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Assistência de Enfermagem ao paciente com alterações
cardiovasculares.
RESMULTI 2021 – ENFERMAGEM Andressa Carneiro França
Anatomia e fisiologia cardíaca;
Insuficiência coronariana;
Infarto Agudo do Miocárdio;
Edema Agudo de Pulmão;
Cuidados de enfermagem ao paciente com distúrbios cardiovasculares.
Sistema cardiovascular – revisão anatômica e fisiológica
Anatomia do coração
- Pesa ~300g (influenciam no peso do coração: idade, sexo, peso corporal, extensão do exercício físico e condicionamento e doença cardíaca).
- É composto por 3 camadas + revestimento (pericárdio):
Endocárdio Camada interna, composta de tecido endotelial que reveste o interior do coração e as valvas
Miocárdio Camada média, composta por fibras musculares, sendo responsável pelo bombeamento
Epicárdio Camada externa
Pericárdio Saco fibroso; Entre a camada mais externa do coração (Epicárdio) e o pericárdioexiste aproximadamente 20 ml de líquido com a função de lubrificar o coração e reduzir o atrito
entre os tecidos durante a sístole.
Imagem: MARIEB, E. N.;
HOEHN, K. Anatomia e fisiologia. 3ª ed. Porto
Alegre: Artmed, 2009
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Compartimentos cardíacos
A ação de bombeamento do coração é obtida pelo relaxamento e pela contração rítmicos das paredes musculares em seus 4
compartimentos/câmaras.
Imagem: MARIEB, E. N.; HOEHN, K. Anatomia e fisiologia. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2009
Resumindo:
CIRCULAÇÃO CARDÍACA DIRETA: pulmonar
ESQUERDA: sistêmica
Andressa França
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Artérias coronárias
Figura 1 - www.msdmanuals.com/pt-pt/profissional/doenças-cardiovasculares/doença-coronariana/visão-geral-da-doença-coronariana
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Imagens: google.com Andressa França
Artérias coronárias
As artérias coronárias direita e esquerda e seus ramos suprem sangue arterial para o coração.
Originam-se da aorta logo acima dos folhetos da valva aórtica.
São perfundidas durante na diástole.
A artéria coronária esquerda possui três ramos: Coronária esquerda, descendente anterior e circunflexa.
A coronária direita e seu ramo (descendente posterior) irrigam o lado direito e posterior do coração.
O sangue envolvido nesse processo retorna ao átrio direito coração através do seio coronário.
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Sistema de condução
• Sob circunstâncias normais, o sistema de condução estimula
primeiro os átrios e depois os ventrículos.
• Nó sinoatrial é conhecido como marcapasso principal do coração.
Figura 2 - Sistema de condução do coração (Retirada de Guyton e Hall)
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Sistema de condução
Figura 2 - Sistema de condução do coração (Retirada de Guyton e Hall)
Resumindo - Direção da emissão de energia:
Nodo sinoatrial Nodo atrioventricular Feixe atrioventricular Fibras de Purkinje
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Débito cardíaco
Refere-se ao volume de sangue que é bombeado por cada ventrículo durante determinado período (a cada minuto).
O débito cardíaco do adulto em repouso é em torno de 5l/min, sendo extremamente variável dependendo da demanda do organismo.
DC = VOLUME SISTÓLICO x FREQ CARDÍACA
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Regulação do
bombeamento cardíaco
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• Pré-carga: Distensão em razão do volume de sangue ventricular.
Os conceitos de pré-carga e pós carga
Atenção! Depende do retorno venoso expresso pelo volume ventricular diastólico final.
• Pós-carga: Tensão na parede do ventrículo durante a sístole, ou seja, é força contra a qual o ventrículo tem de se contrair ao ejetar o sangue.
Atenção! Quanto maior for a pós-carga, maior deverá ser a força que o miocárdio deverá exercer para vencê-la.
Resumindo – pré-carga e pós-carga:
Pré-carga: “capacidade de distender”
Pós-carga: “capacidade de contrair”
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Propriedades do músculo cardíaco Conceitos importantes:
CRONOtropismo Tem a ver com: AUTOMATISMO!
Capacidade de gerar aos seus próprios estímulos elétricos, independendo de estímulos extrínsecos.
INOtropismo
Tem a ver com: CONTRATIBILIDADE!
Capacidade de contrair ativamente como um todo único, uma vez estimulada toda a sua musculatura, o que resulta no fenômeno da contração sistólica. *lembrar do
SINCÍCIO FUNCIONAL; Lembrar dos inotrópicos.
Ritmicidade Tem a ver com: RITMO!
Capacidade de repetir o ciclo cardíaco com regularidade.
LUSItropismo Tem a ver com: DISTENSIBILIDADE!
Terminado o processo de contração, capacidade de relaxamento global (fenômeno da diástole);
BATMOtropismo Tem a ver com: EXCITABILIDADE!
Capacidade de responder quando estimulado; Resposta se estende por todo o órgão.
DROMOtropismo Tem a ver com: CONDUTIBILIDADE!
Condução do processo de ativação elétrica por todo o miocárdio; Sequência estabelecida.
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O Eletrocardiograma
O que significa cada onda?
- Intervalo PR – condução elétrica no Nó AV (condução do átrio ao ventrículo);
- Complexo QRS – despolarização dos ventrículos;
- Intervalo QT – sístole ventricular;
- Segmento ST – repolarização lenta em «plateau» dos miócitos ventriculares (fim da despolarização e início da repolarização dos ventrículos);
- Onda T - repolarização ventricular (repouso para iniciar novamente a atividade elétrica);
- O Ritmo Sinusal é o ritmo cardíaco que se inicia no Nó Sinusal, despolarizando primeiro aos átrios e posteriormente aos ventrículos.
*Eletrólitos envolvidos: Na+; K+; Ca++.
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Traçados eletrocardiográficos interessantes para a prova
Normal Alterado
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Histórico do sistema cardiovascular
Sintomas comuns
Os sinais e sintomas experimentados por pessoas com DCV estão relacionados com arritmias e problemas e condução, doenças arteriais coronarianas, distúrbios estruturais, infecciosos e inflamatórios do coração.
Os sinais e sintomas seguintes são os mais comuns no caso de DCV, com diagnósticos clínicos entre parênteses:
Dor ou desconforto torácico (angina de peito, SCA, Arritmias, valvulopatia cardíaca) Dispneia (SCA, choque cardiogênico, IC, valvulopatia cardíaca)
Edema periférico, ganho de peso, distensão abdominal e ascite (IC)
Palpitações (SCA, arritmias, valvulopatia cardíaca, aneuriumas ventriculares) Fadiga (SCA, IC, valvulopatia cardíaca)
Tontura (Choque cardiogênico, arritmias)
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or primary percutaneous coronary intervention: Strategic Reperfusion Early After Myocardial
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Obrigada!
Vamos às questões?
Andressa França