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IDENTIFICAÇÃO
Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis Disciplina: Contabilidade Internacional
Semestre: 2009/1 Carga horária: 45 h/a Créditos: 03
Área temática: Contabilidade Código da disciplina: 006497
Professor: Dr. Auster Moreira Nascimento
EMENTA
Os conteúdos a serem tratados são os seguintes: a internacionalização dos negócios, a globalização da economia e a integração de mercados, a importância econômica e social das empresas multinacionais, as necessidades de informações decorrentes dessa nova realidade, a relevância da contabilidade internacional no atual estágio de desenvolvimento da economia brasileira, o desenvolvimento e o escopo da contabilidade internacional, princípios e procedimentos contábeis em vários países, a profissão contábil em vários países, instituições normatizadoras, padronização/harmonização e as dificuldades decorrentes de diferenças culturais, sociais e de legislação, relatórios contábeis para a comunidade internacional, conversão de demonstrações contábeis, disclosure, análise de desempenho de empresas que operam em outros países, análise de performance gerencial, valores e filosofia gerencial em diferentes países.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Organismos Internacionais Normatizadores da Prática Contábil A Contabilidade no Âmbito do Mercosur
O IASB e o FASB Os IFRS
Conversão de Balanços para Moeda Estrangeira
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHOI, F. D. S.; MUELLER, G. D. International Accounting. 2. ed. New York: Prentice- Hall, 1992.
CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DE S. PAULO.
Contabilidade no Contexto Internacional. São Paulo: Atlas, 1998.
DELOITTE. Normas Internacionais de Contabilidade: IFRS. São Paulo: Atlas, 2007.
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HOPE, Ole-Kristian. Discussion of “Attribute differences between U.S. GAAP and IFRS Earnings: An exploratory study”. The International Journal of Accounting, v. 42, n. 2, p.
143-147, 2007.
NOBES, Christozher; PARKER, Robert. Comparative International Accounting. 7. ed.
London: Prentice – Hall International, 1994.
NIYAMA, Jorge Katsumi. Contabilidade Internacional. São Paulo: Atlas, 2007.
PERES Jr., José Hernandes. Conversão de Demonstrações Contábeis. 6. ed. São Paulo:
Atlas, 2006.
SANTOS, José J. dos. IFRS: manual de contabilidade internacional. São Paulo: LEX, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AMENÁBAR, Ana Maria Hinojosa. Harmonização contábil em cinco países da América do Sul. 415 f. Dissertação (Mestrado em Controladoria e Contabilidade) - Faculdade de Economia e Administração e Contabilidade, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, 2001.
BRAGA, Hugo Rocha; ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Mudanças contábeis na lei societária. Lei n. 11.638, de 28-12-2007. São Paulo: Atlas, 2008. 305 p.
EPSTEIN, Barry J.; NACH, Ralph; BRAGG, Steven M. Interpretation and Application of Generally Accepted Accounting Principles – GAAP 2006. New York: John Wiley, 2006.
IBRACON; CFC. Sumário da comparação das práticas contábeis adotadas no Brasil com as normas internacionais de contabilidade – IFRS. Brasília: Conselho Federal de Contabilidade; São Paulo: Ibracon, 2006.
KPMG. Comparações entre as práticas contábeis. 2. ed. DPP Brasil, 2001.
AVALIAÇÃO
Ao final do curso da disciplina, os alunos deverão apresentar trabalhos individuais sobre os temas que lhes forem designados, nos formatos de artigos a serem submetidos a congressos e periódicos da área. Este trabalho será avaliado pelo professor e se constituirá na base para a avaliação final dos mestrandos.
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IDENTIFICAÇÃO
Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis Disciplina: Teoria da Contabilidade
Semestre: 2009/1 Carga horária: 45 h/a Créditos: 03
Área temática: Contabilidade Código da disciplina: 006720 Professor: Dr. Ernani Ott
EMENTA
Desenvolvimento de raciocínio lógico e filosófico em contabilidade, a partir do entendimento das principais abordagens de teorias contábeis. Os conteúdos discutidos são: objetivos e evolução histórica da contabilidade, postulados, princípios e convenções, discussão alternativa sobre os princípios contábeis, o ativo e sua mensuração, receitas, despesas, ganhos e perdas, aprofundamento sobre os conceitos de renda e de capital, o passivo e o patrimônio líquido.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Evolução Histórica da Contabilidade Introdução e Metodologia da Contabilidade Referencial Conceitual da Contabilidade Ativos e sua Mensuração
Ativo Intangível; Goodwill; Capital Intelectual Passivos e Patrimônio Líquido
Evidenciação Contábil (Disclosure)
Dimensão social da contabilidade: Responsabilidade Social; Balanço Social; Demonstração do Valor Adicionado; Gestão e contabilidade ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HENDRIKSEN, Eldon S.; VAN BREDA, Michael F. Teoria da contabilidade. Tradução de Antonio Zoratto Sanvicente. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1999.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Teoria da Contabilidade. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1997.
4
KAM, V. Accounting theory. New York: John Willey & Sons, 1986.
LOPES, Alexsandro Broedel; MARTINS, Eliseu. Teoria da Contabilidade: uma nova abordagem. São Paulo: Atlas, 2005.
