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02/08/2016 PRIMEIRA TURMA : MIN. MARCO AURÉLIO

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Academic year: 2021

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(1)

Ementa e Acórdão

02/08/2016 PRIMEIRA TURMA

AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 958.827 SÃO

PAULO

RELATOR : MIN. MARCO AURÉLIO

AGTE.(S) :MIGUEL DENSER FERREIRA

ADV.(A/S) :ELIANA LUCIA FERREIRA

ADV.(A/S) :ELENICE MARIA FERREIRA

AGDO.(A/S) :CAMARA MUNICIPAL DE SANTO ANDRE

ADV.(A/S) :MARCOS JOSE CESARE

PROCESSO – PRESTAÇÃO JURISDICIONAL – NULIDADE – RECURSO EXTRAORDINÁRIO. Se, de um lado, é possível haver situação concreta em que transgredido o devido processo legal a ponto de enquadrar o recurso extraordinário no permissivo que lhe é próprio, de outro, descabe confundir a ausência de aperfeiçoamento da prestação jurisdicional com a entrega de forma contrária a interesses.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO – MATÉRIA LEGAL. O recurso extraordinário não é meio próprio à interpretação de normas estritamente legais.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO – ADEQUAÇÃO. A apreciação do recurso extraordinário faz-se considerada a Constituição Federal, descabendo interpretar normas locais visando a concluir pelo enquadramento no permissivo do inciso III do artigo 102 da Carta da República.

HONORÁRIOS DE SUCUMBÊNCIA RECURSAL – FIXAÇÃO – ARTIGO 85, § 11, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL DE 2015. Havendo interposição de recurso sob a regência do Código de Processo Civil de 2015, cabível é a fixação de honorários de sucumbência recursal, previstos no artigo 85, § 11, do referido diploma legal.

Supremo Tribunal Federal

Supremo Tribunal Federal

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Ementa e Acórdão

ARE 958827 AGR / SP

Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal em desprover o agravo regimental no recurso extraordinário com agravo, nos termos do voto do relator e por unanimidade, em sessão presidida pelo Ministro Luís Roberto Barroso, na conformidade da ata do julgamento e das respectivas notas taquigráficas. Brasília, 2 de agosto de 2016.

MINISTRO MARCO AURÉLIO – RELATOR

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Supremo Tribunal Federal

ARE 958827 AGR / SP

Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal em desprover o agravo regimental no recurso extraordinário com agravo, nos termos do voto do relator e por unanimidade, em sessão presidida pelo Ministro Luís Roberto Barroso, na conformidade da ata do julgamento e das respectivas notas taquigráficas. Brasília, 2 de agosto de 2016.

MINISTRO MARCO AURÉLIO – RELATOR

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Relatório

02/08/2016 PRIMEIRA TURMA

AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 958.827 SÃO

PAULO

RELATOR : MIN. MARCO AURÉLIO

AGTE.(S) :MIGUEL DENSER FERREIRA

ADV.(A/S) :ELIANA LUCIA FERREIRA

ADV.(A/S) :ELENICE MARIA FERREIRA

AGDO.(A/S) :CAMARA MUNICIPAL DE SANTO ANDRE

ADV.(A/S) :MARCOS JOSE CESARE

R E L A T Ó R I O

O SENHOR MINISTRO MARCO AURÉLIO – Em 2 de maio de 2016, desprovi o agravo, ante os seguintes fundamentos:

RECURSO EXTRAORDINÁRIO –

LEGISLAÇÃO LOCAL

INTERPRETAÇÃO – MATÉRIA FÁTICA – AGRAVO DESPROVIDO

1. O Tribunal de origem, assentando a regularidade do procedimento administrativo, concluiu pela improcedência do pedido de nulidade do ato administrativo de demissão, bem como do de reintegração. No extraordinário cujo trânsito busca alcançar, o recorrente afirma violados os artigos 5º, inciso LV, 37 e 93, inciso IX, da Constituição Federal. Diz contrariados os verbetes nºs 20 e 21 da Súmula do Supremo. Discorre sobre as irregularidades havidas durante as avaliações do estágio probatório. Aponta cerceamento de defesa e falta de fundamentação no ato demissionário.

