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Decreto cria o programa Amazônia Integrada: banda larga de qualidade na região

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Academic year: 2022

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Decreto cria o programa Amazônia Integrada: banda larga de qualidade na região

Decreto cria o programa Amazônia Integrada: banda larga de qualidade na região

O programa é de 2015 e já sofreu alterações e agora, por recomendação do TCU, terá que se adequar. Recursos virão do leilão da 5G

O presidente Jair Bolsonaro editou Decreto que institui o Programa Amazônia Integrada e Sustentável (Pais). O objetivo principal do programa é permitir a oferta de serviço de banda larga de boa qualidade à população da Região Amazônica.

Segundo informou a Secretaria Geral da Presidência da República, o “Pais visa implantar rede de transporte de fibra óptica de alta capacidade ao longo dos rios da Região Amazônica e de redes metropolitanas nos municípios conectados à rede de transporte”. Essas redes permitirão a conexão de estabelecimentos públicos, como instituições de ensino, unidades de saúde, hospitais, bibliotecas, instituições de segurança pública e tribunais.

O Decreto autoriza também a realização de parcerias com órgãos ou entidades, públicas ou privadas, para que a capacidade excedente das redes implantadas seja utilizada, o que irá garantir sustentabilidade econômica ao Programa e permitir a oferta de serviços de telecomunicações.

O ato presidencial cria o Comitê Gestor do Pais, uma exigência formulada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), segundo a Secretaria Geral, que deverá atuar para garantir a sustentabilidade operacional e comercial da rede implantada e disponibilizar a capacidade excedente ao setor privado de forma não discriminatória aos usuários privados interessados.

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“A normatização do Programa ganha relevância diante da iminente publicação do Edital do 5G, que deverá considerar o estabelecimento de compromissos de abrangência, incluindo a obrigação de implantação do Pais”, diz a nota da Secretaria Geral. A estimativa do governo é que será destinado R$ 1,5 bilhão ao Programa Norte Conectado, que inclui o Pais. Esses recursos serão provenientes de contrapartida dos vencedores do leilão do 5G. Fonte: Agência Estado.

Fonte>:Ver o Fato;19/09/2021

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Serasa: saiba como quitar seus débitos por até R$100

Proposta é oferecida pela Serasa – (Foto:Reprodução)

Segunda edição do Programa “Limpa Nome” foi lançada e a

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expectativa é que as empresas ofereçam descontos totais de R$12 bilhões em 14 milhões de dívidas de brasileiros

Talvez a hora de fazer valer aquela promessa, feita durante a virada de ano, de pagar as dívidas mirabolantes seja agora.

Afinal, não tem nada melhor do que aproveitar a vida sem esquentar a cabeça em separar a renda do mês para pagar boletos indesejáveis, não é?

Essa é a proposta da segunda edição do Programa Limpa Nome da Serasa, que prevê descontos para inadimplentes quitarem suas dívidas por até R$100. O lançamento do programa foi anunciado nessa segunda-feira (12) e contará com a participação de 24 empresas.

A expectativa é que as empresas ofereçam descontos totais de R$12 bilhões em 14 milhões de dívidas de brasileiros, o que deverá colaborar para a redução no número de inadimplência no país ou mesmo na diminuição de dívidas dos contribuintes.

Como participar?

Para participar, acesse o site da campanha e faça seu cadastro. No portal, você verifica as despesas abertas e os descontos oferecidos. As negociações podem ser feitas também pelo aplicativo da Serasa, no telefone (0800 591 1222) ou através do mensageiro Whatsapp (11) 99575-2096.

Com informações do Ig

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Programa de Estágio inclusivo e digitalizado da TIM tem 60%

de pessoas negras entre as selecionadas

Operadora supera meta de preencher metade das vagas com estudantes negros e negras; turma de novos estagiários tem ainda representatividade de gerações e gênero

A TIM superou a meta de preencher metade das vagas do seu novo Programa de Estágio com pessoas negras. Em processo seletivo realizado 100% online, a operadora acaba de contratar 159 estudantes, sendo 64,8% pessoas que se autodeclaram pretas ou pardas.

O programa da TIM foi lançado no fim de outubro e atraiu quase 12 mil inscrições. Maria Antonietta Russo, VP de Recursos Humanos da TIM Brasil, destaca que houve uma forte presença da população negra e a alta representatividade de outros grupos socialmente minorizados entre os inscritos, o que revela o tamanho da demanda por oportunidades de trabalho em um ambiente pautado pelo respeito à diversidade. “Essa constatação não apenas confirma o quão acertada tem sido a política de diversidade e o compromisso da TIM com o tema,

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como reforça a importância e a necessidade da implementação de políticas inclusivas nos mais variados segmentos da economia”, comenta.

