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Biblioteca Digital do IPG: Relatório de Estágio Curricular – EDIBEIRAS – Edifícios e Obras Públicas das Beiras, Lda. (Guarda)

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Gesp.007.03

INSTITUTO POLITÉCNICO DA GUARDA

ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO

RELATÓRIO DE ESTÁGIO

DIREÇÃO TÉCNICA DE OBRA

Nuno José Bartolomeu Tomé

RELATÓRIO PARA INGRESSO NA ORDEM DOS ENGENHEIROS TÉCNICOS

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Relatório de Estágio (Direção técnica de obra) Nuno Tomé, n.º1008204

INSTITUTO POLITÉCNICO DA GUARDA

ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO

Agradecimentos

A realização deste relatório representa o culminar de mais uma etapa que teve uma

duração de vários anos e a ajuda e cooperação de diversas pessoas e entidades a quem

desejo manifestar o meu agradecimento.

Em primeiro lugar quero agradecer a instituição Instituto Politécnico da Guarda,

pelos conhecimentos transmitidos. Em especial ao meu orientador, Eng.º José Carlos

Almeida, pela sua disponibilidade e orientação na elaboração do presente documento.

A empresa Edibeiras – Edifícios e Obras Públicas das Beiras, Lda., pela

oportunidade dada para realização do estágio, bem como a todos os colaboradores que

sempre se mostraram disponíveis a me ajudar a integrar no seio da empresa. Em

especial ao meu tutor, Eng.º César Costa, pela dedicação, compreensão, pelos desafios

lançados e pela partilha de valiosos conhecimentos.

Aos meus amigos, e colegas de curso, pela amizade e por me acompanharem ao

longo de toda vida académica.

Por último, e não menos importante, não posso deixar de manifestar o meu apreço

pelo constante apoio da minha família, em especial aos meus Pais e Irmão, pelo apoio,

paciência e carinho demonstrado…

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Relatório de Estágio (Direção técnica de obra) Nuno Tomé, n.º1008204

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ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO

Ficha de identificação

Estagiário:

Nome: Nuno José Bartolomeu Tomé

N.º de aluno: 1008204

Contato: 969 271 374

E-mail:

[email protected]

Instituição:

Nome: EDIBEIRAS – Edifícios e Obras Públicas das Beiras, Lda.

Morada: Rua cidade de Gouveia, lote 9 R/C

Localidade: 6300 – 535 Guarda

Tel.:/Fax.: 271 084 134/271 084 135

Início do estágio: 14 de fevereiro de 2011

Fim do estágio: 14 de agosto de 2011

Supervisor/Tutor na instituição:

Nome: César Augusto Soares da Costa

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Relatório de Estágio (Direção técnica de obra) Nuno Tomé, n.º1008204

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Docente/Orientador na instituição de ensino:

Nome: José Carlos Costa de Almeida

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Plano de estágio

I. Objetivos gerais e específicos

Integração do estagiário na organização;

Desenvolvimento das capacidades e aplicação dos conhecimentos teóricos

adquiridos.

II. Descrição das atividades a desenvolver

Preparação de obra;

Preparação de processos de consulta de subempreitadas/materiais;

Análise e comparação de propostas;

Controlo de qualidade;

Controlo de custos;

Fecho de obra;

Acompanhamento de obra.

III. Localização

O estágio decorreu nas instalações da instituição e, parte dele, no estaleiro de

obra.

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Relatório de Estágio (Direção técnica de obra) Nuno Tomé, n.º1008204

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Resumo do estágio

O presente relatório diz respeito ao estágio realizado para ingresso na Ordem dos

Engenheiros Técnicos, tendo decorrido no departamento de produção da empresa

Edibeiras – Edifícios e Obras Públicas das Beiras, Lda.

Este relatório tem como objetivo fundamental descrever as atividades

desenvolvidas pelo estagiário na instituição. Estas atividades tiveram como principal

objetivo a preparação, do estagiário para a entrada no mercado de trabalho.

Neste relatório procura-se, de uma forma clara e objetiva, descrever as atividades

realizadas. Estas podem ser divididas em três etapas: na primeira, o estagiário integrou a

direção de obra tendo como função de adjunto do diretor de obra, realizando as diversas

atividades descritas no corpo deste relatório; na segunda o mesmo assumiu as funções

de diretor de obra de uma pequena empreitada; e por fim, na terceira, o estagiário deu

apoio à direção de obra na fase inicial de obra.

JELClassification

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Relatório de Estágio (Direção técnica de obra) Nuno Tomé, n.º1008204

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Índice

1.

Caracterização sumária da instituição...1

1.1. Sector de atividade... 1

1.2. Número de trabalhadores ... 1

1.3. Localização ... 2

1.4. Organograma ... 3

2.

Atividades desenvolvidas durante o estágio ...4

2.1. Acompanhamento de direção de obra ... 4

2.1.1. Caracterização da obra ... 4

2.1.2. Localização ... 5

2.1.3. Preparação de obra ... 6

2.1.3.1. Estudo do projeto ... 6

2.1.3.2. Medições ... 8

2.1.4. Preparação de processos de consulta (Subempreitadas/fornecedores) ... 9

2.1.5. Análise e comparação das propostas ... 10

2.1.6. Negociação e adjudicação ... 12

2.1.7. Aprovação de materiais ... 13

2.1.8. Aprovação de subempreitadas ... 14

2.1.9. Acompanhamento dos subempreiteiros... 15

2.1.10. Controlo de qualidade ... 16

2.1.11. Controlo de custos ... 16

2.1.12. Final da empreitada ... 17

2.2. Direção técnica de obra ... 17

2.2.1. Caracterização da obra ... 18

2.2.2. Preparação de obra ... 18

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2.2.3.1. Levantamento da rede existente ... 19

2.2.3.2. Adaptação do muro existente ... 19

2.2.3.3. Substituição do muro danificado ... 20

2.2.4. Acompanhamento das atividades na escola básica padre Franklin ... 22

2.2.4.1. Trabalhos complementares ... 22

2.2.4.2. Montagem e instalação da plataforma ... 23

2.3. Apoio à direção de obra ... 24

2.3.1. Caracterização da obra ... 25

2.3.2. Plano de estaleiro ... 26

2.3.3. Plano de trabalhos ... 27

2.3.4. Plano de segurança e saúde ... 28

2.3.4.1. Objetivos do plano de segurança e saúde ... 28

2.3.4.2. Princípios de atuação ... 28

2.3.4.3. Plano de proteções coletivas ... 29

2.3.4.4. Plano de proteções individuais ... 31

2.3.5. Erros e omissões ... 32

3.

