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Academic year: 2021

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(1)

_________________________________________________________________________________________________ i

S U M Á R I O

APRESENTAÇÃO ... ii

EQUIPE TÉCNICA ... iii

GRUPO DE ACOMPANHAMENTO ... iv

AGRADECIMENTOS ... v

INDICE GERAL ... vi

INDICE DE FIGURAS... xii

INDICE DE QUADROS ... xviii

INDICE DE ANEXOS... xxiii

LISTA DE SIGLAS ... xxiv

1. INTRODUÇÃO... 1

2. CARACTERIZAÇÃO DAS BACIAS PCJ... 5

3. CARACTERIZAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS ... 120

4. QUALIDADE DAS ÁGUAS ... 174

5. SANEAMENTO AMBIENTAL ... 193

6. USO DOS RECURSOS HÍDRICOS... 260

7. INVESTIMENTOS... 310 8. ANÁLISE DA EVOLUÇÃO... 345 9. CONCLUSÕES... 355 10. BANCO DE DADOS ... 358 11. SUGESTÕES E RECOMENDAÇÕES ... 362 12. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ... 370 ANEXOS ... I

(2)

_________________________________________________________________________________________________ ii

APRESENTAÇÃO

O Relatório de Situação dos Recursos Hídricos das Bacias PCJ 2004 a 2006 apresenta os trabalhos desenvolvidos para caracterizar o estado de utilização das águas das Bacias PCJ, tendo em vista sua comparação com estados futuros.

Os resultados obtidos no Relatório de Situação 2004 a 2006 indicam avanços efetivos na disponibilidade das águas superficiais, principalmente devido à elevada eficiência do sistema de gestão compartilhada do Sistema Cantareira. A disponibilidade hídrica real aumentou ao passo que a demanda total diminuiu, o que fez com que o saldo hídrico nas Bacias PCJ aumentasse em 4,58 m3/s.

Sendo assim, o problema da escassez de água, amplamente noticiado nas Bacias PCJ, foi amenizado. Vale lembrar que a disponibilidade referente ao Sistema Cantareira não é constante, dependendo do regime fluvial dos cursos d’água represados, além do volume acumulado no Reservatório, lembrando ainda que este não é um reflexo contínuo.

A questão do tratamento de esgoto também merece destaque, pois o percentual de tratamento sobre o esgoto coletado avançou de menos de 17% para quase 40%. A redução da carga orgânica doméstica potencial também evoluiu de 15,3% para 27%.

Estas ações refletiram na tendência de melhora dos índices de IQA registrados nos principais rios das Bacias PCJ.

Os resultados encontrados neste Relatório de Situação demonstram uma leve tendência de melhora dos valores do IQA, no período de 2004 a 2006, em alguns pontos analisados, possivelmente pelo aumento no percentual de tratamento de esgoto e, em alguns casos, reflexo da gestão exercida no Sistema Cantareira.

Com o aumento dos investimentos no PDC 3 (Recuperação da Qualidade dos Corpos D’água - RQCA), apontados neste Relatório, a tendência é que a qualidade da água venha a melhorar progressivamente, à medida que se elevem os percentuais de tratamento e coleta de esgoto.

GRUPO DE ACOMPANHAMENTO DO

(3)

_________________________________________________________________________________________________ iii

EQUIPE TÉCNICA

Profissional Atribuições

Ricardo Petrine Signoretti – Engenheiro Ambiental Coordenador Geral Antonio Melhem Saad – Geólogo, M.Sc., Dr. Coordenador Adjunto Paulo Edison Martins da Silveira – Geólogo, M.Sc.

Oswaldo Y. Iwasa - Geólogo

Meio Físico

Adriana Marchiori Silva – Gestora Ambiental Caracterização Socioeconômica e Investimentos

Felipe Trentini da Silveira – Engenheiro Ambiental Ronalton Evandro Machado – Eng. Agrícola, M.Sc., Dr.

Hidrologia, Pluviometria, Qualidade da Água, Balanço Disponibilidade x Demanda, Geoprocessamento e

Banco de Dados José Cezar Saad – Engenheiro Civil

Taeana Viviani Antonelli – Engenheira Ambiental

Saneamento Ambiental Silvia Regina Stipp e Abdalla – Engenheira Agrônoma, M.Sc. Revisão Ortográfica

Tatiane Karine Vedovotto Administração de Coleta de Dados e Informações

Anderson Rodrigo Robes Marina Pinheiro Hespanhol

Thelma Chiochetti da Silva

Coleta e aquisição de dados básicos

(4)

_________________________________________________________________________________________________ iv

G R U P O D E A C O M P A N H A M E N T O

Grupo de Acompanhamento da elaboração deste trabalho, constituído no âmbito da Câmara Técnica do Plano de

Bacias (CT-PB), dos Comitês PCJ.

Adriana A. R. V. Isenburg SANASA Ane Caroline G. Machion SABESP

Eduardo Cuoco Léo Agência PCJ Eduardo Passeto ANA

Harold Gordon Fowler UNESP / SORIDEMA José A. de B. Seydell Prefeitura Sta. Gertrudes Leonildo Ednilson Urbano DAEE

Lucas Coury Silveira Agência PCJ Luciana C. F. de Souza Prefeitura Jaguariúna

Marcelo Poci Bandeira Secretaria de Transportes Maria das Graças M. Brisighello DAE Jundiaí

Osvaldo de Oliveira Vieira SABESP Patrícia G. A. Barufaldi DAEE Paulo Roberto S. Tinel Agência PCJ Regina Aparecida Ribeiro DAE S. Bárbara D’Oeste

Rita de Cássia Lorenzi CETESB Romualdo José Kokol Prefeitura Americana Sergio Antonio da Silva SABESP Sidney Pataro Tortolano SABESP

(5)

_________________________________________________________________________________________________ v

A G R A D E C I M E N T O S

A equipe técnica da Irrigart Engenharia e Consultoria em Recursos Hídricos e Meio Ambiente LTDA agradece a colaboração dos funcionários, técnicos e pesquisadores de todos os órgãos estaduais, federais ou municipais, além da prefeituras municipais, empresas de saneamento, no auxílio e fornecimento de dados para a elaboração deste importante trabalho para as Bacias PCJ.

Agradecimentos especiais aos membros do Grupo de Acompanhamento que por um longo período de tempo contribuíram, de maneira significante, com idéias, sugestões e correções, objetivando sempre a elaboração de um documento da melhor qualidade possível.

Também merece destaque a dedição dos integrantes da Agência de Águas PCJ e da Secretaria Executiva dos Comitês PCJ que muito auxiliaram para o fechamento deste trabalho.

