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Programação da Semana 23 e 24/03/2016 viagem 05

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Academic year: 2022

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23 e 24/03/2016 – viagem 05

23/03/2016 - quarta-feira

15h30 - Reunião com Prefeito e Secretariado Pauta: A apresentação do PMOB completo ao executivo municipal com a presença do Prefeito e de todos os secretários envolvidos durante o processo.

Será feito um breve relato de todo o Plano e aprofundada a discussão nos objetivos, metas e ações prioritárias, bem como os encaminhamentos necessários para implantação do Plano.

24/03/2016 - quinta-feira

09h30 - Reunião do Comitê do PMOB

Pauta: apresentação do Plano e debatidos os objetivos, metas e prioridades, bem como os encaminhamentos necessários para implantação do Plano e instrumentos de controle social.

(3)

• 01 - Metodologia e Plano de Trabalho

• 02 - Diagnóstico

• 03 - Prognóstico

, incluindo Programas, Projetos e Ações

• 04 - Plano de Mobilidade Urbana e Rural

• 05 - Minuta de Lei

Finalizado Finalizado

Finalizado Em andamento

(4)

ETAPAS JUL AGO SET OUT NOV DEZ JAN FEV MAR ABR 1 Metodologia e Plano de

Trabalho

2 Diagnóstico

3 Prognóstico

incluindo Programas, Projetos e Ações

4 PMOB

5 Minuta

de Lei

*Conferência Final será realizada na abertura da Conferência da Cidade em 12/04/16

(5)

Prognóstico

incluindo Programas, Projetos e Ações

Projeção das demandas e análise das soluções possíveis para cada problema ou oportunidade diagnosticado, para um horizonte de 10-20 anos.

dezembro/2015 a fevereiro/2016

(6)

1. Projeções 2. Cenários

3. Princípios, Diretrizes e Objetivos 4. Objetivos Estratégicos

5. Programas, Metas e Ações

6. Programas e Ações Prioritários

7. Recursos e Fontes de Financiamento 8. Indicadores

9. Monitoramento, Avaliação e Revisão

(7)

Projeções

População, Frota Total de Veículos e Taxa de Motorização

Ano População Frota Total

Taxa de Motorização [veículos / 100

habitantes]

Taxa Anual de Aumento da Frota

Taxa Anual de Aumento

da Frota [média de 4

anos]

Taxa Anual de Aumento

da Frota [média de

10 anos]

2006 96.277 16.464 17,1

9%

2007 96.373 18.551 19,2 13%

2008 98.816 21.223 21,5 14%

2009 101.260 22.941 22,7 8% 11%

2010 103.703 25.085 24,2 9%

2011 104.694 27.472 26,2 10%

2012 105.684 29.690 28,1 8%

2013 106.675 31.889 29,9 7% 7%

2014 107.665 33.926 31,5 6%

0%

2%

4%

6%

8%

10%

12%

14%

16%

0 20.000 40.000 60.000 80.000 100.000 120.000

2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015

População x Frota Total (2006-2015

(8)

Projeções

População, Frota Total de Veículos e Taxa de Motorização

Ano População

Cenário 1 - 3% a.a. Cenário 2 - 5% a.a. Cenário 3 - 7% a.a.

Frota Taxa de

Motorização Frota Taxa de

Motorização Frota Taxa de Motorização

2016 109.457 36.770 33,6 37.484 34,2 38.198 34,9

2017 110.228 37.873 34,4 39.358 35,7 40.872 37,1

2018 110.973 39.009 35,2 41.326 37,2 43.733 39,4

2019 111.694 40.180 36,0 43.392 38,8 46.794 41,9

2020 112.392 41.385 36,8 45.562 40,5 50.070 44,5

2021 113.068 42.626 37,7 47.840 42,3 53.575 47,4

2022 113.724 43.905 38,6 50.232 44,2 57.325 50,4

2023 114.358 45.222 39,5 52.744 46,1 61.338 53,6

2024 114.970 46.579 40,5 55.381 48,2 65.631 57,1

2025 115.557 47.976 41,5 58.150 50,3 70.225 60,8

2026 116.117 49.416 42,6 61.057 52,6 75.141 64,7

2027 116.647 50.898 43,6 64.110 55,0 80.401 68,9

2028 117.143 52.425 44,8 67.316 57,5 86.029 73,4

2029 117.604 53.998 45,9 70.682 60,1 92.051 78,3

2030 118.028 55.618 47,1 74.216 62,9 98.495 83,5

2031 118.412 57.286 48,4 77.926 65,8 105.389 89,0

(9)

Projeções

População, Frota Total de Veículos e Taxa de Motorização

0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 80,0 90,0 100,0

2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 2027 2028 2029 2030 2031

(10)

Projeções

Orçamento Municipal

Ano

Cenário 1 (5% a.a.)

