IDENTIFICAÇÃO POSTAL
Morada AVENIDA DE ROMA, 31 A 31D, 1ºP4 Localidade LISBOA
Freguesia AREEIRO
Concelho LISBOA GPS 38.745097, -9.139833
IDENTIFICAÇÃO PREDIAL/FISCAL Conservatória do Registo Predial de LISBOA Nº de Inscrição na Conservatória 3053
Artigo Matricial nº 1167 Fração Autónoma 1P4
INFORMAÇÃO ADICIONAL Área útil de Pavimento 49,99 m²
Este certificado apresenta a classificação energética deste edifício ou fração. Esta classificação é calculada comparando o desempenho energético deste edifício nas condições atuais, com o desempenho que este obteria nas condições mínimas (com base em valores de referência) a que estão obrigados os edifícios novos. Obtenha mais informação sobre a certificação energética no site da ADENE em www.adene.pt
INDICADORES DE DESEMPENHO
Determinam a classe energética do edifício e a eficiência na utilização de energia, incluindo o contributo de fontes renováveis. São apresentados comparativamente a um valor de referência e calculados em condições padrão.
Aquecimento Ambiente Referência: 47kWh/m².ano Edifício: 144kWh/m².ano Renovável -%
205%
MENOS eficiente que a referência Arrefecimento Ambiente Referência: 4,6kWh/m².ano Edifício: -kWh/m².ano Renovável -%100%
MAIS eficiente que a referência Água Quente Sanitária Referência: 28kWh/m².ano Edifício: 31kWh/m².ano Renovável -%11%
MENOS eficiente que a referência CLASSE ENERGÉTICA Mais eficiente248%
Menos eficiente ENERGIA RENOVÁVELContributo de energia renovável no consumo de energia deste edifício.
0%
EMISSÕES DE CO2
Emissões de CO2 estimadas devido ao consumo de energia.
2,91
DESCRIÇÃO SUCINTA DO EDIFÍCIO OU FRAÇÃO
A fração autónoma refere-se ao 1º andar, porta 4 de um edifício com 10 pisos, de comércio e habitação, em regime de propriedade total, com andares ou divisões de utilização independente, composto de cave, loja, sobreloja, constituindo uma única fracção de comércio, 7 andares com cinco fraçõs por piso, casa das máquinas de 2 elevadores e estendal coberto, no terraço. Localiza-se no concelho de Lisboa, na freguesia do Areeiro, na Zona Climática I1 V2, no interior de uma zona urbana, abrangida por gás natural, a 81 m de altitude e a 18 km da costa. A inscrição matriz data de 2006.
O edifício tem fachadas orientadas a norte, a este, a sul e a oeste, estando as principais orientadas a norte e a este. As obstruções no horizonte para a fracção em estudo são provocadas por edifícios de porte equivalente.
A fracção em análise é de tipologia T1, composta por Cozinha, Sala Comum, 1 Quartos, Instalação Sanitária (IS), despensa e zona de Distribuição. As suas fachadas têm orientação norte, sul e oeste. A envolvente interior contacta com espaço não útil de, circulação comum, marquise, espaço comercial e ducto. Apresenta inércia térmica forte. Não possui sistema de produção de AQS. Não possui sistemas de aquecimento, arrefecimento nem solar térmico. A ventilação processa-se de forma natural.
COMPORTAMENTO TÉRMICO DOS ELEMENTOS CONSTRUTIVOS DA HABITAÇÃO
Descreve e classifica o comportamento térmico dos elementos construtivos mais representativos desta habitação. Uma classificação de 5 estrelas, expressa a referência adequada para esses elementos, tendo em conta, entre outros factores, as condições climáticas onde o edifício se localiza.
Tipo Descrição das Principais Soluções Classificação
PAREDES
Parede simples sem isolamento térmico Parede simples sem isolamento térmico
COBERTURAS
PAVIMENTOS
JANELAS
Janela Simples com Caixilharia metálica sem corte térmico com vidro duplo Janela Simples com Caixilharia metálica sem corte térmico com vidro duplo
Soluções sem isolamento, referem-se a soluções onde não existe isolamento térmico ou que não foi possível comprovar a sua existência. A classificação de janelas, inclui o contributo de eventuais dispositivos de oclusão noturna.
