INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS
COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE GEOLOGIA
PROGRAMA DE DISCIPLINA
ANO: 2001/2
DISCIPLINA: GEOQUÍMICA GERAL CÓDIGO: GEL021 CLASSIFICAÇÃO: CM PRÉ-REQUISITO: GEL004
CARGA HORÁRIA: TEÓRICA: 75 HORAS PRÁTICA:
TOTAL : 75 HORAS CRÉDITOS: 05
PERÍODO: 7º
DEPARTAMENTO: GEOLOGIA
EMENTA: Estudo do comportamento, distribuição e migração dos elementos
químicos na crosta terrestre, com especial ênfase na formação das jazidas.
Química fundamental do petróleo e carvão. Noções de prospecção geoquímica e
técnicas de amostragem.
A - PARTE TEÓRICA 1.
1.1
1.1.1 Estrutura eletrônica dos átomos. 1.1.2 Tabela periódica.
1.1.3 Elementos compatíveis e incompatíveis 1.1.4 Elementos de transição
1.1.5 Ambientes em que o S- - domina e em que o O- - (OH - , ...) dominam 1.1.6 Condicionantes da substituição atômica
1.2
1.2.1 Constituição e estrutura da Terra. 1.2.2 A crosta continental e oceânica 1.2.3 Dinamismo crostal e hipsometria 1.2.4 Tectônica de placas
1.2.5 O papel do O2 na crosta
1.2.6 Elementos maiores, menores e traços e suas associações 1.2.7 H2O no estado líquido e tempo geológico.
1.2.8 Oceanos e atmosfera
1.2.9 Atmosfera nos planetas Terra, Marte e Vênus 1.2.10 Efeito estufa
1.3
1.3.2 Momento histórico do incremento da fotossíntese
1.3.3 Modificaçao da composição atmosférica e registro geológico
1.3.4 A atmosfera até o início do Cambriano tal como é revelada pela coluna litoestratigráfica.
1.3.5 Exemplos brasileiros
1.3.6 A classificação geoquímica dos elementos. 2.
2.1 Intemperismo químico
2.2 Enriquecimento supergênico e jazidas de ferro do Brasil 2.3 Idade do intemperismo químico da região de Galiléia 2.4 Intemperismo e potencial iônico.
2.5 Análise quantitativa de um perfil de intemperismo 2.6 Agentes do intemperismo químico
2.7 Morfologia cárstica 2.8 Hidrólise
2.9 Argilas e ambientes de intemperismo. 2.10 Gênese das lateritas
2.11 Oxidação/Redução.
2.12 Intemperismo e lençol freático 3.
3.1 Oxidação/Redução 3.2 Potenciais padrão 3.3 Reações de Eletrodo 3.4 Oxidação e energia livre 3.5 Equação de Nernst
3.6 Limites naturais de ph e Eh e o papel da água
3.7 Diagramas Eh – ph para cations e anions e para os minerais 3.8 Ambientes naturais e potencial redox
3.9 Jazidas minerais e potenciais redox 4.
4.1 Oxidação/Redução em sedimentação 4.2 Sedimentos de ferro
4.3 Origem dos Itabiritos
4.4 Sedimentos de Manganésio
4.5 Separação supergênica do Fe e do Mn 4.6 Origem das “jazidas” de Mn do Quadrilátero
4.7 Sedimentos de S em ambiente oxidante e redutor e Diagramas Eh-ph
4.8 Jazidas de S ligadas à oxidação redução envolvendo o petróleo (exemplos do Brasil)
5.
5.1 Oxidação das jazidas minerais 5.2 Oxidação dos sulfetos
5.3 Mineralogia do Gossan e seu interesse econômico
5.4 Separação supergênica do Zn e sua dependência de calcários
5.5 Diagramas Eh – ph usados no estudo da meteorização de jazidas com sulfetos 5.6 Solubilidade relativa dos sulfetos e enriquecimento supergênico
5.8 Paragêneses minerais e condições de Eh – ph do intemperismo 5.9 Exemplos da literatura universal e do Brasil
5.10.Oxidação do Ouro e seu transporte e concentração supergênica 5.11.Origem das pepitas
