Coleção
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Conferências
Conferências
JOÃO NERY
JOÃO NERY
GUIMARÃES
GUIMARÃES
A
A M A Ç O N A R I A
M A Ç O N A R I A
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Conferência pronunciada na Loja "Evolução III" na Conferência pronunciada na Loja "Evolução III" na
farde de 19 de Julho de
farde de 19 de Julho de 19521952
LIVRARIA EDITORA EVOLUÇÃO SÃO PAULO — 1954 LIVRARIA EDITORA EVOLUÇÃO SÃO PAULO — 1954 RECOMENDAÇÃO
RECOMENDAÇÃO Es
Esta ta pupublblicicaçação ão éé reresserervvadada a papara ra mmaçaçoons ns e e nãnãoo deve ficar ao alcance de
deve ficar ao alcance de profanosprofanos
"Os símbolos são imutáveis, mas as interpretações "Os símbolos são imutáveis, mas as interpretações variam. Essa é a
variam. Essa é a lei do Esoterismo".lei do Esoterismo".
A
Arrmmaannd d BBEEDDAARRRRIIDDE E — — ""LLe e ttrraavvaaiil l ssuur r lla a PPiieerrrree Brute", Paris, 1925.
Parecer aprovado pelo ilustre Conselho Estadual Parecer aprovado pelo ilustre Conselho Estadual do Grande Oriente de São Paulo em 10 de Março do Grande Oriente de São Paulo em 10 de Março de 1954.
de 1954.
PROCESSO N
PROCESSO Noo 240/54240/54
R
REELLAATTÓÓRRIIO O — — O O PPoodd. . IIrr. . DDrr. . JJooaaqquuiim m RRooddrriigguueess Gonçalves, em prancha de 27 de Janeiro de 1954, Gonçalves, em prancha de 27 de Janeiro de 1954, E
E. . VV. . bbaatte e ààs s ppoorrttaas s ddeesstte e iilluussttrre e CCoonnsseellhhoo Estadual, solicitando autorização para publicar, na Estadual, solicitando autorização para publicar, na íntegra, uma conferência pronunciada pelo Pod. Ir. íntegra, uma conferência pronunciada pelo Pod. Ir. D
Drr. . JJooãão o NNeerry y GGuuiimmaarrããeess, , nna a AAuugg. . e e RReesspp. . LLoojjaa ""EEvvoolluuççãão o IIIIII"", , nna a pprreesseennçça a ddaas s mmaaiis s aallttaass a
auuttoorriiddaaddees s ddo o GGrraanndde e OOrrieienntte e dde e SSãão o PPaauulloo.. Trata-se de uma conferência que vem prefaciada Trata-se de uma conferência que vem prefaciada
pelo Pod. Ir. Roberto Pabst, 33. pelo Pod. Ir. Roberto Pabst, 33.
Adotamos em todos os seus termos o prefácio da Adotamos em todos os seus termos o prefácio da o
obbrraa. . É É ttoodda a eella a vvaassaadda a eem m tteerrmmoos s eelleevvaaddooss,, de
demmoonsnstrtranando do pprorofufundndo o coconhnheecicimmenento to ddo o sseueu a
auuttoor r nnoos s aassssuunnttoos s aabboorrddaaddooss. . SSeerrvviirá rá eella a ddee orientação e ilustração a todos os que se iniciarem orientação e ilustração a todos os que se iniciarem na
na SuSub. b. InInstst., ., e, e, poporqrque ue nãnão o coconfnfesessasar, r, a a mumuititosos M
Maaççoonns s aallttaammeenntte e ggrraadduuaaddooss, , ppooiis s qquue e mmuuiittaa ccooiissa a aapprreennddeemmoos s nnaaqquueella a ccoonnffeerrêênncciia a qquuee ccoonntétém m eennssiinnaammeennttoos s iinnddiissppeennssáávveeiis s a a ttooddooss q
quuaannttoos s sse e ddeeddiiccaam m aaoos s nnoossssoos s ssuubblliimmeess trabalhos.
trabalhos. O
O DrDr. . JoJoãão o NeNery ry GGuiuimamarrãeãess, , iilulusstrtre e e e eeststimimadadoo irmão, já tem
irmão, já tem abordado outros assuntos maçônicosabordado outros assuntos maçônicos e
e sse e tetem m rreevveellaaddo o hhoommeem m dde e ccuullttuura ra iinnvvuullggaarr,, ccoommppeetteenntte e e e eessttuuddiioossoo, , ccoom m o o qquue e tteemm grangeado a nossa admiração e o nosso respeito, grangeado a nossa admiração e o nosso respeito,
o
o rreessppeeiitto o e e a a aaddmmiirraaççãão o ddo o ppoovvo o pprrooffaannoo também, em favor de cujos direitos e liberdade também, em favor de cujos direitos e liberdade m
muuiitto o sse e ddeeddiicca a nna a ssuua a bbrriillhhaanntte e aattiivviiddaaddee profissional. Pena é que outros Mr., não lhe sigam profissional. Pena é que outros Mr., não lhe sigam o
os s eexxeemmppllooss, , o o qquue e ccoonnccoorrrreerriia a ppaarra a a a mmaaiioorr di
difufussão ão ddos os coconhnhececimimeentntoos s mmaçaçôôninicocos s e e mamaioiorr ilustração de todos quantos se dispõem a lutar ilustração de todos quantos se dispõem a lutar pe
pellos os nnosossosos s ppririncncípípioios s e e ppeleloos s nnoossssoos s idideeaiaiss.. La
Lammenentatammos os qque ue nonos s fafaltlteem m hahabibillititaaçõçõees s paparara comentar a obra que merecia, sem
comentar a obra que merecia, sem dúvida alguma,dúvida alguma, ccrrííttiicca a eelleevvaadda a e e à à aallttuurra a ddo o sseeu u ccoonntteeúúddoo.. Felicitamos o Dr. João Nery Guimarães por mais Felicitamos o Dr. João Nery Guimarães por mais este trabalho altamente valioso e que deve ser este trabalho altamente valioso e que deve ser divulgado.
divulgado. V
VOOTTO O — — PPeello o ccoonnffrroonntto o ddoos s aarrttss. . 44..°°, , nn..° ° 4 4 ddaa Constituição do Grande Oriente do Brasil, 92 e 94 Constituição do Grande Oriente do Brasil, 92 e 94 do Regulamento Geral da Ordem, verificamos que do Regulamento Geral da Ordem, verificamos que ccaabbe e aao o EEmm..''. . GGrr..''. . MMeessttrre e aauuttoorrííssaarr e
exxpprreessssaammeenntte e a a ppuubblliiccaaççãão o oou u iimmppreressssãão o ddee qualquer trabalho sobre assunto maçônico — pelo qualquer trabalho sobre assunto maçônico — pelo que, deve o autor da conferência cumprir o que que, deve o autor da conferência cumprir o que d
deetteerrmmiinna a o o aarrtt. . 994 4 cciittaaddoo, , sse e jjá á nnãão o o o ffeezz,, enviando à Grande Secretaria três exemplares da enviando à Grande Secretaria três exemplares da o
obbrra a ccuujja a ppuubblliiccaaççãão o pprreetteenndde e — — ee, , ppoor r sseer r aa mesma de grande valia para o povo maçônico, mesma de grande valia para o povo maçônico, RECOMENDO ao Em.
RECOMENDO ao Em.--. Grão Mestre no sentido de. Grão Mestre no sentido de
a
auuttoorriissaar r a a ppuubblliiccaaççãão o dda a ccoonnffeerrêênncciiaa, , nnaa conf
conformidormidade com o ade com o que dispõe o art. que dispõe o art. 4.°, n.° 4 4.°, n.° 4 dada citada Constituição.
citada Constituição.
Sala das Sessões, 10 de Março dc 1954. Sala das Sessões, 10 de Março dc 1954.
CARLOS
D E C R E T O N
D E C R E T O Noo 22 11 77
Autoriza a publicação do livro "A Maçonaria e a Autoriza a publicação do livro "A Maçonaria e a
Liturgia". Liturgia".
EU
EU, , DiDininiz z GoGonçnçalalveves s MoMorereirira a 3333."."., ., GrGr.".". . MeMeststr.r.".". IInntteerriinno o ddo o GGrr.."". . OOrr.."". . dde e SSãão o PPaauulloo, , ssoob b ooss auspícios do Gr.’. Or.’. do Brasil, FAÇO saber a auspícios do Gr.’. Or.’. do Brasil, FAÇO saber a ttododaas s as as LLLLojoj.".". . e e MMMMaçaç.".". . da da OObebed.d.""., ., pparara a ququee cumpram e façam cumprir, que o Cons.". Estadual, cumpram e façam cumprir, que o Cons.". Estadual, e
em m SSeess.., , rreeaalliizzaadda a nno o ddiia a 110 0 ddo o ccoorrrreenntte e mmêêss,, aprovou, e eu promulgo a
aprovou, e eu promulgo a seguinteseguinte R E S O L U Ç Ã O
R E S O L U Ç Ã O A
Arrtt. . 11ºº. . — — PPiicca a aauuttoorriizzaadda a a a ppuubblliiccaaççãão o ee distribuição do livro "A Maçonaria e a Liturgia" de distribuição do livro "A Maçonaria e a Liturgia" de autoria do Pod.". Ir.". Dr. João Nery Guimarães M.". autoria do Pod.". Ir.". Dr. João Nery Guimarães M.". M.". .
M.". .
Art. 2.'' — Este Dec.". entrará em vigor na data da Art. 2.'' — Este Dec.". entrará em vigor na data da ssuua a ppuubblliiccaaççããoo, , rreevvooggaaddaas s aas s ddiissppoossiiççõõees s eemm contrário.
contrário.
O Pod.". Ir.". Gr.". Sec.". Interino deste Gr.". Or."., O Pod.". Ir.". Gr.". Sec.". Interino deste Gr.". Or."., fica incumbido da publicação e notificação deste fica incumbido da publicação e notificação deste Dec.". .
Dec.". .
Dado e traçado no Gabinete do Gr.'. Mestrado em Dado e traçado no Gabinete do Gr.'. Mestrado em São Paulo, aos 15 de Março de 1954 (E.\ V.".)
