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FORMULÁRIO PARA RELATÓRIO FINAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA PIBIC/CNPq

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Academic year: 2021

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FORMULÁRIO PARA RELATÓRIO FINAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA PIBIC/CNPq DO ALUNO

Nome: Fernanda Moreira Sprotte Curso: Direito

DO ORIENTADOR

Nome: Ilanil Coelho OBS.:

oO formulário deve ser preenchido no formato digitado, fonte Arial 11, espaço 1,5, justificado e totalizando no máximo 10 (DEZ) páginas.

oO arquivo deve ser salvo com o nome do aluno, na extensão “pdf” e anexado pelo orientador no disco virtual. 1. Introdução

O direito fundamental à memória, está descrito implicitamente na Constituição Federal de 1988, em seu artigo 215, o qual vincula elementos que integram o direito à cultura. Esses elementos discorrem sobre os valores individuais e coletivos, estando associados com a identidade, ação e memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira. Dessa forma, o discurso constitucional contemporâneo define o que é patrimônio cultural brasileiro e responsabiliza o Estado para proteger os bens tangíveis e intangíveis, visando assegurar o exercício dos direitos culturais dos cidadãos, o acesso às fontes da cultura nacional e o apoio à valorização e difusão do conjunto patrimonial brasileiro.

Entretanto, nas constituições anteriores à de 1988 a valorização da cultura é atribuída de modo diferente pois respondeu a contextos e legislações que tratavam a cultura atrelada ao viés educacional. Dessa forma, as constituições de caráter democrático (1891, 1934, 1946 e 1988), sugerem que a cultura é produto privilegiado e produzida por poucos cidadãos que detinham o acesso a níveis escolares secundários e superiores. Nas constituições de caráter ditatorial (1937 e 1967) sobressai a ideia de que a cultura dos cidadãos se tornava visível à medida que praticavam condutas honrosas para a Nação.

Um ponto comum refere-se aos lineamentos sobre o patrimônio cultural, os quais, não obstante, eram objeto a ser preservado enquanto bem tangível, seguindo os interesses ditados pelo Estado, isto é, caberia ao Estado apontar bens considerados relevantes à memória nacional. Essa ideia só foi rompida com a Constituição de 1988, que trouxe além dos instrumentos de preservação já existentes, outros para efetivação da conservação dos bens patrimoniais que passaram a ser considerados como patrimônio cultural nacional a partir dos seus vínculos com os diversos grupos da sociedade brasileira. A pesquisa teve por objetivo conhecer no âmbito das constituições anteriores a configuração que assumiu o direito à memória, à cultura e ao patrimônio, buscando compreender em que termos e como houve a ruptura da ideia do patrimônio nacional além de aprofundar as reflexões acerca dos instrumentos de proteção e os seus vínculos com o exercício dos direitos à cultura e ao patrimônio no

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Brasil, através da interpretação normativa da temática desde a implantação do Estado Republicano. A pesquisa foi realizada entre agosto de 2016 a julho de 2017 vinculada ao “Grupo de Pesquisa Cidade, Cultura e Diferença”, ao projeto “Usos e Apropriações do Patrimônio Cultural nas Cidades Contemporâneas”, (ambos sob coordenação da Professora Ilanil Coelho) e ao projeto de dissertação “Os Mercados Campesinos como Espaço de Patrimônio Material” de Daniel Uribe Parra, especialmente no diálogo com os marcos normativos sobre o patrimônio cultural no Brasil e em Colômbia.

2. Revisão da literatura

No discurso constitucional de 1988 o patrimônio cultural é tratado como um processo de construção e criação social, constituídos por bens materiais e imateriais cujos valores simbólicos são atribuídos não pelo Estado, mas pelos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira como descrito em seu artigo 216.1 Nesse sentido, houve uma inovação, se comparado com as constituições anteriores, pois estabelece que o direito cultural deve ser garantido aos cidadãos. Oriá, afirma que essa inovação consiste no “acesso aos bens da sociedade brasileira, materiais e imateriais que representam o passado, a tradição e a História pela difusão do patrimônio cultural”.2 Ou seja, a perspectiva de garantia desses direitos culturais, por meio do “acesso as fontes da cultura nacional e ao incentivo à valorização e difusão das manifestações culturais” (art. 215, CF/88) tornou-se um elemento indissociável dos cidadãos, concebidos como diversos culturalmente e integrantes da Nação. No entanto, nas constituições anteriores a cultura estava atrelada ao viés educacional, pois para deter o conhecimento cultural era necessário acessar o ensino secundário e superior, ou como nos contextos autoritários, o cidadão deveria praticar atos honrosos para a Nação por meio da formação cívica. Através dessa formação seria possível acessar e usufruir do conhecimento cultural. Nessas constituições, o patrimônio nacional valorizava as artes monumentais tidas como importantes para a memória nacional. Verifica-se, por exemplo, que na Constituição Republicana de 1891 o Governo Federal adquiriu para a Nação a residência onde faleceu Benjamin Constant Botelho de Magalhães, instaurando uma lápide como forma de preservação tanto da memória nacional do fundador da República, quanto de preservação do patrimônio material.

