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a, 18 dc maio dc 2004
Fundado em 2 de Janeiro de 1904 mms i EdiçAo n.» 39.078
Vôos internacionais em baixa
Agências locais registram retração de 30% na venda de passagens aéreas para o exterior
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Poucas
opções de ro- tas internacionais diretas a partir de Manaus e a greve da Re- ceita Federal, que emite passaportes, são algumas das causas apontadas pe- los operadores de turismo de Manaus para o de- créscimo de aproximada- mente 30% no volume de venda de passagens aéreas para o exterior, no
IBGE aponta crescimento na industriado Amazonas
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Carência de vôos internacionais a partir de Manaus é uma deis causas para a retração nas vendas de passagens
Dólar fecha com novo aumento de 1,06%
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GOL compra
primeiro lote de aviões
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Especialista projeta modelo de tratamento para esgotos
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Mercado espera nova redução de 0,25% na taxa Selic
jornalhoCommgrríp | Genoíno propõe união com
v â«Qc / \\ oposição para 100
iso 9001 » enfrentar crises
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Produção de microempresa substitui
importação
Com um volume de pro- dução mensal de 9.000 mo- Ias, que servem como com- ponentes para linhas de fabricação de diversas in- dústrias locais, a microem- presa Nogueira & Silva Ltda, abastece diversas empresas do PIM (Pólo In- dustrial de Manaus) como a Showa, a Moto Honda, Atlética, Essilor, Termotéc- nica entre outras O de- sempenho positivo levou o grupo a receber prêmio da Fieam.
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Brasil & Mundo
Balança comercial brasileira acumula
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A balança comercial bra- sttehra acumulou no mês de maio, até o dia 16, um su- perávit de US$ 1,176 bilhão, segundo dados do Banco Cen- trai. Esse saldo é resultado do desempenho das exportações, que totalizaram US$ 3,394 bi- Ihões, menos o valor das im- portações, que somaram US$
2,218 bilhões ocorridas no período.
Na segunda semana do mês (10 a 16), a balança comercial registrou um superávit de US$
642 milhões, com exportações de US$ 1,820 bilhão e impor- tações de US$ 1.178 bilhão
Página 9
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O resultado positivo está apoiado no crescimento das exportações
comparativo com o mesmo período do ano passado.
Por enquanto, se- gundo as agências de viagens, o turismo de negócios tem segurado o desempenho dos vôos internacionais a partir da capital do Amazonas.
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>RIAl O bom desem- penho de muitos mi- croempreendimentos brasileiros deve estimu- lar o poder público a desburocratizar o setor e incentivar a regula- mentação dos pe- quenos negócios para impulsionar a geração de empregos no país.
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Política )
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Vereadores propõem comissão
para avaliar im- plantação do
SmartCard Página 3
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Mantegadizqueo Brasil está preparado para
turbulências internacionais
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Entretenimento Studioõapre-
senta peças vencedoras do 'Io Concurso de
Artesanato do Amazonas'
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COTA D ÁGUA: Omveidasngu centímetros nas ultimas 24 horas Acota d
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2 Opinião Manaue, terça-feira, 18 de maio de 20o/
FRENTE & PERFIL
Mlcrocrédlto para Manaus
Trabalhadores
autônomos e microempresas da Zona Centro-Sul de Manaus serão beneficiados com financiamentos da Afeam (Agência de Fomento do Estado do Amazonas). As primeiras ações de crédito nessa região da cidade acontecem hoje. A previsão do presidente da agência, Pedro Falabella, é liberar R$ 617 mil em 131 operações, das quais 81 por meio do cartão Zona Franca Verde. Um balanço das liberações de crédito do governo do Amazonas apontam liberação de cerca de R$ 9 milhões na capital e Interior do Es- tado, de 2003 até o início deste mês. A ação na Zona Centro- Sul atenderá 81 profissionais autônomos, 47 microempresas e três grupos solidários
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ORDEM NA CASA
Em sua passagem relâmpago pela cidade, o ministro Alfredo Nascimento tratou de afagar o que resta de seus aliados que acabaram perdendo os cargos políticos com o racha no partido.
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Além das palavras de consolo, o ex-prefeito fi- cou na promessa para a sua base aliada.
PREVISÕES
Chegada a época de eleiçáo, novas brigas políticas estáo movi- mentando a cidade. De- pois da baixaria entre parlamentares na ALE, já tem político se ar- mando para atacar o ex-
governador Ama-
zonino Mendes, mesmo
sem a confirmação de sua candidatura para a Prefeitura de Manaus.
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Especulações à parte, a briga deve começar mesmo no próximo mês, depois do Festival de Parintins, diga-se de passagem.
FÉRIAS OPCIONAIS
Os poucos profes- sores que ainda estáo re- speitando o calendário da Ufam, que entrou em greve na última semana, deverão suspender as aulas em junho. Como sempre acontece neste período de 'festa
bo- vina'.
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É que o Festival de Pa- rlntins é muito popular entre os professores da Ufam.-
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TESOURO NO CHÃO
O calçamento de boa parte do centro histórico de Manaus está sendo alvo de pesquisas por parte de geólogos e especialistas que c-escobriram vestígios de uma espécie de alga em algumas das pedras que re- cobrem o Centro. Trata-se de um tesouro paleon- tológico raro, Já que as ai- gas foram as primeiras habitantes da Terra.
Ainda bem que otesouro puleontológico ndo estawi no calçamento da praça Sáo Sebastião, no entorno doTectmAmcaonas.
TENSÃO NACIONAL
A semana começou tensa no mercado finan- ceiro Nova aha no preço do barril de petróleo, aumento da cotação do dólar e o
avanço do risco Brasil estáo tirando o sono do governo federal, que ainda tem que corivtvercxxnovex-urnedo caso envolvendo o jorna- bsta americano
Que a/tis, foi 'perdoado' pela nação brasileira, já que enviou uma retrttaçõo ao Congresso
AQUEIMA ROUPA
Os vereadores ficaram atônitos na manha de on- tem. O Sindicato dos Kombeiros soltou o verbo e começou a denunciar as Ir- regularidades no Ama- zonas, desde cobrança de propina na alta cúpula da EMTU até violência contra os trabalhadores.