São Paulo, aos 15 de Março de 1954 (E.\ V.".) .. O Gr.". Mestr.'. Interino
O Gr.". Mestr.'. Interino DinDiniz iz GoGonçançalvelves s MoMoreireirara 33.'.
33.'.
O
O GrGr.".". . SeSec.c.". ". InInteteririnono OlaOlavo vo SamSampaipaio o CaCarvarvalholho 32.'.
32.'. O Gr.". Tes.".O Gr.". Tes.". Dr. Adolpho Eisele de CarvalhoDr. Adolpho Eisele de Carvalho 33.'.
33.'.
O Gr.". Chanc.".
O Gr.". Chanc.". Dr. Waldomiro Franco da SilveiraDr. Waldomiro Franco da Silveira 33.'.
33.'.
P R E F Á C I O P R E F Á C I O
Lemos e relemos com imensa satisfação e grande Lemos e relemos com imensa satisfação e grande enlevo, as páginas deste interessante e utilíssimo enlevo, as páginas deste interessante e utilíssimo livro, intitulado:
livro, intitulado:
"" A A M A Ç O N A R I A M A Ç O N A R I A E A LE A LI T U R G I A "I T U R G I A " de a
de aututororia dia do noo nosssso eso estitimamado e pdo e prorovevectcto o IIrr.. '' . . DDrr .. João Nery Guimarães, e achamos que o mesmo é João Nery Guimarães, e achamos que o mesmo é
b
beem m mmeerreecceeddoor r dde e sseer r ccllaassssiiffiiccaaddo o ccoommo o uumm p
poorrtteennttoosso o mmaannaanncciiaal l dde e ssaabbeeddoorriia a e e ccuullttuurraa maçônicas, e de grande valor na disseminação e maçônicas, e de grande valor na disseminação e fo
formrmaçaçãão o de de nonovvos os cacararactctereres es mmaaçóçóninicocos s ddosos recém-admitidos, para os quais esse livro servirá recém-admitidos, para os quais esse livro servirá de estímulo em enriquecer os seus cabedais de de estímulo em enriquecer os seus cabedais de c
coonnhheecciimmeennttoos s ccoom m nnoovvoos s vvaalloorrees s ee e
ennssiinnaammeennttooss; ; aaoos s MMaaççoonns s ggrraadduuaaddooss, , eenncca a--necidos nas lides maçônicas, e aos graduados que necidos nas lides maçônicas, e aos graduados que a
apepenanas s ""papassssaararamm" " pepelolos s ggrarausus, , ssem em a a ddevevididaa ins
instruçtrução ão e e conconhechecimimententos os litlitúrgúrgicoicos, s, conconcorcorrerreráá para recuperarem aquilo que, pela falta de bons para recuperarem aquilo que, pela falta de bons livros, redigidos em nosso idioma, a seu tempo, livros, redigidos em nosso idioma, a seu tempo, ffoorraam m iinnhhiibbiiddoos s dde e aallccaannççaarr, , o o qquue e aaggoorra a ccoomm facilidade lhes é
facilidade lhes é proporcionadoproporcionado, com , com o lançamentoo lançamento do presente livro.
do presente livro. O
O apapararececimimenento to opoporortutuníníssssimimo o dedeststa a obobra ra veveiuiu p
prereeencncheher r uumma a lalaccununa a exexisistetentnte e nna a liliteteraratuturara ma
maçóçóninica ca pepelo lo quque e totomamase se imimprpresescicindndívível el o o seseuu uso e não deverá faltar na
uso e não deverá faltar na biblioteca particular dosbiblioteca particular dos Maçons e das Lojas em geral.
Maçons e das Lojas em geral.
Pela sua feitura, é-nos grato admitir, que o livro é Pela sua feitura, é-nos grato admitir, que o livro é re
reddiiggiiddo o nnuumma a lliinngguuaaggeem m aacceessssíívveel l a a ttooddoos s ee otim
otimamenamente te concaconcatenatenado do pela pela seqüêseqüência ncia que que lheslhes d
dãão o oos s sseeuus s ccaappííttuulloos s ddiissppoossttoos s dda a sseegguuiinnttee maneira:
II —— A antiguidade dos símbolos A antiguidade dos símbolos II
II —— A Maçonaria e a Liturgia A Maçonaria e a Liturgia
III
III —— A Loja Maçônica A Loja Maçônica
IV
IV —— As Luzes, as Jóias e outros símbolos As Luzes, as Jóias e outros símbolos V
V —— AAs s CCoorreess, , oos s NNúúmmeerrooss, , oos s SSiinnaaiis s c c aa Linguagem
Linguagem V
V II —— A Liturgia e a força da Maçonaria A Liturgia e a força da Maçonaria
Portanto, sem grande esforço, qualquer obreiro da Portanto, sem grande esforço, qualquer obreiro da A
Artrte e ReReal al esestá tá apapto to a a apaprerendnder er a a ininteterprpreretataçãçãoo e
exxaatta a ddoos s nnoossssoos s ssíímmbboololoss, , aao o mmeessmmo o tteemmppoo facilitando às Lojas a divulgação e aplicação da facilitando às Lojas a divulgação e aplicação da nossa liturgia, cuja prática em algumas oficinas é nossa liturgia, cuja prática em algumas oficinas é re
relelegagada da a a um um plplanano o sesecucundndárárioio, , prprevevalalececenendodo,, q
quuaassi i qquue e ccoom m eexxcclluussiivviiddaaddee, , a a rreeaalliizzaaççãão o ddee o
obbrraas s dde e ccaarráátteer r ssoocciiaal l e e bbeenneeffiicceennttee, , eemm d
deettrriimmeenntto o ddaas s dde e ccuunnhho o eesssseenncciiaallmmeennttee espiritual e filosófico.
espiritual e filosófico. E
Ensnsinina a o o nonosssso o grgraauu 77 (R(Ritit.'.'. . EEscsc.'.'..) ) qqueue: : ""SeSemm necessidade de esperar por muito tempo, há fatos necessidade de esperar por muito tempo, há fatos que desde já devem despertar a vossa atenção: o que desde já devem despertar a vossa atenção: o
estudo da Maçonaria;
estudo da Maçonaria; além disso, é um assuntoalém disso, é um assunto qu
que e se se imimpõpõe e aao o vovossso so esespípíriritoto. . AAdedemmaiais, s, cocomomo não
não buscar conhecerbuscar conhecer umuma a cocorprpooraraçãção o de de quque e sese fa
fas s paparterte? ? LeLerereis is os os lilivrvros os quque e dedela la trtratatamam. . EsEssasa le
leititurura a aauxuxililiaiará rá vvososssoos s eeststududoos"s". . FiFinanalilizzananddoo,, e
ennccoonnttrraammoos s a a sseegguuiinntte e eexxoorrttaaççããoo: : ""CCoommoo conc
conclusãlusão o a a estes estes ensiensinamnamentosentos, , lemblembrai-vrai-vos os queque contraístes a obrigação de estudar a
contraístes a obrigação de estudar a Maçonaria:Maçonaria: 1°) — Em sua História;
1°) — Em sua História; 2º.)
2º.) —— NoNos s SíSímbmbololosos; ; lelembmbrarandndo-o-vovos s quque e esessesess s
síímmbboolloos s ccoonnttrriibbuuíírraam m nnãão o ppaarra a rreevveellaar r ssuuaa doutrina, antes para
3 º . )
3 º . ) —— EEm m ssuua a MMoorraall. . JJuurraammoos s ffiiddeelliiddaadde e aa oo dever, seja ele qual for.
dever, seja ele qual for.
No grau 14 encontramos o seguinte preceito : No grau 14 encontramos o seguinte preceito :
""DDeevvo o oobbtteer r dde e vvóós s uum m ccoommpprroommiisssso o ddee empregardes alguns momentos de vossos laseres, empregardes alguns momentos de vossos laseres, do
doraravavantnte, e, aao o esestutudo do da da dodoututrinrina a mamaçóçóninicaca, , nãnãoo s
soommeenntte e dda a lleettrra a ddoos s sseeuus s eessttaattuuttooss, , mmaass
sobretudo
sobretudo do do sesentntididoo ocultooculto ee elevadoelevado de sde seueuss ensinamentos. Prometeis-nos isso?"
ensinamentos. Prometeis-nos isso?" C
Coommpprreeeennddeemmooss, , ppeerrffeeiittaammeennttee, , qquue e a a vviiddaa a
agigitatada da e e tutummululttuauariria a dda a atatuauallididadadee, , didifficicululta ta ee p
pririva va mumuititas as vevezezes s dedessssa a susuprpremema a asaspirpiraçação ão dede instruirse, à muitos dos nossos Ilr.'., mas, havendo instruirse, à muitos dos nossos Ilr.'., mas, havendo b
bôôa a vvoonnttaadde e e e ccoom m uum m ppeeqquueenno o eessffoorrçço o eemm,, sobrepujar esse óbice, não vemos motivos para sobrepujar esse óbice, não vemos motivos para qu
que e os os MaMaçoçons ns dedeixixem em de de ususufufruruiir r esesseses s gogosososs intelectuais.
intelectuais. No
No ddeesseemmppeennhho o ddo o ccaarrggo o dde e GrGr .. '. '. SSeecc..'', , ddaass RRel.'. LLit.'. encarecemos aos Maçons a leitura e RRel.'. LLit.'. encarecemos aos Maçons a leitura e meditação sobre os conceitos exarados no livro: meditação sobre os conceitos exarados no livro: "A MAÇONARIA E A LITURGIA", cujos "A MAÇONARIA E A LITURGIA", cujos ens
ensinainamementontos s pospossam sam penpenetretrar ar e e ficficar ar gragravavadosdos na mente de todos, auxiliando e corroborando na na mente de todos, auxiliando e corroborando na formação de uma plêiade de obreiros dedicados e formação de uma plêiade de obreiros dedicados e c
côônnsscciioos s dde e sseeuus s ddeevveerrees s ppaarra a ccoom m a a ppaarrttee intelectual e espiritual da nossa Sublime Ordem e intelectual e espiritual da nossa Sublime Ordem e da razão de serem Maçons.
da razão de serem Maçons. A
Ao o ilusilustre autor, nostre autor, nosso presadso presado e o e estimestimado amigado amigo,o, D
Drr . . JJoo ãão o NNeerry y GGuuiimmaarrããeess, , aas s nnoossssaas s eeffuussivivaass congratulações e louvores em profusão pelo seu congratulações e louvores em profusão pelo seu b
beellííssssiimmo o ttrraabbaallhhoo, , qquue e hhoonnrra a e e eennaalltteecce e aa literatura maçônica brasileira.
