Ministério da Educação
Universidade Tecnológica Federal do Paraná Câmpus Pato Branco
Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional
EMENTÁRIO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO
REGIONAL (PPGDR)
DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS PARA MESTRADO E DOUTORADO
EPISTEMOLOGIA SOCIOAMBIENTAL Código: EPI010DR
Nível: Mestrado/Doutorado Carga horária: 60h Créditos: 04
Ementa: Fundamentos da racionalidade técnico-instrumental moderna: o método científico. Crítica à racionalidade técnico-instrumental moderna e a perspectiva da complexidade. Interdisciplinaridade e o diálogo de saberes. Modernidade: características sócio-econômico-cultural. Crítica à modernidade e a construção da problemática socioambiental. Os desafios para pensar o desenvolvimento: relação sociedade e natureza. A relação global-local e os desafios da superação da crise na relação sociedade e natureza em busca da sustentabilidade.
Bibliografia: ARGUETA, A. Sistemas de saberes ambientales, naturaleza y construcción del Bien vivir. Desenvolv. Meio Ambiente, v. 35, p. 147-159, dez. 2015 BECK, U; GIDDENS, A; SCOTT, L. Modernização reflexiva. São Paulo: UNESP, 1997. ___. Sociedade de risco: rumo a outra modernidade. São Paulo: Editora 34 Ltda, 2010. BUTTEL, F. A sociologia e o meio ambiente: um caminho tortuoso rumo à ecologia humana. Perspectiva, São Paulo, V. 15, p. 69-94, 1992. CALLON, M. Por uma nova abordagem da ciência da inovação e do mercado: o papel das redes sócio-técnicas. In: PARENTE, A (org). Porto Alegre: Sulina, 2004. DUSSEL, E. Europa, modernidade e eurocentrismo. In: A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Edgardo Lander (org). Colección Sur Sur, CLACSO, Ciudad Autónoma de Buenos Aires, Argentina. 2005. pp. 55-70. ESCOBAR, Arturo. El postdesarrollo como concepto y práctica social. In: MATO, D. (coord) Políticas de economia, ambiente y sociedad em tiempos de globalización. Caracas: Facultad de Ciências Económicas y Sociales, Universidad Central de Venezuela. ___. O lugar da natureza e a natureza do lugar: globalização ou pós-desenvolvimento?. In: A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Edgardo Lander (org). Colección Sur Sur, CLACSO, Ciudad Autónoma de Buenos Aires, Argentina. setembro 2005. pp.133-168. FLORIANI, D.; VERGARA, N. Rumo a um pensamento socioambiental: aproximações epistemológicas e sociológicas. Desenvolv. Meio Ambiente, v. 35, p. 11-27, dez. 2015. FOSTER, J. B. A ecologia de Marx. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005. GUIMARÃES, R. A ética da sustentabilidade e a formulação de políticas de desenvolvimento In: VIANA, G; SILVA, MARINA; DINIZ, N. (orgs). O desafio da sustentabilidade: um debate socioambiental no Brasil. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2001. p: 43 a 68. GIDDENS, A. As consequências da modernidade. São Paulo: Editora UNESP, 1991.
FUNDAMENTOS DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL Código: FDR010DR
Nível: Mestrado/Doutorado Carga horária: 60h Créditos: 04
Ementa: Estágios de desenvolvimento econômico. Desenvolvimento latino-americano. Desenvolvimento humano. Desenvolvimento e mudança institucional. O Pós-desenvolvimento. Desenvolvimento regional. Crescimento econômico e desenvolvimento regional. Desenvolvimento sustentável. Endogeneização do desenvolvimento e correntes do pensamento geográfico. Abordagens de planejamento do desenvolvimento regional.
Bibliografia: ALBAGLI, Sarita. Território e Territorialidade. In: LAGES, Vinícius; BRAGA, Christiano; MORELLI, Gustavo (Orgs.). Territórios em movimento: cultura e identidade como estratégia de inserção competitiva. Rio de Janeiro: Relume Dumará / Brasília, DF: SEBRAE, 2004. AMARAL FILHO, Jair do. A endogeneização no desenvolvimento econômico regional e local. Planejamento e Políticas Públicas, Brasília, IPEA, n. 23, p. 261-286, jun. 2001. BECATTINI, G. O Distrito Marshalliano. In: BENKO, G. & LIPIETZ, A. (org.). As Regiões Ganhadoras Distritos e Redes: os novos paradigmas da geografia econômica. Celta editores, 1994. COLISTETE, R.P. O desenvolvimentismo cepalino: problemas teóricos e influências no Brasil.Estudos Avançados/USP, 15 (41), 2001. CORNWALL, A. Locating citizen
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DISCIPLINA OBRIGATÓRIA PARA MESTRADO E OPTATIVA PARA DOUTORADO
OFICINA DE PESQUISA I Código: OFIDR33
Nível: Mestrado/Doutorado Carga horária: 60h Créditos: 04
Ementa: Características e etapas da pesquisa científica. Diferentes abordagens em pesquisa. Projeto de pesquisa. Instrumentos de coleta e de análise de dados. Comunicação científica.
