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Boletim do

Exército

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO

SECRETARIA-GERAL DO EXÉRCITO

N° 43/2004

Brasília - DF, 22 de outubro de 2004.

(2)
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BOLETIM DO EXÉRCITO N

° 43/2004

Brasília - DF, 22 de outubro de 2004.

ÍNDICE 1 ª PARTE LEIS E DECRETOS Sem alteração.

2 ª PARTE

ATOS ADMINISTRATIVOS MINISTÉRIO DA DEFESA GABINETE DO MINISTRO PORTARIA N ° 965-MD, DE 7 DE OUTUBRO DE 2004.

Dispõe sobre as Iniciativas do Projeto de Reengenharia de Processos de Gestão Administrativa do Ministério da Defesa e das Forças Armadas e dá outras providências...7 PORTARIA NORMATIVA N ° 1.259-MD, DE 19 DE OUTUBRO DE 2004.

Dispõe sobre o Programa de Assistência e Cooperação das Forças Armadas à Sociedade Civil/ Soldado Cidadão e institui o seu Comitê Gestor...18

GABINETE DO COMANDANTE DO EXÉRCITO PORTARIA N ° 706, DE 19 DE OUTUBRO DE 2004.

Concede denominação histórica e estandarte histórico ao 26° Grupo de Artilharia de Campanha...28 PORTARIA N ° 707, DE 19 DE OUTUBRO DE 2004.

Modifica o estandarte histórico da Escola de Aperfeiçoamento de Sargentos das Armas...31 PORTARIA N ° 708, DE 19 DE OUTUBRO DE 2004.

Concede denominação histórica e estandarte histórico à 3ª Brigada de Infantaria Motorizada...32 PORTARIA N ° 710, DE 19 DE OUTUBRO DE 2004.

Concede denominação histórica e estandarte histórico ao Parque Regional de Manutenção/7...34 PORTARIA N ° 711, DE 19 DE OUTUBRO DE 2004.

Delega competência ao Chefe do Estado-Maior do Exército para expedição de atos administrativos, nos termos da Lei n° 10.951, de 22 de setembro de 2004...36 PORTARIA N º 716, DE 21 DE OUTUBRO DE 2004.

Altera a letra a), o item 2) da letra b) do inciso II e o § 5º do inciso III do art. 52 do Regulamento do Colégios Militares (R-69) aprovado pela Portaria do Comandante do Exército nº 361, de 30 de julho de 2002...37

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ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO PORTARIA N º 106-EME, DE 21 DE OUTUBRO DE 2004.

Estabelece as normas para promoção de cabos, taifeiros-mor e soldados com quinze ou mais anos de efetivo serviço no Exército...38

DEPARTAMENTO-GERAL DO PESSOAL COMISSÃO DE PROMOÇÕES DE OFICIAIS PORTARIA N ° 008-CPO, DE 20 DE OUTUBRO DE 2004.

Fixa os limites e estabelece os procedimentos para a remessa da documentação que se faz necessária ao estudo para a organização dos quadros de acesso (QA) para as promoções de oficiais de carreira, exceto os do Quadro Auxiliar de Oficiais, de 30 de abril de 2005...41

DEPARTAMENTO DE ENSINO E PESQUISA PORTARIA N ° 87-DEP, DE 27 DE SETEMBRO DE 2004.

Aprova as Instruções Reguladoras do Concurso de Admissão e Matrícula referentes ao Estágio de Instrução e Adaptação para Ingresso no Quadro de Capelães Militares (IRCAM/EIA/QCM) – IR 60-13...45 PORTARIA N ° 88-DEP, DE 27 DE SETEMBRO DE 2004.

Aprova a taxa de inscrição, o Calendário Anual e a Relação das Guarnições e Organizações Militares Sedes de Exame referentes ao Concurso de Admissão/2004-05 para matrícula no Estágio de Instrução e Adaptação para ingresso no Quadro de Capelães Militares (EIA/QCM)...70 PORTARIA N ° 89-DEP, DE 1 ° DE OUTUBRO DE 2004.

Aprova as Instruções Reguladoras da Organização, Funcionamento e Matrícula referentes ao Curso de Preparação para os Cursos de Altos Estudos Militares da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (IROFM/CP/CAEM) – IR 60-09...79 PORTARIA N ° 90-DEP, DE 1 ° DE OUTUBRO DE 2004.

Aprova o Calendário Anual/2005 do Curso de Preparação para os Cursos de Altos Estudos Militares da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (CP/CAEM)...87

SECRETARIA DE ECONOMIA E FINANÇAS PORTARIA No 027-SEF, DE 18 DE OUTUBRO DE 2004.

Cassa a autonomia administrativa do 2o Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado e concede autonomia administrativa ao 2o Grupo de Artilharia de Campanha. ...88 PORTARIA No 028-SEF, DE 18 DE OUTUBRO DE 2004.

Cassa a autonomia administrativa do 22o Grupo de Artilharia de Campanha e concede autonomia administrativa ao 22o Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado. ...89 PORTARIA No 029-SEF, DE 18 DE OUTUBRO DE 2004.

Desvincula administrativamente a 1a Bateria de Lançadores Múltiplos de Foguetes do 32o Grupo de Artilharia de Campanha. ...89 PORTARIA No 030-SEF, DE 18 DE OUTUBRO DE 2004.

Desvincula administrativamente o Campo de Instrução de Formosa do Comando da 11a Região Militar. ...89 PORTARIA No 031-SEF, DE 18 DE OUTUBRO DE 2004.

Cassa a autonomia administrativa do 6o Grupo de Artilharia de Costa Motorizado e concede autonomia administrativa ao 6o Grupo de Lançadores Múltiplos de Foguetes e Campo de Instrução de Formosa. ...90

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PORTARIA No 032-SEF, DE 18 DE OUTUBRO DE 2004.

Desvincula administrativamente a 1a Companhia de Comunicações Blindada do Comando da 5a Brigada de Cavalaria Blindada. ...90 PORTARIA No 033-SEF, DE 18 DE OUTUBRO DE 2004.

Desvincula administrativamente a 7a Companhia de Engenharia de Combate Blindada do Comando da 5a Brigada de Cavalaria Blindada. ...91 PORTARIA No 034-SEF, DE 18 DE OUTUBRO DE 2004.

Desvincula administrativamente o 5o Pelotão de Polícia do Exército do Comando da 5a Brigada de Cavalaria Blindada. ...91 PORTARIA No 035-SEF, DE 18 DE OUTUBRO DE 2004.

Cassa a autonomia administrativa do 1o Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado e concede autonomia administrativa ao 1o Grupo de Artilharia de Campanha de Selva. ...91 PORTARIA No 036-SEF, DE 18 DE OUTUBRO DE 2004.

Cassa a autonomia administrativa do 39o Batalhão de Infantaria Leve e concede autonomia administrativa ao 4o Batalhão de Infantaria Leve. ...92 PORTARIA No 037-SEF, DE 18 DE OUTUBRO DE 2004.

Cassa a autonomia administrativa do 1o Esquadrão de Cavalaria Mecanizado e concede autonomia administrativa ao 1o Esquadrão de Cavalaria Leve. ...92 PORTARIA No 038-SEF, DE 18 DE OUTUBRO DE 2004.

Cassa a autonomia administrativa do Regimento Escola de Cavalaria e concede autonomia administrativa ao 2o Regimento de Cavalaria de Guardas. ...93 PORTARIA No 039-SEF, DE 18 DE OUTUBRO DE 2004.

Cassa a autonomia administrativa do 15o Regimento de Cavalaria Mecanizado e concede autonomia administrativa ao 15o Regimento de Cavalaria Mecanizado-Escola. ...93 PORTARIA No 040-SEF, DE 18 DE OUTUBRO DE 2004.

Desvincula administrativamente a 1a Bateria do 23o Grupo de Artilharia de Campanha de Selva do 52o Batalhão de Infantaria de Selva. ...93 PORTARIA No 041-SEF, DE 18 DE OUTUBRO DE 2004.

Cassa a autonomia administrativa do Comando de Fronteira-Amapá e 3o Batalhão de Infantaria de Selva e concede autonomia administrativa ao Comando de Fronteira-Amapá e 34o Batalhão de Infantaria de Selva. ...94

3 ª PARTE ATOS DE PESSOAL

ATOS DO PODER EXECUTIVO SUPERIOR TRIBUNAL MILITAR DECRETO DE 19 DE OUTUBRO DE 2004.

Aposentadoria de Oficial-General...94 GABINETE DO COMANDANTE DO EXÉRCITO

PORTARIA N ° 663, DE 29 DE SETEMBRO DE 2004.

Prorrogação de nomeação de prestador de tarefa por tempo certo...95

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PORTARIA No 688, DE 8 DE OUTUBRO DE 2004.

Autorização para afastamento no País ...95 PORTARIA N ° 689, DE 8 DE OUTUBRO DE 2004.

Designação para curso no exterior...95 PORTARIA N ° 690, DE 14 DE OUTUBRO DE 2004.

Designação de oficial...96 PORTARIA N ° 691, DE 14 DE OUTUBRO DE 2004.

