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Aula 02 Redes Linux. 2.1 Arquivos de configuração de redes no Linux

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Academic year: 2021

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Aula 02 – Redes Linux 2.1 Arquivos de configuração de redes no Linux 2.1.1  /etc/hostname Armazena o nome do computador (não ocorre no padrão Red­Hat/Conectiva). #  cat  /etc/hostname server.linux.org.br 2.1.2  /etc/hosts Contém uma lista de endereços IP e nomes de computadores da rede local para serem “resolvidos”  localmente. #   cat  /etc/hosts 127.0.0.1         localhost.localdomain  localhost 172.16.9.1        server.linux.org.br       server 172.16.9.2        aluno1.linux.org.br      aluno2  172.16.9.3        aluno3.linux.org.br      aluno3  172.16.9.4        aluno4.linux.org.br      aluno4  2.1.3  /etc/hosts.equiv Contém uma lista de nomes de computadores (obrigatório) e usuários (opcional) que têm permissão para  executar os comandos de rlogin, rcp e rsh no computador local. #  cat /etc/hosts.equiv # hostname aluno2 aluno3 aluno4 2.1.4  /home/<usuario>/.rhosts Contém uma lista de nomes de computadores (obrigatório) e usuários (opcional) que têm permissão para  executar os comandos de rlogin, rcp e rsh no computador local. Ele deve ter permissão de leitura e escrita  somente pelo usuário dono. #  cat /home/<usuario>/.rhosts aluno2 aluno3 aluno4

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2.1.5  /etc/networks Contém uma lista dos nomes das redes de computadores e dos endereços IP das redes e ou sub­redes a  qual o computador faz parte.  Não é mais utilizado nas distribuiçoes atuais. #  cat  /etc/networks loopnet      127.0.0.1 linux.org.br      172.16.9.0 2.1.6  /etc/host.conf Informa quais serviços utilizar para solucionar os nomes de computadores e em que ordem. A opção  “multi on” determina que um computador pode ter múltiplos endereços IP. #   /etc/host.conf order hosts,bind multi on 2.1.7  /etc/resolv.conf Neste arquivo é configurado o cliente de DNS, que contém o nome de domínio do servidor de DNS e  seu  endereço IP. #  /etc/resolv.conf search linux.org.br nameserver 172.16.9.1 2.1.8  /etc/nsswitch.conf Especifica onde adquirir tipos diferentes de dados, arquivos ou banco de dados usados pelos servidores. passwd:     files nisplus nis shadow:     files nisplus nis group:      files nisplus nis hosts:      files nisplus nis dns bootparams: nisplus [NOTFOUND=return] files ethers:     files netmasks:   files networks:   files protocols:  files nisplus nis rpc:        files

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services:   files nisplus nis netgroup:   files nisplus nis publickey:  nisplus automount:  files nisplus nis aliases:    files nisplus 2.1.9  /etc/sysconfig/network No padrão Red­Hat e seus derivados, define o nome do computador, o nome do domínio (DNS), o nome  do domínio NIS, o roteador e se a rede será ativada ou não na inicialização do Linux. Em outras distribuições,  esse arquivo pode ter outro nome, formato e localização. #  cat  /etc/sysconfig/network NETWORKING=yes # FORWARD_IPV4=no   # not used anymore. see /etc/sysctl.conf HOSTNAME="server.linux.org.br" GATEWAY=172.16.9.1 NAMESERVER=172.16.9.1   2.1.10  /etc/sysconfig/network­scripts/ifcfg­lo No padrão Red­Hat e seus derivados, define o dispositivo da interface de loopback, o seu endereço IP, a  sua máscara de rede, o seu endereço de rede, o seu endereço de broadcast e se está ativada ou não na  inicialização do Linux.  Em outras distribuições, esse arquivo pode ter outro nome, formato e localização. #  cat  /etc/sysconfig/network­scripts/ifcfg­lo DEVICE=lo IPADDR=127.0.0.1 NETMASK=255.0.0.0 NETWORK=127.0.0.0 BROADCAST=127.255.255.255 ONBOOT=yes NAME=loopback 2.1.11  /etc/sysconfig/network­scripts/ifcfg­eth0 No padrão Red­Hat e seus derivados, define o dispositivo da interface de rede, o seu endereço IP, a sua  máscara   de   rede,   o   seu   endereço   de   rede,   o   seu   endereço   de   broadcast   e   se   está   ativada   ou   não   na  inicialização do Linux.  Em outras distribuições, esse arquivo pode ter outro nome, formato e localização.

