N. I. 15 Explicação de Termos Utilizados pela Corporação

Texto

(1)

F:\NI´S EM VIGOR\ano 1984 - Digitadas\NI nº 015 - 1984.doc

PMERJ

EMG

PM/3

05Out84

NOTA DE INSTRUÇÃO Nº 015/84

1. FINALIDADE

Difundir texto básico o apresentar conceitos sintéticos de termos e expressões em uso na

POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, especialmente no trato de assuntos

relativos a ações nos campos da DEFESA PÚBLICA, DEFESA INTERNA e DEFESA

TERRI-TORIAL, bem como no campo do APOIO ADMINISTRATIVO a essas ações.

2. OBJETIVO

a. Facilitar o entendimento comum de termos e expressões utilizados nas missões de POLÍCIA

MILITAR.

b. Contribuir para a padronização da linguagem policial-militar no âmbito da PMERJ e nas suas

ligações externas, visando à unidade de doutrina e procedimentos.

c. Ampliar a divulgação de conceitos que, embora de interesse geral, encontram-se expressos em

textos de difusão limitada, consolidando-os em texto único.

d. Proporcionar aos componentes da Corporação rápida e precisa consulta, economizando tempo

e poupando esforços.

3. ABRANGÊNCIA

a. Os termos e expressões incluídos no presente trabalho, de um modo geral podem ser

conside-rados oriundos de três fontes distintas:

1) termos e expressões oriundos de diplomas legais (Leis, Decretos, Portarias, Resoluções,

etc.);

2) termos e expressões oriundos de manuais, regulamentos e documentos afins, tanto editados

pela PMERJ quanto os editados por outra Polícia Militar, Força Armada ou do mundo

ci-vil;

3) termos e expressões oriundos de textos doutrinários.

b. As conceituações estabelecidas não visam, porém, a substituir o tratamento detalhado dos

di-ferentes assuntos representados pelos termos ou expressões conceituados, tratamento esse

contido nas diferentes fontes. Nem visam a alterar textos de diplomas legais, manuais e

ou-tras publicações em vigor. Visam, sim, apresentar aos usuários do presente trabalho, a

denota-ção e as conotações encontradas para os vocábulos em uso, por você, polissêmicos e até

con-traditórios.

c. O presente trabalho teve como fonte básica o "VOCABULÁRIO DE TERMO E

EXPRES-SÕES PARA USO NA ESPM", à qual foram acrescentados outros termos e expressões, cujas

(2)

in-CONTINUAÇÃO

Fl nº 2

dicação de fonte, foram conceituados com base no seu significado denotativo ou representam

conceituação doutrinária.

4. PRESCRIÇÕES DIVERSAS

a. O presente trabalho destina-se, principalmente, aos integrantes de Estados-Maiores e Órgãos

de Apoio de Ensino.

b. Os usuários do presente trabalho são solicitados a apresentar sugestões que possam ampliar

sua clareza e exatidão. As observações feitas deverão referir-se à página e ao texto

correspon-dente à modificação sugerida. Justificativas devem ser apresentadas sobre cada observação, a

fim de assegurar compreensão e exata avaliação. As sugestões deverão ser encaminhadas ao

EMG-PM/3.

c. Texto em anexo.

Airton da Silva Rabello - Cel PM

Chefe do Estado-Maior

Confere com o original

Paulo Roberto Aguiar Portella - Ten Cel PM

Chefe da PM/3

DISTRIBUIÇÃO

Cmt G, GCG, EM(Ch, Subch, Sect, PM/1, PM/2, PM/4, PM/5, APOM...10

AjG, DGP, DGAL, DGF, DGE, DAS, Gab. Mil, Cx Hab, Nu/CPM, DGS...10

1º e 2º CPA, 1º, 2º, 3º, 4º, 5º, 6º, 7º, 8º, 9º, 10º, 11º, 12º BPM...14

13º, 14º, 15º, 16º, 17º, 18º, 19º, 20º, 21º, 22º BPM, BPChq, RPMont...12

1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª CIPM, Cia PM Fem, BPRv, CECOPOM, CMM, CSM, CER...11

ESPM, EsFO, CFAP, HPM/Rio, HPM/Nit, PPM/Casc, PP/SJM, CASP, DIP...09

DPA, Cia Mus, Arquivo...02

(3)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 3

=A=

ABUSO DO PODER

Também denominado Abuso de Autoridade, ocorre quando a autoridade,

embora competente para praticar o ato, ultrapassa os limites de suas atribuições ou

se desvia das finalidades administrativas. E sempre uma ilegalidade invalidadora do

ato que a contém.

O Abuso de Poder ou Abuso de Autoridade se repar te em duas espécies

bem caracterizadas: Excesso de Poder e o Desvio de Finalidades. (MEIRELLES

H.L.).

AÇÃO CÍVICO-SOCIAL (ACISO)

1. A chamada Ação Cívico-Social, embora constando da primeira fase, é

na realidade permanente. Representam um conjunto de empreendimentos que visa,

numa primeira etapa, ações puramente de integração da população civil (público

ex-terno) com aqueles integrantes da Corporação (público inex-terno); numa segunda

eta-pa agregam-se razões de esclarecimentos sobre atividades não rotineiras da PMERJ,

evitando-se, destarte, informações levadas por fontes não autorizadas e,

possivel-mente, deturpadoras da realidade, ou mesmo, dirigidas com outras determinantes;

atingindo uma terceira etapa, a ação cívico-social já abrange o campo da segura

n-ça, levando, inclusive, à possibilidade de dirigir comportamentos e atividades.

(DGO-D-1).

2.Conjunto de atividades desenvolvidas, em caráter temporário, em

deter-minada área, pelas Organizações Militares das Forças Armadas, nos diversos níveis

de comando, com o aproveitamento dos seus recursos em pessoal, material e técnicos

disponíveis, com a finalidade, paralelamente ao cumprimento de suas missões

nor-mais, de auxiliar as comunidades na solução de seus problemas mais prementes e

promover o fortalecimento dos pa drões cívicos e do espírito comunitário dos

cida-dãos, concorrendo para a formação e manutenção de uma imagem favorável às

For-ças Armadas e ao \governo. (ME 320 - 5).

AÇÃO COMUNITÁRIA

1. Conjunto de atividades que visa, em cooperação com as lideranças civis,

estimular o espírito comunitário do cidadão e preparar a comunidade para se

auto-assistir e manter, em qualquer situação, a normalidade da vida comunitária. (ME

320-5).

(4)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 4

AÇÃO CORRENTE

É a ação estratégica que se traduz no preparo e na aplicação do Poder

Nacional para atender à situação normal. (ME 320-5).

AÇÃO DE EMERGÊNCIA

É a ação estratégica que se traduz no preparo e na aplicação do Poder

Nacional para atender às situações de emergência. (ME 320-5).

AÇÃO ESTRATÉGICA

1. Ação planejada pelos órgãos mais elevados da estrutura de um Estado,

através da aplicação oportuna do Poder Nacional, visando a superar, neutralizar ou

diferir uma ou mais pressões dominantes.

2. É a ação orientada para o pr eparo e a aplicação do Poder Nacional, na

consecução da Estratégia Nacional, podendo ser de duas ordens: ação corrente e

ação de emergência. (ME 320-5).

AÇÃO PSICOLÓGICA

1. É o conjunto de atividades psicológicas planejadas e executadas para

fortalecer os padrões culturais e o moral social da população e mobilizar a opinião

pública em torno dos objetivos nacionais. (ME 320-5).