Exoneração de oficial ...96 PORTARIA N ° 692, DE 15 DE OUTUBRO DE 2004.

Designação para participação em atividade de ensino segundo o Plano de Assistência do Brasil ao Timor Leste na Área de Defesa...96 P

ORTARIA N ° 693 , DE 18 DE OUTUBRO DE 2004.

Agregação de Oficial-General ao respectivo Quadro...97 P

ORTARIA N ° 694 , DE 18 DE OUTUBRO DE 2004.

Agregação de Oficial-General ao respectivo Quadro...97 PORTARIA N ° 699, DE 18 DE OUTUBRO DE 2004.

Exoneração de oficial ...97 PORTARIAS N ° 700 A 704, DE 18 DE OUTUBRO DE 2004.

Nomeação de oficial ...97 PORTARIA N ° 705, DE 18 DE OUTUBRO DE 2004.

Designação de representantes do Comando do Exército para comporem o Grupo de Estudo para a reestruturação da Indústria de Material Bélico do Brasil (GE-IMBEL)...98

DEPARTAMENTO-GERAL DO PESSOAL PORTARIA N ° 149-DGP, DE 11 DE OUTUBRO DE 2004.

Demissão do Serviço Ativo, "a pedido", com indenização à União Federal...99 PORTARIA N ° 150-DGP, DE 11 DE OUTUBRO DE 2004.

Demissão do Serviço Ativo, "ex-offício", com indenização à União Federal...99 SECRETARIA-GERAL DO EXÉRCITO

PORTARIAS Nº 109 A 111–SGEX, DE 18 DE OUTUBRO DE 2004.

Concessão de Medalha Militar...100 PORTARIAS N ° 112 A 115 –SGEX, DE 19 DE OUTUBRO DE 2004.

Concessão de Medalha de Serviço Amazônico...108 4 ª PARTE

JUSTIÇA E DISCIPLINA

GABINETE DO COMANDANTE DO EXÉRCITO DESPACHO DECISÓRIO N ° 201, DE 8 DE OUTUBRO DE 2004.

Tratamento de saúde no exterior...113

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1 ª PARTE LEIS E DECRETOS Sem alteração

2 ª PARTE

ATOS ADMINISTRATIVOS MINISTÉRIO DA DEFESA GABINETE DO MINISTRO

PORTARIA N ° 965-MD, DE 7 DE OUTUBRO DE 2004.

Dispõe sobre as Iniciativas do Projeto de Reengenharia de Processos de Gestão Administrativa do Ministério da Defesa e das Forças Armadas e dá outras providências.

O MINISTRO DE ESTADO DA DEFESA, no uso de suas atribuições e em conformidade com disposto no art. 87, parágrafo único, inciso IV da Constituição, resolve:

Art. 1° Aprovar as iniciativas referentes aos Objetivos Específicos da Defesa (OED), da Marinha (OEM), do Exército (OEE) e da Aeronáutica (OEA) do Projeto de Reengenharia de Processos de Gestão Administrativa do Ministério da Defesa (MD) e das Forças Armadas (FA), nos termos do Anexo a esta Portaria.

Art. 2° Determinar a elaboração de Anteprojeto para as Iniciativas aprovadas no art. 1°, com o propósito de fundamentar a sua implementação sob forma de projeto.

Art. 3° Definir como prioritárias as seguintes iniciativas:

I - INICIATIVAS PRIORITÁRIAS DA DEFESA (IPD)

a) IPD - 01 Ampliar o prazo previsto na Lei n° 8.745, de 9 DEZ 93 para contratação de pessoal por tempo determinado para cargos temporários em obras e serviços de engenharia e reduzir o prazo para recontratação tendo em vista a carência de mão-de-obra especializada na região amazônica;

b) IPD - 02 Elaborar os documentos do Plano Estratégico Integrado (ações de pronta- resposta);

c) IPD - 03 Implantar o Hospital Combinado de Manaus;

d) IPD - 04 Reintroduzir o Auxílio-Moradia por localidade, adequando-o à realidade de cada Região, de forma a reduzir o dispêndio de recursos com a construção e manutenção de Próprio Nacional Residencial (PNR);

e) IPD - 05 Implantar uma rede de inteligência tecnológica da Defesa para suprir as ações de Ciência e Tecnologia e Inovação com informações oportunas, de modo a ampliar o sucesso de seus resultados;

f) IPD - 06 Revisar a Política de Defesa Nacional;

g) IPD - 07 Implementar o sistema computacional do Sistema Militar de Comando e Controle, dotado dos recursos necessários para o planejamento, condução e acompanhamento de operações militares;

Boletim do Exército n° 43, de 22 de outubro de 2004. - 7

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h) IPD - 08 Dimensionar os serviços de saúde das Forças Armadas;

i) IPD - 09 Padronizar os procedimentos da prestação dos serviços de saúde;

j) IPD - 10 Especificar o Projeto de Integração dos Sistemas Logísticos dentro de suas funções;

k) IPD - 11 Propor nova estrutura organizacional da Escola Superior de Guerra (ESG);

l) IPD - 12 Padronizar nas FA o Exercício de Apresentação da Reserva pela Internet;

m) IPD - 13 Aprovar, no âmbito do MD, as propostas das portarias de criação do Centro de Certificação, de Metrologia, de Normalização e de Fomento das Forças Armadas (CCEMEFA) e dos sistemas que comporão esse Centro;

n) IPD - 14 Realizar estudos sobre a reestruturação organizacional e física do Estado Maior de Defesa (EMD), visando a adequar a capacidade operacional, com o fim de atender aos Objetivos Militares de Defesa apontados na Política Militar de Defesa, ora em elaboração;

o) IPD - 15 Supervisionar o planejamento e a execução do Projeto Soldado Cidadão;

p) IPD - 16 Estabelecer políticas para o Sistema de Comunicação Social de Defesa.

II - INICIATIVAS PRIORITÁRIAS DA MARINHA (IPM)

a) IPM - 01 Obter, por intermédio do MD, a aprovação de emenda ao PLDO, isentando os Fundos militares de sofrerem contingenciamento para possibilitar sua utilização integral no custeio das atividades para os quais foram criados;

b) IPM - 02 Obter, por intermédio do MD, a aprovação de emenda ao PLDO, isentando os Fundos Militares de sofrerem contingenciamento de modo a contribuir para o restabelecimento dos níveis mínimos de capacidade operacional da Marinha do Brasil;

c) IPM - 03 Obter, por intermédio do MD, a aprovação de Diretriz Presidencial específica para o Programa de Reaparelhamento da Marinha (PRM);

d) IPM - 04 Apresentar projetos de investimento contemplando apoio à implantação da Usina de Demonstração Industrial Hexafluoreto de Urânio (USEXA), Usina de Demonstração de Indústria de Enriquecimento Isotópico de Urânio (USIDE) e Laboratório de Geração de Energia Núcleo-Elétrico (LABGENE) ao Fundo de Ciência e Tecnologia (FCT);

e) IPM - 05 Criar mecanismos administrativos mais eficientes para a efetiva transferência de recursos provenientes de Fundos Governamentais geridos pela Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP);

f) IPM - 06 Acelerar a aprovação e efetiva transferência de recursos dos projetos do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP) já apresentados ao Fundo Setorial de Energia (CTEnerg) do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) que incluem implantação de unidade de fabricação de combustível urânio-gadolínio, apoio à implantação da USEXA e ao desenvolvimento de ultracentrífugas.

III - INICIATIVAS PRIORITÁRIAS DO EXÉRCITO (IPE)

a) IPE - 01 Desenvolver o Módulo de Catalogação do EB compatível com o Sistema Gerenciador de Dados de Catalogação (SGDC);

b) IPE - 02 Aperfeiçoar o Sistema de Controle Físico (SISCOFIS) do Exército;

c) IPE - 03 Desenvolver Sistema Informatizado de Controle da Manutenção do Exército;

d) IPE - 04 Integrar a base corporativa do EB com as bases do sistema de: informação do pessoal civil e militar, catalogação do exército, dotação do material e controle físico do material;

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e) IPE - 05 Desenvolver o Sistema de Material do Exército (SIMATEX) via web;

f) IPE - 06 Atualizar o Sistema de Pesquisa e Desenvolvimento do Exército;

g) IPE - 07 Implementar o Plano Básico de Ciência e Tecnologia do Exército.

IV - INICIATIVAS PRIORITÁRIAS DA AERONÁUTICA (IPA)

a) IPA - 01 Propor um sistema, com base em informações de cooperativas imobiliárias e de outros organismos, para proporcionar a oportunidade de aquisição da casa própria para militares;

b) IPA - 02 Propor a política da Aeronáutica quanto à preparação dos militares para a passagem para a inatividade;

c) IPA - 03 Implementar, em coordenação com o MD, a interação entre o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (CECOMSAER) e os sistemas de comunicação social das demais Forças;

d) IPA - 04 Coordenar com o Ministério da Defesa um plano de divulgação institucional;

e) IPA - 05 Elaborar a Doutrina de Emprego Operacional da Comunicação Social, assim como a sua mobilização e desmobilização.

