ASSUNTO 12 AS HIDROVIAS BRASILEIRAS

Texto

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AS HIDROVIAS BRASILEIRAS

ASSUNTO 12

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Situação Atual ç

As Hidrovias Interiores representam fatoresAs Hidrovias Interiores representam fatores  determinantes nos corredores estratégicos de  desenvolvimento. 

Brasil conta com aproximadamente 43.000 km de rede 

hid iá i t i l t á l é

hidroviária potencialmente navegável, porém vem  sendo pouco exploradas suas potencialidades.

•• Apesar da extensa rede hidroviária, a navegação Apesar da extensa rede hidroviária, a navegação 

interior responde por apenas 3% da carga transportada interior responde por apenas 3% da carga transportada interior responde por apenas 3% da carga transportada  interior responde por apenas 3% da carga transportada  no país

no país

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Amazônica

Nordeste

Tocantins-Araguaia

São Franciscos

Tietê-Paraná

Leste

Paraguai

Uruguai

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Principais Bacias Hidrográficas

Bacia Amazônica ‐ grãos, minérios e carga geral.

Bacia do Nordeste – De pequeno porte, mas com potencial para p q p , p p movimentação de volume considerável de mercadorias 

Bacia do Tocantins e Araguaia ‐ a movimentação de cargas é ainda 

i i i t di õ d bilid d t d

incipiente uma vez que as condições de navegabilidade se estendem  apenas por um período do ano ‐ alimenta projetos minerais –

grandes indústrias de alumínio (ALBRAS) 

g ( )

Bacia do São Francisco ‐ cargas de soja, milho, gipsita, farelo de soja,  algodão, polpa de tomate e manganês.

Bacia do Paraná ‐ granel sólido (70%,  soja e outros); carga geral  (20%, cana e outros); e granel líquido (10%, principalmente álcool).

Bacia do Paraguai soja cimento minério de ferro minério de

Bacia do Paraguai ‐ soja, cimento, minério de ferro, minério de  manganês, fumo e farelo de soja. 

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Administrações Hidroviárias :

Administrações Hidroviárias :

As Administrações Hidroviárias são órgãos subordinadas As Administrações Hidroviárias são órgãos subordinadas 

ao DNIT e até pouco tempo atrás eram gerenciadas 

pelas Companhias Docas no âmbito de suas respectivas pelas Companhias Docas no âmbito de suas respectivas  jurisdições que recebem recursos da União para essa  atividade. A elas compete: desenvolver as atividades de atividade.  A elas compete: desenvolver as atividades de  execução, obras e serviços de hidrovias, dos portos 

fluviais e lacustres, fiscalização.

fluviais e lacustres, fiscalização. 

Atualmente são oito Administrações Hidroviárias que são  subordinadas a uma ÚNICA ADMISTRAÇÃO NO ESTADO subordinadas a uma ÚNICA ADMISTRAÇÃO NO ESTADO  DO MARANHÃO – COMPANHIA DOCAS DO MARANHÃO

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Administrações Hidroviárias :

Administrações Hidroviárias :

AHIPAR  – Adm. Hidrovia do Paraguai AHRANA – Adm Hidrovia do Paraná AHRANA – Adm. Hidrovia do Paraná

AHITAR  – Adm. Hidrovia do Tocantins e Araguaia AHIMOR – Adm. Hidrovia do Amazônia Oriental AHIMOC – Adm. Hidrovia do Amazônia Ocidental AHSFRA – Adm. Hidrovia do São Francisco

AHINOR – Adm Hidrovia do Nordeste AHINOR  – Adm. Hidrovia do Nordeste AHSUL   – Adm. Hidrovia do Sul

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COMPANHIA DOCAS DO COMPANHIA DOCAS DO

MARANHÃO MARANHÃO

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AS ADMINISTRAÇÕES HIDROVIÁRIAS Ç

As que se encontram sob o controle estadual são a  Hidrovia do Tietê administrada pelo Departamento Hidrovia do Tietê, administrada pelo Departamento  Hidroviário da Secretaria dos Transportes do Estado  de São Paulo, e a Hidrovia do Sul, de responsabilidade  da Superintendência de Portos e Hidrovias do Rio 

Grande do Sul Grande do Sul.