Conclusão ...34

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Relatório de Estágio (Direção técnica de obra) Nuno Tomé, n.º1008204

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Índice de figuras

Figura n.º 1: Número de trabalhadores por categoria profissional

... 2

Figura n.º 2: Organograma

... 3

Figura n.º 3: Índices de dados diversos relativos á intervenção

... 5

Figura n.º 4: Planta de localização

... 6

Figura n.º 5: Extrato do mapa de quantidades do orçamento

... 7

Figura n.º 6: Mapa de medições

... 8

Figura n.º 7: Mapa de medições

... 9

Figura n.º 8: Preparação do processo de consultas

... 10

Figura n.º 9: Mapa de consultas

... 10

Figura n.º 10: Mapa comparativo

... 11

Figura n.º 11: Análise e comparação de propostas

... 12

Figura n.º 12: Mapa de quantidades de ladrilhos

... 13

Figura n.º 13: Aprovação de materiais

... 13

Figura n.º 14: Registo de aprovação de material

... 14

Figura n.º 15: Apresentação de subempreitadas

... 15

Figura n.º 16: Acompanhamento das subempreitadas

... 16

Figura n.º 17: Auto de medição

... 17

Figura n.º 18: Rede existente

... 19

Figura n.º 19: Adaptação do muro

... 20

Figura n.º 20: Adaptação do muro

... 20

Figura n.º 21: Estado do muro existente

... 21

Figura n.º 22: Corte vertical no muro

... 21

Figura n.º 23: Adaptação dos vãos

... 23

Figura n.º 24:Plataforma -vista de frente

... 24

Figura n.º 25: Plataforma - vista posterior

... 24

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Figura n.º 27: Plano de estaleiro

... 26

Figura n.º 28: Plano de trabalhos

... 27

Figura n.º 29: Erros e omissões

... 33

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1. Caracterização sumária da instituição

A EDIBEIRAS – Edifícios e Obras Públicas das Beiras, Lda., foi constituída em

fevereiro de 2007, procurando apresentar-se no mercado com uma imagem sólida,

moderna, transmitindo fiabilidade aos seus donos de obra, fornecedores e

colaboradores.

1.1. Sector de atividade

A empresa surgiu no mercado da construção civil, baseando o seu negócio, em toda

a generalidade, desde a construção civil à engenharia civil, embora o grande volume de

negócios se encontre na construção e reabilitação de edifícios, sejam eles residências ou

não.

Tendo surgido apenas em 2007, a empresa tem-se afirmado no sector enquanto

empreiteiro geral de empreitadas, apresentado já no seu portfólio várias empreitadas

gerais, incluindo diversos trabalhos desde as fundações até aos acabamentos finais de

obras.

Procura ainda afirmar-se no sector na zona centro do País, onde já abrange

geograficamente os distritos da Guarda, Viseu, Aveiro, Castelo Branco, Coimbra e

Leiria.

1.2. Número de trabalhadores

A empresa, neste momento, conta com 38 trabalhadores incluídos nas categorias de

administrador (Gerente), Engenheiro Civil (diretor de obra), Técnico de obra, Técnico

comercial, Administrativa, Pedreiro, Servente, Carpinteiro e Motorista.

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Na Figura n.º 1 apresenta-se um gráfico onde se pode observar o número de

trabalhadores por categoria profissional.

1.3. Localização

A empresa tem sua sede (escritórios) no Bairro N.ª Sr.ª dos Remédios, na Guarda,

no entanto encontra-se na fase final a construção da sua futura sede na PLIE (Plataforma

Logística de Iniciativa Empresarial da Guarda), onde já funciona o estaleiro geral da

empresa.

1 2 6 1 4 1 1 1 2 11 2 6

Nº de trabalhadores/categoria profissional

Administrador Administrativo Engenheiro Civil

Estagiário de Engenharia Civil Técnico de Obra Departamento Comercial Fiel de Armazém Motorista Carpinteiro Pedreiro Calceteiro Servente

Figura n.º 1: Número de trabalhadores por categoria profissional

Fonte: Administração da Edibeiras

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1.4. Organograma

Na Figura n.º 2 apresenta-se um organograma da empresa, onde se explica a estrutura organizacional dos departamentos da empresa.

Administração Departamento de Produção Departamento Comercial/Orçamentação Departamento Administrativo/Financeiro

Estaleiro Direção de Obra

Encarregados Subempreitadas/fornecedores

Equipas de trabalho

Figura n.º 2: Organograma

Fonte: Administração da Edibeiras

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2. Atividades desenvolvidas durante o estágio

Dirigir é traçar caminhos que conduzem aos objetivos previamente traçados; é

saber produzir os impulsos dinâmicos no momento exato, depois de ter criado as

condições para que estes impulsos produzam o efeito desejado (Branco, 1993).

2.1. Acompanhamento de direção de obra

No âmbito do estágio, foi proposto que o estagiário acompanhasse uma obra, onde

assumiu a função técnica de adjunto do diretor de obra. A obra atribuída foi “Ampliação

de equipamento para centro escolar do Viso – EB1+JI

(Ensino Básico do 1º Ciclo +

Jardim de Infância)”.

Aquando do início do estágio a obra já se encontrava em execução, encontrado o

estagiário a obra a meio dos trabalhos da estrutura de betão armado.

2.1.1. Caracterização da obra

A obra diz respeito à execução de um projeto de ampliação de um equipamento

existente no Viso - Viseu, para Centro Escolar EB1 + JI.

O edifício existente sofreu apenas pequenas obras de intervenção no sentido de

dotar alguns espaços, nomeadamente instalações sanitárias, de condições

regulamentares, bem como uma intervenção geral ao nível da cobertura no sentido de

substituir (chapa de fibrocimento) por cobertura em chapa dupla metálica, para além da

substituição de caixilharias existentes por uma série de rutura térmica com vidro duplo.

A nova construção alberga a valência “Jardim-de-infância” do centro, com duas

salas de atividades, instalações sanitárias para as crianças, deficientes e adultos,

vestiário, gabinete dos professores, espaço para equipamento de cozinha (copa de

apoio), despensa, arrumos, compartimento para caldeira e uma sala polivalente, que

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funciona também como refeitório. O centro possui, também, um espaço de recreio

interior próximo da biblioteca e sala dos professores.

Na Figura n.º 3

apresenta-se os índices de dados diversos relativos à intervenção da

obra.

Figura n.º 3: Índices de dados diversos relativos á intervenção

Fonte: Memória descritiva e justificativa da obra

2.1.2. Localização

A empreitada “Ampliação de equipamento para centro escolar do Viso – EB1+JI –

Viso”, localiza-se no Bairro de Santa Eugénia, Freguesia de Santa Maria, Viso – Viseu.

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2.1.3. Preparação de obra

2.1.3.1. Estudo do projeto

O estudo do projeto é essencial antes do começo da obra, para evitar que durante a

execução não haja atrasos por falta de pormenorização ou falta de informação.