Art. 4° Os Anteprojetos das Iniciativas Prioritárias e os Anteprojetos das demais Iniciativas deverão ser enviados até 30 (trinta) e 60 (sessenta) dias, respectivamente, após a publicação desta Portaria, ao Centro de Competência em Gestão Administrativa (CCGA).

Art. 5° Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

ANEXO

INICIATIVAS REFERENTES AO PROJETO RGA I - OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DEFESA (OED)

a) OED-01 - DESENVOLVIMENTO ESTRATÉGICO DA AMAZÔNIA

1. Ampliar o prazo previsto na Lei n° 8.745, de 9 DEZ 93 para contratação de pessoal por tempo determinado para cargos temporários em obras e serviços de engenharia e reduzir o prazo para recontratação tendo em vista a carência de mão-de-obra especializada na região amazônica;

2. Elaborar os documentos do Plano Estratégico Integrado (ações de pronta-resposta);

3. Implantar o Hospital Combinado de Manaus;

4. Reintroduzir o Auxílio-Moradia por localidade, adequando-o à realidade de cada Região, de forma a reduzir o dispêndio de recursos com a construção e manutenção de Próprio Nacional Residencial (PNR);

5. Ampliar e reformar aeródromos na região amazônica;

6. Manter completas as lotações de pessoal na Base Naval de Val-de-Cães (BNVC) e Estação Naval do Rio Negro (ENRN), completar a lotação do Batalhão de Operações Ribeirinhas (BtlOpRib) e aumentar a lotação do pessoal de saúde no Comando Naval da Amazônia Ocidental (CNAO);

7. Realizar cursos de capacitação do pessoal do EB designado para operar o Sistema de Proteção da Amazônia (SIPAM) e o Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM);

8. Adequar as especialidades e quantidades de sargentos, na escola de formação, às necessidades do Serviço Regional de Proteção ao Vôo de Manaus (SRPV-MN), em face dos novos equipamentos e sistemas implementados com os recursos do financiamento do SIVAM;

Boletim do Exército n° 43, de 22 de outubro de 2004. - 9

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9. Acompanhar, via Assessoria Parlamentar (ASPAR), o andamento do Projeto de Lei n°

2.272/2003 dispõe sobre a Mobilização Nacional e cria o Sistema Nacional de Mobilização (SINAMOB);

10. Cumprir o Plano de Desenvolvimento e Implantação (PDI) do Sistema de Comunicações Militares por Satélite (SISCOMIS);

11. Aumentar o quantitativo de combustíveis e lubrificantes alocados para os meios navais, aeronavais e de Fuzileiros Navais da Amazônia;

12. Ampliar a área de atuação do Correio Aéreo Nacional (CAN);

13. Alocar recursos financeiros suplementares, não planejados no Plano Plurianual (PPA) 2004/2007, no Programa 0623 - Controle do Espaço Aéreo e Segurança de Vôo - para a construção e recuperação de PNR e acessos, nos Destacamentos da Amazônia;

14 Elaborar Plano de Irradiação dos Cursos contratados com recursos do financiamento do SIVAM para aumentar a quantidade de pessoas com conhecimento técnico e operacional dos sistemas recebidos pela Aeronáutica;

15. Solicitar às Forças a substituição progressiva dos equipamentos que não atendam à configuração mínima requerida para o pleno funcionamento do sistema Governo Eletrônico - Serviço de Atendimento ao Cidadão (GESAC).

b) OED-03 - DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO, TECNOLÓGICO E INDUSTRIAL NA DEFESA

1. Apresentar programas mobilizadores de interesse da Defesa Nacional ao Senhor Presidente da República, sob o ponto de vista estratégico e de desenvolvimento sustentável do País;

2. Implantar uma rede de inteligência tecnológica da Defesa para suprir as ações de Ciência e Tecnologia e Inovação com informações oportunas, de modo a ampliar o sucesso de seus resultados;

3. Estruturar a cadeia produtiva de material de Defesa, visando a atingir a eficácia, a eficiência e a efetividade.

c) OED-05 - APOIO AO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL

1. Incrementar o voluntariado de médicos temporários para a Amazônia e Centro-Oeste;

2. Acompanhar as ações de cooperação das FA e do MD no campo social;

3. Estimular a realização de convênio entre as FA e as diversas instâncias de governo para a realização de obras de infraestrutura e instalações aeroportuárias;

4. Estabelecer parcerias com órgãos públicos, instituições públicas, privadas, universidades, entre outros, visando à inclusão social do jovem, educando-o para a cidadania, solidariedade e cultivando os valores da Pátria.

d) OED-08 - PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

1. Elaborar o manual de Planejamento Estratégico de Defesa;

2. Construir cenários prospectivos;

3. Revisar a Política de Defesa Nacional;

4. Revisar a Política Militar da Defesa.

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e) OED-09 - INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS INFORMATIZADOS OPERACIONAIS 1. Estruturar um centro de comando e controle alternativo ao Centro de Comando e Controle do Comando Supremo;

2. Modernizar a infra-estrutura tecnológica do Centro de Comando e Controle do Comando Supremo e dos Centros das Forças Armadas;

3. Modernizar a infra-estrutura de comunicações do Sistema Militar de Comando e Controle;

4. Implementar o sistema computacional do Sistema Militar de Comando e Controle, dotado dos recursos necessários para o planejamento, condução e acompanhamento de operações militares.

f) OED-10 - INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS INFORMATIZADOS ADMINISTRATIVOS 1. Cotejar os sistemas administrativos em uso com as atividades estabelecidas no Regimento Interno do MD, visando a identificar o nível de informatização e integração das soluções existentes;

2. Eleger provedores de solução complementares aos sistemas de informações administrativas em uso.

g) OED-12 - INTEGRAÇÃO DOS SISTEMAS DE SAÚDE 1. Dimensionar os serviços de saúde das FA;

2. Conhecer a tipologia da demanda da prestação dos serviços de saúde;

3. Aperfeiçoar o mecanismo de compensação de pagamento dos serviços de saúde, prestados entre as Forças;

4. Reduzir os custos da prestação dos serviços de saúde;

5. Reciclar e treinar o pessoal da área de saúde;

6. Aumentar a participação das FA no planejamento estratégico da área de saúde do MD;

7. Padronizar os procedimentos da prestação dos serviços de saúde.

h) OED-13 - INTEGRAÇÃO DOS SISTEMAS LOGÍSTICOS

1. Desenvolver o módulo de catalogação do Exército Brasileiro, o que permitirá a compatibilidade plena do Sistema de Catalogação do Exército (SICATEX) com o Sistema Gerencial de Dados de Catalogação (SGDC);

2. Incrementar a catalogação de itens das Forças na base de dados do Centro de Catalogação das Forças Armadas (CECAFA);

3. Incrementar a pesquisa e a catalogação de itens comuns às FA (tarefa a cargo da Força Coordenadora nas diversas classes de material);

4. Traduzir verbetes (catálogo Inglês- Português);

5. Intensificar a evolução dos diversos números de catalogação das FA para o código padrão do Sistema OTAN de Catalogação (SOC);

6. Gestionar o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão para a inserção de um artigo na Lei no 8.666, de 21 de junho de 1993, e suas alterações que obrigue o fornecedor a informar os dados necessários à catalogação;

7. Acompanhar o cumprimento das normas atinentes à catalogação estabelecidas pelo MD, por parte das FA;

8. Especificar o Projeto de Integração dos Sistemas Logísticos dentro de suas funções.

Boletim do Exército n° 43, de 22 de outubro de 2004. - 11

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i) OED-14 - REESTRUTURAÇÃO DA ESCOLA SUPERIOR DE GUERRA - ESG 1. Implantar o Curso de Altos Estudos de Política e Estratégica da ESG;

2. Atualizar a legislação da ESG;

3. Propor nova estrutura organizacional da ESG.

j) OED-15 - EXERCÍCIO DE APRESENTAÇÃO DA RESERVA - EXAR PELOS CORREIOS E INTERNET

1. Padronizar nas FA o Exercício de Apresentação da Reserva pela Internet.

k) OED-16 - IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE METROLOGIA DAS FORÇAS ARMADAS - SISMEFA E DO SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS - SISCEFA.