2. São as operações psicológicas destinadas a fortalecer o moral de grupos

amigos e a influenciar os neutros, gerando emoções, atitudes ou comportamentos

fa-voráveis à consecução de objetivos específicos. (C 33-1).

AÇÃO RETARDADORA

Movimento retrógrado em que determina força ganha tempo em troca de

espaço, procurando infligir ao inimigo o maior dano possível, sem se empenhar em

ações decisivas. (ME 320-5).

AÇÃO SUBVERSIVA

Atividade de caráter, predominantemente, clandestino, que busca

conquis-tar as populações para um movimento político revolucionário, pela destruição das

bases fundamentais da comunidade que integram. (ME 320-5).

AÇÃO TÁTICA

É toda ação de combate que implica em movimento tático e articulação de

peças de manobra e/ou de elementos de apoio ao combate, necessária à execução de

uma operação militar, podendo as tropas que a empreenderem combaterem ou não.

(ME 320-5).

ACERVO BIBLIOGRÁFICO

(5)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 5

ACESSO

1. São as condições de via para se atingir determinado local ou área.

2. É a entrada e/ou saída de uma via. (COPPE-UFRJ).

ACIDENTE CAPITAL

Qualquer acidente do terreno ou área cuja conquista, manutenção ou

con-trole proporciona acentuada vantagem a qualquer das forças oponentes. (ME

320-5).

ACIDENTE DE TRÂNSITO

É qualquer alteração à anormalidade do funcionamento dos três

compo-nentes básicos do trânsito:

- Homem

- Veículo

- Via Pública. (ABNT).

ADENDO

Documento juntado a um apêndice para ampliá -lo ou esclarecê-lo.(C

20-320).

ADESTRAMENTO

Atividade destinada a exercitar o policial-militar individualmente e em

e-quipe, desenvolvendo-lhe a habilidade para o desempenho das tarefas, para as quais

já recebeu a adequada instrução. ( R-200).

ADESTRAMENTO DA POLÍCIA MILITAR

É a atividade final da instrução policial-militar que visa a capacitar

Uni-dades da Polícia Militar, com seus equipamentos e armamentos, ao emprego em suas

missões específicas, quer em ações de policiamento ostensivo, quer em ações

preven-tivas - como força de dissuasão -, quer em ações repressivas - precedendo o eventual

emprego das Forças Armadas -, quer como força participante da defesa territorial

por convocação do Governo federal. (DGEI).

ADIÇÃO

É o ato administrativo, emanado de autoridade competente e para os fins

especificados, que vincula o policial-militar a uma OPM, sem integrar seu estado

e-fetivo. (Dec nº 1320-20/06/77).

ADIDO COMO EFETIVO FOSSE

(6)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 6

em face de não haver disponibilidade de vaga em seu grau hier árquico ou

qualifica-ção. (Dec nº 1320-20/06/77).

ADMINISTRAÇÃO

Gestão econômico financeira do patrimônio do Estado na parte que

inte-ressa a corporação. (RAPM).

ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAL

1. É o processo de planejamento organizacional, controle e supervisão de

todas as atividades relativas a pessoal, tendo em vista a adequada utilização do

po-tencial humano de uma organização. (ME 320-5).

2. É a gestão das atividades de pessoal. (ME 320-5).

ADMINISTRAÇÃO POLICIAL MILITAR

É o conjunto de atividades administr ativas e operativas, visando ao

plane-jamento, à organização, à coordenação e ao controle de pessoal, recursos e

instala-ções, tudo com a finalidade de proporcionar condições para a aplicação da força

po-licial-militar.

ADITAMENTO

Documento juntado a um adendo, para ampliá-lo ou esclarecê-lo. (C

20-320).

À DISPOSIÇÃO

É a situação em que se encontra o policial-militar a serviço de um órgão

ou autoridade a que não esteja diretamente subordinado. (R-200).

ADVERTÊNCIA

Consiste numa admoestação feita verbalmente ao transgressor, podendo

ser em caráter reservado ou ostensivo, sendo a forma mais branda de punição.

(RDPM / R-9).

AGENTE

Todo indivíduo pertencente aos quadros de um órgão de informações e que

tem a missão de realizar a busca de informes. (C 20-320).

AGENTE DIRETOR

São os agentes executores diretos e indiretos. (RAPM).

AGENTES EXECUTORES DIRETOS

(7)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 7

AGENTES EXECUTORES INDIRETOS

Os subcomandantes, os comandantes de subunidades e os seus

correspon-dentes, nas diretorias e chefias; os demais oficiais em geral e os subtenentes, são

a-gentes executores indiretos. (RAPM).

AGRAVAÇÃO

É a transformação da punição proposta ou aplicada em outra mais rigor

o-sa, se assim o exigir o interesse da disciplina e da ação educativa do punido. (RDPM

/ R-9).

AGLOMERAÇÃO

Grande número de pessoas temporariamente reunidas; geralmente seus

membros pensam e agem como elementos isolados e não organizados. A aglomer

a-ção poderá resultar da reunião acidental e transitória de pessoas, tal como acontece

na área comercial de uma cidade em seu horário de trabalho ou nas estações ferr

o-viárias em determinados instantes. (C 19-15).

AGREGAÇÃO

Situação na qual o policial-militar da ativa deixa de ocupar vaga na escala

hierárquica do seu quadro, nela permanecendo sem número. (R-200).

A JUSANTE

É o trecho de uma via para o qual se move o fluxo considerado. (ABNT).

ALARDE

Registro das alterações dos policiais-militares.

ALÇAS

São os ramos de um trevo que permitem as conversões de vias que se cr

u-zam. (ABNT).

ALTO-ESCALÃO

Vide supervisão.

ALARGAMENTO

É o aumento da seção transversal de uma pista, destinado a melhorar a

capacidade da via. ( COPPE-UFRJ).

ALTURA LIVRE

(8)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 8

AMBIENTE OPERACIONAL

Conjunto de condições e circunstâncias que afetam o emprego das forças

militares e influem nas decisões do comandante. (ME 320-5).

A MONTANTE

É o trecho de uma via, de onde vem o fluxo considerado. ( COPPE-UFRJ).

ANEL VIÁRIO

É a via de contorno fechado e contínua, que serve também para trânsito

local. ( COPPE-UFRJ).

ÂNGULO DE INTERSEÇÃO

É o ângulo formado pelos eixos de duas vias que se cortam. (

COPPE-UFRJ).

ANEXO

Documento juntado a uma ordem para ampliá -la ou esclarecê-la. (

ME-320-5).

ANONIMATO

Dissolvido na turba, acobertado pelo anonimato o indivíduo poderá perder

o respeito próprio, e conseqüentemente sentir-se irresponsável por seus atos,

quais-quer que eles possam ser. ( C 19-15).

ANTAGONISMO

Óbice com intenção deliberada de se opor à conquista e/ou manutenção

dos Objetivos Nacionais.(ME 320-5).

ANULAÇÃO

A anulação da punição é torna r sem efeito a sua aplicação, devendo-se

re-tirar toda e qualquer anotação ou registro da aplicação da mesma, das alterações

do policial-militar. (RDPM /R-9).

APERFEIÇOAMENTO DO DISPOSITIVO OPERACIONAL DE

PRESERVA-ÇÃO DA ORDEM PÚBLICA

O dinamismo e ação de comando, através da correção de falhas e a

apli-cação de novos métodos, conduzirão ao aprimoramento e a eficiência operacional.

(M-1).

APÊNDICE

(9)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 9

APOLAR

Ato de proporcionar ajuda, proteção ou complementação, realizado por

um elemento ou força, em benefício de outro. (C 20-320).

APOIO

1. Ajuda, proteção ou complementação que um elemento ou força

propor-ciona a outro.