Entre os objetivos da TIM, estava também a contratação de pessoas de diferentes faixas etárias, com um olhar mais atento para estudantes com idades mais avançadas, grupo usualmente preterido em seleções de estágio. Apesar do número ainda não ser expressivo, a operadora conseguiu contratar oito pessoas acima de 33 anos – pouco mais de 6% das inscrições eram de estudantes com 28 anos ou mais. O pilar gênero seguiu equilibrado, com presença de 48,7% de mulheres no total de vagas.

O processo seletivo totalmente virtual incluiu 97 dinâmicas de grupo, 89 painéis de negócios e 786 entrevistas individuais. A efetivação dos contratos e treinamentos de boas-vindas também foram realizados por meio de ferramentas digitais. Pela primeira vez na história da companhia, um grupo de estagiários(as) inicia suas atividades em home office, modelo adotado pela TIM há quase um ano por conta da pandemia da C o v i d - 1 9 . “ É u m n o v o c o n c e i t o d e g e s t ã o d e t e m p o , flexibilização, respeito e comunicação, onde a confiança, a autonomia e a responsabilidade se destacam ainda mais.

Acredito que será uma experiência importante tanto para os estudantes que estão iniciando sua vida profissional quanto para os líderes e os tutores que irão se desafiar com um novo estilo de interação e mentoria”, ressalta Maria Antonietta.

Além das mudanças nos critérios de seleção e do modelo de recrutamento 100% digital, toda a jornada do estagiário no programa foi revisitada para acelerar o processo de desenvolvimento e gerar mais oportunidades de carreira aos estagiários. O plano de formação traz uma nova trilha de conhecimentos técnicos, comportamentais, new capabilities e temas relacionados ao business e estratégia da TIM, além de ações de troca de experiência como shadow para vivência em outra área de interesse e job rotation, que permite a mudança

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da área de trabalho após o primeiro ano de estágio. Uma nova e customizada avaliação de performance também foi desenhada para o programa, garantindo assim mais assertividade no processo de acompanhamento e desenvolvimento dos estagiários.

As premissas para efetivação também evoluíram e, a partir de 12 meses de estágio já será possível a contratação na área de atuação ou em outros setores da companhia. Aqueles que estiverem nos últimos seis meses do período de estágio, que dura no máximo 24 meses, serão mapeados prioritariamente para ocuparem possíveis vagas disponíveis.

Os(as) contratados(as) vão assumir posições de estágio em seis estados onde a operadora atua (Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Pará, Pernambuco e Paraná) e no Distrito Federal.

Fonte:Nil Muniz | MassMedia/Assessoria de Imprensa

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Governo abre 18 mil vagas para Médicos pelo Brasil com salários de até R$ 21 mil

Governo Federal lançou, nesta quinta-feira (1º), o Programa Médicos pelo Brasil.(Foto:Arquivo/Agência Brasil)

Para ampliar a oferta de serviços médicos em locais de difícil provimento ou de alta vulnerabilidade, além de formar médicos especialistas em Medicina de Família e Comunidade, o Governo Federal lançou, nesta quinta-feira (1º), o Programa Médicos pelo Brasil.

A estratégia ampliará em cerca de 7 mil vagas a oferta de médicos em municípios onde há os maiores vazios assistenciais na comparação com o programa Mais Médicos, sendo que as regiões Norte e Nordeste, juntas, têm 55% do total dessas vagas. Ao todo, serão 18 mil vagas previstas, sendo cerca de 13 mil em municípios de difícil provimento.

A Atenção Primária à Saúde (APS), onde os médicos do Programa Médicos pelo Brasil vão atuar, é a base do Sistema Único de Saúde (SUS), no qual as doenças mais frequentes são acompanhadas, como diabetes, hipertensão e tuberculose.

A proximidade da Equipe de Saúde da Família (ESF) com a comunidade permite que se conheça melhor o cidadão, garantindo maior adesão aos tratamentos e às intervenções médicas propostas. Assim, neste nível de atenção, é possível resolver cerca de até 80% dos problemas de saúde sem a necessidade de intervenção na emergência de Unidades de Pronto-Atendimento (UPA 24h) ou de hospitais.

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“A ampliação do acesso a esses serviços nas Unidades de Saúde da Família é prioridade do Governo Federal. Assim, vamos promover a qualidade de vida da população e intervir nos fatores que colocam a saúde em risco, como falta de atividade física, má alimentação, uso de tabaco, dentre outros. Também vai trazer para perto da comunidade serviços como consultas médicas, exames, vacinas, radiografias e pré-natal para gestantes”, destacou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Médicos nas áreas mais carentes

O Governo Federal priorizará a participação de municípios em regiões carentes. Para isso, adotou metodologia do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), baseada em e s t u d o d a O C D E ( O r g a n i z a ç ã o p a r a a C o o p e r a ç ã o e Desenvolvimento Econômico) que classifica as cidades em espaços rurais e urbanos, considerando o tamanho da população, densidade demográfica e distância de grandes centros urbanos.

