15º Congresso Brasileiro de Geologia de Engenharia e Ambiental

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15º Congresso Brasileiro de Geologia de Engenharia e Ambiental

RECURSOS MINERAIS DE USO NA CONSTRUÇÃO CIVIL E IMPACTOS

AMBIENTAIS NA MESORREGIÃO DO OESTE POTIGUAR

Jefferson Lucas de Medeiros Vieira1; Regina Celia de O. B. Delgado2; Eulene Francisco da Silva3;

Marcelo Tavares Gurgel4; Herbert Medeiros Torres Lopes5

Resumo – O Rio Grande do Norte (RN) é um estado riquíssimo em recursos minerais. Dentre suas

Mesorregiões, o Oeste Potiguar destaca-se por apresentar grandes depósitos minerais que podem ser aplicados na construção civil. Diante disso, o presente trabalho teve como objetivo geral avaliar os processos de exploração de recursos minerais que ocorrem na Mesorregião do Oeste Potiguar e são utilizados pelo setor da construção civil bem como, analisar os impactos ambientais causados pela extração desses recursos. O estudo foi realizado entre os meses de dezembro de 2014 e janeiro de 2015, tendo como base a realização de pesquisa qualitativa, utilizando questionários como ferramenta de aquisição de resultados que foram aplicados em empresas que exploram calcário para produção de brita, areia e argila, bem como no IBAMA de Mossoró-RN. Em todos os casos avaliados, o produto final é comercializado principalmente no RN, onde há a constatação do crescimento da construção civil. Observou-se que existe, por parte das empresas analisadas, uma conscientização dos impactos que as atividades de exploração dos recursos minerais causam ao meio ambiente e um grande interesse em combater ou minimizar os mesmos. Com base nas informações obtidas do IBAMA, três microrregiões apresentam os maiores níveis de degradação no Oeste Potiguar: Chapada do Apodi, Mossoró e Vale do Assu. Verificou-se que, mesmo perante iniciativas das empresas para redução dos impactos ambientais, o problema com o meio ambiente é, de certa forma, preocupante e carece do desenvolvimento de medidas mais severas na redução desses impactos.

Abstract – Rio Grande do Norte is a rich state in mineral resources. Among its Mesoregions, the

Oeste Potiguar stands out by having large mineral deposits that can be applied in construction. Therefore, this paper aimed to evaluate the processes of exploration of mineral resources occurring in the Greater Region Oeste Potiguar and are used by the construction industry and to evaluate the environmental impacts caused by the extraction of these resources. The study was conducted between the months of December 2014 and January 2015, based on the achievement of qualitative research using questionnaires as acquisition tool results that were applied in companies that exploit limestone for production of crushed stone, sand and clay, as well as IBAMA Mossoro-RN. In all cases evaluated, the final product is marketed especially in RN, where there is the realization of the construction growth. In all cases evaluated, the final product is marketed especially in RN, where there is the realization of the construction growth. It was observed that there is, on the part of the companies analyzed, an awareness of the impacts that exploration of mineral resources activities have on the environment and a great interest in combat or minimize them. Based on information from IBAMA, three micro-regions have the highest levels of degradation in the Oeste Potiguar: Chapada do Apodi, Mossoró and Vale do Assu. It was found that, even before initiatives by companies to reduce environmental impacts, the problem with the environment is, in a way, worrying and requires the development of more stringent measures to reduce these impacts.

Palavras-Chave – Construção civil; impactos ambientais; Oeste Potiguar; geologia.