* * ./
E o representante da classe ainda prometeu con- mmaisirngukridadas.
[editorial
Pequenos que são grandes
Nãosetratadenenhumasurpresao^
crescimento dos micro epequeno^
negócios no Brasil. Além de ofere- cerem produtos de menor custo no mercado, os pequenos empreendi- mentossõo responsáveispela varia-
ção depreçospara o consumidor e pela saudável concorrência comer-
ciai EmManaus, dois empreendi- mentos de sucesso dosetor foram premladospelaFleam (Federação
das Indústrias do Amazonas) bom desempenho no cenário local. pé/o
Incentivar os pe- quenos para estimu- lar a competitividade com os grandes e a geração de empregos é uma das estratégias do governo Lula para colocar o pais na reta de crescimento.
A idéia é simples.
Disponibilizar li- nhas de crédito, que custam mais barato aos cofres dos gover- nos, e baixar os juros para facilitar o tra- balho de pequenas empresas, que pre- cisam, muitas vezes,
de uma pequena
verba para manter ou impulsionar seus negócios e gerar em- pregos.
Percebe-se que a es- tratégia, no entanto ainda não está cotxW pleta, uma vez que os pequenos empreen- dedores ainda recla-**
mam da dificuldade do acesso aos micro- créditos e da buro- cracia que emperra a legalização do setor.
Atualmente, os es- forços do poder público devem se di- rigir para a regula- rização do setor, para que empreendimen- tos de sucesso como os que foram premia- dos pela Fieam esta semana, continuem I crescer e injetar re- cursos na indústria e comércio locais.
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ÁGUA FRIA
Agentes de turis- mo de Manaus não estão muito anima- dos com a chegada do Festival de Pa- rintins deste ano.
LINHAS CRUZADAS
ÁOUAFRIA2 REFORMA REFORMA PREVENÇÃO m Cr,
Dizem alguns es- pecialistas do setor que nem a possível vinda de Lula para o festival está ani- mando os turistas.
Está longe de acabar a discussão sobre a regulariza- ção de cotas para es- tudantes da rede pública em universi- dades.
Aliás, esse é ape- nas um dos proble- mas que a reforma educacional precisa resolver sem deses- truturarosetor.
Na última semana a FCecon realizou palestra para tratar do câncer de mama e as formas de pre- vençáo da doença.
Dos nomes que aparecem ai, ne- nhum tem mais de 30% da intenção de
voto, o que sinaliza para segundo turno as eleições municipais.
Alfredo Nascimento (PL)
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Caminho seguro para a defesa da concorrência
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Todos aplaudiram a Me- dida Provisória 136. de 17 de novembro de 2003, auto- rizando o Cadê (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) a contratar mais pessoal técnico especializado.
O apoio dos setores produ- tivos refletiu a ansiedade quanto á agilização do tra- balho do órgão, vinculado ao Ministério da Justiça. Con- tudo, a medida está longe de ser suficiente paia aplacar os problemas que envolvem esse segmento. Em junho próximo, a Lei de Proteção á Concorrência (n° 8.884, de 11 de junho de 1994) comple- tara dez anos de existência.
Foi esse dispositivo que trans- formou o Cadê em autarquia, dispondo sobre prevenção e repressão ãs infrações contra
a ordem econômica no país.
Entretanto, a economia na- cional e a internacional pas- saram por imensa mudança nessa última década. O avanço da globalização, a tec- nologia da informação e os choques que abalaram os mercados internacionais (com reflexos aqui) tornaram obsoleto o SBDC (Sistema Brasileiro de Defesa da Con- corréncla), fundamental ao equilíbrio econômico e á atração de investimentos. As freqüentes fusões e incorpo- rações no sistema financeiro e a crescente oUgopolização do grande varejo, por exemplo, não têm passado pelo crivo do Cadê, acarretando prejuí- zce econômicos e sodas para o Brasil. Tal distorção é injusti- ficada, considerando o im-
pacto direto desses segmen- tos no cotidiano dos cidadãos Assim, é preciso encontrar ai- ternativas para enquadrar a defesa da concorrência numa relação de direitos e deveres equánlme a todos os setores, torná-la capaz de proteger os interesses dos consumidores finais e, ao mesmo tempo, agilizar a análise dos proces- sos de fusões para que a economia nacional náo perca dividendos por conta da morosidade.
O recente Julgamento da compra da Garoto pela Nestlé levanta questões relevantes, evidenciando que o sistema peca pela excessiva lentidão.
O caso é emblemático, pois o negocio foi acordado em 2002, mas o processo arras- tou-se por quase dois anos até
o julgamento Essa morosi- dade é incompatível com a dinâmica do setor privado e fomenta insegurança e In- tranqüilidade nas compa- nhias dispostas a Investir em incorporações no Brasil.
Quanto mais rápida a dc- cisão, menor o risco de pre- Juízo para signatários de con- tratos reprovados pelo Cadê.
Os atuais ritos de procedi- mento sáo complexos e con- fusos e falta articulação dos processos entre o Cadê c de- mais organismos integrantes do SBDC, SDE (Secretaria dc Direito Econômico), também vinculada ao Ministério da Justiça; Secretaria de Acom- panhamento Econômico, 11- anda á pasta da Fazenda; e Decom (Departamento dc Defesa Comercial) do Mi-
nistério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exte- rior. Isso resulta, multas vezes, cm pareceies antagônicos e prazos elásticos, na con- tramáo das regras claras e es- távcls c da rapidez almejadas pelas empresas e a so- ciedade
Pot Isso, o Instituto Roberto Slmonscn, orga- nlsmo dc estudos avançados da Flesp, tem-se ocupado do tema, cujas repercussões afe- tam toda a cadela produtiva Em 23 de lulho de 2003, fir- mou convênio com o Cadê, para realizar pesquisas e se- mlnários para estudar c ana- Usar a defesa da concorrência s suas conseqüências para o Brasil. No primeiro evento, cm 5 de dezembro de 2003, com a presença dos conse-
lheiros da autarquia . autori- dades representantes do»
SBDC, pareceu florescer um consenso entre governo c Ini- (mftva privada em torno da te- visão, modernização • maior eficiência do sistema, __TO_r_do na maior Integração dc seus dis- tintos cngaiiismos.
