SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA DO CIDADÃO POLÍCIA MILITAR COMANDO GERAL
PROCEDIMENTO
OPERACIONAL
PADRÃO
02 DE DEZEMBRO DE 2011
GRUPO DE TRABALHO
1. Maj PM MARCELLO MARTINEZ HIPÓLITO (PM-3) 2. Maj PM AURÉLIO JOSÉ PELOZATO DA ROSA (DIE) 3. Maj PM JÚLIO CÉSAR PEREIRA (PM-1)
4. Maj PM GILDO MARTINS DE ANDRADE FILHO (14º BPM) 5. Maj PM JOSÉ ONILDO TRUPPEL FILHO (DP)
6. Maj PM RICARDO ALVES DA SILVA (20º BPM) 7. Maj PM MARCELO EGÍDIO COSTA (3ª RPM) 8. Maj PM WALLACE CARPES (CPME)
9. Cap PM JORGE EDUARDO TASCA (PM-3) 10. Cap PM JARDEL CARLITO DA SILVA (BPMA) 11. Cap PM LUCIANO GABRIEL THIELE (PM-3) 12. Cap PM RENATO ABREU (CFAP)
13. Cap PM ANDRÉ LUIZ DIAS DE MELLO (19º BPM)
14. Cap PM MARCUS VINICIUS DE SOUZA DALMARCO (Gu Esp PM Imbituba) 15. Cap PM DANIEL NUNES DA SILVA (BOPE)
16. Cap PM RICHARD WESTPHAL (GEChoque) 17. Cap PM FABIANO DA SILVA (2ª RPM)
18. Cap PM MIGUEL ANGELO SILVEIRA (Gu Esp PMMon) 19. Cap PM FREDERICK RAMBUSCH (BPMA)
20. Cap PM PABLO NERI PEREIRA (10º BPM) 21. Cap PM MARCELO SESTREN VENERA (8º BPM) 22. 1º Ten PM THIAGO AUGUSTO VIEIRA (4º BPM) 23. 1º Ten PM JOAMIR ROGÉRIO CAMPOS (21º BPM) 24. 1º Ten PM ANDERSON STHANKE (GEChoque) 25. 1º Ten PM EDUARDO MORENO PERSON (9º BPM) 26. 1º Ten PM FABRÍCIO GILBERTO TRUPPEL (22º BPM) 27. 1º Ten PM CLARISSA DIAS SOARES (DIE)
28. 2º Ten PM CAROLINA MARIA BACHMANN (10º BPM) 29. 2º Ten PM THIAGO MATIAS FONSECA (16º BPM) 30. Sd PM GLEDSON EDUARDO CARDOSO (PM-3)
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COMANDO GERAL
PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PADRÃO DA
POLÍCIA MILITAR DE SANTA CATARINA
100 - POPs PRÓ-ATIVOS
101 - Policiamento ostensivo motorizado 102 - Policiamento ostensivo a pé
103 - Análise e resolução de problemas de segurança pública 104 – Vistoria preventiva residencial
105 - Vistoria preventiva comercial
106 - Atendimento preventivo pós-crime residencial 107 - Atendimento preventivo pós-crime comercial
108 - Vistoria preventiva de ordem pública em locais de eventos, estabelecimentos e atividades (Laudo de Ordem Pública)
200 - POPs REPRESSIVOS
201 - Barreira policial 202 - Varredura 203 - Pente Fino 204 - Patrulha urbana 205 - Patrulha rural 206 - Cerco 207 - Comando de trânsito 208 - Fiscalização de ambulantes209 - Fiscalização de ordem pública em estabelecimentos de diversão, bares e congêneres
300 - POPs REATIVOS - ATIVIDADE ORDINÁRIA
301 - CONHECIMENTO E EMPENHO DE OCORRÊNCIA 301.1 - Conhecimento da ocorrência – 190 – Atendimento
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COMANDO GERAL
301.3 - Empenho de Guarnição PM– 190
302 - DESLOCAMENTO PARA O LOCAL DA OCORRÊNCIA 302.1 - Deslocamento para o local da ocorrência - Nível 1 302.2 - Deslocamento para o local da ocorrência - Nível 2 302.3 - Deslocamento para o local da ocorrência - Nível 3
303 - CHEGADA AO LOCAL DA OCORRÊNCIA
304 - ATENDIMENTO DA OCORRÊNCIA 304.1 - Homicídio
304.2 - Roubo
304.3 - Sequestro relâmpago 304.4 - Furto
304.5 - Lei Maria da Penha 304.6 - Tráfico de drogas 304.7 - Posse de drogas
304.8 - Porte ou posse ilegal/irregular de arma de fogo 304.9 - Lesão corporal leve
304.10 - Vias de Fato/Rixa 304.11 - Dano
304.12 - Ameaça
304.13 - Perturbação do trabalho ou sossego alheios 304.14 - Jogos de azar
304.15 - Desacato 304.16 - Desobediência
304.17 – Direção de veículo automotor sem habilitação
304.18 - Ocorrência de condução de veículo sob influência de álcool 304.19 - Lesão corporal culposa na direção de veículo automotor 304.20 - Homicídio culposo na direção de veículo automotor 304.21 - Acidentes de trânsito
304.22 - Objetos e materiais encontrados ou recuperados 304.23 - Encontro de cadáver/constatação de óbito
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COMANDO GERAL
304.24 - Encontro de pessoa perdida
304.25 - Verificação de pessoa em atitude suspeita 304.26 - Animal em via pública
304.27 - Atendimento preliminar de ocorrência com bomba
304.28 - Atendimento preliminar de ocorrência com refém ou suicida 304.29 - Manifestações
304.30 - Disparo de alarme em estabelecimento bancário
304.31 - Ocorrência envolvendo pessoa com prerrogativa de função 304.32 - Ocorrência envolvendo estrangeiro
304.33 - Ocorrência envolvendo criança e/ou adolescente
304.34 - Ocorrência envolvendo guardador autônomo de veículo (flanelinha)
305 - ENCERRAMENTO DA OCORRÊNCIA
305.1 - Condução de preso/apreendido em flagrante para hospital 305.2 - Lavratura de BO-TC 305.3 - Lavratura de BO-COP 305.4 - Lavratura de BO-PF/Ap 305.5 - Lavratura de BO-Outros 305.6 - Lavratura de BO-AT 305.7 - Lavratura de BO-AT/TC 305.8 - Lavratura de BO-AT/COP 305.9 - Lavratura de BO-AT/PF-Ap
306 - NÃO EXISTÊNCIA OU NÃO CONSTATAÇÃO DE OCORRÊNCIA 307 - RESOLVIDO NO LOCAL
308 - DISPENSADO PELO SOLICITANTE
400 – POPs de TÉCNICA POLICIAL
401 – BUSCA PESSOAL 402 – USO DE ALGEMA
403 – NÍVEIS DE RISCO NA ABORDAGEM POLICIAL 404 – ABORDAGEM POLICIAL
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COMANDO GERAL
405 – ACOMPANHAMENTO OU PERSEGUIÇÃO DE VEÍCULO 406 – CONDUÇÃO DE PRESO EM VIATURA
500 - POPs DIVERSOS
501 - PREPARAÇÃO PARA O SERVIÇO 502 - PRESERVAÇÃO DE LOCAL DE CRIME
600 - POPs Unidades Especializadas
601 – POPs BPMRv
601.1 - Fiscalização diária e ostensiva defronte aos Postos do BPMRv 601.2 - Posicionamento de viatura nos postos do BPMRv e nas rodovias 601.3 - Ocorrência envolvendo veículo com excesso de peso
602 – POPs BPMA
602.1 - Ocorrência envolvendo uso irregular de recursos florestais
602.2 - Identificação do uso irregular de recursos florestais em áreas de preservação permanente 602.3 - Identificação do uso irregular de recursos florestais integrantes do Bioma Mata Atlântica 602.4 - Destinação de animais nativos apreendidos ou entregues
602.5 - Estruturação Básica do Processo Administrativo Ambiental
603 – POPs BAPM
603.1 - Radiopatrulhamento aéreo preventivo 603.2 - Operações policiais Helitransportadas 603.3 - Atendimento Pré-hospitalar em Aeronave 603.4 - Operações de Buscas com Aeronaves
603.5 - Transporte de Equipe e Órgãos para Transplante
700 - POPs Unidades de Apoio
701 – POPs BOPE
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COMANDO GERAL
701.2 - Atendimento de Ocorrência com Refém, Suicida ou barricados 701.3 - Procedimento em Ocorrências com Bombas e Artefatos Explosivos
702 – POPs Gu Esp PMMon
702.1 - Patrulhamento Montado 702.2 - Abordagem Policial Montado 702.3 - Operações de Choque Montado