1 Estudante, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, Rio Grande do Norte, email: jefferson_lucas_01@hotmail.com 2 Geól., Dr., Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, Rio Grande do Norte, email: regina.brasil@ufersa.edu.br

3 Eng. Agr., Pós Dr., Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, Rio Grande do Norte, email: eulenesilva@ufersa.edu.br 4 Eng. Agr., Pós Dr., Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, Rio Grande do Norte, email: marcelo.tavares@ufersa.edu.br 5 Estudante, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, Rio Grande do Norte, email: herbert741852963@hotmail.com

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1. INTRODUÇÃO

Os recursos naturais são sem dúvidas os principais responsáveis pelo desenvolvimento da humanidade. É devido às suas diferentes características, que esses recursos possuem um vasto campo de aplicações. De acordo com Ferreira (2013 apud: ANDRADE, 2014), o Brasil é um país bastante rico em recursos minerais, devido tanto à sua dimensão continental quanto aos fatores geológicos. Tratando-se de recursos minerais, o Rio Grande do Norte sempre esteve em destaque no cenário nacional. Devido à sua diversidade mineral, este estado é fonte de muitos materiais utilizados na construção civil, são eles: areia, brita, cascalho, argila, argilito, rochas ornamentais e pedras de cantaria (CPRM, 2010).

A Mesorregião do Oeste Potiguar é uma das quatro divisões feitas pelo IBGE (1989 apud: GONÇALVES, 2012) no estado do Rio Grande do Norte. Segundo o CPRM (2010) parte dos depósitos minerais utilizados na construção civil, ocorrem nessa Mesorregião.

A construção civil é um setor que vem crescendo bastante nos últimos anos. Esta área é uma das que mais extraem recursos minerais da natureza, pois, além de estar diretamente a ela ligada, possui muitos campos de atuação, como construção de estradas, edifícios, usinas hidrelétricas, aeroportos. Pode-se perceber facilmente a aplicação de certos materiais disponíveis na natureza. Na construção de barragens, por exemplo, é necessária a utilização de materiais impermeáveis e bastante resistentes. Ou seja, é indispensável à utilização desses recursos numa área tão fundamental que é a construção civil.

Diante disso, torna-se importante ter-se conhecimento da contribuição do Oeste Potiguar para o setor da construção, como também conhecer os impactos causados pela atividade de extração dos bens minerais.

O presente trabalho tem como objetivo geral realizar investigação acerca da exploração de recursos minerais que ocorrem na Mesorregião do Oeste Potiguar e são utilizados pelo setor da construção civil e analisar os impactos ambientais causados pela extração desses recursos.

2. CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA ESTUDADA

2.1. Localização

A Mesorregião do Oeste Potiguar (Figura 1) é uma das quatro subdivisões feitas pelo IBGE no Estado do Rio Grande do Norte (1989 apud: GONÇALVES, 2012), e, como fica subtendido pelo próprio nome, situa-se no Oeste do Estado. É constituída pelas microrregiões de Mossoró, Chapada do Apodi, Médio Oeste, Vale do Açu, Serra de São Miguel, Pau dos Ferros e Umarizal (IBGE,1990).

Figura 1. Localização do Oeste Potiguar e suas microrregiões no Estado do Rio Grande do Norte.

Fonte: Rio-grande-do-norte, 2014.

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O estudo teve como base a realização de pesquisa qualitativa em empresas da Mesorregião do Oeste Potiguar que exploram recursos minerais para serem utilizados na construção civil, utilizando questionários como ferramenta de aquisição dos resultados entre os meses de dezembro de 2014 a janeiro de 2015. As empresas visitadas e entrevistadas exploram calcário para produção de brita, areia e argila e terão seus nomes preservados.

No mês de dezembro de 2014, um questionário foi direcionado ao IBAMA de Mossoró-RN, através do qual foi possível obter informações a respeito dos impactos ambientais causados pela exploração mineral na Mesorregião do Oeste Potiguar.

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

3.1. Avaliação do processo de Exploração de Calcário para a produção de brita no município de Mossoró-RN

A área da jazida (Figura 2) encontra-se geologicamente inserida no contexto dos calcários da Formação Jandaíra na Bacia Potiguar, apresentando composição calcífera e níveis silicificados. Formam depósitos tabulares, onde se alterna espessos níveis compactos de calcário a finos níveis friáveis de constituição argilosa, sendo sua gênese ligada à deposição sedimentar em ambiente marinho fechado.