Essa forma de preservação se efetiva com o decreto n° 25/37 que institui o tombamento como instrumento de preservação dos bens materiais. Essa legislação promovia a institucionalização da política do patrimônio histórico nacional. Mas foi através da Constituição de 1988, que novas formas de

1 “Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira”. Artigo 216 da Constituição Federal de 1988.

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FERNANDES, José Ricardo Oriá. Direito à memória – a proteção jurídica ao patrimônio histórico-cultural brasileiro. Fortaleza: UFC, 1995, pág. 31.

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inscrição dos bens foi aderida, como “inventários, registros, vigilância e desapropriação” (1988, art. 216, §1°). Contudo, por mais que a carta constitucional em seu discurso promovesse outros instrumentos para a efetiva preservação, foi somente com o decreto n° 3.551, que passou a ser registrado os bens culturais de natureza imaterial.

Outra questão a se destacar é a dimensão imaterial como constituinte do patrimônio material e vice-versa. O historiador Ulpiano de Meneses (2009) propõe a necessidade de uma revisão de premissas para atribuir valor ao patrimônio, pois estes não são previstos, mas são criados pela sociedade e precisam ser explicados e fundamentados. Em 1937, com o Decreto n° 25, o poder público instituía o patrimônio cultural o qual era composto pelos bens tombados. Desse modo, o tombamento possuía o papel de instituir o valor cultural e a inclusão do bem em um rol determinado e definido. Já na Constituição de 1988 existe o reconhecimento dos valores culturais, os quais são criados pela sociedade. Nesse âmbito, deve ser reconhecido que a atribuição de valor não é somente da sociedade como um todo, mas do indivíduo em si, do fruidor, pois este tem direito de fruir através dos seus valores, sejam eles cognitivos, formais, afetivos, pragmáticos ou éticos.

Dessa forma, verifica-se que houve uma ruptura das cartas constitucionais anteriores pois, a cultura passou a ser considerada um elemento indissociável dos cidadãos, e o patrimônio nacional passa a ser referenciado não apenas pelos moldes delimitados pelo Estado, mas como referência a identidade dos diversos grupos formadores da sociedade brasileira.

3. Metodologia

O estudo, em termos metodológicos, teve como fontes principais livros e artigos sobre a temática, bem como o ordenamento jurídico brasileiro sobre a matéria disponível na Internet. A pesquisa bibliográfica foi realizada com o enfoque em trabalhos de análise dos discursos constitucionais, vinculando o institucionalismo desde 1891 até a normatividade da Constituição de 1988. O levantamento dessas fontes foi realizado na Plataforma Capes e na Biblioteca Central da Univille. A seleção das legislações que correspondem a temática ocorreram através da investigação com os seguintes descritores: direito fundamental, memória, patrimônio, cultura e história. A partir da reunião das informações foram elaboradas sete fichas constitucionais unindo as normativas correspondentes a cada instituição de uma “Lei Maior”, para verificação do tratamento difundido em cada contexto histórico sobre o direito à memória e à cultura.

A abordagem da legislação foi realizada por meio de análise do discurso legal. Para cada fonte procedeu-se um registro específico, incluindo a ficha resultante da análise. A elaboração do mapa histórico conceitual de ordenamento jurídico sobre direito à cultura, memória e patrimônio, foi realizado para cada fonte e teve como base os tutoriais disponibilizados pelo Grupo de Pesquisa Mapas Conceituais, integrado ao Núcleo de Pesquisas em Novas Arquiteturas Pedagógicas da Universidade

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de São Paulo.

4. Resultados e discussão

Como resultado de pesquisa, verificou-se que a cultura na maioria das constituições anteriores à de 1988, correspondia com o ideal educativo pois, para o cidadão adquirir os conhecimentos culturais, deveria necessariamente, deter o acesso aos níveis de educação secundária ou superior. Em contextos ditatoriais, essa perspectiva pouco se modifica pois quem estava apto a desenvolver o conhecimento cultural eram os cidadãos que obtiveram a formação cívica e contribuíram dessa forma para a Nação. Nesse sentido, a cultura era apenas um produto a ser adquirido a quem detivesse meios para o alcance qualitativo educacional. No discurso constitucional contemporâneo, a cultura passa a ser um processo social que visa promover a integração da sociedade pois, constitui elemento indissociável dos cidadãos concebidos como diversos culturalmente e integrantes da Nação.