Cenário 2 (2% a.a.)

Cenário 3 (0,25% a.a.)

Cenário Misto

2015 R$508.892.000,00 R$508.892.000,00 R$508.892.000,00 R$508.892.000,00 LDO 2015

2016 R$534.336.600,00 R$519.069.840,00 R$510.164.230,00 R$510.164.230,00 LDO 2016

2017 R$561.053.430,00 R$529.451.236,80 R$511.439.640,58 R$511.439.640,58

pessimista (0,25%

a.a.)

2018 R$589.106.101,50 R$540.040.261,54 R$512.718.239,68 R$512.718.239,68

2019 R$618.561.406,58 R$550.841.066,77 R$514.000.035,28 R$514.000.035,28

2020 R$649.489.476,90 R$561.857.888,10 R$515.285.035,36 R$515.285.035,36

2021 R$681.963.950,75 R$573.095.045,86 R$516.573.247,95 R$525.590.736,07

intermediário (2,0%

a.a.)

2022 R$716.062.148,29 R$584.556.946,78 R$517.864.681,07 R$536.102.550,79

2023 R$751.865.255,70 R$596.248.085,72 R$519.159.342,77 R$546.824.601,81

2024 R$789.458.518,49 R$608.173.047,43 R$520.457.241,13 R$557.761.093,84

2025 R$828.931.444,41 R$620.336.508,38 R$521.758.384,23 R$585.649.148,54

Otimista (5,0% a.a.)

2026 R$870.378.016,63 R$632.743.238,55 R$523.062.780,20 R$614.931.605,96

2027 R$913.896.917,46 R$645.398.103,32 R$524.370.437,15 R$645.678.186,26

2028 R$959.591.763,34 R$658.306.065,38 R$525.681.363,24 R$677.962.095,57

2029 R$1.007.571.351,50 R$671.472.186,69 R$526.995.566,65 R$711.860.200,35

2030 R$1.057.949.919,08 R$684.901.630,43 R$528.313.055,56 R$747.453.210,37

2031 R$1.110.847.415,03 R$698.599.663,03 R$529.633.838,20 R$784.825.870,89

(11)

Projeções

Orçamento Municipal

R$0,00 R$200.000.000,00 R$400.000.000,00 R$600.000.000,00 R$800.000.000,00 R$1.000.000.000,00 R$1.200.000.000,00

2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 2027 2028 2029 2030 2031

(12)

Cenários

3 Hipóteses:

Otimista

Conservador

Pessimista

Condicionantes dos cenários:

1. Quadro macroeconômico

2. Papel do Estado (Modelo de desenvolvimento, marco regulatório e relação Interfederativa).

3. Força do Estado (Gestão, Gerenciamento, Estabilidade, Continuidade, Controle e participação social).

4. Investimentos no setor (Público e privado) 5. Matrizes tecnológicas disponíveis e inovação.

(13)

PROGNÓSTICO 2. Cenários

Quadro macroeconômico Elevado crescimento (acima de 5%) sem pressões inflacionárias e relação divida/PIB decrescente.

Crescimento abaixo de 5%, inflação variável e relação divida/PIB instável. Menor investimento.

Crescimento nulo ou negativo, inflação e relação divida/PIB crescente. Sem investimentos.

Papel do Estado (Modelo de desenvolvimento, marco regulatório e relação

Interfederativa).

Estado provedor de serviços e infraestruturas democráticas e públicas de mobilidade com forte cooperação entre os entes federativos.

Redução do caráter público do Estado com o setor privado atuando em funções públicas com regulamentação por agencia, com cooperação média entre os entes federativos.