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INFRAESTRUTURA ORGANIZAÇÃO INFRAESTRUTURA  ORGANIZAÇÃO

• As hidrovias no Brasil são geridas pelo DNIT ‐

Departamento Nacional Infra Estrutura de Transportes Departamento Nacional Infra‐Estrutura de Transportes,  através de sua Diretoria de Infra‐Estrutura Aquaviária ‐ DAQ, na Gerência de Hidrovias e Portos Interiores ‐

GEHPAQ, que conta com as unidades hidroviárias

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INFRAESTRUTURA ORGANIZAÇÃO

INFRAESTRUTURA  ORGANIZAÇÃO

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INFRAESTRUTURA ORGANIZAÇÃO INFRAESTRUTURA  ORGANIZAÇÃO

CODAMAR

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A ANTAQ É…

Autarquia especial vinculada ao Ministério dos Transportes,  que desempenha, como autoridade administrativa

que desempenha, como autoridade administrativa  independente, a função de entidade reguladora e 

fiscalizadora das atividades portuárias e de transporte  aquaviário.

aquaviário.

COM A MISSÃO DE…COM A MISSÃO DE…

Regulamentar, promover, fiscalizar e informar a atividade  econômica de exploração dos serviços e da infra‐estrutura  de transporte aquaviário estabelecidos constitucionalmente de transporte aquaviário, estabelecidos constitucionalmente  como de titularidade da União, mantendo o foco na 

competição, na eficiência e na defesa do usuário.

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A VISÃO ESTRATÉGICA DA ANTAQ – Agência  Nacional de Transportes Aquaviários

Nacional de Transportes Aquaviários

Propor normas e padrões para disciplinar a

Propor normas e padrões para disciplinar a  exploração de serviços de navegação e de  exploração da infraestrutura aquaviária;p ç q

Atuar na defesa e proteção dos direitos dos  usuários;

Celebrar atos de outorga para serviços de navegação  exploração de hidrovias;

A t i f t t d b õ

Autorizar o afretamento de embarcações  estrangeiras;

Fiscalizar empresas de navegação interior

Fiscalizar empresas de navegação interior.

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NAVEGAÇÃO INTERIOR – MANAUS 

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NAVEGAÇÃO INTERIOR – MANAUS 

MANAUS MODERNA

INTERIOR DAS EMBARCAÇÕES EMBARCAÇÕES

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NAVEGAÇÃO INTERIOR – MACAPÁ

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TERMINAL DE BARCAÇAS

TRANSPORTADORAS DE COMBUSTÍVEIS TRANSPORTADORAS DE COMBUSTÍVEIS

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EMBARCAÇÕES

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EMBARCAÇÕES

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EMBARCAÇÕES

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GRANÉIS NO ARAGUAIA

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TERMINAL FLUVIAL ‐ PEDERNEIRAS

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COMBOIO TÍPICO DO RIO PARAGUAI

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REGIÕES HIDROGRÁFICAS REGIÕES HIDROGRÁFICAS

• A descrição das hidrovias brasileiras é feita por

• A descrição das hidrovias brasileiras é feita por  região hidrográfica. 

• A região hidrográfica é o espaço territorial 

brasileiro compreendido por uma bacia, grupo  p p , g p de bacias ou sub‐bacias  hidrográficas 

contíguas com características naturais sociais

contíguas com características naturais, sociais 

e econômicas homogêneas ou similares,

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REGIÕES HIDROGRÁFICAS

REGIÕES HIDROGRÁFICAS

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Região Hidrográfica Amazônica Região Hidrográfica Amazônica

Compreende as hidrovias: p

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Região Hidrográfica Amazônica Região Hidrográfica Amazônica

Principais características: a movimentação de 

ól d i d ã i é i

petróleo e derivados, grãos e minérios, carga  geral e de passageiros

geral e de passageiros

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Região Hidrográfica Amazônica Região Hidrográfica Amazônica

É É a maior do país (e do mundo) e dispõe de  t ã d i d 15 000k d i

uma extensão de mais de 15.000km de rios  navegáveis de um total de 23 000km de rios navegáveis de um total de 23.000km de rios

Cerca de 60% da rede hidroviária

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Região Hidrográfica Amazônica Região Hidrográfica Amazônica

Ob d 23 000 k B il tili d f t

• Observa‐se que dos 23.000 km o Brasil utiliza, de fato,  apenas cerca de 10.000 km de vias navegáveis para o 

t t l d

transporte regular de carga. 

