de O evento foi promovido pela Alegra, que também apresentou ao público os diversos benefícios quanto ao consumo da proteína.

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Texto

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Edição 24 - 16/junho/2017

Soja: vazio sanitário começa nesta quinta-feira em cinco estados

O objetivo é reduzir a sobrevivência do fungo causador da ferrugem asiática e

atrasar a ocorrência da doença

Na quinta-feira (15/06) tem início o vazio sanitário da soja em cinco estados brasileiros: Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rondônia. No Brasil, 11 estados e o Distrito Federal adotam essa medida, estabelecida por meio de normativas estaduais.

O vazio sanitário é o período de 60 a 90 dias em que não se pode semear ou manter plantas vivas de soja no campo. De acordo com a pesquisadora Claudine Seixas, da Embrapa Soja, o objetivo é reduzir a sobrevivência do fungo causador da ferrugem asiática durante a entressafra e assim atrasar a ocorrência da doença na safra. “O vazio sanitário soja é uma das principais estratégias para o manejo da ferrugem asiática da soja, que é a mais severa doença da cultura da soja”, diz Claudine.

A pesquisadora explica que o fungo que causa a ferrugem asiática é biotrófico, ou seja, precisa de hospedeiro vivo para se desenvolver e multiplicar. “Ao eliminarmos as plantas de soja na entressafra “quebramos” o ciclo do fungo, reduzindo assim a quantidade de esporos presentes no ambiente”, diz Claudine.

Ferrugem da soja

A ferrugem asiática da soja foi identificada pela primeira vez no Brasil em 2001. Hoje essa doença, considerada a principal na cultura da soja, possui um custo médio de US$ 2 bilhões por safra. Apesar da contribuição dos fungicidas, uma redução da eficiência desses produtos vem sendo observada desde a safra 2007/08 em função da adaptação do fungo.

Público do 2º Festival da Carne Suína Alegra foi superior ao da

edição passada

Mais de 3.000 pessoas compareceram ao evento que movimentou o fim de

semana em Castro

O Segundo Festival da Carne Suína repete o sucesso da primeira edição com um público 20% maior que a edição de 2016. O evento foi promovido pela Alegra, que também apresentou ao público os diversos benefícios quanto ao consumo da proteína.

O festival aconteceu no Parque de Exposições na Cidade do Leite, em Castro, para toda a família, inclusive as crianças, que tiveram um espaço para brincadeiras. As atrações musicais foram a dupla sertaneja Giba e Nando e a banda Big Time Orchestra, participante do programa SuperStar, da rede Globo.

Durante o almoço, com o material disponível nas mesas, o público também pôde verificar os mitos e as verdades no consumo de carne suína, como a proteína ter muito colesterol (mito), ser fonte de vitaminas e minerais (verdade), ser uma carne muito gordurosa (mito) e que o Brasil consome muito pouco (verdade). Enquanto a União Europeia apresenta um consumo anual médio, 3 vezes superior ao consumo brasileiro, por aqui a quantidade não passa de 15 quilos.

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Reuniões com pecuaristas

Os departamentos técnicos agrícola e de pecuária, através do veterinário Diogo Augusto Cleto e do agrônomo Alvaro Couto Alferes, prepararam um material bastante completo sobre os resultados das pesquisas da Fundação ABC com híbridos de milho para silagem, a fim de orientar os produtores para a programação da próxima safra 17/18. Este material está sendo apresentado em reuniões setorizadas. Nesta semana aconteceram reuniões em Wenceslau Braz, São José e Tomazina. Estão agendadas para a próxima semana em Ibaiti e Santana do Itararé.

Luís Otávio Nabor, produtor em Tomazina, participou e achou muito importante o assunto apresentado: “Realmente são detalhes necessários que no final fazem grande diferença, nos levando a produzir mais e com mais qualidade. Assim vale a pena o investimento e o manejo”, afirma.

“Estamos sempre buscando novos híbridos e novas tecnologias para levar aos produtores, para que assim alcancem maior rentabilidade, esse é o nosso compromisso como assistência técnica”, comenta Diogo.

“A maioria desses produtores são somente de pecuária e não recebem assistência técnica direta na parte agrícola, por isso resolvemos falar também sobre adubação e calagem, pontos importantes para uma boa produção”, complementa Álvaro.

