FACCREI / FACED
ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E
ORÇAMENTÁRIA II
PROFESSOR ADEMIR TENERELI
[email protected]
CORNÉLIO PROCÓPIO
2011
ADMINISTRACÃO FINANCEIRA II
1 – Realizar Análises e Planejamento Financeiro: Consiste em coordenar, monitorar e avaliar todas as atividades da empresa, por meio de dados financeiros, bem como determinar o volume de capital necessário.
a. Transformação dos dados financeiros, visando monitorar a situação financeira da empresa;
b. Avaliação das necessidades de se aumentar ou reduzir a capacidade de produtiva;
c. Determinação de aumentos ou reduções dos financiamentos requeridos;
Decisões de Decisões
Investimento de
Financiamento
2 – Tomar Decisões de Investimentos: Destinação dos recursos financeiros para a aplicação em ativos correntes (circulantes) e não correntes (R.L.P. e Permanentes), considerando-se a relação adequada de risco e retorno dos capitais investidos.;
3 – Tomar decisões de financiamentos: Captação de recursos financeiros para o financiamento dos ativos necessários às atividades empresariais, considerando-se a combinação adequada dos financiamentos a curto e a longo prazo e a estrutura de capital.
4 – A busca de resultados: Busca de maximização da riqueza dos acionistas, o administrador preocupa-se também com os resultados apresentados nas demonstrações financeiras, principalmente com a DRE (Demonstração de Resultado do Exercício). Ativos Circulantes Ativos Permanentes Passivos Circulantes Recursos Permanentes BALANÇO PATRIMONIAL
FLUXO DE CAIXA E ORÇAMENTO DE CAPITAL
Este instrumento tem ganhado maior importância na análise financeira de uma empresa, ele ajuda a apontar possíveis fragilidades nas posições do caixa da empresa e em sua capacidade de saldar dívidas, apresentar propostas de orçamento de capital, utilizando as demonstrações contábeis.
ORÇAMENTO DE CAPITAL
Processo que consiste em avaliar e selecionar investimentos a longo prazo, que sejam coerentes com o objetivo da empresa de maximizar a riqueza de seus proprietários.
Esse processo envolve: 1. Geração de propostas; 2. Avaliação e Análise;
3. Tomada de Decisão (seleção); 4. Implantação;
5. Acompanhamento.
Para que definir esse processo e realizar todas as etapas necessárias, temos que ter como base os motivos que levam a empresa a realizar um dispêndio de Capital:
1. Expansão; 2. Substituição; 3. Modernização; 4. Outras finalidades
FLUXO DE CAIXA
Apresenta as atividades de entradas e saídas de caixa de uma empresa em três categorias abrangentes:
a) CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS – Ele apresenta os recebimentos e pagamentos de caixa efetivos feitos pela empresa em suas operações comerciais; b) CAIXA DE ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS – Permite analisar a direção da
c) CAIXA DE ATIVIDADES DE FINANCIAMENTOS – Focaliza a habilidade da empresa em levantar caixa no mercado financeiro e indica a facilidade com que ela paga suas dívidas e juros.
Entradas de Caixa de
Saídas de Caixa de
TIPOS DE FLUXO DE CAIXA
Fluxo de caixa Convencional - Uma saída inicial de caixa seguida por uma série de entradas.
______↑_____↑_____↑_____↑_____↑ ↓
Fluxo de Caixa não Convencional – Uma saída inicial não é seguida por uma série de entradas
______↑_____↑_____↑_____↑_____↑ ↓ ↓
Fluxo de Caixa Relevantes – É a saída de caixa incremental, após os impostos (investimento) e as entradas de caixa subseqüentes resultantes, associadas a um dispêndio de capital proposto.
13,3 30,3 54,5 71,5 131,0 Fluxo Caixa Incremental
0______↑_____↑_____↑_____↑_____↑ ↓ 1 2 3 4 5 Ano 183,0 Operações Lucro Líquido Depreciação Aumento contas a pagar e estoques Investimentos Vendas de Ativos Venda de Títulos Caixa de Subsi-diárias Financiamentos Emissão de Novos Títulos Aumento de empréstimos Aumento de conta s pagar Operações Prejuízo I.R. Pago Aumento de C/ a receber e estoques CAIXA Financiamentos Juros de dívidas Pagto. Dívidas Recompra de títulos Pagto. De dividendos Diminuição do contas a pagar Investimentos Dispêndio de capital C.G. curto e longo prazo Comprar móveis e outros
Fluxo de Caixa Incrementais – São os fluxos de caixas adicionais (entradas ou saídas) que se espera obter como resultado de uma proposta de dispêndio de capital.