Em primeiro lugar o estagiário realizou uma análise preliminar a todas peças

escritas e desenhadas (anexo 1), com o objetivo de ter um conhecimento de todo o

projeto, anotando as dúvidas durante a análise para que pudessem ser esclarecidas.

Figura n.º 4: Planta de localização

Fonte: Peças desenhadas da obra

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No seguimento da análise das peças (escritas e desenhadas) o estagiário relacionou

entre si as peças do projeto para determinação de todas as condicionantes, incoerências,

informações incompletas e por vezes erros e omissões.

Com o estudo do projeto mais aprofundado deu-se início ao processo de

planeamento, efetuando medições, identificando os trabalhos preparatórios, materiais,

métodos construtivos e contratação de subempreitadas.

Como exemplo pode-se observar na Figura n.º 5 e Figura n.º 6 a diferença entre as

quantidades da execução de alvenarias em tijolo cerâmico furado.

Na Figura n.º 5 pode-se observar a quantidade para que a empresa apresentou

proposta.

Na Figura n.º 6 pode-se observar as medições efetuadas pelo estagiário. Com a

medição ficou-se a saber a diferença entre a quantidade do orçamento e a quantidade

executada em obra. No anexo 2 apresenta-se o mapa de medições das alvenarias de

tijolo.

Figura n.º 5: Extrato do mapa de quantidades do orçamento

Fonte: Administração da Edibeiras

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Figura n.º 6: Mapa de medições

2.1.3.2. Medições

As medições são umas das peças dos projetos que mais frequentemente se

apresentam defeituosamente elaboradas e com erros e omissões.

Visto a obra se encontrar só na fase de execução dos trabalhos da estrutura de betão

foi solicitado ao estagiário a retificação das medições para análise de eventuais erros e

omissões e para que lhe pudessem servir de apoio na contratação de subempreitadas e

compras de materiais.

No decorrer do estágio, o estagiário realizou diversas medições, algumas efetuadas

em obra e outra através das peças desenhadas. Em alguns casos foram realizadas

medições para descobrir eventuais erros e omissões e aposteriori retificadas em obra

para se avançar com a compra de materiais.

No anexo 3 apresenta-se o mapa de medições, utilizado assim como as medições

realizadas em obra, pelo estagiário, para encomenda dos ladrilhos (azulejos e mosaicos).

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2.1.4. Preparação de processos de consulta (Subempreitadas/fornecedores)

A primeira fase do processo de consultas, e para que fornecedores e

subempreiteiros possam apresentar propostas, é a organização dos elementos base

(memória descritiva, caderno de encargos, condições técnicas, mapa de quantidades e

prazos).

Nas subempreitadas há, em regra, que distinguir dois casos: as que resultam da

especialização técnica dos trabalhos (instalações mecânicas, elétricas, entre outros); e as

empreitadas de mão-de-obra (assentamento de tijolo, ladrilhos, entre outros).

Nesta fase o estagiário organizou os processos por especialidades, começando pela

consulta das empreitadas de especialização técnica dos trabalhos (Instalações mecânicas

e elétricas), visto a obra se situar numa zona em que a empresa não tinha muita

experiência de atuação e portanto desconhecendo um pouco o mercado local, o que

tornou uma situação morosa e difícil, tendo sido necessário contactar empresas de

outras zonas geográficas sem ser da cidade (Viseu) a quem depois se veio a adjudicar as

subempreitadas.

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Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4

Caderno de encargos Memória descritiva Peças desenhadas Definir condições de apresentação de propostas pelos subempreiteir os. Envio das consultas Registo no mapa de consultas dos subempreiteir os contactados.

Figura n.º 9: Mapa de consultas

Na Figura n.º 8

apresentam-se os passos para realização de consultas a

subempreiteiros e/ou fornecedores.

Para organização das consultas, o estagiário elaborou um mapa de consultas Figura

n.º 9, onde registava os subempreiteiros contactados, contactos, data do envio da

consulta assim como data em que era recebida a proposta (anexo 4).

2.1.5. Análise e comparação das propostas

Após a receção das propostas de preços apresentadas pelos subempreiteiros e/ou

fornecedores, uma primeira análise passava por verificar se estas reuniam as condições

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Figura n.º 10: Mapa comparativo

necessárias para execução da empreitada, no prazo estabelecido e com a qualidade final

pretendida. Tinha-se em linha de conta as avaliações internas feitas aos

fornecedores/subempreiteiros em termos de capacidade técnica, capacidade económica,

gestão contratual e disponibilidade para recuperar eventuais atrasos no planeamento.

Reunidas as condições anteriores, elaborava-se um mapa comparativo Figura n.º 10

para efetuar uma comparação das propostas enviadas pelos vários subempreiteiros e/ou

fornecedores.

O mapa era realizado utilizando uma folha de cálculo do Microsoft Excel (anexo 5).

Este era constituído pela descrição dos trabalhos/materiais, pelos preços de venda e

pelos preços propostos. No mapa eram em média consideradas cinco propostas de

subempreiteiros e/ou fornecedores.

Durante a análise do mapa, a direção da obra (Diretor de obra e estagiário) ficavam

com a noção dos desvios (perdas ou ganhos), quais os artigos que necessitavam de

procurar alternativas economicamente mais viáveis, mas que garantiam o mesmo nível

de qualidade e respeitando o caderno de encargos.

Na Figura n.º 11

apresenta-se as etapas que se efetuavam para análise e comparação

de propostas.

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Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4

Análise das propostas Elaboração dos mapas comparativos Análise de preços Negociação/ adjudicação

Figura n.º 11: Análise e comparação de propostas

Os ganhos eram estabelecidos em percentagem (%) pela administração da empresa,

o que nalguns trabalhos foi tarefa difícil de conseguir visto o preço de venda ser

reduzido.

2.1.6. Negociação e adjudicação

Quando realizada a comparação das propostas e o estudo das alternativas,

passava-se ao processo de negociação e respetiva adjudicação.

As propostas eram sempre negociadas de forma a conseguir ainda um preço mais

baixo.

A melhor proposta era aquela que respondia a todos os requisitos, sendo o principal

a binómio preço/qualidade. Contudo existiam outros fatores importantes tais como:

condições de pagamento, capacidade técnica e financeira do subempreiteiro e

capacidade de resposta ao nível de pessoal para obra.

Na fase final deste procedimento era realizada a adjudicação, ao subempreiteiro

e/ou fornecedor através de correio eletrónico ou fax onde se mencionava o tipo de

empreitada, valor, prazos e condições de pagamento. Nesta resposta seguia em anexo o

mapa de quantidades com os valores unitários obtidos através da proposta do

subempreiteiro e/ou fornecedor.