Assim, é multo Impor- tante a continuidade da dis- cussáo do tema, como fará o IRS, que organizará nova ro- dada dc debates e su- gestões. A lei 8.884 precisa ser adequada aos novos tempos, õ contato direto, per- manente e desarmado entie o setor produtivo e as autori- dades responsáveis peb SBDC pemii-i- pavimentar caminho seguro para a defesa da concor- renda, do consumidor e para a retomada do desenvolvimento.
Ruy Mortlni Altsnlsldsr Silvo, odvogodo, é prsiidsntt do Instituto Robsrto Simonun
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Av. Tefé. 3.025 - Japlim - CEP69078-000 Manam - Amazonas - Brasi
•¦mal: i_ciacac)@)cam.com.br
[ cronologia] [ curiosidades]
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-.-Iitierme Aluízio de OUvelra Silva Vice Presld^nt*:
Sócrates Bomfim Neto Diretor Comercial:
Aòatoerto Antônio dos Santos Editor ©«ral
Fr»d Novaes
Propriedade da Emprtia Jornal do Comércio Ltda.
Funaodo •m2d«ian«roda 1904 poijrroc fia ooiSantot C.9.C04.B61.791/0001-80
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Oi artigo* OMlnadot
•âode i-Mpontablll-adc doi autores • nâo r»r»t«m n*e«Marta-
m»nt« a opinião do Jornal bo C uiiim.r. tu
Fatos: No dia 18 dc maio de 1974, a índia tornou-se o sexto país a possuir a bomba atômica.
Os testes nucleares foram realizados no deserto de Rajasthan.
Já eml988, um conflito entre policiais c traficantes no morro do Borel, no Rio de Janeiro, durou três ho- ras. Dez pessoas foram presas por tráfico.
Patos: Em 18 dc maio dc 1990, as Alcmanhas Ocidental • Oriental unificaram suas moedas, seis meses depois da queda do Muro dc Berlim.
O dia 1H de maio é con sagrado a sáo Joáo Ia, que foi o papa que de- fendeu • verdade católica contra quem negasse a Igualdade das três pessoas divinas.
O ano solar ou tropical tem 365 dias, cinco horas 48 minutos e 46 segundos.
Esse número 4 usado para a maioria dos cálculos as- tronômlcos.
A fralda descartável foi Inventada pela americana Marion Donovan em 1951. 0 produto chegou ao mercado brasileiro, por Intermédio da Johnson &
Johnson, em 1975.
Manaus, ter a-feira, 18 de maio de 2004
3Jurnal ba Cmranerrin
SMARTCARD
SÍNTESE
f~ ADRIANACIDADE )
FbtoiiM-totoRodrtgues
Ibope
o
Vereadores vão criar
comissão para analisar tecnologias disponíveis
PropostadovereadorFranciscoPrac\ano(FT)éopnme\ropasso da Câmara Municipal para reavaliar o contrato que teria sido
fechado na surdina com a empresa Dataprom
O governador Eduardo Braga deve dis- pensar o resultado das pesquisas encomendadas para medir sua popu- laridade após um ano e cinco meses de governo. Sábado passado, em plena
praça São Sebastião, o governador EduardoBraga e sua comitiva foram ova-
cionados pelo público, apesar do atraso na apresentação da ópera 'A
Flauta Má- gica'. Detalhe: os organizadores estavam
aguardando a chegada do chefe maior, o governador.
Desunidos
Mais uma vez os partidos de oposição vão brigar por projetos próprios', ou seja, não vão se unir para derro- tar o grupo político que se alterna a cada eleição.
Sabemos que a unanimi- dade é burra, mas a oposição também?
Remorso
Eis que surge no melhor estilo pássaro fênix, a ex- primeira-dama de São Paulo, Nicéia Camargo, ex Pitta. Em recente decla- ração Nicéia disse que ao ver Celso Pitta ser preso, sentiu vontade de carrega- Io no colo. Francamente, é muita cara-de-pau, afinal ela foi a autora das denún- cias há alguns anos atrás.
Podem acreditar Já está a caminho do Mi- nistério Público uma denún- cia sobre as licitações feitas no município de Borba. Se- gundo informações, algu- mas obras já estavam indi- cadas a uma empresa de
um amigo do prefeito. E tem mais: o absurdo chega ao ponto de tomar impossível a compra do edital. Aber- ração pura.
Recuo
Depois de ameaçar romper com o governo es- tadual, por não ter aceitado o nome do vereador Praciano como candidato majoritário para o Executivo municipal, o PT resolveu colocar o ra- binho entre as pernas, e ficar quieto. Afinal, tem muitos cargos em jogo.
Sonho
Os deputados estaduais considerados do 'baixo clero já estão se organi- zando para lançar uma chapa para compor a Mesa da ALE, e tudo na surdina. Estão até prome- tendo cargos de diretorias para futuros aliados.
Quanta ingenuidade.
Será que eles não perce- beram que é necessário o aval do governador?
F R A G MENTOS
HXtY ~
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A Comissão Especial do Smart Card, presidida pelo vereador Leonel Feitoza, aprovou por unanimidade a proposta do vereador Francisco Praciano (PT) de criar uma comissão for- mada por vereadores, estu- dantes e um especialista em transporte coletivo para analisar duas cidades onde as tecnologias do cartão inteligente já foram implantadas. A partir dessa visita e dos relatórios encaminhados pelas em- presas será feito um pare- cer técnico sobre cada um dos sistemas implantados.
Segundo Praciano, esse parecer será conclusivo.
