Órgão de Divulgação da Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio 03 04 06
I n f o r m a t i v o
edição
sumário
72
A importância dos ensaios de esquadrias A polêmica instalação de esquadrias ABAL e AFEAL juntas no PSQ
Ano IX - 2006 Jul / Ago / Set
M
inimalista. Neste conceito se en-caixam, com perfeição, as fa-chadas de vidro estrutural. Simples e limpas, se sustentam por compo-nentes sofi sticados. Ao dispensar o encaixilhamento, pedem cálculos pre-cisos, vidros temperados e laminados com várias camadas de PVB. Questão de estética, de estática e de custos – sempre altos.“A tendência de uso do vidro de ma-neira estrutural está há anos difundida na Europa e nos Estados Unidos. Lá, como aqui, está presente em várias áreas da edifi cação, principalmente, em átrios e em fachadas de térreos, e em coberturas. No exterior, o vidro é usado, até mesmo, para compor vigas e pilares como estrutura”, comenta o consultor de vidros e fachadas, Paulo Duarte, da AEC. No Brasil, o sistema se tornou conhecido com a fachada chamada ‘spiderglass’, com fi xação pontual. Segundo o consultor, são muitos os cuidados a serem tomados para um resultado seguro.
“O vidro tem que ser temperado para suportar maiores tensões, que são muito elevadas sobre os pontos de fi xação”, alerta. Porém, o vidro temperado apresenta o fenômeno da quebra espontânea: a massa do vidro sofre expansão localizada, por fricção ou por aquecimento, ocasionando a quebra da peça, sem razão aparente. O ideal é usar vidros produzidos espe-cialmente para esse fi m, reduzindo a presença na sua massa de elementos químicos que possam causar o fenô-meno, notadamente o níquel.
No exterior, após a têmpera, esses vidros passam por um ‘teste destru-tivo’ chamado ‘Heat Soak Test’, feito num forno de graduação especial, de
modo que, se uma placa apresenta o risco de futura quebra espontânea, ela se quebrará no teste. “Como não temos esse equipamento no Brasil, re-comendamos que, para garantir a se-gurança, o vidro seja laminado, além
de temperado. Assim, a integridade do vão é mantida, mesmo que uma pla-ca se estilhace”, diz, lembrando que o custo é alto, pois, devido à perda de planicidade resultante da têmpera, a laminação vai exigir de três a cinco PVBs e maior tempo na autoclave.
No sistema estrutural, são usadas conexões para transmitir a carga do vi-dro para os elementos de apoio, ou de
um vidro para outro. Essas peças são feitas de aço inoxidável, com desenho criterioso para que resultem perfeitas. Para que ocorra a distribuição das ten-sões nas bordas tratadas dos furos dos vidros, as peças são dotadas de inter-calares em borracha com dureza con-trolada, ou plásticos especiais.
Paulo Duarte lembra que o vidro es-trutural exige cálculos precisos, feitos
Vidro estrutural,
belo, complexo e caro
Fo to c ed id a pe la A ve c D es ig n
O vidro estrutural exige
cálculos precisos, feitos por
softwares avançados.
JCPM Trade Center, em Recife, tem fachada em vidro estrutural com sistema de ‘aranhas’.
Vidro estrutural,
Capa
Acordos produtivos
Editorial
por softwares avançados. “Algumas empresas e profi ssionais do mercado têm programas alternativos, no entan-to, não sabemos quais são plenamen-te confi áveis. Trabalho com cálculos aproximados para fi ns de estudos e análise, chegando na espessura que o vidro deve ter. Se, estou trabalhando com uma empresa detentora do siste-ma, deixo o cálculo fi nal por conta dela, mas sempre tenho meus parâmetros para comparação” acrescenta.
O sistema dito ‘spiderglass’ fi ca li-mitado ao vidro de até 4 m, pois não há fornos de têmpera, nem condições para laminar uma chapa maior. “Para vãos maiores, é preciso usar ferragens emendando duas placas temperadas e laminadas, transmitindo carga de uma para outra”, ensina o consultor. Um sistema que se adapta bem ao uso de vidros estruturais é o que utiliza as ‘vigas vagão’ – aquelas que têm uma barra rígida de aço e um cabo tensor mais fi no. Ao longo dessa viga são ins-talados os parafusos para fi xar os vi-dros. Esse sistema pode ser usado em coberturas e fachadas. É fundamental considerar que as cargas de sucção, devidas ao vento, pedem tratamento diferente, porque, pela inversão dos esforços, é necessário trabalhar nos dois sentidos. “No Brasil, o sistema com tensor já é adotado, porém, cons-tatei a falta de atenção com a carga de sucção. Outras fi xações resultam em elementos tensores cruzados, que absorvem a carga nos dois sentidos. É uma solução interessante por ser leve”, comenta.
“Essa estrutura pode ser substituída por pilares em vidro. Mencionei as vigas estruturais, mas esse elemento pode ser usado também na vertical, como pilar, geralmente em laminados com placas de espessuras que variam de 10 mm a 19 mm, sendo usado para pren-der as ‘aranhas’ do sistema”, ressalta. São peças estruturais de vidros tempe-rados e laminados que, dependendo da altura ou do vão a ser vencido, podem ser simples – travadas pelas vigas, ou também, através de cabos tensores; podem ser ainda intertravadas por vá-rios elementos rígidos – pilares de pla-cas múltiplas - para suportar cargas de compressão maiores.