(6)

_________________________________________________________________________________________________ vi

I N D I C E G E R A L

1. INTRODUÇÃO ... 1 1.1. Objetivo ... 1 1.2. Metodologia ... 1

1.2.1. Obtenção e compilação de dados secundários... 2

1.2.2. Aplicação de questionários... 2

1.2.3. Formas de apresentação... 3

2. CARACTERIZAÇÃO DAS BACIAS PCJ ... 5

2.1. Caracterização Geral... 5

2.2. Caracterização do meio físico das Bacias PCJ... 12

2.2.1. Geologia do trecho paulista ... 12

2.2.1.1 Rochas do Pré-Cambriano... 15

2.2.1.2 Rochas da Bacia sedimentar do Paraná... 16

2.2.1.2.1....Grupo Tubarão ... 17

2.2.1.2.2....Grupo Passa Dois... 17

2.2.1.2.3....Grupo São Bento ... 18

2.2.1.2.4....Rochas efusivas e os corpos intrusivos básicos ... 19

2.2.1.2.5....Grupo Bauru ... 19

2.2.1.3 Formações e depósitos cenozóicos... 20

2.2.1.4 Depósitos Aluvionares recentes... 20

2.2.1.5 Depósitos Coluvionares e solos residuais ... 20

2.2.2. Geologia do trecho mineiro ... 21

2.2.3. Hidrogeologia ... 22

2.2.4. Geomorfologia ... 28

2.2.4.1 Características do relevo no trecho paulista ... 29

2.2.4.2 Formas de relevo ... 29

2.2.4.3 Características do relevo no trecho mineiro... 32

2.2.5. Pedologia... 33

2.2.5.1 Principais tipos de solo no trecho paulista ... 33

2.2.5.2 Principais tipos de solo no trecho mineiro... 37

2.2.6. Hidrometeorologia ... 37

2.2.6.1 Hidrometeorologia do trecho paulista ... 37

2.2.6.2 Hidrometeorologia do trecho mineiro ... 38

2.3. Caracterização Socioeconômica ... 40

2.3.1. Divisão Territorial... 40

(7)

_________________________________________________________________________________________________ vii

2.3.2.1 Histórico do trecho paulista ... 42

2.3.2.2 Histórico do trecho mineiro ... 44

2.3.3. Demografia ... 46 2.3.4. Educação... 56 2.3.5. Economia... 58 2.3.5.1 Indicadores socioeconômicos ... 58 2.3.5.2 Consumo de energia ... 63 2.3.5.3 Infra-estrutura... 64 2.3.5.3.1....Transporte... 64 2.3.5.3.2....Energia... 68

2.3.5.4 Principais atividades industriais ... 69

2.4. Caracterização da Cobertura Vegetal das Bacias PCJ ... 71

2.5. Programas, projetos e planos existentes com interface com recursos hídricos ... 81

2.5.1. Programas de Micro-Bacias ... 81

2.5.2. Plano Entre Serras e Águas ... 83

2.5.3. Programas Desenvolvidos na Região Metropolitana de Campinas - RMC ... 83

2.5.4. Programa de Recuperação de Matas Ciliares (PRMC) do Estado de São Paulo ... 84

2.5.5. Hidrovia Tietê-Paraná... 86

2.5.6. Reservas da Biosfera ... 89

2.6. Transportes e acidentes com cargas perigosas ... 91

2.7. Áreas Degradadas por Mineração ... 97

2.8. Loteamentos Habitacionais... 102

2.9. Educação Ambiental ... 107

2.9.1. Educação Ambiental na Esfera Federal ... 108

2.9.2. Educação Ambiental na Esfera Estadual ... 108

2.9.3. Educação Ambiental na Esfera Municipal ... 109

2.9.4. Programas de Educação Ambiental do Consórcio PCJ ... 109

2.9.5. Educação Ambiental nos Demais Órgãos Representativos ... 110

2.9.6. Demandas da Educação Ambiental ... 114

2.10.Áreas contaminadas ... 114

2.10.1. Áreas contaminadas divididas por Sub-Bacias ... 117

3. CARACTERIZAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS... 120

3.1. Superficiais ... 120

3.1.1. Pluviometria ... 122

(8)

_________________________________________________________________________________________________ viii

3.1.2.1 Metodologia para estimativa das vazões ... 131

3.1.2.2 Resultados obtidos... 136

3.1.3. Análise do volume de água descarregado no Rio Tietê ... 152

3.1.4. Estimativa da disponibilidade hídrica natural através do Método da “Regionalização Hidrológica”... 154

3.1.5. Disponibilidade Hídrica Real nas Bacias PCJ ... 156

3.1.5.1 Metodologia... 158

3.1.5.2 Cálculo da disponibilidade hídrica na Bacia do Rio Jaguari e Rio Atibaia ... 161

3.1.5.3 Transposições de Bacias ... 162

3.1.5.4 Resumo da disponibilidade Hídrica real nas Bacias Piracicaba, Capivari e Jundiaí... 162

3.2. Subterrânea ... 166

4. QUALIDADE DAS ÁGUAS ... 174

4.1. Qualidade das águas superficiais ... 174

4.1.1. Conclusão... 188

4.2. Qualidade das águas subterrâneas... 188

4.2.1. Vulnerabilidade dos aqüíferos – trecho paulista... 191

4.2.2. Qualidade das águas subterrâneas – trecho mineiro ... 191

5. SANEAMENTO AMBIENTAL ... 193

5.1. Considerações metodológicas ... 193

5.1.1. Identificação dos municípios com influência nas Bacias PCJ ... 196

5.2. Avaliação dos indicadores ... 196

5.2.1. Índice de atendimento urbano de água ... 196

5.2.2. Consumo médio per capita de água... 200

5.2.3. Índice de perdas na distribuição ... 204

5.2.4. Tratamento de lodo de ETA... 209

5.3. Esgotos Domésticos... 210

5.3.1. Coleta de esgotos... 212

5.3.2. Tratamento de esgotos... 212

5.3.2.1 Tratamento de esgotos por faixa de população... 213

5.3.2.2 População com esgoto tratado por faixa de tratamento ... 213

5.3.3. Estações de tratamento de esgotos ... 216

5.3.4. Produção de esgoto ... 218

5.3.5. Investimentos necessários para tratamento de esgotos ... 220

5.4. Situação dos resíduos sólidos domiciliares nas Bacias PCJ... 222

5.5. Saúde Pública... 229

(9)

_________________________________________________________________________________________________ ix

5.5.2. Dengue ... 237

5.5.3. Síntese da situação atual da saúde pública dos Municípios das Bacias PCJ ... 240

5.5.4. Qualidade da água dos municípios ... 242

5.5.4.1 Cloro ... 247 5.5.4.2 Índices bacteriológicos ... 247 5.5.4.3 Flúor ... 247 5.5.4.4 Turbidez... 248 5.5.4.5 pH ... 248 5.5.4.6 Cor... 249

5.5.5. Indicadores e fatores de influência da saúde pública local ... 249

5.5.5.1 Atendimento e regularidade no abastecimento de água ... 249

5.5.5.2 Atendimento à coleta de esgoto... 249

5.5.6. Qualidade do ar ... 250

5.5.6.1 Representatividade dos dados... 253

5.5.6.2 Qualidade do ar nas Bacias PCJ ... 254

6. USO DOS RECURSOS HÍDRICOS... 258

6.1. Demanda de água superficial... 258

6.1.1. Metodologia ... 259

6.1.2. Resultados... 261

6.1.2.1 Abastecimento público ... 264

6.1.2.2 Uso industrial... 266

6.1.3. Comparação dos dados ... 267

6.1.4. Demanda de água subterrânea ... 270

6.2. Balanço disponibilidade x demanda ... 275

6.3. Fontes de Poluição ... 280

6.3.1. Carga poluidora de origem doméstica... 281

6.3.1.1 Bacia do Piracicaba... 283

6.3.1.2 Bacia do Rio Capivari... 293

6.3.1.3 Bacia do Rio Jundiaí ... 294

6.3.1.4 Análise global das Bacias PCJ ... 296

6.3.2. Carga poluidora de origem industrial... 300

6.3.2.1 Bacia do Piracicaba... 300

6.3.2.2 Bacia do Rio Capivari... 305

6.3.2.3 Bacia do Rio Jundiaí ... 305

6.3.2.4 Total das Bacias PCJ ... 306

6.3.3. Cargas orgânicas totais – domésticas e industriais... 307

(10)

