ESCOLA DE GOVERNO EM SAÚDE PÚBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA. Luciano Lindolfo PROJETO DE INTERVENÇÃO:

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Texto

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ESCOLA DE GOVERNO EM SAÚDE PÚBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA

Luciano Lindolfo

PROJETO DE INTERVENÇÃO:

A implantação do teste rápido humano de leishmaniose visceral nas unidades básica de saúde dos municípios pertencentes a VII região de saúde de Pernambuco

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ESCOLA DE GOVERNO EM SAÚDE PÚBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA

Luciano Lindolfo

PROJETO DE INTERVENÇÃO:

A implantação do teste rápido humano de leishmaniose visceral nas unidades básica de saúde dos municípios pertencentes a VII região de saúde de Pernambuco

Orientadora: Maria Auxiliadora de Sá Magalhães

Serra Talhada, 2017

Projeto de Intervenção apresentado ao Curso de Especialização em Saúde Pública, para obtenção do título de Especialista em Saúde Pública.

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RESUMO

Introdução: a leishmaniose visceral é considerada uma endemia rural, atualmente com grande expansão para zona urbana. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a Leishmania está entre as 06 endemias consideradas prioritária no mundo, afetando, sobretudo, as pessoas que vivem em situação de maior vulnerabilidade social. Objetivo: implantar o teste rápido humano de leishmaniose visceral nas unidades básicas de saúde dos 07 municípios da VII região de saúde de Pernambuco. Método: será desenvolvido um projeto de intervenção, para profissionais enfermeiros da estratégia de saúde da família dos municípios de Belém de São Francisco, Cedro, Mirandiba, Salgueiro, Serrita, Terra Nova e Verdejante. O projeto acontecerá no período de fevereiro a julho de 2018, na cidade de Salgueiro e nas unidades básicas de saúde dos municípios participantes, através de capacitação teórica e prática sobre a realização do teste rápido humano de leishmaniose visceral, além do processo de monitoramento e avaliação. Resultados: espera-se implantar o teste rápido humano de leishmaniose visceral em no mínimo 40 unidades básicas de saúde dos 07 municípios da VII região de saúde de Pernambuco e tornar profissionais enfermeiros da estratégia de saúde da família aptos a realizar o teste.

Palavras-chaves: leishmaniose visceral, teste rápido humano, unidade básica de saúde e enfermeiro.

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SUMÁRIO Siglas 09 1 Introdução 10 2 Justificativa 12 3 Objetivos 15 3.1 Objetivo Geral 15 3.2 Objetivos Específicos 15 4 Revisão de Literatura 16

4.1 A Leishmaniose Visceral Humana 16

4.2 O Controle da Leishmaniose Visceral Humana 16

5 Métodos 19 5.1 Tipo de Estudo 19 5.2 Local do Estudo 19 5.3 População do Estudo 19 5.4 Período do Estudo 19 5.5 Intervenções do Estudo 20 5.6 Coleta de Dados 22 5.7 Análise de Dados 22 5.8 Monitoramento e Avaliação 22 5.9 Considerações Éticas 23 6 Resultados 24 7 Viabilidade 25 7.1 Política 25 7.2 Financeira 25 7.3 Operacional 25 8 Cronograma 26 9 Orçamento 27 10 Financiamento 28 Referências 29 Anexos 33

I – Planilha de Controle de Realização de Teste Rápido Humano de Leishmaniose Visceral 33

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III – Instrumento de Assessoramento de Leishmaniose Visceral 35 IV – Declaração de Anuência 36

V – Termo de Aceite de Orientação 37

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SIGLAS

Atenção Básica (AB)

Comissão de Intergestor Regional (CIR) Estratégia de Saúde da Família (ESF) Gerência Regional de Saúde (GERES)

Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN) Leishmaniose Visceral (LV)

Leishmaniose Visceral Humana (LVH) Ministério da Saúde (MS)

Pernambuco (PE)