Desregulamentação do caráter público do Estado com o setor privado atuando livremente com regulamentação ineficiente e sem cooperação média entre os entes federativos.

Força do Estado (Gestão, Gerenciamento,

Estabilidade, Continuidade, Controle e participação social).

Avanço na capacidade de gestão, continuidade das politicas públicas entre mandatos, Comitês e

Conselhos fortes e atuantes.

Capacidade de gestão estável, descontinuidade ou alteração das políticas públicas, Comitês e Conselhos existentes mas sem protagonismo.

Retração da capacidade de gestão, encolhimento da

“maquina pública” e das condições trabalhistas dos servidores, inexistência de Comitês e Conselhos.

Investimentos no setor (Público e privado)

Disponibilidade alta de convênios federais e alto interesse do investimento privado

Disponibilidade média de convênios federais interesse médio do investimento privado

Indisponibilidade de convênios federais interesse do

investimento privado

(14)

ASPECTO SITUAÇÃO OBSERVAÇÕES

1 – Macroeconomia Ruim A situação macroeconômica do país é de recessão e vem refletindo também no contexto local.

2 – Papel do Estado Média Retração da máquina pública com existência de conselhos fortes.

3- Marcos regulatórios Média Poucos indicadores e metas definidas para regulação do contrato de concessão do transporte coletivo.

4 – Relação Interfederativa Média Crise política no Governo do Estado do Mato Grosso do Sul

5 – Capacidade da Gestão Local Média Quantidade de servidores insuficiente.

6 – Estabilidade e continuidade da Política Pública

Ruim Instabilidade política do país gera insegurança em todas as esferas administrativas.

7 – Participação Social Média Conselhos e Comitês precisam melhorar a capacidade deliberativa.

8 - Os investimentos realizados no setor

Ruim Perspectiva de poucos convênios para investimento em infraestrutura.

9 – Evolução e apropriação da matriz tecnológica

Média A absorção de novas tecnologias pelo setor público é mais lenta do que pelo setor privado.

10 – Desastres Naturais Média A ocorrência de chuvas fortes e alagamentos interfere nas condições das vias e nas obras em andamento.

(15)

Princípios

I – Universalidade do direito de se deslocar e usufruir a cidade;

II - Acessibilidade ao portador de deficiência física ou de mobilidade reduzida;

III - Desenvolvimento sustentável da cidade, nas dimensões socioeconômicas e ambientais;

III - Equidade no acesso dos cidadãos ao transporte público coletivo;

IV - Gestão democrática e controle social do planejamento e avaliação da Política Municipal de Mobilidade Urbana e Rural;

V - Segurança nos deslocamentos para promoção da saúde e garantia da vida;

VI - Justa distribuição dos benefícios e ônus decorrentes do uso dos diferentes modos e serviços;

VII - Equidade no uso do espaço público de circulação, vias e logradouros; e

VIII - Eficiência, eficácia e efetividade na circulação urbana e na prestação do serviço de transporte coletivo.

(16)

Diretrizes

I- Integração com a política de desenvolvimento urbano e respectivas políticas setoriais de habitação, saneamento básico, planejamento e gestão do uso do solo no âmbito do Município;

II – Prioridade dos pedestres e dos modos de transportes não motorizados sobre os motorizados e dos serviços de transporte público coletivo sobre o transporte individual motorizado;

III - criação de medidas de desestímulo à utilização do transporte individual motorizado;

IV - Mitigação dos custos ambientais, sociais e econômicos dos deslocamentos de pessoas e cargas no município;

V - Incentivo ao uso de energias renováveis e menos poluentes;

VI - Priorização de projetos de transporte público coletivo estruturadores do território e indutores do desenvolvimento urbano integrado;

VII - Integração da política de mobilidade da cidade de Corumbá com o Município de Ladário e a fronteira internacional Brasil-Bolívia com o Município de Puerto Quijarro; e

VIII - Busca por alternativas de financiamento para as ações necessárias à implementação do PMOB Corumbá.