702.4 - Patrulhamento Montado em Shows, Festas ou Eventos
703 – POPs GEChoque
703.1 – Controle de Distúrbios Civis - CDC 703.2 - Revista em Estabelecimento Prisional 703.3 – Escolta
703.4 - Rebelião em Estabelecimento Prisional
703.5 - Atuação do Choque em Policiamento de Futebol 703.6 - Atuação do Choque em Grandes Eventos
703.7 - Patrulhamento Tático Móvel - PATAMO CHOQUE 703.8 - Atuação do Choque em Reintegração de Posse
704 – POPs Cia Pol Cães
704.1 - Patrulhamento Tático K-9 704.2 - Abordagem Policial com cão
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PROCEDIMENTO
OPERACIONAL PADRÃO
PRÓ-ATIVO
Grupo 100
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
POLICIAMENTO OSTENSIVO MOTORIZADO POP nº
101 Estabelecido em 23/12/2011 Execução Guarnição PM MATERIAL NECESSÁRIO
1. Fardamento, armamento e equipamento (POP nº 501)
2. Cobertura quando em P-115 (não há obrigatoriedade de utilização de cobertura no interior da viatura quando em deslocamento)
ETAPAS PROCEDIMENTOS Conhecimento da ocorrência - Deslocamento - Chegada - Atendimento - Encerramento -
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
POLICIAMENTO OSTENSIVO MOTORIZADO POP nº
101
Estabelecido em 23/12/2011
Execução Guarnição PM
FUNDAMENTAÇÃO LEGAL E DOUTRINÁRIA
LEGISLAÇÃO/DOUTRINA ESPECIFICAÇÃO
Manual de Técnicas de Policia Ostensiva - PMSC Capítulos I e VII
Ordem nº 027/Cmdo-G/2003 Inteiro Teor
Diretriz de Ação Operacional Permanente
002/89/Cmdo G Inteiro teor
Diretriz de Ação Operacional Permanente
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
POLICIAMENTO OSTENSIVO MOTORIZADO POP nº
101
Estabelecido em 23/12/2011
Execução Guarnição PM
SEQUÊNCIA DAS AÇÕES
1. Informar-se sobre o posto a ser policiado;
2. Informar-se sobre as ocorrências relevantes do turno de serviço anterior;
3. Informar-se junto ao comandante do policiamento se existe alguma atividade extraordinária programada em sua área de atuação durante seu turno de serviço;
4. Iniciar o patrulhamento em seu posto;
a. Se houver cartão programa pré-estabelecido:
I. Seguir o roteiro estabelecido no cartão-programa;
II. Identificar outros pontos críticos que possam ser incluídos no cartão programa e informar ao comandante do policiamento.
b. Se não houver cartão-programa:
I. Priorizar o patrulhamento de pontos sensíveis: bancos, escolas, casas lotéricas, postos de combustíveis, supermercados, áreas de grande circulação de pessoas; II. Os locais e horários de P-115 (permanência em posto de policiamento ostensivo
motorizado) e P-409 (patrulhamento/ronda) deverão ser alternados, a fim de não tornar previsível a atuação da guarnição.
5. Manter, no período noturno, o dispositivo luminoso (giroflex) ligado em todos os deslocamentos, exceto quando da aproximação de pontos críticos;
6. Obedecer à legislação de trânsito, inclusive no tocante ao cinto de segurança; 7. Manter a velocidade de patrulhamento de no máximo 40 km/h;
8. Informar e cadastrar junto à CRE/COPOM toda e qualquer alteração durante o turno de serviço (P-115, abordagens, barreiras) assim como deslocamentos para J-4 (refeição), J-8 (necessidades fisiológicas) e períodos de descanso na base operacional;
9. Realizar P-115, observando o seguinte:
a. O P-115 deverá ser realizado em locais de grande visibilidade e a localização exata deverá ser informada à CRE/COPOM;
b. Estacionar a viatura de forma que, havendo necessidade de deslocamento, poderá fazê-lo em qualquer direção de saída sem realizar manobras;
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
POLICIAMENTO OSTENSIVO MOTORIZADO POP nº
101
Estabelecido em 23/12/2011
Execução Guarnição PM
rádio, devendo proceder, nos arredores, patrulhamento a pé, sem perder contato visual com a viatura;
d. A duração do P-115 deverá ser de 15 (quinze) a 30 (trinta) minutos;
e. Os policiais deverão utilizar cobertura e manter uma postura corporal que transmita profissionalismo e atenção.
10. Quando em P-115, fazer contato com comerciantes e com a população em geral, visando à aproximação entre polícia militar e comunidade, com foco na atividade policial militar;
11. Realizar barreiras policiais (POP nº 201) e abordagens de pessoas (POP nº 404);
12. Caso não haja ocorrências pendentes no posto ou outras operações programadas, o comandante do policiamento poderá conceder, a cada 02 (duas) horas de serviço, 15 (quinze) minutos de descanso na base operacional ou OPM para a guarnição, não podendo haver mais de uma guarnição na base simultaneamente (os períodos de descanso não são cumulativos);
13. Exceto no período de J-4, nenhuma permanência na base operacional ou OPM poderá ser superior a 15 (quinze) minutos;
14. Todo e qualquer deslocamento fora do seu posto, que não for para atendimento de ocorrência, só poderá ser realizado mediante prévia autorização do comandante do policiamento.
15. Ao término do serviço:
a. Repassar à próxima guarnição alterações de serviço (ocorrências, atividades extraordinárias e outras informações relevantes);
b. Repassar ao comandante do policiamento e à próxima guarnição alterações relativas a viatura, equipamento e armamento;
c. Informar à CRE/COPOM o encerramento do turno de serviço e os componentes da guarnição que assumem.
ATIVIDADES CRÍTICAS
1. Obedecer às normas de trânsito; 2. Realizar P-115, abordagens e barreiras;
3. Manter a ostensividade da viatura, tanto em P-409 quanto em P-115.
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
POLICIAMENTO OSTENSIVO MOTORIZADO POP nº
101
Estabelecido em 23/12/2011
Execução Guarnição PM
1. Conduzir a viatura falando ao celular, fumando ou com um dos braços para fora da janela; 2. Estacionar a viatura em locais proibidos quando não estiver em atendimento de ocorrência 3. Desobedecer à legislação de trânsito, em especial, deixando de usar o cinto de segurança, salvo
nas exceções especificadas;
4. Realizar o patrulhamento em velocidade superior a 40 km/h, comprometendo a observação de fatos suspeitos bem como a visualização da viatura pelos transeuntes;
5. Realizar P-115 aquém ou além do tempo estabelecido;
6. Manter postura desleixada, apoiando-se na viatura e portando-se de maneira desatenta;
7. Deixar de informar à CRE/COPOM alterações como abordagens, P-115, barreiras, J-4, J-8 e períodos de descanso na base operacional ou OPM;
8. Sair de seu posto por motivo que não seja atendimento de ocorrência sem prévia autorização do comandante do policiamento.