NIYAMA, Jorge Katsumi; SILVA, César Augusto Tibúrcio. Teoria da Contabilidade. São Paulo: Atlas, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANTUNES, Maria Thereza Pompa. Capital Intelectual. São Paulo: Atlas, 2000.
EDVINSSON, Leif; MALONE, Michael. Capital Intelectual: descobrindo o valor real de sua empresa pela identificação de seus valores internos. São Paulo: Makron, 1998.
IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARTINS, Eliseu; GELBCKE, Ernesto Rubens. Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARTINS, Eliseu; CARVALHO, Luiz Nelson. Contabilidade:
aspectos relevantes da epopéia de sua evolução. Revista Contabilidade & Finanças, São Paulo, n. 38, p. 7-19, maio/ago. 2005.
KRAEMER, Maria E. Pereira; TINOCO, João E. Prudêncio. Contabilidade e Gestão Ambiental. São Paulo: Atlas, 2004.
LOPES, Alexsandro Broedel. A informação contábil e o mercado de capitais. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2002.
MELO NETO, Francisco Paulo de; FROES, Cesar. Responsabilidade Social & Cidadania Empresarial: A administração do terceiro setor. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1999.
RIBEIRO, Maisa de Souza. Contabilidade Ambiental. São Paulo: Saraiva, 2005.
SCHMIDT, Paulo. História do Pensamento Contábil. Porto Alegre: Bookman, 2000.
STEWART, Thomas. Capital intelectual: a nova vantagem competitiva das empresas. 5. ed., Rio de Janeiro: Campus, 1998.
AVALIAÇÃO
A avaliação dos alunos será realizada como segue:
Assiduidade e pontualidade...: 10%
Participação nas discussões em sala de aula...: 20%
Apresentação Oral do Tema em sala de aula...: 25%
Apresentação (qualidade) dos Slides...: 20%
Artigo...: 25%
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IDENTIFICAÇÃO
Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis Disciplina: Teoria de Custos
Semestre: 2009/1 Carga horária: 45 h/a Créditos: 03
Área temática: Controladoria Código da disciplina: 006722
Professor: Dr. Marcos Antônio de Souza
EMENTA
Abordagem de conceitos contábeis sob a ótica de avaliação econômica de receitas, custos, despesas, resultados e sua relação com conceitos de mercado de produtos, serviços e de capitais, gestão financeira e gestão econômica, através de um sistema contábil de mensuração do lucro por áreas de resultados, mediante o uso do conceito de preço de transferência.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Revisão Básica de Custos
Revisão Básica de Custos
Determinantes de Custos / ABC e ABM
Custo-Meta, Padrão e Kaizen / Custo Total: Uso e Propriedade Cadeia de Valor / Ciclo de Vida dos Produtos
Custos de Concorrentes / Custos Intangíveis
Custos Logísticos / Custo da Qualidade e Ambiental Determinantes de Custos / ABC e ABM
Custo-Meta, Padrão e Kaizen / Custo Total: Uso e Propriedade Cadeia de Valor / Ciclo de Vida dos Produtos
Custos de Concorrentes / Custos Intangíveis
Custos Logísticos / Custo da Qualidade e Ambiental
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BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BACIC, Miguel J. Escopo da Gestão Estratégica de Custos em Face das Noções de Competitividade e de Estratégia Empresarial. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS, 1., 1994, São Leopoldo. Anais... São Leopoldo: Unisinos, 1994. p. 295-304.
BERLINER, Callie; BRIMSON, James A. Gerenciamento de Custos em Indústrias Avançadas: base conceitual CAM-I. São Paulo: T.A. Queiroz, 1992.
COKINS, Gary. Measuring Costs Across the Supply Chain. Cost Engineering, v. 43, n. 10, p. 25-31, Oct. 2001.
HURKENS, Krisje; van der VALK, Wendy; WYNSTRA, Finn. Total Cost of Ownership in the Services Sector: A Case Study. The Journal of Supply Chain Management, v. 42, n. 1, p. 27-37, winter, 2006.
MILLER, Jeffrey G.; VOLLMANN, Thomas E. The Hidden Factory. Harvard Business Review, p. 142-50, Sep./Oct. 1985.
OSTRENGA, Michael R. Activities: The Focal Point of Total Cost Management.
Management Accounting, v. 7, n. 8, p. 42-9, Feb. 1990.
PORTER, Michael E. Vantagem Competitiva. Rio de Janeiro: Campus, 1996.
SAKURAI, Michiharu. Gerenciamento Integrado de Custos. São Paulo: Atlas, 1997.
SHANK, John K.; GOVINDARAJAN, Vijay. A Revolução dos Custos. Rio de Janeiro:
Campus, 1997.
TURNEY, Peter B. B.; ANDERSON, Bruce. Accounting for Continuous Improvement. MIT Sloan Management Review, Massachusetts, v. 30, n. 2, p. 37-47, Jan. 1989.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANTHONY, Robert N.; GOVINDARAJAN, Vijay. Sistemas de Controle Gerencial. São Paulo: Atlas, 2002.
ATKINSON, Anthony A.; BANKER, Rajiv D.; KAPLAN, Robert S.; YOUNG, S. Mark.
Contabilidade Gerencial. São Paulo: Atlas, 2000.
BACIC, Miguel J.; SOUZA, Maria C. A. F. S.; RABELO, Flávio M. Flexibilidade, Exploração de Inter-Relações e Aprendizado Organizacional: Referências para a Gestão Estratégica de Custos. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS, 2., 1995, Campinas. Anais... Campinas: Unicamp, 1995. p. 719-728.
