INFLUÊNCIA DA TOPOGRAFIA E TRATAMENTO DA SUPERFÍCIE DE PINOS DE FIBRA DE VIDRO NA RETENÇÃO QUANDO CIMENTADOS COM CIMENTO RESINOSO DUAL

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INFLUÊNCIA DA TOPOGRAFIA E TRATAMENTO DA SUPERFÍCIE DE PINOS DE FIBRA DE VIDRO NA RETENÇÃO QUANDO CIMENTADOS COM CIMENTO RESINOSO DUAL

INFLUENCE OF TOPOGRAPHY AND SURFACE TREATMENT IN FIBER GLASS POSTS RETENTION WHEN CEMENTED WITH A DUAL CURE RESIN CEMENT

Alessanda Pereira de Andrade * Eliza Maria Agueda Russo ** Angela Mayumi Shimaoka *** Rubens Côrte Real de Carvalho ***** RESUMO

Introdução: Este trabalho tem por objetivo avaliar a influência da topografia e tratamento da superfície em

duas marcas de pinos estéticos de fibra de vidro em relação à sua retenção quando cimentados com um cimento resinoso dual. Métodos:Foram utilizados trinta dentes unirradiculares tratados endodonticamente

e desobturados em 10 mm a partir do limite cervical. As raízes foram separadas de suas coroas e divididas aleatoriamente em três grupos de 10 cada. Os 10 pinos serrilhados (Reforpost® - Angelus) e 10 pinos lisos (Fibiocore® posts - Anthogyr) receberam como tratamento de superfície o condicionamento ácido e a silanização. Outros 10 pinos lisos (Fibiocore® posts - Anthogyr) foram microjateados com óxido de alumínio, condicionados e silanizados. As raízes foram limpas e preparadas com sistema adesivo Excite DSC (Ivovlair Vivadent) para receberem os pinos estéticos, os quais foram cimentados com cimento resi-noso dual Variolink II (Ivoclair Vivadent). Os conjuntos raiz + cimento resiresi-noso + pino foram mantidos em água destilada a 37°C durante 24 horas e, então submetidos ao teste de tração. Resultados: Os resultados

obtidos foram avaliados estatisticamente pelo teste de Kruskal-Wallis com significância de 1%, mostran-do que a topografia e tratamento da superfície mostran-do pino interfere na sua adesão, senmostran-do os serrilhamostran-dos (10,94 MPa) e lisos-jateados (11,51MPa) estatisticamente mais retentivos do que os lisos (4,89 MPa). Conclusão:

Não foi encontrada diferença estatisticamente significante entre os pinos serrilhados e os lisos-jateados (10,94 MPa e 11,51MPa respectivamente).

DESCRITORES: Técnica para retentor intra-radicular - Adesivos dentários ABSTRACT

Introduction: This study aimed to evaluate two types of fiberglass aesthetic posts regarding its retention, in

accordance with its surface characteristics when cemented with a dual resin cement. Thirty single rooted teeth had been used. Methods: The roots had been endodontically treated and then gutta-percha had been

removed from the canals in a 10 mm depht from the cervical limit. The roots had been randomly divi-ded in three groups of 10 speciemes. The 10 serrated posts (Reforpost® - Angelus) and 10 smooth posts (Fibiocore® posts-Anthogyr) had received as surface treatment acid ething and silanization. Another 10 smooth posts (Fibiocore® posts-Anthogyr) had received aluminum oxide sandblasting, acid ething and silane. The aesthetic posts were cemented with dual cure resin cement Variolink II and Excite®DSC adhesive system – Ivoclair Vivadent inside the reprepared (post’s kit drill) and cleaned canals. Towards the samples could be submitted to tensile bond strength test by Universal Tests Machine Instron were confectioned inverted acrylic resin truncated-cone on the post suitable to the machine rabbet. A prefabri-cated matrix of Teflon with 3 mm2 of area was used and the dentine surface was isolated by an adhesive ribbon, preventing resin-tooth adhesion. The samples stored in 37°C distilled water were to 24 hours and then submitted to the tensile bond test. Results: Data were statistically analyzed using Kruskal-Wallis test’s

at a significance level of 1%. They demonstrate that the post surface intervenes with its adhesion, being the smooth sanblasted and serrated statistically more retentive than the smooth ones. Conclusion:

Statisti-cally significant difference between the serrated posts and the sanblasted ones was not found. DESCRIPTORS: Post and core technique dentin - Bonding agents

* Doutoranda do curso de Pós-graduação em Dentística na Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo ** Professora Associada do Departamento de Dentística da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo *** Mestranda do curso de Pós-graduação em Dentística na Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo **** Professor Associado do Departamento de Dentística da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo

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INTRODUÇÃO

A restauração de dentes tratados endodonticamente tem sido muito avaliada e discutida na literatura odon-tológica.