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
POLICIAMENTO OSTENSIVO A PÉ POP nº
102 Estabelecido em 23/12/2011 Execução Guarnição PM MATERIAL NECESSÁRIO
1. Fardamento, armamento e equipamento (POP nº 501)
ETAPAS PROCEDIMENTOS Conhecimento da ocorrência - Deslocamento - Chegada - Atendimento - Encerramento -
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
POLICIAMENTO OSTENSIVO A PÉ POP nº
102
Estabelecido em 23/12/2011
Execução Guarnição PM
FUNDAMENTAÇÃO LEGAL E DOUTRINÁRIA
LEGISLAÇÃO/DOUTRINA ESPECIFICAÇÃO
Manual de Técnicas de Policia Ostensiva - PMSC Capítulo I e V Diretriz de Ação Operacional Permanente
002/89/Cmdo G Inteiro teor
Diretriz de Ação Operacional Permanente
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
POLICIAMENTO OSTENSIVO A PÉ POP nº
102
Estabelecido em 23/12/2011
Execução Guarnição PM
SEQUÊNCIA DAS AÇÕES
1. Informar-se sobre o posto a ser policiado;
2. Informar-se sobre ocorrências relevantes no turno de serviço anterior;
3. Informar-se junto ao comandante do policiamento se existe alguma atividade extraordinária programada em sua área de atuação durante seu turno de serviço;
4. Iniciar o patrulhamento em seu setor; a. Se houver roteiro pré-estabelecido:
I. Seguir o roteiro;
II. Identificar outros pontos críticos que possam ser incluídos no roteiro e informar ao comandante do policiamento.
b. Se não houver roteiro:
I. Priorizar patrulhamento nas proximidades de bancos, praças, casas lotéricas, supermercados, demais estabelecimentos comerciais e em frente a escolas. 5. Realizar policiamento de proximidade com a comunidade, estabelecendo contato com
comerciantes e população em geral, com foco na atividade policial militar;
6. Conhecer e localizar os principais pontos de interesse público dentro de seu setor, tais como instituições públicas, prestadoras de serviços públicos e privados e principais vias, a fim de prestar informação ao público quando solicitado;
7. O policial deverá portar-se da seguinte forma: a. Manter atenção ao que ocorre a sua volta;
b. Manter uma postura proativa, voltada à prevenção;
c. Estar sempre em local de boa visibilidade para garantir a ostensividade. 8. Ao se deparar com uma ocorrência (POP nº 404):
a. Se houver possibilidade de atender sozinho: I. Informar à CRE/COPOM;
II. Proceder ao atendimento (POP nº 304). b. Se não houver possibilidade de atender sozinho:
I. Informar à CRE/COPOM e solicitar apoio/reforço; II. Acompanhar o desenvolvimento da ocorrência;
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
POLICIAMENTO OSTENSIVO A PÉ POP nº
102
Estabelecido em 23/12/2011
Execução Guarnição PM
9. Caso não haja ocorrências pendentes no posto ou outras operações programadas, o comandante do policiamento poderá conceder, a cada 02 (duas) horas de serviço, 15 (quinze) minutos de descanso. Destaque-se que os períodos de descanso não são cumulativos;
a. Se houver base operacional ou OPM no seu posto:
I. Informar à CRE/COPOM e ao comandante do policiamento sobre o início e o término do período de descanso;
II. O descanso deverá ser realizado na base ou OPM, não podendo haver mais de uma guarnição simultaneamente.
b. Se não houver base operacional ou OPM no seu posto:
I. Informar à CRE/COPOM e ao comandante do policiamento sobre o início e o término do período de descanso e sobre o local em que será realizado;
II. O descanso deverá ser realizado em locais adequados (padarias, confeitarias, lojas de conveniências), que fiquem no seu posto, não podendo haver mais de uma guarnição neste local simultaneamente.
10. Informar ao comandante do policiamento e à CRE/COPOM o término do seu turno de serviço.
ATIVIDADES CRÍTICAS
1. Manter a ostensividade (estar em local visível);
2. Manter postura que transmita a ideia de vigilância e a sensação de segurança à população.
ERROS A SEREM EVITADOS
1. Realizar atividades pessoais durante o policiamento ostensivo a pé (pagamento de contas, serviços bancários, pesquisas de preços, compras);
2. Deixar de informar à CRE/COPOM alterações como abordagens, J-4, J-8 e períodos de descanso na base operacional ou OPM ou outro local escolhido para este fim;
3. Sair de seu posto por motivo que não seja atendimento de ocorrência sem prévia autorização do comandante do policiamento.
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
ANÁLISE E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE SEGURANÇA PÚBLICA POP nº 103 Estabelecido em 23/12/2011 Execução PM capacitado MATERIAL NECESSÁRIO
1. Fardamento, armamento e equipamento (POP nº 501)
2. Diagrama para a identificação de problemas de segurança pública 3. Matriz GUT (Gravidade – Urgência – Tendência)
4. Diagrama de Causa e Efeito 5. Plano de Ação ETAPAS PROCEDIMENTOS Conhecimento da ocorrência - Deslocamento - Chegada - Atendimento - Encerramento -
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
ANÁLISE E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE SEGURANÇA PÚBLICA POP nº 103 Estabelecido em 23/12/2011 Execução PM capacitado
FUNDAMENTAÇÃO LEGAL E DOUTRINÁRIA
LEGISLAÇÃO/DOUTRINA ESPECIFICAÇÃO
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
ANÁLISE E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE SEGURANÇA PÚBLICA POP nº 103 Estabelecido em 23/12/2011 Execução PM capacitado
SEQUÊNCIA DAS AÇÕES
1. Utilizar o método IARA para identificação, análise, resposta e avaliação de problemas de segurança pública;
2. Identificar os problemas de segurança pública em uma determinada comunidade:
a. Empregar estratégias diversificadas para a identificação dos problemas de segurança pública em uma determinada comunidade (Distribuição de urnas e formulários em centros comerciais e igrejas; conversas informais de policiais de linha de frente com a comunidade; a correlação entre os dados obtidos por meio de geoprocessamento e análises estatísticas e a comunidade; observação direta como pré-identificação de problemas; queixas em rádio comunitária; caminhadas guiadas; mapa de problemas da vizinhança, etc.);
b. Realizar reunião no CONSEG para a identificação de problemas:
I. Mobilizar o maior número possível de pessoas diferentes para participar do processo de identificação de problemas, congregando, preferencialmente, os seis grandes da polícia comunitária;
II. Utilizar o diagrama para identificação de problemas (Anexo A), empregando a técnica de brainstorming:
i. Dividir os participantes em grupos de quatro a doze pessoas, sendo o número ideal de seis participantes. Na escolha dos participantes, é sempre bom ter um grupo misto – quanto mais diversidade melhor;
ii. Orientar que cada grupo deve escolher o coordenador e um ou dois anotadores, conforme o tamanho do grupo, para anotar os problemas que forem sendo relatados pelos membros do grupo;
iii. Apresentar ao grupo com clareza e precisão o tema a ser trabalhado (– Hoje o objetivo de nossa reunião é identificar os problemas relacionados a segurança pública de nossa comunidade);
iv. Iniciar a identificação dos problemas pelos participantes (Nesta fase, a qualidade das informações não é relevante. Os participantes lançam ideias à medida que surgem em sua “cabeça” e estas são escritas pelos anotadores ou em um quadro. Não se deve fazer juízo de valor nesta etapa, e sim encorajar
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
ANÁLISE E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE SEGURANÇA PÚBLICA POP nº 103 Estabelecido em 23/12/2011 Execução PM capacitado
todas as ideias, produzir o maior número de ideias possível e combinar as ideias para gerar outras. Agora o que se deseja é quantidade. O papel do coordenador passa a ser o de facilitador, encorajando a produção de ideias e mantendo o grupo centrado na questão principal);
v. Avaliar os problemas relatados, eliminando que não reflitam as verdadeiras preocupações do grupo;
vi. Garantir que cada problema seja um grupo de duas ou mais ocorrências (grupo de incidentes) que são similares em um ou mais aspectos, ou seja, têm um padrão que os une, (tipo da infração, procedimento, localização, pessoas, tempo ou relacionado a um determinado evento), que causa danos e, além disso, é uma preocupação para a polícia e, principalmente, para a comunidade e acomete, em pouco tempo, grande número de pessoas.
vii. Especificar os problemas com seus aspectos mais importantes (o que é – identidade; quem é impactado – extensão; onde acontece – localização; e, quando acontece – tempo).