Programa de Enfrentamento as Doenças Negligenciada de Pernambuco (Programa SANAR) Projeto de Intervenção (PI)

Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) Sistema Único de Saúde (SUS)

Teste Rápido Humano (TRH) Unidade Básica de Saúde (UBS) Vigilância em Saúde (VS)

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1 INTRODUÇÃO

A leishmaniose Visceral (LV) é considerada uma endemia rural, atualmente com grande expansão para zona urbana e apresenta-se como uma doença emergente (PERNAMBUCO, 2015). O controle é complexo e vem se tornando um desafio para a saúde pública, principalmente devido ao baixo conhecimento da população sobre a doença e pela dificuldade no acesso ao diagnóstico (ROMERO, 2016).

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (2015), a LV está entre as 06 endemias consideradas prioritária do mundo, acometendo cerca de 02 milhões de casos novos a cada ano, afetando, sobretudo, as pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade social (ZUBEN, 2016).

No Brasil o controle da doença vem se tornando cada vez mais difícil, conseqüentemente aumentando a taxa de letalidade em decorrência do diagnóstico tardio, principalmente. O Ministério da Saúde (MS) estima que quase 03 mil pessoas sejam infectadas anualmente no país (BRASIL, 2014).

Em Pernambuco os dados epidemiológicos não são satisfatórios. No período de 2010 a 2014 foram confirmados 473 casos de LV com média de 95 anualmente, ocorrendo 35 óbitos no mesmo período analisado. Pois, a incidência de casos confirmados, bem como a taxa de letalidade aumentaram consideravelmente no ano de 2014 (PERNAMBUCO, 2015).

Na VII região de saúde do estado de Pernambuco, a qual abrange os municípios de Belém de São Francisco, Cedro, Mirandiba, Salgueiro, Serrita, Terra Nova e Verdejante, endêmicos para LV, a doença passou a ter maior expansão e o ciclo urbano se tornou mais comum nos últimos anos, deixando a grande parte da população vulnerável à doença. Pois, tendo com base os dados epidemiológicos regional, extraídos do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), foram confirmados, no período de 2010 a 2016, 90 casos de LV, com evolução de 08 óbitos no mesmo período (PERNAMBUCO, 2017).

Logo, considerando, a alta taxa de incidência e letalidade de casos de LV no estado de Pernambuco, no período de 2010 a 2014, a doença passou a ser incluída como prioritária para o Programa de Enfrentamento as Doenças Negligenciadas de Pernambuco (Programa SANAR) no ano de 2015, cuja finalidade é implementar as ações de controle já existente, implantar novas estratégias e tratar oportunamente pelo menos 90% dos casos confirmados.

Tomando por base as diretrizes do plano de ação do Programa SANAR (2015 – 2018), pode-se verificar que o diagnóstico precoce da LV ainda é um desafio para o estado de Pernambuco. Diante disso, o diagnóstico passou a ser prioridade para o Programa, na

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perspectiva de tratar oportunamente, reduzir óbitos e subsidiar no direcionamento das medidas de controle vetorial (PERNAMBUCO, 2015). Tal situação fez com que fosse dado maior ênfase, através do Laboratório Central de Saúde Pública de Pernambuco (LACEN - PE), ao processo de descentralização do Teste Rápido Humano (TRH) de LV, para os laboratórios regionais de Pernambuco. Para a VII Gerência Regional de Saúde (VII GERES) a implantação do teste se tornou um avanço significativo, visto que, conseguiu-se diagnosticar mais rapidamente os casos suspeitos da doença.

O TRH de LV é importante, principalmente pela fácil realização, fácil armazenamento (em temperatura de +2° a +30º C) e liberação do resultado em curto intervalo de tempo. O teste apresenta especificidade em torno de 97%, garantindo alta confiabilidade e baixa chance de resultado falso positivo. Logo, um resultado reagente associado à clínica e à epidemiologia da LV é capaz de definir o diagnóstico e, consequentemente, a autorização imediata do tratamento para o paciente (FUNDAÇÃO EZEQUEL DIAS, 2015).