2. De início, descabe confundir a ausência de entrega aperfeiçoada da prestação jurisdicional com decisão contrária

Supremo Tribunal Federal

02/08/2016 PRIMEIRA TURMA

AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 958.827 SÃO

PAULO

RELATOR : MIN. MARCO AURÉLIO

AGTE.(S) :MIGUEL DENSER FERREIRA

ADV.(A/S) :ELIANA LUCIA FERREIRA

ADV.(A/S) :ELENICE MARIA FERREIRA

AGDO.(A/S) :CAMARA MUNICIPAL DE SANTO ANDRE

ADV.(A/S) :MARCOS JOSE CESARE

R E L A T Ó R I O

O SENHOR MINISTRO MARCO AURÉLIO – Em 2 de maio de 2016, desprovi o agravo, ante os seguintes fundamentos:

RECURSO EXTRAORDINÁRIO –

LEGISLAÇÃO LOCAL

INTERPRETAÇÃO – MATÉRIA FÁTICA – AGRAVO DESPROVIDO

1. O Tribunal de origem, assentando a regularidade do procedimento administrativo, concluiu pela improcedência do pedido de nulidade do ato administrativo de demissão, bem como do de reintegração. No extraordinário cujo trânsito busca alcançar, o recorrente afirma violados os artigos 5º, inciso LV, 37 e 93, inciso IX, da Constituição Federal. Diz contrariados os verbetes nºs 20 e 21 da Súmula do Supremo. Discorre sobre as irregularidades havidas durante as avaliações do estágio probatório. Aponta cerceamento de defesa e falta de fundamentação no ato demissionário.

2. De início, descabe confundir a ausência de entrega aperfeiçoada da prestação jurisdicional com decisão contrária

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Relatório

ARE 958827 AGR / SP

Tribunal conflito de interesses com solução na origem. A tentativa acaba por fazer-se voltada à transformação do Supremo em mero revisor dos atos dos demais tribunais do País. Na espécie, o Colegiado de origem procedeu a julgamento fundamentado de forma consentânea com a ordem jurídica.

No mais, a recorribilidade extraordinária é distinta daquela revelada por simples revisão do que decidido, na maioria das vezes procedida mediante o recurso por excelência – a apelação. Atua-se em sede excepcional à luz da moldura fática delineada soberanamente pelo Tribunal de origem, considerando-se as premissas constantes do acórdão impugnado. A jurisprudência sedimentada é pacífica a respeito, devendo-se ter presente o Verbete nº 279 da Súmula do Supremo:

Para simples reexame de prova não cabe recurso extraordinário.

O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo expressamente esclareceu ter havido regular processo administrativo, no qual foram atendidos os princípios do contraditório e da ampla defesa. Concluiu regularmente o administrador pela inaptidão do autor ao serviço público, tendo em vista as conclusões das avaliações a que foi submetido, todas realizadas na forma prevista na legislação de regência. As razões do extraordinário partem de pressupostos fáticos estranhos à decisão atacada, buscando-se, em última análise, o reexame dos elementos probatórios para, com fundamento em quadro diverso, assentar a viabilidade do recurso.

Acresce que, da leitura do acórdão impugnado mediante o extraordinário depreende-se, a mais não poder, que o Tribunal de origem julgou a apelação a partir de interpretação conferida a normas locais. Procedeu à interpretação da Lei municipal nº 8.303/01. Ora, a controvérsia sobre o alcance de lei local não

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Supremo Tribunal Federal

ARE 958827 AGR / SP

Tribunal conflito de interesses com solução na origem. A tentativa acaba por fazer-se voltada à transformação do Supremo em mero revisor dos atos dos demais tribunais do País. Na espécie, o Colegiado de origem procedeu a julgamento fundamentado de forma consentânea com a ordem jurídica.

No mais, a recorribilidade extraordinária é distinta daquela revelada por simples revisão do que decidido, na maioria das vezes procedida mediante o recurso por excelência – a apelação. Atua-se em sede excepcional à luz da moldura fática delineada soberanamente pelo Tribunal de origem, considerando-se as premissas constantes do acórdão impugnado. A jurisprudência sedimentada é pacífica a respeito, devendo-se ter presente o Verbete nº 279 da Súmula do Supremo:

Para simples reexame de prova não cabe recurso extraordinário.

O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo expressamente esclareceu ter havido regular processo administrativo, no qual foram atendidos os princípios do contraditório e da ampla defesa. Concluiu regularmente o administrador pela inaptidão do autor ao serviço público, tendo em vista as conclusões das avaliações a que foi submetido, todas realizadas na forma prevista na legislação de regência. As razões do extraordinário partem de pressupostos fáticos estranhos à decisão atacada, buscando-se, em última análise, o reexame dos elementos probatórios para, com fundamento em quadro diverso, assentar a viabilidade do recurso.

Acresce que, da leitura do acórdão impugnado mediante o extraordinário depreende-se, a mais não poder, que o Tribunal de origem julgou a apelação a partir de interpretação conferida a normas locais. Procedeu à interpretação da Lei municipal nº 8.303/01. Ora, a controvérsia sobre o alcance de lei local não

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Relatório

ARE 958827 AGR / SP

viabiliza, conforme sedimentado pela jurisprudência - Verbete nº 280 da Súmula: “Por ofensa a direito local não cabe recurso extraordinário” -, o acesso ao Supremo. Está-se diante de caso cujo desfecho final fica no âmbito do próprio Tribunal de Justiça.