(17)

Objetivos

I - Proporcionar o acesso amplo e democrático ao espaço urbano, priorizando os

pedestres, os meios de transporte não motorizados e o transporte coletivo, de forma inclusiva e sustentável;

II - Contribuir para a redução das desigualdades socioeconômicas e espaciais e promover a inclusão social;

III - Promover o amplo acesso da população aos serviços básicos e equipamentos sociais;

IV - Proporcionar melhoria nas condições urbanas da população no que se refere à acessibilidade e à mobilidade;

V - Promover o desenvolvimento sustentável com a mitigação dos custos ambientais e socioeconômicos dos deslocamentos de pessoas e cargas no município; e

VI - Consolidar a gestão democrática como instrumento e garantia da construção contínua do aprimoramento da mobilidade urbana.

(18)

Objetivos Estratégicos

I - Promover os deslocamentos ativos;

II - Tornar o transporte coletivo mais atrativo do que o transporte individual;

III - Promover a segurança no trânsito e a redução do número de incidentes;

IV - Assegurar que as intervenções no sistema de mobilidade urbana contribuam para a melhoria da qualidade ambiental;

V - Tornar a mobilidade urbana um fator de inclusão social;

VI - Promover melhoria à circulação de pessoas e cargas; e

VII - Melhorar as condições de acessibilidade e mobilidade no espaço urbano.

(19)

Programas, Metas e Ações

(20)

HORIZONTE DE PLANEJAMENTO

ANO PRAZOS

0 2016 IMEDIATO

1 2017

CURTO

2 2018

3 2019

4 2020

MÉDIO

5 2021

6 2022

7 2023

8 2024

LONGO

9 2025

10 2026

11 2027

12 2028

13 2029

14 2030

15 2031

(21)

Objetivo estratégico I - promover os deslocamentos ativos

(22)

Meta A2: Qualificar e ampliar a rede cicloviária municipal e seus equipamentos.

Em 2016  6 km de infraestrutura cicloviária

Sendo assim, as metas a serem adotadas são:

2020: Qualificar e ampliar 80km de infraestrutura cicloviária;

2024: Qualificar e ampliar 120km de infraestrutura cicloviária;

2031: Qualificar e ampliar 160km de infraestrutura cicloviária;

(23)

Modos Não Motorizados

(24)

6 km 34 km

(25)

Ciclovias - Ação realizada

03 02

04 Praça

Linear dos Ipês – Av. General Dutra

Antes Depois

(26)

Ciclovias - Opções

03 02

04

(27)

Tráfego Compartilhado - sharrow

03 02

04

(28)

Objetivo estratégico II - tornar o transporte coletivo mais atrativo do que o transporte individual;

(29)

Objetivo estratégico II - tornar o transporte coletivo mais atrativo do que o transporte individual;

(30)

Objetivo estratégico III - promover a segurança no trânsito e a redução do número de incidentes;

(31)

5.4 Acidentes de Trânsito (2003 a 2012)

0 100 200 300 400 500 600 700 800 900

2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2012

0,0%

0,5%

1,0%

1,5%

2,0%

2,5%

3,0%

2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2012

Média de 1,5% das vítimas são fatais

(32)

Meta G1: Reduzir incidentes de trânsito fatais Em 2010  6 mortes no trânsito

Sendo assim, as metas a serem adotadas são:

2020: Redução para 3 acidentes de trânsito fatais/ano;

2024: Zerar os acidentes fatais no trânsito em 2024.

Meta G2: Reduzir incidentes de trânsito (sem vítimas fatais)

Em 2010

770 incidentes de trânsito

2020: Redução de 25% dos acidentes de trânsito/ano (578);

2024: Redução de 50% dos acidentes de trânsito/ano (385);

2031: Redução de 75% dos acidentes de trânsito/ano (175);

COMO?

ATRAVÉS DE

AÇÕES!

(33)

G1.1 Diminuição do limite de velocidade a 50km/h em vias dentro do perímetro urbano G1.2 Diminuição do limite de velocidade a 30km/h em vias locais (bairros)

(34)

5.4 Acidentes de Trânsito (2003 a 2012)

Os 10 logradouros mais críticos no ano de 2012 equivalem a 15% do total de acidentes ocorridos.