Bibliografia: ANDERSON, D. R.; SWEENEY, D. J.; WILLIAMS, T. A. Estatística aplicada à administração e economia. 2ª ed. São Paulo: Thomson Learning, 2007. FREUND, J. E.; SIMON, G. A. Estatística aplicada: economia, administração e contabilidade. 11ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2008. WEBSTER, A. L. Estatística Aplicada à Administração e Economia. São Paulo: McGraw Hill, 2006. DOANE, D. P.; SEWARD, L. E. Estatística aplicada à administração e Economia. 4ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2014. WU, P. F. A Mixed Methods Approach to Technology Acceptance Research. Journal of the Association for Information Systems, v. 13, n. 3, p. 172-187, mar. 2012. BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1979. CRESWELL, J.W. Projeto de Pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. FRANCO, M.L.P.B. Análise de conteúdo. 3ª ed. Brasília: Liber Livro, 2008. MINAYO, M.C.S. (Org.) Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. 14ª ed. Petrópolis: Vozes, 1999. MINAYO, M.C.S. O Desafio do Conhecimento. 7ª ed. São Paulo: HUCITEC- ABRASCO, 2000. NETTO, A.A.O. Metodologia da Pesquisa Científica: guia prático para apresentação de Trabalhos Acadêmicos. 3ª ed. Florianópolis: Visual Books, 2008. RICHARDSON, R. J. Pesquisa social: métodos e técnicas. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2008. UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. Normas para elaboração de trabalhos acadêmicos. Curitiba: UTFPR, 2008. WEBSTER, A.L. Estatística Aplicada à Administração e Economia. São Paulo: McGraw Hill, 2006.
DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS APENAS PARA DOUTORADO
PESQUISA QUALITATIVA E QUANTITATIVA Código: PQQ010DR
Nível: Doutorado Carga horária: 60h Créditos: 04
Ementa: Abordagem Quantitativa: Conceito. Estatística Descritiva. Introdução à Probabilidade. Amostragens e distribuições amostrais. Estimação por Intervalo. Testes de Hipóteses. Testes não paramétricos. Análise de Variância. Planejamento de pesquisa quantitativa. Análise fatorial; Análise de regressão. Abordagem Qualitativa: Conceito. Instrumentos de coleta de dados: questionário, entrevista, observação, teste de evocação de palavras, grupo focal. Procedimentos de Análise: análise do discurso, análise de conteúdo, procedimentos estatísticos.
Bibliografia: ANDERSON, D. R.; SWEENEY, D. J.; WILLIAMS, T. A. Estatística aplicada à administração e economia. 2ª ed. São Paulo: Thomson Learning, 2007. BARDIN, Laurence. Análise de Conteúdo/Laurence Bardin; tradução Luís Antero Reto, Augusto Pinheiro. São Paulo: Edições 70, 2016. 3° reimp, da 1° edição de 2016. BOGDAN, Robert; BIKLEN, Sari. Investigação em pesquisa qualitativa em educação: uma introdução à teoria e aos métodos. Portugal: Porto Editora, 2006. CHECHUEN NETO, J. A. Metodologia da pesquisa científica: da graduação à pós-graduação (org). Curitiba-PR: CRV, 2012. CRESWELL, J.W. Projeto de Pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. DOANE, D. P.; SEWARD, L. E. Estatística aplicada à administração e Economia. 4ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2014. FAZENDA, Ivani C. A. (Org.) Metodologia da Pesquisa Educacional, São Paulo: Editora Cortez,
