Bertho, Gilberto Penido - Discipulado Practico.pdf

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Texto

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Uma publicação com direitos reservados à Uma publicação com direitos reservados à

Rádio Trans Mundial Rádio Trans Mundial

Autor: Gilberto Penido Bertho Autor: Gilberto Penido Bertho Uberlândia - MG, 2009,1a Edição Uberlândia - MG, 2009,1a Edição

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C opyright © 200 8 Rádio Trans M un dial do Brasil

Impresso no Brasil / Printed in B razil

D ir e ç ã o E x e c u t iv a José Carlos dos San tos P r e p a r a ç ã o d e t e x t o W alkyria Freitas

C a p a Calné de O liveira D i a g r a m a ç ã o Ca lné de O liveira

Revisão A ndréa Pavel

Prim eira edição, Fevereiro de 200 9

Nenhuma parte deste livro pode ser reproduzida, arq uivada ou trans m itida por qualque r me io e letrônico, m ecânico,

fotocópias, etc. sem a devida permissão dos editore s, podendo ser usada apenas para citações breves.

Publicado com a devida autorização e com todos os d ireitos reservados pela Rádio Trans Mundial do Brasil.

Rua Épiro, 110

04635-030 São Paulo - SP Telefone: (11) 5031-3533 w w w . t r a n s m u n d i a l . c o m . b r  

Uma publicação com direitos reservados à Rádio Trans M und ial

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação ( CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SR Brasil)

Bertho, Gilberto Penido

Discipulado prático / Gilberto Penido Bertho. — 1. ed. — São Paulo : Rádio Trans Mu nd ial, 200 9. I S B N 9 7 8 - 8 5 - 8 9 5 5 8 - 2 3 - 5

1. Conduta de vida 2. Cristianismo

3. Discipulado (Cristianismo) 4. Evangelização I. Título.

0 9 - 0 0 7 7 2  _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ C D D - 2 4 8 . 4 í n d i c e s p a r a c a t á l o g o s i s t e m á t i c o :

(6)

AGRADECIMENTO

A Deus, Senhor da minha vida, toda honra e glória,

pela inspiração desta obra.

À minha mãe, por ensinar e criar seis filhos na Pala

vra de Deus. Somos o que somos, por causa de

suas orações e exemplo de vida.

Aos meus irmãos: Reinaldo, Aloísio, Reginaldo, Lea

e Roberto, por estarmos na mesma jornada de fé;

que Deus continue abençoando-nos.

À minha esposa, Mara, um presente de Deus para

minha vida.

Ao meu amado filho, Jônatas, dado por Deus para

ser uma bênção em nossa vida.

Ao querido amigo e irmão em Cristo, Pastor Roberto

Casas, um dos melhores discipuladores que co

nheço, por ter me ajudado na parte prática deste

material e por incentivar-me a escrever este livro.

A irmã Andréia Kelmer, pelas sugestões, quanto ao

conteúdo deste livro.

Aos irmãos Paulo Henrique, Késia, Dornelas,

Adriana, Pierre, Flávia e Mariza, pela sugestão,

digitação e composição deste material.

As irmãs Cristina e Isabel, pela contribuição na cor

reção do texto.

(7)
(8)

SUMÁRIO

 Apresentação, 11

CAPÍTULO 1 - Intro dução, 13

1 . Propósitos do Discipu lado, 15

1.1 Propósito geral, 16

1.2 Propósitos específicos, 16

1.3 Propósitos pessoais, 16

2 . Visão Geral do Discipulado, 17

2.1. Relações na Igreja, 17

2.2 A prioridade do discipulador é fazer dis

cípulos, 18

2.3 Cada crente tem seu ministério, 18

2.4 Estratégia do discipulado, 19

2.5 Nas palavras de Jesus, o discipulado pos

sui três fases, 19

2.6 Discipulado Bíblico é Multiplicador, 20

2.7 Algumas razões para discipular, 20

3. Bases Bíblicas, 21

3.1 O discipulado foi ordenado por Jesus

(Mateus 28.19 e 20), 21

3.2 O ministério de discipulado é permanen

te, 22

3.3 Os apóstolos praticavam o discipulado

multiplicador, 22

(9)

CAPÍTULO 2 - Etapas do Discipulado, 25

Discipulado passo a passo, 27

1. Pré-Evangelismo, 28

1.1 Como surgem os impedimentos, 28

1.2 Grupo de Comunhão, 29

Minha área de maior influência, 30

Mensagem, música, aproximando, 31

Dinâmicas, 31

1.3 Novas amizades, 34

A parábola do Semeador, 35

Avaliando nossos amigos, 37

1.4 Visitas à Igreja, 38

1.4.1 - As pessoas vão aonde são convida

das e ficam onde são bem tratadas, 38

1.4.2 - Orientação para os introdutores e re

cepcionistas, 39

2. Evangelismo, nas casas, pessoal, em lições, 40

Evangelismo, 41

2.1 Evangelismo pessoal, 41

2.1.1 Um guia para a introdução do evangelho, 41

2.1.2 Compartilhando seu Testemunho, 42

2.1.2.1 O valor do seu Testemunho, 43

2.1.2.2 Como compartilhar o testemunho pes

soal, 43

Perguntas para responder, 44

Tempo gasto no testemunho pessoal, 46

2.1.3 O Plano de Salvação, 47

Perguntas, 50

Vamos orar, 54

2.2 Evangelismo em lições, 56

1. Primeira reunião, 56

2. Sétima reunião, 58

3. Oitava reunião, 58

(10)

3. Pós-Evangelismo, 59

Orientação para a integração, 60

Apresentação de novos irmãos, 63

3.1 Certeza da vida eterna, 64

3.2 Batismos, 64

3.2.1 - O Batismo bíblico, 64

3.2.2 - Por que ser batizado?, 65

3.2.3 - Quando se batizar?, 66

3.3 Visitas de restauração, 66

3.4 Discípulo multiplicador, 67

3.4.1 - Como formar outros discipuladores,67

3.4.2 Como iniciar o processo?, 68

Funcionamento das Classes do Discipulado, 70 Formulários e Planilhas, 73

Ficha de Pré-Evangelismo, 75

Testemunho Pessoal, 76

Avaliação das Atividades, 77 e 78

Plano Semanal, 79

Compromisso de Oração, 80

Pedidos de Oração, 81

Página de Oração, 82

Cartão de Visitantes, 83

Cartas, 84

Material Didático, 92 Bibliografia, 93

(11)
(12)

APRESENTAÇÃO

Nos últimos dias de treinamento de seus seguido

res, Jesus deu ênfase à importância de se fazer discí

pulos. Hoje, temos o privilégio de fazer o mesmo. Veem

então as perguntas: Por onde devo começar? Quanto

tempo devo treinar? O que devo ensinar?

A maioria dos membros de nossas igrejas não

faz discípulos porque não sabe como.

O nosso objetivo é alcançar os que não têm

muito tempo para serem treinados, mas desejam

colaborar com o crescimento da Igreja.

O discipulado é um do melhores meios para se

alcançar uma pessoa para Jesus, pois ele, mais

que evangelizar, tem por finalidade conduzir o indi

víduo desde sua conversão, passando por sua com

pleta integração na igreja e maturidade quando

estará frutificando.

Em nossos dias, as pessoas, por decorrência das

exigências cada vez maiores que lhes são impostas

diariamente em seus locais de trabalho, não encon

tram tempo para o lazer, ficando cada vez mais dis

tantes de seus familiares e amigos. Ciente desta

realidade, a igreja deve oferecer-lhes um ambiente

agradável, que demonstre amor, solidariedade e

conforto. Os membros da igreja devem mostrar aos

visitantes a diferença que existe naqueles que têm

Cristo como Senhor de suas vidas.

