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¡,fARI O JAIIìO CAZ ECA
SBI-IFUSP
l llllll lllll illlillllll lll
ilililililil ililllililililil]ililr
30sM81 0T0509OSC]LAÇÕES DO NÍVEL DE FERMI DO BISI,ÍUTO NO LIMI?E DE BAIXOS NÚMEROS QUÃTITICOS
\
ir
SÃO I
T ø¿ ¿ de lrl¿¿ Í.nado a"lclLQ.^ ¿ntadcL ao Inlti-futo d¿ Fí,síca da
US P, como fJd",LÍ.¿ do,s ne.qui
. ¿if o¿ n¿ce-6^ ã.nio,s fra,,tLa. a-obt.enção do títuLo dø Mutn-e- eH Ciî.ncía.,s .
AGRAoECItIENT 0S
. 0e^Ø i cLmo^ exprLe^^a.,1 a.qu¿ no/sL0^ ¿íneøn-o's a"g)Lr"d¿eímøn to¿ ã' tctd.o,s, quQ. íorLnl"rL(Lm ytoatívøX- ct neaLizctçãct dø¿,sø tttctba.X-l,to, e, e.m e^peciaL àt ,søguLntø,s p¿^^oa^:
Ao Pno(. Dn, Jot:6. Beze.ndø Pene.ina.
Neto,
peL-a ¿uga.^-Lã"0 ø ottLønta-çã.o dø,s¿ø tnabaLho,Ao Pno(1. Dtt, Jo¿'ø |,lanuøL dø Va-,sconc'øLo¿ l'{antín,s, pØ I-a. tuct ottentação no L(rboh-cLtînio, óe-m a quctl não ¿ønía yto,s,tíveL obtøn o^ dado¿ nQ.ce.¿^ã-nio's a øÁ^Q- tna"ba"Ll,to .
Ao Pno[. Dn. Angø.Lo PLccinL, ytø.Lo Q.mp,LQ-^tLmo do cní2
tal-
de. bitmuto.A Pna(ø. Dna.. CøcLLía" de A.F. Pímønt¿!., do Depa"nta-mønÍo dø CníttaX-ogtta(La" ytø,La. onLønta,ção do eni^taL,
Ao.s coLega",s LìcLnda l,l. dø Fi.tLma" Rodtti.guØ^
,
Jo¿6. Ca"nLo¿ Sant on¿L!-í ø Kazunotti U)a"taní
,
p eX-a",s p,Lov øito¿a"t
di¿ eu¿,sõ e,s duna"nt¿ 0,A dí[øn-øntet (a-'søt d¿¿¿¿ tnabaLl+o,A'o S¿. )¿wo"X-d Caytytø,L,Lo e-
^ua. ec¿uiytø, ytøLo nitttogî.nío
ø 'o hõ.Lio .Líc¡uLdo que
not
(onam gonne,eído¿.Ao S¿. Fnancitco de PauX-a )Livøína Q.
^u0, øc¡uiytø, pL
.La conlÐLução do potLf.a-a.mo^tna.
À S¿4
.
ManL-i C6.¿a.n Patønnott,Lo,
ytøI-o t¡to-ba-Lho dø da.-tíLo gna.día".B_*E_S_U_U_a
Realizamos medj-das das oscilações do níve1
de
Ferni do bistnuto observando as variações do potencial decontato
em um nonocristal. As nedidas foranfeitas
em diferentes temperatgras, e
com o ca.mpo magnético varj.andode 0 a *
20KG,
na direção
binãria
dos eixos cristalográficos.As oscilações observadas nas curvas experimentais ïe sultam da passagem dos
nÍveis
de Landau dos elõtrons de nassaefetiva
leve pelo nÍve1 de Fermi. Oscilações nenores tambfm foramobservadas num
intervalo
de 8 a
tu 11KG,
que identificamoscomo sendo provenientes da passagen dos
níveis
de Landau dosbu-racos pelo níve1 de Fermi.
4=E=9=r=B=4=ç=I
We have measured the Fermi 1eve1 oscillations of bisnuth by observing the contact potencial variations of a mono-crystal. The measurements ivere made at different temperatures,
with applied magnetic field para1le1 to the binary direction of the crystallographic axes in the range 0 ¡, Z0 KG.
The osci.llations obtained from the experimental curves
are the results of the passage of the Landau 1evels of the lorv effective mass electrons through the Fermi 1eve1. Smal1
oscill-ations have also been observed within the range 8 .r, 1l KG rvhich t{e identify as being due to the passage of the Landau levers of
the holes through the Fermi level
Fron the data obtained from the experimental curve and by using the model v.P.D. (8), we fitted a theoretical curve from wlrich rve have determined the parameters that characterize this
! =N =Q =r= =g =E=
CAPTTULO 1 TE0R'Í. A
CAPTTULO IT
TT-
rt-TT.TÍ-
tr-TT-CAPîTULO TTI ITl TTI
LNTR00UçÃ,0
c0¡Jcrus0Es
A?ENOTCE 1
REFERÊl\/C TAS
pag. 1 2 3 7 L4 34 34 35 4L 4L 44 4s 48 48 50 73 75 78
I-1 T c) a.l ô)Con.sídzttaçõe,/s a. lLe.,speít.ct do bí¿muto . . . Rø,sumo do¿ tnodeX-o¿ quQ- prLøc¿dønam o mo-de.Lo V.P.D.
...
...
...
Mctd¿I-o V.?.0T ECNf CAS EXPERIMEÄ/TAIS
PTLQ.TJA-hLaçAO dCt AnlO ¿tnA
Sí¿tøma Ctiogî.nico Camyto l'Áa"gn6.t.ico
Pantø e!-etn6nica"
MEDTOAS E ANÃtlSE DOS RESüLTAD(0S
...
¿R¿X-a"to ,so bn¿ o Pto g,LcLml- Comytuta"eLona,L . Aytttø,sønt.ação ø Contøntã"nio tobnø
o^
Rø-¿u.Lta"do,s
obtido¿
...
...
trN'!B0AAçIO
0 bismuto á un material muito estudado devido
baixa dens idacle eletrônica (1018 cm-3) , e pequena massa
dos elátrons. Por essa tazão o efeito <le Haas-van Alphen to pronunci-ado. Esse efeito nos dã, infornações sobre as
de energia nas proxinidades da superfície de Fermj_.
I
a sua
e fe tiva e
mu1-faixas
0 objetivo desse trabalho e investigar as oscilações do nível de Fermi , produzidas por um monocristal d.e bismuto, quan
do submetemos o nesmo a altos campos magnéticos. Em posse cles
ses dados investiganos o modelo desenvolvido por V.p.Df8), een contranos os parânetros que caracter izan esse ¡nocle1o.
0 nodelo ja tol testado païa experimentos de
nìagne-to-reflexão, mas nossa intensão 6 testar o nesmo para os daclos
obtid.os pelo m6todo desenvolvido por picci-ni (11). uma vez que
este m6todo 6 simples e não requer uma aparelhagen muito
sofis-ticada, estando portanto nosso laboratório capacitado para rea-Iizâ-Ia,
em três mod.rlos
N6s procuramos detalhar bem
o
trabalrroe
o divicimos partes. No primeiro capítulo nós fizenosum
resumo dos que serviram de base para o desenvolvimentodo
mocleloV. P.D. (8) . Em seguida apresentamos de maneira ben d.etalhad.a
es-se rnodelo.
No segundo capítulo nós descrevemos a
amostra, os equipanentos necessários para efetuar o método de medida que foi util ízad.o.