"Caso
haja equivalência entre os dois sistemas, o contrato existente caminha para a legalidade e pode ser validado, restando ape- nas os detalhes para sua operacionalização em Manaus", concluiu. Mas, caso a conclusão seja de que a Dataprom não tinha (e não tem) tecnologia para adequar esse sistema ao transporte coletivo de Manaus, e que a melhor tecnologia realmente era a da empresa Tacom, como a Câmara já tinha esco- Ihido anteriormente, abre- se precedentes para que o contrato seja visto com suspeita.
Política 3
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O vereador Francisco Praciano conseguiu o consenso na CMM
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! Feitoza:aprovação
Empresa investiu R$ 3 mi
O vereador Francisco Pra- ciano (PT) foi o autor do re- querimento para a realização da audiência pública com representantes do Sinetram e da Dataprom para falar sobre a assinatura do contrato para a implantação do Smart Card, que chegou a ser posto sob- suspeição pelos vereadores, já que só veio ao conhecimento público meses depois de ter sido firmado.
Até mesmo o prefeito Luiz Alberto Carijó disse desço- nhecer a existência do con- trato ,e solicitou aos verea- dores a elaboração de um re- latório com uma análise deta- lhada dos termos contratados e da capacidade operacional da empresa Dataprom A au- diência pública foi o primeiro passo a ser dado para a elabo- ração desse relatório. "Fbrém.
acho que antes de analisar-
mos o contrato e a forma como ele foi feito, seria pru- dente tomarmos uma outra providência como forma de fazer um julgamento acertado sobre a questão", argumentou Praciano, acrescentando ainda que a empresa Da- taprom alega já ter feito des- pesas em tomo de R$ 3 mi- lhões na compra de equipa- mentos para cumprimento do contrato.
PATNFT I / \ JL i 1 _mmJ AmmJ PoHtlca@|canaconrvbf
IDepois de uma semana de turbulência na ALE, o deputado Lino Chíxaro, em pronunciamento na festa das mães, semana passada, prometeu valorizar o servidor público. Enfim, ele lembrou dos funcionários. Palmas!
|Todos querem saber: o que um político local faz tanto na estrada do Tarumã? Dizem que é possível ver o 'grande
homem' com o carro sempre parado com o som alto.
Impressionante.
|Hoje é o Dia Nacional de Luta Antimanicomial. A Susam, em parceria com o Centro de Reabilitação Psicossocial Girassol, estará realizando durante todo o dia, na sede da Fiocruz, a mostra de fotografia do projeto
'Meu
território, minhas raízes'.
| Acontece no próximo dia 25, no Novotel, o 'Se- minário Energia', sobre a importância do sistema energético da Amazônia para atração de investi- mentos.
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DENÚNCIAS ALARMANTES
Os vereadores ficaram atônitos com as denúncias feitas ontem pelo presidente do Sindicato dos Kombeiros, que não poupou ninguém. Elas incluem um suposto esquema de propina envolvendo fis- cais da EMTU, desrespeito à sentença judicial que suspendeu a concessão
de 43 kombis-lotaçáo e espanca- mento de trabalhadores. O vereador Messias Sampaio (PRTB) (foto) avaliou que a reivindicação dos kombeiros é justa, e que deve ser am- pliado o número de veículos alterna- tivos para o transporte de passageiros a fim de beneficiar a população.
EXCLUSÃO DIGITAL Um grupo de deputados e senadores lança hoje a Frente Parla- mentar da Informática. O objetivo dos parlamentares é lutar por uma política pública agressiva, com desti- nação orçamentária para ações que promovam a inclusão digital. Por en- quanto, as ações nesse sentido enga- tinham no país.
EXCLUSÃO DIGITAL 2 O Mapa de Exclusão Digital da Fun- dação Getúlio Vargas, de abril de 2003, mostra que apenas 12% dos brasileiros têm computador em suas residências e pouco mais de 8% estão conectados à internet. Esses números demonstram que a maioria da população ainda está excluída dos benefícios das tecnologias do mundo digital.
NOTA DE PESAR
O governador Eduardo Braga ma- nifestou seu pesar pela morte dos tri- pulantes e passageiros do vôo da em- presa Rico Linhas Aéreas, que saiu de São Paulo de Olivença e deveria pousar em Manaus na sexta-feira. Ele se solidarizou às famílias enlutadas e prestou uma homenagem oficial dos
três funcionários da Sepror (Secre- taria de Produção Rural do Governo do Amazonas) que estavam na aero- nave. Os servidores da Sepror voltavam do Alto Solimões, onde o governo vem desenvolvendo vários projetos dentro do programa Zona Franca Verde.
S:
[email protected]
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SEM HORÁRIO DE VERÃO A Comissão de Minas e Energia pode votar, nesta quarta-feira, o Projeto de Lei 1812/99, do deputado Roberto ftssoa (PL-CE). que proíbe o horário de verão O relator, deputado Aroldo Cedraz (PFL- BA),apresentou parecer pela aprovação
KIDMENDESNOTRE
Odesembargador Kid Mendes (foto) to- mou posse, ontem, na presidência do Tri- bunal Regional Eleitoral, em um evento concorrido no auditório do Tribunal do Júri.
A nata do Judiciário e representantes do Executivoestiverampresentesà solenidade.
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Manaus, terça-feira, 18 de maio de 2004
SANEAMENTO
Engenheiro propõe solução para esgotos
Projeto teria custo de US$ 600 mil por estação de tratamento com uso de raios ultravioleta
Margarida Galvão MArclo Rodrigues 13A)í>/04
A
falta de um sistema de esgoto na cidade de Manaus levou o engenheiro civil Antônio Bento Neto, diretor-técnico da ABN/Fbliedro Engenha- ria, a idealizar um projeto de uma estação piloto para tratamento de esgotos so- bre igarapés, visando a despoluição de tais recur- sos hídricos. A idéia é descarregar os esgotos di- retamente nos igarapés.