BEUREN, Ilse Maria; SCHAEFFER, Viviany. Análise dos Custos do Ciclo de Vida do
Produto: uma abordagem teórica. Disponível em:
<www.abepro.org.br/biblioteca/enegep1997_t7208.pdf>. Acesso em: 15 ago. 2002.
BONASSOLI, José Alberto. Descobrindo o Custo do Concorrente. Disponível em:
<http://www.pessoal.onda.com.br/bonassoli/>. Acesso em: 28 dez. 2003.
BOVET, David; JOAS, August. A Chave é a Execução. Revista HSM Management, São Paulo, n. 34, p. 70-78, set./out. 2002.
BRIMSON, James A. Contabilidade por Atividades. São Paulo: Atlas, 1996.
7
CATELLI, Armando; GUERREIRO, Reinaldo. Uma análise Crítica do Sistema “ABC – Activity Based Costing”. Revista Brasileira de Contabilidade, Brasília, v. 24, n. 91, p. 16- 23, jan./fev. 1995.
CATELLI, Armando (Coord.). Controladoria: uma abordagem da gestão econômica. São Paulo: Atlas, 2001.
COKINS, Gary. Using ABC to Become ABM. Journal of Cost Management, p. 29-35, Jan./Feb. 1999.
COOPER, Robin; SLAGMULDER, Regine. Develop Profitable New Produtcts with Target Costing. Sloan Management Review, v. 40, n. 4, p. 23-33, summer, 1999.
COOPER, Robin; CHEW, W. Bruce. Control Tomorrow’s Costs Through Today’s Designs.
Harvard Business Review, p. 88-97, Jan./Feb. 1996.
COOPER, Robin; KAPLAN, Robert S. How Cost Accounting Distorts Product Costs.
Management Accounting, v. 19, n. 10, p. 20-7, Apr. 1988.
DIAS, Ana V. C. As Fábricas do Futuro na Indústria Automobilística Brasileira: condomínios industriais e o consórcio modular. ESAN – Relações Humanas, São Bernardo do Campo, v.
2, n. 17, p. 8-16, dez. 1999.
ELLER, Rosilene. Análise Crítica do ABC Sob a Ótica de Diferentes Visões. Revista Brasileira de Contabilidade, n. 126, p. 79-86, nov./dez. 2000.
GARRISON, Ray H.; NOREEN, Eric W. Contabilidade Gerencial. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
HANSEN, Don R.; MOWEN, Maryanne M. Gestão de Custos: contabilidade e controle.
São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001.
HRISAK, Dan. The Controller as Business Strategist. Management Accounting, v. 78, n. 6, Dec. 1996.
JOHNSON, H. Thomas. Relevância Recuperada. São Paulo: Pioneira, 1994.
JOHNSON, H. Thomas; KAPLAN, Robert S. A Relevância da Contabilidade de Custos.
Rio de Janeiro: Campus, 1996.
KAPLAN, Robert S. One Cost System Isn’t Enough. Harvard Business Review, p. 61-6, Jan./Feb. 1988.
KAPLAN, Robert S.; COOPER, Robin Cooper. Custo & Desempenho: administre seus custos para ser mais competitivo. São Paulo: Futura, 1998.
KEARNEY, A. T. Como Converter Ativos em Lucros. Revista HSM Management, São Paulo, n. 34, p. 88-96, set./out. 2002.
KOEHLER, Robert W. Triple-Threat Strategy: firms need direct costing and contribution approaches as well as ABC. Management Accounting, p. 30-4, Oct. 1991.
LEÃO, Álvaro Gehlen. Avaliação de Custos de Sistemas Logísticos. Disponível em:
<http://www.eichenberg.com.br>. Acesso em: 18 abr. 2003.
LEITE, Paulo R. Logística Reversa. São Paulo: Prentice-Hall, 2003.
LEONE, George S. G. A Contabilidade de Custos: paradigmas, mitos e realidades. Revista de Contabilidade do CRC-Sp, São Paulo, n. 10, p. 34-41, dez. 1999.
8
LEONE, George S. G. A Contabilidade de Custos no Final do Segundo Milênio: reflexões em torno de algumas manifestações recentes sem conteúdo histórico e científico. Revista Brasileira de Contabilidade, n. 120, p. 8-15, nov./dez. 1999.
LIMA, Maurício Pimenta. Custos Logísticos: uma visão gerencial. Disponível em:
<http://www.ilos.com.br/site/index.php?option=com_content&task=view&id=1147&Itemid=
225>. Acesso em: 08 ago. 2002.
MAHER, Michael. Contabilidade de Custos: criando valor para a administração. São Paulo:
Atlas, 2001.
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos. São Paulo: Atlas, 2003.
MONDEN, Yasuhiro. Sistemas de Redução de Custos: custo alvo e custo kaizen. Porto Alegre: Bookman, 1999.
NAKAGAWA, Masayuki. Gestão Estratégica de Custos: conceito, sistemas e implementação. São Paulo: Atlas, 1991.
NETO, Corbett. Contabilidade de Ganhos. A nova contabilidade gerencial de acordo com a teoria das restrições. São Paulo: Nobel, 1997.