(13)

Mas como receber um visitante, se muitas ve

zes não sabemos nem mesmo o que dizer a eles?

Mais que uma alma a ser salva, as pessoas que

nos visitam carecem de cuidados especiais. O

discipulado possibilita o crente à apresentação do

plano de salvação, o oferecimento de estudos bí

blicos de edificação e encaminhamento dos novos

conversos a participar integralmente da obra reden

tora de Cristo, pois além de levá-los a um novo

redireciomaneto espiritual, tornará cada um deles

um verdadeiro discipulador.

A nossa responsabilidade é levar o evangelho a

todas as pessoas que perecem sem Cristo em nos

so bairro, em nossa vizinhança e até mesmo den

tro de nossas casas, lembrando das nações, paí

ses e continentes.

(14)
(15)
(16)

1. Propósitos do discipulado

0 que é um discípulo?

A p r e n d iz q u e s e g u e o M e s tre .

"Pa rtindo Je su s dali, viu um h o m e m c h a m a d o M a te u s sentado na c oletoria e disse-lh e : S e g u e - m e ! E le s e le v a n t o u e o s e g u i u . " M ateus 9.9 0 que é o Discipulado? É o m in i s té r io q u e e n s i n a o c r e n t e a o r a r e a to r n á - lo u m c r i s tã o m a d u r o n a fé . “E e l e m e s m o c o n c e d e u u n s p a r a apó stolos, outros para profetas, outros para evan gelistas e ou tros para pa stores e m estres, com vistas a o a p e r fe i ç o a m e n t o d o s s a n t o s p a r a o d e s e m p e n h o d o s e u s e rv iç o , p a r a a edificação do corpo de C risto." Efésios 4.11 e 12.

É uma opção para o crente ser um discípulo?

N ã o , e n t re t a n to t o d o s d e v e m s e r e n s i n a d o s a c a m in h a r d e m a n e i r a f r u t í f e r a c o m o J e s u s Cristo.

‘Todos os teus filhos serão ensinados do Senhor; e será g r a n d e a p a z d e te u s f il h o s . ' Isaias 54.13

discípulo?

T o d o c ris t ã o c o m p r o m e t id o c o m J e s u s C r is t o e s u a ig r e ja .

“Vós, porém , s ois raça eleita,

sace rdócio real, nação sa nta, pov o de propriedade exclusiva de Deus, afim de p roclam ar-des as virtudes d a q u e l e q u e v o s c h a m o u d a s

trevas, para a sua m aravilhos a luz;" 1 Pedro 2.9

(17)

1.1 Propósito Gera!

o

o

Ef 4.12..."Tendo em vista o aperfeiçoamento (treinamento) dos santos (crentes)''.

"Ele fez isso para preparar o povo de Deus para o serviço cristão, a fim de construir o

corpo de Cristo" (BLH).

Este programa tem como finalidade

treinar toda a igreja no discipulado, visando a um maior comprometi

mento com a Evangelização e Integração do novo convertido.

Em

conseqüência, haverá um crescimento quantitativo,

qualitativo, sadio e equilibrado.

1.2 Propósitos Específicos

-Treinar no pré-evangelismo;

- Treinar no evangelismo;

- Treinar no pós-evangelismo;

- Treinar no discipulado.

+= 1.3 Propósitos Pessoais

O.

o

- Ser bem treinado;

- Saber como discipular;

- Treinar outros crentes;

.22

- Conquistar a amizade das pessoas;

- Ganhar almas para Cristo;

- Ser conselheiro de novos decididos;

"D

 _ r o

3

Q.

(18)

- Ter um núcleo de estudo bíblico;

- Fazer novos discípulos.

2 . Visão Geral do Discipulado

2.1. Relações na igreja

Precisamos aprender a arte de viver na graça e

criarmos um ambiente onde as pessoas sintam-se

aceitas e amadas. (Atos 2.41-47)

O discipulador deve procurar não apenas fazer

estudos bíblicos, mas deve desenvolver o

companheirismo e o cuidado para com o

discipulando, principalmente, apresentando-o às

pessoas da igreja. Essa amizade fortalece o novo

convertido e o desafia ao exercício do amor e do

exemplo pessoal.

(19)

   D    i  s  c    i  p  u    l  a    d  o    P  r    á    t    i  c   o

2.2 A prioridade do discipulador é fazer 

discípulos

'Jesus ordenou que seus apóstolos fizessem dis

cípulos e lhes ensinassem a guardar todas as coi

sas que ele tinha mandado" (Mateus 28.19).

Jesus queria que os apóstolos fizessem discí

pulos à semelhança do que fizera com eles. Ele

dera o exemplo; agora os discípulos deveriam

imitá-lo. Ele ensinou-lhes sobre o perdão, oração, renún

cia, amor, reino de Deus, vida eterna, missões e

outros ensinamentos da fé cristã. Jesus investiu e

deu a vida por eles.

2.3 Cada crente tem seu ministério no

corpo de Cristo

"Tendo em vista o aperfeiçoamento dos san tos para o desenvolvimento do seu ministé rio" (Efésios 4.12).

Nossa função no corpo de Cristo é capacitar os

novos crentes para fazer a obra de Deus, que nos

tem concedido, diariamente, oportunidade de tes

temunhar a nossa fé. Precisamos ser audaciosos

no falar, tendo a certeza de que o Espírito Santo

nos usará para transmitir a Palavra de Deus. Não

podemos nos acovardar. Temos que nos tornar tes

temunhas vivas do evangelho que é o

poder de Deus para a salvação de todo aquele que crer 

(Ro

(20)

2.4 Estratégia do discipulado é:

- Individual

"Correndo Filipe, ouviu-o ler o profeta /saias e perguntou: Compreendes o que vens len do?" (Atos 8.30).

- Em duplas

" . . . Designou o Senhor outros setenta, e os

enviou adiante de si, de dois em dois, a todas

as cidades e lugares aonde ele havia de ir" (Lucas 10.1).

- Constantemente

"E todos os dias, no templo e de casa em

casa, não cessavam de ensinar, e de anunciar  a Jesus, o Cristo" (Atos 5.42).

2.5 Nas palavras de Jesus, o

discipulado possui três fases:

"Portanto indo, fazei discípulos de todas as

nações, batizando-os em nome do Pai, e do

Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a ob servar todas as coisas que eu vos tenho man

dado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos" (Mateus 28.19 e 20).

(21)

EVANGELISMO  VIDA ETERNA RENÚNCIA REINO DE DEUS MISSÕES ORAÇÃO LOUVOR  AM O R FÉ DÍZIMO BÍBLIA  A M A R UNS AO S OU TR OS PERDÃO

2.6 Discipulado Bíblico é Multip lic ador 

"E o que de mim ouviste, ensma-o a homens fiéis que sejam idôneos para também ensina rem os outros." (2 Timóteo 2.2).

“De sorte que crescia a Palavra de Deus... e se multiplicava rapidamente o número dos dis

cípulos, e grande parte dos sacerdotes obe decia à fé" (Atos 6.7).