Tudo isso tem que ser feito com mui-ta responsabilidade e conhecimento. Os arquitetos devem consultar pesso-as com esse conhecimento e pesso-as cons-trutoras não devem entregar tal solu-ção nas mãos de qualquer empresa. No país, não existem normas técnicas para vidro estrutural. As normas vi-gentes focam apenas cargas uniforme-mente distribuídas e não cargas
pon-tuais. Essa norma, ainda, demora para sair, portanto, a opção é usar o conhe-cimento e normas internacionais”.
Talvez, o uso estrutural do vidro mais conhecido seja nas fachadas de bancos, térreos de edifícios residenciais e casas de alto padrão em que o arquiteto de-seja total transparência, sem qualquer interferência, sendo os vidros presos apenas no piso e na parte superior. Na realidade, os vidros nunca devem ser montados encostados um no outro, deve haver uma fresta de, no mínimo, 3 mm. A vedação é resolvida na junta de 3 mm com silicone transparente. “Mas, há quem não vede, o que acarreta to-dos os problemas possíveis de estan-queidade ao ar e à água. Pior ainda, é a opção de encostar um vidro no outro: os vidros dilatam e quebram”.
Se a fachada construída com esse sistema tiver mais de um nível, é pre-ciso usar elementos estruturais que suportem a carga de vento. As normas exigem que os vidros acima do térreo sejam laminados. Tudo é uma questão de cálculo e segurança. “Mesmo para o térreo, recomendamos, e já está sen-do estudasen-do pela norma, que o vidro temperado seja também laminado. Ou, tenha uma proteção, como os fi lmes de segurança - caso haja uma quebra, es-pontânea ou não, os fragmentos fi cam grudados no fi lme. É preciso considerar que o fi lme deve ser ‘ancorado’, ou cai-rá com o vidro”, destaca o consultor.
“As condições de segurança devem estar sempre presentes”, observa Paulo Duarte, que conclui dizendo que “um sistema de vidro estrutural bem feito, resulta em bela estética, porém, é sempre mais caro do que o fi xado a um caixilho”.• Fo to c ed id a pe la A ve c D es ig n
Temos, nesta edição, notícias que confi rmam que a aproximação entre interesses aparentemente opostos pode ser benéfi ca e produtiva. A mesa de negociação é o melhor lugar para se concluir que, afi nal, todos querem trabalhar, fazer o melhor e crescer.
Foi assim que dois mercados inter-dependentes - alumínio e esquadrias – acabam de dar um passo fundamental na direção da qualidade do produto fi -nal. A ABAL, que reúne nosso principal fornecedor de insumo, estabeleceu uma parceria de interesse comum com os fabricantes de caixilhos e se tornou co-gestora do Programa Setorial da Quali-dade de Esquadrias de Alumínio (PSQ). Somente através de produtos homo-logados, de qualidade comprovada, poderemos conquistar o consumidor e ampliar mercados. Temos indústrias, tecnologia e conhecimento para aten-der os critérios das normas técnicas e as exigências dos arquitetos e constru-tores que desejam, desde a esquadria mais simples, porém de bom desem-penho, até o produto mais requintado. Essa parceria com a ABAL dará condi-ções ao nosso setor de qualifi car suas empresas, com a chancela do PBQP-H.
Se, de um lado, a produção de cai-xilhos no Brasil evoluiu, de outro, per-manecem os problemas de instalação. Mesa-redonda realizada na AFEAL, reunindo fabricantes e representante de construtora, mostra que os dois la-dos reconhecem suas defi ciências. Há um grande acordo a ser feito, e, que passa por instituir no contrato, entre o fabricante e a construtora, as con-dições para a instalação. Vêm, depois, critérios mais técnicos, como as ba-ses para a boa preparação do vão e a fi xação do contramarco. Em passado recente, um amplo estudo deu origem ao Manual Técnico de Modulação de Vãos, iniciativa da AFEAL e Sindus-Con, que poderia solucionar a fase da instalação. Na prática, jamais foi ado-tado pelas construtoras. Ficou esque-cido nas gavetas e estantes. Esse é, certamente, um desafi o que merece a atenção de todos.
Escolhemos como tema da capa desta edição, as fachadas de vidro estrutural. Não se trata de um enga-no! Somos fabricantes de fachadas de alumínio e, como tais, defendemos o seu uso. Mas, também reconhecemos que o vidro ganhou espaço na arquite-tura mundial e, hoje, se sustenta com acessórios sofi sticados e projetos alta-mente técnicos. A partir da premissa de que ‘se vamos fazer, é melhor fazer com qualidade’, convidamos o consul-tor Paulo Duarte que dá uma verdadei-ra aula sobre o assunto. Boa leituverdadei-ra!
Roberto Papaiz
ABAL e AFEAL juntas no PSQ de Esquadrias de Alumínio
A HORA DA CONSTRUÇÃO CIVIL
“A ABAL sentiu necessidade de unir-se à AFEAL e traba-lhar em conjunto, para melhorar o padrão de qualidade das esquadrias de alumínio. Temos interesses em comum e fare-mos gestões na busca da qualidade, a exemplo das parcerias
que mantemos, há mais de dez anos, com entidades de seto-res industriais. As indústrias que utilizam produtos deriva-dos de alumínio foram pionei-ras porque, no mundo globali-zado, seus produtos obedecem às especifi cações internacio-nais, com elevadas exigências de qualidade. No caso da cons-trução civil, o processo se re-tardou. Mas, a partir de agora, deveremos promover o seg-mento com o mesmo padrão de qualidade já conquistado pelas indústrias de embalagens, automobilística e de bens de consumo. Afi nal, produzir com qualidade é obrigação.