Os dentes submetidos ao tratamento endodôntico necessitam de reforço por meio de pinos intra-radiculares e preenchimento (Perel e Muroff16, 1972), pois sempre

que um dente é submetido a um tratamento endodôn-tico, ocorre diminuição significativa de sua resistência à fratura devido ao comprometimento de partes impor-tantes da estrutura dental, principalmente as de reforço, constituídas pelas cristas marginais, pontes de esmalte, teto da câmara pulpar e toda a estrutura acima dela em direção à superfície oclusal no caso de dentes posteriores e palatina ou lingual em dentes anteriores. Além disso, deve-se considerar a perda da umidade da dentina radi-cular, como conseqüência da retirada do órgão pulpar e o aumento da carga mastigatória sobre o elemento den-tal devido ao prejuízo do sistema de feed-back neurosen-sorial na ausência de tecido pulpar (Robbins17, 2002).

Assim sendo, o uso de pinos intra-radiculares tem como objetivo o reforço da estrutura do remanescente coronário, reposição da estrutura perdida e o aumento da retenção do material de preenchimento principal-mente em dentes anteriores sobre os quais as forças de cisalhamento incidem mais freqüentemente (Conceição e Conceição3, 2002).

Alguns fatores, tais como comprimento, diâmetro e formato do pino, configuração do canal, localização do dente no arco e agentes cimentantes podem afetar a retenção dos pinos trazendo insucesso ao tratamento (Standlee, Caputo, Hanson19, 1978; Sahafi, Peutzfeldt,

Asmussen, Gotfredsen18, 2003). Além disso, o material

constituinte do pino também pode contribuir para esse fracasso. Essa grande variedade de alternativas para o procedimento restaurador disponível no mercado difi-culta a seleção do material e técnica a serem utilizados em um dente tratado endodonticamente. Diferentemen-te do que muitos profissionais imaginam o aumento do diâmetro do pino pré-fabricado tem pouca significância na sua retenção (Cooney, Caputo, Trabert2, 1986;

Ner-giz, Schmage, Özcan, Platzer11, 2002). Na realidade esse

aumento pode tornar-se prejudicial por acarretar maior fragilidade radicular em razão da maior perda de estru-tura dentinária. Assim sendo, o diâmetro ideal será o menor possível, desde que o pino mantenha sua rigidez (Robbins17, 2002).

Já o comprimento do pino possui uma relação direta com sua retenção, ou seja, o pino intracanal deve ser o mais longo possível, respeitando algumas referências: se-lamento apical remanescente de 4mm para que posterior contaminação seja evitada; extremidade do pino no inte-rior do conduto localizada além do nível da crista óssea alveolar, para evitar que ocorra fratura da raiz durante a incidência de forças oblíquas (Stockton20, 1999).

Em relação ao desenho dos pinos, sabe-se que os pa-ralelos apresentam maior retenção quando comparados aos de formato cônico. Porém durante a seleção do pino, o profissional deve considerar a forma do canal e o agen-te cimentanagen-te. Com o melhor desempenho dos cimentos resinosos em relação à adesão, recomenda-se o menor desgaste dentinário, que é obtido com o uso dos pinos de desenho cônico, não havendo prejuízo em sua retenção, a não ser nos casos em que as raízes se apresentam curtas, nos quais os pinos paralelos são sempre mais indicados. (Weine, Wax, Wenckus24, 1991; Stockton20, 1999).

Outro fator de retenção inerente ao desenho do pino é a presença de retenções superficiais que podem se apre-sentar em forma serrilhada ou espiral (Love e Purton8,

1996).

O tratamento da superfície é um procedimento capaz de melhorar a retenção dos pinos no canal radicular, po-dendo ser feito através da asperização ou retenções com pontas diamantadas ou por meio do microjateamento com partículas de óxido de alumínio, denominado mi-crorretenções (Wood25, 1983; Nergiz, Schmage, Platzer,

Mcmullan-vogel12, 1997).

Apesar dos núcleos metálicos fundidos serem os mais tradicionalmente utilizados, os pinos pré-fabricados vêm ganhando espaço devido à rápida e fácil manipulação, baixo custo e menor número de sessões clínicas. Os pinos de fibra possuem ainda uma grande vantagem quando comparados aos núcleos metálicos fundidos: são estéti-cos e possuem propriedades biomecânicas mais próxi-mas às da dentina (Martelli10, 2000 e Perdigão e Villar15,

2002). O módulo de elasticidade similar ao da dentina, elevada resistência mecânica, adesividade aos compósi-tos e cimencompósi-tos resinosos fazem com que haja dentro do conduto radicular a formação de um corpo único, o qual é capaz de assimilar esforços presentes na área poden-do diminuir a incidência de fratura poden-do elemento dental (Akkayan e Gülmez1, 2002; Freedman5, 2001).