Na Figura n.º 12 pode-se observar um extrato do mapa de quantidades (anexo 6)

enviado para fornecimento de material.

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Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4

Reunir documentação técnica e/ou amostras Análise da documentação técnica e/ou amostras Propor aprovação à fiscalização Decisão da fiscalização

Figura n.º 13: Aprovação de materiais

Figura n.º 12: Mapa de quantidades de ladrilhos

2.1.7. Aprovação de materiais

Após a negociação e adjudicação do fornecimento de materiais, estes tinham de

merecer a aprovação explícita da fiscalização da obra.

Para isso solicitava-se, ao fornecedor, as especificações técnicas e declaração de

conformidade dos produtos para comprovar que cumpriam as especializações patentes

nas peças contratuais, em especial no caderno de encargos. Muitas vezes foi também

necessário solicitar amostras dos materiais.

Na Figura n.º 13

apresenta-se um esquema onde são ilustradas as etapas realizadas

para aprovação dos materiais da obra.

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Relatório de Estágio (Direção técnica de obra) Nuno Tomé, n.º1008204

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O estagiário desenvolveu um boletim Figura n.º 14 de registo de aprovação de

material (anexo 7). Este depois de analisado e assinado pela fiscalização servia de

comprovativo conforme o material proposto tinha ou não sido aprovado.

2.1.8. Aprovação de subempreitadas

A subcontratação no decurso da execução da empreitada carece de autorização do

dono de obra. Esta depende da verificação da capacidade técnica e económica dos

subempreiteiros.

Na comunicação da subempreitada ao dono de obra o empreiteiro envia os

documentos comprovativos da capacidade técnica e financeira de cada subempreitado.

Os documentos enviados são os seguintes:

o

contrato de subempreitada de obras públicas (anexo 8);

o

declaração de subempreitada (anexo 9);

o

alvará ou título de registo emitido pelo INCI (anexo 10);

o

declaração de não dívida as finanças (anexo11);

o

declaração de não dívida à segurança social (anexo 12);

o

certidão permanente (anexo 13);

o

seguro de acidentes de trabalho (anexo 14).

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Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4

Reunir e analisar documentação da capacidade técnica e financeira Elaboração do contrato de subempreitada e declaração Propor aprovação à fiscalização Decisão da fiscalização

Na Figura n.º 15

apresenta-se um esquema da metodologia e os diferentes passos

para aprovação de subempreitadas.

2.1.9. Acompanhamento dos subempreiteiros

Após a adjudicação aos subempreiteiros eram fornecidos todos os elementos

necessários para execução dos trabalhos que lhes competiam. Antes de iniciarem os

trabalhos determinava-se a carga de pessoal e equipamentos, em função das

necessidades da obra e do rendimento da equipa.

À direção de obra competia verificar se estes cumpriam os objetivos que lhes eram

propostos e se o trabalho era bem executado. A melhor forma de controlar os trabalhos

foi recorrer a um planeamento semanal, efetuando uma reunião com os subempreiteiros,

para programar as atividades assim como a sequência das mesmas. Sempre que existiam

desvios, solicitava-se o reforço ou reorganização das equipas aos subempreiteiros.

Estas ações por parte da direção de obra tinham de ser constantes para que o

objetivo final fosse cumprido, recorrendo por vezes a uma certa pressão, sobre os

subempreiteiros.

Na Figura n.º 16

apresenta-se um esquema ilustrado a forma como a direção de

obra acompanhava os trabalhos dos subempreiteiros.

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Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3

Fornecimento de todos os elementos necessários Acompanhamento das atividades Controlo de qualidade

2.1.10. Controlo de qualidade

O controlo de qualidade pretendia assegurar que a obra possuísse as características

definidas no caderno de encargos. Para se poder garantir o efetivo controlo de qualidade

foi fundamental a direção de obra acompanhar de perto o decorrer das atividades.

2.1.11. Controlo de custos

O controlo de custos em obras é um processo crítico para o desempenho

operacional, económico e financeiro de uma empresa. Tem por objetivo permitir e

manter a empresa informada do valor dos trabalhos realizados, bem como o valor da

empreitada.

Para tal, a direção de obra elaborava mensalmente autos de medição com o dono de

obra e subempreiteiros, atualizando também o mapa de saldos. O estagiário foi

responsável pela realização dos autos de medição das subempreitadas (anexo 15).

Na Figura n.º 17 pode-se observar um extrato de um dos autos elaborados pelo

estagiário.

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Relatório de Estágio (Direção técnica de obra) Nuno Tomé, n.º1008204

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2.1.12. Final da empreitada

Quando a obra terminou, de acordo com os projetos e caderno de encargos, a

direção de obra solicitou a pré-vistoria, com a elaboração do auto de receção provisória

onde se anotaram as deficiências encontradas definindo uma data limite para a sua

correção. A entidade executante entregou também ao dono de obra as telas finais.

2.2. Direção técnica de obra

No decorrer do estágio surgiu a oportunidade de o estagiário exercer a função de

diretor de obra de uma pequena empreitada. Sendo que a obra atribuída foi “Obras de

conservação/2011 na escola básica de Silgueiros e na escola básica padre Franklin”.

(29)

18

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2.2.1. Caracterização da obra

A empreitada referida no número anterior diz respeito a obras em escolas distintas e

a trabalhos a executar diferentes em cada escola.

Os trabalhos na escola básica de Silgueiros, localizada no concelho de Viseu, dizem

respeito ao levantamento da rede existente, ao fornecimento e colocação da nova

vedação sobre o muro existente, a adaptação do muro e a substituição de um troço de

muro que estava danificado.

O objeto dos trabalhos a executar na escola básica padre Franklin em Vieira de

Leiria, concelho da Marinha Grande, era: montagem e instalação de uma plataforma

elevatória vertical, para ajudar pessoas com mobilidade reduzida na acessibilidade ao

piso superior e todos os trabalhos complementares.

2.2.2. Preparação de obra

Embora fosse uma obra pequena, os métodos de trabalho foram os mesmos de uma

obra de escala maior. Deste modo o estagiário, ao efetuar o estudo prévio da obra, optou

por dividir os trabalhos em que seriam necessários recorrer a subempreitadas e os

trabalhos a executar com pessoal da empresa.

Dado que a obra tinha um prazo de execução curto, 60 dias correntes, e a

fiscalização da obra ter solicitado para que se possível não existisse sobreposição de

trabalhos entre as escolas de Silgueiros e Padre Franklin visto a fiscalização ser a

mesma e não ter meios para se deslocar na mesma altura para Vieira de Leiria, deu-se

prioridade à adjudicação dos trabalhos mais morosos (fabrico e montagem da nova

vedação e instalação da plataforma elevatória).