A percepção da necessidade de integrar os mercados – do alumínio e das esquadrias – partiu dos membros do Comi-tê da Construção Civil, da ABAL. Trabalharemos para que todos os extrusores associados, assim como os sócios da AFEAL, participem do PSQ. Recomendamos às empresas que estão fora do programa a se envolverem. Em breve, quem não estiver qualifi cado vai acabar perdendo mercado, porque a exigência por produtos homologados, hoje, é real. Inclusive, se tornou pré-requisito para os fi nanciamentos da Caixa Econômica Federal.
A conquista de novos mercados a partir da melhoria da qualidade dos caixilhos é uma das expectativas das duas associações. Devemos considerar que 80% das construto-ras no país são de médio e pequeno porte, e as responsá-veis pelos grandes volumes. Temos que conscientizar essas construtoras a somente trabalhar com fornecedores homo-logados pelo PBQP-H. Há muito por crescer! Hoje, a cons-trução civil brasileira responde por apenas 13% do ‘mix’ de produtos de alumínio produzidos no país. E foi o único setor, nos últimos cinco anos, a registrar queda no con-sumo. Enquanto isso, a construção civil na China absorve 42% do alumínio consumido no país. O Brasil é um país em desenvolvimento, com enorme carência de moradias e pre-cisando dar emprego a uma mão-de-obra não tão especiali-zada. Portanto, está faltando alguma coisa aí. A resposta é investir na qualidade e na formalidade.
As indústrias, tanto fabricantes de perfi s como de esqua-drias, são qualifi cadas e estão preparadas para isso”.
A
Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) acaba de aderir ao Programa Setorial da Qualidade de Esquadrias de Alumínio (PSQ), na condição de co-gestora junto com a AFEAL. Na prática, a iniciativa levará as indústrias de perfi s de alumínio extrudado, associadas da ABAL, a submeterem a ensaios suas linhas e sistemas. A homologação dos produtos junto ao PBQP-H abrirá caminho para que os fabricantes de esquadrias, principalmente de caixilhos especiais, participem do PSQ. Os presidentes da ABAL, Luis Carlos Loureiro, e da AFEAL, Roberto Papaiz, comemoram a decisão.A CADEIA PRODUTIVA SE ORGANIZA
“Quem acompanha a trajetória da indústria de esquadrias nos últimos 25 anos, assistiu a desintegração de grandes realidades produtivas. Empresas que fi zeram escola no mercado, centros de criatividade e diversifi cação de produ-tos deixaram de existir
dian-te da progressiva redução da remuneração do produto. A instabilidade e as fl utuações do mercado, e a política de redução de custos, impuse-ram uma política exasperada de preço.
O Programa Setorial da Qualidade surge como a ‘luz no fi m do túnel’, como a única solução para evoluir e orga-nizar a cadeia produtiva das esquadrias. Alia os fabrican-tes de perfi s e as indústrias
de esquadrias numa nova proposta de isonomia qualitativa de produtos, em respeito às normas e aos diretos do con-sumidor. Finalmente as esquadrias, para serem certifi ca-das, terão sua paternidade defi nida e protegida, organizan-do defi nitivamente um mercaorganizan-do que fazia da imitação uma arte, que desestimulava qualquer desenvolvimento.
Por sua vez, a indústria de esquadria, tendo sua produ-ção certifi cada, poderá se propor ao mercado com a segu-rança da isonomia competitiva. Condição que lhe permitirá a implementação de programas de treinamento para os quadros produtivos, e investimentos em equipamentos e tecnologias para tornar mais efi cientes sua produção.
O mercado ganha produtos atuais que atendem as nor-mas, valorizando e qualifi cando os imóveis, e proporcio-nando mais conforto ao consumidor – fi nalmente, ele per-ceberá o valor e o desempenho das esquadrias de alumínio. Conseqüentemente, o mercado responderá com uma ex-pansão de demanda, benefi ciando a efi ciência da produção e resultando num ciclo rentável e virtuoso.
A relação com as construtoras também se realizará em um novo patamar de confi ança, que poderá resultar em parcerias efi cientes e construtivas, em contraposição a atual, à política de leilão por preço. Relações mais estáveis proporcionam crescimento do mercado e redução de cus-tos direcus-tos e indirecus-tos.
Somente uma parceria forte da AFEAL e da ABAL, norteada pelas regras do PSQ, poderá proporcionar re-sultados tão promissores, devolvendo ao nosso meio a possibilidade de crescimento técnico e qualitativo que o mercado merece”.
Luis Carlos Loureiro,
na prancheta essas previsões exatas. O teste será, portanto, a consagração ou a decepção total quanto ao produto desenvolvido.
A norma vigente NBR 10821, da ABNT, em vigor desde outubro de 2000, determina os critérios para o procedimento de ensaios de desempe-nho das esquadrias com relação a es-tanqueidade ao ar, água, esforços de vento e sucção.
No ensaio de estanqueidade ao ar, a janela é vedada por um conjunto de fi tas plásticas e aplicada uma carga de ar. O painel digital faz a leitura do volume de ar que está passando pela câmara. Quando a fi ta plástica que re-cobre a esquadria é retirada, o equi-pamento mostra a leitura da diferença entre a quantidade de ar emitido pela câmara e a que passou para o lado in-terno da janela. Cálculos matemáticos mostram se o volume de ar que pene-trou ‘no ambiente’ está dentro dos li-mites de tolerância da norma.