_________________________________________________________________________________________________ x

7.1. Fontes de Recursos Financeiros ... 311

7.1.1. Recursos Federais... 311

7.1.2. Recursos Estaduais... 312

7.1.2.1 Estado de São Paulo... 312

7.1.2.2 Estado de Minas Gerais ... 315

7.1.3. Recursos dos Municípios... 315

7.1.4. Recursos Adicionais (contrapartidas) ... 315

7.1.5. Demais Entidades Colaboradoras ... 316

7.2. Investimentos realizados 2004-2006 ... 316

7.2.1. Investimentos realizados por ano ... 317

7.2.1.1 Investimentos Realizados em 2004 ... 317

7.2.1.2 Investimentos Realizados em 2005 ... 324

7.2.1.3 Investimentos Realizados em 2006 ... 330

7.2.1.4 Total de investimentos nos anos de 2004 a 2006 ... 339

7.2.2. Balanço investimentos previstos x investimentos realizados ... 341

7.2.3. Demais investimentos quantificados ... 343

8. ANÁLISE DA EVOLUÇÃO ... 346

8.1. Análise Comparativa 1990/1999/2003/2006 ... 346

8.2. Evolução dos Indicadores... 347

8.3. Avaliação do cumprimento das metas de curto prazo do Plano de Bacias 2004 a 2007... 349

8.4. Evolução Jurídico – Institucional ... 350

9. CONCLUSÕES ... 356

9.1. Avaliação da qualidade das águas ... 356

9.2. Balanço entre disponibilidade e demanda ... 356

9.3. Avaliação do cumprimento das metas a curto prazo ... 357

9.4. Avaliação Geral ... 358

10. BANCO DE DADOS ... 359

10.1.Banco de Dados Georreferenciados (BDG) ... 359

10.2.Banco de Dados de Informações sobre Saneamento (BDIS)... 360

10.3.Banco de Dados de Informações dos Questionários (BDIQ)... 362

11. SUGESTÕES E RECOMENDAÇÕES... 363

11.1.Sugestões de Caráter Genérico ... 364

11.1.1. Conteúdo 364 11.1.2. Indicadores do Relatório de Situação... 364

11.1.3. Período de Abrangência ... 365

(11)

_________________________________________________________________________________________________ xi

11.2.1. Municípios Parcialmente Inseridos nas Bacias PCJ... 365

11.2.2. Coleta de Informações nos Municípios (questionários)... 365

11.2.3. Qualidade da Água ... 366 11.2.4. Saneamento ... 368 11.2.5. Resíduos Sólidos... 368 11.2.6. Investimentos ... 369 11.2.7. Banco de Dados ... 369 12. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ... 371

(12)

_________________________________________________________________________________________________ xii

I N D I C E D E F I G U R A S

Figura 1.1. Organograma metodológico de elaboração do Relatório de Situação dos

Recursos Hídricos nas Bacias PCJ – 2004 a 2006. ... 3

Figura 2.1. Municípios das Bacias PCJ. ... 11

Figura 2.2. Perfil geológico com as principais unidades aqüíferas e situação das Bacias PCJ (IRRIGART, 2005). ... 23

Figura 2.3. Modelo de circulação de água e recarga em aqüíferos fraturados (FUSP, 1999). 25 Figura 2.4. Evolução do número de municípios dos Comitês PCJ por faixa de população (Censo Demográfico IBGE 2000 e Fundação Seade 2006). ... 53

Figura 2.5. Produção de gás natural entre os anos de 2000 e 2006 (ANP, 2007). ... 68

Figura 2.6. Micro-Bacias com ações do programa, nas Bacias PCJ (CATI). ... 83

Figura 2.7. Administrações da Hidrovia Tietê/Paraná... 86

Figura 2.8. Acidentes envolvendo cargas perigosas (Setor de Operações de Emergência - CETESB). ... 92

Figura 2.9. Acidentes atendidos por Agência Ambiental da CETESB (Setor de Operações de Emergência – CETESB). ... 93

Figura 2.10. Acidentes com cargas perigosas, por produto (Setor de Operações de Emergências – CETESB). ... 94

Figura 2.11. Principais impactos ambientais da mineração. Fonte: Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE)... 98

Figura 2.12. Número de lotes e protocolos aprovados nos anos de 2004 a 2006... 104

Figura 2.13. Número de lotes aprovados nos anos de 2004 a 2006 (GRAPROHAB)... 105

Figura 2.14. Área média dos lotes aprovados nos anos de 2004 a 2006 (GRAPRROHAB). 105 Figura 2.15. Evolução das áreas contaminadas na UGRHI-05. ... 116

Figura 2.16. Atividades de contaminação na UGRHI-05. ... 116

Figura 2.17. Atividades de contaminação por Sub-Bacia (CETESB, 2006). ... 119

Figura 3.1. Divisão das Bacias Hidrográficas dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí... 121

Figura 3.2. Precipitações médias mensais (mm) - Sub-Bacia do Rio Camanducaia... 126

Figura 3.3. Precipitações médias mensais (mm) - Sub-Bacia do Rio Jaguari. ... 127

Figura 3.4. Precipitações médias mensais (mm) - Sub-Bacia do Rio Atibaia... 127

Figura 3.5. Precipitações médias mensais (mm) - Sub-Bacia do Rio Corumbataí. ... 128

Figura 3.6. Precipitações médias mensais (mm) - Sub-Bacia do Rio Piracicaba. ... 129

Figura 3.7. Precipitações médias mensais (mm) - Bacia do Rio Capivari. ... 129

Figura 3.8. Precipitações médias mensais (mm) - Bacia do Rio Jundiaí... 130

Figura 3.9. Fluxogramas para estimativa das vazões médias e mínimas mensais para as Bacias PCJ (IRRIGART, 2005). ... 132

Figura 3.10. Vazões médias históricas, média das mínimas históricas e chuva média na Sub-Bacia do Rio Camanducaia. ... 137

(13)

_________________________________________________________________________________________________ xiii

Figura 3.11. Vazões médias (estimadas) e vazões médias de 2004 e 2005 – Sub-Bacia do

Rio Camanducaia. ... 138

Figura 3.12. Vazões mínimas (estimadas) e vazões mínimas de 2004 e 2005 – Sub-Bacia do Rio Camanducaia. ... 138

Figura 3.13. Vazões médias históricas, média das mínimas históricas e chuva média na Sub-Bacia do Rio Jaguari. ... 139

Figura 3.14. Vazões médias (estimadas) e vazões médias de 2004 e 2005 – Sub-Bacia do Rio Jaguari... 140

Figura 3.15. Vazões mínimas (estimadas) e vazões mínimas de 2004 e 2005 – Sub-Bacia do Rio Jaguari. ... 140

Figura 3.16. Vazões médias históricas, média das mínimas históricas e chuva média na Sub-Bacia do Rio Atibaia. ... 141

