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Mais de 435 mil estudantes farão o Enem no Pará.

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Mais de 435 mil estudantes

farão o Enem no Pará .

Notas do exame são usadas para ingresso em todas as universidades públicas do Estado

Mais de 435 mil estudantes paraenses farão as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) neste fim de semana. O exame é a única etapa dos vestibulares de todas as universidades públicas do Pará. Mais de sete mil vagas distribuídas em 20 municípios paraenses já foram anunciadas e outras deverão ser divulgadas para 2017. No ano passado foram 11 mil vagas foram ofertadas no Estado por meio do Enem.

Foto: Fábio Costa (O Liberal)Foto: Fábio Costa (O Liberal)

A Universidade Federal do Pará (UFPA) oferta 7.404 vagas em 179 cursos, sendo 6.088 preenchidas via Processo Seletivo que utiliza notas do Enem e outras 1.316 por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) ofertará mais de 1,5 mil vagas. Tanto o exame quanto o Sisu são as únicas formas de seleção e ingresso na instituição.

A Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) ainda não publicou o edital para o vestibular 2017, mas já adiantou que oferecerá vagas em seis municípios da região. A seleção também utilizará as notas do Enem. Na Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) as vagas em cinco cidades serão distribuídas por meio do Sisu, tendo as notas do exame do ensino médio como critério de avaliação. O número de número de vagas e de cursos ofertados pela instituição para o próximo ano ainda estão sendo definidos.

A Universidade do Estado do Pará (Uepa) adota o exame como fase única de seleção para o Processo Seletivo (Prosel) e também oferta metade de suas vagas por meio do Programa de

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Ingresso Seriado (Prise), que conta com prova específica. Para 2017, as duas seleções terão disponíveis 3.702 vagas em mais de 80 cursos distribuídos em 15 cidades, sendo metade destas vagas acessíveis pelo Enem.

Neste sábado e domingo (5 e 6 de novembro), os estudantes inscritos no exame farão provas em 74 municípios paraenses. Os locais de prova terão os portões abertos às 12h e fechados às 13h, horário de Brasília. A prova está marcada para às 13h30. No sábado, o exame terá quatro horas e meia de duração, os candidatos serão submetidos a provas com 45 questões de Ciências Humanas (História, Geografia, Filosofia e Sociologia) e outras 45 de Ciências da Natureza (Química, Física e Biologia).

No domingo as provas terão cinco horas e meia de duração. Serão 45 questões de Linguagens, Códigos e Suas Tecnologias (Língua Portuguesa, Literatura, Língua Estrangeira, Artes, Educação Física e Tecnologias da Informação e Comunicação) e outras 45 de Matemática e a redação. O gabarito das provas será publicado até o dia 9 de novembro.

Por ORM

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”

Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br

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240 mil alunos de 364

escolas; veja lista

Alunos farão exame nos dias 3 e 4 de dezembro. Adiamento ocorre em função da ocupação por protestos estudantis em locais de prova.

Por Gabriel Luiz, G1 -MEC anunciou que lista de escolas com provas do Enem adiadas foi ampliada (Foto: Gabriel Luiz/G1) O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta sexta-feira (4) a lista atualizada dos locais de prova afetados pelo adiamento do Exame Nacional do Ensino (Enem). A nova lista tem a inclusão de 53 escolas, enquanto outras 10 que constavam na primeira lista foram retiradas. Agora, 240,3 mil participantes que tinham previsão de fazer as provas em 364 escolas ocupadas terão que fazer o teste em 3 e 4 de dezembro.

Ao todo serão 18 estados e Distrito Federal com participantes afetados pelo adiamento. Não serão afetados: Acre, Amazonas, Amapá, Ceará, Rondônia, Roraima, Santa Catarina e São Paulo. O Enem ocorre normalmente neste fim de semana (5 e 6 de novembro) para 8,386 milhões de participantes. Ao todo, o exame tem 8.627.248 inscritos. Os afetados pelo adiamento somam 2,79% do total.

A mudança se deve às ocupações dos colégios em protesto à reforma do ensino médio e da PEC que limita os gastos na educação. O MEC optou por adiar o exame para os alunos que estavam inscritos nestes locais alegando questões de segurança, segundo o ministro da Educação, Mendonça Filho.

O ministro diz que a prova adiada será feita em pontos que não foram afetados pelas ocupações, dando mais segurança de que a situação não irá se repetir. Para o exame previsto na data original, o ministro diz que os coordenadores de locais de prova estão autorizados a suspender o exame caso haja

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“qualquer tumulto” durante o exame. “Fazemos um apelo ao bom senso das pessoas que têm esse tipo de atitude”, disse Mendonça, em referência a protestos ou novas ocupações.

Na primeira versão da lista, divulgada no dia 1º de novembro, o MEC havia dito que seriam 191 mil alunos e 303 escolas. Nesta quinta (3), a Justiça Federal negou um pedido do Ministério Público do Ceará para suspender as provas.