5.12.Oxidação/Redução do Urânio
5.13.Mobilidade dos U4+ e do {U6+ [UO2]++}
5.14 O U4+ na coluna litoestratigráfica do Pré-Cambriano 5.15 O Urânio e a barreira geoquímica do P
5.16 Tipos de jazidas de U 6
6.1 Geologia dos isótopos
6.2 Isótopos instáveis e estáveis e seu significado petrológico 6.3 Isótopos instáveis e geocronologia
6.4 Tipos de radioatividade 6.5 Meia vida
6.6 Equação T= 1 logn (1 + D/P) e sua utilização.
6.7 Alguns sistemas radioativos usados em geocronologia 6.8 Sistema Rb – Sr (Isócronas, razões iniciais e idades) 6.9 Uso do método Rb – Sr em rocha total e em minerais
6.10 Interpretação geológica dos dados obtidos pelo método Rb – Sr
6.11 Construção de uma isócrona utilizando valores obtidos no Bloco Jequié 6.12 Sistema U – Th – Pb
6.13 Idades U/Pb [ 238U/ 206Pb, 235U/ 207Pb e 207Pb/ 206Pb]
6.14 Diagramas de concórdia discórdia e idades de formação e de retrabalhamento isotópico
6.15 Sistema K – Ar e sua utilização
6.16 Comparação entre os diversos métodos
6.17 Importância do 14C no estudo da geologia do quaternário 6.18 Isótopos estáveis em geologia
6.19 Uso dos isótopos 32 e 34 do S no estudo das jazidas minerais do S 6.20 Uso dos isótopos 16 e 18 do O e 12 e 13 do C em problemas geológicos 7.
7.1 Pegmatitos igneos e metamórficos em seu enquadramento geológico 7.2 Manifestações mineralógicas e geoquímicas dos dois tipos de pegmatitos 7.3 Estrutura interna dos corpos pegmatíticos
7.4 Modelo de Cameron (1949) e modificações posteriores
7.5 Regularidade mineralógica e geoquímica dos corpos pegmatíticos
7.6 Unidades de cristalização primária e tardia e seu significado científico e econômico 7.7 Cor dos minerais
7.8 Variações nos valores de razões de elementos que evidenciam zoneamento geoquímico.
7.9 Uso de feldspatos e micas para estudar a evolução da composição geoquímica no decurso da cristalização
7.10 Mineralogia e geoquímica com enfoque petrológico 7.11 Gênese e evolução interna dos pegmatitos
7.12 Aplicação ao estudo dos pegmatitos do Alto-Ligonha (Moçambique) e da Província Pegmatítica Oriental do Brasil
8.
8.1 Depósitos minerais de natureza “hidrotermal” 8.2 O hidrotermalismo clássico e suas limitações
8.3 Alternativas para a teoria clássica do hidrotermalismo 8.4 Fluidos em ambientes de vulcanismo submarino 8.5 Fluidos em ambientes de metamorfismo
8.6 Fluidos em ambientes de sedimentação moderna (Tipo Mar Negro, Tipo Sabkha, Tipo salmoura quente do Mar Vermelho)
8.7 Caracterização destes tipos em formações observadas nas colunas litoestratigráficas.
B- PARTE PRÁTICA 1.
1.1 Conversão de unidades usadas para exprimir composições de minerais e rocha total 1.2 Transformação da análise química de um mineral em sua unidade de fórmula
utilizando métodos clássicos e cristaloquímicos
1.3 Transformação da unidade de fórmula em composição química representada por óxidos e/ou elementos
2.
2.1 Composição química de um mineral e sua densidade 2.2 Número de átomos por malha elementar
2.3 Determinação da densidade a partir da unidade de fórmula
2.4 Curvas de trabalho para estimar composições química de minerais pertencentes a séries isomórficas (Columbo-tantalatos, Olivinas, Piroxênios, Granadas, etc) 3.
3.1 Papel do Al nos silicatos 3.2 Al IV e Al VI
3.3 Sítios de coordenação diferente como agentes de fixação de elementos 3.4 Traços em minerais (Olivinas, Piroxênios, Anfibólios, Micas e Feldspatos) 3.5 Significado petrológico dos elementos traços
3.6 Neutralidade elétrica dos minerais 4.
4.1 Norma catiônica e ponderal 4.2 Significado petrológico da norma 4.3 Granitos em corindon e sem corindon
4.4 Norma e contribuição crostal na gênese de granitos
4.5 Composição mineralógica normal e modal e sua transformação recíproca 4.6 Controle de dados químicos obtidos em laboratórios que prestam serviços 5.
5.1 Composição mineralógica e condições de cristalização e/ou recristalização 5.2 Exemplos que mostram a variação mineralógica sem se alterar a composição
química
C- BIBLIOGRAFIA
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