1. Aprovar, no âmbito do MD, as propostas de portarias de criação do Centro de Certificação, de Metrologia, de Normalização e de Fomento das FA (CCEMEFA) e dos sistemas que comporão esse Centro;

2. Ativar o CCEMEFA;

3. Implantar os Sistemas de Certificação, de Metrologia, de Normalização e de Fomento.

l) OED-18 - DISSEMINAÇÃO E APRIMORAMENTO DA DOUTRINA DE EMPREGO COMBINADO E ADESTRAMENTO DAS FORÇAS ARMADAS

1. Realizar estudos sobre a Gestão do Conhecimento em Emprego Combinado das Forças Armadas;

2. Realizar estudos sobre a reestruturação organizacional e física do Estado Maior de Defesa (EMD), visando adequar a capacidade operacional, com o fim de atender aos Objetivos Militares de Defesa apontados na Política Militar de Defesa, ora em elaboração;

3. Realizar estudos sobre a necessidade de atualização dos currículos acadêmicos visando à disseminação da Doutrina e a qualificação necessária para o Emprego Combinado das Forças Armadas.

m) OED-19 - PROMOVER ESTUDOS E REFLEXÕES SOBRE O PENSAMENTO BRASILEIRO EM MATÉRIA DE DEFESA E SEGURANÇA

1. Realizar palestras em universidades e outros fóruns sobre o pensamento brasileiro em matéria de segurança e defesa;

2. Realizar gestões junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) para a criação de rubrica específica para o tema “Defesa”;

3. Promover um concurso nacional de teses e dissertação, cujo tema central esteja relacionado à Defesa;

4. Criar na página da Internet do MD o “Espaço Acadêmico”.

n) OED-20 - SOLDADO CIDADÃO

1. Supervisionar o planejamento e a execução do Projeto Soldado Cidadão;

2. Obter os recursos necessários à execução do Projeto.

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o) OED-21 - DESENVOLVER MODELO DE GESTÃO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL PARA AS FORÇAS ARMADAS, QUE AMPLIE SUA ATUAÇÃO SOBRE OS SEUS RESPECTIVOS PÚBLICOS-ALVOS

1. Estruturar o Centro de Comunicação Social do MD;

2. Estabelecer políticas para o Sistema de Comunicação Social de Defesa.

II - OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA MARINHA (OEM)

a) OEM-03 - IDENTIFICAR INICIATIVAS E AÇÕES QUE VIABILIZEM O DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DA INDÚSTRIA

1. Promover o aprimoramento do pessoal da Marinha do Brasil envolvido diretamente com o processo de contrapartidas.

b) OEM-04 - BUSCAR A PROMOÇÃO DE INTERCÂMBIOS E PARCERIAS COM INSTITUIÇÕES, NACIONAIS E ESTRANGEIRAS, PÚBLICAS E PRIVADAS, CIVIS E MILITARES, QUE POSSIBILITEM NOVA DINÂMICA AO PROGRAMA NUCLEAR DA MARINHA

1. Criar mecanismos administrativos mais eficientes para a efetiva transferência de recursos provenientes de fundos governamentais geridos pela Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP);

2. Apresentar projetos de investimento contemplando apoio à implantação da Usina de Demonstração Industrial Hexafluoreto de Urânio (USEXA), Usina de Demonstração de Indústria de Enriquecimento Isotópico de Urânio (USIDE) e Laboratório de Geração de Energia Núcleo-Elétrico (LABGENE) ao Fundo de Ciência e Tecnologia (FCT);

3. Apresentar projetos de investimento contemplando apoio à implantação da USEXA, USIDE e LABGENE ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES);

4. Acelerar a aprovação e efetiva transferência de recursos dos projetos do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP) já apresentados ao Fundo Setorial de Energia (CT-Energ) do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) que incluem implantação de unidade de fabricação de combustível urânio-gadolínio, apoio à implantação da USEXA e ao desenvolvimento de ultracentrífugas;

5. Solicitar ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) bolsas de estudo e estágios para apoio de pessoal ao Programa Nuclear da Marinha.

c) OEM-05 - IMPLEMENTAR INICIATIVAS E PROMOVER ESFORÇOS DAS TRÊS FORÇAS EM PROJETOS DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL, NAS ÁREAS DA EDUCAÇÃO, SAÚDE, ESPORTES E LAZER, TRANSPORTES E OUTRAS

1. Determinar a capacidade máxima de menores e a necessidade de recursos para assisti-los pelas Organizações Militares executoras do Plano de Assistência ao Menor (PAM).

d) OEM-06 - APERFEIÇOAR OS SISTEMAS DE AUDITORIA NA ÁREA DE PAGAMENTO DE PESSOAL EM ESPECIAL DA FOLHA DE INATIVOS E PENSIONISTAS VISANDO À DETECTAÇÃO E CORREÇÃO DE ERROS

1. Promover o treinamento do pessoal da Pagadoria de Pessoal da Marinha (PAPEM)/

Serviço de Inativos e Pensionistas da Marinha (SIPM) envolvido no processamento do pagamento.

e) OEM-09 - PROMOVER, NO QUE FOR APLICÁVEL, A COMPATIBILIZAÇÃO E HOMOGENEIZAÇÃO TECNOLÓGICA DOS SOFTWARES APLICATIVOS E SISTEMAS OPERACIONAIS PARA ATIVIDADES OPERACIONAIS

1. Definir o escopo do sistema e estabelecer tarefas às organizações militares afins.

Boletim do Exército n° 43, de 22 de outubro de 2004. - 13

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f) OEM-11 - LEVANTAR INICIATIVAS QUE POSSIBILITEM A UTILIZAÇÃO INTEGRAL DAS RECEITAS DOS FUNDOS MILITARES NO CUSTEIO DAS ATIVIDADES PARA OS QUAIS FORAM CRIADOS

1. Obter, por intermédio do MD, a aprovação de emenda ao PLDO, isentando os Fundos militares de sofrerem contingenciamento para possibilitar sua utilização integral no custeio das atividades para os quais foram criados.

g) OEM-12 - APERFEIÇOAR A REGULAMENTAÇÃO DAS AÇÕES DE INTERAÇÃO ENTRE OS SISTEMAS DE SAÚDE DAS FORÇAS ARMADAS E GARANTIR QUE A ORÇAMENTAÇÃO DOS FUNDOS DE SAÚDE DAS TRÊS FORÇAS NÃO ESTEJA INCLUÍDA NOS RESPECTIVOS LIMITES DE OCC ANUAIS

1. Subsidiar o Ministério da Defesa na padronização da tabela de procedimentos da Assistência Médico-Hospitalar (AMH) comum às 03 Forças Armadas (nomenclatura e valor);

2. Centralizar os laboratórios de análises clínicas da Marinha.

h) OEM-16 - GARANTIR O APORTE EMERGENCIAL DE RECURSOS PARA RESTITUIR À MARINHA NÍVEIS MÍNIMOS DE CAPACIDADE OPERACIONAL

1. Obter, por intermédio do MD, a aprovação de créditos adicionais por suplementação à Lei Orçamentária Anual (LOA) 2004, com a correspondente expansão do limites de movimentação e empenho e do limite de pagamento.

i) OEM-17 - NÃO INCLUIR OS FUNDOS DE INTERESSE DE DEFESA NO LIMITE DE MOVIMENTAÇÃO E EMPENHO IMPOSTO AO MD, DE MODO A CONTRIBUIR PARA O RESTABELECIMENTO DOS NÍVEIS MÍNIMOS DE CAPACIDADE OPERACIONAL DA MARINHA DO BRASIL

1. Obter, por intermédio do MD, a aprovação de emenda ao PLDO, isentando os Fundos Militares de sofrerem contingenciamento de modo a contribuir para o restabelecimento dos níveis mínimos de capacidade operacional da Marinha do Brasil.

j) OEM-18 - BUSCAR PARCERIAS, APOIO OU PATROCÍNIO DE INSTITUIÇÕES PRIVADAS NA PRODUÇÃO DE EVENTOS OU PERIÓDICOS DE RESPONSABILIDADE DA MARINHA DO BRASIL

1. Criar procedimentos para orientar as Organizações Militares na busca de parcerias.

k) OEM-19- ASSEGURAR RECURSOS DE FONTES ALTERNATIVAS GOVERNAMENTAIS OU PRIVADAS, QUE PERMITAM A CONTINUIDADE E A SUSTENTABILIDADE DO PROGRAMA ANTÁRTICO BRASILEIRO

1. Criar um grupo de trabalho interministerial com representantes da Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (SECIRM), Ministério das Relações Exteriores (MRE), Ministério do Meio Ambiente (MMA), Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e representantes da comunidade científica para a elaboração de um planejamento estratégico para o Programa Antártico Brasileiro.

l) OEM-20 - OBTER A APROVAÇÃO DO PROGRAMA DE REAPARELHAMENTO DA MARINHA, E A CONSEQÜENTE AUTORIZAÇÃO PARA O REPASSE TEMPESTIVO DOS RECURSOS NECESSÁRIOS

1. Obter, por intermédio do MD, a aprovação de Diretriz Presidencial específica para o Programa de Reaparelhamento da Marinha (PRM).