Capal convida seus associados para uma reunião onde serão apresentados os resultados da Fundação ABC sobre sementes de milho híbrido da safra verão 2016, para avaliação da

programação da safra 2017. Serão 4 reuniões. Confira o calendário:

REUNIÕES – MILHO PARA SILAGEM

16/06 Loja Capal Santana do Itararé 13h

19/06 Loja Capal Ibaiti 19h30

VENDA

Sitio San Diego de Curiúva-PR disponibiliza para venda animais da raça Pardo Suíço, voltados para produção de leite. Interessados entrar em contato pelo telefone 43 99830-2673, com Diego VENDA Tanque de 3.000L – estado novo R$25.000,00 Tratar Tania (11) 4619.9558

Classificados

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Feriados próximos

Nas lojas Capal você encontra uma linha completa de

baterias para veículos passeio, caminhonetes,

caminhões e máquinas agrícolas.

A linha SilverStar da Bosch representa uma evolução em baterias. São totalmente livres de manutenção, seladas e com avançada tecnologia de grades expandidas e liga de prata, o que assegura alta durabilidade e desempenho imbatível.

A linha é composta por 3 famílias de produtos com a mesma tecnologia - S4, S5 e S6. Seu mecânico irá lhe indicar a melhor opção, considerando a necessidade de energia do seu veículo, a durabilidade esperada e quanto você quer investir.

Maiores expectativas dos clientes

• Garantia de partidas seguras em qualquer condição climática.

• Suprimento confiável de energia para eletrônica embarcada.

• Ausência da necessidade de manutenção.

Maiores exigências dos veículos

• Itens de eletrônica embarcada como ABS, airbag, trio-elétrico, ar-condicionado, alarme e telefone celular elevaram o consumo de energia elétrica nos veículos.

• Freqüentes percursos urbanos de curta distância, pois aumentam a demanda de energia elétrica.

• Temperaturas mais altas no compartimento do motor, pois aumentam a corrosão das grades, exigindo baterias mais resistentes. • Os intervalos de manutenção dos veículos

cada vez mais longos.

Consulte nossa equipe de vendas e saiba mais.

SETOR

15/06

QUINTA

CORPUS CHRISTI

23/06

SEXTA-FEIRA

FERIADO EM IBAITI

24/06

SÁBADO

FERIADO EM

ARAPOTI

Administrativo Fechado Fechado Fechado

Posto Fechado -- Fechado

Lojas Fechado Fechado Fechado

Entrega Ração a granel

Entrega normal para aqueles que fizerem seus pedidos. Os pedidos de ração para entrega na sexta-feira deverão ser feitos na quarta-feira até 16h.

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INDICADORES FINANCEIROS

DÓLAR COMERCIAL (venda) POUPANÇA (nova) SELIC TJLP

R$ 3,28 – 14/06 0,5658 % a.m. - 13/06 10,25 % a. a. 5,00 % a.a. PARANÁ MILHO Arapoti-Pr Comprador: R$ 25,00 Vendedor: R$ 26,00 W.Braz-Pr Comprador: R$ 25,00 Vendedor: R$ s/indicação SOJA

Disponível CIF Ponta Grossa R$ 66,00 Entrega abril/2018 e

pagamento maio/2018 - CIF Ponta Grossa/PR R$ 69,00 TRIGO Superior R$ 650,00 FOB Intermediário R$ 600,00 (T-2) PADRÃO R$ 520,00 (T-2) R$ 500,00 (T-3) SÃO PAULO MILHO Itararé-Sp Comprador: R$ 24,00 Vendedor: R$ 25,00 Taquarituba/Taquarivaí-Sp Comprador: R$ 25,00 Vendedor: R$ 26,00 SOJA

Disponível CIF Santos R$ 69,00

Entrega março/2018 pagamento abril/2018 – CIF Guarujá

R$ 73,10 Entrega abril/2018

pagamento maio/2018 – CIF Guarujá R$ 74,00 TRIGO Superior R$ 720,00 FOB – ITARARE/ SP R$ 730,00 FOB TAQUARITUBA/TAQUARIVAI/SP (falling number mínimo de 250)

Intermediário R$ 640,00 (T-2) PADRÃO R$ 600,00 (T-2) R$ 580,00 (T-3) MILHO FUTURO

CIF Guarujá entrega agosto/2017 e pagamento setembro/2017 Comprador: R$ 29,20 Vendedor: sem indicação

CIF Guarujá entrega setembro/2017 e pagamento outubro/2017 Comprador: R$ 29,40 Vendedor: sem indicação

CIF Paranaguá entrega agosto/2017 e pagamento setembro/2017 Comprador: R$ 29,00 Vendedor: sem indicação

FEIJÃO – PREÇOS NA BOLSINHA – SÃO PAULO

Variedade 12/06/17 Min. Máx. 13/06/17 Min. Máx. 14/06/17 Min. Máx. 15/06/17 Min. Máx. 16/06/17 Min. Máx.