O próximo passo é o teste de estan-queidade à água, em que a vedação é avaliada em detalhes. Durante 15
mi-P
ara o fabricante de esquadrias, submeter seu produto aos ensaios representa oferecer ao cliente a garan-tia de que aquela é uma esquadria de qualidade, que segue as normas nos seus mais exigentes critérios. Repre-senta, também, importante aprendiza-do para o fabricante e o projetista que poderão constatar os erros e acertos daquele protótipo.É comum o engenheiro dominar os cálculos estruturais que prevêem a deformação dos perfi s. Se, calcula-mos que vai deformar 5,8 mm, o en-saio apenas confi rma, com variações insignifi cantes. No entanto, não exis-te cálculo maexis-temático para a entrada da água e do ar. É a experiência que cada um transfere para o projeto que vai dar a segurança de que a água e o ar não vão passar. A câmara é que indicará a necessidade de uma guarni-ção com maior ou menor dureza, ou o design de uma borracha mais ou me-nos robusta. Não é possível se obter
A importância dos
ensaios de esquadrias
por Nelson Kost, consultor técnico da AFEAL
Artigo
nutos aplica-se o equivalente a 4 litros de água/minuto/m2. Durante o teste
não pode ocorrer nenhum ponto de vazamento. A pressão da água, simu-lando o vento da chuva, gera dentro da câmara uma pressão positiva e fora, negativa. A água se encaminha para o lado onde a pressão é menor, portan-to, para o que seria o ambiente.
Na seqüência, os equipamentos são preparados para ensaiar a deforma-ção dos perfi s e das partes móveis, resultante da pressão dos ventos. São colocados defl ectômetros – aparelhos que medem a deformação dos perfi s das esquadrias, em teste específi co de pressão positiva e pressão negativa – em pontos estratégicos, nas colunas e travessas, para uma leitura digital. Os testes realizados anteriormente uti-lizam pressão positiva. Neste caso, o desempenho da esquadria é avaliado mediante uma pressão negativa. Trata-se de um novo procedimento introdu-zido pela norma revisada chamado de ‘sucção’. Esse ensaio simula a abertura de uma porta e de uma janela, simulta-neamente, numa casa. Se a porta ba-ter é porque o ar que passou pela jane-la aberta fez uma reversão e empurrou a porta. O risco é que na reversão do ar, a janela caia para fora. Assim, não pode haver rompimento de qualquer elemento de esquadria, desde quebra do vidro até o baguete que se despren-da ou o fecho que se solte.•
Detalhe de ensaio de estanqueidade
As 22 empresas participantes do Pro-grama Setorial de Esquadrias de Alumí-nio decidiram pela retomada do acom-panhamento de marcas no mercado de caixilhos padronizados. “Os nomes das cinco empresas ainda serão defi nidos, mas se tratam de fabricantes previa-mente convidados a participar do PSQ. Diante da negativa, foram informados da obrigatoriedade de cumprimento das normas técnicas na fabricação de seus produtos”, lembra Edson Fernan-des, gerente do programa. Segundo ele, as janelas serão adquiridas no
mercado e submetidas a ensaios no IPT. Os relatórios terão ampla divulga-ção. A assessoria jurídica caberá à Lí-gia Michaluart, do escritório Michaluart e Armani Advogados.
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Os integrantes do PSQ estão disponi-bilizando para extrusores independen-tes os projetos de suas linhas de es-quadrias padronizadas homologadas. “Com isso, os extrusores poderão ofe-recer ao mercado, perfi s de alumínio
utilizados na fabricação de caixilhos qualifi cados pelo PBQP-H, inclusive para indústrias não participantes do programa”, explica Fernandes.
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Está concluído o Relatório Setorial do PSQ de Esquadrias de Alumínio, que acaba de qualifi car 13 empresas para janelas de correr de três planos. Aguarda-se para os próximos dias a publicação no site do PBQP-H (www. cidades.gov.br/pbqp-h).
O painel digital faz a leitura
do volume de ar que está
passando pela câmara.
Fo to c ed id a pe lo IT EC
Matéria Técnica
A polêmica
instalação de
esquadrias
A
instalação é considerada como a etapa mais vulnerável da cadeia produtiva das esquadrias, tanto pelos fabricantes, como pelas construtoras. Para debater o problema, o INFORMATIVO AFEAL reuniu o engº Ricardo Pina, da Construtora Hu-maitá, os diretores da associação, Lage Mourão Gozzi e Dárcio Gadioli, e o consul-tor técnico Nelson Kost.“A principal difi culdade está na fi xação do contramarco. Existe uma distância muito grande entre a qualidade do produ-to – a esquadria fabricada dentro de um verdadeiro laboratório, milimetricamente calculada – e o ambiente completamente oposto em que é instalada”, aponta Rir-cardo Pina. As construtoras, geralmente, optam por transferir ao seu empreiteiro de alvenaria a tarefa de chumbar o con-tramarco, depois de colocado pela equipe de instalação do fornecedor. “Se o ins-talador for um bom profi ssional, poderá orientar a equipe do canteiro sobre como por a argamassa e chumbar. É nossa res-ponsabilidade, no entanto, treinar o fun-cionário do canteiro, construindo os vãos de alvenaria o mais próximo das dimen-sões ideais, de forma a evitar o preenchi-mento”, diz ele.
Lage Mourão Gozzi ressalta que, “o ide-al seria que o Programa de Modulação de Vãos, criado há cerca de seis anos, fosse adotado por todas as construtoras”. Ao estabelecer as tolerâncias dos vãos, esse programa resolve grande parte ou todo o problema da instalação. “É bom para obra, para o fabricante de caixilho e para o projetista”, observa. Nelson Kost com-plementa, dizendo que a boa construto-ra, que já tem o Programa de Qualidade implementado, é capaz de oferecer vãos mais precisos. O normal, no entanto, é o fabricante encontrar grandes variações de um andar para o outro.