2. Unidade que auxilia outra em ação. (ME 320-5).

APOIO ADMINISTRATIVO

É o conjunto de atividades administrativas que visam a condições de vida

às organizações policiais-militares, em que quer das situações que se possam

encon-trar, nos campos do pessoal da logística e dos assuntos civis. (ME 320-5).

APOIO DE FOGO

Ato ou efeito de fogo sobre determinados alvos ou objetivos realizados por

um elemento, unidade ou força, para apoiar ou proteger outro elemento, unidade ou

força.(ME 320-5).

APOIO DIRETO

Ato ou efeito de apoio que é proporcionado a determinar subdivisão da

força e no qual, o elemento a ser apoiado pede o apoio desejado diretamente ao

ele-mento que apoia. Não há subordinação de comando do eleele-mento que apóia em

rela-ção ao elemento apoiado. (ME 320-5).

APOIO LOGÍSTICO

Ver logística.

APOIO MÚTUO

1. Garantia de determinada força de receber o apoio de outra, guardando,

também, a possibilidade de retribuir esse apoio. ( Ver DISTÂNCIA DE APOIO).

2. Reciprocidade de apoio entre duas forças. (ME 320.5).

APREENSÃO DE VEÍCULO

Ato pelo qual a autoridade de trânsito ou seus agentes, em razão de

come-timento de infração de trânsito, ou de norma administrativa, ou de ordem legal ou

ainda por determinação judicial, retira o veículo da posse e guarda do seu condutor

ou proprietário e o remove para local determinado, para satisfaçã o de exigências

le-gais e regulares. (Art. 204 do RCNT).

APRESTAMENTO

(10)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 10

ÁREA

Superfície delimitada, subentendida ou claramente, que define jurisdição,

interesse ou atividade. (ME 320-5).

ÁREA AMARELA

Na guerra de guerrilha é a área na qual as forças de guerrilha operam

com freqüência, mas que não se encontram nem sob controle das forças de guerrilha

nem das forças legais. 9ME 320-5).

ÁREA CRÍTICA

Área que sua importância estratégica é especialmente visada pelos ataques

do inimigo. (ME 320-5).

ÁREA DA RESERVA

É a área defensiva compreendida sobre o limite de retaguarda dos

elemen-tos empregados em primeiro escalão e o limite de retaguarda do escalão

considera-do. (ME 320-5).

ÁREA DE POUSO

Qualquer superfície terrestre ou aquática preparada ou escolhida para

de-colagem ou pouso de aeronaves. (C 20-320).

ÁREA ESTRATÉGICA

1. Região de natureza geográfica ou setor que envolve atividades humanas,

caracterizados pela existência de óbices.

2. Área onde se realizam ou possam realizar -se ações estratégicas

relacio-nadas com o preparo e a aplicação do poder nacional sob qualquer de suas

expres-sões, de maneira a assegurar a manutenção dos objetivos estratégicos, a despeito

das pressões dominantes que se lhe possam opor. ( ME 320-5).

ÁREA INDISPENSÁVEL À SEGURANÇA NACIONAL

Área de território brasileiro, normalmente definida por limites político

administrativos, onde prepondera o interesse nacional, em caráter permanente ou

transitório, em face da realização de atividades ligadas ao desenvolvimento e/ou à

segurança. (ME 320-5).

ÁREA DE POLICIAMENTO

É o espaço físico que representa parte do território do

————————

sujeito a responsabilidade de uma Unidade Operacional(UOp) ou Comando

Inter-mediário. (DGO-D-1).

(11)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 11

Desenvolvimento de ações de Policiamento Ostensivo Ordinário (POO),

em locais, horários e dias críticos, utilizando patrulhamento a pé e/ou a cavalo e/ou

motorizadas. Seu objetivo é não somente desestimular a prática de delitos pela pr

e-sença da PM como também infundir, psicologicamente, uma sensação de segurança

na população. (NGP).

A REP 1

Vasculhamento - Desenvolvimento de ações de caráter genérico, visando à

repressão de todas as formas de crime ou contravenção pelo vasculhamento da área

considerada ( Arrastão). (NGP).

A REP 2

Busca e Captura - Desenvolvimento de ações com o objetivo específico de

reprimir uma determinada espécie de crime ou contravenção, visando a busca e

de-tenção dos delinqüentes envolvidos e a apreensão de materiais utilizados para a pr

á-tica de delito considerado. (NGP).

A REP 3

Revista - Desenvolvimento de ações inopinadas, em locais estratégicos e

em horários especiais, revistando veículos particulares e coletivos, com a finalidade

de apreender armas, tóxicos ou quaisquer outros materiais utilizados para a prática

de crime ou contravenção, identificando e revistando os seus ocupantes e

passagei-ros. É também utilizado para a repressão ao r oubo e ao furto de automóveis.

(Penei-ra) (NGP).

A REP 4

Cerco - Desenvolvimento simultâneo de operações repressivas de

REVIS-TA, mediante planejamento prévio, com efeitos e meios flexíveis, visando a coibir a

fuga de criminosos por vias de entrada e saída da área considerada, subdividindo-se,

de acordo com a referida área, em Cerco amplo e Restrito. ( NGO).

APTran

Auto Patrulha de Trânsito. Patrulhamento de trânsito feito em viaturas

do-tadas de rádio. (NGP).

ÁREA OPERACIONAL

Área estratégica, ou parte dela, relacionada com o planejamento de ações

predominantes do campo militar e onde possíveis operações militares poderão

ocor-rer. (ME 320-5).

ÁREA SENSÍVEL

(12)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 12

2. Na segurança Interna, é a área considerada essencial à manutenção da

lei e da ordem interna, e/ou que engloba instalações vitais, consideradas

indispensá-veis ao controle de regiões conflagradas. (ME 320-5).

3.Área vital, que exige defesa policial-militar.

ÁREA VERDE

Na guerra de guerrilha é a área que está sob firme controle das forças

le-gais e na qual as medidas mais severas de controle da população foram suspensas.

(ME 320-5).

ÁREA VERMELHA

Na guerra de guerrilha, é a área sob controle contínuo ou intermitente das

forças de guerrilha e na qual operam com relativa impunidade e estabelecem suas

bases. (ME 320-5).

ÁREA VITAL

Área onde se acham localizadas instalações importantes (civis ou

milita-res), cuja destruição ou danificação pelo inimigo terá um efeito adverso, seja sobre o

potencial de guerra do país, seja sobre as operações militares (ME 320-5).

ÁREA URBANA

É a região político administrativa, delimitada pelo perímetro urbano,

den-tro da qual se localizam as zonas residenciais, comerciais, eventualmente industriais

e outras. Caracteriza-se por uma conurbação, uma malha viária e um sistema de

serviços públicos. (COPPE/UFRJ).

ARMAZENAGEM

Atividade do sistema de distribuição de suprimentos que consiste na

colo-cação ordenada dos referidos suprimentos em instalações adequadas e no seu

con-trole, proteção e preservação. (C 20-320).

ARTIGO

Cada um dos nomes de itens ou de produto e componentes de catálogo de

suprimento ou de nomenclatura do material. O mesmo que ITEM. (C 20-320).

ARTIGOS CONTROLADOS

São artigos referentes a qualquer classe de suprimentos que por sua

natu-reza crítica ou por existirem em pequenas quantidades são utilizados de acordo com

diretrizes baixadas por um escalão de Comando. (C 20-320). O mesmo que ITEM

CONTROLADO.