No terceiro capítulo nós apresentamos os
suas respectivas tabelas, os dados cotìseguidos das cas ajustadas e anaf isamos os mesnìos.
preparaçao as medidas,
da
e
gráficos con
-z-TEORTA
a,)
C o n¿ Ld¿n açõ z,s IL notysøLl.o do bL,smttfctO bismuto c um elemento do grupo V. É um seminietal possuindo clensidade c1e portadore.s da ordem de 101t .r-t, ocu-pando portanto uma lração muito pequena da Zona de Brillouin (2.
B.). Ele possui uma estrutura c.ristalina romboedral A7, Esta
estrutura pode ser gelada de uma rede cúbica sirnples, por duas
pequenas distorções.
Va.mos considerar duas redes cúbicas de face centrada
se interpenetrando. Para criar a estrutura A7 prirneiro uma
sub-rede fcc 6 transladada em\re1ação a outra ap longo da diagonal
do cubo (ver f igura f ) . Uma tração 6 feita tarnbém ao longo
des-sa diagonal.
, A diagonal do corpo na qual essas distorções estão as sociadas 6 o eixo trì.gonal da estrutura A7. Hâ, portanto dois átonros por cé1ula uni t.âria. Ernbora as ciistorções sej an pequenas,
os elementos de simetri-a na estrutura A,7 são reduzidos
conside-ravelmente, nós tenos para o eixo trigonal três eixos binários , cada un distando do outto de I20o e perpendiculares ao eixo tri gonal, e tres planos de espelJro cada um normal ao eixo binário.
Cono vimos, â êstrutura 47. pode ser vista como se ios
se originada de distorções ern Lrna rede cúbica. Tanbérn a Z.B. po
de ser a Z.B. da fcc por una coìnpressão ao longo do eixo trigo-nal. A compressão é ao longo c1a direção trigonal fT figura Z.
0s elententos de simetria são os lnesmos da rede do cristal . A fa
ce hexagonal que cont6:u T são hexágonos regulares, mas as
-3-tr.as Seis face.s hexagonais não são TegulaTeS, e o que era antes
quadra<lo após a compressão torltou-se retârtgulo.
A superfície eie Ferni 6 constituÍda por tres pacotes
de e1átrons e um pacote cle buracos
,
os el6trons estão localíza-dos no ponto L cla Z.B. e os buracos no
ponto T figura
2. Esses pacotes possuem a forma de elips6ides derevo-lução
.
O eixoprincipal
de e ada el ips6iclc elc el6tronsestá
a 120o dos cÒrïespondentes eixosprineipais
elos outtos doiselip-sõicles. O eixo principal do elips6ide forna um ângulo
de tu
60e om
o
eixo biss etr-:¿ (ver figura
3).
0nivel
de Ferrni õdetermi-naclo quando o nülnero de cl6trons e buraeos se igualam.
Vamos
identifiear
os el6trons en pesadose
leves, coL 'forme a suâ masSa efetiva
de e íe lot.ron se j a grande ou pequena rqspee tivarnente .
*
Quando fôr
ap1 ie aelo un e anpo magn6tico ao longo na direção dos eixoseristalográfieos,
por exemplo, terernos doispaeotes com el.6trons lcves e um paeote eom eIétrons pesaelos. Pa
ra o
eampo nagn6tieo na direçãobissetriz
dos eixoscristatogr{
f,icos tcreno: ur paeote eom el6trons Leves e dois pecotes com e]êtrons pesados. Quando o earnpo magn6tieo
for
aplicado na direção do eixoeïistalogråfieo
trigonal
teremostrês
pacotes de elêtrons equivalentes e pesados,fÍguras
4,5 e6
respectivalnente.As nassas efetivas do
eÍelotron
sâo relacionadaspera f6rniula (1)
com a area
fr2 ðA
n E I-1
2¡¡ ðe
*
onde A
õ
a área eneerrada pela6rbita
dos el6trons, p).ano perpendicular ao e anpo nragtrético.
-4-FTGURA 1 E¿tttutuna. A7 a pantin da" e.AttLutulla. cí,biect timytLet
ì(
,' t"
-5-T;
]
¿
6 B,
8.'t t
FTGURA 3 - Relação Q-nltLe, oá eixo^ crLL^taL.ogn-a$íeo,s do bí¿muto
lbinãnio,
bi,s,søto¡t ø tnigona"Ll e o,s eíxo^ dor eI-Lp^6idQ.^ dct¿ ¿L-etnctn.s,
H l1 ao ¿rto Ii.i'io
Ca"mpo ma.gnî.frieo n0. dineçãl do øixo binã.nio
.
Tømo6doL¿ øLipt6idøt de ma.^ta" edøtiva dø cíeLotnon pa.Áa Y
x
-
-6-H ll ao cil o l¡ t¡¿l ri ¡
Cam,¡to magni.tLco na. dinøção do øixo bí,s¿øtnLz. T¿mo,s um ø,típd6¡dø de ma.¿'sa. ø(øtíva de
cícLotnon
,¡tøta"doe. doí¿ elLyt,s6íde.,s dø ma..s¿a. ø(øtiva" dø cícX-otnon X.svø.
H Il ao ci¡o trigo,ral Y
X
FIGURA 5
Y
,(
Ca,mpo magnd-tico na díttøçã-o do øixo tnigona.Î. 0¿ tr,.î.¿
øLipd6idet poóôuQ.m ma-^ôa" e(et.iva dø cícLotnon
p¿^0"-ti
¿
?
^t\
Y
FIGURA 7 Tone dø ßniI-Louin do b.i,smuto
in¿etita
no ttctmboedno,ø LQ-u^ eixo,s, cní¿LaLognî.6ieo,s L)LLgonaL, binã"tio ø
bi's,s ølniz .
b) Retumo dot mod¿Lo¿ uø e-tLo"n o modzlo V.P.D (8)
O nodelo que nõs usamos para analisar nossas dados ob
tidos
de um experinento dotipo
de Haas-vanAlphen,
ro
qual oÞservamos as oscilações do nÍve1 de Fermi,
foi
desenvolvido por Vecchi, Pereira e Dress"th".r, (8).
Faremos a seguir um brevere-sumo de alguns modelos que serviram como base para o seu desen-volvimento.
Mod¿I-o S. B. R (2t
/<
a-3,
obti-ö
dos de um experimento do
tipo
Shubnikov-de Haas, basearam-seno
41moclelo não parabólico para as
faixas
dose16trons,
incluindo apossibilidade de desdobramento
(splitting) ,
dosníveis
deener-gia para os el6trons e buracos devido a diferentes spi-ns.
O nodelo consiste de um conjunto de
três
elipsóides para oselétrons,
e um elipsóide para os buracos.
Paraos
e1é-trons a energia na ausência de campo nagn6tico
ê
dada por:E ->1) e0 -+p
2m
E(1 + ) r-2
r-3
ao
I SaO
tens or o
aqui E- é a 'g energia do "gap" entre duas faixas, Ë é o momen
to îa ausência de campo nagnético e ?-1 = jñ'* , 6 o tensor
de massa efetiva en unidade de massa de el6tron 1ivre.
Para os buracos a energia'na ausência de campo magn6
tico 6 dada por \
2
? P
+
1 tPr
.2
P ) 32 EE
o M +
1 M
o
onde E^ ê a energia do topo da faixa dos buracos relativa
o
2m
fundo da faixa dos el6trons conforme figura 8, onde L e pontos da Zona de Brillouin (2.8.). E o correspondente do inverso da massa efetiva á dado por
3
1
+-+
Mt
0
0
0 0
0
0
d,,
-9-[
1^"r' )btt**- úf'þ*'
'r^l
1
¡.1 ÃtL õrl
tti r! I
7
FIGURA 8
-Ëo
Etquømo- dQ. {aLxa.t ,LacoÁ lpo nto I )
EF
h. I ''-') f
a¿l l¡L Itf
pa"rLa" o ^
na. z.B.