Fluxo de Caixa Residual – É o fluxo de caixa não operacional, após o imposto de renda, que ocorre no final do projeto, em geral decorrente da liquidação do projeto.
Cálculo do fluxo residual
(+) Receita da venda do novo ativo (±) IR sobre venda do novo ativo ( -) Receita pela venda do ativo velho (±) IR sobre venda do ativo velho (±) Variação do CCL
(=) Fluxo de Caixa Residual Exemplo de fluxo de caixa :
FLUXO DE CAIXA
Set/10 Out/11 Nov/11 Dez/11 Jan/11 Fev/11 Mar/11 Abr/11 Mai/11 Jun/11
vendas do mês 20% 30 dias 40% 60 dias 40% outras receitas TOTAL ENTRADAS Compras do mês 10% 30 dias 50% 60 dias 40% Aluguéis Ordenados Juros Desp. Dvs. Impostos (-) DESP TOTAIS saldo de caixa liquido (+) saldo inicial (=) saldo final (-) saldo mínimo falta/exced ente
INDICADORES FINANCEIROS PARA ANÁLISE DE PROJETOS
DE INVESTIMENTOS
Um investimento, para a empresa, é um desembolso feito visando geral um fluxo de benefícios futuros, usualmente superior a um ano. Hoje, em função da própria dinâmica dos negócios, as técnicas de análise de investimentos estão sendo usadas para avaliação de empresas, de unidades de negócios e para investimentos de porte, conforme visto anteriormente.
A decisão de se fazer investimento de capital é parte de um processo que envolve a geração e a avaliação das diversas alternativas que atendam às especificações técnicas dos investimentos, os indicadores auxiliarão ao processo decisório.
Os indicadores de análise de projetos de investimentos podem ser subdivididos em dois grandes grupos: indicadores associados à rentabilidade (ganho ou criação de riqueza) do projeto e indicadores associados ao risco do projeto.
Na primeira categoria estão: O Valor Presente Líquido (VPL); O Valor Presente Líquido Anualizado (VPLa); O Índice Benefício/Custo (IBC) e o Retorno sobre Investimento Adicionado (ROIA).
Na segunda categoria estão: A Taxa Interna de Retorno (TIR); O Retorno sobre o Investimento (ROI); O Período de Recuperação do Investimento (PAY-BACK) e O Ponto de Fisher.
A rigor esses indicadores auxiliam na percepção do comportamento esperado entre risco e retorno, ou seja, maiores riscos ensejam um aumento no retorno esperado.
Para efeito de análise, os projetos de investimentos serão representados por um diagrama Fluxo de Caixa, tal como apresentado a seguir:
ATRATIVIDADE FINANCEIRA DE PROJETOS
Conceitualmente, é fácil de ser verificada a atratividade financeira de um projeto de investimento. Um projeto será atrativo se o Fluxo Esperado de Benefícios. Mensurados em valores monetários, superar o valor do investimento que originou esse fluxo. A expressão a seguir ilustra o conceito básico de atratividade financeira de projetos.
∑(Fluxo Esperado de Benefícios) > Valor do Investimento ou
- Valor do Investimento + ∑(Fluxo Esperado de Benefícios) > 0
A questão remanescente é como efetuar a soma do Fluxo Esperado de Benefícios dado que cada elemento (CFj) desse fluxo encontra-se em um período distinto de tempo, isto é, no tempo j (j= 1,2...,n) e, sabe-se que valores monetários em tempos distintos não têm o mesmo significado.
Assim, o critério básico de atratividade pode ser:
Resta saber agora qual deve ser o valor da taxa “ i “ para ser usada no processo de descapitalização do fluxo de caixa. Essa taxa, que será discutida a seguir, é conhecida como taxa de mínima atratividade.
TAXA DE MÍNIMA ATRATIVIDADE (TMA)
Entende-se como a melhor taxa no mercado, com baixo grau de risco, disponível para a aplicação do capital em análise.
A decisão de investir sempre terá pelo menos duas alternativas a serem avaliadas, investir no projeto ou investir na TMA.
As taxas de juros que mais impactam a TMA são: Taxa Básica Financeira (TBF); Taxa Referencial (TR); Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) e Taxa do Sistema Especial de Liquidação e Custódia (SELIC).
VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL)
É a ferramenta mais utilizada para avaliação de projetos. Consiste na concentração de todos os valores esperados do fluxo de caixa na data zero, sendo descontada a Taxa de Mínima Atratividade (TMA). A fórmula ( 1 ) representa a diferença entre valores presente dos recebimentos, dos pagamentos de um projeto e o investimento FI, sendo FRj os recebimentos do ano j e FPj os pagamentos do ano j .