Embora tenhamos avançados em alguns aspectos, merece ser destacado que atualmente os casos de LV da VII região de saúde, ainda estão sendo diagnosticados tardiamente nas unidades hospitalares, resultando em alguns tratamentos ineficaz e consequentemente óbitos. Nesse sentindo, levando em consideração, os benefícios do TRH de LV, torna-se de fundamental importância a implantação do teste nas Unidades Básica de Saúde (UBS) dos municípios, na perspectiva de melhorar a qualidade de atenção aos casos suspeitos de LV (BRASIL, 2011). Legalmente, conforme o decreto n°: 7.508 de 28 de junho de 2011, a Atenção Básica (AB) é porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS), logo, pacientes suspeito de LV, tendem a procurar em primeiro momento as equipes da Estratégia de Saúde da Família (ESF), uma vez que estão mais próximas dos usuários.

Portanto, o presente Projeto de Intervenção (PI) tem o objetivo de implantar o TRH de LV nas UBS dos 07 municípios da VII região de saúde de Pernambuco. O projeto Será desenvolvido por técnicos da Vigilância em Saúde (VS) da VII GERES, no período de fevereiro a julho de 2018, através de capacitação teórica e prática sobre a realização do TRH, além do processo de monitoramento e avaliação, junto aos profissionais enfermeiros das equipes da ESF dos 07 municípios de abrangência da VII GERES. Logo, qual intervenção contribuirá para melhorar o controle da Leishmaniose Visceral Humana (LVH) nos municípios da VII região de Saúde de Pernambuco?

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2 JUSTIFICATIVA

A iniciativa para o desenvolvimento do PI partiu da vivência profissional na VII região de saúde de Pernambuco, na qual, ao longo dos 02 últimos anos, observou-se: o pouco conhecimento dos profissionais de saúde das ESF sobre a LV, dentre eles, enfermeiros; e a dificuldade da população no acesso as formas diagnósticas da doença, quando suspeito. Logo, esses fatores vêm resultando no diagnóstico tardio da Leishmania e sendo feito, atualmente, apenas pelo Hospital Regional Inácio de Sá de Salgueiro ou em outras unidades de saúde de referência no estado de Pernambuco, devido à maior sensibilização dos profissionais de saúde, quanto à doença, bem como por existir implantado o TRH de LV nessas unidades de saúde.

Entretanto, Epidemiologicamente, aproximadamente 02 milhões de casos novos são registrados por ano, mundialmente (Organização Mundial de Saúde, 2015). No Brasil, cerca de 03 mil pessoas adquirem a doença anualmente (BRASIL, 2014). Em Pernambuco, os dados epidemiológicos ainda não mostram o controle da doença, com média de 95 casos confirmados a cada ano (PERNAMBUCO, 2015), como mostra o gráfico 01. Na região do sertão central, especificamente na VII GERES, os casos de LV aumentaram progressivamente nos últimos 04 anos, sendo, confirmados em média 13 casos por ano (PERNAMBUCO, 2017), gráfico 02.

GRÁFICO 01: Número de casos notificados e confirmados de leishmaniose visceral em Pernambuco no período de 2010 a 2014.

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GRÁFICO 02: Número de casos notificados, confirmados e óbitos de leishmaniose visceral na VII Região de Saúde de Pernambuco no período de 2010 a 2016.

Fonte: Departamento de vigilância epidemiológica da VII gerência regional de saúde/2017.

Tendo em vista que a LV se tornou um grave problema de saúde pública (CARMO, 2016) e considerada uma doença negligenciada de alta letalidade (MENEZES, 2016), faz se necessário o desenvolvimento do presente PI, visando, sobretudo, a descentralização do TRH para as UBS, a fim de detectar precocemente a doença.