¿L-etno n,s lpo
nto
LI
ø buA quantidade de portadores em cada elipsóide é deter
ninada pela energia do
nÍvel
deFerrni
(Ep),
e 6 proporcional ao volume desseelipsóide.
A energia de Fermi é achada quando onú mero de buracosfor
igual
ao número de e16trons.Na presença de um campo rnagn6tico na
direção z
osauto
estados de el6trons são rotulados pelos números quânticosn, PZ e
s =
t
1E
E(1 +
E )
(n.
$l
ìleH* g ßoH I-5h
h *
mz .em
onde:
g mc c
*
?,
h
6
o vetor unitário na direção do campo magn6tico.det ^*
rl2 -IU-r-7 I-8 r-9 I-10 r-11 T.I2 * 2 4n ( o r/2
mc ( * )
^z
h +-)m h
2
g _ S+--> )
det m
s
m
o
nassa do spin.
é a massa do
el6tron
livre
e 6o
tensor de0 núnero de estados com energias nenores
que
Efra
ostrês
elips6ides de el6trons é dado por3/2 L/2 + m S pa N9 ]- (Ep)
z eH *
F
(
Er(1+
I
) ,t/t
E E(n,s)2
h c n
onde
Nb (EF)
,s EF E(n,s) (n 2 + 312eH
)
(mz)u2I
(E o h c * E F ) 1 )e para o elips6ide de buraco 6 dado por:
Er)
( E(n,s)
ll ,s
A sonat6ria z
I¡
quais o radicando 6 posítivo. A neutralidade de carga exige que
Ne (Er) N (Ep) I- 13
1 b
ea
solução dessa equação nos AS oscilações do níve1 deFer-ni.
3
I
i=1
dã
les
çao
e
vo
0 modelo S.B.R. apresenta 6 a introdução da massa efetiva teórica, e o outro refere-se ao
1-t = t, o qual envolve uma raLz para altos campos magnáticos.
dois inconvenientes. U¡n de de spin se,m uma j us ti f i
ca-último nível de Landau n=0
quadrada de número
negati-I'lodøLo do WoLÁó (31
P.A. lVolf f construiu seu modelo partindo do modelo d e duas faixas desenvolvido por cohen e gtount(4). E1e utiliza um
'conjunto de quatro faixas degeneradas duas a duas devido a
pre-sença do spin. As faixas têm seus extremos num ponto kol0 na
2.8.. As equações resultantes são si-nilares a da teoria de
Di-lsl
ract"', e os elenentos de natriz que são negligencì-ados no mode 1o de duas faixas, quando tratados relativisticamente desempe-nham un papel importante em sólidos.
As funções de onda para un el6tron em k perto de ko na 2.8., são escritos en termos de quatro funções peri6dicas pa
ta o fundo da faixa
(i) u
(k,r)
4
I
i=1
(tr ti)
].
onde u sao funções do fundo da faixa.
-
LZ-A substituição dessas funções na equaçãode
Schrodin-ger resulta em quatro equações acopladas para os coeficientes de
expansão ,f' (3). No Haniltoniano resultante aparecem termos que poden ser identificados na teoria cle oit".(5).
O Haniltoniano de lVolff não considera o efeito de ou tras faixas fora do lnodelo de duas faixas degeneradas e podemos
escrevê-1o da seguinte forma
<--)
e 1
e 1
+->
K.o
'G
-t -'
ifl
K.oHw r-15
r- 16
<-->
-1
onde
(ks)
o
são as matrízes de spin de PauliÌ
6 um operador quesatisfaz
areláção
Rt i
=
iß"tta
iS
ê ovetor
unitário
na direção do canpo magnéticoapli
cado
é un parâmetro ß*
A função de onda encontrada por lVolff que satis faz a equação secular
Hwv
(6)
Er!
vem da função de onda de quatro componentes, onde duas se refe-rem a faixa de condução e duas a faixa de valência, e são respec
tiar"^"rrt"(6)
+
I
u" ,, (ks) *el%-Ju,,
¿(s)0n 3
-ir
rp
Itrs
EIlrs (k
S) *e
(k
Z'(s)0n(ks)
-ír
4'(s)0n(k3)L/2
ur,r(kt)+e
un,s (kJ) _0",r(kt)+e
2En,, (ks)
Z(s)0n(ks)
Eil*
ES SAS funções de onda são definidas mais detalhadamente na seção
ModøX-o dø BanaÁÁ (7 I
0 nodelo desenùolvido por G.A. Baraff
tem
muita coi-sa em comum con o rnodelo dewotff(3),
as diferençasbásicas
sãoque Baraff considera outras faixas
fora
do modelo de duas faixasdegeneradas, atuando neste como uma perturbação, e
outro
pontoque'é rnuito inportante refere-se aos
níveis n=0 e s=-1
dasfaixas
de va1ôncia e condução. Essesníveis
podemse
aproximar e depois se repelirem mutuamente, ou podern somente serepelir
de pendendo da direção do campo rnagn6tico.Ét¡.r?¡
r-18
o'
H
-c
o-Nívei¿ de enengía"
!=0
patLa cL^ da-ixa.t de. va!-encía ø eondução em [unção do campo mctgnî.tLco ,0
¿
6
-¿
FTGURA 9
Na presença de um campo magn6tico, o
Baraff não pode ser diagonalizado exatamente, e
gias de.Landau para perturbação em primeira ordem
v6s de
-
L4-FIamíltoniano de
os níveis de enel
são achados atTa
r-19
nn 6oHamiltoniano
deHB Hw + Hp
onde HW ê o Hamiltoniano de lVolff e
pertu::bação, gu€ é dada por
e
B ->
K c -'K -+ -+o
-) o
ft*Tv
0
+Lc +0
Hp bz0
.e
R.w
onde
ttt'v u
Tt't
dôscrevem essencialmentea interação
en-tre
as faixas defora
do nodelo de duas faixas degenerado com as faixas deste,e t
são as matrizes de spin de pauli.A função de onda que resorve a equação
secular,
sãoas mesmas que
l{olff
usou em seu modelo.Mas o nodelo de Baraff em sua forma
original,
édifí
ci1
de serutiLizado,
devido a quantidade de parâmetros que possui.
Mesmo quandok=0
a
expressão para a energia torna-se muito
conplicada. o nodelo v.p.DJ8) que nósutilizamos, e
que pas-saremos a descrever em seguida, resultou desinplificações
in-troduzj-das no nodelo de Earaf.f. fundarnentadas em dados experimen
tais,
c)
ModeLo V.P.Dlsl
muto pode se-r aproxirnada a duas faixas acopladas no ponto 7.,8.. 0 modelo de du¿rs faixas vem da teoria de perturbação com relação de dispersão dada por
E+
ilr
+2
1..ã'.
ÈL/z + 2E o11
õ
-
15-L ð,A
) T-2I
r-22
(-)
e conduçáo+0 por argumentos
r-23 +->K.p
z
E
1
-r
(-+ onde cr,
efetiva
g
2<c
n
6 um tensor adimensionado e nos dá
o
inverso da massalpi
v><vlpjlc>
0.1l rJ
onde
v e c
referem-se as faixas de va1ência(*),
as quais são separadas pela energiaEr.