Carioca Dama 10 – 10 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot 250,00 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot

Carioca Dama 9,5 – 10 S/Cot 240,00 S/Cot 240,00 300,00 305,00 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot

Carioca Dama 9 – 9 S/Cot 230,00 S/Cot 230,00 S/Cot 230,00 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot

Carioca Dama 8,5 – 9 S/Cot 220,00 S/Cot 220,00 S/Cot 220,00 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot

Carioca Dama 8 – 8 S/Cot 205,00 205,00 210,00 205,00 210,00 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot

Carioca Dama 7,5 – 7 S/Cot 185,00 S/Cot 240,00 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot

Carioca Dama 7 – 7 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot

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Preços recebidos pela indústria - 3ª Semana de Junho/17

Semana marcada por poucas negociações (em função do menor número de dias úteis), refletindo na estabilidade dos preços e volumes de vendas de leite UHT.

Mercado de leites em pó industriais segue com baixa demanda e alto volume de estoques.

O que está acontecendo no mercado do UHT?

Depois de um bom ano de 2016, as empresas vêm enfrentando dificuldades nas margens do leite UHT branco e o cenário não é animador para o produto este ano. Como mostra o gráfico 1, que apresenta a evolução as margens aparentes de lucro do produto ao longo dos anos (em valores deflacionados) e seus meses de maior valor a cada ano, a curva do UHT neste ano já virou e começa a decrescer.

Gráfico 1. Evolução das margens aparentes do leite UHT e mês de pico de margem a cada ano.

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A demanda não evolui de maneira satisfatória e exportações abaixo das expectativas nas últimas semanas explicam este cenário. Os frigoríficos devem seguir adotando a estratégia de não formar grande volume de estoque. As vendas de carcaças in natura para o comércio de São Paulo também não corresponderam ao esperado. Supunha-se que o feriado pudesse causar antecipações da demanda, mas, ao contrário disso, os compradores foram bem reticentes em seus pedidos, restringindo-os a quantidades julgadas ideais para atenderem o consumo de maneira ajustada. Os frigoríficos continuam controlando a produção, visando alinhá-la à velocidade da saída de suas mercadorias, no intuito de garantirem um giro das mesmas, sem imobilizar em estoques ou operar com o mínimo possível.

Além disso, a entrada da segunda safra brasileira no mercado internacional começa a pesar sobre os preços do cereal norte-americano. Mesmo com a demanda interna ainda aquecida pelo setor de produção de etanol e pela cadeia de proteína animal dos EUA, os títulos tiveram variação negativa. Chuvas favoráveis sobre o Meio-Oeste previstas para os próximos dias anularam os ganhos do início da sessão desta quarta-feira e colaboraram para os papéis fechassem o dia do lado negativos do plano. Os preços do milho no âmbito doméstico de comercialização ficaram lateralizados, sob influência da baixa incidência de efetivação de negócios. A paridade com mercado externo se apresentou negativa, desta forma, o mercado continua com fraco registro de negócios e com preços oscilando de forma pontual entre as principais praças nacionais. Os contratos futuros do milho negociados na BM&FBovespa tiveram resultados mistos, sob efeito da rolagem de posições futuras da derrocada do dólar, numa conjuntura de neutralidade no cenário externo.

Os principais derivativos do cereal negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) registraram significativa queda, sob influência da perspectiva do mercado a respeito do clima sobre o Corn Belt no que resta da semana.

Mercado brasileiro de suínos registrou preços mais fracos em algumas praças nesta quarta-feira (14). Novas quedas não são descartadas no curto prazo, o mercado sofre neste momento com excedente de oferta.