PADOVEZE, Clóvis L. O Paradoxo da Utilização do Método de Custeio: custeio variável versus custeio por absorção. Revista de Contabilidade do CRC-SP, São Paulo, n. 12, p. 42- 57, jun. 2000.
PADOVEZE, Clóvis Luis. Controladoria Estratégica e Operacional. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003.
PAIVA, Simone B. O Processo Decisório e a Informação Contábil: entre objetividades e subjetividades. Revista Brasileira de Contabilidade, p. 76-82, maio/jun. 2000.
PEAVEY, Dennis E. It’s Time for a Change. Management accounting, p. 31-5, Feb. 1990.
PIERCE, Bernard. Target Cost Management: comprehensive benchmarking for a competitive market. Management Accounting, p. 30-2, Apr. 2002.
ROBLES Jr. Custos da Qualidade: uma estratégia para a competição global. São Paulo:
Atlas, 1996.
ROCHA, Welington. Custeio Baseado em Atividades: mitos, falácias e possíveis verdades.
Revista Brasileira de Contabilidade, n. 91, jan./fev., 1995.
SHANK, John K.; FISHER, Joseph. Target Costing as a Strategic Tool. Sloam Management Review, v. 41, n. 1, p. 73-82, fall, 1999.
SILVA JR., Herculano X.; QUEIROZ, Guilherme C.; JANNUZZI, G. De Martino. Aplicação da Metodologia de Analise do Custo do Ciclo de Vida (ACCV) para o Estabelecimento de Padrões de Eficiência Energética: refrigeradores comercializados no Brasil. Revista Ciência
& Engenharia (UFU) - Uberlândia, v.15, n.1/2, p.19-26, jan-dez 2006.
VARTANIAN, Grigor Haig. O Método de Custeio Pleno: uma análise conceitual e empírica.
2000, 205 folhas. Dissertação (Mestrado em Contabilidade) - Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, 2000.
WERNKE, Rodney. Gestão de Custos: uma abordagem prática. São Paulo: Atlas, 2004.
9
WERNKE, Rodney. Gestão Estratégica de Custos: o alcance de vantagem competitiva por meio da gestão de custos. Revista Brasileira de Contabilidade, p. 70-77, jan./fev. 2001.
YU-LEE, Reginald Tomas. É Preciso Corrigir o Custeio-Alvo. Revista HSM Management, n. 37, p. 127-32, mar./abr. 2003.
AVALIAÇÃO
A avaliação de desempenho na disciplina envolve a consideração de seis instrumentos, todos eles desenvolvidos com base em intensa participação dos mestrandos.
Os instrumentos de avaliação estão basicamente estruturados na metodologia de preparação e apresentação de seminários por grupos de alunos de temas previamente selecionados e distribuídos entre eles. Além desses seminários também serão aplicados testes práticos que visam a fixação de conhecimentos sobre os conteúdos abordados na disciplina. Os tópicos de avaliação e respectivos pesos na ponderação da nota final são a seguir detalhados.
Apresentação de Trabalho: 20%
Participação nas Apresentações: 15%
Análise Crítica de Trabalhos: 15%
Atividade Prática: 15%
Revisão Final do Trabalho: 15%
Versão Final do Trabalho: 20%
TOTAL 100%
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IDENTIFICAÇÃO
Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis Disciplina: Contabilidade Societária
Semestre: 2009/1 Carga horária: 45 h/a Créditos: 03
Área temática: Contabilidade Código da disciplina: 006992 Professor: Dr. Ernani Ott
EMENTA
Estudo dos princípios, fundamentos, normas e procedimentos de contabilidade para a elaboração das demonstrações contábeis, em obediência à Lei das Sociedades Anônimas, dando ao aluno uma visão geral dos principais aspectos tratados na contabilidade societária. O estudo sobre as demonstrações contábeis estará centrado na análise do balanço patrimonial, da demonstração do resultado do exercício, das mutações do patrimônio líquido, equivalência patrimonial, conversão em moeda estrangeira, da demonstração de origens e aplicações de recursos, das notas explicativas e, como complemento, da consolidação dessas demonstrações contábeis. A disciplina deverá adequar-se às possíveis alterações de legislações que interferem na contabilidade societária e às implicações da implementação de normas do FASB, IASC e outras, devido à globalização da economia.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Estrutura das demonstrações contábeis básicas e complementares (notas explicativas, relatório da diretoria, parecer auditores, etc...) em conformidade com a legislação societária.
Contabilização, avaliação e apresentação dos elementos patrimoniais e do resultado:
Ativo Circulante e Não Circulante (Realizável a Longo Prazo);
Investimentos pelo método de custo e de equivalência patrimonial, dividendos;
Ajuste a valor presente;
Imobilizado, Intangível e Diferido (avaliação, reavaliação, depreciação, amortização, exaustão);
Valor recuperável de elementos patrimoniais;
Passivo Circulante e Exigível a Longo Prazo;
Patrimônio líquido: Capital Social, Reservas, Prejuízos Acumulados, Ações em Tesouraria.
Receitas, despesas, ganhos, ganhos, perdas;
Demonstração do resultado do exercício;
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Demonstração do Valor Adicionado;
Demonstração das mutações do patrimônio líquido, Demonstração dos Lucros ou prejuízos acumulados, classes de ações;
Demonstração das origens e aplicações de recursos – DOAR e Demonstração dos fluxos de caixa: método direto e indireto.