Os estudantes afetados pelo adiamento parcial estão sendo informados pelo governo federal por SMS – as mensagens estão sendo enviadas para o telefone celular indicado no formulário de inscrição. Para checar o status do seu local de prova, é possível também acessar o cartão de confirmação, no site enem.inep.gov.br/participante.

‘Estamos atentos a qualquer evento que possa acontecer no dia do Enem’, diz presidente do Inep

Escolas retiradas da lista

Na nova lista, o MEC voltou atrás e decidiu retirar 10 escolas da lista do adiamento. Maria Inês Fini, presidente do Inep, diz que alguns coordenadores locais tomaram a iniciativa de comunicar que haveria uma ocupação antes da votação final das assembleias. Por isso, houve escolas em que a prova foi cancelada, mas a escola não foi ocupada e houve a retificação.

Nessas escolas, a prova será realizada normalmente neste sábado (5) e domingo (6):

Bahia – Itabuna – CETEP Litoral Sul II: 384 participantes Bahia – Itabuna – Colégio Estadual de Itabuna CEI: 576 participantes

Bahia – Itabuna – Colégio Estadual Dona Amélia Amado: 468 participantes

Bahia – Itabuna – Colégio Estadual Félix Mendonça: 480 participantes

Bahia – Itatuba – Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães: 432 participantes

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Bahia – Salvador – Universidade Federal da Bahia (UFBA) – Pavilhão de Aulas Reitor Felipe Serpa (Antigo PAF I): 1.694 participantes

Bahia – Salvador – Universidade Federal da Bahia (UFBA) Pavilhão de Aulas da Federação V (PAF V): 520 participantes Minas Gerais – Diamantina – Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri UFVJM Campus I: 636 participantes Minas Gerais – Diamantina – Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri UFVJM Campus JK: 2.516 participantes Santa Catarina – Florianópolis – Colégio de Aplicação da UFSC: 480 participantes

Presidente do Inep diz que houve um “pequeno aumento” no número de escolas ocupadas

Decisão liminar da Justiça Federal no Ceará divulgada nesta quinta-feira (3) decidiu manter neste sábado (5) e domingo (6) para cerca de 8,5 milhões de participantes. O Ministério Público Federal do Ceará (MPF-CE) havia solicitado, na quarta (2) a suspensão das provas em todo o país, após o Ministério da Educação (MEC) decidir adiar a prova para 191 mil participantes que fariam o teste em escolas ocupadas em protestos contra a reforma do ensino médio e contra a PEC do teto dos gastos.

Na decisão que manteve a realização da prova em duas datas, a juíza Elise Avesque Frota rebate o argumento utilizado pelo procurador da República no Ceará, Oscar Costa Filho, que questionava a quebra de isonomia do exame que passaria a exigir temas distintos de redação para cada um dos grupos.

A juíza argumentou que, “apesar da diversidade de temas que inafastavelmente ocorrerá com a aplicação de provas de redação distintas, verifica-se que a garantia da isonomia decorre dos critérios de correção previamente estabelecidos”.

A magistrada se apoiou nos critérios de correção apontados pelo MEC para negar o pedido. “Há ênfase na avaliação do

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domínio da língua e de outras competências que não têm ‘o tema’ como ponto central”, apontou a juíza na sentença.

Caso uma nova escola seja ocupada até a aplicação do Enem, o candidato que deve fazer prova no local também será liberado. Segundo o ministro Mendonça Filho, os chefes de aplicação poderão suspender a prova, em caso de tumulto ou extravio, por exemplo.

“Cada coordenador vai avaliar a situação para ter certeza de que as condições de segurança estão garantidas.” O ministro também disse que pretendia falar com os governadores para pedir reforço policial durante a aplicação das provas.

“A gente não vai pedir para a PM ficar dividindo um corredor humano entre aqueles que querem fazer a prova e aqueles que não querem.”

“Se houver situação de risco, a recomendação do ministério é que se suspenda a prova (no local). Essa vai ser a orientação para todos os coordenadores que estão no comando das aplicações. A gente não vai pedir para a PM ficar dividindo um corredor humano entre aqueles que querem fazer a prova e a q u e l e s q u e n ã o q u e r e m . S e r i a u m a l t í s s i m o r i s c o , desagradável”, afirmou Mendonça.

Maria Inês Fini, presidente do Inep, disse que se acontecer qualquer evento no segundo dia de prova, os alunos serão direcionados a fazer o mesmo dia de prova junto com os estudantes que farão a prova nos dias 3 e 4 de dezembro. “Espero realmente que isso não aconteça.”

Com mais escolas ocupadas, Maria Inês Fini afirmou que a aplicação das novas provas deve custar mais do que os R$ 12 milhões previstos. No entanto, o ministério estima que só pode calcular o custo total do exame depois de ele ser realizado. Questionada sobre a possibilidade de as escolas continuarem ocupadas, a secretária-executiva do MEC, Maria Helena

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Guimarães de Castro, não descartou a chance de aplicar o exame em universidades federais.

Presidente do Inep diz que nenhuma escola onde está previsto o Enem deve ser ocupada

Por G1

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”

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