#  cat  /etc/sysconfig/network­scripts/ifcfg­eth0 # Realtek|RTL­8139(AS)

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DEVICE=eth0 ONBOOT=yes BOOTPROTO=dhcp GATEWAY=172.16.9.1 NAMESERVER=172.16.9.1 2.1.12  /etc/network/interfaces  Trata­se do arquivo de definição das interfaces de rede na família Debian (Debian, Ubuntu, Kurumin e  etc.), a diferença com a família Red­Hat fica por conta de que o arquivo “interfaces” estão definidas todas as  interfaces de rede, já no padrão Red­Hat há um arquivo para cada interface. $  cat  /etc/network/interfaces auto lo iface lo inet loopback 2.1.13 /etc/rc.d/rc.inet1 Trata­se do arquivo de definição das interfaces de rede na família Slackware (Slaxkware, Slax e etc.). $ cat  /etc/rc.d/rc.inet1 IPADDR[0] = “10.1.1.10” NETMASK[0] = “255.255.255.0” USE_DHCP[0] = “” DHCP_HOSTNAME = “” GATEWAY = “10.1.1.3” 2.1.14  /etc/rc.d/rc.local No padrão Red­Hat e seus derivados, é o último script a ser executado, sendo possível incluir comandos  ou scripts adicionais nele. Por exemplo, caso seja desejado inicializar servidores adicionais. Por padrão /etc/rc.d/ rc.local simplismente cria uma mensagem de acesso ao sistema com a versão do kernel e o tipo de máquina.  Em outras distribuições, esse arquivo pode ter outro nome, formato e localização. cat /etc/rc.local  #!/bin/sh ­e # rc.local # This script is executed at the end of each multiuser runlevel. # Make sure that the script will "exit 0" on success or any other # value on error. # In order to enable or disable this script just change the execution # bits.

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# By default this script does nothing. #exit 0 /home/usuario/firewall.sh /home/usuario//wireless.sh 2.2 Comandos utilizados pelo TCP/IP no Linux Comandos utilizados com maior freqüência para manipular configurações de rede no Linux. 2.2.1 ifconfig

Exibe e manipula a configuração das interfaces de rede. É   usado   para configurar (e posteriormente  manter) as inter faces de rede. É usado durante o boot para configurar a   maioria   delas para   um   estado  usável. Depois disto, é normalmente somente necessário durante depurações ou quando for necessária uma  configuração  fina  do sistema. Se nenhum argumento for informado, ifconfig somente mostra o estado das interfaces correntemente  definidas.  Se  um  argumento  interface for informado, ele mostra somente o estado da interface informada. De  outra forma ele assume que os parâmetros devem ser configurados. Se o primeiro argumento após o nome da interface for  reconhecido  como um nome de uma família de  endereçamento suportada, esta família de endereçamento é usada na decodificação e apresentação de todos  os  endereços de protocolos. Opções:        interface: O  nome  da  interface de rede. Usualmente é um nome como eth0 ,       sl3 ou algo parecido: um nome de driver de  dispositivo  seguido       por um número.        up: Esta flag causa a ativação da interface. É especificada implici­       tamente se a interface receber um novo endereço (veja abaixo).        down:  Esta flag desativa o  driver  desta  interface,  é  util  quando       alguma coisa começar a ter problemas.        [­]arp: Habilita  ou  desabilita o uso do protocolo ARP para esta inter­       face. Se o sinal de menos (­) estiver presente a opção é  desli­       gada.        [­]allmulti: Habilita ou desabilita o modo  promiscuous  da  interface.  Isto       significa  que  todos  os frames passarão pela camada de rede do       kernel, permitindo monitoração da rede. Ex:  #  ifconfig  #  ifconfig  eth0