A par desses aspectos, o Supremo, no recurso extraordinário com agravo nº 748.371/MT, da relatoria do ministro Gilmar Mendes, consignando a natureza infraconstitucional da matéria, entendeu não ter repercussão geral o tema relativo à suposta violação dos princípios do contraditório e da ampla defesa quando o julgamento da causa depender de prévia análise da adequada aplicação das normas infraconstitucionais.

3. Conheço do agravo e o desprovejo. 4. Publiquem.

O agravante renova o pedido de processamento do extraordinário, alegando ofensa aos artigos 5º, inciso LV, e 37, cabeça, da Constituição Federal, e 371 do Código de Processo Civil. Diz da valoração das provas produzidas e da ilegalidade do ato administrativo de demissão.

A Câmara Municipal de Santo André, em contraminuta, aponta o acerto da decisão impugnada.

É o relatório.

Supremo Tribunal Federal

ARE 958827 AGR / SP

viabiliza, conforme sedimentado pela jurisprudência - Verbete nº 280 da Súmula: “Por ofensa a direito local não cabe recurso extraordinário” -, o acesso ao Supremo. Está-se diante de caso cujo desfecho final fica no âmbito do próprio Tribunal de Justiça.

A par desses aspectos, o Supremo, no recurso extraordinário com agravo nº 748.371/MT, da relatoria do ministro Gilmar Mendes, consignando a natureza infraconstitucional da matéria, entendeu não ter repercussão geral o tema relativo à suposta violação dos princípios do contraditório e da ampla defesa quando o julgamento da causa depender de prévia análise da adequada aplicação das normas infraconstitucionais.

3. Conheço do agravo e o desprovejo. 4. Publiquem.

O agravante renova o pedido de processamento do extraordinário, alegando ofensa aos artigos 5º, inciso LV, e 37, cabeça, da Constituição Federal, e 371 do Código de Processo Civil. Diz da valoração das provas produzidas e da ilegalidade do ato administrativo de demissão.

A Câmara Municipal de Santo André, em contraminuta, aponta o acerto da decisão impugnada.

É o relatório.

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Voto - MIN. MARCO AURÉLIO

02/08/2016 PRIMEIRA TURMA

AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 958.827 SÃO

PAULO

V O T O

O SENHOR MINISTRO MARCO AURÉLIO (RELATOR) – Na interposição deste recurso, atendeu-se aos pressupostos de recorribilidade. A peça, subscrita por advogado regularmente credenciado, foi protocolada no prazo legal. Conheço.

Observem o momento da formalização deste agravo interno para fins de incidência da norma processual. A publicação da decisão mediante a qual desprovido o recurso é posterior a 18 de março de 2016, data de início da eficácia do Código de Processo Civil, sendo a protocolação do agravo interno regida por esse diploma legal.

O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo consignou, em síntese:

APELAÇÃO - Nulidade de ato administrativo - Exoneração - Estágio probatório - Regularidade do Ato nº 10, que regulamenta a Lei Municipal nº 8.303/01, no âmbito da Câmara Municipal de Santo André - Inexistência de ilegalidade na conduta administrativa - Autor que teve o direito à ampla defesa assegurado, não se podendo falar em exoneração arbitrária e imotivada na fase probatória – Hipótese, outrossim, em que foram obedecidos os critérios para a exoneração de servidor não estável - Controle judicial dos atos administrativos que não pode adentrar em seu mérito, quando embasado em motivação válida – Sentença de procedência reformada - Recurso de apelação da ré provido, prejudicado o recurso adesivo do autor.

O Tribunal, a partir da análise da legislação de regência e à luz dos fatos e das provas, assentou a regularidade do procedimento administrativo de demissão do servidor. Nesse sentido, a interpretação de lei local não viabiliza, conforme sedimentado pela jurisprudência, o

Supremo Tribunal Federal

02/08/2016 PRIMEIRA TURMA

AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 958.827 SÃO

PAULO

V O T O

O SENHOR MINISTRO MARCO AURÉLIO (RELATOR) – Na interposição deste recurso, atendeu-se aos pressupostos de recorribilidade. A peça, subscrita por advogado regularmente credenciado, foi protocolada no prazo legal. Conheço.

Observem o momento da formalização deste agravo interno para fins de incidência da norma processual. A publicação da decisão mediante a qual desprovido o recurso é posterior a 18 de março de 2016, data de início da eficácia do Código de Processo Civil, sendo a protocolação do agravo interno regida por esse diploma legal.

