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Aula6- HORMÔNIOS VEGETAIS

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Academic year: 2021

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• 1905

– Starling: hormônio, do grego “horman”(estimular)

• 1913

– Boysen-Jensen: primeiras evidências do envolvimento

químico na resposta fototrópica de coleoptiles

• 1934

– Gane: detecção de etileno em tecidos vegetais

• 1942

– Haagen-Smit et al.: detecção de AIA

• 1958

– MacMillan e Suter: detecção de giberelinas

• 1963

– Lethan: detecção de citocininas

• 1965

– Cornforth et al: detecção de ABA

• 1979

– Grove et al: detecção de brassinosteróides

• 1980

– Ueda e Kato: detecção do ácido jasmônico

• 1991

– Pearce et al: detecção da sistemina

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Substância orgânica, não nutritiva,

ativa em baixas concentrações e que,

formadas em certas partes da planta,

podem ser translocadas para outras

partes, onde atuam como moléculas

sinalizadoras. Também podem ser

ativas nos próprios sítios de produção

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AMBIENTE EXTERNO

Coordenação e controle do desenvolvimento

- sistema nervoso

- sistema endócrino

- hormônios

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Fitohormônio

Regulador vegetal

Regulador de crescimento vegetal

Fitorregulador

Substância de crescimento

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lipofílicos hidrossolúveis: H L Célula Vegetal Vacúolo R H H R R R L L R R L L R Receptores

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R H L R R R L H Fatores de transcrição

Nova

Proteína

Expressão gênica

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Aplicação de substância quimicamente análoga ao

hormônio

Aplicação de inibidores da biossíntese ou ação

Dosagem do hormônio no tecido (dose x resposta)

Uso de linhagens mutantes deficientes ou com

super expressão do hormônio

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Auxinas

Giberelinas

Citocininas

Etileno

ácido abscísico

Brassinosteróides

Jasmonatos

Ácido salicílico

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Locais de síntese:

Meristema apical caulinar.

Folhas jovens.

Frutos jovens e sementes.

Pouco em ápices radiculares.

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Outras auxinas naturais menos ativas que AIA.

Ácido 4- cloro-indol-3-acético

Ácido fenilacético

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Transporte pode ser polar:

Basípeto, ou seja, do ápice para a base da planta.

Ou Acrópeto, do ápice radicular para o córtex radicular

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 Auxinas são substâncias lipofílicas.

 Têm a capacidade de atravessar membranas celulares por difusão ou carregadores.

 Moléculas de auxinas precisam apresentar anel aromático para ter atividade.

 Devem se ligar a um receptor protéico nas membranas.

 Proteínas receptoras de auxinas são chamadas de ABP (proteínas ligadoras de auxina) e proteínas Rx.

 Há três sítios celulares de receptores: retículo endoplasmático (RE), membrana plasmática e tonoplasto (membrana do vacúolo).

 Maior parte ocorre no RE.

 ABP1 tem alta afinidade e causa expansão celular.

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Divisão Celular -

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Fototropismo é a curvatura de caules e

coleóptilos em direção a um estímulo

luminoso.

Ocorre transporte assimétrico de AIA em

resposta ao estímulo luminoso lateral.

A concentração de AIA torna-se maior no

lado mais sombreado, que cresce mais.

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Acúmulo de AIA na zona de alongamento da raíz.

Em raízes na posição horizontal auxinas da coifa migram para parte

inferior.

Aumentos de concentração de AIA causam inibição de crescimento

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Dominância apical é a inibição do crescimento das gemas

axilares pelo meristema apical.

 Bloqueio de divisão celular e alongamento celular nas gemas axilares.

 Auxinas produzidas pelos meristemas apicais caulinares bloqueiam a divisão celular das gemas axilares.

Parece haver a ativação de genes envolvidos com inibição de

divisão celular.

A remoção da gema apical reduz os níveis de auxinas e as gemas

axilares se desenvolvem.