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#  ifconfig  lo #  ifconfig  eth0  arp #  ifconfig  eth0  allmulti #  ifconfig  eth0  down #  ifconfig  eth0  up #  ifconfig  eth0  promisc #  ifconfig  eth0  172.16.9.1  netmask  255.255.0.0 up # ifconfig eth0 hw ether 00:11:22:33:44:55 2.2.2 netstat Exibe o status da rede. Mostra conexões de rede, tabelas de roteamento, estatísticas de interface e  conexões mascaradas. Mostra informações do subsistema de rede do Linux.

Você pode ver o estado das conexões de rede   através   da   listagem   dos sockets abertos. Esta é a  operacao padrão: se você não especificar nenhuma família de endereços, os sockets ativos de todas   as  famílias  de endereços  configuradas serão mostrados.  Opções: ­e: obterá informações adicionais (userid).  ­v: poderá fazer com que o netstat reclame sobre famílias de endereços conhecidas que não sejam  suportadas pelo kernel.  ­o: mostra algumas  informações  adicionais  sobre temporizadores  de rede.  

­a: mostra  todos  os  sockets,  incluindo sockets  de  servidores.  A família  de endereços  inet  mostrará 

sockets raw, udp  e tcp. ­r, ­­route: Com  a opção ­r, ­­route voce obterá as tabelas de roteamento do kernel no mesmo formato  usado por route ­e.  netstat ­er usará  o  formato  de apresentação  do  comando  route.  Por favor veja route(8)  para maiores detalhes. ­i, ­­interface iface: Se voce usar a opção ­i, ­­interfaces, uma tabela de todas (ou da iface  especificada)  as interfaces de rede será mostrada. A saída usa o formato ifconfig ­e, e é descrita em  ifconfig(8).   netstat  ­ei  mostrará  uma  tabela ou uma entrada de interface como ifconfig mostra. Com a chave ­a , você pode incluir  interfaces que não estejam  configuradas (i.e. não tem a flag U=UP configurada).          ­M, ­­masquerade: Uma  lista  de todas as sessões mascaradas também pode ser vista. Com a       chave  ­e você pode incluir mais algumas informações sobre numeração sequencial e deltas, causados por reescritas  de dados em sessões FTP (comando PORT). O suporte a mascaramento é usado para  esconder máquinas em  endereços de rede não oficiais do resto do mundo, como descrito em ipfw(4),ipfwadm(8) e ipfw (8).         ­s, ­­statistics: Mostra estatísticas sobre o subsistema de rede do kernel do Linux,  que são lidas a partir  de /proc/net/snmp.