“Na prática, o que se vê é o operário no canteiro calçando, calçando, até chegar no vão ideal. Outro problema é a demora entre a instalação e a fi xação do contra-marco. Como se trata de uma peça muito delicada, ao fi car exposta, às vezes por meses, é facilmente danifi cada quando alguém bate com um caibro, encosta ou pisa em cima. E o contramarco acaba
sen-do chumbasen-do fora sen-do prumo”, relata Lage. Consultado por Ricardo Pina, Kost afi rma que é possível realizar ensaio do contra-marco instalado na obra para uma avalia-ção de arrancamento. O procedimento da-ria maior segurança para a fase posterior, de instalação do caixilho.
Darcio Gadioli sugere que a solução se-ria o próprio fabricante colocar e chum-bar o contramarco. “É só uma questão de contrato”, diz. Pina concorda e avança, lembrando que, nos últimos anos, com a crescente terceirização dos serviços, há uma importante perda do corpo técnico e, portanto, do conhecimento. Os pro-blemas de instalação dos caixilhos fazem parte desse descompasso. Precisamos recuperar essa cultura perdida, tem que haver um treinamento permanente”, aler-ta o engenheiro.
Mas, o problema vai além. “A constru-tora não valoriza o contramarco, a pon-to de abrir concorrência e contratá-lo de
uma empresa e o caixilho de outra. Des-considera que o fornecimento do contra-marco e da instalação exige do fabricante um trabalho de projeto orientativo para a obra, com informações necessárias para o acabamento, como em que ponto des-se contramarco que enquadra a massa, onde o azulejo vai terminar e como fazer o arremate. Não é só colocar um quadro de alumínio e até logo”, comenta Gadioli.
Os fabricantes sugerem que, se as cons-trutoras pudessem oferecer algumas ga-rantias técnicas ao fabricante, seria possível reduzir o custo das esquadrias. Entre as ga-rantias, está a produção dos vãos de acordo com o projeto, o que evitaria a necessidade
de o fabricante fazer a medição dos vãos. E, mais: a liberação da obra, tanto para a medição como para a instalação, de uma única vez – e não em várias etapas como acontece hoje. “Esses aspectos represen-tam um custo invisível e difícil de mensurar. Sabemos quanto custa um caixilho fabri-cado e instalado, na porta da fábrica. Daí para frente, não sabemos quanto vamos gastar”, diz Gadioli. Lage complementa, di-zendo que é comum a obra ser liberada em desacordo com o cronograma contratual para executar e concluir. “O que representa custo adicional, porque pode chegar num momento em que a fábrica está lotada. Si-tuação que nos obriga a pagar hora extra, empreitada, sábado e domingo. Precisamos ter um planejamento”.
“Planejar sempre é possível, deixar de planejar é que pode criar esses reveses. Acredito que tenha casos que são ‘cai-xinhas de surpresa’, em que é especi-fi cada uma coisa e, depois, na hora, é outra, como um caixilho de 2,15 m que se transforma em 2,25 m”, replica o engenheiro da Humaitá. Mas, segundo Lage, nas obras personalizadas, não tem previsão. Em prédio de alto padrão, os acabamentos podem variar e muito, des-de o azulejo des-de 1 cm ao mármore – des- deci-sões tomadas durante a obra, conforme a vendagem do produto.
Muitas construtoras, por admitirem a falta de condições de chumbarem o qua-dro, somada à redução de custos, vêm op-tando pelo caixilho sem contramarco. Na contra-mão dessa solução está o preen-chimento do vão, colocar espuma, deixar o vão bem acabado. “Desenvolvemos téc-nicas em nossas obras que dão suporte ao caixilho”, revela Pina, acrescentando que adota caixilho com contramarco somen-te quando se trata de grandes vãos. Para Kost, “independente de o caixilho usar ou não o contramarco, o tratamento de mo-dulação de vãos precisa ser levado a sério pela cadeia produtiva”.•
A solução seria o próprio
fabricante colocar e
chumbar o contramarco.
É só uma questão de
contrato.
Ilustração da fase de instalação do ‘Manual Técnico de Modulação de Vãos para Esquadrias’
1. ETAPA ESQUADRIA 2. ETAPA CONTRAMARCO 3. ETAPA VÃO
AUTONOMIA DE EXECUÇÃO VÃO - CONTRAMARCO - ESQUADRIA
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Curtas
Acontece
no Setor
A nova Diretoria da AsBEA, empossada no dia 21 de junho último, no Centro Britânico Brasileiro, é presidida pelo arquiteto Ronaldo Rezende. Pela primeira vez os associados tiveram a oportunidade de eleger os dirigentes pelo voto direto, conforme rege o novo Código Civil. Entre as diretrizes do mandato de Rezende está a criação do ‘Programa de Marketing e Relacionamento’. “A AFEAL, nesse sentido, tem demonstrado ser nossa parceira, com uma visão empreendedora que vai ao encontro de nossos ideais. A luta constante pela qualifi cação do setor, através de ações como a edição do Manual Técnico de Modulação de Vãos de Esquadrias, mostram o quão importante tem sido o programa de relacionamento AsBEA/AFEAL para o desenvolvimento e valorização da arquitetura brasileira”, fi naliza.
de relacionamento AsBEA/AFEAL para o desenvolvimento e valorização da
Representantes de cerca de 80 entidades da cadeia produtiva da construção civil tem se reunido na FIESP para elaborar propostas dirigidas aos candidatos à Presidência da República. O documento envolverá sugestões restritas à sustentabilidade do setor, tendo como foco principal o desenvolvimento sócio-econômico do país. O grupo considera que os efeitos diretos e indiretos das atividades da construção sobre a economia possibilitarão o incremento da taxa de crescimento anual do PIB ‘per capita’; criação de novos postos de trabalho; e elevação do índice de desenvolvi-mento humano (IDH), construindo uma sociedade menos desigual. Iniciativas como investidesenvolvi-mentos na infra-estrutu-ra, principalmente no saneamento, geração de energia, e habitação de interesse social, certamente proporcionarão o desenvolvimento sustentado do país. A AFEAL está presente nessa iniciativa.