Assim, os municípios foram divididos em 5 categorias: rurais remotos, rurais adjacentes, intermediários remotos, intermediários adjacentes e urbanos.

Serão priorizados os municípios rurais remotos, rurais adjacentes e intermediários remotos, que concentram 3,4 mil cidades, e poderão incluir todas as equipes de Saúde da Família no Programa Médicos pelo Brasil. Todas as Unidades de Saúde da Família ribeirinhas e fluviais e os Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs) também serão consideradas como prioritárias.

Os municípios intermediários adjacentes e urbanos receberão médicos em USF consideradas de alta vulnerabilidade, a partir de critérios como proporção de pessoas cadastradas que recebam benefício financeiro do Programa Bolsa Família, Benefício de P r e s t a ç ã o C o n t i n u a d a ( B P C ) o u q u a l q u e r b e n e f í c i o previdenciário até o limite de dois salários-mínimos.

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Os municípios que quiserem participar do Programa Médicos Pelo Brasil deverão assinar Termo de Adesão onde serão definidas pelo Ministério da Saúde as responsabilidades dos gestores municipais, especialmente quanto à oferta de estrutura adequada para a realização do trabalho do médico.

Seleção e contratação de médicos

Os médicos serão selecionados por meio de processo seletivo eliminatório e classificatório que contemplará duas funções diferentes: médicos de família e comunidade e tutor médico.

Para a função de Médico de Família e Comunidade, serão selecionados médicos com registro no Conselho Federal de Medicina (CRM). Se aprovados na prova escrita, serão alocados em USF pré-definidas pelo Ministério da Saúde para realização do curso de especialização em Medicina de Família e Comunidade.

Para a função de Tutor Médico serão selecionados especialistas em Medicina de Família e Comunidade ou de Clínica Médica com CRM. Nessa modalidade, os profissionais aprovados na prova escrita já ingressam, por meio de contratação via CLT, e ficam responsáveis pelo atendimento à população nas USF a que foram designados e pela supervisão dos demais médicos ingressantes no Programa Médicos pelo Brasil, durante o período do curso de especialização.

Remuneração e Gratificação

Ao longo dos dois primeiros anos no Programa Médicos pelo Brasil, os profissionais realizarão o curso de especialização, recebendo bolsa-formação no valor de R$ 12 mil mensais líquidos, com gratificação de R$ 3 mil adicionais para locais remotos (rurais e intermediários) e de R$ 6 mil adicionais para DSEIs, além de localidades ribeirinhas e fluviais. Se aprovados no curso, os médicos realizarão uma prova para adquirirem titulação de especialista em Medicina de Família e Comunidade e poderão ser contratados via Consolidação das Leis

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do Trabalho (CLT), permanecendo nas USF em que realizaram a formação.

A contratação via CLT apresenta quatro níveis salariais, com progressão a cada três anos de participação no programa, além de gratificação por desempenho vinculada ao alcance de indicadores de qualidade de atendimento e satisfação das pessoas atendidas. Este adicional por desempenho pode variar entre 11% e 30% em relação ao salário. O primeiro nível salarial pode chegar até R$ 21 mil e, gradativamente, até R$

31 mil, considerando o acréscimo máximo da gratificação por desempenho e local de difícil provimento. Esses valores também incluem gratificação de R$ 1 mil mensais para os médicos que acumularem o cargo de tutor.

Durante a participação no programa, os médicos serão avaliados através de métodos científicos e indicadores de saúde da população, a partir da valorização da opinião das pessoas e de critérios de desempenho clínico. O médico também avaliará a estrutura de USF e da rede de serviços do município em que trabalha. Essa avaliação ajudará no fortalecimento da qualidade da Atenção Primária à Saúde no Brasil.

Especialização

O curso de especialização em Medicina de Família e Comunidade será obrigatório para a contratação federal via CLT. O médico cumprirá jornada semanal de 60 horas, sendo 40 horas voltadas à integração ensino-serviço, desenvolvendo atividades de atendimento direto à população, e 20 horas de atividades teóricas.

Os médicos serão supervisionados por seus respectivos tutores e passarão uma semana, a cada dois meses, na Unidade de Saúde da Família do tutor, realizando atendimentos em conjunto. Além disso, o tutor deverá estar disponível para supervisão de casos à distância a qualquer momento. Os médicos também contarão com a possibilidade de discussão de casos via

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telessaúde, de médico para médico, utilizando os recursos já ofertados pelo Ministério da Saúde.

O componente teórico será realizado por instituição de ensino superior parceira, com a participação da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC), na modalidade de ensino à distância. As avaliações serão semestrais, com aprovação obrigatória para continuidade no Programa. Ao final do curso, o médico deverá realizar um trabalho de conclusão que consistirá na identificação e priorização de um problema existente na população vinculada a sua USF, acompanhado da intervenção para a melhoria desse problema.

As informações são do Ministério da Saúde.

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Referências

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