(15)

III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS DO EXÉRCITO (OEE)

a) OEE-03 - IDENTIFICAR E IMPLEMENTAR INICIATIVAS E AÇÕES QUE VIABILIZEM O DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DA INDÚSTRIA DE DEFESA NACIONAL, EM PARTICULAR EM SETORES CONSIDERADOS ESTRATÉGICOS

1. Implementar o Plano Básico de Ciência e Tecnologia do Exército.

b) OEE-09 - PROMOVER, NO QUE FOR APLICÁVEL, A COMPATIBILIZAÇÃO E A HOMOGENEIZAÇÃO TECNOLÓGICA DOS SOFTWARES APLICATIVOS E SISTEMAS OPERACIONAIS PARA AS ATIVIDADES OPERACIONAIS

1. Desenvolver o Projeto Comando e Controle em Combate.

c) OEE-10 - PROMOVER A UNIFORMIZAÇÃO DE USO DE SOFTWARES E SISTEMAS OPERACIONAIS PARA ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS SEMPRE QUE POSSÍVEL E APLICÁVEL

1. Integrar a base corporativa do EB com as bases do sistema de: informação do pessoal civil e militar, catalogação do Exército, dotação do material e controle físico do material.

d) OEE-15 - ESTABELECER PRÁTICAS GERENCIAIS QUE CONDUZAM A UM MELHOR DESEMPENHO DOS PROJETOS E PROCESSOS E À MELHORIA DA QUALIDADE DOS PRODUTOS E SERVIÇOS NA INSTITUIÇÃO

1. Elaborar cursos de formação e aperfeiçoamento em gestão;

2. Promover o alinhamento estratégico da instituição;

3. Implantar o Balance Recordardes - BSC;

4. Implantar o Projeto Motivação;

5. Implantar ferramenta informatizada de auto-avaliação.

e) OEE-16 - TRANSFERIR A 2ª BRIGADA DE INFANTARIA MOTORIZADA DE NITERÓI/RJ PARA SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA/AM, COMO 2ª BRIGADA DE INFANTARIA DE SELVA

1. Buscar a complementação de recursos;

2. Realizar previsão orçamentária;

3. Prover gestões junto ao Governo Federal, no sentido de viabilizar recursos específicos.

f) OEE-21 - APERFEIÇOAR O SISTEMA DE GESTÃO LOGÍSTICA DE MATERIAL DO EB, AUMENTANDO SUA EFICIÊNCIA, EFICÁCIA E EFETIVIDADE

1. Desenvolver o Sistema de Material do Exército (SIMATEX) via web;

2. Desenvolver Sistema de Controle Físico (SISCOFIS) do Exército;

3. Desenvolver o Módulo de Catalogação do EB compatível com o Sistema Gerencial de Dados de Catalogação (SGDC);

4. Desenvolver Sistema Informatizado de Controle da Manutenção do Exército.

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g) OEE-22 - ATUALIZAR E REVISAR OS MODELOS ESTABELECIDOS NA INSTRUÇÃO GERAL 20-11 e 20-12 E NA INSTRUÇÃO REGULADORA 13-04, EMPREGANDO CONCEITOS MODERNOS CONJUGADOS À ENGENHARIA DE SISTEMAS E ENGENHARIA SIMULTÂNEA, BEM COMO INSERIR MODELOS DE TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA, GARANTIA E EXPLORAÇÃO DOS DIREITOS DE PROPRIEDADE PELO EXÉRCITO

1. Atualizar o Sistema de Pesquisa e Desenvolvimento do Exército;

2. Atualizar o Ciclo de Vida do Material de Emprego Militar com base em modelos de referência e objetivando reduzir o ciclo de desenvolvimento e produção;

3. Atualizar a metodologia de gerenciamento de pesquisa, alinhando-se aos modernos conceitos de gestão de projetos.

IV - 4° OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA AERONÁUTICA (OEA)

a) OEA-02 - IMPLEMENTAR AÇÕES NA ÁREA PATRIMONIAL QUE PROPORCIONEM A OBTENÇÃO DE RECURSOS DE FONTES ALTERNATIVAS PARA AS FORÇAS ARMADAS

1. Implementar permutas nas áreas consideradas vantajosas para a União, conforme os respectivos estudos de viabilidade técnica e legal.

b) OEA-16 - INCREMENTAR A CAPACIDADE DA FORÇA AÉREA BRASILEIRA PARA REALIZAR OPERAÇÕES COM AS FORÇAS ARMADAS DE NAÇÕES AMIGAS

1. Apresentar as minutas de propostas de novos procedimentos operacionais, de atualização dos já existentes ou a revogação dos instrumentos considerados inadequados nas análises realizadas.

c) OEA-17 - TER ALOCADOS TODOS OS RECURSOS NECESSÁRIOS NOS ORÇAMENTOS ANUAIS, A FIM DE GARANTIR O CUMPRIMENTO DA DESTINAÇÃO CONSTITUCIONAL

1. Apresentar as necessidades da Força Aérea para superar as vulnerabilidades operacionais identificadas;

2. Elaborar e propor campanha de conscientização da opinião pública nacional quanto ao papel e importância da Força Aérea.

d) OEA-18 - EXCLUIR, DOS LIMITES ORÇAMENTÁRIOS DA AERONÁUTICA, OS RECURSOS ORIUNDOS DAS OPERAÇÕES DE CRÉDITO EXTERNO (FONTES 148/ 149), A FIM DE NÃO IMPACTAR O SEU ORÇAMENTO GLOBAL

1. Propor uma estratégia de convencimento do Ministério da Fazenda e do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, envolvendo esses órgãos com a execução do Programa de Fortalecimento do Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (PFCEAB);

2. Propor modificações à atual metodologia de contratação e aplicação de recursos oriundos de financiamentos externos.

e) OEA-21 - ELABORAR E IMPLEMENTAR EXERCÍCIOS GERAIS E SETORIAIS DE MOBILIZAÇÃO, INCLUINDO A APRESENTAÇÃO ANUAL DOS MILITARES DA RESERVA DA AERONÁUTICA

1. Propor os objetivos e a metodologia de execução de exercícios de mobilização, compatibilizando-os, no que for cabível, com o realizado pelas outras Forças.

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f) OEA-22 - IMPLEMENTAR PROGRAMAS DE INCENTIVO À MORADIA PRÓPRIA E DE DIMENSIONAMENTO DAS NECESSIDADES DE PRÓPRIOS NACIONAIS RESIDENCIAIS

1. Propor um sistema, com base em informações de cooperativas imobiliárias e de outros organismos, para proporcionar a oportunidade de aquisição da casa própria para militares;

2. Levantar a necessidade e elaborar proposta para ampliar a disponibilidade de Próprios Nacionais Residenciais em cada Comando Aéreo Regional (COMAR).

g) OEA-23 - PROMOVER O INTERCÂMBIO DE CONHECIMENTOS EM ÁREAS CONSIDERADAS CRÍTICAS PELA ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAL

1. Propor a metodologia de formação dos recursos humanos, com base no levantamento das necessidades existentes;

2. Concluir a implantação do Sistema de Gerenciamento de Pessoal (SIGPES).

h) OEA-24 - IMPLEMENTAR UM PROGRAMA DE PREPARAÇÃO DOS MILITARES PARA A PASSAGEM PARA A INATIVIDADE, REAPROVEITANDO MILITARES E CIVIS INATIVOS EM ATIVIDADES DE INTERESSE DA FORÇA

1. Propor a política da Aeronáutica quanto à preparação dos militares para a passagem para a inatividade;

2. Pesquisar a legislação e a bibliografia existente.

i) OEA-30 - ESTIMULAR A PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA NA COMPREENSÃO DE ASSUNTOS DE DEFESA DESENVOLVIDOS PELA AERONÁUTICA, A FIM DE OBTER SEU APOIO PARA A CONSECUÇÃO DAS ATIVIDADES PLANEJADAS

1. Elaborar normas sistêmicas para o planejamento, supervisão, coordenação e controle da Comunicação Social na FAB;

2. Capacitar o pessoal do Sistema de Comunicação Social da Aeronáutica (SISCOMSAE) para o exercício dessas atividades;

3. Adquirir o hardware necessário à gestão de informações de comunicação social;

4. Desenvolver ou adquirir o software de gestão de informações gerenciais de comunicação social;

5. Implantar um sistema de videoconferência para o SICOMSAE;

6. Implementar, em coordenação com o MD, a interação entre o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (CECOMSAER) e os sistemas de comunicação social das demais Forças;

7. Coordenar com o Ministério da Defesa um plano de divulgação institucional;

8. Propor medidas visando à obtenção de patrocínios para as atividades do CECOMSAER.

j) OEA-32 - ADEQUAR E INTEGRAR A ATIVIDADE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA AERONÁUTICA AO PREPARO E EMPREGO DA FORÇA AÉREA BRASILEIRA

1. Estabelecer o papel da Comunicação Social no preparo e emprego da Força, introduzindo- a na doutrina básica da Força Aérea Brasileira (FAB);

2. Elaborar a Doutrina de Emprego Operacional da Comunicação Social, assim como a sua mobilização e desmobilização;

3. Idealizar e propor o sistema de operações psicológicas na estrutura de comando e controle da FAB e elaborar o manual correspondente;

4. Criar o Centro de Operações Psicológicas da Aeronáutica.

(Portaria publicada no Diário Oficial da União n° 195, de 8 de outubro de 2004 – Seção 1).

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PORTARIA NORMATIVA N ° 1.259-MD, DE 19 DE OUTUBRO DE 2004.

Dispõe sobre o Programa de Assistência e Cooperação das Forças Armadas à Sociedade Civil/

Soldado Cidadão e institui o seu Comitê Gestor.

