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LINUX PARA CONCURSOS PÚBLICOS

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LINUX PARA CONCURSOS PÚBLICOS

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ÍNDICE

GNU/Linux ... 1

Distribuições LINUX... 1

Iniciando o Linux... 1

Gerenciadores de Janelas... 1

Shell (Modo Texto) ... 2

KDE e Gnome ... 2

Inicialização do Sistema Linux (LILO) ... 2

Encerrando o Sistema (Shutdown) ... 3

Estrutura de Diretórios para Usuários... 3

Estrutura de Diretórios para Usuário Root ... 3

O Super Usuário (Root) ... 4

Trabalhando com Usuários ... 4

Senha de Usuário ou Grupo... 4

Trabalhando com Grupos... 4

Arquivos ... 5

Listando Arquivos - ls ... 5

Navegando entre Diretórios - cd ... 5

Criando Diretórios - mkdir... 5

Removendo Diretórios... 5

Copiando Arquivos e Diretórios - cp ... 6

Movendo ou Renomeando Arquivos e Diretórios - mv ... 6

Exibindo o conteúdo de um arquivo - cat... 6

Permissões de arquivos ... 6

Modificando permissões - chmod... 7

Editores de Texto ... 7

Leitores de E-Mail ... 7

Navegadores (Browsers) ... 8

QUESTÕES DE CONCURSOS ... 8

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Informática 1 Prof°. Alexei Silva

Todos os direitos reservados ®. Edição

LINUX

GNU/Linux

É m sistema operacional desenvol- vido por Linus Torvalds e colocado à dispo- sição através da Internet para milhares de programadores ao redor do mundo. Esses programadores trabalham desde 1991, quando surgiu a primeira versão do kernel, no aprimoramento do sistema. Assim o trabalho em conjunto possibilitou melhorias no sistema operacional (criado inicialmen- te) para adaptar as necessidades dos usu- ários com maior segurança e rapidez.

Linus Torvalds – Criador do Sistema Operacional LINUX.

O GNU/Linux é regido por uma li- cença chamada GPL(General Public Licen- se) , ou seja, possui licença livre de paga- mento. Qualquer pessoa física ou jurídica poderá utilizar esse excelente sistema ope- racional.

Atualmente, o Linus Torvalds li- cenciou a marca LINUX, pois empresas ao redor do mundo estavam utilizando o

“nome” LINUX em postos de gasolinas, etc.

conseqüentemente os desenvolvedores das distribuições LINUX deverão pagar pelo uso da marca, mas o sistema continua free.

Distribuições LINUX

Algumas pessoas já viram ou ouvi- ram falar em versões LINUX do tipo Man- drake, Red Hat, entre outros. Qual a causa de nomes diferentes? É simples. Por que temos vários programadores pelo mundo inteiro dominando a linguagem de progra-

mação C+ e/ou C++ para desenvolverem a sua própria plataforma LINUX como, por exemplo, o brasileiro Carlos E. Morimoto criou o KURUMIN que atualmente está na versão 5.0.

Vejamos abaixo quais são as dis- tribuições mais conhecidas no mercado:

9 Conectiva;

9 Red Hat;

9 Mandrake;

9 Tech Linux (versão brasileira do Man- drake);

9 Slackware;

9 Debian;

9 Kurumin;

Iniciando o Linux

Quando instalamos o Linux o mesmo solicita o Login, ou seja, nome e senha para o Root que é uma proteção para utilização do sistema operacional.

Existe no Linux o Root que é o su- per-usuário podendo manipular todo o sistema operacional sem restrições, mas também existe o usuário com limitações no caso desse último há limitações de coman- dos e manipulação no sistema.

Ao iniciar o sistema operacional no modo gráfico teremos a visualização do KDE (gerenciador de janelas) que é o mais comum nas distribuições Linux. O sistema apresentará semelhante ao Windows com ícones e janelas.

Gerenciadores de Janelas

Tecnicamente o gerenciador de ja- nela é denominado Servidor X, pois o mesmo gerencia o modo gráfico do Linux possibilitando ao mesmo ter vários geren- ciadores de janelas (“modelos”).