2.7 Algum as razões para discipular:

• Apenas 1% da população cabe nos templos;

• Passamos apenas cinco dias por ano nos Tem

plos;

(22)

• 75% das pessoas nunca entraram nos tem

plos;

• 95% dos recursos financeiros são gastos com

programas;

• Apenas 5% das arrecadações são gastos com

discipulado;

• A igreja morre no domingo à noite e ressuscita

no domingo seguinte, pela manhã;

• 15% da igreja trabalha e 85% da igreja não traba

lha, apenas consome,

O mundo está dividido em três classes:

1. Os que

fazem

as coisas acontecerem;

2. Os que

observam

as coisas acontecerem;

3. Os que

não sabem

o que está acontecendo.

Há dois grupos de pessoas:

1. As que

criam

problemas;

2. As que

solucionam

problemas.

3. Bases Bíblicas

3.1 O discipulado foi ordenado por 

Jesus (Mateus 28.19 e 20)

A ordem de Jesus aos seus discípulos apresen

ta

a única estratégia

  para crescimento da igreja

(23)

 o   p  e   |    n  d     p  s  i      Q

Método natural. "Indo",

está expressando uma

ação contínua. Por onde quer que os discípulos

passassem, deveriam fazer novos discípulos,

Método para alcançar o mundo.

Jesus ordenou

fazer discípulos de todas as nações. O mundo está

na pespectiva de Deus.

Método completo.

Os novos discípulos devem ser

batizados

e

ensinados

a

fazer 

novos discípulos.

3.2 O ministério de discipulado é

permanente

"E

todos os dias, no tem plo e de casa em casa, não cessavam de ensinar, e de anunciar 

a Je

sus, o Cristo"(Atos 5.42).

Diariamente. “Todos os dias"

Não se limitavam à

ocasiões pré-estabelecidas, como: 4a feira, domin

go, série de conferências, cruzadas, congressos, etc.

Em todo lugar. “No templo e de casa em casa".

Onde houvesse oportunidade, lá estava um crente

evangelizando e discipulando uma pessoa,

o Continuamente. "Não cessavam" .

 Contínua e

per-■$

manentemente evangelizavam e discipulavam. O

2

discipulado era a prioridade da igreja primitiva.

3.3 Os apóstolos praticavam o

discipulado multiplicador 

Os apóstolos discipularam a Barnabé (Atos 4.36 e 37).

Barnabé discipulou Paulo (Atos 9.26-29; 11.25-28).

(24)

Paulo discipulou Timóteo (2 Timóteo 2.2).

Timóteo discipulou homens fiéis (2 Timóteo 2.2).

Homens fiéis discipularam outros (2 Timóteo 2.2).

Hoje estamos sendo discipu/ados para continuar  a discipular outros?

3.4 A multiplicação na Igreja Primitiva

Marcos 1.14

...

Jesus iniciou sozinho

Mateus 10. 1

...

...Jesus ganhou 12

Lucas 10,1

...

Eram 70

Atos 1.15...Eram 120

Atos 2. 41

...

Quase 3.000

Atos 4.4

...

Quase 5.000

Atos 5.28

...

Alcançaram Jerusalém

Atos 8.5

...

Alcançaram Samaria

Atos 9.3

...

Alcançaram Judéia e Galiléia

Atos 9.35

...

Alcançaram Lida e Sarona

Atos 9.42

...

Alcançaram Jope

Atos 11.12

...

Alcançaram Antioquia

Atos 14.1

...

Alcançaram Icônio

Atos 19.10

...Todas as pessoas da Ásia Atos 21.20...Milhares de judeus

(25)
(26)

ETAPAS DO

DISCIPULADO

(27)
(28)

Discipulado Prático Passo-a-Passo

Pré-Evangelismo

I

Reduzir os impedimentos Ganhar a amizade

Ensinar os fatos básicos do Evangelho Encontro co m a família  Visitar a Igreja Evangelismo Família Interesses Levantamento Espiritual Se você morresse hoje, você tem

certeza que iria para o céu

i Não |

Suponha que você estivesse diante de Deus neste momento e Eie lhe perguntasse:

Por que Eu deveria deixá-lo entrar no M eu céu, o que você diria?

( ^ T E S T E M U N H O P E S S C M L ^ )

Como era a minha vida antes de receber a Jesus. Como eu percebi que precisava aceitar a Cristo. Onde e como eu aceitei Cristo.

Como é a minha vida desde que aceitei Cristo.

1 João 5. )1 -13; João 17. 3 João 14 1-3 Romanos 3.23 Romanos 6.23 Lucas 16 19-31 Romanos 5.8 ou João 3.16 Romanos 10.9-10 Romanos 10.1 3

 Você Qostana de receber a Jesus Cristo,

neste momento como seu único Senhor, Salvador

e  Mediador da suavida?

Oração

 Você crê que Jes us ouviu sua oraçáo? Onde estâ Jesus agora?

Marcos 16.16 Pós-Evangelismo Integração Batismo Discipulado multiplicador

(

27

)

   E    t  a  p   a   s    d  o    D    i  s   c    i  p   u    l  a    d  o

(29)

  o   o    )    D    i  s  c    i  p  u    l  a    d  o    P  r    á    t    i  c   o

1. Pré-Evangelismo

Há muitas pessoas que têm impedimento para

compreender o evangelho. O pré-evangelismo vem

para suprir esta deficiência no evangelismo. Por

tanto,

pré-evangelismo é o ministério de reduzir  os impedimentos, a fim de que a pessoa com preenda o evang elho e receba Jesus como o seu Senhor e Salvador.

1.1 Como surgem

os impedimentos

• Mau testemunho;

• Falta de interesse;

• Falta de preparo;

• Falta de conhecimento da Bíblia;

• Falta de cooperação;

• Muitas pessoas foram criadas em outras religi

ões, das quais a família faz parte. Por não entende

rem o evangelho, pensam que queremos que mu

dem de religião. Isso faz com que se

afastem.

• Outro fato que afasta as pessoas

de Cristo e da Igreja são as brigas e

discussões nas assembléias. Esta

(30)

7 I \

situação afasta até crentes

antigos.

"As contendas de palavras para nada aprovei

tam, só pervertem os ouvin tes" (2 Timóteo 2. 14).

• Uma apresentação preci

pitada do evangelho, pode

afastar mais as pessoas

e fechar as portas para

oportunidades futuras. Apressar-se para ganhar

uma pessoa pode resultar em uma decisão super

ficial. Esta é a razão por que há muitas manifesta

ções sem resultado duradouro.

Dois meios para reduzir os

impedimentos

Ganhar a amizade das pessoas.

Ensinar os fatos básicos do evangelho.

Importante:

O discipulador transforma seus con

tatos pessoais em oportunidades para fazer novas

amizades e reduzir os impedimentos à compreen

são do evangelho.

1.2 Grupo de Comunhão

A maioria das pessoas que se

convertem são membros de

nossas famílias ou são n o s - ^ .

sos amigos. Pesquisas reve

lam que 86% a 96% das

con-   P  r    é   -   E  v   a   n   g   e    l    i  s   m   o

(31)

versões entre irmãos citam amizades ou paren

tes como a maior influência. Portanto, devemos

concentrar esforços nos nossos familiares, cole

gas de escola, de trabalho, do bairro e nos visi

tantes.

 A M IG O S

r -*

FAMÍLIA 

PARENTES

MINHA AREA DE MAIOR

INFLUÊNCIA

"volte para casa e conte aos seus parentes o que o Senhor 

lhe fez e como foi bom para você" Mc 5.19

 V IZIN H O S

C O L E G A S

C O N H E C ID O S

,  _/

Diante desta realidade, é de vital importância que

nos aproximemos a fim de ganhá-los para Cristo.