Denominado Estação de Tratamento de Esgotos por Zonas de Raizes, o projeto consiste na construção de estações de tratamento de esgoto construídas com o sistema de pré-moldados.
São estações com 50 me- tros de comprimento por nove a 11 metros de largura, de acordo com o trecho do igarapé.
A estrutura do projeto consta de 60 a 80 tanques nos quais o esgoto passa, cujas plantas existentes no local permitem a retirada da carga de esgoto, chamada tratamento de es- goto por zonas de raízes. "É processo muito usado na Europa, de tecnologia alemã", afirmou Bento.
Na opinião do enge- nheiro civil, a implantação do projeto resolveria um problema, considerado crônico em Manaus, não permitindo que o esgoto chegue ao leito do igarapé, pelo fato de cada estação ter 50 metros de comprimento, além dos interceptores que terão em média 500 metros a montante.
Nesse trecho, Bento disse que os esgotos não chegarão mais nos igara- pés. Mesmo quando ocor- rer enxurradas as águas passarão por baixo da es- tação. O grande gargalo em Manaus é que o esgoto é jo- gado na rede de água plu- vial. "O
que não poderia acontecer, porque quando o nível da água sobe com as chuvas, mistura com o es- goto, resultando nas ala- gaçoes", comentou.
O fato de Manaus não possuir rede de esgoto, toda a água vai para os igarapés in natura (sem tratamento), sendo em seguida liberada para os rios Negro e Solimões.
ftira a implantação do projeto, Antônio Bento co- mentou que cada estação dessa deve ser avaliada porque é uma obra dife- rente, logo deve sair na faixa de US$ 600 mil a US$
650 mil, ou R$ 1,8 milhão a R$1,95 mil.
Necessárias 80 estações
Instaladas nas áreas dos igarapés, a cons- trução dos módulos de tratamento dos esgotos dispensaria a desapropriação de áreas às margens dos cursos d 'água
com a redução do custo
M
O grande gargalo em Manaus é que o
esgoto é jogado na rede de água pluvial.
O que não poderia acontecer, porque quando o nível da água sobe com as chuvas, mistura com
o esgoto, resultando nasalagações.
Antônio Bento engenheiro da Pbliedy ^\^.
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Como Manaus deve ter uma média de 35 a 40 quilômetros de igarapés, pelos cálculos do enge- nheiro Antônio Bento, uma média de 80 estações re- solveria o problema da cidade de Manaus. "E
um projeto que pode ser feito ao longo do tempo, iniciado com uma idéia piloto", disse.
A grande vantagem mencionada por Bento é o fato de ser uma solução que não envolve desapro- priação, porque será usada a área disponível em cima do igarapé, onde cada es-
Águas são reutilizadas
Em linhas gerais o enge- nheiro enumerou algumas vantagens do sistema de tratamento proposto, como de permitir a reutilização da água, consumir pouca en- ergia, permitir ligação à rede pluvial, transformar o local em jardim ornamen- tal, mínima manutenção e operação, funcionamento silencioso, além de inibir o mau cheiro.
Outra vantagem do pro- jeto é o uso da luz ultravio- leta na desinfecção da água, peb fato de matar os microorganismos patogéni- cos em segundos, evitando a sua reprodução. O sistema UV é de fácil aplicação e desinfecção eficaz, man- tendo a água com o odor e o sabor característicos, além não permitir a formação de subprodutos ou de resíduos
tação ficaria pronta num prazo de 90 a cem dias. O engenheiro ressaltou a ne- cessidade de se fazer uma programação para cons- trução de diversas estações ao longo do igarapé." Aí re- solveria o problema", afir- mou.
Na opinião de Bento, en- tre as medidas que o go- verno do Amazonas deveria tomar para amenizar a si- tuação seria implementar uma campanha de edu- cação para que a população não jogue lixo nos igarapés;
os barcos não descarreguem dejetos nos rios. Além disso,
que toda a unidade familiar tivesse sua fossa séptica, ou seu sumidouro. Outra ini- ciativa seria propiciar incen- tivo de IPTU (Imposto Pre- dial Territorial Urbano).
"Quem
descumprisse as re- gras seria punido com mui- tas", enfatizou.
Para o engenheiro Anto- nio Bento Neto, iniciativa dessa natureza acompa- nhada do projeto das es- tações de tratamento de es- goto passaria uma imagem de Manaus para a comu- nidade internacional bas- tante favorável.
Segundo o especialista, mostraria que o governo está criando solução para resolver o problema de es- goto, evitando com isso a contaminação dos rios." Se partisse da gente uma inicia- tiva dessa seria altamente elogiável", avaliou.
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Engenheiro Antônio Bento diz que projeto viabiliza controle de alagações e reduz poluição
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Espaço ACA
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(ASSOCIAÇÃO comercial do amazonas)-
Do nome empresarial no Novo Código Civil
Muitas pessoas estão confusas em decorrência da firma ou da denominação adotadas pelos empresários, e que se aplicam também, às sociedades simples, asso- ciações e fundações, representando o nome empresa- rial, assunto regulado no artigo 1.155 e seguintes do Novo Código Civil Brasileiro, criado com a Lei n°
10.406, de 10 de janeiro de 2002.
Quando o empresário opera sob firma constituída em seu nome, deverá adotar o seu nome completo ou abre- viadamente, aditando, se assim o quiser, uma expressão designativa de sua pessoa ou gênero de atividade.
Exemplo: José da Silva Fblicarpo, estivas e bebidas.
Muitas vezes, para evitar nomes idênticos é aconse- lhável o uso de um aditamento, como o exemplo acima.
Em se tratando de uma sociedade na qual existam só- cios com responsabilidade ilimitada, a mesma deverá operar com o nome dos que podem figurar, aditando-se a expressão & companhia. Exemplo: Prestes, Silva &
Cia., sem a palavra limitada.