Vejamos abaixo quais são os ge- renciados mais conhecidos no mercado:

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Informática 2 Prof°. Alexei Silva

9 KDE;

9 Gnome;

9 WindowMaker;

9 Blanes.

Shell (Modo Texto)

É o programa que interpreta o que digitamos na linha de comando e decide o que fazer com aquilo.

Os concursos públicos estão utili- zando o modo texto conhecido como para criar as questões no qual aprenderemos comandos para manipular o sistema e o conteúdo dos dispositivos.

Existem diversos Shell em um sis- tema Linux (caso o usuário tenha instalado) . Vejamos abaixo alguns exemplos:

9 bash (Bourne Again): padrão co- nhecido em sistema UNIX;

9 csh (C Shell): sintaxe parecida com a linguagem de programa- ção “C”;

9 pdksh (Public domanin Korn Shell);

9 tcsh (Tiny C Shell).

Caso o usuário queira verificar qual o Shell que está usando no momento, bas- ta utilizar o seguinte comando:

Echo $SHELL

KDE e Gnome

Ao inicializar o sistema operacional Linux o mesmo será carregado no modo texto ou gráfico (depende da versão e da configuração) como, por exemplo, ao utili- zar o Kurumin o Linux é carregado no mo- do Gráfico utilizando o KDE.

Existem versões de ambiente gráfi- co que podem ser baixados gratuitamente pela Internet como, por exemplo, o KDE que atualmente está na versão 3.4x

KDE versão 3.4x

O Gnome também está lançando sua nova versão que é a 2.8. Mas estaá trazendo também a versão 2.1 com melho- rias tais como: um reprodutor de vídeo e uma ferramenta de extração de CDs. Ve- jamos na figura abaixo:

Gnome

Inicialização do Sistema Linux (LILO)

Ao iniciar o computador serão exe- cutados os softwares (Firmwares) da BIOS, ou seja, teremos o boot.

Podemos ter mais de um sistema operacional instalado no computador ou no caso do Linux mais de um Kernel (Versões e/ou distribuções).

É possível termos o Windows e o Linux em uma única máquina, basta na instalação do Linux ou Windows criar a(s) partição (ões) que são a divisão lógica do disco rígido.

No Linux um sistema de arquivos que auxilia na inicialização de um compu- tador com um ou mais sistemas operacio- nais instalados na máquina é o LILO.

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Informática 3 Prof°. Alexei Silva

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O LILO é capaz de enviar argu- mentos ao Kernel (“núcleo” do sistema operacional Linux) imediatamente após o nome do sistema operacional como, por exemplo, qual sistema operacional será o padrão para inicialização ou qual o tempo máximo de espera para ativar um dos sis- temas instalados no computador.

Realizado a etapa inicial do LILO da escolha do sistema operacional Linux ocorrerá o carregamento do Kernel, ou seja, a instalação do mesmo que é realiza- da de forma “gradual” (no primeiro momen- to compactado e após alguns segundos o mesmo será descompactado).

Após isso, o Kernel verifica o hardware (discos rígidos, disquetes, placas de rede, entre outros) e configura os seus controladores de dispositivos enviando mensagens na tela como, por exemplo:

LILO boot:

Loading linux...

Memory: sized by int13 088h Console: 16 point font, 400 scans Console: colour VGA+ 80x25, 1 virtual console (max 63)

pcibios_init : BIOS32 Service Directory structure at 0x000f8630

pcibios_init : BIOS32 Service Directory entry at 0xf8080

pcibios_init : PCI BIOS revision 2.10 entry at 0xf80b0

...

OBS: As mensagens enviadas pelo Kernel na inicialização diferem de computador por conseqüência do tipo e/ou modelo de hardware instalados nos mesmos.

Encerrando o Sistema (Shutdown)

Se o usuário estiver no modo gráfi- co poderá utilizar o comando <Ctrl> + <Alt>

+ <F2> alterando para o modo texto (Shell).