Fontes: Logradouros Críticos (DETRAN/MS 2012) e Cruzamentos com maior número de acidentes (AGETRAT/PMC, 2015)

LOGRADOUROS CRÍTICOS (2012) 1 .PORTO CARRERO 17

2 .DOM AQUINO 14

3 .CABRAL 13

4 .CIRIACO DE .TOLEDO 11 5 .21 DE SETEMBRO 11

6 .DOM PEDRO II 9

7 .AMERICA 9

8 .RIO BRANCO 8

9 .EDU ROCHA 8

10 .FIRMO DE MATOS 8 SUBTOTAL 108 TOTAL NO ANO DE 2012 15%

(35)

5.4 Acidentes de Trânsito (2015)

ID LOCAL DOS ACIDENTES*

1 Rua Edu Rocha X Rua América**

2 Rua Edu Rocha X Rua Campo Grande 3 Rua Edu Rocha X Rua Dom Aquino 4 Rua Edu Rocha X Rua Paraná 5 Rua Edu Rocha X Av. Porto Carreiro 6 Rua Colombo x Rua 7 de Setembro 7 Rua América X Rua Antonio Maria Coelho 8 Rua 21 de Setembro x Rua Porto Carreiro 9 BR-262

Notas: *Locais identificados de acidentes com ciclistas nos últimos 3 anos (pesquisa de campo com amostra de 307 entrevistados). **ocorreram 2 acidentes no mesmo local.

Identificou-se uma concen-tração de acidentes na Rua Edu Rocha e outras vias de circulação de

Ciclistas

(36)

Objetivo estratégico IV - assegurar que as intervenções no sistema de mobilidade urbana contribuam para a melhoria da qualidade ambiental;

(37)

Objetivo estratégico V - tornar a mobilidade urbana um fator de inclusão social

(38)

Objetivo estratégico VI - promover melhoria à circulação de pessoas e cargas

(39)

Objetivo estratégico VII - melhorar as condições de acessibilidade e mobilidade no espaço urbano

(40)
(41)
(42)
(43)
(44)
(45)
(46)

>> SISTEMA DE TRANSPORTE COLETIVO DE ÔNIBUS

G. Mês do trabalhador rural – redução temporária da tarifa rural para teste de ampliação de usuários pagantes.

H. Criar nova linha rural expressa com frequência em dias alternados (Albuquerque/São Gabriel).

I. Alteração estratégica dos traçados das linhas urbanas

J. Mudança da infraestrura de apoio a operação: terminal (médio prazo) e abrigos

(47)

>> NÃO MOTORIZADOS

A. Rotas prioritárias – fiscalizar e qualificar calçadas, acessibilidade, iluminação e

arborização de rotas estratégicas entre os equipamentos públicos existentes (escola, creches, UBS) e demais polos geradores de viagem.

B. Rede Cicloviaria – implantar Rede de ciclovias de 34km, totalizando sistema de 40km.

>> MOTORIZADOS

A. Normatização de velocidade máxima urbana 50km/h B. Normatização de zonas 30km/h

(48)

8. Recursos e Fontes de Financiamento

(49)

Desenvolvimento urbano e mobilidade como destaque, para não engessar a administração.

Origem de Recursos Tipo Destinação Possível Exemplo

Recursos de Multas Arrecadação por multa Sinalização, Educação de Trânsito, Fiscalização

Possibilidade de uso em sinalização vertical ou horizontal, como pintar ciclofaixas, força-tarefa para fiscalização e aplicação da legislação vigente.

IPVA Imposto Livre

Não se pode vincular os impostos diretamente mas pode-se firmar compromisso de investimento em proporções equivalentes à arrecadação do tributo (6% da arrecadação tributária em 2015).

CIDE Contribuição Infraestrutura de

Transportes

Acessibilidade de pontos de ônibus, melhorias em pontos de ônibus, calçadas, ciclofaixas.

Concessionária de Ônibus Acordo Livre

Pode-se acordar juntamente com a concessionária do transporte coletivo que lucro que ultrapasse, por exemplo, 15% no mês seja contribuído ao fundo ou que seja diretamente reinvestido pela empresa em benfeitorias no sistema.

Outorga Onerosa do Direito

de Construir Legislação Urbanística Conforme Art. 26 do Estatuto da Cidade

Desde investimentos diretos em mobilidade, com prioridade para mobilidade ativa (não motorizados) até políticas de descentralização de atividades e serviços, diminuindo pressão sobre o sistema de transporte.