O processo de exploração iniciou com a realização do estudo mineralógico em amostras de rocha, como também foi realizado estudo para verificação da viabilidade econômica de sua extração. A partir da confirmação da viabilidade, o IDEMA foi ao local fazer a avaliação ambiental, liberando uma licença de 2 anos, permitindo a extração de calcário em uma área de 40 hectares em até 2 metros de profundidade, sendo necessária sua renovação após esse período. Após a liberação do licenciamento ambiental, foi iniciada à exploração.

Figura 2. Jazida de calcário localizada em Mossoro-RN.

A extração de calcário acontece de forma mecanizada. Inicia-se com uma retroescavadeira, a qual remove a cobertura mista (solo). Posteriormente, um rompedor hidráulico acoplado numa escavadeira hidráulica executa a extração dos níveis compactados do calcário. Durante a operação, são aplicados golpes na rocha, o que permite e extração de blocos de calcários da jazida. Conforme o rompedor vai extraindo a rocha, outra escavadeira vai abastecendo as caçambas. Após essa etapa, os blocos de rocha são transportados para um local que fica há poucos metros da jazida onde têm seus tamanhos reduzidos com auxílio de uma escavadeira de forma a obterem granulometria adequada (até um metro) para alimentar o britador. Uma grande vantagem nesse processo de extração é o não uso de explosivos.

Após a redução do tamanho dos blocos de calcário para tamanhos adequados para serem britados, o material é transportado por caminhões caçambas e despejados no alimentador do britador, que tem uma entrada inclinada para baixo de modo a facilitar a entrada do referido material (Figura 3). Em seguida, o material britado é submetido a um processo de separação e classificação granulométrica realizado em peneiras e posteriormente o material é transportado em esteiras conforme faixas granulométricas específicas (Figura 3).

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Figura 3. Alimentador do britador e esteira transportando brita de acordo com as faixas granulométricas específicas.

Os produtos finais gerados após o processo de beneficiamento são a brita calcária (Figura 4), com granulometrias de 19 e 25mm, o cascalho calcário e o pó de brita calcária (Figura 4), que são comercializados principalmente em Mossoró-RN.

Figura 4. Produto final: Brita calcaria e pó de Brita.

3.1.1 Impactos ambientais e medidas mitigadoras na exploração de calcário

Os impactos ambientais causados pela atividade de exploração de calcário para produção de brita são: retirada da camada de solo (decapeamento); erosão do solo, devido à necessidade de se retirar camada de terra para fazer a exploração da rocha; desmatamento e perda da fauna; poluição atmosférica, devido à dispersão de pó de calcário na atmosfera durante o processo de britagem; poluição sonora, devido ao grande fluxo de escavadeiras e caçambas e também devido ao processo de britagem; poluição visual, devido à remoção da vegetação nativa do local.

É importante ressaltar que apesar dos impactos ambientais, há fiscalização constante no local por parte de órgãos públicos como o IDEMA e o DNPM, a fim de analisar se todo o processo de exploração está sendo feito de forma legal.

A empresa tem consciência dos impactos ambientais causados pela atividade e realiza medidas para prevenir e até mesmo minimizar esses problemas, e se adequar à lei ambiental, tais como: recuperação das “cavas” (locais de escavações); contenção dos taludes; revegetação, tendo como base viveiros de mudas de plantas nativas regionais e locais; reutilização do material de decapeamento como solo na recuperação da área de lavra.

3.2. Avaliação da exploração de argila para a produção de cerâmica no município de Itajá-RN

A jazida de argila analisada está localizada no município de Itajá, pertencente à Microrregião do Vale do Assu (Figura 4), que apresenta grande abundância nesse tipo de recurso mineral, e onde se encontra em torno de 60 empresas ativas nessa atividade. O depósito desse tipo de argila é classificado como lacustre ocorrendo em lagoas de água doce e rasa.