Figura 3.17. Vazões médias (estimadas) e vazões médias de 2004 e 2005 – Sub-Bacia do Rio Atibaia... 142

Figura 3.18. Vazões mínimas (estimadas) e vazões mínimas de 2004 e 2005 – Sub-Bacia do Rio Atibaia... 142

Figura 3.19. Vazões médias históricas, média das mínimas históricas e chuva média na Sub-Bacia do Rio Corumbataí. ... 143

Figura 3.20. Vazões médias (estimadas) e vazões médias de 2004 e 2005 – Sub-Bacia do Rio Corumbataí. ... 144

Figura 3.21. Vazões mínimas (estimadas) e vazões mínimas de 2004 e 2005 – Sub-Bacia do Rio Corumbataí. ... 144

Figura 3.22. Vazões médias históricas, média das mínimas históricas e chuva média na Sub-Bacia do Rio Piracicaba. ... 145

Figura 3.23. Vazões médias (estimadas) e vazões médias de 2004 e 2005 – Sub-Bacia do Rio Piracicaba. ... 146

Figura 3.24. Vazões mínimas (estimadas) e vazões mínimas de 2004 e 2005 – Sub-Bacia do Rio Piracicaba... 146

Figura 3.25. Vazões médias históricas, média das mínimas históricas e chuva média na Bacia do Rio Piracicaba. ... 147

Figura 3.26. Vazões médias (estimadas) e vazões médias de 2004 e 2005 – Bacia do Rio Piracicaba. ... 148

Figura 3.27. Vazões mínimas (estimadas) e vazões mínimas de 2004 e 2005 - Bacia do Rio Piracicaba. ... 148

Figura 3.28. Vazões médias mensais e totais de chuva na Sub-Bacia do Rio Camanducaia.149 Figura 3.29. Vazões médias mensais e totais de chuva na Sub-Bacia do Rio Jaguari. ... 150

Figura 3.30. Vazões médias mensais e totais de chuva na Sub-Bacia do Rio Atibaia... 150

Figura 3.31. Vazões médias mensais e chuva total na Sub-Bacia do Rio Corumbataí... 151

Figura 3.32. Vazões médias mensais e chuva total na Sub-Bacia do Rio Piracicaba... 151

Figura 3.33. Vazões médias mensais e totais de chuva na Bacia do Rio Piracicaba... 152

(14)

_________________________________________________________________________________________________ xiv

Figura 3.35. Fluxograma simplificado do Sistema Cantareira (Relatório Câmara Técnica de

Monitoramento Hidrológico). ... 156

Figura 3.36. Vazões descarregadas na Bacia do Jaguari e do Atibaia. ... 160

Figura 3.37. Características físicas dos reservatórios Atibainha, Cachoeira e Jaguari-Jacareí (SABESP, 2004). ... 160

Figura 3.38. Comparativo das disponibilidades hídricas das Sub-Bacias do Rio Atibaia e do Rio Jaguari no RS 02/03 e RS 04/06. ... 164

Figura 3.39. Tipos de reserva de água subterrânea (SIGRH, 2001). ... 166

Figura 3.40. Métodos de estimativa de reserva explotável e disponibilidade hídrica subterrânea (CONEJO LOPES, 1994, e DAEE, 1999 citados em SIGRH, 2001). ... 167

Figura 3.41. Área aflorante das unidades aqüíferas das Bacias PCJ (%). ... 172

Figura 3.42. Disponibilidade hídrica subterrânea, em %. ... 172

Figura 3.43. Disponibilidade hídrica subterrânea, em m3/s, por Aqüífero... 172

Figura 3.44. Disponibilidade hídrica subterrânea, em m3/s por Sub-Bacia... 173

Figura 4.1. Índice IQA dos pontos do Rio Camanducaia (CETESB 2005, 2006 e 2007). ... 178

Figura 4.2. Índice IQA dos pontos do Rio Jaguari (CETESB 2005, 2006 e 2007)... 179

Figura 4.3. Índice IQA dos pontos do Rio Atibaia (CETESB 2005, 2006 e 2007). ... 181

Figura 4.4. Índice IQA dos pontos do Rio Corumbataí (CETESB 2005, 2006 e 2007)... 182

Figura 4.5. Índice IQA dos pontos do Rio Piracicaba (CETESB 2005, 2006 e 2007)... 184

Figura 4.6. Índice IQA dos pontos do Rio Capivari (CETESB 2005, 2006 e 2007). ... 185

Figura 4.7. Índice IQA dos pontos do Rio Jundiaí (CETESB 2005, 2006 e 2007)... 187

Figura 4.8. Localização dos pontos de monitoramento em relação às Bacias PCJ. (CETESB 2007)... 189

Figura 5.1. Índice de atendimento urbano de água potável nos municípios das Bacias PCJ (Questionários). ... 199

Figura 5.2. Índices de atendimento de água por faixa de população (Questionários)... 200

Figura 5.3. Consumo médio per capita de água por município e média nas Bacias PCJ (Questionários enviados). ... 203

Figura 5.4. Estimativa de perda na distribuição de água dos municípios das Bacias PCJ (Questionários). ... 208

Figura 5.5. Municípios com e sem tratamento de lodo de ETA nas Bacias PCJ... 209

Figura 5.6. Volumes de lodo produzido com e sem tratamento nas Bacias PCJ. ... 210

Figura 5.7. Índices de coleta de esgotos por faixa de população. ... 212

Figura 5.8. Índices de tratamento de esgotos por faixa de população. ... 213

Figura 5.9. Municípios das Bacias PCJ divididos por classes de tratamento de esgoto. ... 214

Figura 5.10. População com e sem tratamento de esgotos... 215

Figura 5.11. Enquadramento do IQR (2005) das cidades da Bacia do PCJ no Estado de São Paulo (CETESB, 2006). ... 223

(15)

_________________________________________________________________________________________________ xv

Figura 5.13. Histórico dos valores médios de IQR no Estado de São Paulo e nas Bacias

PCJ 1997 a 2005 (CETESB, 2006). ... 228

Figura 5.14. Enquadramento dos locais de disposição dos resíduos sólidos nos municípios paulistas das Bacias PCJ (CETESB, 2006)... 229

Figura 5.15. Casos por semana epidemiológica na DIR Piracicaba - 2004 (CVE)... 232

Figura 5.16. Casos por semana epidemiológica na DIR Campinas – 2004 (CVE)... 233

Figura 5.17. Casos de diarréia registrados nas Bacias PCJ, em 2004 (CVE)... 234

Figura 5.18. Casos diarréicos por semana epidemiológica na DIR de Piracicaba (A) e de Campinas (B) em 2005 (CVE). ... 235

Figura 5.19. Casos de diarréia registrados nas Bacias PCJ (CVE)... 236

Figura 5.20. Localização das estações da rede manual na área em estudo (Modificado de CETESB, 2006). ... 252

Figura 5.21. Evolução das concentrações médias anuais das redes automática e manual (CETESB, 2006). ... 255

Figura 5.22. Evolução das concentrações de fumaça dos municípios do PCJ (CETESB, 2006)... 256

Figura 5.23. Evolução das concentrações médias de PTS no município de Cordeirópolis (CETESB, 2006). ... 257

Figura 5.24. Médias aritméticas anuais de SO2 no município de Paulínia (CETESB, 2006). 257 Figura 6.1. Metodologia para a determinação da demanda por recursos hídricos nas Bacias PCJ. ... 260