Segundo a metodologia de SOUZA e CLEMENTE (2004) a Taxa Mínima Atratividade é a melhor taxa, com baixo risco, para uso alternativo do capital investido.
Formula 1
O VPL significa que o investimento foi recuperado e remunerou também aquilo que teria sido ganho caso fosse aplicado na TMA. A informação do VPL, embora útil, não é suficiente para suportar uma decisão de investimentos por não permitir aquilatar a magnitude do retorno obtido, e caso seja maior que zero o projeto deve continuar sendo analisado.
VPL > 0 indica que o projeto merece continuar sendo analisado
VALOR PRESENTE LÍQUIDO ANUALIZADO (VPLA)
É muito utilizado quando se trata de projetos de longa duração ou para comparação de projetos com horizontes de planejamentos diferentes. É a distribuição do VPL em anos, como se fossem pagamentos anuais equivalentes. É calculado através da fórmula.
O VPLa permite, para efeito de comparação com o mercado, distribuir esse ganho por ano, essa informação já permite melhor avaliação da magnitude do ganho.
A deficiência comum do VPL e do VPLa, para expressar o retorno do investimento, reside no fato de ambos expressarem em valores monetários absolutos e não em valores relativos, como é usual no mercado.
VPL=−CF0
∑
CFJ 1 +TMA J0VPLa=VPL∗
∑
i∗ 1 +i n
ÍNDICE BENEFÍCIO/CUSTO (IBC)
O IBC visa, em parte, corrigir a deficiência do VPL e do VPLa que é a de expressarem o retorno em valores absolutos. O IBC é um indicador relativo e mede a expectativa de ganho por unidade de capital investido no projeto em relação ao que teria sido ganho se este capital fosse aplicado na TMA. Pode ser interpretado como a rentabilidade real esperada para todo o horizonte de planejamento do projeto.
O IBC nada mais é do que a razão entre o valor presente do fluxo esperado de receitas líquidas e o valor presente do fluxo de investimentos, apresentado na fórmula.
Valor Presente do Fluxo de Benefício = ( VPFluxo de Investimentos + VLP)
O IBC, assim como o VPL, não deve ser usado para comparar projetos com horizontes de planejamento distintos, pois ele mede a rentabilidade do projeto para IBC > 1 indica que o projeto merece continuar sendo analisado
RETORNO ADICIONAL SOBRE O INVESTIMENTO - ROIA
É a melhor estimativa de rentabilidade para um projeto. É o análogo percentual do conceito de Valor Econômico Agregado (EVA), representa a expectativa de rentabilidade gerada pelo projeto para um horizonte mais convencional (ano). É calculada pela equação abaixo.
EVA esta sendo recentemente tratado como o excedente ou o lucro residual obtido com a aplicação do capital na TMA.
Onde o T representa o tempo (n)
IBC= Valor Presente do Fluxo de Beneficios
Valor Presente do Fluxo de Investimentos
TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR)
Em inglês, IRR (Internal Rate of Return), é usada em análise de investimentos e significa a taxa de retorno de um projeto.
A TIR é a taxa de desconto que faz com que o Valor Presente Líquido (VPL) do projeto seja zero. Um projeto é atrativo quando sua TIR for maior do que o custo de capital do projeto.
Como uma ferramenta de decisão, a TIR é utilizada para avaliar investimentos alternativos. A alternativa de investimento com a TIR mais elevada é normalmente a preferida; também deve se levar em consideração de que colocar o investimento em um banco é sempre uma alternativa. Assim, se nenhuma das alternativas de investimento atingir a taxa de rendimento bancária ou a Taxa Mínima de Atratividade (TMA), este investimento não deve ser realizado.
Regra da TIR: Um projeto de investimeto é aceitável se sua TIR for igual ou superior ao custo de capital da empresa (K). Caso contrário , de ser rejeitado
ou VPL=
∑
j=0 n CF J 1+i j=ZEROExemplo:
Considerando-se que o fluxo de caixa é composto apenas de uma saída no período 0 de R$ 100,00 e uma entrada no período 1 de R$120,00, onde i corresponde à taxa de juros:
Para VPL = 0 temos i = TIR = 0.2 = 20%
Na figura abaixo, ilustra a situação em que o VPL se iguala a zero.
TIR > TMA Indica que há mais ganho investindo-se no projeto do que na TMA. TIR próxima à TMA o risco do projeto aumenta seguno a proximidade dessas taxas.