III. Listar todos os problemas identificados na reunião, agregando aqueles identificados por meio de outras estratégias;
IV. Priorizar os problemas identificados utilizando a matriz GUT (Anexo B), levando em conta as seguintes dimensões: a gravidade – impacto do problema sobre coisas, pessoas, resultados, processos ou organizações e efeitos que surgirão em longo prazo, caso o problema não seja resolvido; a urgência – relação com o tempo disponível ou necessário para resolver o problema; e, a tendência – potencial de crescimento do problema, avaliação da tendência de crescimento, redução ou desaparecimento do problema:
V. Selecionar um problema para a sequência de aplicação das etapas do Método IARA.
3. Analisar o problema selecionado para descobrir suas causas principais: a. Gerar conhecimento sobre o problema:
I. Determinar quais informações serão necessárias para, ao final do processo, se ter um retrato fiel do problema, de suas consequências e, principalmente, de suas causas, levando em consideração a vítima, o autor e o ambiente;
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
ANÁLISE E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE SEGURANÇA PÚBLICA POP nº 103 Estabelecido em 23/12/2011 Execução PM capacitado
II. Determinar as possíveis fontes de dados para coleta das informações (comunidade, instituições públicas e privadas, estudos acadêmicos, etc.);
III. Coletar as informações;
IV. Levantar quais são as respostas atuais aos incidentes decorrentes do problema. b. Utilizar o diagrama de causa e efeito (Anexo C) adaptado ao contexto da segurança
pública para caracterizar o problema, resumindo e identificando suas causas principais e secundárias da seguinte forma:
I. Envolver o maior número de pessoas que conhecem o problema numa dinâmica de
brainstorming;
II. Escrever o rótulo do problema na caixa do diagrama que significa o “efeito” (tendo o digrama de causa e efeito o formato de uma espinha de peixe, escrever o rótulo na “cabeça do peixe”);
III. Preencher os retângulos grandes (“espinhas” grandes) com os principais responsáveis pela ocorrência do problema, identificando quem são as vítimas, quem são os infratores, em que local/ambiente ocorre o problema, quais são os outros órgãos governamentais ou não-governamentais cujas atribuições impactam no problema, além da Polícia Militar e da Polícia Civil que, em regra, sempre terão relação com o problema;
IV. Preencher as “espinhas” médias (linhas) com as causas secundárias relacionadas ao seu respectivo responsável (quais aspectos, comportamentos, fatores, etc. desta dimensão – vítima, infrator, ambiente, outros órgãos governamentais ou não-governamentais, Polícia Militar ou Polícia Civil – contribuem para que o problema exista; o que esta dimensão faz ou deixa de fazer que contribui para que o problema exista; etc.);
V. Sinalizar no diagrama as causas que parecem exercer um efeito mais significativo sobre o problema (causas principais);
VI. Garantir que a análise seja realizada com a profundidade adequada à natureza e à complexidade do problema, no sentido de gerar um conhecimento maior e mais abrangente do que aquele que gerou o problema, de tal forma que se tenha uma base sólida para a proposição de ações que ataquem, de maneira efetiva, as causas principais do problema.
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
ANÁLISE E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE SEGURANÇA PÚBLICA POP nº 103 Estabelecido em 23/12/2011 Execução PM capacitado
4. Estabelecer a solução mais adequada para o problema e implementá-la:
a. Encontrar ações ou alternativas que possam contribuir para a solução do problema. Essa busca de alternativas deve ser muita mais ampla do que apenas buscar reprimir um determinado fato delituosos ou prender um determinado infrator, bem como não deve ter como escopo, simplesmente, repassar o problema para outra agência governamental que tenha relação direta com o problema, pois somente a transferência de responsabilidade, sem o devido acompanhamento, não garante a adoção das medidas necessária a resolução do problema;
b. Rever as descobertas sobre os três lados do triângulo de análise de problemas (vítima, infrator e ambiente) e desenvolver ações para lidar, pelo menos, com dois lados do triângulo;
c. Estabelecer qual o objetivo desejado com a implementação das potenciais alternativas para a resolução do problema:
I. Eliminar o problema – a efetividade é aferida pela ausência total dos incidentes provocados pelo problema;
II. Reduzir o número de incidentes criados pelo problema – o objetivo é a redução de ocorrências originadas pelo problema, geralmente é o mais viável no contexto policial;
III. Reduzir a gravidade dos danos provocados pelo problema– A efetividade neste caso é demonstrada pela constatação de que as ocorrências são menos danosas; IV. Lidar melhor com o problema – Tratar os envolvidos de modo mais humano,
reduzir os custos relacionados ao problema, aprimorar a capacidade de lidar com o problema ou os incidentes por ele gerados, etc.;
V. Desconsiderar o problema como um assunto da polícia – A efetividade deste tipo de solução está em a polícia constatar e comprovar que o problema não está no seu raio de atuação, devendo assim, encaminhar o problema para os organismos ou pessoas que têm essa responsabilidade.
d. Construir as ações ou alternativas para o alcance do objetivo definido anteriormente, destacando que, inicialmente, não há limite para a criatividade e a imaginação na busca de potenciais soluções para o problema selecionado e analisado;
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
ANÁLISE E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE SEGURANÇA PÚBLICA POP nº 103 Estabelecido em 23/12/2011 Execução PM capacitado
um momento subsequente, apresentar respostas tradicionais;
f. Averiguar, somente depois de esgotadas todas as possibilidades de criação de alternativas para o problema, a viabilidade de cada uma delas, verificando, especialmente, aspectos relacionados à legalidade, potencial efetividade, adequação aos valores da comunidade, custos, praticidade, etc.;
g. Equilibrar a adoção de táticas tradicionais – normalmente relacionadas às atividades básicas de policiamento e que sozinhas dificilmente proporcionam soluções duradouras para os problemas, como por exemplo, prisões, intimações, saturação de policiamento; investigação policial, etc. – com táticas não tradicionais – ligadas a ações comunitárias ou que agreguem novas formas de intervenção, tais como, organização da comunidade, educação da população, alteração do ambiente, mudanças no contexto social, alteração no comportamento dos atores, comunicação transparente com a população, etc.
h. Utilizar para organizar as respostas ao problema o Plano de Ação (Anexo D): I. Identificar o rótulo do problema;
II. Estabelecer o objetivo (eliminar o problema, reduzir a sua frequência ou gravidade, etc.);
III. Definir o indicador que permitirá apurar se o objetivo estabelecido foi o não alcançado;
IV. Listar as causas principais do problema que foram identificadas no diagrama de causa e efeito;
V. Escrever as ações tendentes a “atacar” cada causa principal do problema em ordem cronológica, detalhando o local de sua realização, o prazo, o responsável (nome, e não função ou instituição), os custos decorrentes e o indicador que possibilitará aferir a sua consecução;
VI. Definir os responsáveis por acompanhar e avaliar o andamento do plano de ação. i. Monitorar a execução do plano;
j. Coletar os dados referentes à execução do plano para comparação com os indicadores, a fim de verificar o desempenho das ações e possibilitar a avaliação dos resultados na próxima etapa do método IARA.