Com a implantação do TRH de LV no laboratório da VII GERES mostrou resultados positivos nos últimos 04 anos, merecendo destaque, a liberação do resultado em tempo oportuno, e conseqüentemente maior agilidade para autorização do início do tratamento para pacientes hospitalizados. Por outro lado, e sendo considerado ponto importante, foi à melhoria na vigilância dos casos humanos, resultando na diminuição das subnotificações, aumento da detecção de casos novos e um melhor direcionamento das ações de controle vetorial e do reservatório canino, as quais se tornaram mais efetivas (PERNAMBUCO, 2017).

Segundo Romero (2016) que desenvolveu estudo semelhante ao PI, mostrou que o programa de controle da LV é complexo, mas deve haver um maior aprimoramento nas intervenções, desde as UBS, como a realização de um TRH de LV, até a internação em unidade hospitalar para o tratamento.

Para Barbosa (2016), que avaliou a estratégia de organização de serviços de saúde para prevenção e controle da LV, afirma que um dos componentes importante para a melhoria da atenção aos casos, seria o estímulo ao diagnóstico oportuno e tratamento adequado, por meio de ações, como a identificação das portas de entrada de casos suspeitos da doença e a realização do diagnóstico da LV no próprio município.

No Brasil, o controle da LV, além da redução da população de vetores e eutanásia de cães, deve está centrado, sobretudo no diagnóstico e tratamento dos casos humanos (BRASIL,

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2006). Contudo, as ações para a redução da letalidade envolvem o aperfeiçoamento no acesso ao diagnóstico e a pronta disponibilidade de medicamentos para o tratamento (WERNECK, 2016). Embora, diversos entraves operacionais afetam a qualidade da atenção à LV no SUS, entre eles, a duração prolongada dos sinais e sintomas da doença, decorrente, principalmente da demora no diagnóstico e tratamento dos pacientes, sendo, por conseguinte um dos principais fatores de risco para aumento dos óbitos (ALVARENGA, 2010).

Portanto, considerando que o diagnóstico e tratamento oportuno da LV é uma prioridade para o controle da doença, entendendo que as UBS poderão ser a primeira porta de entrada para os casos suspeito e sabendo que nenhuma UBS existente no território dos 07 municípios da VII região de saúde de Pernambuco possui implantado o TRH de LV, e ainda conhecendo que a região é historicamente endêmica, torna-se de fundamental importância a implantação de TRH de LV nas UBS dos 07 municípios da VII região de saúde do estado de Pernambuco.

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3 OBJETIVOS

3.1 OBJETIVO GERAL

Implantar o teste rápido humano de leishmaniose visceral nas unidades básica de saúde dos 07 municípios da VII região de saúde de Pernambuco.

3.1 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Planejar e elaborar a capacitação sobre a realização do teste rápido humano de leishmaniose visceral para enfermeiros da estratégia de saúde da família;

 Realizar capacitação teórica e prática sobre a realização do teste rápido humano de leishmaniose visceral;

 Elaborar, confeccionar e distribuir para as unidades básica de saúde folder explicativo sobre a doença leishmaniose visceral e o passo a passo para realização do teste rápido humano; e

 Monitorar e avaliar a implantação do teste rápido humano de leishmaniose visceral nas unidades básica de saúde.

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4 REVISÃO DE LITERATURA

4.1 A LEISHMANIOSE VISCERAL HUMANA

É conhecida por calazar, considerada uma zoonose crônica (SILVA, 2016), sendo uma doença infecciosa grave de transmissão vetorial, na qual o flebotomíneo Lutzomyia longipalpis é o principal transmissor, acometendo o homem, e tendo o cão como principal reservatório, não havendo transmissão de pessoa a pessoa (WERNECK, 2016).

No homem, a LV pode se apresentar de formas assintomáticas até o quadro grave da doença, com duração média de 50 dias. As principais manifestações clínicas é a febre, emagrecimento, hepatoesplenomegalia, palidez, hiporexia, astenia, tosse e dor abdominal, evidenciados pela leucopenia, anemia e plaquetopenia (OLIVEIRA, et al., 2010). Além disso, com o desenvolvimento e a progressão da parasitose, podem aparecer a diarréia, icterícia, vômito e o edema periférico. (ALVARENGA et al., 2010).