Notas Explicativas, Relatório da diretoria, Parecer dos Auditores Independentes.
Aspectos societários relacionados à incorporação, cisão e fusão de empresas.
Consolidação parcial e total de demonstrações contábeis.
Aspectos contábeis de segmentos específicos:
Entidades financeiras (bancárias e seguradoras), e Contabilidade Pública.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRASIL. Lei n. 11.638, de 28 dezembro de 2007: Altera e revoga dispositivos da Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e da Lei no 6.385, de 7 de dezembro de 1976, e estende às sociedades de grande porte disposições relativas à elaboração e divulgação de demonstrações financeiras.
_______. Medida Provisória n. 449, de 3 de dezembro de 2008: Altera a legislação tributária federal relativa ao parcelamento ordinário de débitos tributários, concede remissão nos casos em que especifica, institui regime tributário de transição, e dá outras providências.
(Retificado no DOU de 12 de dezembro de 2008, Seção I, pág. 02).
CFC – CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Resolução CFC n. 1.121/08:
Aprova a NBC T 1 – Estrutura Conceitual para a Elaboração e Apresentação das Demonstrações Contábeis.
________. Resolução CFC n. 1.152/09: Aprova a NBC T 19.18 – Adoção Inicial da Lei nº.
11.638/07 e da Medida Provisória nº. 449/08.
FIPECAFI. Manual de contabilidade das sociedades por ações – aplicável também as demais sociedades. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2000. 778 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Lei n. 4.320 de 17 de março de 1964. Estatui normas gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanço da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal.
CFC – CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Resolução CFC n. 1.110/07:
Aprova a NBC T 19.10 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos.
________. Resolução CFC n. 1.125/08: Aprova a NBC T 3.8 – Demonstração dos Fluxos de Caixa.
________. Resolução CFC n. 1.138/08: Aprova a NBC T 3.7 – Demonstração do Valor Adicionado.
12
________. Resolução CFC n. 1.139/08: Aprova a NBC T 19.8 – Ativo Intangível.
________. Resolução CFC n. 1.141/08: Aprova a NBC T 10.2 – Operações de Arrendamento Mercantil.
________. Resolução CFC n. 1.143/08: Aprova a NBC T 19.4 – Subvenção e Assistência Governamentais.
________. Resolução CFC n. 1.151/09: Aprova a NBC T 19.17 – Ajuste a Valor Presente.
________. Resolução CFC n. 1.153/09: Aprova a NBC T 19.19 – Instrumentos Financeiros:
Reconhecimento, Mensuração e Evidenciação.
CRC-RS. Princípios Fundamentais de Contabilidade e Normas Brasileiras de Contabilidade. Porto Alegre: Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul, 2007.
CVM. Deliberação n. 488, de 03 de outubro de 2005. Aprova o Pronunciamento do IBRACON NPC nº 27 sobre Demonstrações Contábeis – Apresentação e Divulgações.
DELOITE. Normas Internacionais de Contabilidade. São Paulo: Atlas, 2006. 260 p.
FIPECAFI; CFC. Aprendendo contabilidade em moeda constante. São Paulo: Atlas, 1994.
314 p.
FIPECAFI; ANDERSEN, Arthur. Normas e práticas contábeis no Brasil. 2. ed. São Paulo:
Atlas, 1994. 676 p.
IBRACON. Princípios contábeis. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1992. 581 p.
MARION, José Carlos. Contabilidade Empresarial. 6. ed. São Paulo: Atlas, 1997.
PEREZ JÚNIOR, José H. Conversão das Demonstrações Contábeis para Moeda Estrangeira. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1999.
SANTOS, José Luiz dos; SCHMIDT, Paulo. Contabilidade societária. São Paulo: Atlas, 2002.
SCHMIDT, Paulo; SANTOS, José Luiz dos. Avaliação de ativos intangíveis. São Paulo:
Atlas, 2002.
AVALIAÇÃO
A avaliação será realizada com base nos seguintes aspectos:
Trabalhos em grupo;
Apresentação dos trabalhos;
Contribuições aos trabalhos dos colegas;
Participação e desempenho individual em aula;
Artigo desenvolvido sobre o tema de cada grupo;
Verificação (Prova) Final; e
Assiduidade e pontualidade nas aulas.
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IDENTIFICAÇÃO
Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis Disciplina: Teoria Financeira
Semestre: 2009/1 Carga horária: 45 h/a Créditos: 03
Área temática: Contabilidade / Controladoria Código da disciplina: 090396
Professor: Dr. Rodrigo Oliveira Soares
EMENTA
A disciplina aborda conceitos, princípios e fundamentos da teoria financeira, abrangendo tópicos tais como: teoria elementar do mercado de capitais, o valor do dinheiro no tempo, teoria de carteiras, avaliação sob condições de risco, teoria de agência, teoria da estrutura de capital, política de dividendos e teoria de opções.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
A disciplina tratará: conceitos, princípios, fundamentos e procedimentos de gestão em finanças corporativas, abrangendo tópicos, tais como: Mercados Financeiros e VPL; O valor do dinheiro no tempo, Eficiência de mercado; Teoria da Agência; Governança Corporativa;
Fundamentos de Carteiras; Capital Asset Pricing Model (CAPM); Modelos alternativos de Apreçamento de Ativos - Arbitrage Pricing Theory (APT) e o Modelo de Ohlson; Estrutura e custo de capital; Política de dividendos; Teoria de opções; Tópicos contemporâneos em Finanças – Project Finance, Trade Credit e Behavioral Finance.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BANDEIRA, M. L. Empirical Evidences of Trade Credit Uses of Brazilian Publicly Listed Companies. 2008. 49 f. Dissertação (Mestrado em Administração de Empresas) – Escola de Administração de Empresas de São Paulo, Fundação Getúlio Vargas, São Paulo, SP, 2008.