Estudo de Impacto de

Vizinhança - EIV Legislação Urbanística Livre Compensações e investimentos no entorno ou a serem aplicados em áreas de maior necessidade por critério social e abrangência.

(50)

8. Recursos e Fontes de Financiamento

• PAC Mobilidade Urbana

Recorte de Municípios: acima de 250 mil habitantes (médias cidades).

Principais infraestruturas PAC nos últimos 8 anos foram viabilizados através deste programa.

Municípios: recursos para infraestrutura de ônibus (corredor de ônibus / BRT / BRS) Estado: recursos para infraestrutura de trem/ / metrô.

• Fundo Clima – Subprograma de Mobilidade Urbana (BNDES)

Implantação de infraestrutura cicloviária, incluindo a elaboração dos projetos; e de sistemas de aluguel de bicicleta, compreendendo a infraestrutura e as bicicletas.

• Recursos Onerosos do BNDES – Financiamento a Empreendimentos (FINEM) – Mobilidade Urbana

Recursos a partir de R$ 20 milhões (abaixo disso redireciona para o BNDES Automático).

(51)

8. Recursos e Fontes de Financiamento

Recursos de multas

De acordo com oCTBa receita arrecadada com a cobrança das multas de trânsito será aplicada, exclusivamente, em sinalização, engenharia de tráfego, de campo, policiamento, fiscalização e educação de trânsito (Art. 320). acionamentos.

Possibilidades de Aplicação: sinalização de faixas de pedestre, acessos de cadeirantes e PNE, pedestres, ciclofaixas, faixas exclusivas de ônibus, etc.

Controle de inflações, valor arrecadado e distribuido por áreas de competencias

Descrição Totais Média Mensal

TOTAL DE

INFRACOES 3.670 306

FUNSET 19.590,26 1.632,52

DETRAN 113.263,51 9.438,63

POLICIA MILITAR 6.804,65 567,05

(52)

8. Recursos e Fontes de Financiamento

Taxa de Licenciamento / IPVA

O artigo 158 da Constituição diz que 50% da receita do IPVA deve ser repassada aos municípios. Isso significa que do total de IPVA arrecadado por veículos de Corumbá, metade fica na própria cidade e metade fica com o Estado do Mato Grosso do Sul.

- Receita tributária do Município em 2015 R$55.940.327,98

- Arrecadação do IPVA em 2015 R$ R$3.406.266 equivale a 6% da receita tributária municipal (2015)

Por se tratar de um imposto esse recurso não pode ter destinação vinculada, não podendo, por exemplo, ser alocado diretamente para um fundo de desenvolvimento urbano ou de mobilidade.

Alternativa: prever investimentos anuais equivalentes a 6% para ações de mobilidade urbana, onerando os modos motorizados individuais e investindo em transporte público e modos não motorizados.

(53)

8. Recursos e Fontes de Financiamento

Municipalização da CIDE

O repasse da CIDE é Lei Federal, estabelecendo um repasse da CIDE para o município de até 7,25% (25% dos 29% que é repassado aos estados).

- O valor de repasse da CIDE em 2015 foi de R$104.766,22

- Equivale a de 0,19% da Receita tributária do Município em 2015 R$55.940.327,98 Por se tratar de uma arrecadação este recurso pode ter destinação vinculada, sendo por exemplo alocado diretamente para um fundo de desenvolvimento urbano ou de mobilidade.

Por outro lado, esse recurso não pode ser utilizado em termos genéricos num fundo de desenvolvimento urbano, pois deve obrigatoriamente ser empenhado em transporte e mobilidade.

(54)

8. Recursos e Fontes de Financiamento

Alternativas Financiamento da Mobilidade Urbana

Estudo de Impacto de Vizinhança

A regulamentação prevista no Estatuto das Cidades permite que o Município obrigue ao empreendedor medidas preventivas, mitigatórias e compensatórias que poderiam ser revertidas em recursos ou ações diretas para a mobilidade.

Exemplo: implantação de empresa de logística e a obrigação no licenciamento da obra de prever a implantação de lombadas, semáforos e faixas de pedestres nas vias das proximidades do empreendimento.

(55)

8. Recursos e Fontes de Financiamento

Sistema de Estacionamento Rotativo – SER

Vantagens principais: o desestímulo de uso do automóvel para viagens curtas e/ou desnecessárias e a arrecadação de fundos para os cofres municipais, visando sua aplicação em ações diretamente relacionadas à mobilidade.