(13)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 13

São artigos diferentes a qualquer classe de suprimentos cujo fornecimento

por razões especiais, está submetido a um controle especial pelo Ministério do

Exér-cito. O mesmo que ITEM REGULADO.(C 20-320).

ASPIRAÇÃO(ÕES) NACIONAL (IS)

1. Forma subjetiva de que se reveste o interesse nacional, quando traduz o

sentimento coletivo da nação.

2. São a projeção e a integração dos interesses nacionais na consciência

da Nacionalidade. (ME 320-5).

ASSALTO

1. Ataque inesperado com o intuito de roubar. (AURÉLIO).

2. Fase final de um ataque, compreendendo o choque com o inimigo em

suas posições. (ME 320-5).

3. Ataque curto, violento, mas bem ordenado, contra um objetivo local.

(ME 320-5).

ASSENTAMENTO

Registro das alterações dos policiais-militares.

ASSESSORAMENTO

Ato ou efeito de estudar os assuntos pertinentes, propor soluções a cada

um deles, elaborar diretrizes, normas e outros documentos, fazendo às vezes da

autridade assessorada, quando determinado, no exercício da coordenação e do contr

o-le, incluindo visitas e inspeções (R-200).

ASSISTÊNCIA PESSOAL

Conjunto de atividades administrativas que trata o pessoal, como

indiví-duos, a fim de auxiliar o comandante no esforço de elevar e manter o moral da

uni-dade. (C 20-320).

ASSUNTOS CIVIS

Conjunto das atividades de um comandante, que abrange as relações

en-tre comunidades militar e civil, em uma área onde forças militares estão presentes.

(ME 320-5).

ASSISTÊNCIA SOCIAL

1. serviço administrativo que trata do apoio se serviço especial, a fim de

prestar assistência nos setores social, médico, religioso, jurídico, etc.

2. Serviço administrativo que trata do apoio de serviço especial e de

assis-tência religiosa. (ME 320-5).

(14)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 14

Ato ou efeito de dirigir uma ação ofensiva contra o inimigo. (ME 320-5).

ATENUAÇÃO

Consiste na transformação da punição proposta ou aplicada em uma

me-nos rigorosa, se assim o exigir o interesse da disciplina e da ação educativa.

(RDPM).

ATIVIDADE-FIM

1. São aqueles que constituem o conjunto de esforços de execução, com o

objetivo de apoiar ou facilitar a realização dos fins a que se propõe a corporação. (

PORTARIA 075 EME 06/10/75).

2. É toda atividade operacional da Corporação, voltada para a Defesa P

ú-blica, Interna e Territorial, representada pela ação dos diversos órgãos de execução.

ATIVIDADE-MEIO

1. São aqueles que constituem um conjunto de esforços, quer de estudo,

quer de execução, com o objetivo de apoiar ou facilitar a realização dos fins da

cor-poração. (PORTARIA 075 EME 06/10/75).

2.São todas as atividades inerentes a PMERJ, que sirvam de suporte ou

fa-cilite a consecução das atividades-fim.

ATOS ADMINISTRATIVOS

Consistem em providências gerais, necessárias à boa marcha da

adminis-tração, não atingindo, materialmente, o patrimônio, como por exemplo à

organiza-ção de uma proposta de orçamento, a abertura de uma concorrência pública ou a

d-ministrativa, a tomada de contas de um responsável e a outros atos de natureza

se-melhante, bem como a realização de qualquer modalidade de licitação. (RAPM e

R-3).

ATIVIDADES DE INFORMAÇÃO

São atividades desenvolvidas, inicialmente, com vistas a Segurança

Públi-ca, onde tem maior importância, pois o inimigo interno e as suas potencialidades não

foram identificadas. (M-1).

ATRASO FIXO

É o atraso, que o veículo está sujeito, independentemente da quantidade de

tráfego e interferências 9 semáforos, placas PARE, policiamento, etc.)

(COP-PE/UFRJ).

ATRASO OPERACIONAL

(15)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 15

ATRASO DE PARADA

É o tempo que o veículo fica parado durante o percurso. (COPPE/UFRJ).

ATUAR

É o tempo que o veículo fica parado durante o percurso. (COPPE/UFRJ).

1. Ação física genérica do inimigo difícil de ser enunciada com precisão.

No transcorrer da operação e no continua r do estudo de situação, ela tenderá a

to-mar um caráter mais específico. O termo é bastante usado nos campos de guerra r

e-volucionária e nas situações em que o contato não esteja definido.

2.Ação física genérica levada a efeito por nossas forças, quando não

esti-ver caracterizado nenhum tipo específico de manobra ofensiva ou defensiva. ( ME

320-5).

AUSENTE

É considerado ausente o policial-militar que, por mais de 249vinte e

qua-tro) horas consecutivas, deixar de comparecer à sua organização policial-militar,

sem comunicar qualquer motivo ou impedimento; como também ausentar -se, sem

li-cença, da organização policial-militar onde serve ou local onde deva permanecer.

(ESTATUTO PMERJ).

AUTONOMIA

Distância máxima que uma viatura pode percorrer, sem se reabastecer de

combustível. (C 20-320).

AUTORIDADE COORDENADORA

Autoridade civil ou militar que recebe a responsabilidade de coordenar

funções ou atividades específicas envolvendo dois ou mais elementos de uma ou mais

forças. (ME 320-5).

AUTORIDADE POLICIAL

É toda autoridade administrativa investida de poder de polícia. É um

ter-mo de amplo significado, que abrange também categoria funcional de policiais de

carreira.(Aviso nº 082/83, do Ministério do Exército, de 18 Set 83).

AUTORIDADE POLICIAL COMPETENTE

“Autoridade

que, para o planejamento global e integração dos diferentes

(16)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 16

planejamento, os respectivos Comandantes Gerais, e por delegação destes, os

Co-mandantes de frações isoladas, quando for o caso”. (DGO

-D 1).

AVALIAÇÃO ESTRATÉGICA

Ato ou efeito de determinar se as possibilidades e vulnerabilidades

existen-tes na área podem interferir, favorável ou desfavoravelmente, em relação aos

objeti-vos e políticos constantes de conceito estratégico nacional. (ME 320-5).

AVOCAR

É chamar para si as funções originariamente atribuídas a um

subordina-do.(Meirelles H L).

AUTORIDADE COORDENADORA

Autoridade civil ou militar que recebe a responsabilidade de coordenar

funções ou atividades específicas envolvendo dois ou mais elementos de uma ou mais

forças. (ME 320-5).

=B=

BAIXA

1. Internamente em hospital ou enfermaria.

2. Ato ou efeito de desligar uma praça do serviço ativo.

3. Designação genérica das perdas ocorridas por ferimentos em acidentes

ou doenças. (ME 320-5).

BARREIRA

É uma série contínua e mais ou menos profunda de obstáculos, que cortam

as vias de acesso do inimigo, em uma determinada direção. (ME 320-5).

BASE DE APOIO INTERNO

É o conjunto de instalações e meios localizados em territórios controlados

pelo inimigo, para proporcionar apoio de toda natureza aos Destacamentos de

For-ças Especiais e ás ForFor-ças Irregulares, operando na área ou em suas proximidades.

(ME 320-5).

BASES DE GUERRILHA

(17)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 17

BIFURCAÇÃO

É a divisão de uma rodovia em ramos, um dos quais, pelo menos, se afasta

da direção primitiva.(COPPER/UFRJ).

BIVAQUE

Forma de estacionamento em que a tropa se instala sob a proteção de

co-bertura ou abrigo naturais. (ME 320-5).

BOATOS

Mensagem cuja autenticidade do tema é questionável e cuja origem é

inve-rificável. (ME 320-5).