Não foram obtidas informações sobre o processo de licenciamento que deve ocorrer antes da extração mineral. Para a extração do recurso mineral, utiliza-se a técnica de escavação mecanizada a partir de escavadeiras hidráulicas. Toda a argila extraída vai sendo estocada em pátios antes da

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estação de chuvas. Após esta etapa, todo o material é transferido para uma pilha de homogeneização, onde será homogeneizado, formando um material uniforme utilizado na produção de peças cerâmicas. Os blocos estruturais cerâmicos, tijolos e lajotas, passam por um processo de corte, para dar forma ao material, havendo posteriormente à secagem natural. Já as telhas, coloniais e de canal, sofrem secagem artificial, sendo utilizados fornos para esse processo. Em relação aos produtos gerados, cerca de 99%, são comercializados no RN, sendo pouco significante a quantidade de cerâmica vendida para outros estados.

3.2.1. Impactos ambientais e medidas mitigadoras na exploração de argila

Analisando os impactos ambientais causados pela exploração de argila na Microrregião do Vale do Assu destaca-se: erosão do solo, causado devido às escavações feitas para se extrair argila; desmatamento e perda de fauna, já que houve a necessidade de retirada da vegetação para construção do complexo industrial e para o fluxo de transporte e; poluição sonora e visual causados pelas máquinas ativas e pela degradação do solo respectivamente.

Algumas medidas têm sido realizadas na tentativa de minimizar esses impactos ambientais como por exemplo, locais de escavações que não estão sendo mais utilizadas para exploração, são dedicadas à criação de peixes, praticado por terceiros, que, posteriormente, podem retornar à população local. É importante destacar também que existe uma fiscalização constante do IDEMA com o objetivo de investigar se todos os processos desde a extração até o beneficiamento estão sendo processados de forma legal.

3.3. Avaliação da exploração de areia no município de Ipanguaçu-RN

A jazida de areia avaliada está localizada na Zona Rural de Ipanguaçu-RN. O depósito mineral é classificado como aluvionar, proveniente da deposição de sedimentos do Rio Piranhas-Açu. Os depósitos de areias aluvionares são os mais importantes economicamente e, do ponto de vista mineralógico, possuem grande concentração de quartzo, cerca de 85% (CPRM, 2010), o que os torna de boa qualidade. Não foram obtidas informações sobre o processo de licenciamento anterior a fase de extração da areia.

O processo de exploração do material ocorre a céu aberto. De acordo com informações da empresa, previamente, foi realizada a preparação do terreno a ser explorado, desmatando apenas a área de interesse. Para o processo de extração, são utilizados apenas máquinas escavadeiras do tipo PC 200. Para o transporte do material são usados caminhões basculantes. O produto comercializado pela empresa resultante desse processo de exploração é a areia lavada. Os consumidores do produto final são estados vizinhos como Paraíba e Ceará, sendo que a maior demanda da mercadoria é do Rio Grande do Norte.

3.3.1. Impactos ambientais e medidas mitigadoras na exploração de areia

Destaca-se como impactos ambientais gerados pela extração de areia no local: remoção da vegetação (matas ciliares) para as estradas de acesso e devido à extração de areia; degradação paisagística; erosão do solo e assoreamento.

De acordo com a empresa, algumas medidas são tomadas a fim de se reduzir os impactos ambientais causados devido à atividade de exploração como, por exemplo, após a operacionalização da jazida, os taludes são suavizados e revegetados, amenizando a erosão e os efeitos de assoreamento, além da preservação da vegetação nativa do entorno. Além disso, há fiscalização de órgãos como o IDEMA e o DNPM, com objetivo de averiguar se a exploração do recurso mineral está ocorrendo de forma legal.