(30)

19

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2.2.3. Acompanhamento das atividades na escola básica de Silgueiros

Nesta fase o estagiário acompanhou as equipas de trabalho no terreno, dirigindo-as,

traçando o caminho para que não existisse desvio no tempo de modo a que se

conseguisse cumprir com as datas de execução da obra.

2.2.3.1. Levantamento da rede existente

O início dos trabalhos começou pela remoção da rede existente Figura n.º 18.

Durante a realização dos trabalhos já mencionados, analisou-se a situação dos vários

desníveis do muro existente, o que trazia maior dificuldade e atraso na produção e

aplicação da nova vedação.

2.2.3.2. Adaptação do muro existente

Efetuando uma análise custo/benefício, optou-se por regularizar o muro existente

em módulos múltiplos de 3m como se pode observar na Figura n.º 19 e Figura n.º 20. O

(31)

20

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binómio custo/benefício, foi realizado de forma simples e rápida, sendo mesmo

realizado na obra.

Analisou-se o custo acrescido à produção da nova vedação em módulos irregulares

e o tempo de produção, verificando que se os trabalhos avançassem sem a adaptação do

muro ter-se-ia um custo mais elevado e um tempo superior de produção da vedação.

Com a decisão de adaptação do muro foi possível reduzir o tempo de produção,

embora não se tenha conseguido o tempo pretendido que era de 2 a 3 semanas, gastando

mais de 3 semanas para a sua produção. Sem adaptação do muro o tempo de produção

da vedação seria de 4 semanas.

2.2.3.3. Substituição do muro danificado

Em primeiro lugar forma identificados os troços de muro a substituir e o motivo destes

se encontrarem danificados como se pode observar na Figura n.º 21.

(32)

21

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Identificados os troços do muro a substituir procedeu-se então a demolição dos

respetivos troços. Para que a demolição ocorre-se nos troços identificados, foi

necessários desligar estes do restante muro efetuando cortes na vertical como demonstra

Figura n.º 22.

Figura n.º 21: Estado do muro existente

(33)

22

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Demolidos os troços do muro observou-se que a causa de o muro se encontrar

danificado, era a existência de raízes das árvores de grande porte nas fundações do

muro. Para que no futuro não voltasse a ocorrer esta situação, a direção de obra propôs à

fiscalização o abate destas, sendo aceite pela fiscalização e pelo diretor da escola.

2.2.4. Acompanhamento das atividades na escola básica padre Franklin

As tarefas realizadas nesta escola incluíam a instalação e montagem da plataforma

elevatória vertical bem como todos os trabalhos complementares necessários.

2.2.4.1. Trabalhos complementares

A preparação destes trabalhos foi mais importante do que a montagem e instalação

da plataforma. Sendo a distância da obra a sede da empresa um constrangimento, para

agendar alguns trabalhos que necessariamente ter-se-ia de recorrer a subempreitada.

Apesar de os trabalhos serem simples, estes eram de extrema importância, dado

estar previamente agendado o dia do início da montagem da plataforma não podendo

haver atrasos. Na Figura n.º 23

pode-se observar os trabalhos de adaptação dos vãos em

alumínio pelo subempreiteiro e trabalhos de pinturas.

(34)

23

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2.2.4.2. Montagem e instalação da plataforma

Para a montagem e instalação da plataforma foi contratada uma empresa

especializada neste tipo de trabalhos, a empresa contratada foi a representante da marca

da plataforma (THYSSENKRUPP).

Após montagem da estrutura exterior da plataforma, conforme a Figura n.º 24

e

Figura n.º 25, procedeu-se à montagem e instalação das componentes eletrónicas. Como

a plataforma era usada, surgiram então alguns contratempos com algumas componentes,

vistos não aparecerem e outras se encontrarem danificadas sem condições de reparação.

(35)

24

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A direção da obra, em colaboração com os técnicos especializados, notificou a

fiscalização da situação, uma vez o equipamento ser da responsabilidade do dono de

obra. Sendo necessário solicitar as componentes fora do território nacional o que por sua

vez traria um atraso significativo a conclusão dos trabalhos. Devido a esta situação a

obra teve um atraso de 3 semanas para além do que estava previsto.

2.3. Apoio à direção de obra

Nesta fase o estagiário apoiou a direção de obra na fase inicial, com a função de

elaborar plano de estaleiro, plano de trabalhos, plano de segurança e saúde, lista de erros

e omissões. A obra em questão era a “Requalificação das margens do rio Côa entre a

ponte do açude e a praia fluvial

”.

(36)

25

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2.3.1. Caracterização da obra

O âmbito desta obra era a construção e requalificação das margens do rio Côa entre

a ponte do açude e a praia fluvial. Esta era constituída por um edifício que contemplava

instalações sanitárias e um bar. Incluía-se ainda a requalificação ambiental da

envolvente – com acessos pedonais, mobiliário urbano, criação de estadia e

enquadramento (miradouro e instalações sanitárias/bar) atravessamentos pedonais

(passadiços em madeira), sementeiras e plantações.

A área total de intervenção foi de aproximadamente 50625 m

2

, onde se incluía a

área de implantação do edifício a qual era cerca de 62 m

2

.

Na Figura n.º 26

encontra-se o plano geral da área de intervenção das margens do

rio Côa.

Figura n.º 26: Plano geral da requalificação das margens do rio Côa – Sabugal

Fonte: peças desenhadas da obra

(37)

26

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2.3.2. Plano de estaleiro

Pode definir-se plano de estaleiros como a descrição gráfica da implantação do

estaleiro. A localização do estaleiro foi estudada sobre aspetos como: condições do

terreno, acessos, condições de segurança e custos com a implementação. Para isso a

direção de obra deslocou-se ao local da obra para estudar a zona ideal para instalação do

estaleiro.

No plano de instalação do estaleiro, assegurou-se o acesso de homens, materiais e

máquinas. Estabeleceram-se a sinalização e as vias de circulação no interior do

estaleiro. Estudou-se a localização de diversas instalações e equipamentos,

nomeadamente:

o

zonas de armazenamento de diversos materiais;

o

escritório de obra;

o

ferramentaria;

o

instalações sanitárias.

Este plano apresenta-se no anexo 16, na Figura n.º 27

pode-se observar um extrato

do plano.

(38)

27

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2.3.3. Plano de trabalhos

O processo de planeamento é uma das mais importantes responsabilidades da

construção. O planeamento é uma atividade crucial para a sua boa gestão, sendo que o

correto planeamento é um fator chave para o sucesso dos trabalhos.

Antes de iniciar o plano de trabalhos Figura n.º 28, o estagiário começou por definir

quais as tarefas necessárias, bem como: subtarefas, data de conclusão da obra, duração

de cada tarefa e os recursos existentes. A data de conclusão implica conhecer também a

data de início da obra. Refira-se que o prazo da obra começa a ser contabilizado no dia

seguinte à data do auto de consignação ou após a data de aprovação do plano de

segurança e saúde.