Quando estivermos trabalhando no modo Shell, basta utilizar o seguinte co- mando abaixo:

shutdown –h now (para desligar o computador);

shutdown – r now (para reiniciar o computador)

Podemos também enviar mensa- gens as estações da rede informando quanto tempo falta para desligar o servidor ou o próprio workstation com, por exemplo:

shutdown –h 10 manutenção (desligar o computador daqui a dez minutos por conseqüência de uma manutenção).

Estrutura de Diretórios para Usuá- rios

Os diretório no Linux obedecem a mesma estrutura do Sistema Operacional Unix. Vamos conhecer os principais diretó- rios por usuário e suas características:

/ - Diretório principal (raiz);

/home - Nesse diretório se encontra os dados dos usuários;

/proc - Esse diretório não existe fisicamen- te no disco rígido, ele é criado pelo kernel durante a inicialização. São encontrados aqui arquivos com informações sobre o sistema;

/tmp - Armazena arquivos temporários;

/usr - Diretório usado para instalação com- partilhada de programas;

/var - Contém arquivos vários usados por sistemas de e-mail, spool de impressão, log's etc.

Estrutura de Diretórios para Usuário Root

/bin - Contém arquivos biná- rios(executáveis) do sistema ;

/boot - Contém arquivos responsáveis pela inicialização do sistema;

/dev - Arquivos usados para acessar dis- positivos em seu computador;

/etc - Aqui se encontra os principais arqui- vos de configuração do sistema;

/lib - Contém bibliotecas compartilhadas;

/mnt - Aqui são montados temporariamente volumes externos, como CD-ROM, disque- tes, outras partições etc;

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/root - Diretório principal do root (superu- suário);

/sbin - Contém programas usados pelo root para administração do sistema;

O Super Usuário (Root)

Root é também chamada de super usuário, este é um login que não possui restrições de segurança.

Utilize a conta root somente para realizar uma administração no sistema, sendo usada o menor tempo possível, pois se um Craker invadir o seu micro utilizando essa conta o mesmo terá todos os privilé- gios do Super Usuário, ou seja, acessará todo o conteúdo do computador.

Trabalhando com Usuários

Podemos criar contas de usuários e grupos aplicando senha ao primeiro.

Qual o motivo de criar usuários?

Para que mais de uma pessoa possa utili- zar a máquina no seu devido tempo e não ter acesso a uma conta específica (usuá- rio), por exemplo.

OBS: O Linux é case sensitive, ou seja, os comandos nesse sistema diferem entre maiúsculos e minúsculos.

Vejamos abaixo o comando para criar um usuário:

adduser alexei (foi criado o usuá- rio Alexei).

Para apagarmos o usuário, basta usar o seguinte comando abaixo:

userdel alexei (foi excluído o usu- ário Alexei).

OBS: Quando criamos um usuário é gerado pelo Linux um diretório home com o nome do usuário como, por exemplo:

/home/alexei

Podemos utilizar o seguinte co- mando abaixo para excluirmos o usuário com o seu diretório:

userdel –r alexei (foi excluído o usuário alexei com o seu diretório home)

Senha de Usuário ou Grupo

Quando criamos um usuário é inte- ressante aplicar uma senha de acesso a essa conta, pois caso não seja adicionada à senha qualquer pessoa poderá usar a conta.

Para criarmos e/ou alterar uma se- nha do usuário ou grupo, basta usar o se- guinte comando abaixo:

passwd alex (criar a senha para o usuário alex).

Trabalhando com Grupos

Ao criarmos um usuário pela pri- meira vez no sistema o Linux gera automa- ticamente um grupo com o nome do próprio usuário. Mas para quer ter um grupo?

Para melhor administrar uma rede de computadores ou o próprio computador com os familiares ou amigos do trabalho, por exemplo.

Poderíamos criar um grupo deno- minado concurso público e adicionar usuá- rios nos quais seriam os alunos de um cursinho. Os mesmos teriam acesso ape- nas a alguns comandos e/ou aplicativos do sistema.