RO
ROBEBERTRTO O PAPABSBST,T, 33.'.33.'. GraGrande nde SecSecretretáriário o dasdas Relações
Relações Litúrgicas Litúrgicas do do Grande Grande Oriente Oriente do do Brasil Brasil ee V
Veenn..'', , dda a AAuugg..''. . e e RReesspp..''. . LLoojj..''. . CCaaoo..''. . ""RRaannggeell Pestana"
Pestana"
São Paulo, 14 de Janeiro de 1954. São Paulo, 14 de Janeiro de 1954.
A ANTIGUIDADE DOS SÍMBOLOS A ANTIGUIDADE DOS SÍMBOLOS
A primeira constatação que empolga aquele que A primeira constatação que empolga aquele que se aprofunda na interpretação da liturgia maçônica se aprofunda na interpretação da liturgia maçônica é a da antiguidade dos seus símbolos, de suas é a da antiguidade dos seus símbolos, de suas alegorias.
alegorias.
Remontam as origens dos símbolos maçônicos à Remontam as origens dos símbolos maçônicos à aurora do homem sobre a terra. Daí terem alguns aurora do homem sobre a terra. Daí terem alguns observadores apressados concluido que a observadores apressados concluido que a Franco-Maçonaria é tão antiga quanto o mundo. Trata-se, Maçonaria é tão antiga quanto o mundo. Trata-se, ev
evididenentetemementnte, e, de de um um exexagagerero, o, popois is a a FrFrananco co--Maçonaria, com as características atuais, data do Maçonaria, com as características atuais, data do sé
sécucullo o 1818, , oou u mmelelhohor, r, ddo o aano no dde e 1171717, 7, ppononto to dede partida da Franco-Maçonaria moderna. Foi nessa partida da Franco-Maçonaria moderna. Foi nessa data que se firmou a preponderância da data que se firmou a preponderância da Franco-Maçonaria especulativa, sobre a operativa.
Maçonaria especulativa, sobre a operativa. M
Masas, , aantnteeririoormrmenente te à à mmememoorárávevel l rreeununiãião o dadass q
quuaattrro o lloojjaas s ffrraannccoo--mmaaççôônniiccaas s dde e LLoonnddrreess,, e
exxiissttiiaam m vváárriiaas s lloojjaas s ppoor r ttoodda a a a IInnggllaatteerrrraa,, Alemanha, França e Itália, formadas por pedreiros Alemanha, França e Itália, formadas por pedreiros d
de e pprrooffiissssããoo, , rreeuunniiddoos s eem m ccoonnffrraarriiaass, , ccoomm regulamentos próprios, sinais de reconhecimento, regulamentos próprios, sinais de reconhecimento, ssíímmbboolloos s lliittúúrrggiiccooss, , e e sse e ttrraattaannddo o ppoor r iirrmmããooss.. Guardavam ciosamente a sua arte de construir do Guardavam ciosamente a sua arte de construir do conhecimento do vulgo ou profanos. A par desses conhecimento do vulgo ou profanos. A par desses ccoonnhheecciimmeennttooss, , eessssaas s ccoonnffrraarriiaas s ((GGuuiillddss,,
Bro
Brothetherhorhoodods, s, BruBruderderschschaftaften, en, CoConfrnfrèrièries) es) conconsti sti--tuídas por verdadeiros artistas (foram os tuídas por verdadeiros artistas (foram os constru-ttoorrees s ddaas s ggrraannddees s ccaatteeddrraaiis s eeuurrooppééiiaas s e e ooss criadores da arte gótica) reuniam e
criadores da arte gótica) reuniam e conservavam aconservavam a tra
tradiçdição ão esoesotértérica ica da da antantiguiguidaidade de papagã, gã, às às vezvezeses ccoonnffuunnddiiddaas s ccoom m aas s ttrraaddiiççõõees s mmaaiis s nnoovvaas s ddoo cr
crisistitiananisismomo. . CoCompmprereenendede-s-se, e, asassisim, m, o o rerespspeieitoto que os príncipes tiveram por essas corporações de que os príncipes tiveram por essas corporações de a
arrtteessããooss, , ààs s qquuaaiis s ddoottaarraam m dde e rreeggaalliiaas s ee privilégios.
privilégios. De
Desssse e imimenenso so leleggadado o dadas s trtradadiçiçõeões s aantntigigasas, , dede q
quue e oos s ppeeddrreeiirroos s ((mmaaççoonnss, , mmaassoonnss, , mmaauurreerreeii)) ffoorraam m oos s ddeeppoossiittáárriioos s ccoonnsscciieennttees s oouu inconscientes, faziam parte também as tradições inconscientes, faziam parte também as tradições o
occuullttaass, , hheerrmmééttiiccaass, , ddoos s mmiissttéérriioos s aannttiiggooss,, perpetuados em símbolos e práticas esotéricas.
perpetuados em símbolos e práticas esotéricas. Es
Estatabebelelececeu-u-sese, , asassisim, m, um um liliamame e enentrtre e a a FrFrananco co--M
Maaççoonnaarriia a ddo o ssééccuullo o 118 8 e e a a mmaaiis s rreemmoottaa a
antntigiguiuiddadadee, , qque ue lelevovou u oos s esescrcrititooreres s a a quque e nnooss referimos, a declarar a Franco-Maçonaria coeva da referimos, a declarar a Franco-Maçonaria coeva da vinda do homem sobre a face da terra. A verdade, vinda do homem sobre a face da terra. A verdade, contudo, como já dissemos, é um pouco diferente: contudo, como já dissemos, é um pouco diferente: os legítimos símbolos maçônicos é que se perdem os legítimos símbolos maçônicos é que se perdem na
na nonoitite e dodos s tetempmposos, , mamas s a a FrFranancoco-M-Maçaçononarariaia,, como a conhecemos, data de pouco mais de dois como a conhecemos, data de pouco mais de dois séculos, ou por outra, a Instituição é nova e a sua séculos, ou por outra, a Instituição é nova e a sua essência é antiga.
essência é antiga.
Tão antigos são os símbolos adotados e Tão antigos são os símbolos adotados e
conser-va
vadodos s zezelolosasamementnte e pepela la FrFranancoco-M-Maçaçononarariaia, , ququee sem receio de errar podemos afirmar que nenhum sem receio de errar podemos afirmar que nenhum deles é de data posterior ao ano um da era cristã. deles é de data posterior ao ano um da era cristã. Tal afirmativa se reveste de tanta importância que Tal afirmativa se reveste de tanta importância que o poder mantê-la compensa todas as pesquisas, o poder mantê-la compensa todas as pesquisas,
todas as vigílias gastas em escavar o dourado veio todas as vigílias gastas em escavar o dourado veio das tradições antigas.
das tradições antigas. Ex
Exisistetem m sísímbmbololos os nna a FrFranancoco-M-Maçaçononarariaia, , ususadadosos de
desdsde e a a susua a fafase se opopeeraratitivava, , cucujo jo sisigngnifificicadado o fofoii inteiramente estranho aos homens da época, não inteiramente estranho aos homens da época, não iininiciciaadodos s nonos s mmisistétéririos os mmaaçôçôninicocoss, , qquauandndo o nãnãoo fo
foram ram comcomplepletamtamentente e desdesconconhechecidoidos. s. PoiPois s bembem,, quando teve o mundo notícia dos descobrimentos quando teve o mundo notícia dos descobrimentos a
arrqquueeoollóóggiiccoos s vveerriiffiiccaaddoos s nno o ssééccuullo o 1199,, constataram os franco-maçons que muitos de seus constataram os franco-maçons que muitos de seus ssíímmbboolloos s ffiigguurraavvaam m nnoos s oobbjjeettoos s eennccoonnttrraaddooss,, pertencentes à civilizações já desaparecidas, com pertencentes à civilizações já desaparecidas, com as quais os homens haviam perdido todo contacto, as quais os homens haviam perdido todo contacto, anteriores ao advento do
anteriores ao advento do cristianismo.cristianismo. E
E' ' ffoorrççoosso o aaddmmiittiir r qquue e oos s ffrraannccoo--mmaaççoonns s nnããoo inventaram, por coincidência, tais símbolos, pois inventaram, por coincidência, tais símbolos, pois m
muuiittoos s ddeellees s ttiinnhhaam m o o mmeessmmo o ssiiggnniiffiiccaaddoo ma
maçóçóninico co de de hohojeje. . AlAlgugunsns, , popor r exexememplplo, o, sãsão o tãtãoo evidentes, que não permitem margem à dúvidas. evidentes, que não permitem margem à dúvidas. Existiu, portanto, um misterioso fio que preservou Existiu, portanto, um misterioso fio que preservou a tradição antiga, fio esse que não trepidamos em a tradição antiga, fio esse que não trepidamos em declarar — o segredo dos iniciados. A sabedoria declarar — o segredo dos iniciados. A sabedoria a
annttiiggaa, , vveellaadda a eem m aalleeggoorriiaas s e e gguuaarrddaadda a ppeelloo ccoommpprroommiissssoo, , eennttrre e ddeetteerrmmiinnaaddo o ggrruuppo o ddee h
hoommeennss, , ccoonnggrreeggaaddoos s eem m ttoorrnno o dde e uum m iiddeeaall iniciático, poude, assim, chegar até nós. Só desta iniciático, poude, assim, chegar até nós. Só desta fo
formrma a ccoompmprereenendede-s-se e o o mimisstétéririo o qquue e a a mmuiuitotoss pareceu indecifrável.
pareceu indecifrável.