Este estudo teve como objetivo realizar uma avalia-ção in vitro da influência da topografia e do tratamento

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de superfície em dois tipos de pinos de fibra de vidro em relação à sua retentividade quando cimentados com cimento resinoso dual em raízes de dentes anteriores tra-tados endodonticamente.

MÉTODO

Foram utilizados trinta dentes unirradiculares cedi-dos pelo Banco de Dentes Humanos da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo após apre-ciação e aceitação do Comitê de Ética em Pesquisa da FOUSP (Parecer nº. 32/03). As raízes foram incluídas em tubos de PVC com resina acrílica depois de terem sido separadas de suas coroas no limite anatômico. Os condutos receberam tratamento endodôntico até o seu limite apical.

Os condutos foram desobturados em 10mm por meio de broca Gates-Glidden nº 4, limpos com bolinhas de algodão embebidas em detergente biológico, lavadas com água e secas com jato de ar.

As trinta raízes foram divididas aleatoriamente para formarem os três grupos, de dez corpos de prova que sempre se constituíram do sistema raiz - cimento resi-noso – pino de fibra de vidro. Os pinos utilizados assim como suas características podem ser observados no Qua-dro1.

Os três grupos experimentais foram preparados como descrito a seguir:

G1 : as raízes foram repreparadas com a broca do kit Reforpost®(Angelus) para a padronização da largura do canal. As mesmas foram limpas internamente com de-tergente biológico e água e secas com cones de papel. Sequencialmente foram realizados os procedimentos de condicionamento com ácido fosfórico 37% por 15 se-gundos, lavagem por 15 segundos e secagem com cone

de papel. Os pinos de fibra de vidro foram condiciona-dos com o mesmo ácido durante 60 seguncondiciona-dos, lavacondiciona-dos e secos com jato de ar. Aplicou-se então o agente de liga-ção silano Monobond (Ivoclair Vivadent) sobre o pino e em seguida um leve jato de ar. Após sessenta segundos o adesivo Excite® DSC (Ivoclair Vivadent) foi aplicado na parte interna do canal, friccionando-se por 10 segun-dos, e na superfície do pino. O cimento Variolink® II (Ivoclair Vivadent) foi preparado através da mistura das pastas base e catalisadora, na proporção de 1:1 e, então inserido no canal com o auxílio de uma broca Lentulo nº 40 e o pino, após ser recoberto por cimento foi leva-do em posição. Os excessos foram retiraleva-dos e cada face fotoativada por 40 segundos.

G2 : as raízes foram repreparadas com a broca do kit FibioCore® (Anthogyr) para a padronização da largura do canal e em seguida foram executados os mesmos pro-cedimentos descritos para o grupo I na cimentação do pino liso FibioCore®.

G3 : Os pinos de fibra de vidro FibioCore® foram microjateados com partículas de óxido de alumínio de 50mm à distância de 1mm com inclinação de 90° para a confecção de microrretenções superficiais. Os pinos foram divididos de forma imaginária em quatro partes e cada uma delas recebeu jateamento por três vezes em movimento de vaivém. Foram, então, lavados, condicio-nados e em seguida foi utilizada a mesma seqüência dos grupos anteriores.

A descrição resumida dos tratamentos realizados em cada um dos grupos pode ser observada no Quadro 2.

Para que os corpos de prova pudessem ser submeti-dos ao teste de tração na Máquina Universal de Testes Instron foi necessária a confecção um cone invertido de resina acrílica sobre o pino, compatível com o encaixe

Pino Material Superfície Diâmetro Fabricante Lote

REFORPOST fibra de vidro serrilhado 1,5 mm Angelus 1247

FIBIO CORE fibras de vidro e zircônia liso 1,5 mm Anthogyr 02110700

Quadro 2 – Descrição dos tratamentos realizados nos pinos estéticos pré-fabricados

G1 G2 G3

pinos Reforpost® - Angeluscondicio-nados e silanizadoscimentados com Variolink II

pinos FibioCore™ - Anthogyrcondi-cionados e silanizadoscimentados com Variolink II

pinos FibioCore™ - Anthogyr micro-jateados com óxido de alúminiocondi-cionados e silanizadoscimentados com Variolink II

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da máquina. Para isto utilizou-se uma matriz de teflon pré-fabricada e a superfície dentinária exposta foi isolada com o auxílio de fita adesiva, evitando adesão da resina com o dente. Os corpos mantidos em água destilada a 37°C por 24 horas.

As amostras foram então submetidas ao teste de tra-ção na Máquina Universal de Testes Instron, com veloci-dade de 0,5 mm/seg de afastamento.