Figura 6.2. Vazões captadas nas Bacias PCJ. ... 262

Figura 6.3. Vazões captadas por tipo de uso nas Bacias PCJ. ... 262

Figura 6.4. Demanda de água na Bacia do Rio Piracicaba. ... 263

Figura 6.5. Demanda de água nas Bacias PCJ. ... 263

Figura 6.6. Comparativo entre as demandas registradas em 1999, 2002/2003 e 2004/2006 por tipo de uso nas Bacias PCJ. ... 267

Figura 6.7. Evolução dos usos urbanos e industriais entre 2002/2003 e 2004/2006. ... 269

Figura 6.8. Evolução das demandas totais entre 2002 a 2003 e 2004 a 2006... 270

Figura 6.9. Captações subterrâneas divididas por finalidade na Bacia do Piracicaba. ... 272

Figura 6.10. Captações subterrâneas divididas por finalidade nas Bacias PCJ... 272

Figura 6.11. Captações subterrâneas divididas por Aqüífero na Bacia do Piracicaba. ... 273

Figura 6.12. Captações subterrâneas divididas por Aqüífero nas Bacias PCJ... 273

Figura 6.13. Balanço hídrico na Bacia do Rio Piracicaba. ... 276

Figura 6.14. Balanço hídrico nas Bacias PCJ... 277

Figura 6.15. Comparativo uso x saldo nas Bacias PCJ. ... 277

Figura 6.16. Comparativo dos valores de disponibilidade, captações, lançamentos e saldo nas Bacias PCJ... 279

Figura 6.17. Cargas orgânicas potencial, removida e remanescente na Sub-Bacia do Camanducaia... 283

(16)

_________________________________________________________________________________________________ xvi

Figura 6.18. Carga orgânica removida e remanescente na Sub-Bacia do Camanducaia. .... 284

Figura 6.19. Cargas orgânicas potencial, removida e remanescente na Sub-Bacia do Rio Jaguari. ... 285

Figura 6.20. Carga orgânica removida e remanescente na Sub-Bacia do Rio Jaguari. ... 286

Figura 6.21. Cargas orgânicas potencial, removida e remanescente na Sub-Bacia do Rio Atibaia. ... 287

Figura 6.22. Carga orgânica removida e remanescente na Sub-Bacia do Rio Atibaia... 288

Figura 6.23. Cargas orgânicas na Sub-Bacia do Rio Corumbataí. ... 289

Figura 6.24. Carga orgânica removida e remanescente (Sub-Bacia Rio Corumbataí)... 289

Figura 6.25. Cargas orgânicas potencial, removida e remanescente na Sub-Bacia do Rio Piracicaba. ... 291

Figura 6.26. Carga orgânica removida e remanescente na Sub-Bacia do Rio Piracicaba. ... 291

Figura 6.27. Síntese das cargas orgânicas divididas por Sub-Bacias, na Bacia do Piracicaba. ... 292

Figura 6.28. Cargas orgânicas na Bacia do Capivari... 293

Figura 6.29. Carga orgânica removida e remanescente na Bacia do Rio Capivari. ... 294

Figura 6.30. Carga orgânica potencial, removida e remanescente do Rio Jundiaí. ... 295

Figura 6.31. Carga orgânica removida e remanescente na Bacia do Rio Jundiaí... 295

Figura 6.32. Carga orgânica removida e remanescente nas Bacias PCJ. ... 296

Figura 6.33 – Carga Orgânica Doméstica Removida e Remanescente nas Bacias PCJ... 297

Figura 6.34. Carga orgânica removida e remanescente nas Bacias PCJ. ... 297

Figura 6.35. Cargas orgânicas remanescentes per capita dos municípios integrantes das Bacias PCJ. ... 299

Figura 6.36. Carga orgânica potencial, remanescente e tratada da Sub-Bacia do Camanducaia... 300

Figura 6.37. Carga orgânica potencial, remanescente e removida da Sub-Bacia do Jaguari.301 Figura 6.38. Carga orgânica potencial, remanescente e tratada da Sub-Bacia do Atibaia. .. 302

Figura 6.39. Carga orgânica potencial, remanescente e tratada da Sub-Bacia do Corumbataí. ... 303

Figura 6.40. Carga orgânica potencial, remanescente e tratada da Sub-Bacia do Piracicaba.303 Figura 6.41. Carga orgânica potencial, remanescente e tratada na Bacia do Rio Piracicaba.304 Figura 6.42. Carga orgânica potencial, remanescente e tratada da Bacia do Capivari... 305

Figura 6.43. Carga orgânica potencial, remanescente e tratada (Bacia do Jundiaí). ... 306

Figura 6.44. Carga orgânica potencial, remanescente e tratada das Bacias PCJ... 306

Figura 6.45. Síntese dos valores de carga orgânica na Bacia do Rio Piracicaba. ... 308

Figura 6.46. Síntese dos valores de carga orgânica nas Bacias PCJ. ... 308

Figura 6.47 – Carga Orgânica Total Removida e Remanescente das Bacias PCJ... 309

Figura 7.1. Investimentos realizados por PDC em 2004 (Comitês PCJ). ... 323

(17)

_________________________________________________________________________________________________ xvii

Figura 7.3. Investimentos realizados por PDC em 2006 (Comitês PCJ). ... 338 Figura 7.4. Investimentos realizados por PDC’s nos anos de 2004 a 2006 (Comitês PCJ). . 340 Figura 7.5. Investimentos realizados por ano nos PDC’s (Comitês PCJ)... 340 Figura 7.6. Investimentos previstos e realizados por meio do FEHIDRO e da Cobrança Federal nos PDC’s 2004 a 2006 (Comitês PCJ e SHS, 2005). ... 342 Figura 10.1. Exemplo de estrutura e organização de um Banco de Dados Georreferenciado (Câmara, 1994). ... 360 Figura 10.2. Fluxograma de funcionamento do BDIS. ... 361 Figura 10.3. Fluxograma de funcionamento do BDIQ. ... 362 Figura 11.1. Fluxograma de funcionamento do Banco de Dados de informações sobre a qualidade da água nas Bacias PCJ. ... 367

(18)

_________________________________________________________________________________________________ xviii

I N D I C E D E Q U A D R O S

Quadro 1.1. Convenções para dados numéricos em tabelas e quadros. ... 4

Quadro 2.1. Áreas das Sub-Bacias do Rio Piracicaba (SP e MG). ... 6

Quadro 2.2. Áreas das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí... 6

Quadro 2.3. Relação de municípios pertencentes aos Comitês PCJ. ... 7

Quadro 2.4. Relação de municípios pertencentes a outros Comitês com área nas Bacias PCJ. ... 9

Quadro 2.5. Localização dos municípios em função das Sub-Bacias Hidrográficas. ... 9

Quadro 2.6. Síntese das principais litologias e seus respectivos períodos de tempo geológico das unidades geológicas nas Bacias PCJ... 13

Quadro 2.7. Aqüíferos presentes nas principais unidades aqüíferas das Bacias PCJ. ... 22

Quadro 2.8. Características regionais das principais unidades aqüíferas presentes nas Bacias PCJ. ... 24

Quadro 2.9. Formas de relevo presentes nas Bacias PCJ e suas principais características. . 30