Ede s imetria
(9)
assurne a seguinte f orma(** )-1
m
E oò
01100
ê
0 0
ozz
ozs0
o¿-5 d"--JJ
1, 2 e 3
referem-se as direçõesbinárias,
bissetriz
e
trigo-na1 dos eixos
cristalogrâficos
respectivamente.As massas
efetivas
decíclotron
dos outrosdois
elip
sóides
ã'
(1200) são obtidos fazenáo uma rotação deI20o
e 2400 entorno do eixo trigonal0 nodelo de duas faixas consiste de un par de nÍveis duplamente degeneraclos
,
tendo suas extremidades num ponto ko/
0 na Z.B. .-
lv-\ì
rr
rt¡
E1
l-* :
,*-L4EF
l, ( *.-' )
o
to
f
FIGURA 1 O tÅodeLo dø duat $aixa.a
Vanos chanar o haniltoniano desse sistena
de
H(isto
é o hamiltoniano deWolff)
que6
dado por:Ê ëI
o
(6)
r-24
i'ãK
nn
T' Ho
-iG*n
+on -E 1onde
e =Eo
+
, on
são astrês natrizes
de Paulipara
spine nós fazenos uma sonatória sobre as
três
componentes2
+>
f
e a matrizunitária
(2 xdos por(6)
2).
As componentesde
K'lf
+-
e2 4Lc
ft
1
sao
n,
da
Kt
(kr
xz H ) k1/ñF
c
q
ã
(kz-#*rH)
k
-11
tr
r7
-r-25b
I-25c
T-26
T-27
I-28
Kz
K¡ k
c
2
11
/-"ilH 3
Num campo rnagnático
ft
sati sfaz a seguinte relaçãoonde
.+
K
iß
ß *
mc
é a massa
efetiva
decfclotron
dada pordet 'n *
t/z
* ) ms/2
-)
H *
-l' K X
le lft *
c
* *c
(
tc
tH
*
tH á a nassa
efetiva
na direção do campo rnagnáticoê* r-29
e o versor na direção do campo nagn6tico
6
a nassa do e1ótronlivre.
O haniltoniano da
eq.
I-24 pode ser resolvidoexata-mente quando na presença de um campo magnático externo.
nfi ( h m tr ) m
h
t
i
:
I
¡ ¡I
,
¡
i
A solução da equação secul
ar
para afunção
envelopes era
rl,+ (k , (kr)
+e
DrS 3 Zun
,s (ks )
para a
faixa
de conduçãoL'(t)
or, (ks)H {, Eu
z(s)
0I- 30
o
onde a função
q/
6 conposta de quatro component", (8)(k n 3) )
-iG
tt,, (kt) +e
íG
ur ,, (kt) +e
Z(s)
0n (ks)I:31a
¿'(r)
or, (ks)I-3lb
a função de
onda
doI-32a ,, ,, (k5) *t
r¡rlrs (k3)
ZEn,s (ks)
para a
faixa
de valência, onde On(k3) é oscilador harnônicoe ¿(s)
são spinorest(
2 ))
t:l
1
[:] 1
2
2
L,(
12
onde 11= 0, 1, 2 , 3
lfk
52ß*
*
zgH
Ák 3
*
+ZeBH
I
n+--s
2
r/2 +eK 2
3
1
Ð-2
7
ntH 1. ,(-' ( ) I-32c
r-32d
r-33
I-54
a H
+
a
r J¡1 H
aqui a
6 operador de destruiçãoe ^*
ê o operador de criaçâo.0
autovalor resultante
\ 6 dado pornf,,,
{rr)
=t
t:
(n* z -s)
1e
o campo nagnético exteino está na
direção
S, ossinais (*)
e(-)
referem-se asfaixas
de condução e valência respectivamente,e
a energlacinótica
ao longo da direção do campo nagn6tico 6 dada por um termo envolvendo KS.Vanos introduzir um novo número
quântico
j
dado porj
e reescrever a equaçao
I-33
da seguinte forma(Ks)
t j
-zu-O modelo acima considera um pequeno número
de
esta-dos, pontos dealta
simetria, acoplados entresi.
Vamos denomi¡aresse conjunto de quase degenerado (CQD).
garaff(7) modificou o modelo de duas faixas de worfl3) inc.luindo
o
efeito
de outrasfaixas fora
do conjunto CQD comouna perturbação no CQD. O haniltoniano de
Baraff
é dado porHn
m
Hp
cïr
+û
.ï'r
.'Ê+þ CrV
3
+ H
o r-36
r-38
I-39
onde
+
ó' (K
r-37
é o haniltoniano de perturbação do
sistema,
tt
êa
mattiz nula ,(2x 2),
a sornat6ria 6feita
sobre.astrês
componentesn.
8t't'(U)e un tensor adinensional que independe
de
H.-> ë^ -- ->
K. Dt'u. K C'V 6
2 4 k
(i.$c.ÌlT
_CLr o'
<+ <+0
ftl
'nnî+lv
É* 3=l
n=1 p
H
ë Bv
->
ïr)
1
2
n;
c
3 b
b
*
mas
V
c
3
det
tc'v
o;''
V
-zL-+
0
termo
LCrV ven da interação com asfaixas
fora
do nodelo de duas faixas->
s
o
tCtV
-lJ ß* T- 4L
que depende linearmente
de
H,
aqui
Tt'u
são vetores adimensionaIs.
H
lc'v
A solução de CQD em
fr^
será dadapor
uo
com energia
EL, e o conjunto defaixas
fora
(CFF) do CQDserá
dadoporuv
comenergia
Eu
A função de onda cornpletaqtte
re-solve a equação secular seráj
È 0I,p
CQD(i,Ì)
e H H= Hk=k o ê dada por¡i
,È1ua +,pi
(î,fr)
uu+
r
( I
CFF
j
t
) r- 42
r- 43
r-- 44 I-4s onde J L u ++->
i (k-ko)
. r
CL
j
cÈl L
E
j
(k) )+ H
Èllo
e j. se
refere
afaixa
considerada.J*
As auto funções Qtr
(r)
são soluções da equaçãoJ
->
k
0 ( ) (
.>
r
ft H fr J È 0 .>r
onde o e H Ê6 o
haniltoniano
de umel6tron
(Ho)I
ll
o2 2
h (k-ko)
H + +V ö
(k-k
'o+J+
X V V(i) +
o
) r- 46
r- 47
sera tro
r-48
r-49
ftlÊo 2m
e +
v
eo
operador velocidade dado por+
+p
m 2 (rnc )
2 fl
+
2
na presença de um campo rnagn6tico externo o operador p
caclo nas equações acima por
e-)
-A
conde 6 o potencial vetor do campo magn6tico
-> p -+
Îf
->
A
+
A +
V
-'
fl= X
'
Nafigura
abaixo vamos esquematizar osnÍveis
deener-gia nagnétj.ca para o modelo de duas
faixas,
e o modelo nodificado - de duas f ai.xas.No nodelo de duas
faixas
todas exceto a primeira fai:ca são duplamente degeneradas. Vanosdivídir
osnÍveis
de Landau emdois
conjuntos
j=0 e jl0,
devido as características diferentesque arnbos os conjuntos apresentam quando subnetidos a um campomag
n, AA.ê^
l^',-,
(ølX)
( ¿')
H, ar^^
fu MW
(wt+)
g
I=¿
)'l
( ¿)
? +
+
o41
þ",",4
.1
3
EF
(t )
1=o t
+
E=o
+
(r,
1--o
7't
l=z
{*;*a
,"ol;*,'¿'
I
a
(¿ I +
+ c
9
(a )
to
aquL 0 níLme.tLo e.nttLø pa"Lô.nt¿Áe.^ no^ dã. a degøn¿tLeÁcã-ncia do vi,v¿L
FIGURA 11
-
E^qu¿ma. do¿ nív¿L¿ de. ønøngLa ma.gn6.tLca. pa,,La omo-døI-o dø duat (a,íxa",s e o modøLo de dua¿ da-ixat modL
{ícado po,L Ba.rLaó6.
al Cont¿eão no^ nívøí¿ de La"nda,u
jl|
No nodelo de duas faixas
degenerados,
isto
é
(n,
ll
ema energia conforme
Fig.