BOLETIM INTERNO

É o documento em que o Comandante publicará todas as suas ordens, as

ordens das autoridades superiores e os fatos de que deva o corpo tomar

conhecimen-to.(RISG).

BUSCA DE INFORMES

1. Fase do ciclo de informações que compreende a obtenção dos informes

relativos a uma informação desejada.

2. É a atividade de procura de dados não catalogados ou protegidos contra

quem a realiza. (ME 320-5).

BUSCA CAPTURA

(Vide A REP 2).

BUSCA E SALVAMENTO

Emprego de pessoal e equipamentos e outros recursos disponíveis na

pres-tação de auxílio a pessoas em perigo. (C 20-320).

=C=

CADEIA DE COMANDO

Seqüência hierárquica de comandantes, através da qual é exercido o

co-mando. (ME 320-5).

(18)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 18

1. Série de postos de coleta de prisioneiros de guerra e prisões pelos quais

os prisioneiros de guerra e os civis detidos são reunidos e evacuados da zona de

combate para a retaguarda. (ME 320-5).

2. Série de postos ou órgãos de saúde (Veterinária) pelos quais os fer

i-dos(animais feridos) são reunidos e transportados para as instalações de saúde

(Ve-terinária) de retaguarda. (ME 320-5).

3. Série de postos e instalações, através dos quais o material salvado,

dani-ficado ou capturado é enviado para a retaguarda. (ME 320-5).

CADEIA OPERACIONAL DE COMANDO

Cadeia de comando, estabelecida para uma operação particular ou uma

série de operações. (ME 320-5).

CADERNO DE TRABALHO

Documento interno do Estado-Maior no qual são lançadas todas as

infor-mações recebidas ou prestadas pela seção considerada, classificadas por assuntos.

(ME 320-5).

CALAMIDADE PÚBLICA

Situação de emergência, provocada por fatores anormais e adversos que

afetam gravemente a comunidade, privando-a, total ou parcialmente, do atendimento

de suas necessidades ou ameaçando a existência e a integridade de seus elementos

competentes. (ECME 320-5).

CALCO DE OPERAÇÕES

É um documento do Estado-Maior, normalmente integrante de um plano

ou ordem de operações, onde são representados o esquema de manobra, as

instala-ções e os órgãos de comando e apoio essenciais do escalão considerado.(ME 320-5).

CAMPANHA

Conjunto de operações militares, relacionadas no tempo e no espaço,

vi-sando a um determinado fim. (ME 320-5).

CANAL

1. Transite de entendimento oficial entre órgãos de comando, órgão de

chefia ou comandantes de unidades. (ME 320-5).

2. Faixa de freqüência ou circuito em que podem ser mantidas as

comuni-cações. (ME 320-5).

3. Conjunto de estações que operam em freqüências comuns e trabalham

subordinadas, operacionalmente, a uma certa estação.(Resolução SSP nº 201/11 Ago

77).

(19)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 19

É o trânsito de entendimento existente entre as diversas autoridades com

responsabilidade de comando. (ME 32-5).

CANAL DE SUPRIMENTO

Em logística, via administrativa através da qual o suprimento flui para seu

destino.(ME 320-5).

CANAL TÉCNICO

É o trâmite de entendimento funcional mantido entre autoridades técnicas

de níveis diferentes. (ME 320-5).

CANCELAMENTE DA PUNIÇÃO

É o direito concedido ao policial-militar de ter cancelada a averbação de

punição e outras notas e elas relacionadas, em suas alterações.(RDPM).

CAPACIDADE

É o número máximo de veículos que tem uma razoável expectativa de pa

s-sar em uma dada seção de uma faixa ou rodovia em uma ou ambas as direções, em

um dado período de tempo, sob as condições prevalecentes de tráfego e da

rodovi-a.(COPPER/UFRJ).

CAPACIDADE DE VIA

É o número máximo de passageiros e/ou veículos de passageiros(obtidos

pelo uso de fator de carro-equivalente), que podem, mediante critérios

estabeleci-dos, passar numa determinada via, num dado período de tempo, nas condições

nor-mais de trânsito. (ABNT ).

CAPACIDADE DE TRÁFEGO

1. Número máximo de veículos que pode se deslocar numa via de

transpor-te, num determinado período de (normalmente 24 horas), em um sentido.

2. Número de composições que podem circular, diariamente, numa via ou

num trecho dessa via em um sentido. É representada por uma fração ordinária,

(N324) onde N é o número de composições.

3. Número máximo de mensagens que podem ser transmitidas por um

de-terminado equipamento de comunicações, num dede-terminado período, num sentido.

(ME 320-5).

CARGO

1. É um conjunto de deveres, atribuições e responsabilidades cometidos a

um militar.(RISG).

2. Lugares criados o órgão para serem providos por agentes que exercerão

suas funções na forma da lei.

(20)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 20

CARGO POLICIAL-MILITAR

É um conjunto de atribuições deveres e responsabilidades cometidos a um

policial-militar em serviço ativo. (ESTATUTO-PMERJ).

CARTA DE CIRCULAÇÃO

Vide Plano de Circulação.

CARTA DE CIRCULAÇÃO E CONTROLE DE TRÂNSITO

É o documento que aponta a utilização da rede de estradas para atender a

determinadas necessidades táticas e administrativas, indicando os itinerários e as

medidas conseqüentes para a regularização do trânsito.(ME 320-5).

CARTA DE OPERAÇÕES

Carta que mostra a localiza ção e o valor das forças amigas empenhadas

numa operação, com seus limites, objetivos, zonas de ações, etc. Pode, também,

in-dicar os movimentos prováveis e a localização das forças inimigas. (ME 320-5).

CARTA DE SITUAÇÃO

1. Carta que indica a situação tática ou administrativa em determinada

ocasião, utilizada para o estudo de situação do Estado-Maior ou como referência a

relatórios desse órgão. (ME 320-5).

CARTA DE SITUAÇÃO DA ÁREA DA UOp

Carta que indica as subáreas e/ou setores de patrulhamento, iluminada

com a distribuição das frações e dos pontos críticos. (DGO-D1).

CARTA DE SITUAÇÃO PARA AÇÕES DE MANUTENÇÃO DA ORDEM,

DE-FESA PÚBLICA E DEFES INTERNA

Carta que indica todos os pontos sensíveis nas respectivas áreas.

(DGO-D1).

CENTRO DE COMUNICAÇÕES

1. Órgão de comunicações com os encargos de recepção, transmissão e

en-trega de mensagens. (ME 320-5).

2. Conjunto de instalações de comunicações, estabelecidas e mantidas por

tropa de comunicações, para atender a um determinado PC, escalão de QG ou grupo

de unidades e instalações. (ME 320-5).

3. Conjunto de instalações de comunicações responsáveis, pelo

recebimen-to, processamenrecebimen-to, transmissão e entrega de mensagens. (C 20-320).

(21)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 21

Elemento de um centro de comunicações, com a responsabilidade de

rece-ber, preparar para a transmissão, dar recibos e entregar mensagens. (ME 320-5).

CENTRO DE OPERAÇÕES

É o órgão responsável, entre outros encargos, pela operação de uma

Cen-tral de Telecomunicações.(Resolução SSP nº 201/11 Ago 77).

CENTRAL DE TELECOMUNICAÇÕES

Compreende-se como tal, o órgão que comanda uma rede de

comunica-ções.(Resolução SSP nº 201/11 Ago 77).

CERCO

1. Variante do desdobramento e o envolvimento, que tem por objetivo

blo-quear determinada área ou força, cortando-lhe as vias de comunicações terrestres.