Quanto às sociedades limitadas, essas adotarão fir- mas ou denominações acompanhadas da palavra limi- tada, por extenso ou abreviadamente. Quando se tratar de firma, devem figurar os nomes de um, dois ou mais sócios. Exemplo: Cássio, Vasquez & Cia. Ltda. No caso de denominação social, em vez de firma, a sociedade limitada será designada pelo principal objetivo de suas atividades empresariais, sendo permitido figurar o nome de um ou mais sócios, como por exemplo: Túlio, Moraes, Confecções e Armarinhos Ltda.
Nesses casos, faz-se importante não esquecer de colo- car a palavra limitada, posto que sua falta implicará sem contestação, na responsabilidade solidária e ilimitada dos administradores que assim usarem a firma ou a de- nominação. Observar também que não se usa mais o termo por quotas de responsabilidade limitada.
Atos mudam regime
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Parte do projeto detalha estrutura da estação de tratamento proposta
A razão da abolição do termo ao interpretar a lei, a doutrina e a jurisprudência, deduz-se ser a mesma, uma decorrência da responsabi- lidade dos sócios, porque mesmo nas sociedades limi- todas, ela pode tornar-se ilimitada e solidária, depen- dendo das inobservâncias dos sócios, administradores ou prepostos, anulando por meio de seus atos, a respon- sabilidade regulada no ar- tigo 1.052.
As sociedades cooperati- vas funcionarão com de- nominação integrada do vocábulo cooperativa e serão sempre consideradas sociedades simples, como determina o parágrafo único do artigo 982 do Código, da mesma forma que as sociedades anôni- mas serão sempre em- presárias, independente- mente dos seus objetivos.
As sociedades anônimas ou companhias operarão com a expressão designa-
tiva de seus objetivos, W \ tegrada do termo se-' ciedade anônima ou com-i panhia, por extenso ou abreviadamente, podendo ainda constar na denomi- nação o nome do fundador, acionista ou pessoa que haja concorrido para o bom êxito da formação da em- presa (artigo 1.160, para- grafo único).
Apesar das raríssimas ex- ceções do tipo societário em comandita por ações, o Novo Código determina no artigo 1.161, que as mes- mas usarão a firma desig- nativa de seus objetivos adicionada da expressão em comandita por ações.
Outro tipo quase não en- contrado no sistema brasileiro é a sociedade em conta de participação, que não pode adotar firma ou denominação, operando de acordo com o artigo 1.162 do Código, apenas com o nome do sócio os- tensivo.
Particularidades a ser observadas sobre a denominação social
Sobre o assunto firma ou denominação social, vale a pena observar para o leitor, algumas particularidades importantes existentes no Novo Código Civil, regu- lando algumas proibições.
O nome empresarial, por exemplo, não poderá ser objeto de alienação (artigo 1.164); se o empresáno tiver nome idêntico a outro já - existente, toma-se obri- gatório o uso de uma desig- nação que o distinga; se houver vencia do estabeleci- mento e o contrato permitir, poderá o aüenante, por ato entre vivos, usar o nome do alienante, precedido do próprio, com a identificação do sucessor; o nome do só- cio que vier a falecer, for ex- duído ou se retirar da so- ciedade, não pode meus ser conservado na denomi- nação social (artigo 1.165).
Chamamos a atenção para esse último tópico so- bre sócio que vier a falecer.
for excluído ou se retirar. Fbr que o legislador incluiu tal proibição no Código? Logi- camente, para resguardar interesses de terceiros. O nome que integrava uma firma ou denominação so- ciai, muitas vezes, repre- senta o alicerce da confiança nos negócios.
Se esse nome desaparece por qualquer motivo, ime-
< iutt.n i u-I ite as pessoas que fazem negócios com a em- presa devem tomar conhe- cimento do fato, porque ele pode quebrar o elo de confiança até então exis- tente. Não se pode permitir que alguém faça negócios com o sócio fulano, imagi- nando que ainda é o sicrano que consta na de- nominação social.
E um caso típico de res- ponsabilidade, porque não se pode induzir que alguém é o responsável, quando na verdade ele nem mais existe no âmbito empresarial.
Gaitano An tonar, io i membro efetivo da Academia de Letras. CttndMC Artes do Amazonas - Alcear, advogado, contabilista e vke presidente de Re-
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Manaus, terça-feira, 18 de maio de 2004 .ijn 11 u 11 òa vEinnmenrto
Economia S
TURISMO
Vôos internacionais têm
queda de até 30% nas vendas
TWas opções para sair de Manaus para o exterior e a greve da Polícia Federal, que emite passaportes, são apontados como causa da baixa procura
Gilbernilson Oliveira
As
agências de via- gens registraram queda no número de vôos internacionais neste ano de 2004. A pouca demanda tem re- sultado numa retração comercial de 30% nas vendas de passagens aéreas para o exterior.
Na FM Turismo, segun- do o sócio Pedro Men- donça, a procura pelos rôos internacionais tem
¦o inferior ao ano de 2003. "As
vendas estão baixas, há pouca procura.
Estimo que as vendas de passagens para vôos in- ternacionais apresen- taram uma queda de 30%", disse ele.
Segundo Mendonça, a Europa e os Estados Unidos são os locais mais procurados no exterior.
"Em
primeiro lugar é a Europa. O segundo local mais procurado é os Esta- dos Unidos", informou Mendonça.
Neste mês de maio, se- gundo o gerente, as ven- das apresentaram um de- créscimo ainda maior.
"Neste
mês, se com- parado a maio do ano an- terior, as vendas estão bem mais fracas, estimo que as quedas sejam de 30%", disse Menddtíçá°:
DEMANDA ESTÁ BAIXA
Na Flora Turismo as vendas de vôos interna- cionais também foram baixas, segundo o sócio El- cimar Oliveira, a procura tem sido cada vez menor.
"A
demanda por vôos in-
I Opções
O reduzido número de vôos in-
ternacionais para Europa e Estados Unidos que saem de Manaus é fator que dificulta esse
tipo de viagem
ternacionais diminuiu muito neste ano, tivemos uma redução de 30%", in- formou.
De acordo com Oliveira, os destinos mais procura- dos são Miami e Panamá.