11.todos os
níveis if\
são 1,(n-r r - |l
tên aDevido
a
introdução dohaniltoniano
de
perturbaçãoH-,
p' vamos fazer uso dateoria
de perturbação ern primeira ordem,pata
calcular as
separação dosníveis
de energia para cada spinproduzida
por
Hp. em cadaníve1 jlO
nasfai*as
de condução evalência. A
matriz
(2 x2) para tn
ê dada por<i,
+
Inpl
i,
+
,
<i, -
+
l"pl
J<j,
+
lnpl
j,-+,
.i,-+lHplj,*,
ß*
<i,
+
lHelj,
*,'
=j
r-50
0s elementos da mattiz acima para a
faixa de
condu-\
t
T
Içao sao
J
E. +e l
+
2bÏ
i
cuï
.
tÏ)
I-51at;,]
+
(bÏ
j
[,';
H +
Eì
-'
ß* H zbV1 J
ZE
,j,-+
lH¡j,-*r.
*ßH (b
ï-r:)
+2E
+E
)
rT)
l
(bI .
J
[,'r
H* ß
E
ZE
j
+
2e (E
r-e) r/2
+
lHplj,
-
*,'
=
t rr-î^
,11 k
<j,
E. ( 3 ))+e
e pata a faixa de valência
* ßH
__
(bi
.
rä)J
*
ß
lroï
i
-
(bï
.
r'rt
]
<j,
+
Irpl
i,
ir"
[zui
i .
(bï
+
rä)
]*
I-51c
+
T-52a
+
r-52b H
ß
H
<i,
-+
Irpl
i,-*,"
= ß* HH
lroï
i-
cul
.rå)J
lrrî
i
+ (b;
+ r:)J*
L/2
<i,
+
Inpl
i,
-
i,"
=*
H
+
(bï Lc)
3
ß
E
J
nas equações acima
foi
usada uma forma simplificada para a ener
-26-I-53
I-54a
I.s4b
(1 0)
con-gLa
E
çoe s
lui,r(kj)
Ic
E5,r(kg)
lur,,, (k3) I
lEi-r,-s
(kj)
I lu"-t,-s (ks) Ij
0s elementos de matriz
fora
da diagonalnão
acoplandois
níveis ifo
emk¡i0',
então vamos considerara
teoria
deperturbação para os valores
de ks
perto do zero.vamos_escre-ver
as energias para os nÍveis de Landaujf},
usandoteoria
deperturbação em prirneira ordem como
c
tj
+.j
rs
l"pl
i,s>( )
,s 3
Dá sinplicidade do espectro de magneto-reflexão
obòervado, para transição êntre os
níveis
de Landaujf}
cluiu-se que
E k
Ev
j
j
+
<j,S
lnpl
j,s>vb
I
c bVI
-¿v
3
Lc
5
r-55
I-56
Essas sinplificações perrnite-nos, escre\rer as
equa-I-51 e I-52
da seguinte fotro" (6)e
(_)2b
E.
J
ß
<j,s Itpl
j,S>1 *
L/2 *
tt
* GßH
-27
-T-57b
I-57c
r-57 d
r-58
r-60
<j,s
Heli,-s)e<j,s
Hplj ,-s)v2e (8,-e)
ñk
GB HE
) Zbt
ß*j
H + 2sGß H 3E.+e
J
j
<j,slHplj,s)v
( eL/2
2e (E,-e) ã.k 3
E. +e
J EJ
onde
G (bi +L c
3)
(bÏ
+ti)
H
b bv I-s9
1
O parârnetro
ß*
que aparece nas equações acima não6
aquele do nodelo de duasfaixas, pois
o mesmo tamb6mfoi
nodificado,
devido a perturbação en primeira ordem dosníveis
fora do modelo de duasfaixas
(NIrF) .Partindo das equações
I-54 e I-57,
podemosescre-ver
as
energias para osníveis
ilO cI b1=
[" + +
E:
J ,s (ks)
-
zslG ß*lNa equação
I-60
temos uma correção na parte de spin,caracterizado pelo parâmetro de separação de
spin
G,que 6
o nesmo para todos osníveis
de Landau,e
é determinado experimentalmente, e depende da orientação do campo magn6tico externo cont
-28-b
I
Nív øí¿ d¿ La"ndau i = 00s
níveis
de Landauj=0
nas faixas devalência
econdução são tratados com um caso especíal
,
uma vez qve esses sãoos únicos não degenerados no nodelo de duas
faixas.
Os níveisj=0
da fatxa de va1ênciae
faixa de condução são separados porum certo "gap" de energia, quando
o
campo magn6tico 6 nulo.
lr{as a d.istância entre essesníveis
diminui como
aumento do canponag nático at6 umvalor
mínino, quando a distância entreesses
ní-veis
volta
a aumentar.Como a aproximação é ¿e primeira orden, vamos
tratar
os dois nÍveis j
=0
cono quase-degenerados,
e
resolver a
iììa-tríz 2x2
ð.adapor<o,c
lnpl
o ,c> <o,clnpl
o,v)I-61 <o,v
Itpl
o,c) <o,vlnpl
o ,v>os dois níveis j=0 têm r =
+
para as faixasvalência. Calculado os elementos de
matrizrc)
os da matriz acima podemser
escritos como+
lcß"¡
Ho
de condução e
auto valores
lcg-lH
E o
ñk
E
ico.lH
1 ä ks
q'
,TE
E+
o Ê3
o
Eo
-il
lce.l1 H E
r-62
onde
H t=<L
E=
o r- 63r-64
vamos aumentar a ordem da perturbação na equação aci
r[â,
isto
porque outrosníveis
exercem sobïe oS níveis j=0 umaperturb ação.
Isto foi
propostopor
gataff.(7),
que usou nos ter-mos fora da diagonal em kS=O, originando nos elementosde
ma-triz entre j=0 e jlo
perturbação de segunda ordem'Os elementos da
natriz
de perturbaçãonn
entre j=0e oS outros
níveis
de Landau sãonulos,
com exceçãodos
níveisj=L
nas faixas de valência e condução. Mas aperturbação
tn acopla osníveis j=t
comj=2,
assim n6s teremoscorreção
desegunda ordem nos termos da diagonal da
mattíz
6x
6Matenaticamente a
matriz
6
x 6
pode serescrita
daseguinte forma
LL
lurlz't *
orr,ì
<plHolz> .zlHnlut
E E
u
L
orrde
L e L'
correspondem aos ni-veis j=0 e j=l e variamde 1 a 6, U inclui
todos osnÍveis
fora
do subconjunto j=0e j=1
dafig.
11, U
varia
de 7
a
10
e nã.r acoplaos
ní-veis
1e 2,
porque o acoplamento dosnÍveis
1 e 2são
tratadossomente no CQD. As auto funções de equação
I-64
são dadas pelaequação I.31.
Os
níveis j=0
não são acoplaclos em kS=0,isto
porque as
faixas
de valência e condução ten paridadesopostas
emkr=0,
e
a perturbação devido a um campo magn6tico aplicado, não
-30-co nas faixas de valência e condução, por meio de
faixas
fora clonodelo de duas
faixas.
Assim os doisníveis j=0
não serão aco plados em nenhurna ordem de perturbação.'
Mas resultados experinentais(8)
indican quede
fatoexiste um pequeno acoplamento entre os
nÍveis j=0 en
kS = Q.Assinr
foi "rrr*ido(8),
queo
acoplamentointerfaixa
para osnÍ-veis j=0
emkJ=0,
seria
proporcional ao campo magn6tico ap1! cadoe
independentede k3.