5. Avaliar os resultados alcançados e a efetividade das respostas ao problema:
pós-PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
ANÁLISE E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE SEGURANÇA PÚBLICA POP nº 103 Estabelecido em 23/12/2011 Execução PM capacitado
aplicação das respostas, tendo por base os indicadores definidos no plano de ação; b. Estabelecer ações de melhoria – quando os resultados obtidos na implementação das
ações estiverem em conformidade com os indicadores previstos no plano de ação; neste caso o resultado da etapa de avaliação servirá como um novo diagnóstico a ser utilizado no planejamento de novas ações, visando reduzir ainda mais as causas que geram os problemas identificados ou até mesmo eliminá-las – ou ações corretivas – quando os resultados obtidos na implementação das ações não estiverem em conformidade com os indicadores previstos no plano de ação; neste caso o resultado da etapa de avaliação servirá como parâmetro para rever o planejamento executado, no sentido de identificar falhas no próprio processo de planejamento, ou corrigir eventuais ações que se mostraram inócuas ou ainda redimensionar os indicadores de avaliação propostos; c. Produzir um documento consolidando todo o conhecimento produzido a resolução deste
problema, como oportunidade para se refletir sobre as dificuldades, as conquistas e os erros cometidos durante todo o processo, como forma de trocar experiências e transferir o conhecimento obtido para outros CONSEGs (difusão de boas práticas), e como um instrumento para garantir que todo este aprendizado não seja perdido.
ATIVIDADES CRÍTICAS
1. Mobilizar e manter engajado o maior número possível de pessoas diferentes para participar do processo de análise e resolução de problemas, congregando, preferencialmente, os seis grandes da polícia comunitária;
2. Especificar os problemas com seus aspectos mais importantes (o que é – identidade; quem é impactado – extensão; onde acontece – localização; e, quando acontece – tempo);
3. Gerar conhecimento sobre o problema para descobrir suas causas principais;
4. Equilibrar a adoção de táticas tradicionais com táticas não tradicionais para a resolução do problema;
5. Comparar a situação inicial identificada na análise do problema, com a situação pós-aplicação das respostas, tendo por base os indicadores definidos no plano de ação.
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
ANÁLISE E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE SEGURANÇA PÚBLICA POP nº 103 Estabelecido em 23/12/2011 Execução PM capacitado
1. Identificar problemas de segurança pública apenas pela percepção; situação que tende a refletir apenas experiências pessoais;
2. Não distinguir problemas individuais, que não se configuram em preocupação da comunidade com um todo, e problemas comunitários;
3. Não diferenciar causa, problema e sintoma;
4. Escolher problemas muito complexos nas primeiras intervenções com o método IARA;
5. Tentar resolver muitos problemas simultaneamente, sem priorizá-los, ou problemas cuja resolução esteja além dos recursos disponíveis (tempo, dinheiro, pessoas, etc.);
6. Iniciar precocemente o processo de criação de ações para resolver o problema sem analisá-lo adequadamente;
7. Estabelecer respostas que não estejam focadas e diretamente relacionadas com as causas descobertas na fase de análise do problema.
ANEXO A (POP nº 103)
DIAGRAMA PARA IDENTIFICAÇÃO DE PROBLEMAS 1. É realmente um problema de crime, violência e desordem?
2. O problema é realmente uma prioridade para a comunidade ou deveria ser?
3. O problema escolhido é pequeno ou esse problema deveria ser dividido em vários probleminhas?
UTILIZE A TÉCNICA DO BRAINSTORMING (TEMPESTADE DE IDÉIAS) CRIME/CONTRAVENÇÃO
São fatos típicos antijurídicos, definidos em lei
MEDO DO CRIME
São os atos referentes à Sensação de insegurança.
DESORDEM
São fatos que se referem à aparência das coisas ou ao comportamento das pessoas, que não constituem um crime/contravenção, mas facilitam a sua ocorrência.
ANEXO B (POP nº 103)
PRIORIZAÇÃO DOS PROBLEMAS MATRIZ GUT
GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA PONTOS
Os prejuízos ou dificuldades são extremamente graves
É necessária uma ação imediata Se nada for feito, o agravamento
será imediato 5
Muito graves Com alguma urgência Vai piorar a curto
prazo 4
Graves O mais cedo possível Vai piorar a
médio prazo 3
Pouco graves Pode esperar um pouco Vai piorar a longo
prazo 2
Sem gravidade Não tem Pressa Não vai piorar ou
pode até melhorar 1
N.° PROBLEMA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA TOTAL
PONTOS 1 2 3 4 5 6 7 8 9
ANEXO C (POP nº 103)
DIAGRAMA DE CAUSA-EFEITO (Espinha de Peixe)
1. Na “cabeça do peixe” escreva o rótulo do problema;
2. Preencha os retângulos (“espinhas grandes”) com as causas principais que afetam o problema (fique a vontade para alterar as causas principais sugeridas); 3. Preencha as “espinhas médias”, com as causas secundárias que afetam as causas principais;
4. As causas que parecem exercer um efeito mais significativo sobre o problema devem ser sinalizadas no diagrama.
ANEXO D (POP nº 103) PLANO DE AÇÃO Rótulo do Problema:
Objetivo:
Indicador:
CAUSA AÇÃO PREVISTA LOCAL PRAZO RESPONSÁVEL CUSTOS INDICADOR
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
VISTORIA PREVENTIVA RESIDENCIAL POP nº
104 Estabelecido em 23/12/2011 Execução PM capacitado MATERIAL NECESSÁRIO
1. Fardamento, armamento e equipamento (POP nº 501) 2. Formulário de Vistoria Preventiva Residencial (Anexo A)
ETAPAS PROCEDIMENTOS Conhecimento da ocorrência - Deslocamento - Chegada - Atendimento - Encerramento -
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
VISTORIA PREVENTIVA RESIDENCIAL POP nº
104
Estabelecido em 23/12/2011
Execução PM capacitado
FUNDAMENTAÇÃO LEGAL E DOUTRINÁRIA
LEGISLAÇÃO/DOUTRINA ESPECIFICAÇÃO
Constituição da República Federativa do Brasil
de 1988 Arts. 5º caput, 6º caput e 144, § 5º
Constituição do Estado de Santa Catarina Arts. 105, II e 107
Lei Complementar 454/2009 Art. 10
Parecer nº AGU/TH/02/2001- Anexo ao parecer
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
VISTORIA PREVENTIVA RESIDENCIAL POP nº
104
Estabelecido em 23/12/2011
Execução PM capacitado
SEQUÊNCIA DAS AÇÕES
1. Receber do Comando a relação dos locais a serem vistoriados; 2. Estabelecer contato prévio com o morador responsável pelo imóvel:
a. Identificar-se;
b. Explanar sobre o motivo e objetivos da vistoria;
c. Agendar vistoria, caso haja interesse do morador responsável pelo imóvel (não havendo interesse, agradecer a atenção e informar que se posteriormente houver o desejo de receber a vistoria, basta entrar em contato com a OPM local).
3. Comunicar o início dos trabalhos de vistoria à CRE/COPOM;
4. Deslocar ao local previsto e efetuar contato com o morador responsável pelo imóvel; a. Se o morador responsável pelo imóvel estiver presente:
I. Explicar a dinâmica da vistoria;
II. Colher consentimento do morador responsável pelo imóvel no formulário de Vistoria Preventiva Residencial (Anexo A);
III. Iniciar o preenchimento do formulário de Vistoria Preventiva Residencial, com o respectivo levantamento fotográfico quando necessário, na ordem prevista no formulário;
IV. Encerrar a vistoria;
V. Enviar, ao morador responsável pelo imóvel, orientações complementares baseadas na vistoria realizada.
b. Se o morador responsável pelo imóvel estiver ausente:
I. Deixar o cartão de visita com registro da data e da hora do comparecimento. 5. Verificar se há outras vistorias agendadas:
a. Se houver, deslocar para a próxima vistoria;
b. Se não houver, comunicar o término dos trabalhos de vistoria à CRE/COPOM.
6. Estabelecer contato, novamente, com o morador responsável ausente na data agendada, para marcar uma nova vistoria.
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
VISTORIA PREVENTIVA RESIDENCIAL POP nº
104
Estabelecido em 23/12/2011
Execução PM capacitado
1. Estabelecer contato prévio com o morador responsável pelo imóvel; 2. Seguir a sequencia estabelecida no formulário de vistoria (Anexo A);
3. Enviar, ao morador responsável pelo imóvel, orientações complementares baseadas na vistoria realizada;
4. A vistoria deverá ser realizada por, no mínimo, dois policiais.
ERROS A SEREM EVITADOS
1. Realizar a vistoria sob a supervisão de pessoa não qualificada para prestar as informações necessárias, ou que não seja o morador responsável pelo imóvel.