• Por outro lado, se incluirmos os trechos de rios 

navegáveis apenas nas cheias e os potencialmente 

navegáveis, ou seja, aqueles que podem adquirir boas  condições de navegabilidade através da execução de  melhorias, a rede hidroviária brasileira pode 

ultrapassar a extensão de 40.000 km.

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CURIOSIDADE CURIOSIDADE

Formação do Rio Amazonas

PERU Vil U i li U b b

PERU – Vilcanota ‐> Ucaiali ‐> Urubamba ‐> 

Marañon ‐> BRASIL – Solimões ‐> (Solimões +  )

Negro) ‐> Amazonas

6.280km de extensão    

2º maior rio do mundo em extensão 5km de largura média

i d d ã

1º maior do mundo em vazão 7.000 afluentes

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Região Hidrográfica Amazônica Região Hidrográfica Amazônica

Hidrovia do Amazonas

Li id d d M B lé

Liga as cidades de Manaus e Belém

‐1.650 km ; calado  13,50m

Hidrovia do Solimões 480 k (1 630 k )

480 km (1.630 km)

hidrovia é utilizada para a movimentação do 

petróleo e seus derivados, provenientes do Campo  de Urucu.

ligação até Iquitos (Peru)

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Região Hidrográfica Amazônica Região Hidrográfica Amazônica

Hidrovia do Madeira

Hidrovia do Madeira

‐1.056 km; calado permitido de 2,00 m; UHEs de Jiráu e Sto Antonio

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Região Hidrográfica Amazônica Região Hidrográfica Amazônica

Hidrovia do Madeira

Hidrovia do Madeira

• Com a construção das Eclusas nas Usinas Hidrelétricas  de Jirau e de Santo Antônio a navegação será

de Jirau e de Santo Antônio, a navegação será 

estendida até a foz do rio Beni. Caso sejam superados  os pontos críticos na região de Guajará Mirim (RO)

os pontos críticos na região de Guajará‐Mirim (RO),  poderá ocorrer a interligação com os rios Mamoré e  Guaporé e assim a Hidrovia Madeira Mamoré

Guaporé e, assim, a Hidrovia Madeira‐Mamoré‐

Guaporé teria uma extensão de mais de 3.000 km

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PORTO VELHO RIO MADEIRA

PORTO VELHO – RIO MADEIRA

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COMBOIO – RIO MADEIRA

COMBOIO – RIO MADEIRA

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Região Hidrográfica Amazônica Região Hidrográfica Amazônica

Hidrovia Tapajós‐Teles Pires

É considerada a única rota de exportação que pode viabilizar a 

d ã d ã d d d

produção de grãos de todo o norte do Mato Grosso,

345 km (1043 km); transporte de grãos; 

b l t i l d t b d

barragens, eclusas e terminal de transbordo

prevê a construção de um canal para ultrapassar o trecho

prevê a construção de um canal para ultrapassar o trecho  dessas corredeiras

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Hidrovia Tapajós-Teles Pires

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Região Hidrográfica Amazônica Região Hidrográfica Amazônica

Hidrovia do Marajó

‐ligação entre Belém e Macapá;

l d k li d i á i d i d

‐canal de 32 km ligando o rio Atuá ao rio Anajás, reduzindo em 

mais de 140 km a distância fluvial entre Belém e Macapá

Hidrovia do Branco‐Negro

‐escoamento da produção do Estado de Roraima; p ç ;

‐ligação com a Venezuela

i á i

Outros rios navegáveis:

Xingu, Trombetas, Jari, Negro, Branco, Purus  Acre Juruá Japurá e Içá

Acre, Juruá, Japurá e Içá

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HIDROVIA DO MARAJÓ

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Região Hidrográfica do Tocantins

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Região Hidrográfica do Tocantins

Hidrovia do Tocantins

1152 km barragens sem eclusas Tucuruí prevista no PAC

1152 km; barragens sem eclusas – Tucuruí – prevista no PAC

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Região Hidrográfica do Tocantins

Hidrovia do Araguaia

1 230 km problemas sócio ambientais

1.230 km; problemas sócio‐ambientais

existência de inúmeros Parques Nacionais, Reservas 

Indígenas Áreas de Proteção Ambiental e outras áreas de Indígenas, Áreas de Proteção Ambiental e outras áreas de  preservação na área de influência da hidrovia

Hidrovia do Rio das Mortes

580 km; condições similares às do Araguaia (áreas indígenas)

Hidrovia do Guamá / Capim

372 km;