Conforme o manual de vigilância e controle da LV, as principais formas de detecção da Leishmania são através do diagnóstico imunológico (Imunofluorescência Indireta, Ensaio Imunoenzimático, Intradermorreação de Montenegro e testes sorológicos) e parasitológico (Imunofluorescência direta). Entretanto, os exames laboratoriais e de imagem são utilizados de forma complementar (BRASIL, 2014).

Para o tratamento da doença é recomendado à administração com antimoniato de n-metil-glucamina (glucantime), anfotericina B lipossomal (dependendo da idade do paciente ou da comorbidade associado) ou associação entre as duas drogas (conforme o caso) evoluindo para efetividade completa do quadro clínico da LV (BARATA, et al., 2011)

4.2 O CONTROLE DA LEISHMANIOSE VISCERAL HUMANA

São escassas as evidências bibliográficas sobre a importância do TRH no controle da Leishmania. Por outro lado, a literatura corrobora que o diagnóstico precoce da doença é essencial no controle da parasitose. Entretanto, sabe-se que, atualmente, o TRH é considerado uma das principais formas diagnóstica nos centros de referência para casos suspeito de LV. Tendo como base o manual de vigilância e controle da LV apesar da pouca efetividade das estratégias de controle desta endemia, as ações voltadas para o diagnóstico, tratamento dos casos e atividades educativas, devem ser em todas as situações priorizadas. Ainda, diante de

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dados clínicos e laboratoriais presente, um teste sorológico reagente, reforça o diagnóstico de LV, sendo assim, autorizado o início do tratamento (BRASIL, 2014).

Os estudos de Oliveira et at., (2010) mostrou que a duração prolongada dos sinais e sintomas da leishmaniose, em decorrência da demora no diagnóstico e conseqüentemente início do tratamento tardio, foram os principais fatores que contribuíram para o óbito dos pacientes, posterior a isso estavam as comorbidades associadas.

A Leishmania ainda continua sendo uma doença complexa, de baixo conhecimento e com características epidemiológicas insuficientes, o que torna um desafio para a saúde pública brasileira. O controle da doença é bastante trabalhoso, visto que envolve diversas ações: o controle do reservatório; a redução da população do vetor; o diagnóstico e o tratamento o mais precoce possível (BARBOSA, 2016).

O controle da LV se dar mediante um conjunto de ações: diagnóstico e tratamento dos casos humanos; detecção e eliminação dos cães soro reagentes; e combate ao vetor através da aplicação de inseticida com poder residual no domicílio e anexos positivo para o flebotomíneo (BRASIL, 2006).

Baseado nos estudos de Assis e Santana (2012) o TRH de LV mostrou-se muito útil para detecção da LV, sobretudo por apresentar um alto nível de sensibilidade se aproximando quase dos 100%, fácil realização e liberação do resultado em menos de 20 minutos. Este modelo de diagnóstico poderia ser utilizados nas unidades de saúde onde são portas de entrada no SUS, dessa forma auxiliaria no diagnóstico precoce dos casos suspeitos e início do tratamento mais rápido, consequentemente a rede de atenção a saúde garantiria uma redução de pacientes com complicações e óbitos por LV.

Conforme os trabalhos de Luz et al. (2009), o controle da LV necessita da integração dos serviços de atenção básica, da divulgação de informações sobre a LV para médicos e enfermeiros e ainda reconhece a importância da disponibilidade do resultado do diagnóstico em no máximo 48 horas.

