2008-2010). É filiada a Associação Nacional de Administração em Educação (Anpae) e foi vice-diretora da ANPAE/Tocantins. É membro da Associación Mexicana de Ciencias para o Desarollo Regional - AMECIDER. É líder do Grupo de Pesquisa Políticas Públicas e Desenvolvimento no Diretório de Grupos de Pesquisa do Brasil/CNPq. Coordenadora do Eixo Temático ?Universidades, Integração e Desenvolvimento Regional? no Fórum Universitário Mercosul (FoMERCO). Pesquisa na área de Políticas Públicas, com ênfase nos seguintes temas: Avaliação de Políticas e Programas Governamentais, Políticas Públicas para a Educação Superior em perspectiva comparada; Universidade, Oportunidades Educacionais e Desenvolvimento Regional; Educação, Relações Intergovernamentais e Federalismo brasileiro; Instituições, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional.
Ana Lucia de Medeiros
Possui graduação em Ciências Econômicas pela Universidade Federal da Paraíba (1997), mestrado em Economia pela Universidade Federal da Paraíba (2001) e doutorado em Administração de Empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2013). Realizou estágio doutoral no ISCTE/IUL em Lisboa - PT (2012). É professora associada I, foi coordenadora do curso de ciências econômicas, pró-reitora de administração e Finanças da UFT, pró-reitora de avaliação e planejamento e diretora do Câmpus de Palmas. Atualmente é vice-reitora da UFT. Atua como docente do curso de ciências econômicas e do programa de mestrado e de doutorado em desenvolvimento regional da UFT. Foi coordenadora da área temática: trabalho, organização e sociedade da divisão dos Estudos Organizacionais da Anpad (Associação Nacional de Pós-Graduação em Administração), parecerista de revistas científicas na área de ciências administrativas, avaliadora da divisão de Estudos Organizacionais da Anpad. Tem experiência na
15 área de gestão universitária e tem interesse nos seguintes temas de pesquisa: Economia, instituições, finanças municipais e governança pública; desenvolvimento regional
Lílian dos Santos Fontes Pereira Bracarense
Professora Adjunta do curso de Engenharia Civil da Universidade Federal do Tocantins. Doutora em Transportes pela Universidade de Brasília (2017). Mestre em Engenharia de Transportes na área de logística urbana pela UFMG (2013). Engenheira civil pela UFMG em dezembro 2010, tendo cursado um semestre na Ecole des Ponts et Chaussées, França. Técnica em edificações formada no CEFET-MG em 2005. Fluência em inglês e francês e trabalhos de engenharia realizados no exterior (em Benim, África). Atuou como coordenadora de projetos na área de Planejamento Urbano e de Transportes, desenvolvimento de pesquisas em modelos baseados em atividades, integração de uso do solo e transportes, logística urbana e Engenharia Territorial.
MsC. Michelle Araújo Luz Cilli
Mestre em Desenvolvimento Regional pela Universidade Federal do Tocantins (UFT). Atuou na implantação e consolidação dos cursos de pós-graduação em Gestão Pública e em Gestão Pública Municipal do Programa Nacional de Formação em Administração Pública, oferecidos pela UFT em parceria com a CAPES, em 9 polos de educação a distância do Tocantins durante quatro anos. Atuou como Diretora Executiva da Editora da UFT (EDUFT) no período 2013-2017. Desde 2006, trabalha na UFT assessorando programas de pós-graduação stricto sensu. Atualmente, integra o Instituto de Pesquisa e Extensão de Desenvolvimento Regional do Centro Norte Brasileiro (IPEX-REGIONAL) da UFT. Áreas de interesse: Política, Poder Político, Políticas Públicas e Desenvolvimento.
Dr. André Luiz de Matos Gonçalves
É doutor em direito pelo Centro Universitário de Brasília – UNICEUB, mestre em Prestação Jurisdicional e Direitos Humanos, curso promovido pela Universidade Federal do Tocantins, em parceria com a Escola Superior da Magistratura Tocantinense (ESMAT), e a Escola Paulista de Magistratura (EPM).
Em 1999 concluiu o curso superior de Ciências Militares pela Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) e em 2005 graduou-se em Direito pela Universidade de Fortaleza. Foi Oficial do Exército Brasileiro entre os anos de 2000 até 2007, tendo alçado ao posto de Capitão.
16 Aprovado mediante concurso público, foi Procurador do Estado do Tocantins e atuou na Subprocuradoria do Patrimônio Imobiliário. Em 2009 assumiu como Subprocurador de Consultoria Especial, onde permaneceu até 2010, quando foi nomeado para o cargo de Reitor da Fundação Universidade do Tocantins (UNITINS). Enquanto esteve à frente da referida Instituição de Ensino Superior, foi integrante do Conselho Universitário, do Conselho de Ciência e Tecnologia da UNITINS e do Conselho de Pesquisa, Ensino e Extensão (CONSEPE/UNITINS). Em abril de 2011 retornou à Procuradoria-Geral do Estado para exercer o cargo de Procurador-Geral, até ser nomeado como Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins, onde tomou posse no dia 9 de junho de 2014, assumindo a titularidade da 2ª relatoria da Corte de Contas. Foi corregedor do órgão de controle entre 2014 e 2017, atualmente é coordenador do Instituto de Contas do Tribunal de Contas do Tocantins e é fundador e professor do Instituto de Direito Aplicado ao Setor Público (IDASP).