Vejamos abaixo o comando para criar um grupo:

groupadd concurso (foi criado o grupo concurso).

Podemos criar um usuário dentro de um grupo, mas para isto é necessário que o grupo já exista. Vejamos os coman- dos abaixo:

adduser silva –ingroup concurso (insere usuário silva no grupo concurso), ou

adduser silva –g concurso Para excluir o grupo, basta seguir o seguinte comando abaixo:

groupdel concurso (exclui o gru- po concurso).

OBS: Para excluirmos o grupo é necessá- rio excluir o usuário primário.

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Arquivos

Os nomes de arquivos no Linux podem ter um tamanho de até 256 caracte- res e eles contêm normalmente letras, nú- meros, ponto, travessões e hífens.

Mas no Linux é possível usar como nome de arquivo (não recomendado) ca- racteres denominados metacaracteres como, por exemplo, asterisco, interrogação, espaço, cifrão, & comercial, colchetes, etc.

Esses metacaracteres são interpre- tados pelo Shell Linux com um significado especial, ou seja, eles fazem parte de co- mandos do sistema.

OBS: Arquivos Linux não possuem exten- são nos modos DOS/Windows, mas o usu- ário poderá usar.

Listando Arquivos - ls

Este comando lista os arquivos (vi- sualiza) para que o usuário possa trabalhar com eles (copiar, mover, etc).

Vejamos abaixo as opções (parâ- metros) desse comando:

Parâmetro Significado

-a Lista todos os arquivos

-l Lista os arquivos de forma detalhada

-x Lista os arquivos na horizon- tal

-R

Lista o conteúdo dos subdire- tórios abaixo do diretório especificado

Navegando entre Diretórios - cd

No sistema operacional Windows conhecemos a denominação Pasta para guardar arquivos e/ou pastas, mas um Diretório (termo utilizado pelo DOS e UNIX) tem o mesmo significado e impor- tância no sistema Linux.

Para navegarmos entre Diretórios no modo Shell do Linux, basta utilizar o comando cd. Vejamos abaixo alguns pa- râmetros desse comando:

Parâmetro Significado . (ponto) Diretório atual

.. (dois

pontos) Diretório anterior

~ (til) Diretório HOME do usuário

/ (barra) Diretório Raiz

- (hífen) Último Diretório

Por exemplo se estivéssemos no diretório /usr/games poderíamos utilizar o seguinte comando abaixo para irmos ao diretório home:

cd ~ (cd til acessará o diretório home do usuário).

Criando Diretórios - mkdir

Para criarmos diretórios é bastante simples o comando utilizado para esta fina- lidade, basta digitar a seguinte sintaxe a- baixo:

mkdir <nome do diretório>

Exemplo: mkdir ~/alexei (foi criado o diretório Alexei no seu diretório home).

Removendo Diretórios

Existem duas formas de excluir um diretório a principio é necessário saber se o mesmo tem conteúdo ou não, pois o co- mando difere para cada situação. Vejamos alguns exemplos abaixo:

rmdir <nome do diretório>

A sintaxe acima é utilizada apenas quando o diretório está vazio, ou seja, não possui arquivos e/ou subdiretórios dentro do mesmo.

rmdir /Alexei (exclui o diretório a- lexei caso o mesmo esteja vazio).

Para excluirmos diretórios com conteúdo (arquivos) independente da quan- tidade, basta apenas utilizar o comando abaixo:

rmdir –r /alexei (exclui o diretório alexei havendo ou não conteúdo no mes- mo).