Para tanto, podemos realizar encontros semanais,

com a finalidade de fortalecer a comunhão entre

os irmãos. Estes encontros não devem ter um ca

ráter muito formal, nos moldes de um culto, reali

zado na igreja. Antes, deve tratar-se de uma reu

nião alegre, descontraída, onde todos possam par

ticipar livremente.

(32)

 A Mensagem

Cada encontro deverá tratar de um tema apro

priado para o grupo, com mensagens rápidas e cri

ativas. A reflexão bíblica deve ser participativa e

não ultrapassar mais que 25 minutos, pois uma me

ditação muito extensa torna-se cansativa, distrain

do a atenção dos ouvintes.

 As Músicas

As músicas cantadas também devem ser

contextualizadas com o tema, tendo um caráter es

piritual e alegre. É importante que haja alguém para

tocar violão, teclado, ou algum outro instrumento

musical acessível. Os participantes devem dispor das

letras das músicas para poder acompanhar, afinal

haverá pessoas que ainda não são crentes.

 Aproximando os participantes

As crianças devem participar ativamente des

te encontro. No início das reuniões poderá ha

ver alguma pessoa que esteja envergonhada ou

até mesmo sentindo-se deslocada. É importan

te portanto, a realização de um momento inicial

de entrosamento dos participantes, com dinâ

micas ou atividades para "quebrar o gelo", a fim

de deixar as pessoas mais confortáveis e envol

vidas.

(33)

DINÂMICAS

Quebra-Gelo

Faça apenas uma

pergunta por encon

tro, a cada partici

pante e a reflexão

baseando-se na

pergunta.

Lembre-se: a pessoa, quan

do responder à per

gunta estará contan

do, nas entrelinhas,

como é que está a sua situação atual.

a) Que bicho você se sentiu esta semana?

b) Que fruta você se sentiu esta semana?

c) Se pudesse trocar de vida com alguém, troca

ria? Com quem?

d) Qual seu filme ou livro favorito? Por quê?

e) Se você soubesse que tem uma semana de vida,

o que faria?

f) O que te deixa mais irritado, e o que te deixa

8

mais feliz?

"ío g) O que você entende por amor? Você ama

al-guém?

%

h) Se você pudesse ter dois desejos realizados,

| quais seriam?

,

2

-

i) Encontre o objeto escondido: Esconda na casa

 jo

um objeto, como uma caixa de bombom, por

exem-®

pio. A pessoa que o encontrar pode dividir a sur

(34)

a) Apresente seu vizinho

Forme duplas de pessoas

que, preferencialmente,

não se conheçam. Os dois

terão dois minutos para

trocar informações sobre

suas vidas, tais como

nome, idade, gostos, sonhos,

profissão etc. Após os dois mi

nutos, todos se reúnem: e um apresenta o outro di

zendo: este é o Marcos, ele tem vinte anos...

b) Junte as palavras

Distribua papéis com palavras pela metade. Por

exemplo, "Bíblia". Distribua dois papéis, um com a

sílaba " B r e outro com a sílaba "b lia " Cada um

deve procurar a pessoa que está com a outra me

tade da sua palavra. Após juntarem-na, devem fa

lar para o grupo o que ela significa para eles.

c) Caixinhas de perguntas para

conhecimento mútuo:

Coloque em uma caixinha perguntas para serem

respondidas pelos participantes do grupo. Cada

pessoa retirará uma pergunta e a responderá.

Deve-se tomar cuidado para não fazer perguntas indis

cretas ou ofensivas.

(35)

   D    i  s  c    i  p  u    l  a    d  o    P  r    á    t    i  c   o

Perguntas sugeridas

1. Qual seu maior sonho?

2. O que você mais gosta na sua personalidade?

3. Dê seu testemunho de conversão.

4. Qual filme, livro ou música marcou a sua vida?

5. Uma lembrança triste que você gostaria de es

quecer.

6. Uma notícia que você gostaria de comunicar.

7. Uma notícia que você nunca gostaria de comunicar.

d) Recados do coração:

Os componentes do grupo devem enviar reca

dos anônimos e por escrito para duas pessoas, elo

giando-as, pedindo perdão ou dizendo o que ad

mira nelas.

Um cesto deve ser colocado no centro da sala

para que cada um, assim que terminar de escrever

seu recado, deposite-o ali até que todos tenham

terminado também.

Nos recados devem ser escritos de forma visí

vel, os nomes das pessoas para quem se está envi

ando a mensagem. Em seguida, cada pessoa pega

o recado que está com o seu nome. Cada partici

pante deverá adivinhar quem lhe mandou o recado.

1.3 Novas Amizades

A atividade principal do discipulador é fazer no

vas amizades, porque esta é a chave do

(36)

Jesus fez novas amizades.

Em Mateus 11.19

"Veio o Fi lho do homem, comendo

e bebendo

,

e di zem: Eis aí

u m h o m e m c o m i l ã o e beberrão, amigo de cobra dores de impostos e pecad o res. Mas a sabedoria é

 justificada p o r suas aç ões

.",

Ele é chamado de amigo de

publicanos e pecadores. A igreja primitiva deu im

portância às novas amizades. Em Atos 2.47

"Lou vando a Deus e co ntando com a sim patia de todo o povo, Enquanto isso, acrescentava-lhes o Se nhor, dia a dia, os que iam sendo salvos".

A Bíblia diz que a igreja ganhou a amizade de

todo o povo.

Os crentes aprenderam a conviver em amor.

Abriam suas casas e comiam juntos, estudavam

 juntos e oravam juntos, Esta convivência ganhou a

amizade dos familiares, conhecidos e vizinhos, e

logo eles estavam aceitando a Cristo,

 A Parábola do Sem eador 

Mt. 13.1 a 23

"Tendo Jesus saído de casa, naquele dia, estava assentado junto ao mar; e ajuntou-se muita gente só pé de/e, de sorte que, entrando num barco, se

(37)

  o    O    D    i  s  c    i  p   u    l  a    d  o    P  r    á    t    i  c   o

assentou; e toda a multidão estava em pé na praia. E falou-lhe de muitas coisas por parábolas, di zendo: Eis que o semeador saiu a semear.

E, quando semeava, uma parte da semente caiu ao pé do caminho, e vieram as aves, e comeram-na; e outra parte caiu em pedregais, onde não ha

via terra bastante, e logo nasceu, porque não tinha terra funda; mas, vindo o sol, queimou-se, e se cou-se, porque não tinha raiz.

E outra caiu entre espinhos, e os espinhos cres ceram e sufocaram-na.

E outra caiu em boa terra, e deu fruto: um a cem, outro a sessenta e outro a trinta.

Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

E, acercando-se dele os discípulos, disseram-lhe Por que lhes falas po r parábolas?

Ele, respondendo, disse-lhes: Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado; porque àquele que tem, se dará, e terá em abundância; mas àquele que não tem, até aquilo que tem lhe será tirado.

Por isso lhes falo por parábolas; porque eles, vendo, não vêem; e, ouvindo, não ouvem nem com preendem.

E neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: Ouvindo, ouvireis, mas não compreendereis, e, vendo, vereis, mas não percebereis.

Porque o coração deste povo está endurecido, e ouviram de mau grado com seus ouvidos, e fecha ram seus olhos; para que não vejam com os olhos,

(38)

e ouçam com os ouvidos, e compreendam com o coração, e se convertam, e eu os cure.

Mas, bem-aventurados os vossos olhos, porque vêem, e os vossos ouvidos, porque ouvem.