Ele informa também que o turismo de negócio é res- ponsável pela maior parte das vendas de vôos inter- nacionais.
"Os
passageiros que op- tam por esse tipo de vôo são empresários do comer- cio e da indústria que via- jam a negócios", disse Oliveira.
VÔOS VIA SÃO PAULO
Para Elcimar Oliveira, o reduzido número de vôos diretos para o t&¥e- ¦ rior, a partir do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, dificulta esse tipo de vôo. "A
falta de acesso aqui em Manaus prejudica o mercado aéreo; as pes- soas precisam ir até São Paulo para conseguirem se deslocar ao exterior", disse o empresário.
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:daPF A Agência Selva tur também detectou procura reduiida para vôos internacionais neste primeiro semestre do ano agravada com a grevi
Sem passaporte demanda cai _.„l-l
Na agência Selvatur, se- gundo a gerente Marciléia Leão, a demanda por vôo in- temacional declinou neste ano de 2004. Embora Leão não saiba o percentual exato da queda, ela adianta que o mercado aéreo internacional estáembaixa. "Nãoseio
número exato, mas sei que houve uma forte queda, a procura está muito baixa", disse Leão.
Além da retração no comércio, a gerente cita a greve da Polícia Federal como um importante fator de retração das vendas. "A
greve da Polícia Federal prejudicou bastante a nossa demanda, porque as pessoas estão com dificul- dades de tirar passaporte.
Eu tenho uma cliente que está há meses querendo viajar e não consegue tirar passaporte", disse Leão.
Com a baixa procura por vôos internacionais os operadores de turismo lo- cal estão com boas expec- tativas de aquecimento nas vendas, a partir do lança- mento dos vôos diretos para Nova York no mês de setembro
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Vôos para exterior caíram 30% na FM Turismo em cinco meses
DESEMPENHO
3 IBGE aponta crescimento de 16,4%
do pólo de Manaus até marco
O desempenho crescente da indústria amazonense neste ano foi acentuado pelo governador Eduardo Braga, para quem os números tam- bém traduzem os resultados da política industrial do go- vemo do Estado. Ftesquisa di- vulgada ontem, pelo IBGE, mostra que a indústria do Amazonas registrou cresci- mento de 16,4% nos primeiros três meses de 2004, em relação a igual período de 2003. Esse foi o maior índice entre os Estados pesquisados.
A pesquisa aponta que o bom desempenho foi puxado pelas indústrias dos segmen- tos de material eletrônico e de comunicações, impulsio- nado pelo aumento da pro- dução de televisores e tele- fones celulares. O IBGE tam- bém confirma que o setor in- dustrial local vive um movi- mento sustentado de cresci-
mento. "Esse
acréscimo da indústria amazonense, no primeiro trimestre do ano, dá prosseguimento à expansão iniciada no terceiro trimestre de 2003", diz a análise do instituto.
Fkra Eduardo Braga, a prorrogação do modelo de incentivos fiscais para até 2023 fortaleceu a Zona Franca de Manaus e reforçou a confiança das indústrias ins- taladas no pólo industrial. "As indústrias precisam de um ambiente seguro para realizar seus investimentos em ex- pansão e em novos projetos.
E a prorrogação da Zona Franca criou esse ambiente", frisou o governador.
A recuperação crescente da indústria amazonense também é verificada, se- gundo Eduardo Braga, pelo conjunto de ações que têm estimulado novos investi-
mentos. Entre elas, a criação do Programa de Gestão de Incentivos Fiscais que, so- mente em 2003, incentivou a implantação de 139 empre- sas nos municípios de Ma- naus, Barcelos, Presidente Figueiredo e Itacoatiara. Os investimentos fixos projeta- dos por essas empresas tota- liza R$ 339 milhões na capital e R$ 100 milhões no interior.
fóra eis micro e pequenas indústrias, o governador destacou a criação do Sim-
pies Estadual (aprovado pela Lei 2.827, de 29/09/2033), que estabelece tratamento diferenciado para as empre- sas desse porte.
Eduardo Braga destacou ainda que a formulação da nova política industrial do Es- tado é marcada pelo processo participativo. Exemplo disso é a ativação das Carneiras Se- toriais da Indústria, Agroindústria, Bioindústria e a criação da Câmara das Mi- cro e Pequenas Empresas.
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Iiiiiiiii... de Proteção Ambiental
do Amazonas AMAZONA»
^^^^ COMUNICADO
Centos Alberto Taveta Cortai, torna público que recebeu do fiMK, a Licença de Inslalaçôo n° 055/04, que autoriza a Insta- laçõo de um complexo habitacional denominado "Con- domínio Residencial VWa Lobos*, composto por 12 (doze) blo- cos. com área de 0,65 no. com vaidade de 365 dias. para Complexo Habitacional, na Cidade de Manaus-AM
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COMUNICADO
taxam Amazônia Ltda , toma público que recebeu do
**AM. a Licença Prévia n° 055/04. que autoriza a reallzoçâo de e«ludos de viabilidade visando a Instalação de umalndús- fria de embalagens metáUcas, com validade de 365 dias, para Indústria Metalúrqjqp. na Cldode de Manaus-AM
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6 Economia 3Jurraü ba (Hmtmtprrin Manaus, terça-feira, 18 de maio de 2004
TECNOLOGIA
Philips vai lançar TV
com Oleds de polímeros
Novo televisor apresenta maior resolução e já tem protótipo de 13 polegadas para exibição
A
Philips fará uma demonstração do primeiro protótipo de sua Pblyled IV de 13 pole- gadas, baseada na tecnolo- gia de Oleds de polímeros, durante o 'Simpósio Inter- nacional da Society for Infor- mation Display (Sociedade de Exibição de Infor- mações)', em Seattle, nos EUA, de 23 a 28 de maio.