Havendo a necessidade de excluir um diretório com subdiretórios e arquivos

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de uma só vez, basta utilizar o comando abaixo:

rm – r <nome do diretório>

rm – r /home (apaga toda a área de usuários)

Copiando Arquivos e Diretórios - cp

No modo texto (Shell) do Linux não tem como utilizarmos o comando conheci- díssimo do sistema Windows <Ctrl> + <C>

e <Ctrl> + <V> para copiar e colar um ar- quivo, basta seguir a seguinte sintaxe abai- xo:

cp [opções] <arquivo_origem>

<arquivo_destino>

O comando cp possui algumas op- ções descritas abaixo:

Parâmetro Significado

-i Modo Interativo

-v Mostra o que está sendo copiado

-R Copia diretório com seus subdiretórios (caso possua).

cp –i aula.txt livro.txt (copia so- brescreve o arquivo livro.txt por aula.txt com o sistema perguntando se deseja ou não sobrescrever o arquivo).

cp arq.txt /tmp (copia o arquivo para o diretório /tmp).

cp –R /bin/* /tmp (copia todos os arquivos e diretórios contidos em /bin para /tmp).

Movendo ou Renomeando Arquivos e Diretórios - mv

Para movermos ou renomear ar- quivos e/ou diretórios, basta apenas utilizar a sintaxe abaixo:

mv <origem> <destino>

mv arq.txt /tmp (o arquivo foi mo- vido do diretório corrente para o /tmp).

mv arq.txt arq.new (o arquivo foi renomeado para arq.new).

Exibindo o conteúdo de um arquivo - cat

Podemos visualizar o conteúdo de arquivo sem abri-lo (como fazíamos no DOS antigamente), basta utilizar o seguinte comando abaixo:

cat /home/Alexei/aula.txt (visuali- za o conteúdo do arquivo aula que está localizado no usuário /Alexei).

Também podemos utilizar o cat pa- ra criar uma cópia de arquivo ou colocar um arquivo dentro do outro.

Vejamos alguns exemplos abaixo:

cat aula.txt > aula1.txt (foi criado uma cópia do arquivo)

cat aula.txt >> curso.txt (foi adi- cionado o conteúdo do arquivo aula.txt ao curso.txt).

Permissões de arquivos

É uma proteção para os arquivos dos usuários para não serem mal utilizados por outros usuários da rede e/ou do compu- tador em que o mesmo utilizou.

Essas permissões são utilizadas para o dono do arquivo (usuário), grupo e todos os usuários existentes no sistema.

As permissões são divididas em três tipos, são elas:

Permissões Significado

r (read) Leitura w (write) Escrita

x Execução

Quando listamos arquivos utilizan- do o comando ls –l teremos o detalhamento como, por exemplo:

-rw-r--r-- 1 alexei users 505 Dez 07 20:30 aula.txt

Estamos visualizando o arquivo au- la.txt que pertence ao usuário Alexei que está localizado no grupo users com as seguintes permissões abaixo:

- (significa que é um arquivo co- mum, ou seja, não é um executável).

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rw- (significa que o dono do arqui- vo pode ler e escrever no arquivo, ou seja, modificá-lo podendo até excluir).

r-- (representam as permissões pa- ra o grupo do arquivo).

r-- (representam as permissões concedidas a qualquer usuário do sistema)

Modificando permissões - chmod

Podemos modificar as permissões de um arquivo ou diretório para melhorar a proteção dos nossos dados porém é ne- cessário conhecer a seguinte sintaxe abai- xo:

chmod <a,u,g,o> <+,-> <r,w,x>

arquivos

Notem que apareceram novas le- tras (a,u,g,o) no comando acima vejamos abaixo o significa delas:

Permissões Significado

a Todos u Usuário

g Grupo

o Outros

Vejamos alguns exemplos abaixo:

chmod a+r aula.txt (dá permissão de leitura a todos os usuários);

chmod +r aula.txt (tem o mesmo significado do comando acima);

chmod og-x aula.txt (remove per- missão de execução de usuários que não o próprio dono do arquivo);

chmod u+rwx aula.txt (dá permis- são ao dono do arquivo para ler, escrever e executar);

Editores de Texto

Existem inúmeros editores de texto para Linux, a seguir analisaremos dois, um que funciona em modo gráfico(Kedit) e um que funciona em modo texto (vi).

Kdit: é um editor de texto que a- companha o KDE. Sua interface gráfica é muito simples, mas com muitos recursos.