EntãoH I
Htt
+ß*
+p H r-65
H.,)
/¿ t¿
r-66 I
onde P nente) ,
em kS=
Para se chegar a uma forma a qual possamos
ttatar
ætaliticamente
a
equaçãoI-64,
vamosconstruir
umamatriz
2x
2 que será uma aproximação dessamatriz 6 x 6
(6)2
é um parâmetro adimensional (determinado
experimental-e representa o acoplanento entre os dois níveis j = 0 0.
z
lHr
o
H H
u H
1u u u 1
H
vl
I1+
I
ü
,r'fr,?.
1
1
2 (Eo-Eu) (Eo-Eu' )
e
ttu
Huz H- H 'ru uu
FI u¿r^ *i
vtl,2
+ 2 I
z ri2L
) )
H
1 H Eo-E
u
+ I
U, U'l 1 ,2 (-Eu (-Eu
Mantendo somente os prirneiros termos da correção
terceira
ordem,e
levando em conta que nun campo magn6ticoE., >>
IO
1
E+E )
o 1
I
E+Eo 1
H*2T
em
I-68
r-69
r-7 0
Hrr .
+
lrrl'
(s*H)z ( 1ffrr
= E E + +o
I
2
.L
I
8 L (ß*H¡
2 2,
2rt
k3e
1
)
( + +
E mfi o E1
2-3
2
L,
bl(ß-H)=-
ll2 E1 2 o z2 E e
Hlz =H
+i
L2
o
z 5
Itrl
b1 (ß*H¡äk
z
J
ZE
1
onde
c v v
L L
1 -L1 +iL ¿
podernos s irnplif
icar
as equações acina,re
t^HIt.lz
Eca*lH- 'J-' C*l
Ze
ir;
J-c 3/2
ßnH
I
t-l'
br (g 2H11 E
e
*H)
e
E
e 6
kr-7 3
r-7 4
3
lco.lH
+
pß*H
i
EJ + H 2 1 2 lL.,.l I ^ *t_ Ht2 r-7 2
2e
Resolvendo o problema de autovalores para
os
niveisj=0,
da rnatriz aproximada 2x 2
obtemos k-J(ß*H)2
b
z 2 r/2
(ks)
= + I Hrrl + lHtzl
j =o
2"
+
j=o (ks) = +
[('"
+lco.lH
Itrl
( E)s
3/2e 2 H * o 2
¡11¡2u, [ß*H) 2
)' + e 2 2 ñ k 3 ttH (P L/2 + ) + * .2 bl
(ß.n')
(+
lco.¡H I r_,-¡2u,
(ß *H) 2
ß*H) 2
2e
e
no caso
particular
quando kS=0 temost
lco.lH l,
tl'
+ +
Ej=o(ks=o ) =
e-2
f.azendo
(pg.s) 2 ]
-JJ-r-7 6
I-7 5a
temos
(
[= e lco.lu l,
tl'
Itrl'
2
ß"H b1 (ß * n)2
2 e
L/2 +
Ej
=o (k=o)
1{n
+A dependência
de E1-^
.
com o campo rnagn6tico á nosJ =U
trada na
figura
12, mostrando tamb6m quea
in-troduçãodo
termo de acoplamento Pß*H6
importante, e determina a energiamíni-na de separação entre os dois
níveis j=0 en
kS=O0s
níveis j=0
se aproximam para baixos camposnag-néticos,
devido a predominância do termoA
até que o mesmot"
\\
anule para um deterninado campo magnático,
e
a distância níninaentre os
nÍveis j=0
seráigual
aovalor
doterrno
Pg*H. Com oaumento do campo nagn6tico o
termo
A volta
a
ser predorninante,e a distância entre os
nÍveis j=0
começa a aumentar novarnente. -\-It
?. Ji
o q¡\
{a,ì¡.^ d.c
rnJu 7L
o
lr{ 6
H (rq)
l¡ìt ^ le (a là ¿ì'
Va.niaçã.0 da- ønengLa ¿m (unção do campo magnî.tieo'pa-,Lo- oÁ
nívei¿ i=0
em Þ3=00 pattãmetno
P
A døtettmínado expe,Limentalmenl.e ø depende da" otientaçãn do cqmpo magní.tieo.FIGUR/. 1 2
-54-CAPTTULO TI
TÉ.CN i CAS EXPERTMENT AT S
a.l Pttøyta"za"ção da ano,st¡ta
O monocristal de bisnuto usado em nosso experimento,
foi
fornecido pela "Metal ResearchLtd.",
o mesmofoi
crescidona direção do eixo
trigonal
com um desviode
tu zo,
e
apresentauma pureza
de
99 .9999%.
Tendo a f ormacilfnd.rica
comlg
run dediânetro
e
14 mm de altura.una de suas faces
foi
polida mecanicanente compas-ta
de dianante, epolido
quirnicamente com um "etching" composto por uma parte de ácidonítrico
e
tr.ês partesde
água. com o po limento necânico removemos da face do monosristal as asperezasdeixando a mesma bastante
regular.
E usando o polimento quÍmicoretiramos as impurezas deixadas pelo polinento rnecânico, fican-do na superfÍcie somente monocristal de bismuto.
A necessidade do procedimento acima,
visa
o passo seguinte na preparação da amostra que
6
a orientação docristal
Por meio de
raio-x
e fazendo uso da técnica deLaue,
determinamos no laboratório de microscopia do IFUSp, as direções dos
ei-xoscristalográficos
binário
e bissetríz
e a confirnação do ei-xotrigonal,
conformefigura
3.Feita as orientações do monocristal de
bismuto,
nos soobjetivo
era preparia:" com essa amostra, un dispositivo çefun cionasse como um capacitor. Para tanto colamos, usando graxa defazendo uso cie pincel , uma camada de prata coloidal da Micro Cir cuits Compãny, a qual foi desenvolvida em acetona antes de ser apli cada. A prata coloidal adere fortemente a superfície da mi-ca constitu j.ndo a outra placa do nosso capacitor.
A necessidade de se usar a prata coloidal como outra
placa, deve-se ao fato euê , sendo a mesma policristalina não da râ, contribuição as oscilações do nÍvel de Ferni. Isto porquesen
do policristalina a m6dia desses efeitos 6 nula nesse rnaterial. O conjunto acima descrito formará o capacitor queu.sa remos para nedir as oscila.ções do níve1 de Fermi, rIâ figura 13
esquemati-zanos o capacitor.
i¿-L r¡lo
rr*t'
U'.^- a¿
ti LÍ,¡¡c
FTGURA 1 3 Etc¿uøma, do eapacíton u¿ado no Q.xpe.,Límento
Realizamos testes com
o
capacitortemperatura uma capacitância de tu 280 pF
amostra, e nedimos
e pressão ambiente.
a
b
)
¡,|î.to do d¿ l,lødidaAs oscilações do nível de Ferni no monocristal de bi:
muto, serão fornecida-s pela diferença de potencial entre mono-cristal, que constitui uma das faces do capacitor e a camada de
-JU-A necessidade cle se obter um tempo razoavelmente lon
go,
para o escoarnento das cargas do monocristal de bismutopa-ra
opolicristal,
nos obriga a colocar entre essas placas um material dielátrico
de reduzida espessura. Esse conjuntofoi
des-crito
naparte a
deste capítulo. A camada deprata
ccloidalsendo
policristalina,
não contribuirã. para as oscilações doní-vel
deFerni,
portanto todoefeito
observado será devido aomo-nocristal
de bisnuto.O capacitor por nós construÍd.o será ligado
en
s6riecom um
eletrômetro
Keithley modelo 602. Aresistência
internado eletrômetro 6 muito
aLta
tu L}LZ ohm,e a capacitância de
entrada deste é
de
20pF.
As capacitâncias parasitas docircui-to (fios
de ligação, bastão do porta amostra, capacitância de cntrada do eletrômetro) estão ligados en
s6rie
com o nosso capacitor
amostra conformefigura
14.c?