O MINISTRO DE ESTADO DA DEFESA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso IV do parágrafo único do art. 87 da Constituição, resolve:

Art. 1° O Programa de Assistência e Cooperação das Forças Armadas à Sociedade Civil/

Soldado Cidadão - PAC/Soldado Cidadão tem por objetivo oferecer aos jovens brasileiros, com ênfase nos recrutas incorporados às fileiras das Forças Armadas, cursos profissionalizantes que lhes proporcionem capacitação técnico-profissional básica, complementem a formação cívica e possibilitem o ingresso no mercado de trabalho em melhores condições, consoante disposto na regulamentação anexa a esta Portaria Normativa.

Art. 2° Fica instituído, no âmbito do Ministério da Defesa, o Comitê Gestor do Programa de Assistência e Cooperação das Forças Armadas à Sociedade Civil/ Soldado Cidadão, composto pelos seguintes membros:

I - três representantes da Secretaria de Logística, Mobilização, Ciência e Tecnologia (SELOM);

II - um representante da Secretaria de Organização Institucional (SEORI);

III - um representante da Secretaria de Estudos e de Cooperação (SEC); e IV - um representante de cada Força Armada.

Parágrafo único. Cabe à SELOM indicar o Presidente e o Secretário do Comitê Gestor.

Art. 3° Constituem atribuições do Comitê Gestor:

I - planejar, coordenar, acompanhar e supervisionar as atividades desenvolvidas pelas Forças Armadas;

II - acompanhar os convênios realizados pelas Forças Armadas;

III - planejar e propor a utilização dos recursos;

IV - definir e orientar os parâmetros pedagógicos;

V - receber dos Comandos os relatórios mensais relativos à execução físico-financeira; e VI - elaborar relatório anual, encaminhando-o ao Ministro de Estado da Defesa até 31 de janeiro do exercício subseqüente.

Art. 4° As atividades dos integrantes do Comitê Gestor são consideradas serviço público relevante e não são remuneradas.

Art. 5° Constituem entidades parceiras do Programa as organizações governamentais ou privadas que interajam com o Ministério da Defesa, objetivando a consecução do PAC/Soldado Cidadão.

Art. 6° Esta Portaria Normativa entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 7° Fica revogada a Portaria n° 988/MD, de 20 de outubro de 2003.

(19)

ANEXO

“PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA E COOPERAÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS À SOCIEDADE CIVIL /SOLDADO CIDADÃO - PAC/ Soldado Cidadão”

TÍTULO: Programa de Assistência e Cooperação das Forças Armadas à Sociedade Civil/

Soldado Cidadão - PAC/Soldado Cidadão, integrado para a formação cívica e profissional de jovens brasileiros em idade de prestação de Serviço Militar Inicial, incorporados às fileiras das Forças Armadas.

COORDENAÇÃO: Ministério da Defesa.

DURAÇÃO: De 2004 a 2006.

PARCERIAS POSSÍVEIS: Ministério do Trabalho e Emprego;

Comando da Marinha;

Comando do Exército;

Comando da Aeronáutica;

Fundação Cultural Exército Brasileiro;

Entidades do Sistema “S”; e Outras Entidades.

1 - OBJETIVOS

Oferecer aos jovens brasileiros, com ênfase nos recrutas incorporados às fileiras das Forças Armadas, cursos profissionalizantes que lhes proporcionem capacitação técnico-profissional básica, complementem a formação cívica e possibilitem o ingresso no mercado de trabalho em melhores condições.

2 - PÚBLICO - ALVO

Jovens em idade de prestação do Serviço Militar Inicial e soldados já incorporados às Forças Armadas para o Serviço Militar Obrigatório, de perfil sócio-econômico carente e que necessitem formação profissional básica que os habilitem ao primeiro emprego e conseqüente inserção no mercado de trabalho.

3 - APRESENTAÇÃO

As transformações sociais que vêm ocorrendo neste início de século provocam mudanças profundas no mercado de trabalho. Um país como o Brasil enfrenta o duplo desafio de fazer frente aos avanços tecnológicos e às novas expectativas das empresas, que agora enfrentam mercados globalizados, e de integrar à economia produtiva um número crescente de jovens com pouca ou nenhuma qualificação profissional.

Isso significa reconhecer que, para enfrentar esse duplo desafio, é necessário ampliar e racionalizar programas de educação profissional e formação cívica, uma vez que os profissionais que irão enfrentar o mundo moderno devem estar preparados para o trabalho e para o exercício da cidadania.

Especificamente no Brasil, cerca de 1.500.000 jovens atingem, anualmente, a faixa etária destinada à prestação do Serviço Militar. Destes, aproximadamente 100.000 irão prestar o Serviço Militar Inicial. A maioria deles será inserida no mercado de trabalho com uma formação educacional média, lastreada apenas no ensino fundamental ou no ensino médio incompleto, sem qualquer aperfeiçoamento técnico-profissional, e deficiente formação sobre cidadania.

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Nesse sentido, existe hoje um grande número de esforços isolados, tanto no âmbito da iniciativa privada quanto governamental, com o objetivo de proporcionar ao jovem brasileiro uma melhor formação profissional para inseri-lo no mercado de trabalho.

Essas iniciativas, muitas vezes exitosas, podem ser associadas e disponibilizadas a um maior número de jovens numa comunhão de esforços que, certamente, pode gerar a racionalização do uso dos recursos e a participação integrada de diversos segmentos da sociedade, comprometidos com o desenvolvimento sócio-cultural do jovem brasileiro e sua profissionalização.

A união de esforços entre militares e civis, estes do setor público ou da iniciativa privada, deve gerar condições muito favoráveis a uma melhor qualificação da mão-de-obra brasileira, a custos baixos. Assim, o presente PAC/Soldado Cidadão tem a finalidade de apresentar uma proposta para o desenvolvimento de cursos básicos profissionalizantes, em princípio, para jovens incorporados às fileiras das Forças Armadas.

Os cursos serão desenvolvidos, preferencialmente em Organizações Militares (OM) ou outros locais, com a parceria dos órgãos formadores de mão-de-obra qualificada, públicos ou privados. A coordenação e a administração estarão a cargo de cada Força Armada.

Baseado no princípio da integração de esforços, o PAC/Soldado Cidadão propõe-se a disponibilizar esses cursos profissionalizantes por preços muito inferiores aos praticados no mercado, uma vez que busca substituir o uso de instalações, laboratórios, oficinas e monitores particulares, por instalações e pessoal qualificado das Forças Armadas.

4 - ESTRUTURAÇÃO DO PAC/Soldado Cidadão 4.1 - DESCRIÇÃO

A primeira fase do PAC/Soldado Cidadão é destinada a sua estruturação.

4.2 - AÇÕES

- apresentação da proposta inicial do PAC/Soldado Cidadão;

- estudo de viabilidade;

- estruturação do Comitê Gestor;

- formalização do Protocolo de Intenções entre o Ministério da Defesa e o Ministério do Trabalho e Emprego, se for o caso;

- formalização das parcerias nacionais e regionais e apresentação do detalhamento do PAC/Soldado Cidadão de cada Força Armada ao Ministério da Defesa, para conhecimento do Comitê Gestor, contendo processo seletivo, módulos didáticos a serem desenvolvidos (atividades simultâneas), delimitação de ambientes, calendário dos cursos, recursos necessários, parcerias regionais etc; e

- análise Técnico-Pedagógica.

4.3 - DEFINIÇÕES 4.3.1 - Comitê Gestor

Órgão designado pelo Ministério da Defesa, constituído em um Grupo de Trabalho formado por cinco representantes do referido Ministério e um de cada Força Armada, previamente designados por esses órgãos.

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Constituem atribuições do Comitê Gestor planejar, coordenar, acompanhar e supervisionar as atividades desenvolvidas pelas Forças Armadas.

Cabe à Secretaria de Logística, Mobilização, Ciência e Tecnologia - SELOM, do Ministério da Defesa, indicar o Presidente e o Secretário do Comitê Gestor.

4.3.2 - Entidades Parceiras

São as organizações governamentais ou privadas que interajam com o Ministério da Defesa, objetivando a consecução do PAC/Soldado Cidadão.

4.3.2.1 - Nacionais e Regionais

São as entidades que, por intermédio de instrumento jurídico adequado estabelecido com as Forças Armadas, são chamadas a participar do desenvolvimento do PAC/Soldado Cidadão no aporte de recursos, na cessão de instalações (oficinas, laboratórios, salas de aula, refeitórios, etc.) ou na execução das ações referidas no item 4.2.

4.3.2.2 - Outras Parcerias

São empresas públicas ou privadas que queiram participar do PAC/Soldado Cidadão, patrocinando salas de aula adicionais, publicidade e a difusão do mesmo.

Essas parcerias devem ser buscadas pelas três Forças Armadas e informadas ao Comitê Gestor.

4.4 - CONSIDERAÇÕES COMPLEMENTARES

É primordial que todos os parceiros envolvidos no PAC/Soldado Cidadão levem em conta a principal característica que deve norteá-lo: o comprometimento com a transparência e com a maximização dos resultados, por intermédio de uma efetiva e eficaz integração de todos os participantes.

Para que o referido PAC/Soldado Cidadão seja exeqüível a custos baixos, como se espera, deve prevalecer em todos os parceiros a exata noção de que só um lucro é esperado: o aperfeiçoamento cívico e profissional do jovem brasileiro.