O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo consignou, em síntese:

APELAÇÃO - Nulidade de ato administrativo - Exoneração - Estágio probatório - Regularidade do Ato nº 10, que regulamenta a Lei Municipal nº 8.303/01, no âmbito da Câmara Municipal de Santo André - Inexistência de ilegalidade na conduta administrativa - Autor que teve o direito à ampla defesa assegurado, não se podendo falar em exoneração arbitrária e imotivada na fase probatória – Hipótese, outrossim, em que foram obedecidos os critérios para a exoneração de servidor não estável - Controle judicial dos atos administrativos que não pode adentrar em seu mérito, quando embasado em motivação válida – Sentença de procedência reformada - Recurso de apelação da ré provido, prejudicado o recurso adesivo do autor.

O Tribunal, a partir da análise da legislação de regência e à luz dos fatos e das provas, assentou a regularidade do procedimento administrativo de demissão do servidor. Nesse sentido, a interpretação de lei local não viabiliza, conforme sedimentado pela jurisprudência, o

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Voto - MIN. MARCO AURÉLIO

ARE 958827 AGR / SP

acesso ao Supremo. Está-se diante de conflito que tem solução final no âmbito do Judiciário do Estado.

Anoto não equivaler à negativa de prestação jurisdicional o julgamento fundamentado da controvérsia, mas contrário aos interesses da parte.

Ante o quadro, conheço do agravo interno e o desprovejo.

Considerada a fixação no acórdão recorrido, dos honorários advocatícios no valor de R$ 1.000,00, estabeleço os honorários recursais no patamar de R$ 500,00, nos termos do artigo 85, § 11, do citado diploma legal. Tendo o agravante litigado sob o pálio da assistência judiciária gratuita, arcará com o ônus dos honorários caso ocorra a recuperação do poder aquisitivo no prazo de cinco anos.

Supremo Tribunal Federal

ARE 958827 AGR / SP

acesso ao Supremo. Está-se diante de conflito que tem solução final no âmbito do Judiciário do Estado.

Anoto não equivaler à negativa de prestação jurisdicional o julgamento fundamentado da controvérsia, mas contrário aos interesses da parte.

Ante o quadro, conheço do agravo interno e o desprovejo.

Considerada a fixação no acórdão recorrido, dos honorários advocatícios no valor de R$ 1.000,00, estabeleço os honorários recursais no patamar de R$ 500,00, nos termos do artigo 85, § 11, do citado diploma legal. Tendo o agravante litigado sob o pálio da assistência judiciária gratuita, arcará com o ônus dos honorários caso ocorra a recuperação do poder aquisitivo no prazo de cinco anos.

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Extrato de Ata - 02/08/2016

PRIMEIRA TURMA

EXTRATO DE ATA

AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 958.827

PROCED. : SÃO PAULO

RELATOR : MIN. MARCO AURÉLIO

AGTE.(S) : MIGUEL DENSER FERREIRA

ADV.(A/S) : ELIANA LUCIA FERREIRA (115638/SP) ADV.(A/S) : ELENICE MARIA FERREIRA (176755/SP) AGDO.(A/S) : CAMARA MUNICIPAL DE SANTO ANDRE ADV.(A/S) : MARCOS JOSE CESARE (179415/SP)

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental, com

fixação de honorários recursais, nos termos do voto do Relator. Unânime. Não participou, justificadamente, deste julgamento, o Senhor Ministro Luiz Fux. Presidência do Senhor Ministro Luís Roberto Barroso. 1ª Turma, 2.8.2016.

Presidência do Senhor Ministro Luís Roberto Barroso. Presentes à Sessão os Senhores Ministros Marco Aurélio, Luiz Fux, Rosa Weber e Edson Fachin.

Subprocurador-Geral da República, Dr. Paulo Gustavo Gonet Branco.

Carmen Lilian Oliveira de Souza Secretária da Primeira Turma

Supremo Tribunal Federal

PRIMEIRA TURMA

EXTRATO DE ATA

AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 958.827

PROCED. : SÃO PAULO

RELATOR : MIN. MARCO AURÉLIO

AGTE.(S) : MIGUEL DENSER FERREIRA

ADV.(A/S) : ELIANA LUCIA FERREIRA (115638/SP) ADV.(A/S) : ELENICE MARIA FERREIRA (176755/SP) AGDO.(A/S) : CAMARA MUNICIPAL DE SANTO ANDRE ADV.(A/S) : MARCOS JOSE CESARE (179415/SP)

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental, com

fixação de honorários recursais, nos termos do voto do Relator. Unânime. Não participou, justificadamente, deste julgamento, o Senhor Ministro Luiz Fux. Presidência do Senhor Ministro Luís Roberto Barroso. 1ª Turma, 2.8.2016.

Presidência do Senhor Ministro Luís Roberto Barroso. Presentes à Sessão os Senhores Ministros Marco Aurélio, Luiz Fux, Rosa Weber e Edson Fachin.

Subprocurador-Geral da República, Dr. Paulo Gustavo Gonet Branco.

Carmen Lilian Oliveira de Souza Secretária da Primeira Turma

Referências

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