Porque em verdade vos digo que muitos profe tas e justos desejaram ver o que vós vedes, e não o viram; e ouvir o que vós ouvis, e não o ouviram.

Escutai vós, pois, a parábola do semeador.

Ouvindo alguém a palavra do reino, e não a en tendendo, vem o maligno, e arrebata o que foi se meado no seu coração; este é o que foi semeado ao pé do caminho.

0 que foi semeado em pedregais é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria;

Mas não tem raiz em si mesmo, antes é de pou ca duração; e, chegada a angústia e a persegui ção, por causa da palavra, logo se ofende; e o que

foi semeado entre espinhos é o que ouve a pala vra, mas os cuidados deste mundo, e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera; mas, o que foi semeado em boa terra é o que ouve e compreende a palavra; e dá fruto, e um produz cem, outro sessenta, e outro trinta.

 Avaliando os nossos amigos

Os amigos que estão à

beira do caminho",

cora

ções superficiais;

Os amigos

"pedregosos",

corações duros;

Os amigos

"espinheiros",

corações distraídos;

Os amigos

"terra boa",

corações receptivos.

(39)

A nossa tarefa é preparar a terra, à semelhança

do agricultor. Claro que a cada tipo de solo, ele

dedica um tempo específico. A amizade ainda é a

melhor chave para Deus abrir corações, pois só um

amigo pode entrar no coração do outro para tirar

as pedras e espinhos, ou seja, mágoas, tristezas,

ingratidões e incompreensões.

1.4 Visitas à Igreja

1.4.1 - As pessoas

vão aonde são

convidadas e

ficam onde sio

bem tratadas.

Pesquisas revelam como perdemos membros

em nossas igrejas

1% por morte;

3% por mudança de endereço;

6% por outras amizades;

10% por morarem perto de outras igrejas;

15% por não terem seus problemas resolvidos;

65% por serem mal atendidos.

Cada pessoa insatisfeita propaga para mais 50

pessoas. Caso seja bem tratada, ela propaga para

mais 10 pessoas. Portanto, a primeira visita preci

sa ser uma experiência agradável e para tanto pre

cisamos tomar algumas providências.

(40)

1.4.2 - Orientação para os introdu tores

e recepcionistas

Os recepcionistas receberão o convidado com en

tusiasmo e interesse para que sinta-se à vontade;

Os recepcionistas não devem ficar conversan

do durante o cuíto com outros membros da igreja,

para não distrair a atenção das pessoas que esti

verem em culto;

Regra dos três minutos:

Cumprimentar o visi

tante após o culto, convidando-o a participar das

atividades regulares da igreja e dos grupos de co

munhão.

Anotar o nome do convidado e o endereço. A

igreja oferecerá estudos bíblicos, enviará cartas e

convites para os eventos especiais.

Importante.

O convidado passa a ser um crente

em potencial da igreja.

(41)

EVANGELISMO

NAS CASAS

-‘ ‘sÊm

>PESSOAL

EM LIÇÕES

(42)

2. EVANGELISMO

Quase todos os brasi

leiros creem em Deus e

gostam de Jesus. Todos

sabem que Jesus é cha

mado Salvador, mas não

sabem como ser salvos.

As pessoas apresentam dificuldades em entender

a diferença entre religião e salvação. É claro que

isto varia de pessoa para pessoa. As pessoas reli

giosas demoram mais a entender o evangelho.

2.1 EVANGELISMO PESSOAL

Este método deve ser utilizado quando não for

possível realizar os estudos bíblicos e for a única

oportunidade para compartilhar o evangelho, ou

quando você estiver terminado os estudos "Boas

Novas", antes da 7a lição.(ver a pág. 58)

2.1.1. Um guia para a introdução do

evangelho

O guia do discípulo é a sigla FIEL: (Você precisa

decorar esta parte):

a) FAMÍLIA

- Para iniciar uma conversa, um bom

assunto é a família, visto que falar sobre este as

sunto agrada à maioria das pessoas.

   E  v   a   n   g   e    l    i  s   m   o

(43)

b) INTERESSES

- Neste ponto, deve-se procurar

saber onde a pessoa trabalha, que tipo de ativida

des ela gosta de fazer etc.

c) EXPERIÊNCIA RELIGIOSA

- O objetivo aqui é

saber se a pessoa freqüenta alguma igreja.

d) LEVANTAMENTO ESPIRITUAL

- Neste ponto,

você fará as seguintes perguntas:

"Se você mor resse hoje, você tem certeza de que iria para o céu?"

(Memorize esta pergunta)

Se ela responder que tem certeza, você fará a

seguinte pergunta:

"Suponha que você estivesse diante de Deus, neste momento, e ele perguntas se: por que deveria deixá-lo entrar no meu céu? O que você diria?"

(Memorize esta pergunta)

Se ele responder errado, continuar com o teste

munho pessoal e com o evangelismo.

2.1.2 Compartilhando seu Testemunho

Depois de fazer as pergun

tas acima, o discipulador de

verá ter o seu testemunho na

ponta da língua para transmitir

à pessoa.

O

propósito do testemunho

(44)

Davi, "Todos vocês que temem a Deus, venham e

escutem, e eu contarei o que ele tem feito po r m im " (Salmos 66.16).

 A m ulher Samaritana, " Muitos samaritanos da

quela cidade creram em Jesus porque a mulher  tinha dito...” (João 4.39).

Pedro e João, " Pois não podemos deixar de falar 

daquilo que temos visto e ouvido" (Atos 4.20).

Jesus, "...Nós falamos daquilo que sabemos e con

tamos o que temos visto, mas vocês não querem aceitar a nossa mensagem (João 3.11).

Paulo,

em Atos 22,1-16 e 26.9-23. 0 apóstolo Pau

lo conta a história de sua vida, registrando o que

aconteceu com ele, antes, durante e depois de

aceitar Cristo.

2.1.2.1 O valor do seu Testemunho

• É único;

• E pessoal;

• As pessoas gostam de ouvir histórias;

• As pessoas relacionam sua história e a delas;

• E a forma mais efetiva de alcançar pessoas

(1 Pedro 3.15 b).

2.1.2.2 Como compartilhar o

testemunho pessoal

a) Seja breve (no máximo dois ou três minutos).

Lembre-se de que o propósito do seu testemunho

é ajudar pessoas perdidas a entenderem como você

encontrou Cristo.

b) Não pregue um sermão. O plano de salvação

será compartilhado mais tarde.

(45)

   D    i  s  c    i  p   u    l  a    d  o    P  r    á    t    i  c   o

c) Não use termos vazios, como por exemplo: "Eu

assisti a uma campanha na igreja e fui à frente";

um incrédulo não entende o que quer dizer. Diga:

''Numa noite, eu recebi Cristo em meu coração"

ou "Eu aceitei Cristo como o meu único Senhor,

Salvador e Mediador."

• Gaste mais tempo

na parte D

do seu testemunho.

• Não exagere contando pecados cometidos an

tes da conversão.

• Não faça comentários negativos sobre outras

religiões.

• Não faça comentários negativos sobre imagens.

• Use pronomes

EU, MEU, ME.

É seu testemunho,

• Seja positivo e agradável.

• Seja você mesmo. Seja natural.

d) É bom que o testemunho seja escrito para que

haja fixação. Prepare-se bem.

e) O testemunho precisa ser concluído com as se

guintes frases:

 Agora eu tenho certeza da vida eterna.

Deixe-me explicar, pela Bíblia, como você pode ter certeza da vida eterna.