ANEXO A (POP nº 104)
ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA DO CIDADÃO POLÍCIA MILITAR
VISTORIA PREVENTIVA RESIDENCIAL
DADOS GERAIS DA VISTORIA Tipo de Residência:
□
Unifamiliar□
Multifamiliar E-Mail:Nome do Prop. / Resp: Data:
Endereço: Nº.
Complemento: Bairro:
Município: Telefone:
CPF: RG Estado:
Ponto de referencia:
Empregado:
□
Sim□
Não□
informal Escolaridade:□
Analfabeto□
Fundamental□
Médio□
Superior IDENTIFICAÇÃO DA RESIDÊNCIAO nome da via / rua está claramente visível?
□
Sim□
Não□
Nome inexistente O número da residência está claramente visível?□
Sim□
Não□
Número inexistenteHISTÓRICO DE VITIMIZAÇÃO Já ocorreu algum crime nesta residência:
□
Sim□
Não□
Não sabeSe SIM, quantas vezes ocorreu?
□
01□
02□
03□
04□
05□
06□
07□
08 ou maisSe SIM, foi feito alguma mudança comportamental ou estrutural para evitar novamente o delito?
□
Sim□
Não□
Não sabe Se SIM, Esta mudança ocorreu depois de qual vitimização?□
01°□
02°□
03°□
04°□
05°□
06°□
07°□
08° ou posterior OBS.?ACESSIBILIDADE
A via pública permite e possui um bom fluxo de veículos em frente a residência?
□
Sim□
Não□
Não se aplica A via pública permite e possui um bom fluxo de pedestres em frente a residência?□
Sim□
Não□
Não se aplica A entrada da residência é recuada da via pública?□
Sim□
Não□
Não se aplicaA Propriedade possui segurança eletrônica?
□
Sim□
Não□
Não se aplica A Propriedade possui portão eletrônico?□
Sim□
Não□
Não se aplicaILUMINAÇÃO
Existe iluminação pública adequada em frente à residência?
□
Sim□
Não□
Não se aplicaExiste iluminação privada suficiente para iluminar todo o perímetro interno da propriedade?
□
Sim□
Não□
Não se aplica A iluminação do perímetro interno é protegida?□
Sim□
Não□
Não se aplicaLuzes no perímetro da propriedade?
Possui Sensor de Movimento?
□
Sim□
Não Sensor de Claridade?□
Sim□
Não Timer?□
Sim□
Não BARREIRA PERIMETRALExiste muro, barreira perimetral ou contenção?
□
Sim□
Não□
Não se aplica Se SIM, a barreira permite a visibilidade para o interior e exterior da propriedade?□
Sim□
Não□
Não se aplica Se SIM, a barreira está íntegra não necessitando de manutenção?□
Sim□
Não□
Não se aplica Se SIM, a propriedade é toda circundada pela barreira?□
Sim□
Não□
Não se aplicaExistem ofendículos como arames farpados, lancetas e outros?
□
Sim□
Não□
Não se aplica□
Sim□
Não□
Não se aplica□
Sim□
Não□
Não se aplica□
Sim□
Não□
Não se aplica□
Sim□
Não□
Não se aplica Os portões permitem boa visibilidadequando fechados?
Entrada de veículos
□
Sim□
Não□
Não se aplicaEntrada pessoas
□
Sim□
Não□
Não se aplica Foram removidas estruturas físicas ou vegetação que possibilitem o acesso à propriedade?□
Sim□
Não□
Não se aplica O depósito de lixo não permite acesso ao interior da propriedade?□
Sim□
Não□
Não se aplicaARBORIZAÇÃO E PAISAGISMO
Existe arborização / paisagismo, na via pública, em frente a residência?
□
Sim□
Não□
Não se aplica Se SIM, a arborização / paisagismo, na via pública, não obstruem a visibilidade e /ou a iluminação?□
Sim□
Não□
Não se aplica Existe arborização / paisagismo no interior da residência?□
Sim□
Não□
Não se aplica Se SIM, a arborização / paisagismo, na residência, não obstrui a visibilidade e /ou a iluminação?□
Sim□
Não□
Não se aplica Se SIM, a arborização / paisagismo, na residência, não permite esconderijos?□
Sim□
Não□
Não se aplicaVISIBILIDADE
EXTERNA A edificação é facilmente visualizada da via pública?
□
Sim□
Não□
Não se aplica INTERNA Há visibilidade para a via pública pelas aberturas da edificação (portas e janelas)?□
Sim□
Não□
Não se aplicaREFORÇO TERRITORIAL / VIGILÂNCIA NATURAL
Existe Fluxo de Pedestres?
Manhã?
□
Sim□
Não□
Não se aplica Tarde?□
Sim□
Não□
Não se aplica Noite?□
Sim□
Não□
Não se aplica Madrugada?□
Sim□
Não□
Não se aplicaÁreas com aspecto de desordem e abandono?
Existe coleta de Lixos e Resíduos?
□
Sim□
Não□
Não se aplicaNão há construções abandonadas na proximidades?
□
Sim□
Não□
Não se aplica Há boa conservação das estruturas?□
Sim□
Não□
Não se aplicaA área está livre do comércio/Consumo de Drogas no local?
□
Sim□
Não□
Não se aplica A área está livre da Prostituição no local?□
Sim□
Não□
Não se aplicaA área está livre de Pixações / Depredações?
□
Sim□
Não□
Não se aplica Os terrenos laterais estão ocupados?□
Sim□
Não□
Não se aplica Há contatos sociais erelacionamentos com os vizinhos?
Frente?
□
Sim□
Não□
Não se aplica Esquerda?□
Sim□
Não□
Não se aplica Direita?□
Sim□
Não□
Não se aplica Fundos?□
Sim□
Não□
Não se aplicaAMBIENTE EDIFICADO
AS JANELAS POSSUEM
Trancas em bom estado de funcionamento e conservação?
□
Sim□
Não□
Não se aplica Chaves em bom estado de funcionamento e conservação?□
Sim□
Não□
Não se aplica Grades em bom estado de funcionamento e conservação?□
Sim□
Não□
Não se aplicaAS PORTAS EXTERNAS
POSSUEM
Olho mágico?
□
Sim□
Não□
Não se aplicaFechadura em bom estado de funcionamento e conservação?
□
Sim□
Não□
Não se aplica A porta é reforçada e está em bom estado de conservação?□
Sim□
Não□
Não se aplica Os vidros nas portas não permitem o acesso a fechadura?□
Sim□
Não□
Não se aplica A dobradiça é reforçadas e não acessíveis pela parte externa?□
Sim□
Não□
Não se aplica PORTÃO DAGARAGEM Possui fechadura e dobradiça reforçadas?
□
Sim□
Não□
Não se aplica SEGURANÇA NOINTERIOR DA EDIFICAÇÃO
Alarmes?
□
Sim□
Não Câmeras?□
Sim□
Não Cão?□
Sim□
Não Segurança Privada?□
Sim□
Não□
Não se aplicaSUPERIOR EXISTEM GRADES OU
TRANCAS
Nas Portas?
□
Sim□
Não□
Não se aplica Nas Varandas?□
Sim□
Não□
Não se aplicaO(s) piso(s) superior(es) está(ao) isola(s) de acessos alternativos? (ex:. Árvore, muro entulhos, entulhos, etc.)