Quadro 2.10. Dados de população dos municípios pertencentes às Bacias PCJ. ... 47

Quadro 2.11. Evolução da população dos municípios pertencentes às Bacias PCJ... 49

Quadro 2.12 Projeção da população dos municípios pertencentes às Bacias PCJ. ... 51

Quadro 2.13. Taxas de natalidade e mortalidade dos municípios paulistas pertencentes às Bacias PCJ. ... 54

Quadro 2.14. Taxas de natalidade, mortalidade dos municípios mineiros pertencentes às Bacias PCJ. ... 56

Quadro 2.15. Número de matrículas e taxa de analfabetismo dos municípios paulistas pertencentes às Bacias PCJ. ... 57

Quadro 2.16. Dados de PEA dos municípios paulistas pertencentes às Bacias PCJ. ... 59

Quadro 2.17. Dados de valor adicionado (VA) dos municípios paulistas pertencentes às Bacias PCJ. ... 61

Quadro 2.18. Movimento Operacional do Aeroporto de Viracopos (em quantidade). ... 67

Quadro 2.19. Vegetação remanescente e condição de fragmentação nas Bacias PCJ. ... 74

Quadro 2.20. Características da vegetação remanescente... 76

Quadro 2.21. Comparação das Unidades de Conservação existentes nas Bacias PCJ ou nas proximidades (Estações Ecológicas e Parques Estaduais). ... 78

Quadro 2.22. Comparação das Unidades de Conservação existentes nas Bacias PCJ ou nas proximidades (Estações Experimentais). ... 79

Quadro 2.23. Comparação das Unidades de Conservação existentes nas Bacias PCJ ou nas proximidades (APA’s)... 80

Quadro 2.24. Comparação das Unidades de Conservação existentes nas Bacias PCJ ou nas proximidades (Áreas Naturais e Área de relevante interesse)... 81

Quadro 2.25. Movimento Operacional do Terminal de Santa Maria da Serra no rio Piracicaba (em toneladas) ... 87

(19)

_________________________________________________________________________________________________ xix

Quadro 2.26. Informações sobre acidentes com cargas perigosas nas Bacias PCJ, durante

o período de Junho de 2004 a Junho de 2006. ... 95

Quadro 2.27. Número de Processos Ativos por Ano nos Municípios das Bacias do PCJ... 99

Quadro 2.28. Lotes analisados pelo GRAPROHAB nos anos de 2004 a 2006... 102

Quadro 2.29. Participação no Projeto “Aprendendo com a Natureza” de 2004 a 2006... 112

Quadro 2.30. Atividades de contaminação divididas por Sub-Bacias... 117

Quadro 3.1. Sub-Bacias hidrográficas do Rio Piracicaba. ... 120

Quadro 3.2. Bacias hidrográficas dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. ... 120

Quadro 3.3. Parâmetros morfométricos e hidrológicos das Bacias hidrográficas dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. ... 122

Quadro 3.4. Postos pluviométricos instalados nas Bacias PCJ... 123

Quadro 3.5. Precipitações médias históricas e em 2004 e 2005 nas Bacias PCJ. ... 125

Quadro 3.6. Postos fluviométricos utilizados na elaboração das equações de regressão polinomial... 134

Quadro 3.7. Coeficientes mensais das equações do tipo polinomial para a estimativa das vazões médias nas Bacias PCJ... 134

Quadro 3.8. Coeficientes mensais das equações do tipo polinomial para a estimativa das vazões mínimas nas Bacias PCJ... 135

Quadro 3.9. Postos fluviométricos com dados disponíveis... 136

Quadro 3.10. Valores estimados das vazões médias e mínimas mensais pelo método proposto – Sub-Bacia do Rio Camanducaia. ... 137

Quadro 3.11. Valores estimados das vazões médias e mínimas mensais pelo método proposto – Sub-Bacia do Rio Jaguari. ... 139

Quadro 3.12. Valores estimados das vazões médias e mínimas mensais pelo método proposto – Sub-Bacia do Rio Atibaia. ... 141

Quadro 3.13. Valores estimados das vazões médias e mínimas mensais pelo método proposto – Sub-Bacia do Rio Corumbataí. ... 143

Quadro 3.14. Valores estimados das vazões médias e mínimas mensais pelo método proposto – Sub-Bacia do Rio Piracicaba. ... 145

Quadro 3.15. Valores estimados das vazões médias e mínimas mensais pelo método proposto – Bacia do Rio Piracicaba. ... 147

Quadro 3.16. Valores utilizados para estimativa do volume de água descarregado no Rio Tietê. ... 153

Quadro 3.17. Vazões totais para as Sub-Bacias do Rio Piracicaba. ... 155

Quadro 3.18. Vazões totais para as Bacias PCJ. ... 155

Quadro 3.19. Vazões de afluência revertidas para a RMSP e descarregadas na Bacia do Rio Jaguari e do Rio Atibaia. ... 159

Quadro 3.20. Disponibilidades hídricas para o Cenário 1 no período Jun-04 a Jun-06. ... 162

Quadro 3.21. Disponibilidades hídricas para o Cenário 2 no período Jun-04 a Jun-06. ... 162

(20)

_________________________________________________________________________________________________ xx

Quadro 3.23. Comparativo das disponibilidades hídricas no Relatório de Situação 2002 a

2003 e Relatório de Situação 2004 a 2006... 163

Quadro 3.24. Síntese dos valores utilizados no cálculo da disponibilidade hídrica natural das Bacias PCJ. ... 165

Quadro 3.25. Dados obtidos por regionalização hidrológica e utilizados na estimativa de disponibilidade hídrica subterrânea. ... 168

Quadro 3.26. Área de afloramento dos principais aqüíferos associados às unidades geológicas nas Bacias PCJ, em km2. ... 170

Quadro 3.27. Área de afloramento dos principais aqüíferos associados às unidades geológicas nas Bacias PCJ, em % de área. ... 170

Quadro 3.28. Vazão disponível nos principais aqüíferos associados às unidades geológicas nas Bacias PCJ, em m3/s... 171

Quadro 3.29. Vazão disponível nos principais aqüíferos associados às unidades geológicas nas Bacias PCJ, em % de vazão. ... 171

Quadro 4.1. Localização dos pontos de amostragem nas Bacias PCJ. ... 174

Quadro 4.2. Classificações do IQA. ... 177

Quadro 4.3. Distribuição da classificação das amostras. ... 178

Quadro 4.4. Distribuição da classificação das amostras. ... 180

Quadro 4.5. Distribuição da classificação das amostras. ... 181

Quadro 4.6. Distribuição da classificação das amostras. ... 183

Quadro 4.7. Distribuição da classificação das amostras. ... 184

Quadro 4.8. Distribuição da classificação das amostras. ... 186

Quadro 4.9. Distribuição da classificação das amostras. ... 187

Quadro 4.10. Concentrações mínimas e máximas, por aqüíferos, nas Bacias PCJ. ... 190

Quadro 5.1. Parâmetros para cálculo dos indicadores de saneamento nas Bacias PCJ... 193

Quadro 5.2. Indicadores de saneamento nas Bacias PCJ. ... 194

Quadro 5.3. Municípios que apresentaram problemas nas informações... 195

Quadro 5.4. Índice de atendimento urbano de água potável nos municípios das Bacias PCJ.197 Quadro 5.5. Consumo médio per capita de água em cada município. ... 200