EXPEDIENTE
O “Informativo Afeal” é uma publicação da Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio, AFEAL, dirigida aos associados e entidades do setor da construção civil.
Diretoria
Presidente - Roberto Papaiz
1º Vice-presidente - Antonio M. Spina 2º Vice-presidente - Lage Mourão Gozzi Diretor Tesoureiro - Dárcio Gadioli Diretor Secretário - Harry Wottrich
R. Dr. Elias Chaves, 122, Campos Elíseos. CEP 01205-010, São Paulo - SP.
F: (11) 3221-7984 / [email protected] www.afeal.com.br
Editora Responsável: Hosana Pedroso (MTb 11.656)
Criação/Diagramação: Vertical Design Impressão: Corset
Tiragem: 12.000 exemplares Periodicidade: Trimestral
Distribuição Gratuita
Na seção MERCADO, da última edição do INFORMATIVO AFEAL, faltou complementar: “A palheta Mini-tec, passo 40 mm, da Isoperfi l, a cada mês bate os seus próprios recordes de vendas. O produto faz o maior sucesso junto aos fabricantes de esquadrias de alumínio”.
EM TEMPO
A construção civil ganha mais uma alternativa
para testar seus produtos, o Instituto Tecnológico da Construção Civil – ITEC -, inaugurado no dia 5 de
ju-nho último. A festa contou com a presença de cerca de 150 convidados, representantes de entidades do mercado, consultores e empresários. Participaram do evento os 46 sócios-fundadores e a equipe técnica do laboratório. O presidente do ITEC, Lage Mourão Gozzi, falou em seu discurso sobre o ganho de
au-tonomia do novo laboratório e, ainda, antecipou os planos da direção de ampliar os ensaios para os 26 itens da cesta básica da construção civil, inclusos no PBQP-H.
Mercado
Dow Corning
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desempenho comprovado
A Dow Corning®, líder na fabricação de
produtos à base de silicone, destaca entre seus produtos o Dow Corning®
3–0117 Selante de Silicone Estrutu-ral e para Vidros Duplos. Utilizado no Brasil há mais de 10 anos, o produto apresenta a vantagem de ser o mono-componente que assegura a cura total mais rápida do mercado, benefi ciando serralheiros e obras com cronogramas reduzidos. O selante atende a colagem de vidro estrutural e, também, a fabri-cação de unidades de vidros duplos. A Dow Corning® oferece uma linha
com-pleta de produtos e soluções para a in-dústria da construção civil.
Consulte: (11) 3759-4300 ou
www.dowcorning.com/construction
Linha 20SP da
Selta Metais
A Linha 20SP foi desenvolvida pela SELTA METAIS para esquadrias de alu-mínio voltadas para obras de até 20 pa-vimentos. É ideal para tipologias como, venezianas de 3 e 6 folhas; janelas de correr de 2, 3 e 4 folhas; portas de cor-rer de 2, 3 e 4 folhas; portas-balcão de correr de 3 e 6 folhas; portas de cor-rer de 2 folhas penduradas; e persiana integrada. A Linha 20SP permite a fa-bricação de todas essas tipologias uti-lizando um número reduzido de perfi s, com apenas 28 itens, e de acessórios, conforme comprova relatório do L. A. Falcão Bauer dos ensaios realizados no CTA (Centro Tecnológico do Alumínio) em 20 de fevereiro de 2003. Consulte: (11) 6917-1144
Fitas VHB
TM,
eficiência inovadora
As fi tas VHBTM foram desenvol-vidas para aten-der a necessida-de necessida-de fi xações permanentes de alta performan-ce, com maior p r o d u t i v i d a d e que os materiais convencionais,na busca por um resultado fi nal supe-rior. No mercado da construção civil, destaca-se a funcionalidade que pro-picia em aplicações como a colagem de vidros em esquadrias de alumínio (Structural Glazing) e de revestimen-tos (como ACM) em fachadas. Torna a aplicação limpa e mais rápida - por eli-minar o tempo de cura - possibilitando a ampliação de soluções inovadoras em projetos de engenharia, pois superam as limitações de parafusos e rebites. As fi tas VHBTM são solução perfeita e,
muitas vezes, invisível, ampliando as opções do projeto.
Consulte: (19) 3838-7295 ou pelo e-mail:
Promel investe e se
moderniza
A Promel vive um momento de gran-des mudanças. A começar pelas novas instalações, na rua Soldado Francisco Vitoriano, 39, Parque Novo Mundo, em São Paulo. A transferência da empre-sa, que há 53 anos produz acessórios para esquadrias, permitiu a criação de um layout moderno para a fábrica. E, mais: a planta fabril recebeu investi-mentos em novos equipainvesti-mentos e má-quinas, o que deverá assegurar maior produtividade e qualidade superior aos seus produtos. O reposicionamento da marca no mercado envolveu, tam-bém, a atualização de seu logotipo. Experiente e atual, a Promel oferece ao mercado acessórios de alto padrão, variedade de linhas, tecnologia e de-sign para todo tipo de projeto.