Ensinam a história, a sociologia e a literatura, que Ensinam a história, a sociologia e a literatura, que as obras homéricas foram guardadas pela tradição as obras homéricas foram guardadas pela tradição oral durante séculos, antes de receberem a forma oral durante séculos, antes de receberem a forma escri
escrita. ta. O meO mesmo smo procprocesso esso sofresofreram quaram quase tose todasdas as
ac
acoontntececeeu u em em rreelalaçãção o a a obobrraas s liliteteráráririaas s e e nanar- r-rativas históricas, porque não sucederia o mesmo rativas históricas, porque não sucederia o mesmo co
com m umuma a trtradadiçição ão ininiciciáiátictica, a, peperprpetetuauada da atatraravévéss de símbolos?
de símbolos?
Sobre o poder conservador dos símbolos, já disse Sobre o poder conservador dos símbolos, já disse oo nosso Ir.’. MICHA que "se a verdade sobre a nosso Ir.’. MICHA que "se a verdade sobre a natu-reza essencial do ser e da vida universal é tão alta reza essencial do ser e da vida universal é tão alta e
e ttãão o ssuubblliimme e qquue e nneennhhuumma a cciiêênncciia a vvuullggaar r oouu profana não pode chegar a descobrir, o simbolismo profana não pode chegar a descobrir, o simbolismo é por sua vez como uma espécie de revestimento, é por sua vez como uma espécie de revestimento, de meio de conservação ideal dessa verdade e de meio de conservação ideal dessa verdade e u
umma a lliinngguuaaggeem m iiddeeooggrrááffiicca a qquue e a a iinniicciiaaççããoo entrega à nossa meditação, e que só os iniciados entrega à nossa meditação, e que só os iniciados podem traduzir sem deformar-lhe o sentido".
podem traduzir sem deformar-lhe o sentido". A
A lloonnggeevviiddaadde e ddaas s pprárátiticcaas s mmaaççóónniiccaas s rreeppoouussaa ttrraannqquuiillaammeenntte e nna a iimmuuttaabbiilliiddaadde e ddoos s sseeuuss ssíímmbboollooss, , mmuuiitto o mmaaiis s ffáácceeiis s dde e sse e gguuaardrdaarreemm puros do que longas narrativas.
puros do que longas narrativas. E
E o o qquue e é é a a lliittuurrggiia a sseennãão o o o ccoonnjjuunntto o ddeesssseess símbolos realizados sob determinada forma e em símbolos realizados sob determinada forma e em determinadas circunstâncias?
determinadas circunstâncias?
A MAÇONARIA E A LITURGIA A MAÇONARIA E A LITURGIA De
Denntrtro o da da FrFraancncoo-M-Maçaçoonanariria a a a lilituturgrgia ia nãnão o nnosos pode interessar só como fenômeno histórico, como pode interessar só como fenômeno histórico, como manifestação de pompa, de suntuosidade, de festa manifestação de pompa, de suntuosidade, de festa para os olhos, velada pelos preconceitos e pela para os olhos, velada pelos preconceitos e pela ignorância, aos distraídos e indiferentes que são ignorância, aos distraídos e indiferentes que são a
arrrraassttaaddoos s ppeella a aabbssoorrvveenntte e ccoorrrreenntte e ddooss interesses cotidianos .
A Franco-Maçonaria está tão ligada à liturgia, que A Franco-Maçonaria está tão ligada à liturgia, que contém toda a sua interpretação esotérica e contém toda a sua interpretação esotérica e filo-ssóóffiiccaa, , qquuee, , sseem m a a lliituturrggiia a a a nnoossssa a SSuubb..''. . OOrdrd..''.. sseerriia a ccoorrppo o eexxâânniimmee. . EEm m sseeuus s ""EEssttuuddooss Filosóficos", o Ir.'. DARÈRES, disse com exatidão Filosóficos", o Ir.'. DARÈRES, disse com exatidão q
queue, , ""ppririvavar r a a FrFranancoco-M-Maaçoçonnarariia a da da ssua ua lílíngnguaua sagrada é despojá-la da sua força diretora e do sagrada é despojá-la da sua força diretora e do ssoopprro o vviivvififiiccaaddoor r dde e ssuua a aanniimmaaççãão o uunniivveersrsaall; ; éé roubar-lhe todo o encanto que está unido à sua roubar-lhe todo o encanto que está unido à sua crença e às doces esperanças que lhe inspiram crença e às doces esperanças que lhe inspiram se
seus us esesfoforçrços os fifilalantntrórópipicocoss. . Há Há mimiststérérioios s nenessssaa Instituição — diz ainda DARÈRES —, que o espírito Instituição — diz ainda DARÈRES —, que o espírito deve saber compreender sem procurar defini-los". deve saber compreender sem procurar defini-los". A
A llitituurgrgia ia é é um um fefennômômeneno o vvititaall, , umuma a ccononcrcreeçãçãoo orgânica, uma forma de vida perene e atraente. orgânica, uma forma de vida perene e atraente. Com felicidade disse ilustre escritor que, "a liturgia Com felicidade disse ilustre escritor que, "a liturgia m
moossttrra a ssuua a bbeelleezza a iinnteterriioor r ppoor r uumma a ddiinnââmmiiccaa inexausta".
inexausta". Co
Como mo didiscscipiplilinanadodora ra dadas s nonossssas as tetendndênêncicias as ne ne--gativas, ela impõe a renúncia generosa às próprias gativas, ela impõe a renúncia generosa às próprias e
exxppaannssõõees s qquue e nnãão o sse e eennqquuaaddrreem m ddeennttrro o ddaa reg
regulaulamenmentaçtação ão comcomum. um. É É a a subsubmismissãsão o de de todtoda a aa te
tendndênêncicia a anantrotropopocêcêntntricrica, a, de de totoda da a a ininsusurgêrgêncnciaia egoísta. Em liturgia não existe o singular "eu",
egoísta. Em liturgia não existe o singular "eu", masmas o plural "nós".
o plural "nós". T
Tememos os na na lilituturgrgia ia umuma a cocompmpleleta ta coconcncepepçãção o dede forma e de estilo, no sentido puro do vocábulo: forma e de estilo, no sentido puro do vocábulo: li
limpmpididez ez de de lilingnguauagegemm, , mmededidida a hhararmmônônicica a ddosos ge
gessttosos, , peperfrfeieita ta coconfnfoormrmaçaçãão o do do eessppaçaço o e e dadass ttononaaliliddadadees s plplásástiticacas s e e sosononoraras. s. TuTuddo, o, ididéiéiaass,, palavras, atitudes, expressões e imagens, extraído palavras, atitudes, expressões e imagens, extraído do
R
Riiqquueezza a ooppuulleennttaa, , vavarriieeddaadde e iinneessggoottáávveell,, transparência nítida.
transparência nítida. A
A rorobbuusstteecceer r e e cciimmeenntatar r eesssse e ccoonnjjuunntto o dde e qquua a--lidades, temos o fato importante de que a liturgia lidades, temos o fato importante de que a liturgia se exprime por uma linguagem desusada entre os se exprime por uma linguagem desusada entre os homens de hoje, mas profunda e majestosamente homens de hoje, mas profunda e majestosamente clássica.
clássica.
Resulta, pois, que instintiva e naturalmente vamos Resulta, pois, que instintiva e naturalmente vamos ol
olvividadanndo do os os dedetatalhlhes es hihiststóróricicosos, , ababststrarainindo do asas pa
partrticicululararididadades es quque e enencecerrrra, a, papara ra coconcncenentratrar r aa atenção em seu sentido eterno e
atenção em seu sentido eterno e supra-históricosupra-histórico.. A liturgia encerra dentro de si algo que nos A liturgia encerra dentro de si algo que nos con-vida a dirigir os olhos e o pensamento para as vida a dirigir os olhos e o pensamento para as e
essttrreellaass. . QQuue e nnoos s rreelleemmbbrra a o o ggiirro o iimmuuttáávveel l ee eterno de suas órbitas, e nos fala de sua ordem eterno de suas órbitas, e nos fala de sua ordem eq
equuililibibrarada da e e haharmrmôônnicica a e e de de seseu u mmajajesestotosso o ee solene silêncio, na imensidão por onde os astros solene silêncio, na imensidão por onde os astros caminham.
caminham.
PAUL VALÉRY, poeta do simbolismo, sentiu a força PAUL VALÉRY, poeta do simbolismo, sentiu a força ex
exprpresessisiva va da da lilituturgrgiaia, , tatambmbém ém cocomo mo foformrma a dede a
artrte, e, prprooclclamamaandndo o quque e a a ""lilituturgrgia ia e e a a aartrte e vãvãoo u
unniiddoos s eem m eessttrreeiitto o ccoonnssóórrcciioo, , gguuaarrddaannddoo afinidades profundas e se desenvolvendo em uma afinidades profundas e se desenvolvendo em uma atmosfera de mistério e de encanto, despertando atmosfera de mistério e de encanto, despertando no homem o instinto do
no homem o instinto do divino".divino". P
Peerrccoorrrreennddo o o o tteessoouurro o dde e ssíímmbboollooss, , ssiiggnnooss,, imagens, alegorias e, por extensão, as metáforas, imagens, alegorias e, por extensão, as metáforas, a
as s hhiippéérrbboolleess, , aas s mmeettoonníímmiiaas s e e oos s ttrrooppooss e
emmpprreeggaaddoos s nna a nnoossssa a lliittuurrggiiaa, , ccaadda a uum m ddeelleess p
poolliivvaalleenntte e eem m sseeuus s ssiiggnniiffiiccaaddooss, , o o mmaaççoom m qquuee tiver olhos para ver e ouvidos para escutar, verá tiver olhos para ver e ouvidos para escutar, verá quão mesquinhas e inglórias são as lutas profanas quão mesquinhas e inglórias são as lutas profanas que o cercam, e verificará a antítese violenta entre que o cercam, e verificará a antítese violenta entre
o brutal realismo de nossos dias, que se infiltrou o brutal realismo de nossos dias, que se infiltrou em todos os setores da vida, com o aguilhão da em todos os setores da vida, com o aguilhão da sseennssuuaalliiddaadde e oou u o o ppooddeer r ppeenneettrraanntte e dde e ssuuaass a
arreessttaass, , e e o o mmuunnddo o ddaas s iiddééiiaas s eenncceerrrraaddaas s nnaa li
lituturgrgiia, a, cocom m totodda a a a ssua ua imimppoonenennte te ggraravividdadade e ee limpidez, harmonia e seleção de
limpidez, harmonia e seleção de formas.formas.