Para Lavras (2011), a AB é o serviço de saúde mais próximo e com melhor acesso para o usuário, tem capacidade de satisfazer as necessidades de saúde e prestar uma assistência continuada. No Brasil, a AB se caracteriza por um conjunto de ações de saúde no âmbito individual e coletivo que abrangem a promoção e proteção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação e manutenção da saúde (Brasil, 2012). Por isso, as UBS tornam-se uma ferramenta importante no combate a LV.

Observa-se, portanto, que além das mais variadas formas de combater a LV, a educação em saúde e a participação da comunidade constituem fatores primordiais dentro do

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programa de controle (BARATA, et al., 2011). É neste sentido que Oliveira, et al., (2010) reitera a necessidade de capacitação dos profissionais de saúde para melhorar os conhecimentos frente as doenças e sobretudo prestar uma assistência adequada.

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5 MÉTODOS

5.1 TIPO DE ESTUDO

Será realizado um PI, que segundo Maximiniano (2002), refere-se ao conjunto de ações planejadas e coordenadas com propósito de alcançar os objetivos definidos mediante o recurso e o tempo estimado. É considerado resolutivo, concreto, objetivo e estabelece viabilidade prática (CARVALHO e RABECHINI 2008), com capacidade de contribuir para a solução de problemas, transformar ideias e sistematizar as atividades (ROBBINS, 2007).

Portanto, Para Luiz (2013), o PI é diferente dos demais projetos por mostrar como as ações devem ser implantadas e não só por apresentar a solução para o problema.

5.2 LOCAL DO ESTUDO

O local para a implantação dos TRH de LV será nas UBS dos municípios de VII região de saúde de Pernambuco: Belém de São Francisco, Cedro, Mirandiba, Salgueiro, Serrita, Terra Nova e Verdejante, ambos os municípios, situados na região central do nordeste brasileiro e pertence à mesorregião do sertão Pernambucano.

A capacitação sobre a realização dos testes será feita no auditório do departamento de VS da VII GERES, cidade de Salgueiro, envolvendo todos os municípios.

5.3 POPULAÇÃO DO ESTUDO

A população do estudo serão os profissionais enfermeiros integrantes das equipes de ESF dos municípios pertencentes a VII região de saúde de Pernambuco.

5.4 PERÍODO DO ESTUDO

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5.5 INTERVENÇÕES DO ESTUDO

ETAPA INTERVENÇÃO META RESPONSÁVEL

01 Apresentar o PI em reunião do Colegiado Intergestor Regional (CIR) para

apreciação e aprovação pelos secretários de saúde dos 07 municípios da VII GERES Aprovação mínima de 01 secretário de saúde Gerente da VII GERES

02 Divulgar o PI, para as UBS, coordenações de VS e AB dos 07 Municípios da VII GERES Divulgação para 52 UBS e coordenações de VS e AB dos 07 municípios Apoiador do Programa SANAR da VII GERES

03 Planejar e Elaborar as capacitações de realização do TRH de LV Elaboração de 03 capacitações Apoiador do Programa SANAR da VII GERES

04 Realizar 03 capacitações sobre a

realização do TRH de LV, consecutivas, de 08 horas de duração cada, sendo: 04 horas teórica e 04 horas de prática, na seguinte seqüência: a primeira capacitação será para os municípios: Serrita e Belém de São Francisco; a segunda capacitação para os municípios: Mirandiba, Cedro, Terra Nova e Verdejante; e, a terceira capacitação para o município: Salgueiro

Participação mínima de 40 enfermeiros da ESF, sendo: Belém: 06 Cedro: 03 Mirandiba: 04 Salgueiro: 15 Serrita: 06 Terra Nova : 03 Verdejante: 03 Profissionais de Nível superior da VS da VII GERES

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05 Elaborar, confeccionar e distribuir, folder explicativo sobre a doença LV e o passo a passo para realização do TRH

Distribuição do folder para 52 UBS

Departamento de VS da VII GERES

06 Realizar o monitoramento e avaliação da implantação do TRH de LV nas UBS

Envio de 01 planilha de controle e 01 planilha de solicitação de TRH por UBS, e após 03 meses será aplicado um questionário com enfermeiros de 02 UBS por município Apoiador do Programa SANAR da VII GERES