ROI ou TMA Capitalizada
Na dimensão retorno ela pode ser interpretada como um limite superior para a rentabilidade de um projeto de investimento. Essa Informação só é relevante se, para o projeto em análise, não se souber qual o valor da TMA. Caso se saiba o valor da TMA, então a estimativa de rentabilidade do projeto pode ser calculada (ROIA) E A TIR não melhora a informação já disponível.
PERÍODO DE RECUPERAÇÃO DO INVESTIMENTO (PAY-BACK)
Devido à tendência de mudanças na economia é importante saber quanto tempo leva para recuperar os investimentos. O procedimento para o cálculo é encontrar o número de períodos (x) que torne os fluxos de recebimentos líquidos igual aos fluxos de investimentos.
É o número de períodos necessários pra que o fluxo de benefícios supere o capital investido.
O risco é avaliado em ( 8 ) , onde quanto mais próximo de 1 será maior o RISCO
O valor do “ X “ pode ser obtido por semelhança de triângulos.
PAY-BACK = Período X +
∑
Valor do Investimento – Valor do Beneficio X Valor do Beneficio Y – Valor do Beneficio XO risco do projeto aumenta à medida que Pay-back se aproxima do final do horizonte de planejamento.
Base do triângulo menor A ltura do triângulo menor =
Base do triângulo maior A ltura do triângulo maior
PONTO DE FISHER
Nessa análise, tendo em vista o comportamento normativo do binômio risco-retorno (mais ganho só assumindo mais risco), preconiza a existência de um limite para a variabilidade da TMA em que o investidor, em termos de ganho, seria indiferente entre duas alternativas de investimentos.
Procedimento para o cálculo do ponto de FISHER é a diminuição de dois projetos e o levantamento da TIR dessa diferença.
Exemplo
:Uma empresa cuja TMA, antes de imposto de renda, é de 12% ao ano está analisando a viabilidade financeira de novo investimento. O fluxo de caixa anual do projeto de investimento em análise está representado a seguir:
$30 $50 $70 $90 $110 $130 $130 $130 $130 ______↑_____↑_____↑_____↑_____↑_____↑______ ↑______↑______↑ ↓0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 $380 1 – VLP - (Fórmula) (Calculadora Financeira) -380 gCF0 30 gCFj 50 gCFj 70 gCFj 90 gCFj 110 gCFj 130 gCFj 4 gNj 12 i% F NPV 80,14 VPL= − 380
∑
30 10,12 1 50 10,12 2. ... . 130 1 0,12 9=80 , 14Demonstração gráfica do comportamento do VPL em função da taxa de descapitalização 2 – VLPa - (Fórmula) (Calculadora Financeira) -80,14 PV 9 N 12 i% PMT 15,04 3 – IBC - (Fórmula)
Valor Presente do Fluxo de Benefício = 380,00 + 80,14 = 460,14 Valor Presente do Fluxo de Investimento = 380,00
VPLa= 80 ,14∗
∑
0,12∗ 10,12 9 10,129−1 VPLa= 80 ,14∗0,18768 VPLa= 15 ,04 IBC= 460,14 380,00=1,210894 – RETORNO ADICIONAL SOBRE O INVESTIMENTO – ROIA – (Fórmula) (Calculadora Financeira) -1 PV 9 N 1,21089 FV i% 2,15% 5 – TIR –
Para determinar o “i” é necessário uma calculadora financeira ou utilizar para solução acima a tentativa de erros com aproximações sucessivas, pois o “i” é o TIR. (Calculadora Financeira) -380 gCF0 30 gCFj 50 gCFj 70 gCFj 90 gCFj 110 gCFj 130 gCFj 4 gNj f IRR 16,1865%
Para o projeto em análise com TMA igual a 12% a.a. e ROIA igual a 2,15% a.a, tem-se a seguinte relação. Temos taxa de fluxo de caixa capitalizado à TMA por n – K (14,407).
5 – ROI –
Dessa forma, a TIR, na melhor das hipóteses, pode ser interpretada como um limite superior para a estimativa de rentabilidade do projeto, tal como mostrado a seguir:
Pela dimensão risco, a informação da TIR é mais relevante. Aceitando-se o fato de que a TMA flutua segundo as mudanças nas taxas de juros da economia, então pode-se pensar na TMA como uma variável, cujo limite inferior é a taxa livre de risco
ROIA=9
1,21089 - 1 ROIA= 1,02148 - 1 = 0,02148937 ROIA= 0,02148937*100=2,15% 0=−38030 1 +i 1.. .. 130 1 +i 9[
10,12 ∗10,0215−1]
<TIR 14 ,407 <TIR 1 4 , 40 7 1 6 , 18 6 5que também flutua ao longo do tempo. Ora sabendo-se que, dada uma TMA, o VPL representa o ganho (EVA) associado ao projeto de investimento, e que a TIR é a taxa que zera esse VPL, então ela pode ser interpretada como um limite superior para a variabilidade da TMA.