RESULTADOS

Os valores utilizados na análise estatística foram ob-tidos em Newton e converob-tidos em MPa, tendo como base a área superficial de cada pino. Para o pino Refor-post (Angelus) foi encontrada uma área adesiva de 48,67 mm2 e para o pino FibioCore (Anthogyr) de 43,95 mm2.

A partir da não aderência à curva de normalidade da amostra testada, utilizou-se o teste estatístico de Kruskal-Wallis para comparação dos três grupos e o nível de sig-nificância foi de 1%.

Segundo a análise estatística os grupos dos pinos mi-crojateados e serrilhados se mostraram estatisticamente mais retentivos do que os lisos. Não foi encontrada di-ferença estatisticamente significante entre os pinos serri-lhados e os microjateados. As médias dos grupos , assim como os respectivos desvios-padrão podem ser observa-dos na Tabela 2.

DISCUSSÃO

A busca no aumento de retentividade dos materiais restauradores ao elemento dental sempre foi uma preo-cupação tanto em relação aos preparos cavitários quanto ao desenvolvimento de materiais que tivessem adesão à estrutura dental, já que a perda de retenção é sempre um fator de insucesso na Odontologia.

Analisando os resultados encontrados, temos que os pinos serrilhados mostraram–se os mais retentivos em números absolutos, assim como nos resultados en-contrados por Newburg e Pameijer13, 1976; Øilo e

Jør-gensen14, 1978; Wood25, 1983; Volwiler et al.23, 1989;

Weine et al.24, 1991 e Stockton20, 1999, que mostram

que pinos pré-fabricados com macrorretenções (roscas, espirais, serrilhações e rugosidades) são os mais retenti-vos. Em nosso estudo esse aumento de retentividade se explica não só pelo fator mecânico que as serrilhações promovem, mas também pelo fator químico, já que essas retenções proporcionam um aumento da área de contato entre o adesivo e o pino, aumentando assim a adesão entre o pino e o sistema adesivo.

Observamos também que a mudança de textura do pino liso por meio de jateamento com óxido de alumí-nio foi capaz de aumentar sua retenção, assim como nos trabalhos realizados por Nergiz et al.12,1997 e Triolo et al.21,1999; onde a asperização da superfície de pinos

au-mentou a retentividade dos mesmos. Assim como ob-servado por Nergiz et al.12, 1997, a rugosidade criada

pelo microjateamento foi capaz de aumentar em cerca de 100% a retenção em relação aos pinos lisos que utiliza-mos. A topografia superficial tem um papel fundamental na retenção dos pinos intra-radiculares, sendo que os pi-nos lisos se mostram muito pouco retentivos mesmo pi-nos casos, como em nossa pesquisa, onde um agente

cimen-Valor de Kruskal Wallis calculado 19.5456 Valor de χ para 2 graus de liberdade 19.55 Probabilidade de H0 para esse valor 0,01%

GRUPO SOMA DOS POSTOS MEIA

G1- pino serrilhado 197 19.6

G2 - pino microjateado 214 21.4

G3 - pino liso 55 5.5

Amostras comparadas

duas a duas Diferenças entre as meias significância

G1 x G2 1.7000 ns

G1 x G3 14.1500 0.1%

G2 x G3 15.8500 0.1%

Valores das médias

amos-trais ( Mpa ) e (± ) desvio padrão

pinos serrilhados 10.94 ± 1.27

pinos lisos 4.89 ± 0.77

pinos microjateados 11.51 ± 1.98

Tabela 2 – Médias em Mpa e desvios - padrão

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tante resinoso dual é o material mais indicado a ser uti-lizado (Love e Purton7, 1998; Ferrari et al.4, 2001; Vichi et al.22, 2002 e Hagge et al.6, 2002) por apresentar uma

adesão química tanto ao dente quanto pino.

Com base em estudo de Manocci et al.9, 2001 que

através de microscopia confocal demonstrou a existên-cia de lacunas entre as fibras de vidro constituintes do pino, acreditamos que o microjateamento seja capaz de expor um maior número de lacunas promovendo um embricamento micromecânico mais efetivo neste grupo, elevando significativamente à média dos valores em pra-ticamente 100% em relação ao grupo dos mesmos pinos que foram utilizados como fornecido pelo fabricante, com textura lisa.

CONCLUSÕES

Dentro dos limites da metodologia empregada neste estudo pode-se concluir que:

1. As características de topografia dos pinos intra-ra-diculares de fibra de vidro têm a capacidade de interferir em sua retenção.

2. O jateamento com óxido de alumínio da superfície de pinos lisos foi capaz de aumentar sua retenção.

3. Os pinos com macrorretenções (serrilhados) e os pinos com microrretenções (jateados) mostraram-se se-melhantes quanto ao capacidade retentiva .

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Aceito em: 23/08/2004 Recebido em: 23/06/2005

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