Consulte: (11) 6827-6600 ou
www.promel.com.br
Nova Versão 2.5.1
para esquadrias
A Alumisoft Sistemas está atualizando todos os seus softwares para a nova Versão 2.5.1. Essas implementações irão ajudar, ainda mais, nas tarefas do dia-a-dia realizadas nas indústrias de esquadrias. O sistema 2.5.1 permite que o usuário receba, via Internet, as informações dos ‘sistemistas’, facili-tando a especifi cação e o orçamento dos produtos. Essa facilidade torna a empresa mais competitiva em relação à concorrência. Todas as atualizações estão sendo acompanhadas pela equi-pe técnica da Alumisoft, que está à disposição para apoiar e orientar seus clientes no que for necessário.
Consulte: (15) 3222-3868
www.alumisoft.com.br [email protected]
Angular lança
novas linhas
A Angular, fabricante de esquadrias de alumínio, comemora sete anos de atu-ação com o lançamento de duas novas linhas: a Phoenix, indicada para edifi -cações de até quatro pavimentos; e a Scorpion, ideal para cinco ou mais pa-vimentos, além de obras residenciais de alto padrão. O desenvolvimento dos novos produtos contou com o conheci-mento técnico de sua equipe altamen-te qualifi cada e altamen-tecnologia de ponta. A Angular oferece ao cliente assistência técnica, amplo estoque e um siste-ma de logística de entregas pré-pro-gramadas para os dias da semana. A produção de esquadrias de qualidade, design moderno, sofi sticação e segu-rança, fazem da Angular uma empresa de confi ança e respeito no mercado.
Consulte: (11) 5872-4500
www.angular-esquadrias.com.br [email protected]
Associados AFEAL
KIIR MANUT. DE ESQUAD. DE ALUMÍNIO LTDA. Cotia - SP
ALCOA ALUMÍNIO S.A. Santo André - SP ASA ALUMINIO S/A. Campinas - SP
COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUMÍNIO São Paulo - SP
HYDRO ALUMÍNIO ACRO S/A. São Paulo SP
ALL METAL COMÉRCIO DE IMP. E EXP. LTDA. São Paulo SP
ALUMIFIX COMÉRCIO DE FERRAGENS LTDA. Curitiba PR
ALUMIGON BRASILEIRA IND. E COM. LTDA. Santo André SP
ALUMINIOS PETILLO LTDA. Belém PA
BELMETAL IND. E COM. LTDA. São Paulo SP
EMPOL ALUMINIUM INDÚSTRIA E COM. LTDA. São Paulo SP
PEREIRA BRITO COMÉRCIO DE ALUMÍNIO LTDA. São Paulo SP
SELTA COMÉRCIO DE METAIS LTDA. São Paulo SP
ARTE FERRO ESQUADRIAS LTDA.-EPP ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO DIPLOMATA LTDA.
Mato Grosso do Sul
AGAEFE ESQUAD. DE ALUMÍNIO E FERRO LTDA.
Paraíba
GUERRAL IND. E COM. REPRESENTAÇÃO LTDA.
Pernambuco
ESQUADRIA DE ALUMÍNIO COM. IND. SIRAL LTDA. IANE IND. E COM. LTDA.
PÓRTICO ESQUADRIAS LTDA.
Paraná
ENGEVIDROS ENG. E COM. DE VIDROS LTDA. ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO ALUPAR LTDA. PROJETALL ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO LTDA.
Rio de Janeiro
ESQUADRIA E VIDRAÇARIA GERPOL LTDA.
Rio Grande do Sul
RPM METALARTES LTDA.
Santa Catarina
METAL IND. E COM. DE ALUMÍNIO LTDA. DURIARTE ARTEFATOS DE METAIS
Minas Gerais
ALIANÇA PRODUTOS SIDERÚRGICOS LTDA.
São Paulo
ANGULAR INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA.-ME ATLÂNTICA DIV. ESQUAD. ALUM. PADR. LTDA. EBEL EMPRESA BRASILEIRA DE ESQ. LTDA. IBRAL IND.BRAS. DE ARTEF. DE ALUMÍNIO LTDA. INTEGRAL S.A. IND. E COMÉRCIO
JAP JANELAS DE ALUMÍNIO PADR. LTDA. JR ESQUADRIMAR IND. E COM.DE ALUM LTDA. SASAZAKI IND. E COM. LTDA.
TRIFEL IND. E COM. LTDA.
Santa Catarina
IBRAP – IND. BRAS. DE ALUMÍNIO E PLÁST. SA
Esquadrias Especiais - Fabricante
Esquadrias Padronizadas - Fabricante
Alumínio - Extrusora
São Paulo
A.G. ALUMÍNIO LTDA.
ADALUME ESQUADRIAS METÁLICAS LTDA. ALUMINY ESQUAD. DE ALUMÍNIO LTDA.- ME ALUS ALUMINIUM COMERCIAL LTDA.-ME ALUTINGA IND.E COM. DE CAIX. DE ALUM. LTDA. ARTALUM ARTES EM ALUMÍNIO LTDA.
ARTEAL ARTEFATOS DE ALUMÍNIO LTDA. ATENUA SOM IND. E COM. LTDA.
AVEC VERRE DESIGN PRODUTOS ESPECIAIS LTDA AXIWIL ESQUADRIAS METÁLICAS LTDA. BIMETAL ENG. ESQUADRIAS E VIDROS LTDA. CERRI IND. E COM. DE ESQUADRIAS LTDA. CMA – MERCANTIL DE ALUMÍNIO LTDA. COELHO METAL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE ESQUADRIAS LTDA.