Júlio Edstrom Secundino Santos
Advogado, Graduado em Direito pela Universidade Presidente Antônio Carlos (2008), Mestre em Direito pela Universidade Católica de Brasília (2014). Doutor em Direito pelo UniCEUB, Membro da comissão de ensino jurídico da OAB/MG. Coordenador de Pós Graduação do IDASP/Palmas. Pesquisador do Centro Universitário de Brasília e Diretor-Geral do instituto de Contas do Tribunal de Contas do Tocantins. Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Público, atuando principalmente nos seguintes temas, direito, fundamentais, educação em direitos humanos, cidadania e direito e Seguridade Social. Membro dos grupos de pesquisa Núcleo de Estudos e Pesquisas Avançadas do Terceiro Setor (NEPATS) da UCB/DF, Políticas Públicas e Juspositivismo, Jusmoralismo e Justiça Política do UNICEUB.
Dr. Severiano José Costandrade de Aguiar
Possui bacharelado em Direito pela Universidade Federal do Piauí, pós-graduação em Administração da Educação, pela Universidade de Brasília – UNB, em Direito Processual Civil, pela Universidade Tiradentes, e em Estudos de Política e Estratégia, pela ADESG/UFT. É Doutor em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidad del Museo Social Argentino – UMSA.
No Tocantins, já ocupou diversos cargos de relevância, entre eles o de secretário de Desenvolvimento Comunitário de Palmas, coordenador do curso de Ciências Contábeis da
17 Fundação Universidade do Tocantins – UNITINS, defensor público e procurador do Estado, entre outros. A partir do ano 2000, passou a ocupar, cumulativamente, os cargos de presidente do Instituto Social Divino Espírito Santo – PRODIVINO, e de secretário estadual do Trabalho e Assistência Social.
Tomou posse como conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins em 30 de dezembro de 2002. Em 17 de dezembro de 2004 assumiu a corregedoria do TCE/TO, permanecendo no cargo nos biênios 2005/2006 e 2007/2008. Em 18 de outubro de 2007, também foi eleito vice-presidente do Colégio de Corregedores dos Tribunais de Contas do Brasil. Assumiu a Presidência do TCE/TO em 30 de janeiro de 2009, para o biênio 2009/2010, sendo reeleito para novo mandato para o biênio 2011/2012, em 15 de dezembro de 2010.
Em 4 de fevereiro de 2010, tomou posse como presidente do Instituto Rui Barbosa – IRB, biênio 2010/2011, cargo para o qual foi reconduzido, em 7 de fevereiro de 2012, para o biênio 2012/2013.
Em setembro de 2011, foi empossado membro colaborador do Instituto dos Advogados do Distrito Federal – IADF.
Eleito presidente do TCE/TO, para o biênio 2019/2020.
Primeiro secretário da Diretoria do Instituto Rui Barbosa – IRB, para o biênio 2018/2019. Eleito secretário executivo do Conselho Nacional de Presidentes dos Tribunais de Contas, para o biênio 2019/2020.
Principais condecorações: - Colar do Mérito do Tribunal de Contas do Estado do Piauí, Teresina – PI (28/08/2008); - Comenda Ordem Estadual do Mérito Renascença do Piauí, Governo do Estado do Piauí, Campo Maior – PI (13/03/2009); - Colar do Mérito Ministro José Maria de Alkmim, Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais, Belo Horizonte – MG (26/11/2009); - Medalha Egydio Salles, Tribunal de Contas dos Municípios do Estado do Pará, Belém – PA (18/03/2011); - Medalha da Inconfidência, Governo do Estado de Minas Gerais, Ouro Preto – MG (24/04/2011); - Título de Cidadão Tocantinense, Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins, Palmas – TO (7/08/2015); - Medalha Ministro Jorge Calmon, Tribunal de Contas do Estado da Bahia, Salvador – BA (10/11/2015).
18 O presente projeto visa contribuir com o estudo da relação entre a governança pública, o controle externo com o desenvolvimento regional em uma perspectiva interdisciplinar. Para tanto propõe qualificar pesquisadores na área de forma a colaborar com a formação de núcleos e grupos de pesquisa permanentes para atuar nessa perspectiva, buscando melhoria na gestão pública de forma a contribuir para desenvolvimento regional. Trata-se de uma ação inicial que visa ter continuidade por meio de projetos complementares ou independentes. Para o atendimento desse objetivo é que se estabelece a parceria entra Universidade e o Tribunal de Contas - TO, visando alcançar o seguinte propósito:
Impacto Acadêmico-científico
As pesquisas realizadas por deste projeto visam contribuir com os entendimentos a cerca da relação entre governança pública, controle externo e desenvolvimento regional que perpassa o âmbito social, político e econômico. Os pesquisadores serão estimulados a realizer diagnósticos, pesquisa empírica e projetos de intervenção, entre outras ações, com base em um olhar plural, amparado pelas diversas teorias que trazem diferentes perspectivas para a área. Ao final do projeto, almeja-se a criação de grupos e núcleos de pesquisa permanentes para a continuidade do estudo dessa relação, bem como publicações técnicas e científicas de forma a contribuir com o conhecimento acadêmico, e pesquisas futuras.
Impacto Profissional
Uma vez que o projeto será realizado em parceria com o Tribunal de Contas do Estado, espera-se formar profissionais capacitados em alto nível para atuar na gestão pública e na gestão das políticas públicas de forma a otimizar os esforços para o alcance do resultado fim da política que é promover o bem comum.
Impacto Social
O retorno social se dará pelos resultados das pesquisas que irão contribuir com a implementação e melhorias das ações para o desenvolvimento regional, em especial, dos municípios. O que poderá impactar tanto em alocação mais eficiente de recursos quanto em um desenho mais adequado das políticas públicas, ou mesmo implementação e avaliação.