Para escrever seu testemunho, as

seguintes perguntas devem ser 

respondidas:

 A) Como era minha vida antes de receber Jesus?

(Falar sobre religião, atitudes, estilo de vida e

(46)

B) Como eu percebi que precisava aceitar Cris to?

(O que levou você a se converter? Quais as

dores, problemas, que fizeram com que você per

cebesse que precisava mudar? Como você buscou

a Deus?)

C) Onde e como eu aceitei Cristo?

(O que você

fez de modo específico? Onde aconteceu? Como

foi?)

D) Como é minha vida desde que aceitei Cristo?

(Quais os benefícios? Os problemas foram resolvi

dos? Como ísso melhorou seu relacionamento?)

Conclusão:

Termine o seu testemunho dizendo:

 Agora eu tenho certeza da vida eter na. Deixe-me explicar, pela Bíblia, como você tam bém pod e ter certeza da vida eterna. (Memorize esta frase)

(47)

Tempo gasto no

(48)

2.1.3 O Plano de Salvação

Como ter a vida eterna

Ao apresentar o plano de salvação para a pes soa que você está evangelizando, é necessário explicar bem os versos, a fim de que não haja ne nhuma dúvida. Para auxiliá-lo na exposição dos versículos, apresentaremos o Propósito (P), a Ex plicação (E) e a Aplicação (A) de cada um. Além disso, propomos algumas perguntas a mais, que podem ser feitas para levar a pessoa evangelizada a uma maior reflexão sobre os textos bíblicos.

Lembre-se: O Espírito Santo está usando suas palavras.

1 João 5.11-13

“E o testemunho é este: que Deus nos deu a

vida eterna; e esta vida está em seu Filho. Quem

tem o filho, tem a vida; quem não tem o Filho de

Deus, não tem a vida. Estas coisas vos escrevi,

para que saibais que tendes a vida eterna e para

que creais no nome do filho de Deus".

o P: Deus o ama e quer lhe dar a certeza da vida

eterna. Vida eterna são duas coisas:

E

V)

E: 1) Vida eterna é conhecer Jesus Cristo e ter ui sua paz no coração agora mesmo.

a> O) c as >

<£)

(49)

João 17.3

"E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti,

como o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo,

aquele que tu enviaste".

Perguntas que ainda podem ser feitas sobre o texto: 0 que é vida eterna? (Conhecer a Jesus)

Viver com Jesus Cristo no céu, por toda a eter nidade, depois que você morrer.

João 14.1-3

"Não se turbe o vosso coração; credes em Deus,

crede também em mim. Na casa de meu Pai há mui

tas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito;

vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar 

lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo,

para que onde eu estiver estejais vós também".

Perguntas que ainda podem ser feitas sobre o texto: Em quem eu devo crer? (Em Deus e em Jesus) 0 que Jesus prometeu preparar? (Um lugar para nós) Onde Jesus quer que nós estejamos? (Onde ele está) o

'2 A: De acordo com a Bíblia, hoje, você pode ter 

“ ■ o certeza da vida eterna,

 j ü

= Perguntas que ainda podem ser feitas sobre o texto: ü 0 que Deus nos deu? (a vida eterna)

Q Quem dá a vida eterna? (Deus) Quem é o Filho de Deus? (Jesus)

(50)

0 V. 11 o verbo tem está no passado presente ou futuro? (presente)

Então, quando é que você a recebe? (agora) O que você receberá se tiver o Filho de Deus? (a vida eterna)

Romanos 3.23

"Porque todos pecaram e destituídos estão da

glória de Deus"

P: Mostrar-lhe que somos pecadores.

E: Pecado é desobedecer a Deus. Ira, inveja, mentira, orgulho, etc.

 A: Você já cometeu algum pecado em sua vida? Perguntas que ainda podem ser feitas sobre o texto:

Quais foram as pessoas que pecaram? (todos) Você faz parte de todos? (sim)

Então você é um pecador? (sim)

O que é que afasta uma pessoa de Deus? (o pecado) De quem o pecado nos afasta? (de Deus)

Romanos 6.23

Porque o salário do pecado é a morte, mas o

dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo

Jesus nosso Senhor".

P: iodos merecemos a morte e o inferno por cau sa dos nossos pecados. M orte significa separa ção de Deus, de duas maneiras.

(51)

E: a) Morte é estar separado de Deus agora, nesta vida. Uma vida sem alegria, sem paz e sem certeza

da vida eterna.

b) M orte é a separação de Deus por toda a eter nidade, no inferno.

A: De acordo com a Bíblia, nós merecemos a mor te por causa do pecado em nossa vida.

Perguntas que ainda podem ser feitas sobre o texto:

0 que é salário? (algo que recebemos)

E o que você têm a receber pelos pecados que praticou? (a morte)

Lucas 16.19 a 31

Ora, havia um homem rico que se vestia de

púrpura e de Unho finíssimo, e todos os dias se

regalava esplendidamente.

 Ao seu portão fora deitado um mendigo, cha

mado Lázaro, todo coberto de úlceras;

o qual desejava alimentar-se com as migalhas

que caíam da mesa do rico; e os próprios cães

vinham lamber-lhe as úlceras.

Veio a morrer o mendigo, e foi levado pelos

anjos para o seio de Abraão; morreu também o

rico, e fo> sepultado.

No inferno, ergueu os olhos, estando em tor

mentos, e viu ao longe a Abraão, e a Lázaro no

seu seio.

E,

clamando, disse: Pai Abraão, tem misericór

dia de mim, e envia-me Lázaro, para que molhe

(52)

na água a ponta do dedo e me refresque a lín

gua, porque estou atormentado nesta chams.

Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que

em tua vida recebeste os teus bens, e Lázaro de

igual modo os males; agora, porém, ele aqui é

consolado, e tu atormentado.

E além disso, entre nós e vós está posto um

grande abismo, de sorte que os que quisessem

passar daqui para vós não poderiam, nem os de

lá passar para nós.

Disse ele então: Rogo-te, pois, ó pai, que o

mandes à casa de meu pai,

porque tenho cinco irmãos; para que lhes dê

testemunho, a fim de que não venham eles tam

bém para este lugar de tormento.

Disse-lhe Abraão: Têm Moisés e os profetas;

ouçam-nos.

Respondeu ele: Não! pai Abraão; mas, se al

guém dentre os mortos for ter com eles, hão de

se arrepender.

 Abraão, porém, lhe disse: Se não ouvem a

Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ain

da que ressuscite alguém dentre os mortos.

Perguntas que ainda podem ser feitas sobre o texto:

- Exemplo de duas pessoas que viveram esta vida.

- Pata onde foram o rico e o pobre após morre rem? (inferno/céu)

(53)

- 0 que Abraão (Deus) respondeu? (v. 25 e 26) - Existe alguma forma de ser salvo após a mor te? (não)

- O que acontece com uma pessoa após a sua morte? (vai para o céu ou inferno)

- Você já esteve em algum perigo de vida? (sim) - Imagine se você tivesse morrido! Onde você

estaria? (no inferno)

- Quais pedidos você faria a Deus? (tem miseri córdia de mim; Rogo-te... que o mandes à casa de meu pai, porque tenho cinco irmãos; para que

lhes dê testemunho, a fim de que não venham eles também para este lugar de tormento)

- Ele poderia atendê-lo? (não)

- Esta oração é para ser feita onde e quando? (aqui e agora)

- Graças a Deus você não morreu! Romanos 5.8

"Mas Deus dá prova do seu amor para conosco,

em que, quando éramos ainda pecadores, Cristo

morreu p or nós".