COSBIEM PROJ.SERV. VID,CRISTAIS E CAIXILHOS ERG’S ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO LTDA. ESQUADRALUM IND. E COM. DE ESQUAD. LTDA. ESQUADRIMAX - INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. ESTRUDENA ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO LTDA. FAMEM FABR. MONT MANUT. DE ESQ. LTDA. GATTERA ALUMÍNIO LTDA.
GLAFCON IND.E COM.DE ARTEF. DE METAIS LTDA. IGÊ ESQUADRIAS METÁLICAS LTDA.
INOVATTA IND.E COM.DE ESQUAD. ESPEC. LTDA. ITEFAL IND.TECN.DE ESQ. DE FERRO E ALUM. J. GIANINI ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO LTDA. LUXALUM ESQ. DE ALUMÍNIO IND. E COM. LTDA. ORCA IND. DE ESQUADRIAS METÁLICAS LTDA. PERFBOX IND. E COM. DE ESQ. DE ALUM. LTDA. PRODAL ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO LTDA. REINSTAL ESQUADRIAS METÁLICAS LTDA. TÉCNICA ESQUADRIAS ESPECIAIS LTDA. TECNOFEAL IND. E COM. LTDA.
TECNOSYSTEM TEC. EM SIST. CONSTRUTIVOS UNIBOX ESQUADRIAS E DECORAÇÕES LTDA. YKK DO BRASIL LTDA.
ZELOART ESQUADRIAS LTDA.
Alagoas
ALUMA ALUMÍNIO COM. REPR. E SERVIÇOS LTDA. SOCITEC SOC. TÉCNICA COM. E REPR. LTDA.
Amazonas
ALUMÍNIO APLICADO LTDA
Bahia
BRIN METAL METALÚRGICA IND. E COM. LTDA. METALÚRGICA SQUADRILAR LTDA.
Ceará
ALPHA METALURG. J.SAMPAIO DE S. FILHO -ME ALUNOBRE IND. E COM .LTDA.
METAL LESTE LTDA.
METALÚRGICA BRASIL IND. E COM. LTDA. METALÚRGICA LCR LTDA.
PROSERV M. DE SOUZA LIMA ME.
Distrito Federal
CRISTAL MAIS VIDROS E ESQUADRIAS.
Minas Gerais
ALUMINASA ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO LTDA. ALUTEC ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO LTDA. ANOBEL ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO LTDA.
ALUCOTEX COM. DE REVEST E ACESS. LTDA. São Paulo SP - Distribuidor
DAY BRASIL S/A.
São Paulo SP - Distribuidores ARQTEC REVEST. METÁLICOS LTDA. São Paulo - SP - Serviços
GUARICOR PINTURA ELETROSTÁTICA LTDA. São Paulo SP
OLGA COLOR PROT. E DECO DE ALUM. LTDA. São Paulo SP
PRODEC PROTEÇÃO E DECO. DE METAIS LTDA. Jandira SP
ZINCROMO GALVANOPLASTIA LTDA. Campinas SP
ALUMICONTE COMPONENTES DE ALUM. LTDA. Vila Flores RS
FISE FECHOPLAST IND. SIST. ESQUADRIAS LTDA São Paulo SP
FERMAX IND. COMPONENTES ESQUADRIAS LTDA. Colombo PR
ISO PERFIL / EDSON ANTUNES TORRES - EPP São Leopoldo RS
NAKRAM IND. E COM. LTDA. São Paulo SP
PROMEL PROD. METALÚRGICOS LTDA. São Paulo SP
SOMFY BRASIL LTDA. São Paulo SP
SPRILUX IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA São Paulo SP
UDINESE METAIS LTDA. Diadema SP
INDIANA ARTEFATOS DE BORRACHAS LTDA. Embu-Guaçu - SP
BETA IND.COM.DE ARTEF.DE BORRACHAS LTDA Guararema - SP
DINAFLEX IND. DE ARTEF. DE BORRACHA LTDA. Guarulhos - SP
STAMP SPUMAS FITAS E PEÇAS TEC. ESPUMAS Campinas - SP
TEC BOR BORRACHA TÉCNICA LTDA. Rio Claro - SP
VBRASIL - VEDASIL VED, ESQUAD. E ANOD. Valinhos - SP
TREBOR IND.COM. ARTEF. DE BORRACHA LTDA. Várzea Paulista - SP
3M DO BRASIL LTDA. Sumaré - SP - Fitas Adesivas DOW CORNING DO BRASIL LTDA. São Paulo - SP - Silicones OLIVÉ QUÍMICA DO BRASIL LTDA. São Caetano do Sul - SP - Silicones ALU-SERVICE IND. E COM. LTDA. São Paulo - SP
ALUMICENTRO IMPORTAÇÃO E COM. LTDA. São Paulo - SP
METALÚRGICA CORTESA LTDA. Pinhais - PR
INOX PAR IND. E COM. LTDA. Guarulhos SP
GLASSEC VIDROS DE SEGURANÇA LTDA. Nazaré Paulista - SP
RPL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. EPP São Paulo - SP / Fabricante de Coberturas ALUMISOFT INSTALAÇÃO E MANUT. S/C LTDA. Sorocaba - SP / Sistemas Informatizados
Alumínio - Revenda
Alumínio Composto e Chapas
Anodização e Pintura
Acessórios e Componentes
Elastômeros e Vedantes
Silicones e Fitas Adesivas
Máquinas e Equipamentos
Parafusos e Fixadores Vidros
Outros Esquadrias - Manutenção