372 km;

caulim e bauxita da região de Paragominas

formação de pólos agropecuáriosç p g p

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HIDROVIA GUAMÁ‐CAPIM

COMBOIO DE CAULIM

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Região Hidrográfica do Atlântico Nordeste  Ocidental

Ocidental

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Região Hidrográfica do Atlântico Nordeste  Ocidental

Ocidental

Hidrovia do Pindaré‐Mearim (Maranhão) ‐ AHINOR

646 km;;

movimentação carga geral e mercadorias de  subsistência

subsistência

A navegabilidade desses rios é beneficiada pela 

excepcional amplitude da maré que se manifesta na excepcional amplitude da maré que se manifesta na  região. 

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Região Hidrográfica do Atlântico Nordeste  Ocidental

Ocidental

A navegação é feita por embarcações regionais, que  mantêm irregular comércio de produtos regionais  para o mercado de São Luís (MA) e de cidades 

ribeirinhas.

Demais rios da Baia de São Marcos e da BaixadaDemais rios da Baia de São Marcos e da Baixada  Maranhense

Turiaçu Gurupi Periá Itapecuru e Grajaú

Turiaçu, Gurupi, Periá, Itapecuru e Grajaú

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Região Hidrográfica do Parnaíba

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Região Hidrográfica do Parnaíba

Hidrovia do Parnaíba

1.175 km;

transporte de cargas de interesse regional (grãos p g g (g produzidos nas fronteiras agrícolas)

Essa hidrovia depende da implantação de sistema deEssa hidrovia depende da implantação de sistema de  sinalização e balizamento, bem como da conclusão  do sistema de transposição de desnível da barragem do sistema de transposição de desnível da barragem  de Boa Esperança (PI)

outras barragens previstas (Ribeiro Gonçalves

outras barragens previstas (Ribeiro Gonçalves,  Uruçuí, Cachoeira, Estreito e Castelhano)

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Região Hidrográfica do São Francisco

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Região Hidrográfica do São Francisco

Hidrovia do São Francisco ‐ AHSFRA

1 370 km;

1.370 km;

O rio São Francisco sofreu bastante pela ação  antrópica com intensa atividade agrícola e

antrópica, com intensa atividade agrícola e   

mineradora e o desmatamento da mata ciliar das  margens e nascentes. Com isso, são muito

margens e nascentes. Com isso, são muito  presentes problemas como os processos de 

assoreamento e desbarrancamentos de margens. 

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Região Hidrográfica do São Francisco

Hidrovia do São Francisco ‐ AHSFRA

d j ilh d iã d

escoamento de soja e milho da região de  Barreiras;

cargas de retorno (gesso agrícola e polpa de  tomate);

comboio‐tipo leva em consideração as dimensões  da eclusa de Sobradinho

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COMBOI TIPO RIO SÃO FRANCISCO

COMBOI‐TIPO RIO SÃO FRANCISCO

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ECLUSA DE SOBRADINHO

ECLUSA DE SOBRADINHO

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Região Hidrográfica do Paraguai

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Região Hidrográfica do Paraguai

Hidrovia do Paraguai (AHIPAR)

Hidrovia do Paraguai (AHIPAR)

Está integrada à do Paraná, na Argentina, e liga a cidade  brasileira de Cáceres (MT) até a cidade Uruguaia de Nueva brasileira de Cáceres (MT) até a cidade Uruguaia de Nueva Palmira, com cerca de 3.450 km de extensão.

610 km (Corumbá –foz do rio Apa)610 km (Corumbá  foz do rio Apa)

1.280 km (considerando o trecho entre as cidades de  Corumbá e Cáceres))

‐3500 km (considerando ainda o trecho entre a foz do rio Apa e a cidade de NuevaPalmira, no Uruguai –já no rio Paraná!)

os produtos transportados são a soja em grão e farelo de  soja, o minério de ferro e o minério de manganês extraídos  do Maciço de Urucum

do Maciço de Urucum.