Após uma revisão com o diretor de obra o plano de trabalhos foi posteriormente

entregue à fiscalização, para aprovação.

No anexo 17 apresenta-se o plano de trabalhos elaborado com recurso ao Microsoft

Project

.

(39)

28

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2.3.4. Plano de segurança e saúde

O plano de segurança e saúde visa a implementação das condições de segurança em

obra, dando assim o comprimento ao Decreto-Lei n.º 273/2003 de 29 de outubro.

Pretende-se com a sua implementação reunir a informação relevante em matéria de

segurança e saúde tendo em vista diminuir os riscos de acidente e de doença profissional

e criar as melhores condições de proteção para os trabalhadores.

Seguidamente apresentar-se-ão os principais componentes de um plano de

segurança e saúde.

2.3.4.1. Objetivos do plano de segurança e saúde

O plano de segurança e saúde pretende responder ao exigido na legislação em vigor

e tem os seguintes objetivos principais:

o

realizar todos os trabalhos de forma a proporcionar a todos os trabalhadores

da obra condições de segurança e saúde adequadas;

o

alcançar bons níveis de produtividade decorrentes de boas condições de

trabalho;

o

minimizar os índices de sinistralidade laboral e os custos sociais e

económicos resultantes de acidentes;

o

realizar todos os trabalhos com a qualidade específica, adequadamente

organizados e ambientalmente corretos.

2.3.4.2. Princípios de atuação

O alcance dos objetivos mencionados anteriormente deve basear-se num conjunto

de princípios de atuação que deverão ser assumidos pela direção técnica da empreitada

perante o dono de obra e fiscalização, nomeadamente:

(40)

29

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o

cumprir toda a legislação e regulamentação do âmbito da segurança e saúde

no trabalho;

o

evitar os riscos desnecessários, avaliando e combatendo na origem os riscos

que possam ser evitados;

o

planear, para todas as atividades com riscos associados, as medidas de

prevenção e as medidas necessárias;

o

adaptar o trabalho ao homem, especialmente no que se refere à conceção

dos postos de trabalho, bem como à escolha dos equipamentos de trabalho,

dos processos construtivos e métodos de trabalho utilizados na produção;

o

dar prioridade às medidas de proteção coletiva em relação às de proteção

individual;

o

registar o planeamento das ações e a sua realização de forma a evidenciar a

sua preparação e execução;

o

reconhecer os direitos e deveres dos trabalhadores, os quais deverão ser

envolvidos na implementação das medidas preventivas planeadas;

o

incentivar os trabalhadores a zelarem pela sua própria segurança e pela dos

colegas que possam ser afetados pelas suas ações;

o

promover as necessárias ações para dar instruções adequadas aos

trabalhadores, de modo a que sejam compreendidas por todos as ações a

implementar para assegurar a segurança no trabalho.

2.3.4.3. Plano de proteções coletivas

As proteções coletivas devem ser uma prioridade, conforme determina a legislação,

uma vez que beneficiam todos os trabalhadores. Os equipamentos de proteção coletiva

devem ser mantidos nas condições pelos especialistas em segurança, ou seja, devem ser

reparados sempre que apresentem qualquer deficiência.

De seguida são enumerados alguns cuidados a ter com os equipamentos de

proteções coletivas utilizados em obra:

(41)

30

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o

vedação e sinalização: conveniente da obra e interdição de pessoas

estranhas ao trabalho;

o

utilização de guarda–corpos sem proteção de aberturas em alturas e

escavações;

o

utilização de redes de proteção exterior;

o

utilização de escada de mão em bom estado e de forma adequada;

o

execução adequada de andaimes;

o

execução de plataformas de trabalho e respetivas proteções sempre que

necessário, nomeadamente na execução de cofragens de pilares e de

paredes;

o

execução adequada de entivações;

o

manter a limpeza e arrumação do estaleiro;

o

garantir caminhos de circulação de pessoas e equipamentos;

o

garantir o bom estado de conservação do equipamento:

o

manter em dia as inspeções periódicas de manutenção de

equipamentos;

o

verificar o bom estado de cordas, cabos e ganchos;

o

escadas de mão adequadas, sem montantes ou degraus rachados ou

sem resistência.

o

garantir a correta utilização do equipamento:

o

afixar a placa identificativa da capacidade máxima de cargas nos

equipamentos de elevação;

o

não ultrapassar a carga máxima de utilização no monta-cargas,

gruas, entre outros;

o

utilização de máquinas por pessoal habilitado (condutores têm por

exemplo ter a carta de pesados);

o

proibição de utilização de equipamentos em reparação;

o

abastecimento de combustível com os motores desligados;

o

ferramentas elétricas devem ter proteção de terra.

(42)

31

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2.3.4.4. Plano de proteções individuais

Por equipamento de proteção individual (EPI) entende-se por qualquer

equipamento, ou acessório, destinado a uso pessoal do trabalhador para proteção contra

riscos suscetíveis de ameaçar a sua segurança ou saúde no desempenho das tarefas que

lhe estão confiadas.

Os EPI devem ser utilizados sempre que os riscos existentes não puderem ser

evitados de forma satisfatória por meios técnicos de proteção coletiva ou por medidas,

métodos ou processos de organização do trabalho (o decreto-lei n.º 348/93, de 1 de

outubro e a Portaria 988/93, de 6 de outubro, definem as regras de utilização dos

equipamentos de proteção individual). Os EPI devem ser utilizados também como

medidas preventivas complementares de outras sempre que se considere justificável.

Antes da utilização de qualquer equipamento EPI, a direção técnica da empreitada

deverá assegurar que são transmitidas, ao trabalhador que vai utilizar o EPI, todas as

instruções necessárias para o correto uso do equipamento e os riscos que esses EPI

pretendem proteger fase as tarefas que o trabalhador irá desempenhar. Ao trabalhador

caberá a responsabilidade de respeitar as instruções de utilização e participar todas as

anomalias ou defeitos que detete no equipamento.

Os EPI obrigatórios são: o capacete de proteção, botas de proteção, luvas de

proteção e o colete de alta visibilidade.

Na frente do capacete deverá ser posto por colagem adequada (impermeável) a

identificação da entidade empregadora (Reis, 2008).

O plano de segurança e saúde elaborado pelo estagiário foi posteriormente revisto

pelo diretor de obra sendo depois enviado à fiscalização para aprovação. O plano

encontra-se no anexo18.

(43)

32

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2.3.5. Erros e omissões

Não existe no Código dos Contratos Públicos (CCP) uma definição específica de

erros e omissões.

Para alguns autores, ”Omissão“ consiste num trabalho indispensável à execução

da empreitada, mas que não consta do projeto ou não consta para efeitos de

remuneração do empreiteiro no mapa de medições.