E que melhor forma para encerrar os seus E que melhor forma para encerrar os seus se-g
grreeddoos s ppooddeeriria a eessccoollhheer r a a FFrraannccoo--MMaaççoonnaaririaa,, se
senãnão o a a de de enenvvololvêvê-l-los os no no exextrtraoaordrdininááririo o popodederr pres
preservadervador or das das alegoalegorias? rias? Que Que melhomelhor r lingulinguagemagem poderia ser usada para manter viva a mensagem poderia ser usada para manter viva a mensagem de que é portadora, através dos séculos, senão a de que é portadora, através dos séculos, senão a linguagem simbólica, visível e inteligível somente linguagem simbólica, visível e inteligível somente aos iniciados?
aos iniciados? AU
AURERELILIUS US AUAUGUGUSTSTININUSUS, , o o pepensnsadador or de de TTagagasastete que a Igreja Romana canonizou, referindo-se ao que a Igreja Romana canonizou, referindo-se ao valor do símbolo, gravou indelevelmente este valor do símbolo, gravou indelevelmente este con-ceito: "omnia sunt per allegoriam dieta" — tudo é ceito: "omnia sunt per allegoriam dieta" — tudo é dito através da alegoria. Mas, para entendê-la é dito através da alegoria. Mas, para entendê-la é preciso vê-la pelos olhos do espírito.
preciso vê-la pelos olhos do espírito. A LOJA MAÇÔNICA A LOJA MAÇÔNICA
Temos frequentemente ouvido os maçons Temos frequentemente ouvido os maçons
deno-m
miinnaar r o o llooccaal l oonndde e sse e rreeúúnneemm, , dde e ""tteemmpplloo"",, en
enqquauantnto o chchaamamam m à à eentntididaade de mamaçôçônnicica a a a ququee pertencem, de "loja". O local onde os trabalhos pertencem, de "loja". O local onde os trabalhos maçônicos se realizam, é pois, o templo, o edifício maçônicos se realizam, é pois, o templo, o edifício em que a loja tem sede. E loja é um conceito em que a loja tem sede. E loja é um conceito abstrato, que classifica a corporação maçônica no abstrato, que classifica a corporação maçônica no ccoonnjujunnttoo, , é é o o nnoomme e ppoor r aassssim im ddiizzeer r ""lleeggaall" " ddoo agrupamento, na hierarquia dos corpos maçônicos agrupamento, na hierarquia dos corpos maçônicos d
recebem um "título distintivo", que é o seu nome. recebem um "título distintivo", que é o seu nome. A
Assssiimm, , ""lloojjaa" " é é o o ccoonnjjuunntto o dde e iirrmmããoos s qquuee trabalham sob a chefia de um Ven.'. Mest.'. num trabalham sob a chefia de um Ven.'. Mest.'. num determinado "templo".
determinado "templo".
Mas se hoje assim se entende, antigamente não. A Mas se hoje assim se entende, antigamente não. A palavra "templo" era pouco usada, dando-se larga palavra "templo" era pouco usada, dando-se larga pr
prefefererênêncicia a à à papalalavrvra a "l"lojoja" a" quque e cocongngreregagava va osos dois significados.
dois significados.
O Ir.'. RAGON, em sua quase desconhecida obra — O Ir.'. RAGON, em sua quase desconhecida obra — ""LLa a mmeesssse e eet t ssees s mmyyssttéérrees s ccoommppaarrees s aauuxx m
myysstétéreres s aanncciieennss" " ——, , eennssiinna a qquue e ""oos s tteemmppllooss maçón
maçónicos icos chamachamavam-vam-se se lojalojas, s, que que na na lingulinguagemagem ssaaggrraadda a ddo o GGaannggees s qquueer r ddiizzeer r mmuunnddoo, , ddoonnddee também se deriva a palavra sagrada logos, que também se deriva a palavra sagrada logos, que q
queuer r ddizizeer r vvererbbo, o, didiscscurursso, o, rarazzãoão"". . ""LoLoja ja — — didizz RAGON —
RAGON — éé o lugar em que a palavra é dada, ao lugar em que a palavra é dada, a
rraazzãão o ddaas s ccoouussaas s eexxpplliiccaaddaas s e e o o vveerrddaaddeeiirroo se
sentntidido o ddas as aaleleggororiaias s é é dedesvsvelelaado do ssem em pepeririggo,o, perante homens
perante homens experimentados"experimentados".. O
O eettiimmoollooggiisstta a AALLÓÓIIS S WWAALLDDE E eessccllaarreecce e qquuee "templo é palavra latina que denominava o lugar "templo é palavra latina que denominava o lugar q
quuaaddrraaddoo, , ddeelliimmiittaaddo o e e oorriieennttaaddoo, , nno o qquuaal l oo augure tomava no céu os
augure tomava no céu os auspícios"auspícios"..
A construção de um templo obedece às regras da A construção de um templo obedece às regras da a
arrqquuiitteettuurra a ssaaggrraadda a aannttiiggaa, , qquue e ddeevveem m sseerr seguidas. A primeira delas é a da orientação, isto seguidas. A primeira delas é a da orientação, isto é, deve o templo estar disposto de tal forma que a é, deve o templo estar disposto de tal forma que a entrada se dê pelo Ocidente, e a parte oposta, entrada se dê pelo Ocidente, e a parte oposta, onde se fixa o altar, esteja voltada para o Oriente. onde se fixa o altar, esteja voltada para o Oriente. Essa regra preliminar encontra raízes velhíssimas Essa regra preliminar encontra raízes velhíssimas em todos os povos do universo que sempre viram em todos os povos do universo que sempre viram no Oriente a fonte da sabedoria. Dessa orientação no Oriente a fonte da sabedoria. Dessa orientação dos templos deriva a posição das duas colunas, dos templos deriva a posição das duas colunas,
uma significando o norte e outra o sul. O templo uma significando o norte e outra o sul. O templo vai do Oriente ao Ocidente, do zenit ao nadir, de vai do Oriente ao Ocidente, do zenit ao nadir, de norte a sul ou do setentrião ao meio-dia, conforme norte a sul ou do setentrião ao meio-dia, conforme se adotar a moderna ou antiga denominação das se adotar a moderna ou antiga denominação das p
pososiçiçõeões s gegeooggráráfificcasas. . A A aaltltuura ra ddo o tetemmplplo o é é dada superfície da Terra ao Céu e a profundidade, da superfície da Terra ao Céu e a profundidade, da mesma superfície ao centro da Terra. É o símbolo mesma superfície ao centro da Terra. É o símbolo do Mundo.
do Mundo. T
Tãão o ffoorrtte e é é a a iinnfflluuêênncciia a ssoollaar r eem m ttoodda a a a aan nttii--g
guuiiddaaddee, , qquue e a a mmaaiioorriia a ddaas s rreelliiggiiõõees s aannttiiggaass comparam as suas divindades ao astro rei, quando comparam as suas divindades ao astro rei, quando não é o próprio Sol o adorado. Durante milênios foi não é o próprio Sol o adorado. Durante milênios foi o mediador visível entre o Supremo Arquiteto e a o mediador visível entre o Supremo Arquiteto e a H
Huummaanniiddaaddee. . OOs s bbrrââmmaanneess, , oos s hheebbrreeuuss, , ooss romanos, viravam-s
romanos, viravam-se para o e para o Oriente para orar.Oriente para orar.
Deus é o Sol. O domingo é o dia do Senhor, Deus é o Sol. O domingo é o dia do Senhor, "do
"dominminus us deidei", ", dos dos romromanoanos, s, "s"sundunday" ay" dodos s ananglo glo--ssaaxxõõeess, , ""ssoonnnnttaagg" " ddoos s tteeuuttõõeess, , ""ddiimmaanncchhee" " ddooss gauleses. As representações do Sol são frequentes gauleses. As representações do Sol são frequentes nas obras de arte e obras religiosas de toda a nas obras de arte e obras religiosas de toda a a
annttiigguuiiddaaddee. . O O SSool l é é o o ssíímmbboollo o dda a lluuzz, , ddaa iinntteelliiggêênncciiaa, , dda a oorriiggeemm, , ddo o pprriinnccííppiio o aattiivvoo,, enquanto a Lua representa o princípio negativo, é enquanto a Lua representa o princípio negativo, é o feminino, a passividade, a imaginação.
o feminino, a passividade, a imaginação.
O que é o ostensório usado pela igreja romana, O que é o ostensório usado pela igreja romana, sseennãão o a a iimmaaggeem m ddo o SSool l rreesspplleennddeenntte e dde e ssuuaa própria luz? As igrejas, desde DIOCLECIANO, tanto própria luz? As igrejas, desde DIOCLECIANO, tanto quanto possível, vêm sendo orientadas de modo quanto possível, vêm sendo orientadas de modo que a sua entrada se faça pelo Ocidente que a sua entrada se faça pelo Ocidente situando-se
se o o alaltartar, , invinvariariaveavelmelmentente, , no no OriOrientente. e. DIODIONÍSNÍSIOIO DA
DA TRTRÁCÁCIA IA enensisinanava va quque e os os tetempmplolos s dodos s anantitigogoss eram colocados de acordo com a marcha do Sol e eram colocados de acordo com a marcha do Sol e
V
VIITTRRÚÚVVIIO O ddiizziia a o o mmeessmmoo: : ""TTeemmpplla a oorriieenntteemm spectari debet".
spectari debet".