Quadro 5.6. Índice de perdas e vazão perdida nos municípios. ... 205

Quadro 5.7. Dados referentes aos esgotos domésticos nos municípios. ... 210

Quadro 5.8. Faixas percentuais de esgoto tratado nos municípios das Bacias PCJ... 214

Quadro 5.9. ETE’s existentes nos municípios pertencentes às Bacias PCJ. ... 216

Quadro 5.10. Volume de esgoto gerado nos município das Bacias PCJ. ... 219

Quadro 5.11. Valores previstos para o tratamento de 100% dos esgotos... 221

Quadro 5.12. Avaliação dos locais de disposição de resíduos sólidos... 224

Quadro 5.13. Dados de IQR dos municípios paulistas pertencentes às Bacias PCJ. ... 225

Quadro 5.14. Casos de dengue registrados nos municípios das Bacias PCJ... 238

(21)

_________________________________________________________________________________________________ xxi

Quadro 5.16. Números de atendimentos e óbitos. ... 241

Quadro 5.17. Consolidação dos dados de qualidade da água nos municípios das Bacias PCJ, em 2005. ... 244

Quadro 5.18. Consolidado PROAGUA 2006 – DIR Piracicaba ... 246

Quadro 5.19. Métodos de determinação dos poluentes - Rede Manual... 251

Quadro 5.20. Parâmetros analisados das redes manuais, nas Bacias PCJ... 253

Quadro 5.21. Valores das partículas inaláveis (MP10) - Rede Automática e Manual... 254

Quadro 6.1. Vazões utilizadas divididas por uso e por Sub-Bacia. ... 261

Quadro 6.2. Valores de investimentos em programas de redução de perdas de água... 264

Quadro 6.3. Municípios com as maiores captações de água nas Bacias PCJ... 265

Quadro 6.4. Dez maiores usuários industriais nas Bacias PCJ... 266

Quadro 6.5. Comparativo entre as demandas superficiais. ... 267

Quadro 6.6. Demandas de água nos períodos de 2002 a 2003 e 2004 a 2006 (m3/s). ... 268

Quadro 6.7. Utilização de águas subterrâneas nas Bacias PCJ (m3/s). ... 271

Quadro 6.8. Utilização de águas subterrâneas nas Bacias PCJ (m3/s). ... 271

Quadro 6.9. Municípios que informaram a utilização de águas subterrâneas. ... 274

Quadro 6.10. Disponibilidade, captações, lançamentos e saldo nas Bacias PCJ. ... 276

Quadro 6.11. Comparativo dos valores de disponibilidade, captações, lançamentos e saldo, em m3/s. ... 278

Quadro 6.12. Carga orgânica potencial, removida e remanescente na Sub-Bacia do Rio Camanducaia... 283

Quadro 6.13. Carga Orgânica potencial, removida e remanescente na Sub-Bacia do Rio Jaguari. ... 284

Quadro 6.14. Carga orgânica potencial, removida e remanescente na Sub-Bacia do Rio Atibaia. ... 286

Quadro 6.15. Carga orgânica potencial, removida e remanescente na Sub-Bacia do Rio Corumbataí. ... 288

Quadro 6.16. Carga orgânica potencial, removida e remanescente na Sub-Bacia do Rio Piracicaba. ... 290

Quadro 6.17. Síntese dos valores de cargas orgânicas domésticas por Sub-Bacia, na Bacia do Piracicaba. ... 292

Quadro 6.18. Carga orgânica potencial, removida e remanescente na Bacia do Rio Capivari.293 Quadro 6.19. Carga orgânica potencial, removida e remanescente na Bacia do Rio Jundiaí.294 Quadro 6.20. Síntese dos valores de cargas orgânicas nas Bacias PCJ... 296

Quadro 6.21. Síntese dos valores de cargas orgânicas industrial por Sub-Bacia, na Bacia do Piracicaba. ... 304

Quadro 6.22. Síntese dos valores de cargas orgânicas presentes nas Bacias PCJ. ... 307

Quadro 7.1. Programas de Duração Continuada (PDC’s). ... 317

(22)

_________________________________________________________________________________________________ xxii

Quadro 7.3. Projetos de Reapresentação – Ano 2004. ... 320

Quadro 7.4. Item “b”, do parágrafo 1º, do Artigo 2º, da Deliberação CBH-PCJ 144/2003 - Ano 2004... 320

Quadro 7.5. Item “a”, do parágrafo 1º, do Artigo 2º, da Deliberação CBH-PCJ 144/2003 - Ano 2004... 321

Quadro 7.6. Síntese dos investimentos realizados em 2004, por PDC. ... 323

Quadro 7.7. Empreendimento de Caráter Excepcional e Prioritário – Ano 2005... 325

Quadro 7.8. Empreendimentos de Caráter Regional – Ano 2005. ... 325

Quadro 7.9. Item “b” do § 1º, do Artigo 1º, do Anexo I da Deliberação CBH-PCJ 148/2004 – Ano 2005... 326

Quadro 7.10. Item “a”, do § 1º, do Artigo 2º, da Deliberação CBH-PCJ 148/2004- Ano 2005328 Quadro 7.11. Síntese dos investimentos realizados em 2005, por PDC. ... 329

Quadro 7.12. Prioridade Agência de Bacias – Ano 2006 – Recursos da Cobrança Federal. 331 Quadro 7.13. Investimentos do Grupo I – Ano 2006 - Recursos da Cobrança Federal. ... 331

Quadro 7.14. Caráter Regional – Ano 2006 - Projetos Contemplados com Recursos do FEHIDRO. ... 334

Quadro 7.15. Investimentos do Grupo I – Ano 2006 - Projetos Contemplados (FEHIDRO). 335 Quadro 7.16. Investimentos do Grupo 2 – Ano 2006 - Projetos Contemplados (FEHIDRO). 336 Quadro 7.17. Síntese dos investimentos realizados em 2006, por PDC. ... 338

Quadro 7.18. Investimentos por PDC’s nos anos de 2004 a 2006. ... 339

Quadro 7.19. Programa de investimentos previstos (em milhões de Reais) ... 341

Quadro 7.20. Práticas conservacionistas apoiadas pelo programa de Micro-Bacias até 2006.343 Quadro 7.21. Adequações de estradas rurais realizadas pelo programa de Micro-Bacias até 2006. ... 345

Quadro 8.1. Parâmetros analisados que demonstram as diferenças entre unidades caracterizadas nos estudos e diagnósticos sobre os Recurso Hídricos. ... 346

Quadro 8.2. Áreas oficias das Bacias PCJ. ... 347

Quadro 8.3. População urbana e rural nas Bacias PCJ. ... 347

Quadro 8.4. Evolução das demandas de água nas Bacias PCJ. ... 348

Quadro 8.5. Evolução das demandas nas Bacias PCJ. ... 348

Quadro 8.6. Valores obtidos e metas de curto prazo. ... 349

Quadro 8.7. Leis, decretos, resoluções e portarias relativas ao uso dos recursos hídricos federais. ... 352

Quadro 8.8. Leis, decretos e resoluções relativos ao uso dos recursos hídricos estaduais.. 355

Quadro 9.1. Comparativo dos valores de disponibilidade, captações, lançamentos e saldo, em m3/s. ... 357