Um ”Erro“ consiste na incorreta

quantificação, no projeto ou no mapa de medições, de um trabalho indispensável à

execução da empreitada.

Com base na elaboração da lista de erros e omissões Figura n.º 29, o estagiário

analisou o processo de erros e omissões apresentados em fase de concurso apresentados

pelos concorrentes. Efetuou-se uma análise dos erros e omissões, retificando medições e

estudando os projetos das diferentes especialidades. Para além dos erros e omissões

apresentados em fase de concurso e não aceites pelo dono de obra, o estagiário

apresentou também os erros e omissões não detetados na fase de concurso.

Após uma revisão efetuada pelo diretor de obra a lista de erros e omissões foi

enviada para a fiscalização. No anexo19, encontra-se a lista realizada pelo estagiário.

(44)

33

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(45)

34

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3. Conclusão

A formação como profissional de Engenharia Civil inicia-se no primeiro dia de

curso, mas jamais termina. Trata-se de uma aprendizagem contínua, em que as

alterações dos materiais e das técnicas de execução obrigam por parte do Engenheiro

uma constante atualização.

Após a realização deste estágio, conclui-se que o estagiário ultrapassou as

expectativas ao colocar em prática os objetivos propostos no plano de estágio.

Salienta-se o apoio e confiança de todos que colaboraram com o estagiário e depositaram nele,

permitindo-lhe intervir de forma construtiva no debate, na construção e realização de

várias atividades desenvolvidas ao longo do estágio.

O estágio potenciou-lhe a aquisição de novos conhecimentos nomeadamente em

direção de obra, pois há uma diferença entre aquilo que se estuda em projeto e o

executado em obra. Em obra as contrariedades surgem quando menos se espera, para as

ultrapassar é necessário, aquilo que na gíria se chama “engenho” que se vai adquirindo

através da prática do dia-a-dia.

É com sentimento de profunda satisfação e de objetivo cumprido que o estagiário

termina esta etapa da vida.

(46)

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4. Bibliografia

Livros

Branco, J. Paz “Organização de Estaleiros na Construção Civil” E.P. Gustave

Eiffel, 1993, 388pág.

Reis, A. Correia “Organização e Gestão de Obras” Edições Técnicas E.T.L., Ld

a

,

Lisboa, 2008, 436pág.

Legislação

Decreto-Lei n.º 18/2008 de 29 de Janeiro de 2008, Diário da República n.º20,

1.

a

Série, Ministério das Obras Públicas Transportes e Comunicações, Lisboa

Decreto-Lei n.º 273/2003 de 29 de Outubro de 2003, Diário da República n.º 251, I

Série-A, Ministério da Segurança Social e do Trabalho, Lisboa

(47)

 

 

Anexo 1

Plantas da Obra “Ampliação de equipamento para centro escolar do Viso – EB1+JI –

(48)

1 - Rampa - deficientes 2 - Acesso 3 - Hall 4 - Zona de trabalho 5 - Sala de aulas 6 - Aquecimento

7 - Instalações sanitárias dos professores 8 - Sala dos professores

9 - Coberto 10 - Rampa

11 - Arrumos de lenha

12 - Escada de acesso ao piso 1

13 - Instalações sanitárias dos alunos - rapazes 14 - Instalações sanitárias dos alunos - meninas 15 - Copa - leite

16 - Arrumos do material de limpeza 5 9 11 10 12 13 14 5 16 15 3 8 6 7 6 2 4 4 1 C1 C1 C2 C2 C6 C6 Dezembro 2009

5

A

ARQUITECTURA/ EXECUÇÃO PLANTA DO R/C (Existente) Viso - Viseu

CENTRO ESCOLAR DO VISO - EB1 + JI

WWW.CARLOSMCCHAVES.COM [email protected] ... [email protected] ... 96 829 46 61

carlos mc chaves-arquitecto,lda

rua d. duarte nº 100, 1º esq. 3500-120 ,viseu-tel./fax 232431615 Não é permitida a utilização e reprodução deste desenho sem prévia autorização do autor

Resp. Esc: 1/100

CAMARA MUNICIPAL DE VISEU

(49)

Dezembro 2009

6

A

ARQUITECTURA/ EXECUÇÃO

PLANTA DO PISO (Existente) Viso - Viseu

CENTRO ESCOLAR DO VISO - EB1 + JI

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Resp. Esc: 1/100

CAMARA MUNICIPAL DE VISEU

EXECUÇÃO

3 - Hall

4 - Zona de trabalho 5 - Sala de aulas 6 - Aquecimento

7 - Instalações sanitárias dos professores 8 - Sala dos professores

13 - Instalações sanitárias dos alunos - rapazes 14 - Instalações sanitárias dos alunos - meninas 15 - Copa - leite

16 - Arrumos do material de limpeza 5 13 14 5 16 15 3 8 6 7 6 4 4 C1 C1 C2 C2 C6 C6

(50)

Dezembro 2009

7

A

ARQUITECTURA/ EXECUÇÃO

PLANTA DE COBERTURA (Existente) Viso - Viseu

CENTRO ESCOLAR DO VISO - EB1 + JI

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Resp. Esc: 1/100

CAMARA MUNICIPAL DE VISEU

EXECUÇÃO

C1 C1

C2 C2

C6 C6

(51)

Dezembro 2009

8

A

ARQUITECTURA/ EXECUÇÃO

CORTES (Existente) Viso - Viseu

CENTRO ESCOLAR DO VISO - EB1 + JI

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Resp. Esc: 1/100

CAMARA MUNICIPAL DE VISEU

EXECUÇÃO CORTE C1

CORTE C2

(52)

Dezembro 2009

9

A

ARQUITECTURA/ EXECUÇÃO

ALÇADOS (Existente) Viso - Viseu

CENTRO ESCOLAR DO VISO - EB1 + JI

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Resp. Esc: 1/100

CAMARA MUNICIPAL DE VISEU

EXECUÇÃO

503.30

502.77 502.72 502.72

502.72 502.73 502.79 502.78 502.80 502.86

ALÇADO PRINCIPAL

(53)

Dezembro 2009

10

A

ARQUITECTURA/ EXECUÇÃO

ALÇADOS (Existente) Viso - Viseu

CENTRO ESCOLAR DO VISO - EB1 + JI

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Resp. Esc: 1/100

CAMARA MUNICIPAL DE VISEU

EXECUÇÃO 502.86 502.80 503.10 503.20 502.77 503.10

ALÇADO LATERAL ESQUERDO ALÇADO POSTERIOR

(54)