FTGURA 1 4 Et quøma do cLttcuito
C capacitor amostra
representa a tensão devido a variação do poten
cial
de contato.capacitância parasita do sistena
E
R c
Y
v.
resistência interna do eletrômetro
eletrômetro
A diferença de potencial entre as placas
do
capaci-tor
6 dada pela oscilação donÍvel
de Fermi. A passagem dosnÍ-veis
de Landau pelonível
de Fermi, será caracteri zada pelo desvio
do ponteiro do eletrômetro (que noinÍcio
do experimento estará
nozero).
Esse desvio ó devido a descarga docapacitor
na resistência doeletrônetro.
O capacitor se descarregarâ. emumcerto
intervalo
de tenpor
euê á uma característica docircuíto
e
é dadopor
R(C+Cn) (rempo de relaxação do sistena).0
eletrômetro que usaremos em nosso experimentopos-sue una resistência interna d.a or,lem
de
tu L}LZ ohm,a
capacitÐcia
do nosso capacitor mais a capacitância parasitado
sistema) á da ordem de ^,360 pF, a constante de tempo d.o circui
R(c+cp) será da ordem de tu 360 segundos, eue 6 o tempo dir
ponível para que possamos
varrer
o campo rnagn6tico aplicado de 0a
20 KG.'
Dentro desseintervalo
de tempo em que ocorrerá a descarga do capacitor, o
nÍvel
de Fermioscilará
e o campo magnótico
variará
linearrnente com o tenpode 0 a
z0 Kg. para obser-varmos as oscilações donÍvel
de Ferrni, a constante de tempo docircuíto n(c+cn)
terá
que ser maior, que o tempo gasto par:a w.r rermos o campo nagn6tico de 0at6
Z0 KG.Pode-se notar pera exposição acima que a capacitância deve
ser alta,
para que possamos obter bonsresultados. rsto
6possÍvel se a espessura do
dielétrico for
bastante reduzida, poisa
área A
6 umacaracterlstica
intrinseca da nossaamostra,
e não pode ser muitonaior
que
1 cm2.A capacitância 6 dada por
R
E
(c*
to
Cp
A
_E
eo
k
m Kg
A n, t0-4
m2 e
k .ì,6,
deverenoster
d "r, 10-5n
paTa que possanos
ter
um capacitor com tu 600 pF.Tal
capacitância não6
conseguida, uma vez que a camada de graxa d.esilicone,
usada para
fixar
afolha
de mica no bismuto, aumenta a distância eLtre
as placas d.o nosso capacitor diminuindo, portantoa
capaci-tânc ia.
Resolvendo
o
circuito
dafigura
14, temos que a relação entre o
sinal lido (vr)
e osinal
gerado nainterface
(v.)será:
v*
onde
& éa.constantediel6tricada micae q
ê adistânciaentre
as placas do c.apacitor, portantoa
espessura dodielftrico,
e ,o
ê a pernissivídadeel6trica
do vácuo. Sendo,o
tu 1011S2 2
z
II-2
1
/.+-jtt C
v,n 1
I I-3
C
-r
-r
c1
onde
Z
ê a irnpedância equivalente da resistência doeletrône-tro
e das capacitâncias parasitas do sistema, Z ê dada por(
+
+ ¡r,rcn) -1 substituindo na equaçãoII-S
temosj
oRCv*
v.
aqul V V s (j¿ù.-9)
c
Vo ir¡
t
m
-59-II-5
T I-6
osc ila-o
c
vrn
As oscilações do potencial de contato para
o
modelode elétrons
livres
são peri6dicas, mas o modelo que nós estamosusando não 'e o de el6trons
livres,
portanto as oseil¿ções não são periódicas.
Assim a freqüência deoscilação (+)
que nós vamosusar é una aproxirnação.
Vanos considerar duas situações distintas
a)
quando R(C+C-) .-'-pr.o\ .. 1 '
Zn '\ r r2t
nos dâ, o período dasU)
oscilações do nÍve1 de Ferni
\.
j
tlRC VII.7
usando a equação
II-5
temos:dVc
RC
II-8
dt
O eletrômetro indicará uma voltagem que á
diretamen-te
proporcional a derivada da diferença de potencial de contatoentre as placas do capacitor.
c
V=
mV=
mb)
quando n(C+Cn)fi ,, 1 ; isto
é o período dasções 6 menor que
o
tempo de relaxação do sistenaC I I.9
nesse caso a voltagem no eletrônetro 6 diretamente proporcio
nal
a diferença de potencial no capacitor amostra,a
menos-r
pV=
m Vcp
-40-A tensão nedida no
eletrômetro (V*),
6 proporcionala
corrente que atravessa a resistência interna do mesno,e
essatensão está defasada das oscilações do nÍve1 de Fermi (V.).
Es-sa defasagem acarreta uma certa atenuação na tensão medida (Vrn),
atenuação esta que é dada por(12)
-r/ 2
V 1
1+ 1
1
-r;
mtgO =
3
1eII-10
I I-11
TT-L2
(urR(C+Cn))z
mas
*
(c+cp)resultando portanto numa atenuação cornpletamente despre zível. Te
remos tanb6n uma defasagem entre a.s oscilações do
nível
de Fer¡ni
(V.),
e a tensão medida (\t*)1
trr R (C+C )p
I
e arc
tg
( I I-13urR (C+Cn)
30 II-14
Assin sendo nós podernos usar a equação
II-9
como umaboa aproxinação da ecluação
II-4.
)
c)
Ponta Ãmo¿tna0 conjunto porta amostra (figura 15) é constituído por
duas partes,o bastão de
latão
e a caixa porta amostra.A caixa porta amostra ó cornposta por um corpo de aral
dite
(A),
o qual possui umorifÍcio
que acomoda aamostra
(B)no seu
interior.
As peças(C) (D) e (E)
formam um conjunto que é responsáve1 pela pressão exercida no capacitor amostra, para
melhor contato entre as placas do mesmo, uma vez que(D)
'e uma rnola de bronze fosforoso. As partes (E)e
(F) atrav6s dos fiosde ligação (G) f.azen
o
contato da caixa porta amostra com o bastão de latão.
0 bastão de 1atão ten duas finalidades distintas,urìa
tlelas 6 a de sustentar a caixa porta amostTa,
e
a outra6
f.azeta
ligação entreo
capacitor amostrae s
êxterior
(eletrôrnetro).0
tubo defatio
(H) 6 un dos pólos decontato, e
ooutro pófo 6 un
fio
de manganina(I) ,
quefica
nointerior
do tg bo delatão,
e6
isolado deste por. uma bucha deteflon
(J).
Temos na extrémidade superior do bastão de latão uma rolha de
te-fion (L)
(queisola
os dois pólo.s),
cujo centro á vazadopor
uinpino de latão onde o
fio
de manganina6
soldado. Na saÍda destebastão há um conector
tipo
BNC, queliga
essespótot
(placas docapacitor) aos intrumentos de nedida.
dl
Si¿tøma. CnLogõ.nico0 sistema criogênico que nós usamos (na Figura 18),6
constituído por um dewar
netálico
que encerra na extrenidade inferior
urna bobina supercondutora. Nesse dewarfica
o H6tio-4 1íL
r
H
I
U G
J
A
B
D c
E
F
.[)af ir
para
de
ontracla dc ï,å
banho cle N
l¡¿rnho de II
paredes con vacuo
bobina
suìre l:con<lutor.r
o nr¿trìä;iii'tr()
J ¿t Y,oi'¡l-,;t /
Vcf CUO
¿¿4 I
2
e4
alimentação cla l-,r;l.l n¡r
-:rexaustclr
cxausto l:
L¡astão de
sunorte
vãlvula r'í:ìrõ. transferênci a
caixa porta amostra e arnostra
outro dewar menor, cuja
finalidade é
isolar
a amostrado
banhode
hétio
da bobina supercondutora, possibilitandoo
controle daternperatura. Exíste uma comunicação entre o espaço experimental
deste dewar e o banho da bobina, cuja
finalidade ã
transfsir
hélio
1íquido para o resfriamento da amostra. Quandoa
experiênciaestá sendo realizada, está comunicação 6 nantida fechada.