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Região Hidrográfica do Paraná

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Região Hidrográfica do Paraná

Hidrovia do Tietê ‐Paraná

‐Rios Paraná (e seus formadores) e Tietê

‐1.168 km ; 10 eclusas (Tietê e Paraná)

Oito estão localizadas no rio Tietê, quais sejam,  Barra Bonita, Bariri, Ibitinga, Promissão, Nova a a o a, a , b ga, o ssão, o a

Avanhandava (dupla), Três Irmãos (dupla), e duas  no rio Paraná, em Jupiá e em Porto Primavera., p

terminais de São Simão, Anhembi e Pederneiras

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Região Hidrográfica do Paraná

Hidrovia do Tietê ‐Paraná

‐as principais cargas transportadas são grãos, farelo  e óleos vegetais

somente com a conclusão da Eclusa de Jupiáso e e co a co c usão da c usa de up á

(MT/SP) tornou‐se possível a conexão do rio Tietê  com o tramo sul do rio Paraná, estendendo a ,

navegação até a barragem de Itaipu

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Região Hidrográfica do Paraná

Hidrovia do Tietê ‐Paraná

‐Itaipu não tem eclusas, o que obriga os comboios  que descem o Rio Paraná a desembarcar suas cargas  na margem paraguaia, a montante de Itaipu, 

transportá‐la pela rodovia e reembarcar no rio  Puerto Branco, a jusante da usina

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Região Hidrográfica do Atlântico Sudeste

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Região Hidrográfica do Atlântico Sudeste

Os rios Doce e Paraíba do Sul não apresentam condições adequadas para a navegação em ç q p g ç

escala comercial;

O assoreamento e outras obstruções tornam muito difícil a implantação de uma hidrovia para p ç p o transporte de carga no rio Doce

•Diversos desníveis prejudicam a navegação no Paraíba do Sul

•Sendo assim, os rios só poderiam ser p

navegáveis comercialmente se houvessem

eclusas, o que ora é economicamente inviável

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Região Hidrográfica do Uruguai

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Região Hidrográfica do Uruguai

Hidrovia do Uruguai

- Só poderá ser navegado comercialmente para p g p o transporte de carga com a execução de

intervenções estruturais e/ou implantação de ç p ç aproveitamentos hidrelétricos com usos

multiplos. p

Canalização do rio Ibicuí e construção de um ç ç canal de 200 km dotado de eclusas para

interligação com a Hidrovia do Jacuí-Taquarig ç q

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Região Hidrográfica do Atlântico Sul

Hidrovia do Uruguai-só poderá ser navegado comercialmente para o transporte de carga p p g

com a execução de intervenções estruturais e/ou implantação de aproveitamentos p ç p

hidrelétricos.

canalização do rio Ibicuí e construção de um canal de 200 km para interligação com a p g ç

Hidrovia do Jacuí-Taquari

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Região Hidrográfica do Atlântico Sul

Hidrovia do Jacuí-Taquari (AHSUL) Hidrovia do Jacuí Taquari (AHSUL)

- Rios Jacuí, Taquari, Lagoa dos Patos, CanalRios Jacuí, Taquari, Lagoa dos Patos, Canal de São Gonçalo e Lagoa Mirim;

- Extensão total de 980 km;

-Movimentação de material de construção, soja e carvão mineral.

e carvão mineral.

- O comboio-tipo projetado para a hidrovia

apresenta 90m de comp., 15m de boca e calado ap ese ta 90 de co p , 5 de boca e ca ado de 2,5m

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PROBLEMAS...

•Implantação de barramentos sem uma solução que contemple a construção simultânea de

que contemple a construção simultânea de obras de transposição: ECLUSAS

•Ajuste nas Políticas Ambientais de modo a levar em conta as vantagens comparativas levar em conta as vantagens comparativas entre o modal hidroviário e alternativas

concorrentes no processo de licenciamento concorrentes no processo de licenciamento

Privilegiar a ação dos órgãos ambientaisPrivilegiar a ação dos órgãos ambientais

minimizando a intervenção do judiciário para onde estão migrando muitos dos processos de onde estão migrando muitos dos processos de licenciamento

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PROBLEMAS...

•Os projetos hidroviários brasileiros têm sido alvos preferenciais das campanhas

alvos preferenciais das campanhas ambientalistas e indigenistas

•O resultado é uma sucessão de liminares daO resultado é uma sucessão de liminares da justiça, criando um impasse para as hidrovias, embargando, por exemplo, a instalação de

embargando, por exemplo, a instalação de novos portos, duplicação destes, bem como obras de acesso aos terminais

obras de acesso aos terminais

•O PAC destinou apenas 700 milhões para

hidrovias. Apenas para construir as Eclusas de hidrovias. Apenas para construir as Eclusas de Tucuruí são mais de 500 milhões.

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Referências

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