07 Consolidar os dados do monitoramento e avaliação Consolidação de 100% dos dados coletados Apoiador do Programa SANAR da VII GERES

08 Elaborar relatório conclusivo do PI Elaboração de 01 relatório

Apoiador do Programa SANAR da VII GERES

09 Realizar reunião, com secretários de saúde, coordenadores de AB e VS, para apresentação dos resultados

Apresentação de 01 relatório

Gerente da VII GERES

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5.6 COLETA DE DADOS

Antes da aplicação do PI a coleta de dados será realizada através de análise documental. Durante o desenvolvimento do projeto, os dados serão coletados, utilizando planilha de controle da realização de TRH de LV (anexo I), e planilha de solicitação de testes (anexo II), ambas preenchidas pelas UBS e encaminhadas a VII GERES. Após a implantação do PI, será aplicado um questionário (anexo III) com profissionais enfermeiros de 02 UBS, por município participante, para obtenção de dados.

5.7 ANÁLISE DE DADOS

A análise e síntese dos dados extraídos do levantamento bibliográfico, planilhas e questionários, serão realizadas de forma estatística descritiva, visto que, melhor possibilita observar, contar, descrever e classificar os dados, com a finalidade de reunir o conhecimento produzido no estudo e, sobretudo, gerar informações para o melhoramento da qualidade das intervenções.

5.8 MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO

O monitoramento será realizado mensalmente por meio de envio de 01 planilha de controle da realização de TRH de LV (anexo I), e 01 planilha de solicitação de testes (anexo II), seguindo o fluxo da UBS para a coordenação de VS e sequencialmente para a VII GERES. Ainda está incluído no processo de monitoramento, o assessoramento técnico, este, após o terceiro mês da implantação do PI. Para esse assessoramento, será utilizado o modelo já implantado no programa SANAR, na qual, através de sorteio, serão selecionadas 02 UBS em cada município participante da implantação. Nas UBS sorteadas será realizada uma visita para aplicação do questionário (anexo III), conforme modelo em anexo, por meio de entrevista face a face, com o enfermeiro da ESF.

O processo de avaliação será feito após 03 meses de implantação do PI, e levado em consideração o monitoramento mensal, o assessoramento técnico e os dados epidemiológicos da doença, antes e após a implantação.

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5.9 CONSIDERAÇÕES ÉTICAS

No PI será levando em consideração a ética na pesquisa, enquanto aos dados e as informações coletadas será autorizado pela gestora da VII GERES, através da declaração de anuência (anexo IV) e usados exclusivamente para fins de desenvolvimento do projeto.

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6 RESULTADOS ESPERADOS

Espera-se implantar o TRH de LV em no mínimo 40 UBS nos 07 municípios da VII região de saúde de Pernambuco, tornar enfermeiros da ESF aptos a realizar o teste, e melhorar os conhecimentos desses profissionais quanto a LVH. Com isso: auxiliar no diagnóstico precoce de LV, melhorar a qualidade da atenção assistencial dos casos suspeitos, apontar um melhor direcionando no controle vetorial, tratar oportunamente os casos e principalmente reduzir e evitar óbitos.

Como resultados parciais já houve a divulgação in lócus sobre a implantação do TRH de LV nas UBS dos municípios de Mirandiba, Salgueiro e Terra Nova, através do assessoramento técnico de LVH, que aconteceu no período de maio a agosto de 2017, e notou-se que os profissionais de saúde demonstraram bastante interesse na implantação do teste.

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7 VIABILIDADE 7.1 POLÍTICA

O presente PI apresentar viabilidade política, visto que, contará com o apoio: do Programa SANAR, através do apoiador institucional de VS, auxiliando na logística e monitoramento do projeto; do LACEN – PE, fornecendo os TRH de LV; do gestor da VII GERES, apoiando com insumos básicos existente na instituição, transporte e liberação de profissionais para realização da capacitação e monitoramento; e por fim, ainda conta-se com o apoio dos municípios integrantes, liberando os enfermeiros para a capacitação, além da aceitação da implantação do teste nas UBS.