Visto o templo por fora, batamos ritualisticamente Visto o templo por fora, batamos ritualisticamente à sua porta, para que o Ir.'. Cobr.'. nô-la venha à sua porta, para que o Ir.'. Cobr.'. nô-la venha abrir. Qual a razão das... pancadas, compassadas abrir. Qual a razão das... pancadas, compassadas e
e reregugulalareres? s? EEntntre re oos s vvááririos os sisiggninifificacadodos s dedessssaa prática, que distingue aquele que foi iniciado, que prática, que distingue aquele que foi iniciado, que mo
moststra ra asassisim m sasabeber r cocomumuninicacar-sr-se e cocom m seseus us UrUr.'.',, q
que ue esesttão ão trtrababaalhlhaandndoo, , eeststá á a a alalususão ão da da ffrarasese bí
bíblblicica: a: "P"Pededi i e e dadar-r-sese-v-vosos-á-á; ; bubuscscaiai, , e e acachaharereisis;; batei e abrir-se-vos-á ".
batei e abrir-se-vos-á ".
O profano não saberia como chamar o Ir.'. Cobr.'. O profano não saberia como chamar o Ir.'. Cobr.'. pela forma exata.
pela forma exata.
FFraranqnquiuiaadda a a a nonossssa a enentrtraadda, a, oolhlhememoos s à à nonosssasa volta. Nenhuma janela ou porta de acesso! volta. Nenhuma janela ou porta de acesso! Senti-m
moo--nnoos s ccoommo o sse e eessttiivvéésssseemmoos s nno o ssaannttoo tabernáculo, fora de todas as
tabernáculo, fora de todas as vistas.vistas. S
Seegguunnddo o MMAACCKKEEYY, , a a ffoorrmma a dda a lloojja a é é a a dde e uumm paralelogramo, mais extenso no sentido paralelogramo, mais extenso no sentido Oriente-Ocidente, como se fossem dois quadrados unidos, Ocidente, como se fossem dois quadrados unidos, sseem m lliinnhhaas s ccuurrvvaass. . O O tteettoo, , aabboobbaaddaaddoo, , é é uummaa rreepprreesseennttaaççãão o vviivva a ddo o ffiirrmmaammeenntto o eessttrreellaaddoo,, o
osstteennttaannddo o aao o OOcciiddeenntte e a a LLuuaa, , nno o qquuaarrttoo m
miinngguuaannttee, , e e aao o OOrriieenntte e o o SSool l rreesspplleennddeennttee,, p
prroojjeettaannddo o ssuua a lluuz z vviivva a ssoobbrre e o o LLiivvrro o dda a LLeeii Sagrada.
Sagrada.
Algumas lojas antigas costumavam representar no Algumas lojas antigas costumavam representar no seu firmamento, os doze signos do Zodíaco. Era a seu firmamento, os doze signos do Zodíaco. Era a presença viva da Astrologia, com uma simbologia presença viva da Astrologia, com uma simbologia velhíssima, contemporânea da civilização caldáica, velhíssima, contemporânea da civilização caldáica, sseennãão o mmaaiis s aannttiigga a aaiinnddaa, , ccuujjoos s rruuddiimmeennttooss conhecemos através das tábuas de escrever e que conhecemos através das tábuas de escrever e que tteevve e ccoommo o ccuullttoorrees s hhoommeenns s ccuujja a rreeppuuttaaççããoo
atravessou os séculos, e que se aperfeiçoando e atravessou os séculos, e que se aperfeiçoando e d
deesseennvvoollvveennddo o ttrraannssffoormrmoouu--sse e nnuumma a cciiêênncciiaa m
mooddeerrnnaa, , a a AAssttrroonnoommiiaa, , ddeessttiinnaadda a aappeennaas s aa h
hoommeenns s dde e ccuullttuurra a eessppeecciiaalliizzaaddííssssiimma a ee de
devvototamamenento to sesem m papar r aoaos s esestutudodos s elelevevadados os dede matemática e física.
matemática e física.
Separando o teto das paredes, contemplamos a Separando o teto das paredes, contemplamos a Cadeia de União, ora em forma de uma corrente Cadeia de União, ora em forma de uma corrente de metal, ora em forma de uma corda com nós, de metal, ora em forma de uma corda com nós, ssíímmbboollo o dda a uunniiãão o ddoos s mmaaççoonns s eessppaallhhaaddoos s ppeellaa ssuuppeerrffíícciie e dda a TTeerrrraa. . EEssssa a CCaaddeeiia a dde e UUnniiãão o éé interrompida junto ao pórtico pelo qual se ingressa interrompida junto ao pórtico pelo qual se ingressa na
na LoLojaja. . TaTal l cecesusura ra inindidica ca quque e popor r alali i popodederãrão o sese unir novos irmãos.
unir novos irmãos.
Aos nossos olhos surgem, em seguida, as duas Aos nossos olhos surgem, em seguida, as duas colunas, estranhamente dispostas, pois emergem colunas, estranhamente dispostas, pois emergem do chão e não chegam ao teto. Uma significa a do chão e não chegam ao teto. Uma significa a força, a firmeza, e a outra a beleza, ostentando força, a firmeza, e a outra a beleza, ostentando ccaadda a uumma a ddeellaass, , uumma a ddeetteerrmmiinnaadda a lleettrraa.. R
Reeccoorrddaamm, , sseegguunnddo o a a ttrraaddiiççãão o mmaaççôônniiccaa, , aass ccoolluunnaas s ddo o tt ee mm pp ll o o dde e SSaalloommããoo..
Ornadas de lírios, símbolo da pureza, essas Ornadas de lírios, símbolo da pureza, essas colu-na
nas s susuststenentatam, m, em em alalguguns ns riritotos s mamaçôçôninicocos, s, duduasas esferas, sendo uma o globo terrestre e outra a esferas, sendo uma o globo terrestre e outra a pro- jeção do mundo celeste sobre a Terra. Em outros jeção do mundo celeste sobre a Terra. Em outros ritos, em lugar das duas esferas, servem de base a ritos, em lugar das duas esferas, servem de base a três romãs, fendidas pela sazão, símbolo da três romãs, fendidas pela sazão, símbolo da abun-dâ
dâncnciaia, , da da prprololififereraçação ão dodos s mamaçoçons ns sosobrbre e a a fafacece do globo. Costumam essas romãs estar envoltas do globo. Costumam essas romãs estar envoltas numa rede, emblematização da união.
numa rede, emblematização da união.
Mas porque essas colunas estão assim Mas porque essas colunas estão assim singular-mente dispostas, sem exercerem a função de mente dispostas, sem exercerem a função de sus-tentar o edifício? Evidentemente têm elas outro tentar o edifício? Evidentemente têm elas outro
significado. São mais obeliscos do que colunas de significado. São mais obeliscos do que colunas de sustentação. Os obeliscos, os pilares, as colunas, sustentação. Os obeliscos, os pilares, as colunas, são formas arquiteturais muito antigas. Segundo o são formas arquiteturais muito antigas. Segundo o historiador HERÓDOTO, os obeliscos egípcios eram historiador HERÓDOTO, os obeliscos egípcios eram uma homenagem ao Sol. O Velho Testamento nos uma homenagem ao Sol. O Velho Testamento nos conta como Jacob plantou um pilar em Betei para conta como Jacob plantou um pilar em Betei para memorializar a escada que desceu do Céu à Terra. memorializar a escada que desceu do Céu à Terra. J
Jososué ué lelevvanantotou u dodozze e pipilalareres s pparara a asassisinnalalaar r emem Gi
Gilglgal al a a lelembmbrarançnça a da da ssua ua trtravavesessisia a do do JoJordrdãão.o. Sam
Samuel uel fesfestejtejou ou a a derderrotrota a dos dos filfilististeuseus, , ergerguenuendodo um
um pipilalar r enentrtre e MiMispspeh eh e e ShShemem, , e e AbAbsasalãlão o erergugueueu ou
outrtro o em em susua a prprópópriria a hohonrnra. a. EE, , o o prprofofeteta a IsIsaiaiaas,s, numa linguagem maçónica, quando quis dizer que numa linguagem maçónica, quando quis dizer que os
os prpríníncicipepes s egegipipcicios os cacaíríram am do do popodeder, r, asassisim m sese exprimiu: "Suas colunas
exprimiu: "Suas colunas abateram-se"abateram-se"..
Os estudiosos da Bíblia e os arqueologistas em Os estudiosos da Bíblia e os arqueologistas em geral, sabem que no templo de Salomão as duas geral, sabem que no templo de Salomão as duas co
colulunanas, s, fufundndididas as popor r HiHiraram, m, esestatavavam m sesepapararadadass da construção, à sua entrada, do lado de fora. Os da construção, à sua entrada, do lado de fora. Os antigos escritores gregos, referindo-se aos templos antigos escritores gregos, referindo-se aos templos daquelas épocas afastadas da história, citam, em daquelas épocas afastadas da história, citam, em ssuuaas s ddeessccrriiççõõeess, , ddiivveerrssoos s tteemmpplloos s qquuee apresentavam, na entrada, colunas separadas do apresentavam, na entrada, colunas separadas do edifício.
edifício.
Em 1882, durante escavações arqueológicas Em 1882, durante escavações arqueológicas pro-cceeddiiddaas s eem m RRoommaa, , ddeessccoobbrriiuu--sse e uum m pprraatto o ddee cerâmica reproduzindo o templo de Salomão, com cerâmica reproduzindo o templo de Salomão, com a
as s dduuaas s ccoolluunnaas s dde e bbrroonnzze e nna a ppaarrtte e eexxtteerriioorr,, seguindo idêntica disposição que se observa em seguindo idêntica disposição que se observa em certos templos fenícios.
certos templos fenícios.