Visa a impedir a entrada ou saída de tropas civis ou suprimentos.9 me 320-5).

2. Operação que visa a isolar uma força inimiga em determinada área,

bloqueando todas as vias terrestre de entrada e saída nessa área. (C 20-320).

CECOPOM

O Centro de Comunicação e de Operações da Polícia Militar é o órgão de

Direção Geral que tem a seu cargo o estabelecimento do Sistema de comunicações e

Operações de Polícia Militar, das normas técnicas para o seu funcionamento, em

ín-tima ligação com o Estado-Maior _________________e_______________.

CICLO DE INFORMAÇÕES

1. Conjunto de operações pelas quais os informes são coletados e

proces-sados para a produção de informação a ser difundida pelos interesproces-sados.

Compreen-de, geralmente, quatro fases: planejamento, busca, processamento e difusão.

2.Conjunto de atividades relacionadas com a produção de informações e

que se desenvolvem segundo um método de raciocínio que, em seqüência lógico,

compreende as fases de planejamento, reunião de informes, processamento e difusão.

(ME 320-5).

CICLO DE RAÇÃO

É o período de 24 horas durante o qual a ração vai ser consumida. (ME

320-5).

CIFRA

Sistema criptográfico no qual as letra de cada palavra de texto claro são

substituídas por outras letras símbolos ou algarismos, segundo regras ou convenções

pré-determinadas, para se obter o texto criptográfico, (ME 320-5).

(22)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 22

É um tipo específico de articulação comunitária que realiza trabalho

per-manente, dirigido a determinado grupo social carente, buscando reduzir ou eliminar

as causas de criminalidade numa região considerada.(PGAC -EM-PM/5).

CIRCULAR

Designação a toda comunicação reproduzida em vias, cópias, ou

exempla-res de igual teor expedidas a diferentes destinatários, simultaneamente, sob a forma

do memorando, mensagem, ofício, radiograma, telegrama, telex.(IG 20-01).

CIRCULOS HIERÁRQUICO

Círculos Hierárquico

CLASSIFICAÇÃO

É o ato de movimentação que atribui uma OPM ao policial-militar, como

decorrência de promoção, reversão, exoneração, término de licença e conclusão ou

interrupção de curso. (decreto nº 1320, de 20 Jun 77).

COBERTURA

1. segurança proporcionada a uma força ou comboio por navios,

aerona-ves ou tropas, interpostos entre elas e o inimigo. (ME 320-5).

2. Área de terrenos representada em fotografias aéreas, fotocarta,

mosai-cos, etc. (ME 320-5).

3. Ato de um policial-militar, cobrir a retaguarda do companheiro de

ser-viço durante uma incursão.

COEFICIENTE DE NOTIFICAÇÃO

É o quociente resultante da divisão entre o total de NOTIFICAÇÃO de

TRÂNSITO e o EFETIVO POT.

COLETA DE INFORMES

Procura ostensiva de dados catalogados, isto é, devidamente classificados

e fichados. (ME 320-5).

COLUNA ABERTA

Formação de marcha motorizada, em que as viaturas guardam entre si

uma distância que lhes assegure a dispersão exigida pela situação, correspondente a

uma densidade de coluna estabelecida normalmente, entre 5 a 12 viaturas por

qui-lômetro. (ME 320-5).

COLUNA CERRADA

(23)

corresponden-CONTINUAÇÃO

Fl nº 23

do, em princípio, a uma densidade de coluna superior a 12 viaturas por quilômetro.

(ME 320-5).

COLUNA TÁTICA

É uma técnica do movimento por estrada, usada quando há possibilidade

de interferência do inimigo terrestre, durante o deslocamento ou logo após a

chega-da ao destino; consiste na organização de grupamento de forças para atender à

se-gurança e à eventualidade de emprego. (ME 320-5).

COMANDANTE

Autoridade investida do comando operacional das forças

policiais-militares e responsável pela coordenação das medidas administrativas, principa

l-mente logística e pessoal, daquelas forças.

COMANDO

1. Autoridade decorrente de leis e regulamentos, atribuída a um militar

pa-ra dirigir e controlar forças, sob todos os aspectos, em pa-razão de seu posto e função.

2. Ato ou efeito de comandar. (ME 320-5).

COMANDO COMBINADO

Comando composto de elementos de mais de uma Força Armada sob a

responsabilidade de um comandante único. (ME 320-5).

COMANDO OPERACIONAL

Grau de autoridade que compreende atribuições para compor forças

su-bordinadas, designar missões e objetivos, e exercer além da direção necessária para

a condução das operações militares. Normalmente não inclui assuntos como

admi-nistração, disciplina, organização interna e instruçã o. (ME 320-5).

COMBATE

1. Ação que comporta um contato hostil e direto com o inimigo. (ME

320-5).

2. Ação bélica de amplitude menor que a batalha, travada em área restrita

por unidades militares de pequeno vulto. (Dicionário Aurélio).

COMBATE APROXIMADO

É o combate realizado pelo atacante na fase do assalto para destruir ou

capturar o inimigo, ou o que realiza o defensor para repelir o assalto inimigo. (ME

320-5).

(24)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 24

1. Certo número de navios mercantes ou navios auxiliares ou ambos,

ge-ralmente escoltados por navios de guerra e/ou aeronaves, reunidos e organizados

para efetuar conjuntamente uma travessia.

2. Grupo de viaturas organizado com propósito de que seu movimento seja

regulado e controlado, com proteção de escolta ou sem ela.(ME 320-5).

COMPRA

É um processo de aquisição de bens ou serviços, que são cedidos

volunta-riamente pelo proprietário ou executando, mediante pagamento em dinheiro, de

im-portância ajustada, à vista ou a prazo. (ME 320-5).

COMUNICAÇÕES

1. Meios e procedimentos pelos quais qualquer mensagem é transmitida.

2. Modalidade e meios de transporte terrestre, marítimo, fluvial ou aéreo,

utilizado para o movimento de pessoal ou material. (ME 320-5).

COMUNICAÇÃO INTERNA

Forma mais simples de correspondência dirigida de superior para

subor-dinado, no âmbito de uma mesma OM. (IG 20-01).

CONCEITO DA OPERAÇÃO

Exposição verbal ou escrita, por meio da qual o comandante de uma força

expõe aos comandos subordinados como visualiza a execução da operação em seu

todo. (ME 320-5).

CONCEITO ESTRATÉGICO

Orientação resultante do estudo da situação estratégica; é uma fixação do

que cumpre fazer em termos amplos e flexíveis, a fim de permitir a sua utilização na

composição dos empreendimentos básicos que dela decorrem.(ME 320-5).

CONCENTRAÇÃO DE FOGO

Fogo de várias armas dirigidas contra um único alvo ou área. (ME 320-5).

CONCEPÇÃO DAS OPERAÇÕES

Expressão que tem em vista a definição das ações estratégicas, que devem

ser realizadas pelas Forças Policiais-Militares e a caracterização objetiva da

natu-reza das operações a serem empreendidas, as espécies de forças e materiais

necessá-rios e os respectivos momentos de emprego, em face das hipóteses previstas.

CONFISCO

(25)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 25

CONJUNTURA

É o quadro configurativo, numa determinada época, da situação política,

econômica, psicosocial e militar de uma região, de um pa ís ou de um conjunto de

pa-íses, nos seus aspectos internos e em suas projeções externas. (ME 320-5).

CONQUISTA

Ação de assumir o controle de determinada posição ou acidente do terreno

defendido pelo inimigo, através do emprego efetivo de poder de combate. (ME

320-5).