Pior Melhor
PERDAS E GANHOS DE CALOR DA HABITAÇÃO
Os elementos construtivos contribuem para o consumo de energia associado à climatização e para o conforto na habitação. A informação apresentada, indica o contributo desses elementos, bem como, os locais onde ocorrem perdas e ganhos de calor.
INVERNO
205%
PIOR que a referência5%
Ventilação0%
Cobertura10%
Janelas62%
Paredes e portas21%
Pavimento VERÃO43%
MELHOR que a referência0%
Cobertura33%
Janelas21%
Internos46%
Paredes e portasPROPOSTAS DE MEDIDAS DE MELHORIA
As medidas propostas foram identificadas pelo Perito Qualificado e têm como objectivo a melhoria do desempenho energético do edifício. A implementação destas medidas, para além de reduzir a fatura energética anual, poderá contribuir para uma melhoria na classificação energética.
Nº da
Medida Aplicação Descrição da Medida de Melhoria Proposta
Custo Estimado do Investimento Redução Anual Estimada da Fatura Energética Classe Energética (após medida)
Aplicação de isolamento térmico pelo interior com
revestimento leve em paredes exteriores 1.500€ até 726€
Aplicação de isolamento térmico pelo interior com
revestimento leve em paredes interiores 750€ até 128€
Conservação da caixilharia existente, substituindo o vidro e introduzindo proteção solar exterior nos vãos
envidraçados 750€ até 41€
Substituição do equipamento atual e/ou instalação de esquentador de elevado rendimento para
preparação de águas quentes sanitárias 500€ até 57€
CONJUNTO DE MEDIDAS DE MELHORIA
+
+
+
Representa o impacto a nível financeiro e do desempenho energético na habitação, que este conjunto de medidas demelhoria terá, se for implementado.3.500€
CUSTO TOTAL ESTIMADO DO INVESTIMENTO até
792€
REDUÇÃO ANUAL ESTIMADA DA FATURA CLASSE ENERGÉTICA APÓS MEDIDARECOMENDAÇÕES SOBRE SISTEMAS TÉCNICOS
Os sistemas técnicos dos edifícios de habitação, com especial relevância para os equipamentos responsáveis pela produção de águas quentes sanitárias, aquecimento e arrefecimento são determinantes no consumo de energia. Face a essa importância é essencial que sejam promovidas, com regularidade, ações que assegurem o correto funcionamento desses equipamentos, especialmente em sistemas com caldeiras que produzam água quente sanitária e/ou aquecimento, bem como sistemas de ar condicionado. Neste sentido, é recomendável que sejam realizadas ações de manutenção e inspeção regulares a esses sistemas, por técnicos qualificados. Estas ações contribuem para manter os sistemas regulados de acordo com as suas especificações, garantir a segurança e o funcionamento otimizado do ponto de vista energético e ambiental.
Nas situações de aquisição de novos equipamentos ou de substituição dos atuais, deverá obter, através de um técnico qualificado, informação sobre o dimensionamento e características adequadas em função das necessidades. A escolha correta de um equipamento permitirá otimizar os custos energéticos e de manutenção durante a vida útil do mesmo.
Estas recomendações foram produzidas pela ADENE - Agência para a energia. Caso necessite de obter mais informações sobre como melhorar o desempenho dos seus equipamentos, contacte esta agência ou um técnico qualificado.
DEFINIÇÕES
Energia Renovável - Energia proveniente de recursos naturais renováveis como o sol, vento, água, biomassa, geotermia entre outras, cuja utilização para suprimento dos diversos usos no edifício contribui para a redução do consumo de energia fóssil deste.
Emissões CO2 - Indicador que traduz a quantidade de gases de efeito de estufa libertados para a atmosfera em resultado do consumo de energia nos diversos usos considerados no edifício.
Valores de Referência - Valores que expressam o desempenho energético dos elementos construtivos ou sistemas técnicos e que conduzem ao cenário de referência determinado para efeito de comparação com o edifício real.