Todos devem trabalhar na busca desse objetivo, estando cientes de que todo esforço de minimizar custos contribuirá decisivamente para a correta implementação do PAC/Soldado Cidadão.

5 - DESENVOLVIMENTO DO PAC/Soldado Cidadão 5.1 - DESCRIÇÃO

No contexto do PAC/Soldado Cidadão devem ser realizados cursos cívico- profissionalizantes nas regiões selecionadas de acordo com o planejamento pormenorizado estabelecido pelas Forças Armadas, a partir dos parâmetros aqui estabelecidos.

5.2 - REGIÕES SELECIONADAS E EFETIVOS PREVISTOS

A escolha das localidades que irão receber o PAC/Soldado Cidadão deve levar em conta a existência de setores regionais dos possíveis parceiros condutores do ensino, bem como a disponibilidade de efetivos e dependências nas organizações militares das Forças Armadas.

5.3 - COORDENAÇÃO

Cabe ao Ministério da Defesa, por intermédio do Comitê Gestor, estabelecer os necessários instrumentos de controle e coordenação.

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5.4 - PÚBLICO-ALVO

Consideram-se como prioritários os jovens com perfil sócio-econômico mais carente ou em situação de risco social, incorporados aos contingentes das Forças Armadas.

5.5 - PROCESSO SELETIVO

O processo seletivo deve basear-se no levantamento do perfil sócio-econômico dos jovens e dos recrutas incorporados a cada ano, dando prioridade àqueles em situação de risco social e aos mais necessitados, conforme estabelecido no Plano Geral de Convocação-PGC.

A difusão nacional e regional do PAC/Soldado Cidadão cabe ao Ministério da Defesa, aos Comandos das Forças Armadas e às Entidades Parceiras.

5.6 - MÓDULOS DIDÁTICOS A SEREM OFERECIDOS

Os jovens e os recrutas em prestação do Serviço Militar Inicial incorporados às Forças Armadas apresentam um perfil educacional médio, entre o final do ensino fundamental e o início do ensino médio.

Isso quer dizer que necessitam complementar a sua educação básica, com cursos profissionalizantes de pequena e média duração.

Outro aspecto primordial é a importância da contextualização para essa fase do aprendizado, o que vem corroborar a necessidade de retirar do aluno a condição de espectador passivo, de orientá-lo rumo ao exercício da cidadania plena e à profissionalização.

De igual maneira, em razão das difíceis condições de inserção no mercado de trabalho, as ações que valorizem o espírito empreendedor devem ser contempladas no conteúdo curricular. Assim, os módulos didáticos a serem oferecidos estarão voltados à profissionalização inicial, com carga horária mínima de 160 horas, preferencialmente nas seguintes áreas profissionais:

- Telecomunicações: Instalador e Reparador de Linhas e Cabos Telefônicos e de Dados;

- Automobilística: Auxiliar de Mecânico Veicular e Ajustador Mecânico;

- Alimentícia: Cozinheiro, Padeiro, Confeiteiro e Trabalhador de Fabricação e Conservação de Alimentos, Pizzaiolo e Garçom;

- Construção Civil: Ajudante-de-Obras Civis, Bombeiro Hidráulico, Operador de Equipamentos de Elevação, Montador de Estruturas de Concreto Armado, Trabalhador de Terraplanagem e Fundações, Aplicador de Revestimentos Cerâmicos, Pastilhas, Pedras e Madeira, Estucador e Gesseiro, Pedreiro, Carpinteiro e Soldador;

- Artes Gráficas: Trabalhador de Acabamento Gráfico;

- Confecção: Trabalhador de Fabricação e Instalação de Artefatos de Tecido e de Couro;

- Têxtil: Trabalhador de Acabamento, Tingimento, e Estamparia da Indústria Têxtil;

- Eletricidade: Eletricista Instalador Predial, Eletrotécnica e Eletricidade Básica;

- Comércio: Operador de Supermercado, Operador de Almoxarifado, Operador de Telemarketing e Vendedor;

- Comunicação: Fotografia Básico e Cartazista de Supermercado e Varejo;

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- Conservação e Zeladoria: Profissional de Portaria, Ascensorista, Frentista, Zelador, Porteiro e Vigia;

- Informática: Operador de Microcomputador Básico (Windows, Word, Excel e lnternet), Linux Básico, Montagem e Configuração de Microcomputador, Redes, Lógica de Programação, Banco de Dados, Programação para Web;

- Saúde: Auxiliar de Enfermagem;

- Lazer e Desenvolvimento Social: Monitor de Lazer e Recreação;

- Outros Módulos: Barbeiro, Sapateiro, Ferrador, Auxiliar de Ferrador, Auxiliar de Veterinário, Tratador de Eqüinos, Tratador de Cães, Gerente de Pavilhões de Baias, Gerente de Canil, Cavaleiro, Cinófilo, Segurança de Empresas, Segurança de Autoridades, e outros.

Adicionalmente, outras áreas da Indústria, Comércio e Prestação de Serviços, disponibilizadas pelos parceiros e que apresentem cursos de interesse devem ser acrescentadas.

A definição dos módulos didáticos e número de cursos por área deve ser objeto da conjugação dos seguintes fatores:

- perfil sócio-econômico e cultural do jovem, com base, inclusive, em sua inclinação pessoal;

- perfil sócio-econômico e cultural da região, com base em características do mercado de trabalho regional; e

- especificidades das Organizações Militares e as parcerias engajadas em cada região.

5.7 - DELIMITAÇÃO DO AMBIENTE

Os cursos devem ser realizados, em principio, nas Organizações Militares previamente designadas, em unidades móveis instaladas nos quartéis ou nas instalações fixas das entidades parceiras.

A designação das Organizações Militares hospedeiras cabe aos Comandantes das Forças Armadas.

5.8 - CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E ENTIDADES PARCEIRAS

A execução das ações de qualificação social e profissional fica a cargo das entidades parceiras, cuja experiência na aplicação de cursos de educação profissional seja regionalmente reconhecida.

5.9 - CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS DE CIDADANIA

Todos os cursos profissionalizantes oferecidos devem possuir, também, um módulo de, no mínimo, 12 horas de Educação para a Cidadania. São sugestões de Unidades Didáticas para o referido módulo:

Unidade 1: Cidadania: Definição, Direitos e Deveres do Cidadão; Voto; Cidadania e Direitos Humanos; Estado Democrático de Direito; o Estado e os Direitos Humanos; Legislação:

Constituição, Códigos e Estatutos; Sociedade Civil e Movimentos Organizados; Justiça e Segurança Pública.

Unidade 2: Mecanismos, Instrumentos e Órgãos de Apoio à Cidadania; Atores Sociais:

Partidos Políticos, Movimentos, Sindicatos, ONG, Justiça; Órgãos de Apoio: Ouvidorias, Defensorias, PROCON, Corregedorias; Códigos e Estatutos: Estatuto da Criança e do Adolescente, Código de Defesa do Consumidor, Código Nacional de Trânsito, Código Civil; Conselhos de Direitos Humanos.

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Unidade 3: Defesa Civil: Conceituação, Sistema Nacional de Defesa Civil, Ações dos Órgãos de Defesa Civil, Situação de Emergência em Caso de Calamidade Pública, Papel do Cidadão na Defesa Civil.

Unidade 4: Meio Ambiente: Ambiente, Definição, Ecossistemas, Equilíbrio Ambiental, Principais Ameaças, Preservação e Desenvolvimento Sustentável, Reciclagem, Saúde e Segurança do Trabalho e na Comunidade.

Na complementação do trabalho destinado a oferecer ao jovem a formação cívica e de cidadania desejável, a Organização Militar hospedeira, juntamente com a entidade parceira, devem prover facilidades para que o jovem possa receber, além do diploma de conclusão do curso, todos os documentos afetos ao cidadão a que façam jus, tais como: Carteira de Identidade, Carteira Profissional, Título de Eleitor, Inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas, etc.

5.10 - OUTRAS ENTIDADES PARCEIRAS

Com o fito de reduzir custos, devem ser incentivadas parcerias com entidades públicas ou privadas que queiram associar-se ao projeto, patrocinando salas adicionais, publicidade e difusão do PAC/Soldado Cidadão ou quaisquer facilidades adicionais.

A associação do nome de determinada empresa ao desenvolvimento profissional e sócio- cultural da juventude pode gerar interesse e, em conseqüência, economia de recursos. Cita-se, como exemplo, a cessão de equipamentos de informática para a montagem das salas de aula, por empresas do ramo.

5.11 - INTEGRAÇÃO: QUARTEL E ENTIDADES PARCEIRAS

A boa integração entre a Organização Militar hospedeira e as entidades parceiras condutoras do PAC/Soldado Cidadão proporciona a diminuição dos custos operacionais do mesmo.

Assim, busca-se a maior disponibilidade de meios materiais possível da Instituição Militar, de forma que o condutor do curso tenha seu custo operacional minimizado.

Para tanto, pode a Organização Militar, a partir da definição dos cursos a serem ministrados, realizar um levantamento de recursos mínimos necessários à compra de algum equipamento ou meio auxiliar de ensino não disponível, nos limites apresentados no orçamento estimativo.