Dezembro 2009

11

A

- ARQUITECTURA . EXECUÇÃO

PLANTA DO R/C (Confrontos) Viso - Viseu

CENTRO ESCOLAR DO VISO - EB1 + JI

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Resp. Esc: 1/100

CAMARA MUNICIPAL DE VISEU

EXECUÇÃO Elementos a demolir LEGENDA: Elementos a construir C1 C2 C3 C1

Planta do R/Chão

C5 C5 C4 C4 C2 C3

(55)

Dezembro 2009

12

A

- ARQUITECTURA . EXECUÇÃO

PLANTA DE COBERTURA (Confrontos) Viso - Viseu

CENTRO ESCOLAR DO VISO - EB1 + JI

WWW.CARLOSMCCHAVES.COM [email protected] ... [email protected] ... 96 829 46 61

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Resp. Esc: 1/100

CAMARA MUNICIPAL DE VISEU

EXECUÇÃO C1 C2 C3

Planta do Piso 1

C1 C5 C5 C4 C4 C2 C3 Elementos a demolir LEGENDA: Elementos a construir

(56)

Dezembro 2009

13

A

- ARQUITECTURA . EXECUÇÃO

ALÇADOS (Confrontos) Viso - Viseu

CENTRO ESCOLAR DO VISO - EB1 + JI

WWW.CARLOSMCCHAVES.COM [email protected] ... [email protected] ... 96 829 46 61

carlos mc chaves-arquitecto,lda

rua d. duarte nº 100, 1º esq. 3500-120 ,viseu-tel./fax 232431615 Não é permitida a utilização e reprodução deste desenho sem prévia autorização do autor

Resp. Esc: 1/100

CAMARA MUNICIPAL DE VISEU

EXECUÇÃO

Alçado Principal

Alçado Lat. Direito

Alçado Posterior

Alçado Lat. Esquerdo

Elementos a demolir

LEGENDA:

(57)

Dezembro 2009

14

A

- ARQUITECTURA . EXECUÇÃO

PLANTAS (Proposto) Viso - Viseu

CENTRO ESCOLAR DO VISO - EB1 + JI

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Resp. Esc: 1/100

CAMARA MUNICIPAL DE VISEU

EXECUÇÃO

Planta do R/Chão

1,25 2,7 C1 503.20 C5 C5 C4 C4 C1 C2 C2 C3 C3 Sala de Actividades 50.60 m2 Sala de Actividades 50.00 m2

Arr. Mat. Exterior 6.45 m2 I. San. Adultos 6.20 m2 I. San. Def. 2.90 m2 Átrio 14.90 m2 Gabinete 11.10 m2 Ar. Mat. Didáctico 4.20 m2 I. San. Crianças 12.75 m2 Vestiário 7.80 m2 Corredor/Circulação 8.20 m2 Copa de Apoio Despensa Ar. Mat. Limpeza

1.15 m2 Comp. Caldeira 8.45 m2 Sala Polivalente 120.90 m2 Sala de Professores 15.65 m2 Pátio Descoberto 14.82 m2 Biblioteca 55.95 m2 Recreio Interior 68.15 m2 Arrumos 3.35 m2 Sala de Atendimento 10.05 m2 I. San. Def. 5.40 m2

Vest. Pessoal Aux. 6.30 m2

I. San. Pessoal Aux. 3.85 m2 Sala de Aulas 51.85 m2 Zona de Trabalho 11.00 m2 Sala de Aulas 51.85 m2 Zona de Trabalho 10.00 m2 I. San. Meninas 10.30 m2 I. San.Rapazes 10.25 m2 Hall 39.55 m2 Área Técnica 3.35 m2 503.30 503.20 503.18 503.00 502.90 503.16 Extr. M.L Fr. Frn.+M.o Antecâmara 5.50 m2 P1 (25x25) (25x25)P2 (25x25)P3 P4 (25x25) (25x25)P5 P6 (25x25) P7 (25x25) P8 (20x25) P9 (25x25) P10 (25x25) P11 (25x25) P12 (25x25) P13 (25x25) P14(25x25) (25x25)P15 P16 (25x25) P17 (25x20) P18 (25x25) P19 (25x25) P20 (25x20) P21 (25x25) P22 (20x25) P23 (25x25) P24 (25x25) P25 (25x25) P26 (25x25) P27 (25x25) P28 (25x25) P29 (25x25) P30 (25x20) P31 (25x25) P32 (25x25) P33 (25x25) P34 (25x25) P35 (25x25) (25x25)P36 P37 (25x25) P38 (25x25) P39 (25x25) P40 (25x25) P41 (20x25) P42 (20x25) P43 (20x25) P47 (25x25) V1 V2 V3 V4 V5 V6 V1 V6 V6 V6 V6 V6 V7 V8 V9 V10 V11 V12a V12b V13 V14 V15 V16 V17 Ve.2 Ve.1

Ve.2 Ve.2 Ve.2

Ve.4 Ve.4 Ve.4 Ve.2 Ve.4 Ve.5 Ve.5 Ve.5 Ve.5 V2 V2 Ve.2

Ve.2 Ve.2Ve.2

Ve.3 Mob. 1 P4 P5 P5 P6 P7 P2 P1 P3 P8 P1 Pn2 P6 P6 P6 P6 P9 P10 Pn3 Pn1 Pn1 Pn1 QEl. QAvac QEl. QExist. QInc. QEl. 2,45 2,2 4,36 3,4 3,5 3,4 4,5 4,47 8,15 7,1 1,3 5,96 9,5 2,46 3,67 1,76 1 4,96 2,67 3,05 1,8 7,72 15,45 3,74 3,98 1,11 1,32 1,77 1,85 1,7 1,75 1,8 1,15 0,15 2,92 0,9 0,5 7,91 6,36 3 11,75 8,65 8,46 4,39 2,1 3,09 1,11 1,43 11,36 3,56 3,05 5,26 1,4 3,02 2,97 3,74 3,5 2,27 1,6 1 0,8 3,5 1,35 3,1 8,85 2,1 5,8 14,72 0,75 1,75 1,75 3,06 0,8 1,7 3,03 2,5 4,8 8,91 3,5 Quadro Negro Quadro Negro Hall/Circulação Sala de Aulas Zona de Trabalho

Ar. Mat. Limpeza Copa I. San. Meninas I. San. Rapazes

Sala de Aulas Zona de Trabalho

I. San. Professores Sala dos Professores

C1 C2 C3

Planta do Piso 1

C1 C5 C5 C4 C4 C2 C3 Ve.8

Ve.2 Ve.2 Ve.2

Ve.2 Ve.2 Ve.6 Ve.7 Ve.2 Ve.2 Ve.3 Ve.3 Ve.4 Ve.4 Ve.4 Ve.4 Ve.5 Ve.5 Ve.5 Ve.5 Ve.6 Ve.6 Ve.6 Quadro Negro Quadro Negro

Referências

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