BERK, J.; DEMARZO, P. Finanças Empresariais. Porto Alegre: Bookman, 2008.
BREALEY, R.; MYERS, S. Princípios de Finanças Empresariais. Lisboa: McGraw-Hill, 1998.
14
CAMARGOS, M. A.; COUTINHO, E. S.; AMARAL, H. F. O Perfil da Área de Finanças do ENANPAD. In: ENCONTRO NACIONAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, 29., 2005, Brasília. Anais... Brasília: Anpad, 2005. p. 1-16.
CARVALHO, A. G. Governança Corporativa no Brasil em Perspectiva. In: CARVALHAL DA SILVA, A. L.; LEAL, R. P. C. Governança Corporativa. Evidências Empíricas no Brasil. São Paulo: Atlas, p. 19-32, 2007.
COPELAND, T.; TUFFANO, P. A Real-World Way to Manage Real Options. Harvard Business Review, São Paulo, p. 84-93, mar. 2004.
CUPERTINO, C.M.; LUSTOSA, P. R. Testabilidade do Modelo de Ohlson: revelações dos testes empíricos. Brazilian Business Review, v. 1, n. 2, p. 135-149, 2004.
DAMODARAN, A. Finanças Corporativas Aplicadas. Porto Alegre: Bookman, 2002.
EISENHARDT, K. M. Agency Theory: an Assessment and Review. Academy of Management Review, v. 14, n. 1, p. 57-74, 1989.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ESTY, B. C. Why Study Large Projects? An Introduction to Research on Project Finance.
European Financial Management, v. 10, n. 2, p. 213–224, June 2004.
LEAL, R. P. C. Práticas de Governança e Valor Corporativo: Uma recente Revisão da Literatura. In: CARVALHAL DA SILVA, A. L.; LEAL, R. P. C. Governança Corporativa.
Evidências Empíricas no Brasil. São Paulo: Atlas, p. 3-21, 2007.
LEAL, R.; OLIVEIRA, J.; SOLURI, A. F. Perfil da Pesquisa em Finanças no Brasil. Revista de Administração de Empresas, v. 43, n. 1, p. 91-104, jan./mar. 2003.
MITTON, T. Corporate Governance and Dividend Policy in Emerging Markets. Emerging Markets Review, v. 5, n. 4, p. 409-426, Dec. 2004.
PHILIPPE, H. Corporate Governance: A New Limit to Real Options Valuation? Journal of Management and Governance, v. 9, n. 2, p. 129–149, June 2005.
ROSS, S.; WESTERFIELD, R.; JAFFE, J. Administração Financeira: Corporate Finance.
São Paulo: Atlas, 2002.
ROSTAGNO, L.; SOARES, R.; SOARES, K. Estratégias de Valor e de Crescimento em Ações na BOVESPA: Uma Análise de Sete Indicadores Relacionados ao Risco. Revista Contabilidade & Finanças, v. 4, n. 42, p. 07-21, set./dez. 2006.
SAITO, R.; BUENO, R. L. S. Fundamentos Teóricos e Empíricos de Apreçamento de Ativos.
RAE, v. 47, n. 2, p. 81-85, abr./jun. 2007. Seção: RAE - CLÁSSICOS.
SHYAM-SUNDER, L.; MYERS, S. C. Testing Static Tradeoff against Pecking Order Models of Capital Structure. Journal of Financial Economics, v. 51, n. 2, p. 219-244, Feb. 1999.
SUBRAHMANIAN, A. Behavioral Finance: A Review and Synthesis. European Financial Management, v. 14, n. 1, p. 12-29, Dec. 2007.
VARIAN, H. R. Microeconomia Princípios Básicos. Rio de Janeiro: Campus, 2000.
15
AVALIAÇÃO
Fichas de leitura e exercícios: 25% A entregar nas datas estabelecidas.
Apresentações: 25% A definir.
Exame: 50% Individual, com consulta
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IDENTIFICAÇÃO
Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis
Disciplina: Sistemas de Informação e de Apoio à Decisão Semestre: 2009/1
Carga horária: 45 h/a Créditos: 03
Área temática: Contabilidade Código da disciplina: 090399 Professor: Dr. Adolfo Vanti
EMENTA
A disciplina contempla os sistemas de informação e apoio à decisão no controle e auxílio à tomada de decisão para o aumento da competitividade empresarial. Analisa e desenvolve uma visão crítica dos sistemas de informações empresariais e de apoio à decisão. Prepara o aluno para as mudanças organizacionais advindas do entendimento e uso intensivo da tecnologia de informação. Desenvolve habilidades para gerenciar a tipologia de sistemas de maneira estratégica para o aumento da competitividade empresarial no contexto de negócios eletrônicos. Focaliza o gerenciamento da informação a partir do sistema de gestão Balanced Scorecard (BSC).