CONSOLIDAÇÃO DE UMA POSIÇÃO (OBJETIVO)

Ato ou efeito de utilizar a limpeza de remanescente da defesa inimiga de

uma posição(objetivo) recentemente conquistada e adotar dispositivo que permite a

sua manutenção. (ME 320-5).

CONSOLIDAR

Reunir como uma única informação, dados referentes a um mesmo assunto

e provenientes de vários elementos subordinados. (ME 320-5).

CONSUMO NORMAL DE CLASSE III

É o consumo de Sup Cl III por viaturas que se deslocam em estradas de

boas características técnicas. (ME 320-5).

CONSUMO PROVÁVEL DE SUPRIMENTO

É a quantidade de suprimento estimada com base em fatores

experimen-tais, cujo consumo é admitido em determinado período. (ME 320-5).

CONTÁGIO

Difusão de idéias e transmissão de influência de indivíduo a indivíduo nas

turbas, atraindo, com isso, novos manifestantes. (C 19-15).

CONTAMINAÇÃO

É o ato de contaminar por material radioativo, agentes bacteriológicos ou

químicos, a superfície de estruturas, áreas pessoais ou objetos. (ME 320-5).

CONTAGEM DE TRÂNSITO

É a verificação quantitativa e/ou qualitativa dos veículos(e/ou pedestres),

numa via pública, num dedo período. (COPPE-UFRJ).

(26)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 26

Ação ofensiva, temporária e local, desencadeada por parte ou pela

totali-dade de uma força defensora para reconquistar terreno perdido ou isolar,

desorga-nizar ou destruir forças atacantes.(ME 320-5).

CONTRA-GUERRILHA

Operações realizadas com a missão de neutralizar, destruir ou capturar a

força de guerrilha inimiga e eliminar a organização do Movimento Revolucionário,

na área de operações. (ME 320-5).

CONTRA-INFORMAÇÃO

É uma atividade imanente das informações que engloba um conjunto de

medidas, destinadas a neutralizar a eficiência dos serviços de informações do

inimi-go, salvaguardar os segredos de interesse da Segurança Nacional, bem como

identi-ficar agressões de caráter psicológico (ME 320-5).

CONTRA-PROPAGANDA

1. É o instrumento de Operações Psicológicas que visa rebater ou

neutrali-zar a propaganda adversa. (ME 320-5).

2.É o conjunto de atividades para público-alvo pertencente a grupos

ami-gos ou neutros com o objetivo de contraditar, neutralizar ou minorar os efeitos da

propaganda contrária, podendo a ela se antecipar ou mesmo dela se beneficiar. (C

33-1).

CONTROLE

1. Ato ou efeito de acompanhar a execução de qualquer empreendimento,

de forma a não permitir desvios dos propósitos que lhe forem estabelecidos

previa-mente. (ME 320-5).

2.Ato ou efeito de acompanhar a execução das atividades das PPMM, por

forma a não permitir desvios dos propósitos que forem estabelecidos pela União,

le-gislação pertinente. (R-200).

CONTROLE ADMINISTRATIVO

1.Autoridade exercida sobre um órgão ou unidade por outro órgão de

es-calão superior, do que diz respeito à gestão do pessoal, logística e outros assuntos

não incluídos nas missões operacionais. (ME 320-5).

2.O Controle Administrativo na PMERJ terá a finalidade de assegurar o

cumprimento das Normas Administrativas vigentes, devendo ser exercido através do

acompanhamento documental e por inspeção. (DGO-D-1).

CONTROLE DE ESTOQUE

(27)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 27

CONTROLE DE DISTÚRBIOS

Vide Distúrbios Civis.

CONTROLE OPERACIONAL

1. Grau de autoridade atribuído a um comandante ou chefe de serviço para

dirigir determinados elementos, por forma a capacitá -los ao cumprimento de missões

ou tarefas específicas e, normalmente limitadas. Exclui a autoridade para empregar,

separadamente, os componentes dos elementos em questão e o controle

administrati-vos dos mesmos. (EMFA).

2.Grau de autoridade atribuído à chefia do órgão responsável pela

segu-rança pública para acompanhar a execução das ações de manutenção da ordem

pú-blica pela Polícia Militar, por forma a não permitir desvios do planejamento e da

o-rientação pré-estabelecidas, possibilitando o máximo de integração dos serviços

po-liciais das Unidades Federativas. (R-200).

3. O controle operacional feito pelo Estado-Maior, através do

acompa-nhamento documental (formulários, relatórios e outros meios estabelecidos

previa-mente) e pela supervisão. (DGI-D-1).

CONTROLE SUPRIMIDO

É o conjunto de atividades que visam o acompanhamento de todas as

situ-ações em que posam achar os artigos, no que se refere às quantidades disponíveis,

seu estado e localização; inclui o pedido, o embarque, o recebimento, a

identifica-ção, o armazenamento, a arrumaidentifica-ção, o controle de estoque e a contabilidade.(ME

320-5).

CONTROLE DE TRÂNSITO MILITAR

É o conjunto de medidas que visam a assegurar a execução da

sistematiza-ção e ordenasistematiza-ção do tráfego, isto é, do plano de circulasistematiza-ção. (ME 320-5).

CONTROLE DE TRÂNSITO PO ÁREA

É o sistema de controle do trânsito militar, exercido por uma mesma

auto-ridade de trânsito, que regula todos os movimentos dentro e através de uma

determi-nada área. (ME 320-5).

CONTROLE DE TRÂNSITO POR UNIDADE

É o sistema de controle do trânsito militar, exercido pela própria unidade

que se desloca, ao longo das estradas que utiliza. (ME 320-5).

CONTROLE TÉCNICO

(28)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 28

COORDENAÇÃO

1. Ato ou efeito de harmonizar atividades e conjugar esforços para a

con-secução de um propósito comum.

2.Ato ou efeito de harmonizar as atividades das PPMM para a consecução

de suas finalidades comuns, estabelecidas pela legislação , bem como de conciliar as

atividades das mesmas com as do Exército, com vistas ao desempenho de suas

mis-sões.(R-200).

3. Ato ou efeito de conciliar interesses e conjugar esforços para a

consecu-ção de um propósito comum.(EMFA). (C-20-320).

CORRENTE DE TRÁFEGO

É o número de viaturas despachadas por hora para se obter uma

determi-nada densidade de tráfego. (ME 320-5).

CORTINA DE FUMAÇA

Cortina de fumaça produzida para cobrir, das vistas inimigas, uma foça,

navio ou instalações.(EMFA) (ME 320-5).

CRÉDITO DE SUPRIMENTO

É a quantidade de suprimento que determinado escalão está autorizado a

consumir dentro de um período considerado. (ME 320-5).

CRIPTOANALISE

Procedimentos empregados na conversação de criptogramas em texto

cla-ro, sem conhecimento prévio da chave empregada na sua produção. (ME 320-5).

CRIPTOGRAMA

É a mensagem criotografada. (ME 320-5).

CONSULTA

Documento redigido normalmente sob a forma de parte ou ofício, no qual

um militar solicita à autoridade superior a verdadeira interpretação do texto ou

dis-positivo regulamentar ou legal, bem como esclarecimentos acerca do desempenho de

certo serviço ou função. O consulente deverá emitir seu parecer , justificando-o com

base na legislação pertinente ao assunto. (IG- 20-01).

CONVÊNIO

Documento que registra o acordo de vontades relativos a direitos e obr

i-gações das partes contratantes. É o acordo realizado entre órgãos da administração

pública. (IG-20-01).

(29)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 29

Documento no qual é feita a reprodução literal e autenticada do que se

contém em um determinado escrito. (IG-20-01).