(23)

_________________________________________________________________________________________________ xxiii

I N D I C E D E A N E X O S

ANEXO 1. MAPA BASE DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS DO PCJ ... II ANEXO 2. MAPA GEOLÓGICO ... III ANEXO 3. MAPA GEOMORFOLÓGICO ...IV ANEXO 4. MAPA PEDOLÓGICO – TRECHO PAULISTA...V ANEXO 5. MAPA PEDOLÓGICO – TRECHO MINEIRO...VI ANEXO 6. IQA DOS CURSOS DE ÁGUA – ANO 2005 ...VII ANEXO 7. QUESTIONÁRIO ENVIADO PARA OS MUNICÍPIOS ...VIII ANEXO 8. UNIDADES AQUÍFERAS PRESENTES NA BACIA PCJ...IX ANEXO 9. MAPA DE VULNERABILIDADE NATURAL DOS AQUÍFEROS NAS BACIAS PCJ. ...X ANEXO 10. POLÍGONOS DE THIESSEN NAS BACIAS PCJ...XI ANEXO 11. CARTA DAS ISOIETAS MÉDIAS DO PERÍODO ÚMIDO NAS BACIAS PCJ. ....XII ANEXO 12. CARTA DAS ISOIETAS MÉDIAS NO PERÍODO SECO NAS BACIAS PCJ. ...XIII ANEXO 13. CARTA DAS ISOIETAS MÉDIAS ANUAIS NAS BACIAS PCJ... XIV ANEXO 14. CARTA DAS ISOIETAS ANUAIS 2004 NAS BACIAS PCJ... XV ANEXO 15. CARTA DAS ISOIETAS ANUAIS 2005 NAS BACIAS PCJ... XVI

(24)

_________________________________________________________________________________________________ xxiv

L I S T A D E S I G L A S

Agência PCJ ... Agência de Águas dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. APA... Área de Proteção Ambiental.

ANA... Agência Nacional de Águas.

Bacias PCJ ... Bacia Hidrográfica dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. BDG ... Banco de Dados Georreferenciado.

BDIS... Banco de Dados Informações sobre Saneamento. BDIQ ... Banco de Dados de Informações dos Questionários. CATI... Coordenadoria de Assistência Técnica Integral.

Comitês PCJ ... Comitês das Bacias Hidrográficas dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. CEDEPLAR... Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional.

CEPAM ... Fundação Prefeito Faria Lima.

CPLEA ... Coordenadoria de Planejamento Ambiental Estratégico e Educação Ambiental.

CETEC... Centro Tecnológico da Fundação Paulista.

CETESB... Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental. CNARH ... Cadastro Nacional de Usuários de Recursos Hídricos. CODEN ... Companhia de Desenvolvimento de Nova Odessa.

CONDEPHAAT ... Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico.

CORHI ... Comitê Coordenador do Plano Estadual de Recursos Hídricos. CPTI... Cooperativa Serviços e Pesquisas Tecnológicas Industriais. CT-EA ... Câmara Técnica de Educação Ambiental.

CT-MH ... Câmara Técnica de Monitoramento Hidrológico. CT-PB ... Câmara Técnica do Plano de Bacias.

CT-PL... Câmara Técnica de Planejamento. CVE... Centro de Vigilância Epidemiológica. CVS... Centro de Vigilância Sanitária.

DAEE ... Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo. DATASUS ... Banco de Dados do Sistema Único de Saúde.

DBO ... Demanda Bioquímica de Oxigênio.

DDTHA... Divisão de Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar. DEPRN ... Departamento Estadual de Proteção aos Recursos Naturais. DEA... Departamento de Educação Ambiental.

DER ... Departamento de Estradas e Rodagem. DIR... Diretoria Regional de Saúde.

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_________________________________________________________________________________________________ xxv

DNPM ... Departamento Nacional de Produção Mineral. DPP... Departamento de Projetos da Paisagem. EDR ... Escritório de Desenvolvimento Regional. EMBRAPA ... Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. ESALQ ... Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”. ETE ... Estação de Tratamento de Esgoto.

FCTH ... Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica. FEHIDRO... Fundo Estadual de Recursos Hídricos. FEPASA... Ferrovia Paulista S.A.

FIPAI ... Fundação para o Incremento da Pesquisa e o Aperfeiçoamento Industrial. FNMA... Fundo Nacional do Meio Ambiente.

FPEIR ... Força Motriz-Pressão-Estado-Impacto-Resposta. FUNDAG... Fundação de Apoio à Pesquisa Agrícola.

GA-RS... Grupo de Acompanhamento do Relatório de Situação 2004-2006. GRAPROHAB ... Grupo de Análise e Aprovação de Projetos Habitacionais.

IAC ... Instituto Agronômico de Campinas.

IAP ... Índice de qualidade de água bruta para fins de abastecimento público. IBGE ... Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

ICMS ... Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços. IET ... Índice de estrado trófico.

IF... Instituto Florestal.

IGCE/UNESP... Instituto de Geociências e Ciências Exatas da Universidade Estadual Paulista.

IQA... Índice de Qualidade da Água. IPT ... Instituto de Pesquisas Tecnológicas.

IVA ... Índice de qualidade para a proteção da vida aquática.

LUPA... Levantamento Censitário das Unidades de Produção Agrícola. MDDA ... Monitoramento da Doença Diarréica Aguda.

OMS... Organização Mundial de Saúde. ONU ... Organização das Nações Unidas. PDC ... Programa de Duração Continuada.

PEMH... Programa Estadual de Micro-Bacias Hidrográficas. PEA... População Economicamente Ativa.

PERH ... Plano Estadual de Recursos Hídricos. PIB ... Produto Interno Bruto.

PM... Prefeitura Municipal. PN ... Produto Nacional. PPA... Plano Plurianual.

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PROAGUA ... Programa de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano no Estado de São Paulo

PRODES... Programa de Despoluição das Bacias Hidrográficas. PQAR... Padrões de Qualidade do Ar.

REPEA... Rede Paulista de Educação Ambiental. RG... Região de Governo.

RMC... Região Metropolitana de Campinas. RMSP... Região Metropolitana de São Paulo. SAA... Secretaria de Estado da Agricultura.

SAAESP... Serviço Autônomo de Água e Esgotos de São Pedro.

SABESP... Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo. SAEAN... Serviço de Água e Esgoto de Artur Nogueira.

SAEE ... Serviço Autônomo de Água e Esgoto.

SANASA ... Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento. SANEBAVI ... Saneamento Básico de Vinhedo.

SEADE... Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados. SEMAE ... Serviço Municipal de Água e Esgoto de Piracicaba.

SIGRH... Sistema Integrado de Gerenciamento de Recursos Hídricos. SISNEA... Sistema Nacional de Educação Ambiental.

SMA ... Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. SNIS... Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento. SNUC... Sistema Nacional de Unidades de Conservação. TAC... Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta. TGCA ... Taxa Geométrica de Crescimento Anual.

TRANSPETRO ... Petrobras Transportadora S. A.

TRPP ... Transportes Rodoviário e Ferroviário de Produtos Perigosos. TSB ... Transportadora Sul-Brasileira S. A.

UC... Unidades de Conservação.

UGRHI ... Unidades de Gerenciamento de Recursos Hídricos

UNESCO... Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. UNESP... Universidade Estadual Paulista.

Referências

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