Dividindo o templo encontramos uma balaustrada Dividindo o templo encontramos uma balaustrada de
de pepeqqueuenna a alaltuturara, , nno o sesentntiido do trtraansnsvvererssalal. . NNaa parte menor, que é a do Oriente, têm assento o parte menor, que é a do Oriente, têm assento o
Ve
Ven.'n.'. . MeMest.st.'. '. , , o o OraOrad.'. e d.'. e o o SeeSee.'. , .'. , aléalém m de de WeWen.'n.'.. MMest.'. visitantes, ex-VVen.'. e altas dignidades MMest.'. visitantes, ex-VVen.'. e altas dignidades maçônicas. Na parte maior, que é a do Ocidente, maçônicas. Na parte maior, que é a do Ocidente, alinham-se filas de cadeiras, onde sentam-se os alinham-se filas de cadeiras, onde sentam-se os aprendizes, os companheiros e os mestres. Nesta aprendizes, os companheiros e os mestres. Nesta segunda parte, tomam também assento os dois segunda parte, tomam também assento os dois Wig., um ao pé de cada coluna, ou seja, na parte Wig., um ao pé de cada coluna, ou seja, na parte extrema, quasi próximos à porta.
extrema, quasi próximos à porta. O
O VVeenn..''. . MMeesstt..''. . sseennttaa--sse e dde e ffrreenntte e ppaarra a ooss ob
obrereirirosos, , dadandndo o as as cocoststas as à à paparerede de ononde de dedevevemm estar representados o Delta, símbolo do Absoluto estar representados o Delta, símbolo do Absoluto (tendo no centro o Olho da Sabedoria), o Sol e a (tendo no centro o Olho da Sabedoria), o Sol e a Lua. Sobre o Ven.'. Mest.'. deve estender-se um Lua. Sobre o Ven.'. Mest.'. deve estender-se um dossel, símbolo da hierarquia sagrada. A mesa que dossel, símbolo da hierarquia sagrada. A mesa que serve ao Ven.'. Mest.'., erroneamente chamada de serve ao Ven.'. Mest.'., erroneamente chamada de altar, apóia-se num tablado de três degraus de altar, apóia-se num tablado de três degraus de al
altuturara, , sesendndo o o o prprimimeeiriro o dedeggrarau u o o eembmblelemma a ddaa fortaleza, o segundo o da beleza e o terceiro o da fortaleza, o segundo o da beleza e o terceiro o da pureza.
pureza.
Saindo-se do Oriente, desce-se um degrau e logo Saindo-se do Oriente, desce-se um degrau e logo se nos depara um Altar, onde encontra-se o Livro se nos depara um Altar, onde encontra-se o Livro da Lei Sagrada, o Esquadro e o Compasso. E' o da Lei Sagrada, o Esquadro e o Compasso. E' o altar dos juramentos.
altar dos juramentos.
O Livro da Lei Sagrada, durante os trabalhos da O Livro da Lei Sagrada, durante os trabalhos da LLoojja a ddeevve e eessttaar r aabbeerrttoo, , ((11) ) tteennddo o ssoobbrre e ssi i oo E
Essqquuaaddrro o e e o o CCoommppaassssoo, , ccoom m aas s dduuaas s ppoonnttaass escondidas, no primeiro grau, em que as verdades escondidas, no primeiro grau, em que as verdades estão por ser reveladas; com uma ponta só do estão por ser reveladas; com uma ponta só do Compasso aparecendo, no segundo grau, em que Compasso aparecendo, no segundo grau, em que parte da verdade já foi revelada; e as duas pontas parte da verdade já foi revelada; e as duas pontas pousadas sobre o Esquadro, quando a verdade já pousadas sobre o Esquadro, quando a verdade já se
Encerrados os trabalhos da Loja, o Livro da Lei Encerrados os trabalhos da Loja, o Livro da Lei Sagrada deve ser fechado.
Sagrada deve ser fechado. En
Ensisina na o o IrIr.'.'. . LALAWRWRENENCECE, , aaututor or de de váváririas as oobrbrasas m
maaççóónniiccaass, , qquue e o o LLiivvrro o dda a LLeei i SSaaggrraadda a nnãão o éé obrigatoriamente a Bíblia, mas sim o livro sagrado obrigatoriamente a Bíblia, mas sim o livro sagrado da religião do maçom. Pode ser o Corão, o da religião do maçom. Pode ser o Corão, o Zend-A
Avveessttaa, , o o SSaassttrraass, , o o RRiigg--VVeeddaa, , ccoommo o qquuaallqquueerr outro.
outro. C
Coonntta a LLEEAADBDBEEAATTEER R qquue e nnuumma a lloojja a mmaaççóónniicca a ddee Bo
Bombmbaiaim m hahavivia a crcrisistãtãosos, , inindúdús, s, bubudidiststasas, , paparsrsisis,, judeus, síquios, mussulmanos e jainos. A Loja judeus, síquios, mussulmanos e jainos. A Loja cos-tumava colocar sobre o altar os livros sagrados tumava colocar sobre o altar os livros sagrados das religiões professadas pelos seus
das religiões professadas pelos seus membros.membros.
É mais uma manifestação do espírito tolerante da É mais uma manifestação do espírito tolerante da Fr
Fraancnco-o-MMaçaçononarariaia, , quque e nãnão o dedetetermrminina a aaos os seseusus membros a profissão de nenhuma religião membros a profissão de nenhuma religião determi-n
naaddaa, , eexxiiggiinnddo o aappeennaas s a a ccrreennçça a nnuum m eennttee supremo, o G.\ A.'. D.'. U.\, que lhe imprime o supremo, o G.\ A.'. D.'. U.\, que lhe imprime o sseennttiiddo o eessppiirriitutuaalliisstta a ddo o qquuaal l nnãão o aabbddiicca a ssoobb quaisquer circunstâncias.
quaisquer circunstâncias. N
No o cceennttrro o dda a LLoojjaa, , eesstteennddiiddo o ssoobbrre e o o cchhããoo, , éé colocado o Tapete de Mosaico, que representa o colocado o Tapete de Mosaico, que representa o perímetro quadriculado do Sancto Sanctorum. Não perímetro quadriculado do Sancto Sanctorum. Não d
deevvee, , ppoor r iissssoo, , sseer r ppiissaaddo o ppeelloos s oobbrreeiirrooss. . AAooss nossos olhos, o Tapete de Mosaico emblematiza as nossos olhos, o Tapete de Mosaico emblematiza as alternativas da vida, das alegrias e das tristezas, alternativas da vida, das alegrias e das tristezas, do bem e do mal, do dia e da noite, dos vícios e do bem e do mal, do dia e da noite, dos vícios e das virtudes, num
das virtudes, num contraste harmonioso.contraste harmonioso.
Aos pés das mesas em que se apoiam os VVig.'., Aos pés das mesas em que se apoiam os VVig.'., vêem-se duas pedras, uma em estado natural e vêem-se duas pedras, uma em estado natural e outra polida. A primeira pedra, que é a que fica outra polida. A primeira pedra, que é a que fica próxima ao 2.° Vig.'. é o símbolo da paixão, do próxima ao 2.° Vig.'. é o símbolo da paixão, do e
segunda pedra, já trabalhada, fica à frente do 1.° segunda pedra, já trabalhada, fica à frente do 1.° V
Viigg.'.'. . e e aalleeggoorriissa a o o aappeerrffeeiiççooaammeenntto o mmoorraall, , ee ssiiggnniiffiicca a qquue e o o aapprreennddiiz z eennrriiqquueecceeu u oos s sseeuuss ccoonnhheecciimmeennttooss. . QQuueerreem m aallgguunns s ttrraattaaddiissttaass maç
maçônônicoicos s que que uma uma tetercerceira ira pedpedra ra sejseja a colcolocaocadada no Oriente, junto à mesa do Ven.'. Mest.'. , pedra no Oriente, junto à mesa do Ven.'. Mest.'. , pedra essa que tem o nome de "perpendicular". Dado as essa que tem o nome de "perpendicular". Dado as particularidades que envolvem este símbolo, não o particularidades que envolvem este símbolo, não o poderemos esclarecer neste pequeno ensaio.
poderemos esclarecer neste pequeno ensaio.
AS LUZES, AS JÓIAS E OUTROS SÍMBOLOS AS LUZES, AS JÓIAS E OUTROS SÍMBOLOS N
Na a oorrggaanniizzaaççãão o mmaaççôônniicca a ssãão o cchhaammaaddoos s ddee "luzes" aqueles que dirigem a Loja e nela exercem "luzes" aqueles que dirigem a Loja e nela exercem funções de relevo. São cinco as principais "luzes" : funções de relevo. São cinco as principais "luzes" : V
Veenn..''. . MMeesstt.'.'.., , 11..° ° e e 22..° ° VVVViigg..\\, , OOrraadd..''. . e e SSeecc..--....
Como o próprio nome o indica, devem iluminar da Como o próprio nome o indica, devem iluminar da Loja, concorrendo sempre com a sua sabedoria, Loja, concorrendo sempre com a sua sabedoria, e
essppíírriito to dde e ttoolleerârânncciia a e e ffiirrmmeezzaa. . DDeessssaas s cciinnccoo lluzuzeses, , sosobrbresesssaeaemm-s-se e o o VVeen.n.'. '. MMesest.t.'. '. e e oos s ddooisis W
Wiigg..'', , qquue e ffoormrmaam m aas s ttrrêês s lluuzzees s vviitataiis s qquue e ililu- u-minam a Loja, conjuntamente com as três luzes minam a Loja, conjuntamente com as três luzes astrais, o Sol, a Lua e a
astrais, o Sol, a Lua e a Estrela Radiosa.Estrela Radiosa. O
O VVeenn..''. . MMeesstt..''. . qquue e ooccuuppa a a a ccaaddeeiirra a ddo o rreeii S
Salaloommãoão, , enencacarnrna a a a SSababeedodoririaa. . 0 0 11.° .° ViVigg.'.'. . é é aa Força para realizar, e o 2.° Vig.'. é a Beleza que Força para realizar, e o 2.° Vig.'. é a Beleza que a
addoorrnnaa. . TToodda a ggrraanndde e oobbrra a rreeúúnne e eessssaas s ttrrêêss qualidades.
qualidades.