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Negócios eletrônicos: evolução e revolução
Evolução e classificação de sistemas e de tecnologia da informação (TI) nas organizações Aumento da competitividade empresarial com o uso de sistemas de informações e de apoio à decisão
Função estratégica da tecnologia da informação: alinhamento estratégico de tecnologia da informação empresarial e mapas estratégicos
Controle e transparência empresarial com modelos de governança de TI
Gestão de mudanças organizacionais com o uso intensivo de novas tecnologias de informação e comunicação
Sistema de informação para evidenciação financeira: XBRL
Sistemas de informações para apoio à decisão: Componentes de Business Intelligence (BI) para funções de controladoria e auditoria
Aplicações empresariais de sistemas de apoio à decisão baseado na Incerteza
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BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AFFELDT, F.; VANTI, A. A. Alinhamento Estratégico de Tecnologia da Informação:
Análise de Modelos e Propostas para Pesquisas Futuras. São Paulo, Congresso de Tecnologia da Informação (CATI/FGV), 2006, CD-Rom.
FERNANDES, A.; ABREU, V. Implantando a Governança de TI. Rio de Janeiro:
Brasport, 2006.
HARRISON, T. H. Intranet Data Warehouse. São Paulo: Berkeley, 1998.
HENDERSON, J. C.; VENKATRAMAN, N. Strategic alignment: leveraging information technology for transforming organizations. IBM Systems Journal, v. 32, n. 1, p. 4-16, 1993.
KAPLAN, R.; NORTON, D. Mapas Estratégicos. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
KIMBALL, R. Data Warehouse Toolkit: Técnicas para Construção de Data Warehouses Dimensionais. São Paulo: Makron, 1998.
RICCIO, Edson Luiz; SILVA, Paulo Caetano da; SAKATA, Maraci Gramacho (Org.). A divulgação de informações Empresariais – (XBRL – eXtensible Business Report Language). Rio de Janeiro: Moderna, 2005.
TURBAN, Efraim et al. Administração da Tecnologia da Informação. Rio de Janeiro:
Campus, 2003.
TURBAN, E.; SHARDA, R.; ARONSON, J.; KING, D. Business Intelligence: enfoque gerencial para a inteligência do negócio. São Paul: Bookman, 2009.
WEILL, Peter; ROSS, Jeanne. Governança de Tecnologia da Informação. São Paulo: M.
Books do Brasil Editora Ltda. 2006. 274 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DAVENPORT, T. H.; MARCHAND, D.; A. DICKSON, T. Dominando a Gestão da Informação. Porto Alegre: Bookman, 2004.
EVANS, Philip; WURSTER, Thomas. A explosão dos Bits. Rio de Janeiro: Campus, 2000.
INMON, W. H. Como Construir o Data Warehouse. Rio de Janeiro: Campus, 1997.
LAURINDO, F. Tecnologia da informação: planejamento e gestão de estratégias. São Paulo: Atlas, 2008.
ROCKART, J. Chief executives define their own data needs. Harvard Business Review, v.
57, n. 2, p.81-92, Mar./Apr. 1979.
SHAPIRO, Carl.; VARIAN, Hal. A economia da informação. Rio de Janeiro: Campus, 1999.
SPRAGUE, R.; WATSON, H. Sistema de apoio à decisão - colocando a teoria em prática.
Rio de Janeiro: Campus, 1991.
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SILVEIRA, Fabiana C. da S. Construção de Modelo de Business Intelligence para a Controladoria evidenciar Informações Estratégicas: O caso do SESI. 2007. 383 f.
Dissertação (Mestrado em Ciências Contábeis) – Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis, Universidade do Vale do Rio dos Sinos, São Leopoldo, RS, 2007.
VANTI, A. A.; ESPIN, R. Metodologia Multivalente para Priorização Estratégica em Construção de Balanced Scorecard (BSC). Revista CCEI, v. 11, n. 20, p. 54-67, ago. 2007.
WARD, Graham. How XBRL Can Enhance the Credibility of Audited Financial Statements.
In: INTERNATIONAL XBRL CONFERENCE, Brussels, 2004. Anais... CD-Rom.
AVALIAÇÃO
Trabalhos em grupos e apresentações, participação em aula para ampliação dos temas, trabalho final individual ou em grupo.
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IDENTIFICAÇÃO
Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis
Disciplina: Estratégias de Financiamento e Valor das Organizações Semestre: 2009/1
Carga horária: 45h/a Créditos: 03
Área temática:
Código da disciplina: 090400 Professor: Dr. João Zani
EMENTA
Ambiente econômico-financeiro nacional e internacional, fluxos financeiros e de capitais e seus impactos sobre as organizações; o problema do financiamento das organizações e o mercado de capitais; financiamento do crescimento organizacional; políticas de proventos;
vantagens fiscais do endividamento, risco de falência, políticas de financiamento de atividades consorciadas;
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
A disciplina tratará conceitos, princípios, fundamentos e procedimentos de gestão do financiamento das organizações, abrangendo tópicos, tais como: As instituições financeiras e o fluxo financeiro nacional e internacional; Banco Central, metas de inflação juros e câmbio;
estrutura de capital e o financiamento das organizações; diferenças vantagens e desvantagens das diversas fontes de capital; estrutura e custo de capital, política de dividendos, leasing e project finance; gestão de riscos, estratégia empresarial e estratégia financeira, reestruturação financeira de empresas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BEBCZUK, Ricardo N. Informacion Asimétrica en Mercados Financeiros. Madri:
Cambridge University, 2000.