O patrimônio nacional, não obstante, era formado por bens materiais, os quais eram utilizados como instrumento para a representação de importantes heróis nacionais da época, sendo que sua valorização e preservação era determinada pelo Estado. Foi somente em 1937 que ocorreu a efetivação dos instrumentos de proteção ao patrimônio, pelo decreto n° 25/37, pois o tombamento passou a ser concretizado. Esse instrumento fez com que os bens cuja conservação fosse de interesse público, devido a sua vinculação aos fatos memoráveis da história do Brasil, ou por seu valor artístico, bibliográfico, etnográfico ou arqueológico, passassem a ser registrados em um dos quatro livros do Tombo (Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico; Histórico; Belas Artes e Artes Aplicadas). Em 1988, com a carta constitucional novas formas de inscrição foram aderidas como por exemplo, o registro, a vigilância, a desapropriação e o inventário. Mas foi somente com o decreto n° 3551/01 que os bens imateriais passaram a ser registrados nos livros dos saberes, das celebrações, das formas de expressão ou dos lugares, cada qual referenciando valores culturais de uma dada comunidade e sua relevância nacional para a memória, a identidade e a formação da sociedade brasileira.

Um dos resultados da pesquisa constituiu na elaboração de mapas conceituais. Para tanto, com o apoio dos tutoriais disponibilizados pelo Grupo de Pesquisa Mapas Conceituais, integrado ao Núcleo de Pesquisas em Novas Arquiteturas Pedagógicas da Universidade de São Paulo, foi realizado um mapa conceitual para cada Constituição Brasileira analisada, através de proposições e termos de ligação condizentes com a temática proposta. Por meio desse estudo, verificou-se que esse método de aprendizagem produz clareza semântica para a compreensão e retratação da cultura e da memória em cada carta constitucional, como ilustrado abaixo:

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- Constituição de 1934:

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- Constituição de 1946:

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- Constituição de 1988:

Os mapas conceituais foram apresentados e disponibilizados ao Grupo de Pesquisa Cidade,

Cultura e Diferença nos dias: 30 de junho e 07 de julho de 2017.

Outro resultado consistiu na escrita de um artigo a ser submetido para publicação do próximo Caderno de Iniciação Científica à Pesquisa da Univille. O trabalho também será apresentado na forma de comunicação na Semana Univille de Ciência Sociedade e Tecnologia (SUCTS) que acontecerá em Outubro de 2017, com data a ser definida.

5. Metas propostas x Metas realizadas

Meta proposta Meta realizada Atingido (%)

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Participação em Congresso Não 0%

(apresentação será em Outubro)

6. Conclusões ou considerações finais

Constitucionalmente, a cultura sofreu uma alteração profunda no contexto de 1988, pois deixou de estar aludida como instrumento educacional, no qual, quem detinha níveis mais elevados e qualitativos de conhecimento possuía erudição, para ser entendida como um processo social da Nação.

O patrimônio nacional, em todas as cartas constitucionais anteriores à de 1988, era definido conforme os ditames estatais e governamentais. Nesse sentido, era aquilo que possuía relevância, segundo os parâmetros de cada contexto. Até a Constituição Federal de 1988 prevaleceu e predominou a ideia de que o patrimônio cultural era formado por bens materiais (edificações, monumentos e obras de arte). Somente em 2001, através do Decreto n° 3.551, foi regulamentado o registro de bens imateriais patrimonializados.

A pesquisa contribuiu não apenas para a produção interdisciplinar de conhecimento jurídico, sobretudo, ficou demostrada a necessidade do campo do Direito responder aos novos desafios ligados a efetividade do exercício dos direitos culturais pela sociedade brasileira.

7. Referências bibliográficas

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988. Organização do texto: Juarez de Oliveira. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm>. Acesso em: 29 ago. 2016. BRASIL. Constituição (1967). Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 1967. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao67.htm>. Acesso em: 29 ago. 2016.

BRASIL. Constituição (1946). Constituição dos Estados Unidos do Brasil: promulgada em 18 de

setembro de 1946. Disponível em:

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao46.htm>. Acesso em: 29 ago.2016. BRASIL. Constituição (1937). Constituição dos Estados Unidos do Brasil: outorgada em 10 de

novembro de 1937. Disponível em:

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao37.htm>. Acesso em: 29 ago. 2016.

BRASIL. Constituição (1934). Constituição da República dos Estados Unidos do Brasil:

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<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao34.htm>. Acesso em: 29 ago. 2016.