3.4. Aspectos ambientais relacionados à extração mineral na Mesorregião do Oeste Potiguar

De acordo com informações obtidas no IBAMA de Mossoró-RN, os municípios que apresentam maiores níveis de degradação ambiental na Mesorregião do Oeste Potiguar e os respectivos recursos minerais extraídos que favorecem esse problema são os seguintes:

 Governador Dix-Sept Rosado - extração de calcário para a fabricação de cal e extração de areia no leito do Rio Apodi/Mossoró;

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 Assu, Itajá e Ipanguaçu - extração de argila para a fabricação de tijolos e telhas cerâmicas;  Mossoró - extração de areia, argila e calcário para a fabricação de cimento.

Segundo o IBAMA, todo e qualquer tipo de extração mineral causa impactos ambientais, mesmo que seja o mínimo possível. Sendo assim, o que caracteriza realmente esses municípios como maiores degradados no Oeste Potiguar são os métodos utilizados para extrair o material de interesse. Dessa forma, os métodos considerados como aqueles que mais causam problemas ambientais são: extração de calcário com o uso de explosivos; extração de argila com o uso de escavadeiras e extração de areia com o uso de máquinas de sucção (dragas).

Os principais impactos causados pelas atividades anteriormente citadas são a extração da vegetação, aberturas de grandes cavas ou crateras (poluição visual), erosão do solo e altos ruídos provocados pelos maquinários e explosivos (poluição sonora) e assoreamento de rios.

Diante das informações obtidas, observou-se que são vários os danos causados ao meio ambiente pela exploração de recursos minerais, fazendo-se necessário uma rigorosa fiscalização pelos órgãos ambientais às empresas que desenvolvem tais atividades de exploração, para que se extraia o bem mineral de forma sustentável e com menor impacto ambiental possível.

4. CONCLUSÕES

As empresas consultadas são de grande porte e há produção em grande escala dos bens minerais envolvidos (calcário, argila e areia), que são destinados à construção civil.

Há por parte das empresas uma conscientização dos impactos que as atividades de exploração dos recursos minerais causam ao meio ambiente, e um grande interesse em combater ou minimizá-los, todavia, necessitam ter mais auxílios e incentivos para que atitudes mais concretas possam ocorrer.

De acordo com as informações obtidas no IBAMA, três microrregiões do Oeste Potiguar apresentam os mais altos níveis de degradação: Chapada do Apodi, Mossoró e Vale do Assu. As empresas consultadas relataram que são grandes as reservas prováveis para os recursos minerais no Rio Grande do Norte, e além dessas, muitas são as empresas que desenvolvem esse tipo de atividade, o que significa longos anos pela frente de exploração o que pode agravar os problemas ambientais.

AGRADECIMENTOS

Os autores agradecem a Universidade Federal Rural do Semi-Árido pelo suporte oferecido.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ANDRADE, V. D. (2014) “Processo de exploração da rocha calcária para a fabricação de cimento no Oeste Potiguar”. TCC (Graduação) - Curso de Bacharelado em Ciência e Tecnologia, Departamento de Ciências Ambientais e Tecnológicas, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró. 59 f.

CPRM. (2010) “Geodiversidade do Estado do Rio Grande do Norte”. Rio de Janeiro: Disponível em: <http://www.cprm.gov.br/publique/media/Geodiversidade_RN.pdf>. Acesso em: 02 set. 2014. FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. (1990) “Divisão regional do Brasil em mesorregiões e microrregiões geográficas”. Rio de Janeiro.

GONÇALVES, F. E. (2012) “As regionalizações do Rio Grande do Norte”. Disponível em: <http://docente.ifrn.edu.br/ednardogoncalves/regionalizacoes-do-espaco-potiguar>. Acesso em: 27 set. 2014.

RIO-GRANDE-DO-NORTE. (2014) “Mesorregião do Oeste Potiguar”. Disponível em: <http://www.rio-grande-do-norte.com/diretorio/index.php?cat_id=966>. Acesso em: 22 dez. 2014.

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