A tenperatura pode ser variada bombeando-se no
espa-ço experimental,
isto
6 diminuindo a pressão do vapor de n6fio. 0valor
da temperatura á obtido lendo-se a pressão dovapor de
h6tio
sobre ofr6tio
líquido,
êfl manômetros de mercúrio(para
o
intervalo
de temperatura'4,2
a
2,3 I()e
em manômetrode ó1eo (para tenperaturas
entre 2,3 e
L,2 K)a
qualê
con-vertida
em temperatura por meio da tabela "The 1958 Hé Scale of ,L3)Temperatrrt" tt \'
Para
controlar
a temperátura é necessário controlar a'vazão do
h6tio
gasoso,isto
êfeito
manualmente controlando asvãlvulas de saída do
hétio
gasoso, e olhando num manômetrodife-rencial.
Dessa forma consegue-se a estabilidade da temperatura.Com esse sistema consegue-se uma variação na tempera
tura
entreL,2 e
4,2K, com
precisão de 0,01 K.el
Ca"myto Ma,gn6.tieo'+'+'
exper].men-para que pu
0 carnpo magnético que nós usamos em nosso
to,
tinha
que obedecer as seguintes característicasdéssemos observar as oscilações do
nÍvel
de Fermi:a)
tinha
que serpelo níve1 de
penúttino nÍve1 de'Landau passa
alta,
Fermi
pols o
-.+J-b) tinha que Ser uniforme, uma Vez que a nossa amostla eTa
re-lativamente grancle, e se assin ;ão fosse nós poderlamos ter
en diferentes partes ð,a amostra diferentes campos
nagnéti-cos, acarretando ern diferentes concentraçõe's de portadores
de carga nas diferentes partes da amostra.
VA AS
a)
b)
campo rnagn6tico máxino
de
70 KGhomogeneidade no campo magnãtico superior
a
0,01% emulna esfera
de 1 polegada de diâmetro.A bobina supercondutora que
seguintes
característi.",
(15)nos
utili
zamos apresentaproporc
1o-atrav6s
da a mesma pasve r
ifi
carna
deterni-O
valor
do campo rnagn6tico 6 diretamentenal
a
corrente, e ê obtido observando-se a corrente bobina supercondutora, essa corrente 6 nedida quando sa por umresistor de
0,01 ohm, podemos dessa formaa voltagem nos terrninais desse
resistor.
A precisãonação do campo rnagn6tico 6
de
10 Gauss.d) Pant.ø EL¿Ltôniea
0
instrumento usado paranedir
a diferença depoten-cial
de contato entre as placas do capacitor,foi
um eletr&netroKeithl ey-602 da Keithley Instrurnents, que possui uma
alta
impe-dância de
entrada
1014 ohm e uma capacitância de entrada de 20 pF.O eletrômetro estava ligado por meio de um cabo
coa-xial
ã
saÍda do bastão porta-amostra. A saída desse eletrômetroestava acoplada ao Y de um registrador X-Y da VARIAN. 0 X
Packard
-
34808, que por sua vez estâ, ligadoaumresistorde
0,01ohm,
e
este à saída dosterninais
da bobina supercond.utora.Atrav6s do voltímetro
digital
observarnosa
varíaçãodo potencial na saída da bobina supercondutora. Essa variaçãode
potencial esta diretamente relacionada com a variação
do
camponagn6tico na bobina supercondutora.
A varredura do campo rnagn6tico não pode ser
nuito
rã-pida,
uma vez queisto
acarretaria
em uma instabilidade na bobina supercondutora. Assim escolhemos uma velocidade d.e varredura
de
tu 1 minuto, e dentro desse perÍodo o campo rnagn6tico variavade 0 a t20
KG.fonte de
lfmcnt ição
l¡ohina
suf)er-conrlutora neriôncia
controle
rle
campo
reglstrado XY
eletromet
X
Y
-to-CAPTTULO ITT
/^IEDTOAS E AAJÃIÍSE
'OS RESULTAOil-S
ql
ReLato ¿obneo
Pnogtama ConputaeíonaL0 programa computacional que utiLizamos para descre
ver
as oscilações donível
de Fermi,foi
desenvolvido por Jos6Pereira Rezende no MIT(14). Nós implantamos o programa,
fize-mos algunas modificações no mesmo, e o usamos com o objetivode
ajustar
as curvas obtidas experimentalmente das oscilações do níve1 de Ferni para.um experinento dotipo
de Haas-van Alphen.No nosso trabalho o níve1 de Ferni é deterninado pe 1a igualdade do número de..portadores de carga,
isto
6ni
ponde
n;
nos dâ a concentração de el6trons de cada elipsóide!,
localizad.os no pontoL
da2.8., e P
nos dá aconcentraçãode buracos no ponto
I d" 2.8.,
conformefigura
2.As nedidas que nós realizamos com
o
campo magnéticona direção
binária
doseixot
cristalográficos
figura 4,
evidencian principalmente o cornportamento d.os el6trons de massa de
cl
clotron leve
(ternos dois elipsóides com massaefetiva
de cíclctron
leve),
eu€ nos gráficos de 1a
3 são evidenciados pelos picos na energia Fermi. Variando o campo nagn6tico
entre 0
etu 15 KG nós observamos todos os
picos, isto 6
todos os níveisde Landau com massas efetivas de
clclotron
levesiá
passarampe1o
nÍvel
de Fermi, con exceção doníve1 j=0
no qual teremos todos os estados eletrônicos (desses elips6ides).3
I
Lar o
campo
T-7 4
massa
por
No programa conputacional nós
utilizamos,
parasinu-comportamento dos portadores de
carga
na presençade
ummagn6tico
variável,
a
equaçãoI-60 para if\
e a equaçãopara j=0
desenvolvidos no V.P.D.(8)p^t^
os el$trons deefetiva
decíclotron
leve.A expressão da energia
para j=0
em
ks=Oé
dadarlz
-+9-r-7 5
+ 2
(kS=0) =
t
[, ¡coo"lH)
2 (P
ß*H)
E
E g
2 +
j=o
onde (*) e (-)
se referem as faixas de valência e condução respectivarnente, separados pelo gap deenergia
tg com
H=0Aqui
I Goß*|
representa o termode
separaçãoentre os
ní-veis
j=0, e
(Pß*)2t"pt.renta
o
acoplamento entre os níveisj=9.A aproximação_.entre os áois
níveis j=0
em kH=O éverificada
para baixos campos magnéticos, at6 un deterninado valor
do campo magnético onde a distância entre essesníveis
6 nÍ .nima. Apartir
daí
começama
se afastar mutuamente conforme figura
12.O procedirnento descrito na
figura I2
é observado so-mente no modeloteórico,
uma vez que necessitamos de campos nagnéticos rnuito
altos
para observartal
comportamento. Essecom-portamento para os
níveis j=0 foi
descrito por garaff(7) ' Para os elétrons de massaefetiva
declclotron
pesa-da e para os buracos utilizamos o modelo desenvolvido por Snith,
Baraff e Rowel
fQ) .
O motivo6
que sendo grande a diferençaen-tre
as massasefetivas
(as massas efetivas de el6trons pesados ede buracos são muito maiores que as massas