P: Mostrar-nos que o Senhor Jesus é o nosso único Senhor, Salvador e Mediador.

E: Muitos tentam chegar a Deus por meio de cultos, missas, boas obras...Esses esforços não têm nenhum poder para eliminar os nossos peca dos. Cristo foi o único que morreu na cruz por cau sa de nossos pecados.

 A: Você crê que Jesus é o único Senhor, Salva dor e Mediador?

(54)

Importante: Peça para a pessoa ler o texto na 1a pessoa do singular.

Perguntas que ainda podem ser feitas: Deus ama você? (sim)

O que o verso diz que Deus nos mostrou? (seu amor)

Em que situação nos encontrávamos quando Cris to morreu por nós? (pecadores)

Romanos 10.9 e 10

"Porque, se com a tua boca confessares a Jesus

como Senhor, e em teu coração creres que Deus o

ressuscitou dentre os mortos, será salvo;pois é com

o coração que se crê para a justiça, e com a boca se

faz confissão para a salvação".

P: Para receber Jesus, você precisa arrepender-se, confessar seus pecados e crer apenas nele como seu único Senhor, Salvador e Mediador.

E: Você precisa arrepender-se dos seus peca dos e receber Cristo como seu único Senhor, Sal vador e Mediador.

 A: Você está pronto para deixar de confiar em outras coisas e entregar sua vida a Cristo, agora? importante: Peça para a pessoa ler este texto na

1a pessoa do singular. o E "55 o> c (0 > LU

(55)

Perguntas que ainda podem ser feitas sobre o texto:

0 que você deve declarar com os seus lábios? que Jesus é o Senhor)

Em quem você deve crer, de todo o cora ção? (em Deus)

O que você receberá se confessar a Jesus com o seu Senhor e Salvador? (receberei a salvação) Quando quer fazer isso?

Romanos 10.13

"Porque: Todo aquele que invocar o nome do

Senhor será salvo".

P: Qualquer pessoa que invocar o nome de Je sus, com fé, será salva.

E: Você pode tê-lo agora em sua vida, se crer.  A: Você gostaria de receber Jesus Cristo, neste momento, como o seu único Senhor, Salvador e Mediador da sua vida?

Importante: Peça para a pessoa ler este texto na 1a pessoa do singular.

Perguntas que ainda podem ser feitas sobre o texto:

(56)

Je-sus? (salvação)

Você precisa fazer algum sacrifício para ser sal vo? (não, apenas invocá-lo)

Você quer pedir a Jesus para ser seu único Se nhor e Salvador? (sim)

Quando você quer pedir (agora)

Vamos orar 

(faça esta oração modelo com as pessoas que re ceberem Jesus)

"Senhor, sou um pecador. Confio em ti como o meu único Senhor, Salvador e Mediador. En trego a min ha vida a ti. Entra em m eu coração e salva-me, agora. Transforma a minha vida. Em nome de Jesus eu oro. Amém".

Você crê que Jesus ouviu esta oração? (sim)

Onde está Jesus agora? (em meu coração)

Marcos 16.16.

'

Quem crer e for batizado será salvo; mas quem

não crer será condenado".

0 que você precisa fazer para ser salvo? (crer) o 0 que Jesus quer que você faça após a sua con- | versão? (que eu seja batizado)

Quem é que pode ser batizado? (aquele que crer £

em Jesus co mo salvador) uJ

(57)

Obs. Todas as perguntas devem ser respondi das pela pessoa que está sendo evangelizada ou está fazendo os estudos. Você não deve respon der, mas deve fazer com que a pessoa entenda e explique a sua pergunta.

Se a pessoa se decidir, você deverá marcar uma visita na casa dela, para realizar os estudos bíblicos.

2.2 EVANGELISMO EM LIÇÕES

Como Dirigir Estudos

nos Lares

1. Primeira Reunião

A. Orar, pois a oração é a base inicial para qualquer atividade cristã.

B. Preparar-se com antecedência, sabendo previa mente as lições antes de minístrá-las.

C. O discipulador deve levar o seguinte à reunião: a) A Bíblia ou o Novo Testamento.

b) Uma caneta ou lápis.

c) A folha de estudo e a folha da lição seguinte. D. Apresente o seu propósito, deixando bem claro

(58)

que não é um debatedor de religião, filosofia ou política, mas um estudioso da Palavra de Deus. E. Não se prender exclusivamente à leitura, mas ser um bom perguntador e explicar sem pre os ver sos e as respostas.

F. Estar preparado para esclarecer as dúvidas que surgirem durante o estudo. Caso haja alguma ques tão que você não saiba responder de imediato, diga aos participantes que irá pesquisar a resposta e apresentá-la no próximo estudo. Não deixe que as perguntas tom e todo o tem po do estudo. Você deve saber voltar à iição.

G. Evite usar palavras desconhecidas entre os par ticipantes do estudo.

H. Esforce-se por promover a participação durante o estudo. Não monopolize a conversa faça todos participarem do estudo.

I. Não chegue atrasado para o estudo. Se houver alguma emergência, tente avisar aos participantes assim que possível.

J. Deve-se anotar os nomes dos participantes em uma folha com os principais dados da pessoa para oração semanal.

Ky Cada participante receberá um livro contendo

   K    D    E  v   a   n   g   e    l    i  s   m   o

(59)

   D    i  s  c    i  p  u    l  a    d  o    P  r    á    t    i  c   o

as sete lições que deverão ser feitas ind ividualmen te, uma a cada semana.

L. No próximo encontro, a lição feita em casa, será revista pelo participante com o discipulador.

M. Gastar, no máximo, uma hora em cada casa. N. Nas reuniões seguintes, usar o mesmo roteiro da primeira lição, no que diz respeito ao estudo da mesma.

O. Você deverá estudar com os participantes o pla no de salvação "Como ter a Vida Eterna" (já visto na pg. 47. 2.1.3) antes de fazer a lição n°7.

Boas Novas para você (Publicação do JMN e que faz parte do kit básico - pg. 92

Da 2aà 6alição seguiu-se o mesmo critério de dire ção da 1areunião.

2. Sétima Reunião

O estudo "Boas Novas" está mostrando como ter a vida eterna através de Jesus Cristo. Depois de seis semanas de estudos, muitas pessoas esta

rão preparadas. Assim, uma outra fase está se de senvolvendo.

No fim do estudo, o discipulador explica o pla no de salvação " Como Ter a Vida Eterna" e faz o

(60)

apelo para as pessoas aceitarem Jesus Cristo, como Senhor, Salvador e Mediador de suas vidas.

3. Oitava Reunião

Essa é a semana de uma outra decisão. O últi mo estudo, que é a 7a lição, é um resumo dos de mais. Durante este tempo, alguns já terão recebi do Cristo e estarão salvos.

O discipulador deverá continuar com os estu dos. Ele deve recomendar o estudo do livro "E  Agora?" , caso a pessoa já tenha se convertido; se

ela ainda não fez a decisão, o discipulador deverá começar um outro estudo, intitulado: "O que Je sus deseja que você faça". Logo em seguida, de verá começar a ensinar o livro Discipulado Prático.

3 . PÓS-EVANGELISMO

A tarefa da Igreja é ensinar o novo convertido a andar e conviver com Jesus, no Espírito Santo. A Igreja Precisa amar e ensinar a cuidar uns dos outros.