Condições Padrão - Condições consideradas na avaliação do desempenho energético do edifício, admitindo-se para este efeito, uma temperatura interior de 18ºC na estacão de aquecimento e 25ºC na estação de arrefecimento, bem como o aquecimento de uma determinada quantidade de água quente sanitária, em função da tipologia da habitação.
INFORMAÇÃO ADICIONAL
Tipo de Certificado Existente
Nome do PQ ANTÓNIO JÚLIO BAETA FERREIRA Número do PQ PQ00166
Data de Emissão 15/10/2014
Código do Ponto de Entrega de Consumo
NOTAS E OBSERVAÇÕES
A classe energética foi determinada com base na comparação do desempenho energético do edifício nas condições em que este se encontra, face ao desempenho que o mesmo teria com uma envolvente e sistemas técnicos de referência. Considera-se que os edifícios devem garantir as condições de conforto dos ocupantes, pelo que, caso não existam sistemas de climatização no edifício/fração, assume-se a sua existência por forma a permitir comparações objetivas entre edifícios.
Os consumos efetivos do edifício/fração podem divergir dos consumos previstos neste certificado, pois dependem da ocupação e padrões de comportamento dos utilizadores.
Esta secção do certificado energético apresenta, em detalhe, os elementos considerados pelo Perito Qualificado no processo de certificação do edifício/fração. Esta informação encontra-se desagregada entre os principais indicadores energéticos e dados climáticos relativos ao local do edifício, bem como as soluções construtivas e sistemas técnicos identificados em projeto e/ou durante a visita ao imóvel. As soluções construtivas e sistemas técnicos encontram-se caracterizados tendo por base a melhor informação recolhida pelo Perito Qualificado e apresentam uma indicação dos valores referenciais ou limites admissíveis (quando aplicáveis).
RESUMO DOS PRINCIPAIS INDICADORES
Sigla Descrição Valor / Referência
Nic Necessidades nominais anuais de energia útil para aquecimento (kWh/m².ano) 144,2 / 47,3
Nvc Necessidades nominais anuais de energia útil para arrefecimento (kWh/m².ano) 7,4 / 12,9 Qa Energia útil para preparação de água quente sanitária (kWh/ano) 1.189,0 / 1.189,0 Wvm Energia elétrica necessária ao funcionamento dos ventiladores (kWh/ano) 0,0
Eren Energia produzida a partir de fontes renováveis (kWh/ano) 0,0 / -* Eren, ext Energia exportada proveniente de fontes renováveis (kWh/ano) 0,0
Ntc Necessidades nominais anuais globais de energia primária (kWhep/m².ano) 391,2 / 157,5
* respeitante à contribuição mínima a que estão sujeitos os edifícios novos ou grandes intervenções, quando aplicável
DADOS CLIMÁTICOS
Descrição Valor
Altitude 81 m
Graus-dia (18º C) 1023 Temperatura média exterior ( l / V) 10,9 / 22,0 °C
Zona Climática de inverno I1 Zona Climática de verão V2 Duração da estação de aquecimento 5,2 meses
Duração da estação de arrefecimento 4,0 meses
PAREDES, COBERTURAS, PAVIMENTOS E PONTES TÉRMICAS PLANAS
Descrição dos Elementos Identificados
Área Total e Orientação
[m²]
Coeficiente de Transmissão Térmica*
[W/m².ºC]
Solução Referência Máximo
Paredes
As paredes exteriores das fachadas em zona corrente orientadas a sul (cozinha e sala), pela sua espessura e pela data de construção (anterior a 1960), são em alvenaria, rebocada e pintada em ambas as faces. A sua espessura ronda os 25 cm, a que corresponde um coeficiente de
transmissão térmica superficial de 2,50 [W/m2.ºC]. 6.9
2,50 0,50
-As paredes exteriores das fachadas em zona corrente orientadas a oeste (sala, IS e quarto), pela sua espessura e pela data de construção (anterior a 1960), são em alvenaria, rebocada e pintada em ambas as faces. A sua espessura ronda os 20 cm, a que corresponde um coeficiente de transmissão térmica superficial de 2,60 [W/m2.ºC].