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Ex: #  netstat  ­a 2.2.3 ping Indica se um computador remoto pode ser alcançado. Ex: #  ping  172.16.9.9 #  ping  www.uniderp.br 7.9.4 ­ nslookup Questiona o serviço de nome de domínio DNS. Ex: #  nslookup 2.2.4 traceroute Traça a rota percorrida por pacotes até o computador de destino.  Exibe a rota tomada pelos pacotes para uma máquina da rede. A Internet é uma grande e complexa  aglomeração de máquinas de rede, conectadas por gateways. Traçar a rota que um pacote segue (ou achar o  gateway que está descartando os  seus  pacotes) pode ser difícil.  O traceroute utiliza o campo `time to live' do  protocolo IP e tenta obter uma resposta ICMP TIME_EXCEEDED de cada gateway no caminho para  alguma  máquina. O  único  parâmetro obrigatório é o nome da máquina de destino ou o seu número IP. O tamanho pré­ definido do  datagrama  de  procura  é  de  38 bytes,  mas  isto pode ser aumentado especificando um tamanho  de pacote (em bytes) depois do nome da máquina de destino. ­l : Exibe o valor ttl dos pacotes retornados. Isto é útil para verificar roteamento assimétrico. ­m ttl_max: Define o  `time­to­live' máximo (número máximo de pontos) usado nos pacotes de procura de  saída. O valor pré­definido é de 30 pontos (o mesmo valor pré­definido usado em conexões TCP). ­n: Exibe os endereços dos pontos numericamente ao invés de simbolicamente e numericamente (evita  uma procura endereço­para­nome em um servidor de nomes para cada gateway encontrado no caminho). ­p porta: Define   o   número   base  da  porta  UDP  usada  nas  procuras (pré­definido como 33434).  traceroute espera  que  nada  esteja aguardando  nas  portas UDP de base até base+pontos­1 na máquina de  destino (senão uma mensagem ICMP   PORT_UNREACHABLE  irá  ser retornada  para  terminar o traçamento  de rota). Se alguma coisa estiver aguardando em uma porta no  alcance  pré­definido,  esta opção  pode ser  usada para escolher um alcance de portas fora de uso.

­q perguntas: Define   o  número   de  procuras  por  ``ttl''     como    perguntas (pré­definido como três 

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­r: Ignora as tabelas de roteamento normais e envia diretamente para uma máquina em uma rede anexa.  Se a máquina não estiver  em  uma rede diretamente anexa, um erro é retornado. Esta opção pode ser usada  para contatar uma máquina local através de  uma  interface que  não  tem  nenhuma  rota  através  dela (ex.,  depois que uma interface foi descartada pelo routed(8)). ­s end_origem: Usa o seguinte endereço IP (que deve ser dado como  número,  não      como  nome  de máquina) como o endereço de origem nos pacotes de procura. Em máquinas com mais de um endereço IP,  esta opção pode ser usada para forçar o endereço de origem a ser outro que não o endereço IP da interface  pela qual  o  pacote  de  procura  está sendo  enviado.  Se  o  endereço IP não é um endereço de uma das  interfaces daquela máquina, então um erro é retornado e  nada  é      enviado. ­t serviço: Define  o  campo  type­of­service  nos pacotes de procura para o valor seguinte (pré­definido  como zero). O  valor  deve  ser  um inteiro decimal no alcance de 0 a 255. Esta opção pode ser usada para  descobrir se diferentes type­of­service resultam em  diferentes caminhos. (Se você não está usando um sistema  4.3BSD­Tahoe ou subseqüente, isto pode ser inútil, já que os serviços normais de  rede como telnet e ftp não  deixam  você   controlar   o  serviço).  Nem  todos  os  valores  de  serviço   são   válidos  ou  significativos   ­   veja  a  especificação do IP para as definições. Valores úteis são provavelmente `­t 16' (baixa espera) e `­t 8' (alta  saída).

­v:   Saída   detalhada.   Pacotes   ICMP   recebidos   além   de   TIME_EXCEEDED   e   UNREACHABLE   são 

listados.

­w: Define   o   tempo   (em   segundos)   de espera pela resposta de uma procura (pré­definido como 3 

segundos). Ex:  #  traceroute 172.16.9.1 #  traceroute  aluno1.labinfo.local #  traceroute  aluno1 2.2.4 route Exibe e/ou manipula a tabela de roteamento IP. Route manipula a tabela de roteamento IP do kernel. Seu  principal uso é configurar rotas estáticas para hosts ou redes especificadas através de       uma interface, após a  mesma ter sido configurada com o programa  ifconfig. ­v: flag para detalhamento (não usada). ­n: mostra   endereços   numéricos,  sem  tentar  resolver  o  nomes  simbólicos das máquinas. Útil se  você esta  tentando  determinar por que a rota para o seu servidor de nomes sumiu. ­e: use  o  formato  netstat(8)  na apresentação da tabela de roteamento. ­ee: produzira uma linha bem grande com todos os parâmetros da tabela de roteamento. del: remove uma rota.