□
Sim□
Não□
Não se aplicaVALIDAÇÃO POLICIAL MILITAR
VISTORIADOR
Nome:
Mat.: OPM: Assinatura
PROPRIETÁRIO OU RESPONSÁVEL
Nome Assinatura
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
VISTORIA PREVENTIVA COMERCIAL POP nº
105 Estabelecido em 23/12/2011 Execução PM capacitado MATERIAL NECESSÁRIO
1. Fardamento, armamento e equipamento (POP nº 501) 2. Formulário de Vistoria Preventiva Comercial (Anexo A)
ETAPAS PROCEDIMENTOS Conhecimento da ocorrência - Deslocamento - Chegada - Atendimento - Encerramento -
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
VISTORIA PREVENTIVA COMERCIAL POP nº
105
Estabelecido em 23/12/2011
Execução PM capacitado
FUNDAMENTAÇÃO LEGAL E DOUTRINÁRIA
LEGISLAÇÃO/DOUTRINA ESPECIFICAÇÃO
Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 Arts. 5º caput, 6º caput e 144, § 5º Constituição do Estado de Santa Catarina Arts. 105, II e 107
Lei Complementar 454/2009 Art. 10
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
VISTORIA PREVENTIVA COMERCIAL POP nº
105
Estabelecido em 23/12/2011
Execução PM capacitado
SEQUÊNCIA DAS AÇÕES
1. Receber do Comando a relação dos locais a serem vistoriados;
2. Estabelecer contato prévio com o proprietário ou responsável pelo estabelecimento: a. Identificar-se;
b. Explanar sobre o motivo e objetivos da vistoria;
c. Agendar vistoria, caso haja interesse do proprietário ou responsável pelo estabelecimento (não havendo interesse, agradecer a atenção e informar que se posteriormente houver o desejo de receber a vistoria, basta entrar em contato com a OPM local).
3. Comunicar o início dos trabalhos de vistoria à CRE/COPOM;
4. Deslocar ao local previsto e efetuar contato com o proprietário ou responsável pelo estabelecimento;
a. Se o proprietário ou responsável estiver presente: I. Explicar a dinâmica da vistoria;
II. Colher consentimento do proprietário ou responsável no formulário de Vistoria Preventiva Comercial (Anexo A);
III. Iniciar o preenchimento do formulário de Vistoria Preventiva Comercial com o respectivo levantamento fotográfico quando necessário, na ordem prevista no formulário;
IV. Encerrar a vistoria;
V. Enviar, ao proprietário ou responsável pelo estabelecimento, orientações complementares baseadas na vistoria realizada.
b. Se o proprietário ou responsável estiver ausente:
I. Deixar o cartão de visita com registro da data e da hora do comparecimento. 5. Verificar se há outras vistorias agendadas:
a. Se houver, deslocar para a vistoria;
b. Se não houver, comunicar o término dos trabalhos de vistoria à CRE/COPOM.
6. Estabelecer contato, novamente, com o proprietário ou responsável ausente na data agendada, para marcar uma nova vistoria.
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
VISTORIA PREVENTIVA COMERCIAL POP nº
105 Estabelecido em 23/12/2011 Execução PM capacitado ATIVIDADES CRÍTICAS
1. Estabelecer contato prévio com o proprietário ou responsável pelo estabelecimento; 2. Seguir a sequencia estabelecida no formulário de vistoria;
3. Enviar, ao proprietário ou responsável pelo estabelecimento, orientações complementares baseadas na vistoria realizada;
4. A vistoria deverá ser realizada no mínimo por dois policiais.
ERROS A SEREM EVITADOS
1. Realizar a vistoria sob a supervisão de pessoa não qualificada para prestar as informações necessárias, ou que não seja o proprietário ou responsável pelo estabelecimento;
ANEXO A (POP nº 105)
ESTADO DE SANTA CATARINA VPC - Nº
SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA DO CIDADÃO POLÍCIA MILITAR
VISTORIA PREVENTIVA COMERCIAL
DADOS GERAIS DA VISTORIA E-Mail:
Nome do Prop. / Resp: Data:
Endereço: Nº.
Complemento: Bairro:
Município: Telefone:
CPF: RG Estado:
Ponto de referencia:
ANÁLISE EXTERNA DO ESTABELECIMENTO COMERCIAL IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO
O nome da via / rua está claramente visível?
□
Sim□
Não□
Não se aplica O número da empresa esta claramente visível?□
Sim□
Não□
Não se aplica O nome empresa esta claramente visível?□
Sim□
Não□
Não se aplica Pelos fundos é possível identificar o estabelecimento?□
Sim□
Não□
Não se aplicaPERÍMETRO INTERNO E EXTERNO (PÚBLICO) DO ESTABELECIMENTO
A via pública permite e possui um bom fluxo de veículos em frente ao estabelecimento?
□
Sim□
Não□
Não se aplica A via pública permite e possui um bom fluxo de pedestres em frente ao estabelecimento?□
Sim□
Não□
Não se aplica Há outros estabelecimentos próximos que abrem e fecham nos mesmos horários?□
Sim□
Não□
Não se aplica O perímetro interno esta livre de esconderijos em potencial? (ex.: arbustos, entulhos, detalhes arquitetônicos na edificação, etc.)□
Sim□
Não□
Não se aplica O perímetro interno e externo é regularmente limpo e organizado? (ex.: limpeza do pátio e da calçada, calçamento em boas condições, etc.)□
Sim□
Não□
Não se aplica O perímetro externo está livre de usuários de drogas, prostitutas ou pessoas em atitudes suspeitas?□
Sim□
Não□
Não se aplica Os terrenos ou prédios vizinhos estão ocupados e em bom estado de conservação?□
Sim□
Não□
Não se aplica Os arbustos e vegetações próximas às aberturas não obstruem a visibilidade e a luminosidade?□
Sim□
Não□
Não se aplica As estruturas físicas ou vegetações que possibilitem acesso ao estabelecimento foram removidas ou protegidas? (ex.: caixa do correio ou lixeira rente ao muro)□
Sim□
Não□
Não se aplica Os pisos superiores estão afastados de estruturas físicas ou vegetação que possibilite o acesso à edificação? (ex.: Árvore ou muro que dá acesso ao 2º piso)□
Sim□
Não□
Não se aplica Os depósitos de lixo são adequados? (ex.: Bem iluminados, protegidos contra vandalismos, não servem como esconderijo,etc.)□
Sim□
Não□
Não se aplicaA posição da edificação no terreno permite amplo campo de visão da rua? (ex. negativo: edificação recuada no terreno)
□
Sim□
Não□
Não se aplica A fachada do estabelecimento possui amplo campo de visão, tanto de fora para dentro como de dentro para fora?
□
Sim□
Não□
Não se aplica BARREIRA PERIMETRALHá cercas ou muros construídos em torno do estabelecimento?
□
Sim□
Não□
Não se aplica Estas cercas ou muros possuem ofendículos? (ex.: Lanças, cacos de vidros, cerca elétrica, etc.)□
Sim□
Não□
Não se aplicaHISTÓRICO DE VITIMIZAÇÃO Já ocorreu algum crime neste estabelecimento:
□
Sim□
Não□
Não sabeSe SIM, ocorreu alguma mudança comportamental ou estrutural para evitar novamente o delito:
□
Sim□
Não□
Não sabe Sob posse destas informações o policial entrevistador deverá atentar para dinâmica do crime ocorrido, focando nos quesitos queO muros e as cercas estão em boas condições? (ex.: limpos, íntegros, livres buracos,etc)
□
Sim□
Não□
Não se aplica Havendo muros, estes estão livres de pichações e depredações?□
Sim□
Não□
Não se aplicaILUMINAÇÃO DO PERÍMETRO INTERNO E EXTERNO
A iluminação pública é suficiente para iluminar todo o perímetro externo do estabelecimento?
□
Sim□
Não□
Não se aplica A iluminação do pátio/estacionamento/perímetro interno é suficiente para iluminá-lo integralmente?□
Sim□
Não□
Não se aplica A iluminação do perímetro interno permanece ligada no período noturno ou possui sensor de presença?□
Sim□
Não□
Não se aplica A iluminação do perímetro interno é protegida? (Ex.: grades, arandelas, etc.)□
Sim□
Não□
Não se aplica A iluminação própria esta em bom funcionamento e em bom estado de conservação?□
Sim□
Não□
Não se aplicaANÁLISE DA PARTE EDIFICADA DO ESTABELECIMENTO COMERCIAL AMBIENTE EDIFICADO
A construção é sólida o suficiente para controlar o acesso ao seu interior? (Ex.: Paredes maciças,lonas,etc.)