52 2,60 0,50
-As paredes interiores que separam a área útil da zona de circulação comum, pela sua espessura e pela data de construção (anterior a 1960), são em alvenaria, rebocada e pintada em ambas as faces. A sua espessura ronda os 25 cm, a que corresponde um coeficiente de transmissão térmica superficial de 2,04 [W/m2.ºC].
3,7 2,04 1,00
-As paredes interiores que separam a área útil da zona da marquise, e do ducto, pela sua espessura e pela data de construção (anterior a 1960), são em alvenaria, rebocada e pintada em ambas as faces. A sua espessura ronda os 15 cm, a que corresponde um coeficiente de transmissão térmica superficial de 2.17 [W/m2.ºC].
11,9 2,17 1,00
-Pavimentos
O pavimento sobre o espaço comercial é do tipo pavimento pesado em betão armado de construção anterior a 1960. Apresenta um coeficiente de transmissão térmica superficial de 3,20 [w/(m2.ºC)] para a estação de arrefecimento e de 2.21 [w/(m2.ºC)] para a estação de aquecimento.
59,3 2,21 0,80
* Menores valores representam soluções mais eficientes. VÃOS ENVIDRAÇADOS
Descrição dos Elementos Identificados
Área Total e Orientação [m²] Coef. de Transmissão Térmica*[W/m².ºC] Solução Referência Fator Solar Vidro Global Vão envidraçado do tipo vertical, orientado a sul, com uma área de 3,92m2.
A caixilharia é simples, em alumínio, com folha de correr sem classificação quanto à permeabilidade ao ar e com vidro duplo incolor. O grau de sombreamento no inverno é considerado normal/standard e no verão sem sombreamento. A protecção é interior através de estores venezianos de cor clara. Apresenta um coeficiente de transmissão térmica superficial de 4,50 [w/(m2.ºC)].
Protecção é interior através de estores venezianos de cor clara.
3.0
4,50 2,90 0,75 0,47
Vão envidraçado do tipo vertical, orientado a sul, com uma área de 3,36m2. A caixilharia é simples, em alumínio, com folha giratória sem classificação quanto à permeabilidade ao ar e com vidro duplo incolor. O grau de sombreamento no inverno é considerado normal/standard e no verão sem sombreamento. A protecção é interior através de estores venezianos de cor clara. Apresenta um coeficiente de transmissão térmica superficial de 4,30 [w/(m2.ºC)].
Protecção é interior através de estores venezianos de cor clara.
4.3
4,30 2,90 0,75 0,47
Vão envidraçado do tipo vertical, orientado a norte, com uma área de 2,46m2. A caixilharia é simples, em alumínio, com folha giratória, sem classificação quanto à permeabilidade ao ar e com vidro duplo incolor. A protecção é exterior através de persiana de lâminas horizontais de plástico de cor branca. Apresentam um coeficiente de transmissão térmica superficial de 2,36 [w/(m2.ºC)].
Protecção é exterior através de persiana de lâminas horizontais de plástico de cor branca.
2,36 2,90
-Vão envidraçado do tipo vertical, orientado a norte, com uma área de 0,78m2. A caixilharia é simples, em alumínio, com folha fixa, sem classificação quanto à permeabilidade ao ar e com vidro duplo incolor. A protecção é exterior através de persiana de lâminas horizontais de plástico de cor branca. Apresentam um coeficiente de transmissão térmica superficial de 2,24 [w/(m2.ºC)].
Protecção é exterior através de persiana de lâminas horizontais de plástico de cor branca.
2,24 2,90
-SISTEMAS TÉCNICOS E VENTILAÇÃO
Descrição dos Elementos Identificados Uso Taxa nominal de renovação de ar (h-1)
Solução Mínimo
Ventilação
A ventilação processa-se de forma natural, através da abertura controlada dos vãos e pelas frinchas dos mesmos. A fracção apresenta a classificação 1 de exposição ao vento. Apenas 31% dos vãos envidraçados possuem caixa de estore. A porta exterior não é bem vedada.
0,40 0,40 Aquecimento Ambiente Arrefecimento Ambiente Água Quente Sanitária Produção de Energia Ventilação e Extração