CÓPIA AUTENTICADA

Documento obtido do outro, por meio de qualquer processo de copiagem

(mecânico, elétrico, químico, fotográfico) que, para todos os efeitos, tem o mesmo

valor do original. )IG-20-01).

CORRENTE DE TRÁFEGO

O mesmo que fluxo. É o conjunto de veículos que circulam em uma ou mais

faixas de trânsito, unidirecionalmente. (COPPE/UFRJ).

CORRUGAÇÃO

Defeito da superfície de rolamento, que consiste na ondulação transversal

ao sentido do trânsito. (COPPE/UFRJ).

CUME

Numa curva vertical convexa é o ponto de tangência com a horizontal, ou

seja, aquele que tem a maior altitude (em relação ao plano de referência).

(COP-PE/UFRJ).

CURRÍCULO

Conjunto de ensinamentos a que são submetidos os alunos, para a

consu-mação dos objetivos de um curso ou estágio. (DGEI).

CURVA COMPOSTA

Curva composta por 2 ou mais arcos de raios distintos, na mesma direção,

com tangentes comuns ou curvas de transição adequadas entre elas.

(COP-PE/UFRJ).

CURVA DE NÍVEL

É a linha definida por pontos de terrenos, de igual cota ou altitude.

(COP-PE/UFRJ).

CRUZAMENTO

Passagem de uma via por cima ou por baixo de outra sem interconexão.

(COPPE/UFRJ).

=D=

(30)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 30

Ato de decriptografar utilizando uma cifra. (ME 320-5).

DECISÃO

Expressão clara e precisa de como um comandante ou chefe militar

resol-veu cumprir sua missão ou solucionar determinado problema. (ME 320-5).

DECODIZAR

Operação de decriptografar um texto empregando um código. (ME 320-5).

DECRETO

1. Determinação escrita, emanada do Chefe do Estado, ou de outra autor

i-dade superior. (Dicionário Aurélio).

2. Decretos, em sentido próprio e restrito, são atos administrativos da

competência exclusiva dos chefes do Executivo, destinados a prover situações gerais

ou individuais, abstratamente previstas de modo expresso, explícito pela legislação.

(Meireles H. L.).

DECRIPTOGRAFAR

Converter um criptograma ao texto claro pela inversão do processo para

criptografar. Não compreende solução por criptoanálise.(ME 320-5).

DEFESA CIVIL

Conjunto de medidas que tem por finalidade limitar, em tempo de guerra

ou de paz, os riscos e perdas a que está sujeita a população civil, bem como os r

e-cursos e bens materiais, tanto público como privados, por ação de agentes da estr

a-tégia adversa ou em conseqüência de calamidades quaisquer. Compreende, também,

medidas para restaurar serviços vitais do País e preservar o moral da população.

(ME 320-5).

DEFESA DE ÁREA

É o tipo de defesa que se baseia na manutenção de um terreno específico,

cuja posse é assegurada, principalmente, pelos meios desdobrados na área de defesa

avançada e pelos fogos de apoio. (ME 320-5).

DEFESA EXTERNA

1. Conjunto de medidas que visam a evitar, impedir ou climinar os

antago-nismos e pressões de origem externa sobra a Nação e garantir a Segurança

Nacio-nal.

2. Conjunto de ações e medidas, em nível operacional, empreendidas pr

e-dominantemente no campo militar, visando a evitar, reprimir ou eliminar

antagonis-mos pressões de origem externa sobre a Nação.(ME 320-5).

(31)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 31

Conjunto de medidas levadas a efeito para superar os antagonismos e

pressões que se manifestem ou produzam efeitos no âmbito interno, atuando sobre

seus agentes e seus efeitos, de forma a evitar, reprimir ou eliminar o movimento r

e-volucionário. Tais medidas, embora implicando na aplicação de todas as expressões

do Poder Nacional, são particularmente de competência das expressões Política e

Militar. (ME 320-5).

DEFESA INTERNA CIVIL

Conjunto de medidas que tem por finalidade estabelecer a segurança física

de instalações permanentes da empresas públicas ou privadas, contra qualquer ação

hostil, deliberada ou não. Tais medidas são da responsabilidade das entidades civis.

(ME 320-5).

DEFESA NACIONAL

Conjunto de medidas que visam a evitar, impedir ou eleiminar os

antago-nismos e pressões de origem interna ou externa sobre a Nação e a garantir a

Segu-rança Nacional. (ME 320-5).

DEFESA PÚBLICA

É o conjunto de medidas, atitudes e ações adotadas para cumprimento das

leis de modo a evitar, impedir ou eliminar prática de atos que perturbem a Ordem

Pública. (ESG/1981) - (PMERJ - M-1).

DEFESA TERRTORIAL

1. Conjunto de medidas que visam a defender o território nacional na área

não compreendida pelas operações ativas, bem como a garantia da ordem interna.

2.Conjunto de medidas militares adotadas em situações de guerra, no

es-paço geográfico sob jurisdição nacional, não incluído TO (ou ZOP), para resgua

r-dar o potencial nacional e garantir a segurança interna contra as formas de

agres-são partidas de dentro ou fora do país. (ME 320-5).

DEFICIÊNCIA

É uma condição ou circunstância da situação do inimigo em dado

momen-to, ocasionada por falta, insuficiência ou imperfeição o que pode ou não, levantadas

as condições lógicas, ser sanadas, de forma a ter influência na seleção das nossas

li-nhas de ações gerais. Uma deficiência poderá ser vulnerabilidade, se aproveitada

por nós e se o inimigo não tiver possibilidades de saná -la. (ME 320-5).

DELEGAR

(32)

CONTINUAÇÃO

Fl nº 32

DEMONSTRAÇÃO

Ë uma ação destinada a iludir por meio de uma exibição de força, sem,

contudo, haver avanço na sua direção, em área onde não se procuro obter uma

deci-são. (ME320-5).

DEMONSTRAÇÃO DE FORÇA

Emprego de forças policiais-militares organizadas e destinadas a induzir

uma reação psicológica na multidão, provocando a sua dispersão. Ë feita para ma

n-ter a ordem pública, antes da aplicação, de medidas mais severas.

DENSIDADE MÉDIA

É o número médio de veículos pela unidade de comprimento de uma via,

durante um determinado período de tempo. (COPPE/UFRJ).

DENSIDADE DE TRÁFEGO RODOVIÁRIO

Ë o número de viaturas por quilômetro, em uma determinada rodovia

du-rante um certo período. (ME 320-5).

DENSIDADE DE TRÂNSITO

Ë o número de veículos que ocupa a unidade de comprimento das faixas de

uma via em um dado instante. (COPPE/UFRJ).

DEPÓSITO

Instalação de suprimento destinado, basicamente, á estocagem do nível de

suprimento prescrito ao escalão que opera, para distribuição aos elemento a apoiar.

(ME 320-5).

DESAPARECIDO

Todo policial-militar da ativa que, no desempenho de qual quer serviço,

em viagem, operações policiais-militares ou em caso de calamidade pública, tiver

paradeiro ignorado por mais de oito dias. (ESTATUTO-PMERJ).

DESATIVAR

Fazer cessar, por meio de documento oficial, o funcionamento de uma

uni-dade, posto, campo, estação, base, etc. (ME 320-5).

DESCENTRALIZAÇÃO DE COMANDO

Emprego da tropa em diversas áreas, onde se fizer necessário, sob o

co-mando de diversos escalões, partindo-se de planejamento único, estruturando modos

e condições de acionamento, evitando sobrecarga dos Órgãos centrais de Direção,

permitindo melhores possibilidades operacionais. M-1-PMERJ).

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Referências