   P    ó  s   -   E  v   a   n   g   e    l    i  s   m   o

(61)

   D    i  s  c    i  p   u    l  a    d  o    P  r    á    t    i  c   o

Todos que irão trabalhar com os novos crentes devem saber andar com Cristo. Pessoas que vivem em comunhão contínua com Cristo, têm lugar defi nido e hora para conversar com ele, através da ora ção, leitura da Bíblia e da comunhão com os outros.

Para trabalhar com novos crentes não é neces sário muito treinamento; não é preciso ser mestre na Bíblia. O mais importante é ser um discípulo de Cristo, vivendo nele e integrando-se em sua Igreja.

ORIENTAÇÃO PARA A INTEGRAÇÃO

A integração tem como finalidade levar o decidido a envolver-se completamente com o Reino de Deus. A integração dos novos decididos foi uma prá tica diária na vida de Jesus.

Jesus convidou homens a segui-lo.

"Se alguém

quer me seguir, esqueça os seus próprios interes

ses, carregue a sua cruz e me acompanhe"

(Mateus 16. 24 BLH). Conviveu com eles, chamou-os para o ministério, treinou-chamou-os para o discipulado e enviou-os para integrar os novos decididos nes te ministério.

"Jesus subiu um monte, chamou os

que ele quis, e eles foram para perto dele. Então

escolheu doze homens para ficarem com ele e

serem enviados para anunciara mensagem de sal

vação. Chamou esses doze de apóstolos"

(Marcos 3.13 e 14 BLH).

(62)

vos decididos a se batizarem, a viverem unidos em a m o r e o r a ç ã o , c o m p r o m e t i d o s c o m o s ensinamentos de Cristo.

0 batismo é essencial à integração dos novos decididos, por isso, devemos encorajá-los a se batizar.

Os discipuladores são conselheiros imediatos. Devem procurar sentar-se ao lado do visitante, au xiliando-o durante o culto. O melhor acompanha mento será feito pela pessoa que fez o convite ou por quem a evangelizou.

A i n t e g r a ç ã o c o m e ç a n o a p e l o . O aconselhamento é feito de modo bem pessoal. E o momento de verificar se a pessoa que se manifestou entendeu o apelo. Muitas vezes as pessoas tom am uma decisão, levadas pela em o ção e não sabem as suas implicações. Outras pessoas vão à fren te porque têm medo de ir para o inferno. Outros querem algum tipo de ajuda. Quando uma pessoa se manifesta, não sabemos qual a razão desta manifestação.

A manifestação pública não pode ser con siderada uma conversão, mas uma oportuni dade para evangelização pessoal e tranqüila no lar. Pense em outras situações que você vai encontrar: o manifestante que quer reconcili ação, oração, ajuda financeira ou se batizar. Lembre-se que cada manifestante tem o seu motivo pessoa

As pessoas serão levadas para um lugar devida

   P    ó  s   -   E  v   a   n   g   e    l    i  s   m   o

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mente preparado e receberão o aconselhamento pelos discipuladores treinados. Para cada uma, haverá um conselheiro.

A atuação do conselheiro deverá ser discreta e objetiva, limitando-se ao preenchimento de uma ficha com todos os dados. Deve-se evitar esclare cimentos prolongados sobre a Bíblia e a Igreja, assuntos que serão tratados nas futuras visitas. Logo em seguida, o conselheiro deverá marcar a primeira visita em local e horário mais convenien te para a pessoa que se manifestou.

Ao final, o conselheiro fará uma oração, aben çoando a vida do decidido. A duração do aconselhamento não deverá ser superior a cinco minutos, a não ser que a pessoa esteja com algum problema e necessite de apoio emocional imedia to, situação em que o conselheiro deverá ouvi-la e dar uma palavra de incentivo, esperança e encorajamento.

As fichas com os dados dos decididos serão re passados para o secretário responsável pelo processamento dos dados e na mesma semana, será providenciado o envio da primeira, das cinco cartas ao decidido.

Nesta mesma semana, cada um deverá rece ber a visita de um discipulador treinado para reali zar o estudo bíblico indicado (Boas Novas para Você). É aconselhável que seja realizada a lição na primeira visita. Entretanto, pode ser necessá rio que o discipulador aproveite a oportunidade

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para aumentar o vínculo de amizade com o deci para aumentar o vínculo de amizade com o deci dido e sua família, procurando conhecê-lo, dido e sua família, procurando conhecê-lo, tornar-se conhecido e criando um clima de confiança se conhecido e criando um clima de confiança mútua. Nesta situação, a primeira lição passará mútua. Nesta situação, a primeira lição passará para a segunda visita. A partir deste ponto, deve para a segunda visita. A partir deste ponto, deve rá ser ministrada uma lição a cada visita.

rá ser ministrada uma lição a cada visita.

Ao mesmo tempo, o discipulador deverá esti Ao mesmo tempo, o discipulador deverá esti mular o decidido a fazer parte da comunhão na mular o decidido a fazer parte da comunhão na igreja, participando das atividades que a igreja igreja, participando das atividades que a igreja promove. Matriculá-lo na Escola Bíblica Domini promove. Matriculá-lo na Escola Bíblica Domini cal, na classe de novos decididos, a fim de cal, na classe de novos decididos, a fim de levá-lo ao batismo levá-logo que possível. Devemos ofe lo ao batismo logo que possível. Devemos ofe recer informações sobre as atividades da Igreja: recer informações sobre as atividades da Igreja: muitiministério, coral, orquestra, EBD, acompa muitiministério, coral, orquestra, EBD, acompa nhamento no lar, estudo bíblico no lar, cultos, nhamento no lar, estudo bíblico no lar, cultos, grupos de comunhão, etc.

grupos de comunhão, etc.

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se da igreja em ajudá-los a se da igreja em ajudá-los a conhecer a Igreja e a sua lidí conhecer a Igreja e a sua lidí rança.

rança.

A festa dos novos cren A festa dos novos cren tes é

tes é um eum encnconontro qutro que ve visisaa a diversas finalidades. Ex a diversas finalidades. Ex pressar a gratidão a Deus pressar a gratidão a Deus por

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0 programa deve sprograma deve ser er curto e icurto e informal. nformal. O objetivoO objetivo é estimular a confraternização entre os novos cren é estimular a confraternização entre os novos cren tes e os membros antigos da igreja.

tes e os membros antigos da igreja.

Todos que se batizaram no último mês e seus Todos que se batizaram no último mês e seus familiares serão convidados para esse encon familiares serão convidados para esse encon tro, inclusive os discipuladores. É muito impor tro, inclusive os discipuladores. É muito impor tante a participação da liderança da igreja. tante a participação da liderança da igreja. Pode-se oferecer um lanche simples, conforme um se oferecer um lanche simples, conforme um plano elaborado pela equipe responsável da fes plano elaborado pela equipe responsável da fes ta dos novos.

ta dos novos.

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possam ser batizadas.

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Depois de fazer as seis primeiras lições de "Boas"Boas Novas"

Novas" passa-se ao plano de salvação,passa-se ao plano de salvação, "" Como teComo ter r  a Vida Eterna"

a Vida Eterna" . Explica-se diretamente e faz-se o. Explica-se diretamente e faz-se o apelo pa

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Senhor, Salvador e Mediador de suas vidas.

3.2 Batismos

3.2 Batismos

O Senhor Jesus, antes de subir aos céus, dei O Senhor Jesus, antes de subir aos céus, dei xou orientação sobre sua vontade (Mateus xou orientação sobre sua vontade (Mateus 28.16-2200)). Ordenou . Ordenou a a seus segseus seg uidouido res que fires que fizeszes sem sem no

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Referências

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