Outras vantagens: aumento da oferta dinâmica das vagas, aumento da acessibilidade da área, incentivo às atividades comerciais, , maior facilidade de fiscalização, , reserva de vagas especiais e melhoria da disciplina dos estacionamentos.

Lei Municipal 2.346/2013 – estabelece o estacionamento rotativo no centro de Corumbá.

Pesquisa SMIC em 2013:

- 79% favorável à implantação do SER;

- 77% dispostos a pagar até R$2,00/hora.

Exemplo: Município de Votuporanga / SP - 850 vagas rotativas;

- Arrecadação de R$1,6 milhões/ano.

Sistema de Estacionamento Rotativo de Corumbá - Propostas

Tipo de Vaga / Ponto Opção 01 Opção 02

Veículos 513 845

Pontos de Moto Táxi 6 12

Pontos de Táxi 4 6

Pontos de Farmácia 5 7

Pontos de Moto 6 20

(56)

Considerando:

- Tarifa / hora = R$2,00

- Horário de funcionamento: 2a a 6a das 8h as 18h e sáb das 8h as 13h

Opção 01 Opção 02

Total de vagas 513 845

Horas Semanais 55 55

Horas anuais 2.860 2.860

Horas mensais 196 196

Taxa de ocupação A 0,33 0,33

Taxa de ocupação B 0,55 0,55

Taxa de evasão 0,25 0,25

Tarifa/h R$ 2,00 R$ 2,00

Receita anual estimada A 968.338,80 1.595.022,00 Receita anual estimada A c/ evasão 726.254,10 1.196.266,50 Receita anual estimada B 1.613.898,00 2.658.370,00 Receita anual estimada B c/ evasão 1.210.423,50 1.993.777,50

O custo de implantação + custo de operação do Sistema por 1 ano deve ser equivalente ao da Receita Anual.

(57)

9. Indicadores

● Prover informações sobre a evolução de um aspecto ou problema enfocado;

● Subsidiar o desenvolvimento de políticas públicas e definição de prioridades;

● Contribuir para o acompanhamento de ações; e

● Ser ferramenta de difusão de informação.

monitorar o desempenho tendo por principal objetivo

de avaliar recursos alocados e os resultados obtidos

(58)

9. Indicadores

Aspectos (rede cicloviária):

Economicidade : minimizar os custos sem comprometer a qualidade do resultado (material e mão-de-obra);

Eficiência: mais eficiente a medida que este consiga entregar produtos

minimizando a quantidade de insumos e recursos (volume de recursos);

Eficácia corresponde ao grau em que um conjunto de ações é bem-sucedido

em atingir as metas e resultados planejados (maior fluxo);

Efetividade aponta em que medida as ações empreendidas resultaram de

fato em impactos na realidade que se buscou alterar(migração modal ou

melhoria na saúde). São os efeitos de transformação social o que vai bem

além de um resultado esperado das ações, plano ou projeto empreendido.

(59)

10. Monitoramento, Avaliação e Revisão

REVISÃO:

obrigatoriedade da revisão do Plano Municipal de Mobilidade Urbana e

Rural de Corumbá, a cada 8 (oito) anos, sendo esta revisão de responsabilidade da Prefeitura Municipal de Corumbá.

Prazo revisão: 2024

MONITORAMENTO:

- Gerenciar Sistema de informações da Mobilidade (dados e indicadores);

- Composição: poder público + sociedade - Reuniões semestrais;

- Elaboração de relatório anual com reunião aberta à população;

Observatório da Mobilidade de Corumbá

(60)

Plano de Mobilidade Urbana e Rural

PMOB elaborado, incluindo:

- Definição das Diretrizes, Objetivos, Programas e Ações;

- Metas físico-financeiras e respectivas fontes de financiamento;

- Indicadores para monitoramento.

março/2016

(61)

Minuta de Lei da Mobilidade

Minuta de Lei para política municipal de mobilidade e encaminhamento para a Câmara Municipal de

Vereadores.

abril/2016

(62)

www.pmobcorumba.wordpress.com

Facebook:

www.facebook.com/pmobcorumba

(63)

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