5.12 - DELIMITAÇÃO DO CALENDÁRIO

O período de funcionamento pode ser definido regionalmente, em função de especificidades locais, das peculiaridades das Forças Armadas e de suas OM, e das disponibilidades dos parceiros.

Fatores como carga horária, dependências disponíveis, exigências do adestramento do militar e outros definirão os dias e horários letivos, que poderão estender-se aos sábados, períodos vespertinos ou realizar-se durante o expediente militar. Cada OM hospedeira, em coordenação com o executor do curso, deve definirá a melhor oportunidade para o cumprimento total da carga horária estipulada, segundo o planejamento estabelecido.

5.13 - ENCARGOS BÁSICOS DO COMITÊ GESTOR, DAS FORÇAS ARMADAS, DAS ORGANIZAÇÕES MILITARES HOSPEDEIRAS E DAS ENTIDADES PARCEIRAS

5.13.1 - Comitê Gestor

- planejar, coordenar, acompanhar e supervisionar as atividades desenvolvidas pelas Forças Armadas;

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- acompanhar os convênios realizados pelas Forças Armadas;

- planejar e propor a utilização dos recursos;

- definir e orientar os parâmetros pedagógicos;

- receber dos Comandos os relatórios mensais relativos à execução físico-financeira; e - elaborar relatório anual, encaminhando-o ao Ministro de Estado da Defesa até 31 de janeiro do exercício subseqüente.

5.13.2 - Forças Armadas

- planejar, coordenar, administrar e controlar a implantação e a execução do PAC/Soldado Cidadão em cada Força Armada;

- elaborar e implementar a sistemática de supervisão e monitoramento do PAC/Soldado Cidadão;

- detalhar o PAC/Soldado Cidadão, de forma a viabilizar sua execução de acordo com a orientação do Comitê Gestor;

- firmar convênios ou contratos com os demais parceiros (Serviços Nacionais de Aprendizagem, Fundações ou Associações Culturais e de Ensino, etc.) com vistas à execução do PAC/Soldado Cidadão, encaminhando-os ao Comitê Gestor;

- estabelecer nos convênios firmados com as Entidades Parceiras, quando necessário, os benefícios para a alimentação, transporte e seguro;

- coordenar e fiscalizar a execução dos cursos profissionalizantes, procedidos pelas Entidades Parceiras, mantendo o Comitê Gestor informado de todo o processo;

- produzir e encaminhar ao Comitê Gestor relatório mensal relativo à execução físico- financeira do PAC/Soldado Cidadão;

- receber dos postos ou agências vinculados ao Sistema Nacional de Emprego (SINE) a relação completa dos concludentes, em nível nacional, com o detalhamento dos cursos realizados, bem como a carga horária dos mesmos;

- produzir e encaminhar ao Comitê Gestor, até trinta dias após o término do último curso, relatório detalhado da execução do PAC/Soldado Cidadão; e

- receber o Relatório Final, do Ministério da Defesa, divulgando-o às suas Organizações Militares.

5.13.3 - Organizações Militares Hospedeiras

- disponibilizar salas de aula, oficinas e outras dependências necessárias ao desenvolvimento das atividades docentes, assim como meios auxiliares de ensino existentes;

- realizar o controle de freqüência, em coordenação com a instituição parceira encarregada da atividade docente;

- preparar e servir refeição aos alunos e professores, quando for o caso;

- oferecer pessoal especializado para o emprego em monitoria, quando possível, em coordenação com a instituição parceira encarregada da atividade docente, com o objetivo de minimizar custos e otimizar resultados; e

Boletim do Exército n° 43, de 22 de outubro de 2004. - 25

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- produzir e encaminhar ao Comando das respectivas Forças Armadas, até vinte dias após o término do último curso, relatório detalhado da execução do PAC/Soldado Cidadão.

5.13.4 - Entidades Parceiras

- elaborar, propor e conduzir a execução dos cursos profissionalizantes, de acordo com as orientações dos Comandos das Forças Armadas;

- disponibilizar os meios de apoio ao ensino, tais como: máquinas, ferramentas, equipamentos e outros;

- confeccionar e distribuir o material didático necessário; e

- como Entidades Certificadoras de Cursos Profissionalizantes, reconhecidas pelo MEC, confeccionar os certificados de conclusão do curso e, consoante o planejamento dos Comandos das Forças Armadas, participar da entrega dos mesmos, em solenidades específicas.

5.14 - APORTE DE RECURSOS AO PAC/Soldado Cidadão Os recursos dimensionados devem atender as seguintes despesas:

“Despesas Padrão”

Visam atender:

- a quantidade de alunos beneficiários do PAC/Soldado Cidadão, abrigados nas OM;

- o número de refeições necessárias;

- as despesas com o transporte; e

- os gastos com o material para a higiene e limpeza das salas de aulas; e com outras atividades. do PAC/Soldado Cidadão.

“Despesas de Qualificação”

Referentes às despesas com as entidades parceiras (de acordo com os orçamentos realizados no mercado, em especial com os Serviços Nacionais - SENAI, SENAC, e outros).

Consideram-se: os parâmetros de hora/ aluno do PAC/Soldado Cidadão, a supervisão e o monitoramento dos cursos pelas OM hospedeiras, estabelecendo-se a carga horária mínima de 160 horas.

“Despesas de Coordenação, Acompanhamento e Supervisão”

Para cobrir os gastos executados pelo Comitê Gestor e pelos Comandos das Forças Armadas, na coordenação, supervisão e acompanhamento do PAC/ Soldado Cidadão.

Orçamento Total do PAC/ Soldado Cidadão = Despesas Padrão + Despesas de Qualificação + Despesas de Coordenação, Acompanhamento e Supervisão.

5.15 - INSERÇÃO NO MERCADO DE TRABALHO

O Ministério da Defesa, os Comandos das Forças Armadas e as entidades parceiras devem comprometer-se a desenvolver ações que facilitem a inserção dos jovens participantes do PAC/Soldado Cidadão no mercado de trabalho, sendo a primeira delas remeter aos postos ou agências vinculados ao Sistema Nacional de Emprego (SINE) a relação completa dos concludentes, em nível nacional, detalhando os cursos realizados, bem como as respectivas cargas horárias.

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5.16 - AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS

Até trinta dias após o término do último curso, os Comandos das Forças Armadas devem consolida os relatórios de avaliação do PAC/Soldado Cidadão e dos seus cursos, remetendo-os ao Ministério da Defesa.

O Comitê Gestor deve elaborar o relatório final de avaliação do PAC/ Soldado Cidadão, encaminhado-o ao Ministro de Estado da Defesa.

5.17 - CRONOGRAMA PARCIAL - AÇÕES

a. planejamento das atividades do PAC/Soldado Cidadão: no período de janeiro a maio do exercício corrente;

b. início das ações de qualificação social e profissional nas respectivas Organizações Militares: a partir de julho do exercício corrente;

c. término das ações de qualificação social e profissional nas respectivas OM: até dezembro do exercício corrente;

d. término do exercício físico-financeiro de acordo com o cronograma das Forças Armadas, não ultrapassando o mês de dezembro do exercício corrente; e

e. remessa do relatório físico-financeiro anual, de prestação de contas, pelas três Forças Armadas, para o Ministério da Defesa: até janeiro do exercício seguinte.

5.18 - OUTRAS CONSIDERAÇÕES

Os casos omissos apresentados pelas Forças Armadas ao Ministério da Defesa devem ser avaliados pelo Ministro de Estado da Defesa que, com a assessoria do Comitê Gestor, orientará as soluções.

6 - CONCLUSÃO

A experiência vivida com o Módulo Piloto/2003 e a realidade atual têm revelado que a amplitude das questões concernentes à educação profissional passa, necessariamente, pela conjugação de esforços dos diversos segmentos do Governo e da sociedade.

Por essa razão, a legislação do ensino profissional busca:

- a democratização e diversificação dos Sistemas de Educação Profissional;

- a construção de redes de parcerias; e - a articulação com os setores produtivos.

Nesse contexto, o PAC/Soldado Cidadão, em desenvolvimento, atende plenamente ao contido nos instrumentos legais que regem o ensino no país. É, ademais, uma efetiva resposta do Governo e da sociedade a questões básicas que envolvem o jovem brasileiro de perfil sócio-econômico carente ou em situação de risco social como: a profissionalização, o empreendedorismo, o pleno exercício da cidadania e a inclusão no mercado de trabalho, na maioria dos casos como primeiro emprego.

O Ministério da Defesa, quando for o caso, aliado ao Ministério do Trabalho e Emprego e a setores da sociedade comprometidos com o desenvolvimento social do País, poderá dar, por intermédio do presente PAC/Soldado Cidadão, uma contribuição decisiva no sentido da reversão do atual quadro de incertezas com que se depara o jovem brasileiro, oferecendo-lhe melhor preparação cívica e profissional para enfrentar esse momento decisivo de sua vida.

(Portaria publicada no Diário Oficial da União n° 202, de 20 de outubro de 2004 – Seção 1).

Boletim do Exército n° 43, de 22 de outubro de 2004. - 27

Referências

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