O Ven.'. Mest.'. é também chamado "hierofante", O Ven.'. Mest.'. é também chamado "hierofante", ou seja o sacerdote que nos mistérios egípcios era ou seja o sacerdote que nos mistérios egípcios era encarregado de iniciar os neófitos e de interpretar encarregado de iniciar os neófitos e de interpretar o
""eeppiissccooppooss"", , iisstto o éé, , aaqquueellees s qquue e vvêêeem m ccoomm segurança.
segurança. O
O VVenen.'.'. . e e oos s VVVVigig.'.'. . emempupunnhaham m MMaalhlheetetes, s, em em--blema do poder e da autoridade. E' o símbolo do blema do poder e da autoridade. E' o símbolo do comando. Assim como os reis e soberanos usam o comando. Assim como os reis e soberanos usam o cetro, o Ven.'. Mest.'. empunha o malhete.
cetro, o Ven.'. Mest.'. empunha o malhete. O
Ouuttrro o ssíímmbboollo o mmaaççóónniiccoo, , dde e ggrraanndde e vvaalloorr, , é é oo Avental, interpretado como o emblema do trabalho Avental, interpretado como o emblema do trabalho e da inocência. De uso obrigatório, o Avental não e da inocência. De uso obrigatório, o Avental não p
poodde e sseer r ddiissppeennssaaddo o ssoob b pprreetteexxtto o aallgguumm.. Co
Constnstituitui, i, na na linlinguaguagem gem maçmaçôniônicaca, , o o "v"vestestidoido" " dodo obreiro, sem o qual ele está nu.
obreiro, sem o qual ele está nu.
"No princípio do século dezoito os aventais eram "No princípio do século dezoito os aventais eram iiddêênnttiiccoos s ààqquueellees s uussaaddoos s ppeelloos s ppeeddrreeiirrooss operativos. Eram grandes, chegando até o peito e operativos. Eram grandes, chegando até o peito e d
deesscceennddo o aatté é oos s jjooeellhhooss, , dde e ccoouurro o iirrrreegguullaarr,, ficando a parte da cabeça do bói sobre o peito e o ficando a parte da cabeça do bói sobre o peito e o restante apenas com as pernas cortadas. Contudo, restante apenas com as pernas cortadas. Contudo,
jjá á nnaaqquueella a ééppoocca a aallgguunns s iirrmmããoos s ccoosstutummaavvaamm de
deccororar ar seseus us avavenentatais is cocom m dedesesenhnhos os de de ararcocoss,, colunas etc. Não havia o cuidado de um modelo colunas etc. Não havia o cuidado de um modelo único, agindo cada um como melhor lhe parecia. único, agindo cada um como melhor lhe parecia. C
Coom m o o tteemmppoo, , aallgguunns s ddeesseennhhoos s ttoorrnnaarraamm--ssee po
popupulalareres s e e foforaram m cocopipiadados os ppor or ououtrtros os mamaçoçonsns.. Em fins do século dezoito pintavam-se cenas da Em fins do século dezoito pintavam-se cenas da lleeggeenndda a mmaaççóónniicca a oou u ddeettaallhhees s ddaas s cceerriimmôônniiaass.. LLooggo o ddeeppooiis s ddo o AAtto o dde e UUnniiããoo, , eem m 11881133, , ffooii estabelecida a forma atual".
estabelecida a forma atual".
O Avental deve ser feito de pele branca, com um O Avental deve ser feito de pele branca, com um friso de pano azul nas bordas, tendo uma abeta, friso de pano azul nas bordas, tendo uma abeta, também frisada de modo idêntico, que é usada também frisada de modo idêntico, que é usada abaixada nos graus de mestre e companheiro. Os abaixada nos graus de mestre e companheiro. Os aprendizes apresentam-se com a abeta levantada, aprendizes apresentam-se com a abeta levantada,
sendo que o seu avental não possui friso algum. sendo que o seu avental não possui friso algum. D
Diisssseemmoos s ffrriisso o aazzuull, , ppooiis s eessssa a é é a a ccoor r ddoo simbolismo maçônico, sendo um erro generalizado simbolismo maçônico, sendo um erro generalizado o uso da cor vermelha, o que mais adiante melhor o uso da cor vermelha, o que mais adiante melhor esclareceremos.
esclareceremos.
Os OOf.'. usam em volta do pescoço um Fitão ou Os OOf.'. usam em volta do pescoço um Fitão ou ccoollaar r dde e ppaanno o aazzuull, , ccaaiinnddo o eem m âânngguullo o ssoobbrre e oo peito
peito. . Na extremidaNa extremidade de do fitão, deve do fitão, deve pendpender a er a JóiaJóia do seu cargo. Algumas lojas costumam inscrever o do seu cargo. Algumas lojas costumam inscrever o sseeu u ttííttuullo o ddiissttiinnttiivvo o oou u nnúúmmeerroo, , nno o ffiittããoo. . AAoo co
contntráráririo o do do AvAvenentatal, l, o o FiFitãtão o é é de de ususo o fafacucultltatativivoo p
paarra a oos s oobbrreeiirrooss, , eexxcceettuuaaddooss, , é é ccllaarroo, , oos s qquuee exercem cargos.
exercem cargos. D
Do o ffiittãão o ddo o VVeenn..''. . MMeesstt..''. . ppeenndde e uum m EEssqquuaaddrroo a
abebertrtoo, , apapooiiaado do ssobobre re umuma a mmeieia a cicircrcununfeferêrêncnciaia g
grraadduuaaddaa, , tteennddo o aao o cceennttrro o o o SSooll. . IIsssso o nno o rriittoo Escocês Antigo e Aceito. No rito de York, o Ven.'. Escocês Antigo e Aceito. No rito de York, o Ven.'. Mest.'. usa simplesmente um Esquadro, símbolo da Mest.'. usa simplesmente um Esquadro, símbolo da v
veerrddaaddee. . O O EEssqquuaaddrro o aappooiiaaddo o ppeello o MMaallhheettee significa a verdade apoiada pela autoridade.
significa a verdade apoiada pela autoridade.
As Jóias do primeiro e segundo VVig.'. são As Jóias do primeiro e segundo VVig.'. são res-pectivamente, o Nivel, emblema da igualdade e o pectivamente, o Nivel, emblema da igualdade e o Prumo, emblema da equidade. O Orad.', ou Cap.', Prumo, emblema da equidade. O Orad.', ou Cap.', ostenta o Livro da Lei Sagrada, sobreposto aos ostenta o Livro da Lei Sagrada, sobreposto aos raios de um Sol cujo centro não se vê. Os CCobr.'. raios de um Sol cujo centro não se vê. Os CCobr.'. carregam no fitão uma pequena Espada, emblema carregam no fitão uma pequena Espada, emblema da luta franca, do combate leal. Os Diáconos usam da luta franca, do combate leal. Os Diáconos usam como jóia uma Pomba, em lembrança da pomba como jóia uma Pomba, em lembrança da pomba mensageira que Noé soltou da Arca. Este símbolo, mensageira que Noé soltou da Arca. Este símbolo, p
poorréémm, , é é dde e uusso o mmaaiis s rreecceennttee, , ppooiis s oos s mmaaççoonnss primitivos preferiam a figura de Mercúrio, com o primitivos preferiam a figura de Mercúrio, com o ccaadduucceeuu, , ffiigguurra a cclláássssiicca a dda a mmiittoollooggiiaa, , oonnddee M
deuses e o condutor dos mortos pelos mundos deuses e o condutor dos mortos pelos mundos ssububteterrrrââneneooss. . EEsssse e sísímmbobolo lo pepersrsisiste te aaininda da emem al
algugumamas s lolojajas s ininglglesesasas. . O O SeSec.c.', ', ususa a duduas as PePenanass ccrruuzzaaddaas s e e o o TTeess..'', , dduuaas s CChhaavveess, , ttaammbbéém m ccrru u--zadas. O Hosp.'. é simbolizado por uma Bolsa, e o zadas. O Hosp.'. é simbolizado por uma Bolsa, e o Chanc.'. tem o timbre da Loja, dentro de um Chanc.'. tem o timbre da Loja, dentro de um triân-gulo. Os MMest.'. de BBanq.'. trazem como jóia gulo. Os MMest.'. de BBanq.'. trazem como jóia u
umma a CCoorrnnuuccooppiia a dda a qquuaal l sse e ddeerrrraammaam m ffrruuttooss v
vaarriiaaddoos s e e oouuttrroos s aalliimmeennttoos s e e oos s MMMMeesstt..''. . ddee H
Haarmrm.'.'. . , , uuma ma LLiriraa. . O O MMesest.t.'. '. de de CCCeCer.r.'. '. ususa a umum Laço de fita ou um Triângulo simples, devendo Laço de fita ou um Triângulo simples, devendo também trazer em uma das mãos, uma pequena também trazer em uma das mãos, uma pequena vara. O Arq.'. carrega uma
vara. O Arq.'. carrega uma pequena Trolha.pequena Trolha. A
As s jjóóiiaas s ddo o VVeenn.'.'. . MMeesst.t.''. . e e ddoos s VVVViigg..''. . ssãão o cchha- a-madas jóias móveis porque são transmitidas aos madas jóias móveis porque são transmitidas aos sseeuus s ssuucceessssoorrees s nna a nnooiitte e dde e ppoosssse e dda a nnoovvaa administração. Assim como há três jóias móveis, administração. Assim como há três jóias móveis, ex
exisistetem m tatammbébém m ttrêrês s jójóiaias s imimóóvveieiss, , qque ue ssão ão aa T
Táábubua a de de DeDelilinenear ar (1(1), ), a a PPededra ra BBruruta ta e e a a PPededrara Polida, já descritas por nós. São chamadas jóias Polida, já descritas por nós. São chamadas jóias imóveis porque permanecem expostas e imóveis imóveis porque permanecem expostas e imóveis na Loja para os ir
na Loja para os irmãos nelas estudarem a moral.mãos nelas estudarem a moral.
AS CORES, OS NÚMEROS, OS SINAIS E AS CORES, OS NÚMEROS, OS SINAIS E AA
LINGUAGEM LINGUAGEM N
Na a ooppuullêênncciia a dda a ssiimmbboollooggiia a mmaaççóónniicca a eennccoon n--ttrraammoos s oouuttrroos s vveeiioos s mmaaggnnííffiiccoos s a a eexxpplloorraarr.. Tomemos, para começar, as cores utilizadas pela Tomemos, para começar, as cores utilizadas pela Franco-Maçonaria. A cor que predomina entre nós Franco-Maçonaria. A cor que predomina entre nós é o azul. É a cor do simbolismo, em contraposição é o azul. É a cor do simbolismo, em contraposição