□
Sim□
Não□
Não se aplica A edificação é facilmente visualizada da via pública? (ex.: Não está construída no fundo do terreno)□
Sim□
Não□
Não se aplica Se houver bueiros dentro do estabelecimento, estes são protegidos ou lacrados?□
Sim□
Não□
Não se aplica As áreas de acesso restrito possuem formas de controlar o acesso dos clientes? (Ex.: Portas, placas indicativas, muretas de contenção, etc.)□
Sim□
Não□
Não se aplicaAs gôndolas estão dispostas de forma que possibilitem a visualização de todo ambiente? (ex.: prateleiras baixas, vazadas, sem produtos aglomerados, etc.)
□
Sim□
Não□
Não se aplicaAs gândolas expositoras, localizadas próximo à vitrine ou janelas, possuem altura que permite a visualização externa? (Ex.: até 1,20 mts)
□
Sim□
Não□
Não se aplicaO funcionário dentro do estabelecimento consegue observar quando um cliente adentra ao ambiente?
□
Sim□
Não□
Não se aplica Há espelhos estrategicamente posicionados, para ampliar a visibilidade do interior do ambiente?□
Sim□
Não□
Não se aplica Há alguma área que possa servir de esconderijo dentro do estabelecimento?□
Sim□
Não□
Não se aplica Existe mais de uma entrada ou saída?□
Sim□
Não□
Não se aplica Havendo piso superior este possui os mesmos critérios de segurança do pavimento inferior?□
Sim□
Não□
Não se aplicaPORTAS
As portas externas do estabelecimento são de materiais sólidos, resistentes? (ex.: portas PVC, madeira, metal, etc)
□
Sim□
Não□
Não se aplicaAs portas são equipadas com trancas adequadas e em bom estado de conservação?
□
Sim□
Não□
Não se aplica As dobradiças estão inacessíveis pelo lado externo do estabelecimento a fim de evitar sua remoção?□
Sim□
Não□
Não se aplica Havendo esteiras metálicas, há trancas laterais instaladas internamente na parte inferior da esteira?□
Sim□
Não□
Não se aplica Os visitantes podem ser vistos antes que o acesso ao estabelecimento seja possível□
Sim□
Não□
Não se aplica Todas as portas de acesso são facilmente visíveis tanto do estacionamento como da rua?□
Sim□
Não□
Não se aplicaJANELAS
As janelas externas são de material resistente e estão em boas condições?
□
Sim□
Não□
Não se aplica O sistema de fechamento destas janelas é adequado e esta em bom estado de conservação?□
Sim□
Não□
Não se aplica As janelas, portas envidraçadas e vitrines possuem dispositivos, visíveis da parte externa, que impeçam o acesso ou o contato com os produtos, no caso de serem quebradas? (Ex.: Portas sanfonadas, etc.)□
Sim□
Não□
Não se aplica Os produtos expostos nas vitrines estão afastados o suficiente a fim de impossibilitar que sejam capturados no caso de arrombamento?□
Sim□
Não□
Não se aplicaAs janelas de vidro e vitrines são livres de banner’s ou cartazes que impeçam a visualização pelo público externo?
□
Sim□
Não□
Não se aplicaAs janelas basculantes ou clarabóias são devidamente protegidas contra o acesso externo? (ex.: possuem grades, trancas suficientes, etc)
□
Sim□
Não□
Não se aplicaOs dutos de ventilação, aquecimento ou refrigeração possuem bloqueios e estão a mais 03 metros de altura a fim de se evitar invasões?
□
Sim□
Não□
Não se aplica As janelas dos banheiros são protegidas contra o acesso de intrusos?□
Sim□
Não□
Não se aplicaHá iluminação suficiente em todos os pontos do estabelecimento?
□
Sim□
Não□
Não se aplica A iluminação está em funcionamento e em bom estado de conservação?□
Sim□
Não□
Não se aplica A iluminação esta posicionada e protegida a fim de evitar vandalismos e furtos?□
Sim□
Não□
Não se aplicaPRODUTOS E BENS DO ESTABELECIMENTO
Os produtos e equipamentos próprios do estabelecimento são facilmente identificados?
□
Sim□
Não□
Não se aplica O estoque dos produtos mais valiosos é diferenciado e adequado a fim de garantir a segurança dos produtos? (ex.: sala especial a fim de guardar estoque de anéis mais valiosos)□
Sim□
Não□
Não se aplica Os produtos ou equipamentos mais valiosos possuem algum tipo de proteção/identificação especial? (Ex.: Alarme antifurto, cabos de aço que prendem os objetos, "pega ladrão", etc.)□
Sim□
Não□
Não se aplica A maioria dos produtos colocados a venda é de difícil remoção e os mais fáceis são dispostos de forma que possa ser facilmente constatado sua ausência?□
Sim□
Não□
Não se aplicaA vitrine expõe poucos produtos valiosos, distribuindo-os no interior da loja?
□
Sim□
Não□
Não se aplica Há sinais apropriados para guiar os visitantes no interior do estabelecimento?□
Sim□
Não□
Não se aplicaSISTEMA DE ALARMES
Há sistema adequado de alarme sonoro contra invasão em funcionamento?
□
Sim□
Não□
Não se aplica O sistema é testado periodicamente?□
Sim□
Não□
Não se aplica Os vizinhos do estabelecimento foram orientados a ligar para polícia e/ou proprietário no caso de acionamento do alarme?□
Sim□
Não□
Não se aplica O controle de ativamento do sistema de alarme é restrito?□
Sim□
Não□
Não se aplica O sistema de alarme é monitorado?□
Sim□
Não□
Não se aplica A posição do funcionário do caixa, permite visualizar os clientes antes que ingressem no estabelecimento?□
Sim□
Não□
Não se aplicaO funcionário do caixa possui acesso à sistema de alarme (não sonoro) interligado à órgãos de segurança privada ou pública? (ex.: alarme de pânico)
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Sim□
Não□
Não se aplicaEste acesso (chave, botão) esta escondido?
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Sim□
Não□
Não se aplica Há placas informando que o estabelecimento possui alarme?□
Sim□
Não□
Não se aplicaEQUIPAMENTOS DE VIDEO MONITORIAMENTO
Há equipamentos de vídeo monitoramento?
□
Sim□
Não□
Não se aplica Há pessoas monitorando instantaneamente as câmeras?□
Sim□
Não□
Não se aplica Há placas indicativas de que o local é monitorado?□
Sim□
Não□
Não se aplica As câmeras estão posicionadas adequadamente de forma a impedir o manuseio por pessoas não autorizadas?□
Sim□
Não□
Não se aplica As câmeras são posicionadas de forma que monitorem todos os locais?□
Sim□
Não□
Não se aplica As câmeras possuem sistema contra quedas de energia?□
Sim□
Não□
Não se aplicaPROCEDIMENTOS DE ABERTURA E FECHAMENTO DO ESTABELECIMENTO
Os funcionários trabalham em equipe nos procedimentos de abertura e fechamento?
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Sim□
Não□
Não se aplica Os funcionários inspecionam o exterior do prédio por sinais de arrombamentos ou vandalismo antes de entrarem?
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Sim□
Não□
Não se aplicaOs funcionários, antes de entrarem no estabelecimento, se asseguram de que não há pessoas ou veículos suspeitos nas proximidades?
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Sim□
Não□
Não se aplicaOs funcionários ao entrarem no estabelecimento, trancam a porta e assim a mantém até o horário de abertura do mesmo?
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Sim□
Não□
Não se aplicaOs funcionários fazem um pente fino completo no estabelecimento antes de fechar para confirmar que não há ninguém escondido dentro dele (Incluindo banheiros)?
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Sim□
Não□
Não se aplicaOs funcionários são orientados a não permitirem que ninguém entre no estabelecimento depois de fechado?