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Indução de crescimento de frutos: ex: morango.

a) Fruto normal

b) Fruto com remoção de aquênios

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 HABERLANDT (1913) – Descobriu que um composto presente nos tecidos vasculares de várias espécies vegetais estimulava a divisão celular (induzia a formação de felogênio e a cicatrização de “feridas” em tubérculos de batata);

Van OVERBEEK (década de 1940) – Observou que o endosperma

líquido de coco é rico em substâncias que promovem a divisão celular;

MILLER & col. (1954) – Usando meio de cultura básico (sacarose,

íons inorgânicos, vitaminas e aminoácidos) acrescido de

diferentes substâncias, observaram que DNA envelhecido na presença de AIA apresentava a melhor resposta na indução da divisão celular. Concluiram que um produto da degradação do DNA deveria ser o fator de divisão celular;

 MILLER & SKOOG (1957) – Deram o nome de cinetina à substância responsável pela indução da citocinese, que foi identificada por eles como sendo a 6- furfurilaminopurina (1ª citocinina sintética);

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Transporte

As citocininas são sintetizadas principalmente nas raízes e nos embriões em desenvolvimento. As citocininas também são produzidas por bactérias associadas às plantas.

O meristema radicular é o principal sítio de produção de citocininas. Essas citocininas, principalmente na forma conjugada são transportados para a parte aérea via xilema, de forma passiva, acompanhando o fluxo xilemático.

Metabolismo

As citocinas são facilmente interconversíveis, sendo a forma livre considerada ativa e a forma conjugada considerada de armazenamento.

Muitos tecidos também possuem uma enzima chamada citocinina oxidase que converte as citocininas em adenina e seus derivados

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O efeito das citocininas está intimamente ligado a

presença de auxinas – Balanço Hormonal.

Induz divisão celular (na presença de auxinas).

Retardamento da senescência foliar.

Indução de Gemas ou raízes em culturas de

tecidos (em proporção adequada com auxinas)

Promoção da expansão de cotilédones em

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 Produz mais folhas;

 As folhas são mais clorofiladas;  Redução da dominância apical;  Menor crescimento radicular;

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Tumor em caule de

tomateiro infectado

com bactéria

Agrobacterium

tumefaciens. A

bactéria induz a

superexpressão do

gene produtor de

citocinina.

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Plantadores de arroz da Ásia conheciam uma doença

que fazia com que as plantas de arroz crescessem

excepcionalmente provocando seu acamamento, que

consequentemente suprimia a produção de sementes.

Em 1926, Kurosawa descobriu que o crescimento

excepcional dessas plantas era causada por uma

substância, secretada pelo fungo Gibberella fugikuroi

que infectava o vegetal;

A substância isolada recebeu o nome de Giberelina.

Somente em 1958 foi encontrada a primeira giberelina

em plantas.

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As giberelinas foram descobertas devido a esse efeito

nas plantas; é acompanhado pela diminuição da

espessura do entrenó, folhas menores e com coloração

mais clara.

O alongamento internodal ocorre tanto por divisão celular

como por alongamento celular.

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As giberelinas podem ser parte do estímulo para a

floração de algumas espécies. Nessas plantas as

giberelinas podem substituir o requerimento de dias

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As giberelinas, como as auxinas, podem provocar o desenvolvimento de frutos partenocárpicos, o que é amplamente utilizado comercialmente.

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A germinação de sementes pode requerer giberelinas

para um dos passos:

 ativação do crescimento do embrião;

 mobilização de reservas do endosperma.

Algumas sementes, principalmente de plantas silvestres,

requerem luz ou frio para induzir a germinação. Nessas

sementes, a dormência fisiológica pode ser quebrada

pela aplicação de giberelinas.

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Mobilização de reservas do endosperma em sementes de cevada:

1) Giberelinas são sintetizadas no coleóptilo e escutelo;

2) Giberelinas difundem para a camada de aleurona;

3) A camada de aleurone é

induzida a produzir e secretar

-amilase e outras hidrolases

para o endosperma rico em amido; 4) Amido e outras macromoléculas são quebradas em moléculas menores e solúveis; 5) Os solutos do endosperma são absorvidos pelo esculeto e transportado para o embrião em crescimento.

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Giberelinas mandam mensagem para a camada de aleurona Aleurone Endosperma Água Scutellum (cotyledon) embrião 1 2 3 GA GA -amilase açúcares A aleurona secreta amilases e outras enzimas.

Açúcares são liberados e consumidos pelo

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Referências

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