Picos de margem típicos deste produto: o gráfico mostra que o UHT branco é um produto com enorme oscilação de margens ao longo do ano. Neste ano, a “virada” preços no mercado spot aconteceu em abril (exatamente no pico de margens do UHT!) e espera-se por um início de recuo dos preços aos produtores entre junho (leite fornecido em maio) e julho (leite fornecido em junho).

Perda de força no varejo: os preços de venda ao consumidor final, que começaram 2017 acima de 2016, passaram a perder força a partir de abril deste ano e, em maio, ainda que tenham subido em relação ao mês anterior, fecharam 12 Centavos/litro abaixo do valor praticado no mesmo mês no ano passado; o mês de junho abre no varejo indicando estabilidade nos preços do varejo em relação aos valores de maio.

Aumento da produção de leite: está clara a situação de que deveremos ter este ano uma recuperação na produção de leite brasileira, depois de dois anos desastrosos, com quedas consecutivas nos volumes produzidos. Nossa estimativa é de que a produção, neste primeiro semestre, cresça cerca de 3% em relação ao mesmo período de 2016. Como as margens do UHT claramente são maiores nos meses de falta de matéria-prima, este crescimento não significa um bom cenário de lucratividade para este produto.

Volume de vendas: informações do mercado indicam que o volume de vendas este ano está cerca de 5% menor do que no ano passado na categoria UHT.

Assim, de forma geral, o UHT deve encontrar dificuldades de rentabilidade daqui até o final do ano.

A pergunta que o mercado faz neste momento é: “O que está acontecendo e o que pode vir até o final do ano? ”. Vejamos então alguns aspectos importantes deste mercado:

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As principais posições do mercado futuro da oleaginosa negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) encerraram a sessão desta quarta-feira, praticamente, estáveis, em virtude de algumas compras técnicas que foram neutralizadas pelas previsões climáticas que apontaram para precipitações favoráveis sobre o Meio-Oeste estadunidense. Com as exportações brasileiras, mês a mês, postando recordes, os derivativos mais negociados tiveram insignificante queda. Houve notória rolagem de contratos futuros, fator que sustentou as posições mais longas e deixou, para as próximas sessões, mais expostos os contratos tidos como curtos. As cotações da soja tiveram resultados mistos no mercado spot domésticos, em razão da falta de referencial no âmbito de comercialização externo, a despeito da desvalorização do dólar. O rumo dos preços internos, portanto, seguiram a dinâmica especifica das vendas. A liquidez acabou ditando a orientação dos preços nesta quarta-feira. Diante da lenta comercialização, e acumulo da demanda externa pelo grão, uma vez que os preços nos EUA não se apresentam tão mais competitivos que as cotações brasileiras, os prêmios têm se mantido elevados. Apesar do exposto, os contratos futuros, proporcionalmente, estão ficando mais remuneradores, sob efeito da percepção do mercado quanto ao viés de alta do câmbio nos próximos meses.

Nesta quarta-feira, o mercado se apresentou intensamente volátil, conforme os players iam se ajustando a nova composição dos juros nos EUA e a mensuração da gravidade do depoimento do ex-deputado Eduardo Cunha à Polícia Federal. Nesse contexto, o dólar comercial encerrou o dia cotado a R$ 3, 2805, com desvalorização de 0,84%. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3, 2650 e a máxima de R$ 3,3150

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo registrou preços mais baixos nesta quarta-feira. O mercado reverteu os ganhos registrados mais cedo, quando buscava suporte no indicativo de clima adverso nos Estados Unidos, que pode afetar o potencial produtivo das lavouras. As cotações acompanharam o vizinho, milho, sendo pressionadas pelas fortes quedas do petróleo em Londres e Nova York. O mercado brasileiro chega ao meio desta semana com sinalização de recuperação das cotações em algumas regiões produtoras do país. O mercado interno já avalia uma redução significativa da oferta, com importações de mais de 500 mil toneladas, mesmo com a elevação cambial, o fato de ter ficado abaixo dos R$ 3,30 manteve o cereal externo mais atrativo e favoreceu a importação como alternativa ao abastecimento interno, apesar de já haver melhora na comercialização. Com a manutenção de certa instabilidade política no país, espera-se a possibilidade de elevação cambial maior, que eleva a competitividade do trigo brasileiro frente o mercado internacional, possibilitando um cenário mais positivo para o início da próxima temporada.

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Referências

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