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add: adiciona uma rota. alvo: A  máquina  ou  rede destino. Você pode fornecer endereços IP em formato decimal separado por  pontos ou nomes de  máquinas/redes. Ex: #  route add ­net 192.1.68.1.0  netmask  255.255.255.0  dev eth0 #  route add default gw #  route add default gw  192.168.1.1 #  route del default gw 192.168.1.1 2.2.5 arp

Manipula o   cachê  ARP do  sistema.arp   manipula  o  cache   ARP  do  kernel de  várias     maneiras.     As  principais opções  são  deleção  de  uma  entrada de mapeamento de endereço e configuração manual de um  endereço. Para propósitos de depuração,  o  programa arp também permite um dump completo do cache ARP. Ex: #  arp 2.2.6 iwconfig e wlist        O iwconfig é similar ao comando ifconfig, mas é usado para redes wifi. Com este comando pode­se  verificar diversas características das redes wireless.         Com   o   comando   iwconfig   serão   listados   os   dispositivos   de   rede   sem   fio   que   o   sistema  Linux   já reconheceu. Após executar este comando, o retorno será o seguinte:  # iwconfig lo    no wireless extensions. wlan0 IEEE 802.11g  ESSID:"xxx"  Nickname:"yyy"       Mode:Managed  Frequency:2.462 GHz  Access Point: 00:02:2D:0F:7B:48       Bit Rate:11 Mb/s   TxPower:18 dBm   Sensitivity=0/3       Retry:off   RTS thr:off   Fragment thr:off       Encryption key:3132333435   Security mode:restricted       Power Management:off       Link Quality=45/94  Signal level=50 dBm  Noise level=95 dBm       Rx invalid nwid:0  Rx invalid crypt:0  Rx invalid frag:0       Tx excessive retries:0  Invalid misc:0   Missed beacon:878 eth0  no wireless extensions. sit0  no wireless extensions.        A chave WEP está ativa e mostra o retorno criptografado (há como quebrar esta criptografia muito fácil,  dependendo da quantidade de pacotes que esta AP está trafegando).

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       Listando as redes disponíveis, assim como no Windows, você pode listar as redes wifi disponíveis com o  comando: # iwlist wlan0 scan         Determinando CHANNEL e AP para associação e chave de criptografia, muitas vezes encontra­se mais  de um ACCESS POINT. Como fazer para definir qual delas você quer se conectar? # iwconfig AP 00:02:2D:0F:7B:48        Para determinar qual AP será associado com o comando: # iwlist wlan0 scan        Para determinar o CHANNEL temse opção de 11 canais liberados pela ANATEL.       No exemplo a seguir usase o canal 11 para que ocorra menos interferências. Uma boa prática quando  existe mais de um Access Point é utilizar a topologia de triângulo, forçando os canais 1, 6, 11. # iwconfig wlan0 channel 11       Notamos ainda que o AP do exemplo está com KEY ON, ou seja, está utilizando WEP, que pode ser  ativada usando o comando: # iwconfig wlan0 key s:12345       Outro exemplo de interface wireless detectada com o comando iwconfig: # iwconfig lo        no wireless extensions. eth0      no wireless extensions. wmaster0  no wireless extensions. wlan0     IEEE 802.11bg  ESSID:"xxx"         Mode:Managed  Frequency:2.437 GHz  Access Point: 00:AA:CC:EE:FF:94          Bit Rate=5.5 Mb/s   TxPower=27 dBm          Retry min limit:7   RTS thr:off   Fragment thr=2352 B             Encryption key:78D63CF7602B341FD889D3F289B26AC102033486B0CE4BC7B65D8395959A 9

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CF0A [3]             Security mode:open       Power Management:off       Link Quality=78/100  Signal level:32 dBm         Rx invalid nwid:0  Rx invalid crypt:0  Rx invalid frag:0       Tx excessive retries:0  Invalid misc:0   Missed beacon:0 pan0      no wireless extensions.

Referências

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