TIR próximo à TMA O risco do projeto aumenta segundo a proximidade dessas taxas.
Para o projeto em análise, a TIR encontra-se distante da TMA (TIR 16,1865 TMA 12) apontando para um projeto de baixo risco no que tange ao retorno financeiro do investimento. 6 – PAY-BACK (Calculadora Financeira) - gCF0 30 gCFj 12% i% f NPV 26,79 50 gCFj f NPV 66,65 70 gCFj f NPV 116,47 90 gCFj f NPV 173,67 110 gCFj f NPV 236,08 130 gCFj f NPV 301,95 130 gCFj f NPV 360,75 130 gCFj f NPV 413,26 130 gCFj f NPV 460,14
O valor de x pode ser facilmente obtido por semelhança de triângulos. PAY-BACK = Período 7 +
∑
380,00 – 360,75 413,26 – 360,75 PAY-BACK = 7+ 0,37 = 7,37 anos INDICADORES VALOR VPL $ 80,14 VPLa $ 15,04 IBC 1,21089 ROIA 2,15 % TMA Capitalizado 14,407% TIR 16,1865% Pay-Back 7,37 ano CONCLUSÃO:Trata de um projeto com baixa rentabilidade e baixo risco. A liberação da informação de que o projeto irá demorar 7,37 anos (em 9 anos de horizonte de planejamento) para recuperar o capital investido amplia a percepção de risco sobre o investimento. O projeto não é de tão baixo risco como apontado pela distância entre a TIR e a TMA, a análise do ponto FISHER só possível quando de dois projetos.
EXERCICIOS
1 – Preencher o fluxo de caixa:
Previsão de Receitas MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO
Previsão de Vendas 5.000 65.000 75.000 80.000 65.000 55.000 Receb. à vista 50%
Receb. a prazo 50%
Outras Receitas 1.500 2.000 1.350 1.000 1.000 TOTAL DAS ENTRADAS -
Previsão de Despesas MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO
Compras à vista * 1 Compras a prazo * 1 Salários e Comissões * 2 Despesas Diversas 5% Aluguel Seguros 500 a.m. Depreciação 800 a.m. Aquisição Caminhão 35.000 TOTAL DAS SAÍDAS
FLUXO DE CAIXA MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO
Saldo inicial 8.000 Entradas Saidas Saldo final Saldo mínimo (15.000) Necessidades/Excedente s
Linha inicial FINACTO Saldo do mês
Custo do financiamento 10% ao ano Juros Mensal 8% Fluxo de Caixa do
financiamento Saldo Final de Caixa
* 1 MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO QUADRO DE COMPRAS
Política de estoques: E.F.
(= 25.000 +
0,7 * ( 0,80 vendas do
Mês Seguinte)) Política de estoques: E.I.
(= 25.000 + 0,7 * ( 0,80 vendas do mês )) Estoque final CPV 70% TOTAL DAS NECESSIDADES Estoque Inicial Compras Compras à vista 60% Compras a prazo 40% DESEMBOLSOS * 2 SALÁRIOS E COMISSÕES Vendas Fixo 1.000 1.000 1.000 1.000 1.000 1.000 comis do mês anterior 6,5% comis do mês atual 8,5% DESEMBOLSOS DO MÊS 3 – Exercício -
1 - ATRATIVIDADE FINANCEIRA DE PROJETOS
Qual dos projetos é o de melhor alternativa de investimento – TMA 10% a.a.
PERÍODO PROJETO A PROJETO B
0 -42.000 -50.000 1 8.000 20.000 2 9.500 10.000 3 10.500 10.000 4 14.500 15.000 5 16.500 15.000
2 - ATRATIVIDADE FINANCEIRA DE PROJETOS
Qual dos projetos é o de melhor alternativa de investimento – TMA 8% a.a.
PERÍODO PROJETO A PROJETO B PROJETO C
0 -42.000 -50.000 -20.000
2 9.500 10.000 6.000
3 10.500 10.000 6.000
4 14.500 15.000 4.000
5 16.500 15.000 4.000
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Financeira, São Paulo, Atlas, 1995.
CAMPOS FILHO, A. Fluxo de caixa e moeda forte: análise, decisão e controle. São Paulo: Atlas, 1996.
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investimentos: fundamentos, técnicas e aplicações – 4ª Ed. – São Paulo: Atlas,