BREALEY, Richard A.; MYERS, Stewart C. Financiamento e Gestão de Risco. Porto Alegre: Bookman, 2005.
CAOUETTE, John B.; ALTMAN, Edward I.; NARAYANAN, Paul. Gestão do Risco de Crédito. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1998.
DAMODARAN, Aswath. Finanças Corporativas. Porto Alegre: Bookman, 2004.
HAUGEN, R. A. The New Finance: The Case Against Efficient Markets. 2nd ed. Upper Saddle River: Prentice Hall, 1999.
20
KRUGMAN, Obstfeld. Economia Internacional – Teoria e Política. São Paulo: Pearson Addison Wesley, 2005.
LEVY, Haim; SARNAT, Marshall. Capital Investment & Financial Decisions. New York:
Prentice Hall, 1994.
ROSS, Stephen A.; WESTERFIELD, Randolph W.; JAFFE, Jeffrey R. Administração Financeira. Corporate Finance. São Paulo: Atlas, 2002.
SACHS, Jeffrey D.; LARRAIN, Felipe B. Macroeconomia. São Paulo: Makron, 1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRIGHAM, Eugene F.; GAPENSKI, Louis C.; EHRHARDT, Michael C. Administração Financeira. São Paulo: Atlas, 2001.
EITEMAN, David K.; STONEHILL, Arthur I.; MOFFETT, Michael H. Administração Financeira Internacional. Porto Alegre: Bookmann, 2002.
FINNERTY, John, D. Project Finance – Engenharia Financeira Baseada em Ativos. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1998.
MISHKIN, Frederic S. Moedas, Bancos e Mercados Financeiros. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
SAUDERS, Anthony. Administração de Instituições Financeiras. São Paulo: Atlas, 2000.
SECURATO, Jose Roberto et al. Mercado Financeiro e Análise de Investimento. São Paulo: Saint Paul, 2005.
SHAPIRO, Alan C. Multinacional Financial Management. New Jersey: Prentice Hall, 1996.
AVALIAÇÃO
Participação em Aula e Entrega: Especialmente nas apresentações e discussões De Atividades extra-classe. 20%
Discussão de Artigos: 20% Serão sorteados alunos a cada aula Apresentação em Aula: 20% Conforme cronograma Exame Final: 40% Individual, com consulta
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IDENTIFICAÇÃO
Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis
Disciplina: Tópicos Especiais em Contabilidade: Finanças Corporativas Semestre: 2009/1
Carga horária: 15 h/a Créditos: 01
Área temática: Contabilidade / Controladoria Código da disciplina: 008052
Professor: Dr. Gerlando Lima (USP/SP) e Dr. Ernani Ott
EMENTA
Apresentação/discussão de temas atuais e/ou emergentes na área de Contabilidade, baseados em resultados de projetos de pesquisa dos professores do corpo permanente ou professores visitantes do PPGC, tratando de assuntos ligados aos temas de dissertação de Mestrado e conteúdos relacionados às Linhas de Pesquisa do Programa, não contemplados nas demais disciplinas do curso.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução ao Mercado Financeiro.
Underwriting, Ações, ADR e BDR – Caso Banco A e Caso ADR.
Mercado de Renda Variável.
Mercado de Renda Fixa.
Commercial Paper e Debêntures.
Captações no Exterior (Euronotes e Eurobonds).
Factoring.
Arrendamento Mercantil.
Seguros e Previdência Complementar.
Derivativos.
Fundos e Clubes de Investimento.
Estudo de Evento.
Precificação de ações – modelos.
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BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AGRAWAL, A.; KNOEBER, C.R.. Firm Performance and Mechanisms to Control Agency Problems between managers and Shareholders. Journal of Financial and Quantitative Analysis, v. 31, n. 3, p. 377-397, 1996.
ANDREZO, A. F.; LIMA, I. S. Mercado Financeiro: Aspectos Históricos e Conceituais. 3.
ed. São Paulo: Atlas, 2007.
BYRD, J.; PARRINO, R.; PRITSCH, G. Stockholder-Manager Conflicts and Firm Value.
Financial Analysts Journal, p. 14-30, May/June 1998.
DI MICELI DA SILVEIRA, A.; LANZANA, A. P.; BARROS, L. A. B. de C.; FAMÁ, R..
Efeito dos acionistas controladores no valor das companhias abertas brasileiras. Revista de Administração da FEA-USP, São Paulo, v. 39, n.4, p. 362-372, out./nov./dez. 2004.
LIMA, I. S.; LIMA, G. A. S. F. de; PIMENTEL, R. C. Curso de Mercado Financeiro:
Tópicos Especiais. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
MARTINS, H. C.; RODRIGUES, S. B.. Atributos e papéis dos Conselhos de Administração das Empresas Brasileiras. Revista de Administração de Empresas, Rio de Janeiro, v. 45, edição especial, p. 23-35, 2005.
WEIMER, J.; PAPE, J. C.. A Taxonomy of Systems of Corporate Governance. Corporate Governance, v. 7, n. 2, p. 152-166, Apr. 1999.
AVALIAÇÃO
Preparação leitura obrigatória 40%
Participação em classe 10%
Trabalho final 50%
Total 100%