7.2 FINANCEIRA

O PI apresenta relativamente um custo baixo e será financiado pela VII GERES, podendo também ser submetido a Comissões Permanentes de Integração Ensino-Serviço da VII GERES para captação de recurso financeiro.

7.3 OPERACIONAL

O PI apresenta viabilidade operacional, tendo em vista que os TRH de LV serão disponibilizados, enquanto o espaço físico e os profissionais de nível superior da VS para realizar as capacitações serão liberados pela VII GERES.

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8 CRONOGRAMA

Atividades Previsão

Início Término

Apresentação do PI em CIR Fevereiro/2018 Fevereiro/2018

Divulgação do PI para coordenação de VS e AB Fevereiro/2018 Fevereiro/2018 Planejar e Elaborar as capacitações sobre a realização

do TRH de LV

Março/2018 Março/2018

Realização da primeira capacitação Março/2018 Março/2018

Realização da segunda capacitação Março/2018 Março/2018

Realização da terceira capacitação Março/2018 Março/2018

Elaboração, confecção e distribuição de folders Abril/2018 Abril/2018

Monitoramento e avaliação Fevereiro/2018 Junho/2018

Consolidação dos dados e elaboração de relatório conclusivo do PI

Julho/2018 Julho/2018

Apresentação dos resultados Julho/2018 Julho/2018

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9 ORÇAMENTO ESTIMADO

Material Quantidade Valor individual Total

Papel ofício 01 resma 20,00 20,00

Papel 40 kg 50 folhas 1,00 50,00

Pastas classificadoras 50 unidades 2,5 125,00

Canetas 50 unidades 1,00 50,00

Combustível 87 litros 4,00 348,00

Diárias 07 parciais 17,5 122,5

Algodão 01 pacote 20,00 20,00

Tubo de ensaio 50 tubos 0,60 30,00

Descarparck pequeno 05 unidades 8,00 40,00

Fita adesiva 02 unidades 6,00 12,00

Luva de procedimento 02 caixas 20,00 20,00

TRH de LV 100 testes Sem custo -

Total - - 837,50

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10 FINANCIAMENTO

O PI Será submetido à gerência da VII GERES e a superintendência do Programa SANAR para averiguação da importância do projeto e conseqüentemente financiado com recursos financeiro do Fundo Estadual de Saúde, com base no orçamento estimado.

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REFERÊNCIAS

ALVARENGA, Daniel Gomes de; ESCALDA, Patrícia Maria Fonseca; COSTA, Alexandre Sylvio Vieira da; MONREAL, Maria Tereza Ferreira Duenhas. Leishmaniose visceral: estudo retrospectivo de fatores associados à letalidade. Rev. Soc. Bras. Med. Trop. [online]. 2010, vol.43, n.2, pp.194-197. ISSN 0037-8682. Disponível em:

<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0037-86822010000200017&lang=pt>. Acesso em: 03 abr. 2017. ASSIS, Ma

chado de; SANTANA, Tália. Avaliação de diferentes abordagens para o diagnóstico da leishmaniose visceral humana. Biblioteca Virtual em Saúde [online]. Belo Horizonte; s. n; 2012. Xiii, 115 p. Disponível em:

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(30)

ANEXO I

PLANILHA DE CONTROLE DE REALIZAÇÃO DE TESTE RÁPIDO HUMANO DE LESIHMANIOSE VISCERAL

(31)

ANEXO II

PLANILHA DE SOLICITAÇÃO DE TESTE RÁPIDO HUMANO DE LEISHMANIOSE VISCERAL

(32)

ANEXO III

INSTRUMENTO DE ASSESSORAMENTO DE LEISHMANIOSE VISCERAL

(33)
(34)

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