Kdit – Edito de texto do KDE

vi: editor de texto mais usado em modo Shell no Linux é o vi. Apesar de não ser simples de usar, este aplicativo é utili- zado em praticamente todas distribuições Linux.

vi – Editor de texto no modo Shell

Para entrar no modo de edição te- cle "i", aparecerá na parte inferior da tela um sinal -INSERT --, isso indica que você pode fazer as alterações necessários no arquivo editado. Terminando a edição do arquivo, tecle 'ESC' e o sinal - INSERT - desaparecerá. Para salvar o arquivo tecle 'ZZ' (dois Z's maiúsculos). Para sair do vi sem salvar o arquivo tecle '!q:'.

Leitores de E-Mail

Infelizmente no Linux não existem aplicativos de e-mails poderosos, ou seja, com todos os recursos de um Outlook Ex- press, por exemplo. Mas existem alguns leitores de e-mail que “quebram o galho”, são eles:

9 Pine;

9 Mutt;

9 Evolution (melhor opção).

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Informática 8 Prof°. Alexei Silva Navegadores (Browsers)

Já que no quesito e-mail os aplica- tivos para Linux estão deixando a desejar, mas em navegadores está dando um “ba- nho” na concorrência principalmente na Microsoft.

Vejamos alguns navegadores abai- xo:

9 Galeon;

9 Hands Browser;

9 Lynx;

9 Links;

9 Netscape;

9 Opera;

9 Firefox.

QUESTÕES DE CONCURSOS 1) (Analista de Finanças e Controle – AFC STN – 2005) Para permitir que uma máquina com o sistema operacional Linux coexista em uma mesma rede com máqui- nas com sistema operacional Windows, permitindo o compartilhamento transparen- te dos recursos do Linux para usuários do Windows, deve-se instalar

a) e configurar o Apache, tanto na máquina com o Linux quanto nas máquinas com Windows.

b) na máquina com Linux uma cópia do Windows 2000, criando-se, assim, um dual boot.

c) e configurar, nas máquinas com Win- dows, o conjunto de aplicativos do Samba, que utiliza o protocolo denominado Server Message Block (SMB).

d) e configurar, na máquina com o Linux, o Samba, que é um conjunto de aplicativos do Linux que utiliza o protocolo denomina- do Server Message Block (SMB).

e) e configurar o Apache na máquina com o Linux e, nas máquinas com Windows, o conjunto de aplicativos do Samba, que utiliza o protocolo denominado Server Mes- sage Block (SMB).

2) (Covest – Instrutor de Telemática – 2005) No sistema operacional Linux, qual das opções abaixo representa apenas tipos de interface gráfica?

A) X Window, OpenOffice.org, Gimp.

B) KDE, Gnome, X Window.

C) OpenOffice.org, Gnome, Kurumin.

D) KDE, Mandrake, Gimp.

E) Suse, Mandrake, Conectiva.

3) (Covest – Instrutor de Telemática – 2005) Em Linux, os arquivos que terminam com extensão .rpm são bastante conheci- dos e estão associados a:

A) músicas e conteúdo multimídia.

B) fontes e binários de programas empaco- tados.

C) aplicações para gerência de redes.

D) imagens vetoriais.

E) antivírus.

4) (Covest – Instrutor de Telemática – 2005) No Sistema Operacional Linux, o BASH serve para:

A) reproduzir músicas MP3.

B) exibir e editar imagens.

C) interpretar comandos.

D) exibir espaço livre em disco.

E) editar pequenos textos não acentuados.

5) (Covest – Instrutor de Telemática – 2005) Em Linux, SAMBA está associado a:

A) protocolo para transmitir imagens em formato GIF

B) reprodutor de músicas em formato MP3.

C) reprodutor de músicas em formato WAV (compatível com Microsoft Windows).

D) protocolo para compartilhar arquivos e impressoras com Windows.

E) protocolo para intercâmbio de correio eletrônico e arquivos P2P.

6) (UFRJ – Análise de Sistemas– 2005) O programa “apache”, em ambiente Linux, serve para implementar um servidor:

(A) DNS (B) HTTP (C) FTP (D) SMTP (E) DHCP

Referências

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