Tomando como apli- cação de referência uma tela
"wide-screen"
de 30 pole- gadas (na diagonal) com definição WXGA (1365 x 768). a Philips produziu uma tela-protótipo de 13 polegadas (definição 576 x 324) - na forma de um sub- conjunto da tela de 30 pole- gadas -, para demonstrar a viabilidade de fabricação de telas com grandes di- mensões e baseadas em Oleds de polímeros pro- duzidos com impressoras a jato de tinta dotadas de di- versas cabeças e bicos de impressão de alta precisão.
A excelente e brilhante qualidade de imagem do protótipo da TV Pblyled da Philips exemplifica o grande potencial dessa nova tec- nologia de telas para uso em televisores. De acordo com as previsões atuais, um apa- relho de TV baseado em Oleds de polímeros poderá ser realidade dentro dos próximos cinco anos
A tecnologia de telas constituídas por Oleds baseados em polímeros proporciona diversas vanta- gens sobre as telas de LCDs, por exemplo, ângulo mais amplo de visibilidade lateral e rapidez de resposta, o que torna essa tecnologia ideal para exibir imagens ani- madas de vídeo. As novas telas também proporcionam excelente desempenho em nível negro e excepcional contraste na imagem, uma vez que as telas de Oleds de polímeros são telas emissivas.
Isso significa também que as novas telas não de- mandam iluminação tra- seira e, portanto, podem ser fabricadas com fatores de forma excepcionalmente delgados.
tecnologia Polyled da Philips será exibido no fim do mês em Seatle, EUA
Processo teve origem com impressoras
Desempenho do sistema envolvendo os Oleds de polímero teve participação de fornecedores da Philips, e apresen- ta qualidade superior ao convencional
ftira comprovar a facili- dade de fabricação de telas de Oleds de polímeros com maiores dimensões, a Philips Research desenvolveu um processo de impressão por jato de tinta empregando uma impressora com quatro cabeças de impressão dotada de 256 bicos de impressão de disparo piezoelétrico. Em as- sociação com os fornecedores de materiais Rolyled (Oleds a base de polímeros) e com a Spectra, uma fabricante de cabeças de impressão, a Philips desenvolveu tintas, cabeças de impressão e processos envolvendo subs-
tratos que possibilitam a pro- dução de grandes telas baseadas em Oleds ca- racterizadas por precisão e confiabilidade elevadas.
O sistema emprega um novo método de impressão segundo o qual cada subpixel (R (red, ou vermelho), G (green, ou verde) ou B (blue, ou azul)) é formado por diver- sas gotículas disparadas por diferentes bicos de impressão.
O sistema é capaz de imprimir telas com dimensões de até 24 polegadas. A fabricação de telas em maiores dimen- soes é possível simplesmente aumentando o tamanho da
impressora.
A tela da Polyled-TV em- prega diversas tecnologias de processamento de vídeo para melhorar ainda mais a quali- dade de imagem e aproveita ao máximo as excelentes pro- priedades de expressão de imagens de vídeo em cores nas telas de Oleds.
A nova tecnologia imple- menta um novo esquema de endereçamento que varia o ciclo de trabalho de cada linha da tela em função da carga de imagens: em cenas escuras, um elevado pico de brilho local é combinado com o estado totalmente ne- gro dos Oleds, ao passo que em cenas claras o brilho é mantido em um valor médio.
Isso resulta em imagens bri- lhantes que melhoram subs- tancialmente a qualidade de imagem percebida.
¦ I 11*4 Bmm.
Instituto de Protev*o Ambiental Amázonai dn Anwwuw
COMUNICADO
Relnaldo Machado de Uma, torna público que recebeu do IPAAM. a Licença de Operação n° 248/04, que autoriza a coleta e o transporte de ponto a ponto de resíduos sólidos Inertes - entulhos de construção cMI, com validade de 365 dias, para Coleta e trans- porte rodoviário de resíduos, na cidade de Manaus-AM.
Telefone tem Oleds
Um processamento de cores é empregado para me- lhorar ainda mais a percepção geral da imagem.
A Philips já está usando telas de Oleds em diversos novos produtos, como o re- cente telefone móvel 639 da Philips, dotado do recurso Magic Mirror'. Em 2002, a Philips tornou-se a primeira
empresa a lançar telas de Oleds baseadas em polímeros usadas em apare- lhos eletrônicos destinados ao mercado de consumo. De lá para cá, a Philips tem con- tinuado a desenvolver essa tecnologia, visando tanto no- vas opções de telas como melhorias no desempenho de seus aparelhos.
CEAM
COMPANHIA ENERGÉTICA DO AMAZONAS
NOTA DE PESAR
A Companhia Energética do Amazonas - CEAM, vem de público manifestar seu pesar pelo faleci- mento de seus colaboradores JOSÉ CARLOS SERRA E WALDOMIRO RODRIGUES MACIEL, decorrido do último dia 15/05, no avião modelo Brasília, da Rico Linhas Aéreas - Prefixo PT-WRO. A empresa se solidariza aos familiares e amigos neste momento de profunda dor.
A Direção
¦ ¦V*A>4 9***
Instituto de Proteção Ambiental amÃtonas do Amazonas
COMUNICADO
Agropecuária Jayoro Ltda. (Agricultura), torna público que recebeu do IPAAM. a Licença de Operação n° 266/04, que autoriza a operação de um projeto agrícola para pro- duçâo de guaraná [Pauiiinea cupana var. soubiliis), numa área de 412,00 ha., com validade de 365 dias, para Agrí- cola, no município de Presidente Flgueiredo-AM.
II 11U
Instituto de Protev*o Ambiental do Amaroiun
COMUNICADO
i AnáHses Bromatológlcas Ltda.. toma púbteo que rece beu do (Fy\AM. a Licença de Operação n° 102/99-05. que autor- iza o funcionamento de um laboratório de análises bromatológt- cas e fWco-químicas. com vaHdade de 365 dias. para Serviços de AnáHses Laboratoriais, na Cidade de Manaus-AM.
AGR0NEG0C10S
-, Thomaz Antônio Rerez da Silva -
Éfe AmêÚ..,, \m\mW P
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