BRASIL. Constituição (1891). Constituição da República dos Estados Unidos do Brasil:

promulgada em 24 de fevereiro de 1891. Disponível em:

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao91.htm>. Acesso em: 29 ago. 2016.

RIO DE JANEIRO (Capital). Decreto n. 726, de 8 de dezembro de 1900. Autoriza o Governo a dar permanente instalação, em prédio público de que possa dispor, à Academia Brasileira de Letras, fundada na capital da República, e decreta outras providências. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/Historicos/DPL/DPL726.htm>. Acesso em: 30 ago. 2016.

RIO DE JANEIRO (Capital). Decreto n.25, de 30 de novembro de 1937. Organiza a proteção do

patrimônio histórico e artístico nacional. Disponível em:

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/DecretoLei/Del0025.htm>. Acesso em: 26 set. 2016.

SILVA, José Afonso da. Curso de Direito Constitucional Positivo. 39ª Edição. Editora Malheiros: São Paulo, 2016.

MIRANDA, Pontes. Comentários à Constituição de 1967, com emenda n.°1 de 1969. Volume VI. Editora Revistas dos Tribunais: São Paulo, 1972.

CAVALCANTI, Themistocles Brandão. A Constituição Federal Comentada. 3ª Edição. Volume IV. Editor José Konfino: Rio de Janeiro, 1959.

BOBBIO, Norberto. Teoria do Ordenamento Jurídico. 10. ed. (tradução de Maria Celeste C. J. Santos). Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1997.

DANTAS, Fabiana Santos. Direito Fundamental à Memória. Pernambuco: Juruá, 2010.

ARAGÃO, Ana Lúcia. Um panorama das Constituições brasileiras: o tratamento dado aos direitos culturais. Revista Latino Americana de Estudos em Cultura, Rio de Janeiro, n.7, f. 17, 2014.

MENESES, Ulpiano Toledo Bezerra de. O campo do Patrimônio Cultural: uma revisão de premissas. Fórum Nacional do Patrimônio Cultural, vol. 1. p. 25 a 39: Ouro Preto, Minas Gerais, 2009.

8. Matéria encaminhada para publicação

Quando houver, listar e anexar comprovação dos trabalhos científicos publicados e/ou apresentados em eventos científicos durante o período de vigência do projeto.

Artigo

9. Perspectivas de continuidade ou desdobramento do trabalho

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culturais e o direito ao patrimônio cultural nas legislações da América Latina. Tal interesse foi despertado devido a articulação da minha pesquisa com a pesquisa de dissertação de Daniel Uribe Parra sobre “Os Mercados Campesinos como Espaço de Patrimônio Material”, o qual dialoga com os marcos normativos sobre o patrimônio cultural no Brasil e em Colômbia.

10. Outras atividades de interesse universitário

Declaração de participação do Grupo de Pesquisa “Cidade, Cultura e Diferença”. 11. Apoio

Essa pesquisa obteve o apoio financeiro do órgão CNPq. Houve também a parceria com o Grupo de Pesquisa Mapas Conceituais, integrado ao Núcleo de Pesquisas em Novas Arquiteturas Pedagógicas da Universidade de São Paulo, Grupo de Pesquisa “Cidade, Cultura e Diferença” e “Usos e Apropriações do Patrimônio Cultural nas Cidades Contemporâneas”.

12. Agradecimentos

Primeiramente gostaria de agradecer ao CNPq, pela oportunidade de desenvolvimento de um projeto tão importante para o contexto da sociedade contemporânea.

A Professora Doutora Ilanil Coelho, minha orientadora, pelo emprenho dedicado à elaboração deste trabalho.

Ao Grupo de Pesquisa “Cidade, Cultura e Diferença”, sob coordenação de minha orientadora, pela oportunidade de apresentação da minha pesquisa.

Ao Grupo de Pesquisa “Usos e Apropriações do Patrimônio Cultural nas Cidades Contemporâneas”, pelo apoio e incentivo no desenvolvimento da pesquisa.

Ao Grupo de Pesquisa Mapas conceituais, integrado ao Núcleo de Pesquisa em Novas Arquiteturas Pedagógicas da Universidade de São Paulo, pelos tutoriais disponibilizados para aprendizagem e concretização dos mapas conceituais.

Ao Daniel Uribe Parra, pelo auxílio no desenvolvimento da temática e por despertar o interesse em um novo projeto de pesquisa nesse âmbito.

A Universidade da Região de Joinville – UNIVILLE, sеυ corpo docente, direção е administração qυе oportunizaram à janela qυе hoje vislumbro um horizonte superior, eivado pеlа acendrada confiança no mérito е ética aqui presentes.

E a todos que direta ou indiretamente fizeram parte da minha pesquisa, o meu muito obrigado.

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