12ª edição, 2012. FREUND, J. E.; SIMON, G. A. Estatística aplicada: economia, administração e contabilidade. 11ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. GHEDIN, E. & FRANCO, M. A. S. Questões de método na construção da pesquisa em educação. São Paulo: Cortez, 2011. HAIR JUNIOR, J. F.; BLACK, W. C.; BABIN, B. J.; ANDERSON, R. E. Multivariate Data Analysis. 7 ed., Pearson, 2014. LATTIN, J.; CARROLL, J. D.; GREEN, P. E. Análise de dados multivariados. São Paulo: Cengage Learning, 2011. LEWIN, Cathy; SOMEKH, Bridget (Orgs). Teorias e métodos de pesquisa social. Petrópolis, RJ: Vozes, 2015. LÜDKE, Menga., ANDRÉ, Marli. Pesquisa em Educação: abordagens qualitativas. 2. ed. Rio de Janeiro : E.P.U., 2013. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2014. MINAYO, M. C. S.; DESLANDES, S. F . Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 25. ed. rev. atual. Petrópolis: Vozes, 2007. RICHARDSON, R. J. Pesquisa social: métodos e técnicas. 3. Ed.,16. reímpr. - São Paulo: Atlas, 2015. SANTOS, F.M.T. & GRECA, I. M. A pesquisa em ensino de ciências no Brasil e suas metodologias. Ijuí-RS: Ed. da Unijuí, 2012. SANTOS, B. de S. Introdução a uma ciência pós-moderna. Rio de Janeiro: Graal, 2007. SOMEKH, B. & LEWIN, C. Teoria e métodos de pesquisa social. Petrópolis: Vozes, 2015. TRIVIÑOS, A. N.S. Introdução à pesquisa em Ciências Sociais: a pesquisa qualitativa em Educação. São Paulo: Atlas, 2015. VERGARA, S. C. Métodos de coleta de dados no campo - 2ª Ed. São Paulo: Atlas, 2012 WEBSTER, A.L. Estatística Aplicada à Administração e Economia. São Paulo: McGraw Hill, 2006.
POLÍTICAS PÚBLICAS E DESENVOLVIMENTO Código: PPD010DR
Nível: Doutorado Carga horária: 60h Créditos: 04
Ementa: Políticas Públicas: histórico, conceitos e principais abordagens. Concepção, formulação, implementação e avaliação de Políticas Públicas. Instrumentos de planejamento, orçamento e gestão pública. Políticas públicas e programas de desenvolvimento regional e territorial para os meios urbano e rural.
Bibliografia: ALMEIDA, J.; NAVARRO, Z. Reconstruindo a agricultura: ideias e ideais na perspectiva do desenvolvimento rural sustentável. Porto Alegre, Editora da UFRGS, 3a ed. 2009. p. 33-55. BUANAIN, A. M.; ALVES, E.; SILVEIRA, J. M.; NAVARRO, Z. O mundo rural do Brasil do século 21: a formação de um novo padrão agrário e agrícola. Brasília: EMBRAPA. 2014, 1182p. DELGADO, G. C. Do capital financeiro na agricultura à economia do agronegócio: mudanças cíclicas em meio século (1965-2012). Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2012. FREY, Klaus. Políticas públicas: um debate conceitual e reflexões referentes à prática da análise de políticas públicas no Brasil. Planejamento e Políticas Públicas, 21: 211-259, 2000. GASQUES, J. G.; VIEIRA FILHO, J. E.; NAVARRO, Z. (Orgs.). A agricultura brasileira: desempenho, desafios e perspectivas. Brasília: IPEA, 2010. p. 275-290. GRISA, C.; SCHNEIDER, S. (Orgs.). Políticas públicas de desenvolvimento rural no Brasil. Porto Alegre: UFRGS. 2015. HEIDEMANN, Francisco G.; SALM, José Francisco (org). Políticas Públicas e desenvolvimento: bases epistemológicas e modelos de análise. Brasília: Editora da UNB, 2009. HOCHMAN, Gilberto; ARRETCHE, Marta; MARQUES, Eduardo (orgs.). Políticas Públicas no Brasil. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2007. LEITE, S. P. Políticas públicas e agricultura no Brasil. Porto Alegre. Editora: UFRGS, 2001. MIRANDA, C.; TIBURCIO, B. (Org.). Políticas Públicas, Atores Sociais e Desenvolvimento Territorial no Brasil. Brasília, v. 14, ago. 2011. SAMBUICHI, R. H. R.; SILVA, A. P. M.; OLIVEIRA, M. A. C.; SAVIAN, M. (Orgs.). Políticas agroambientais e sustentabilidade: desafios, oportunidades e lições apreendidas. Brasília: IPEA, 2014. SILVA, Christian L.; SOUZA-LIMA, José E. Políticas Públicas e Indicadores de Desenvolvimento Sustentável. São Paulo: Saraiva, 2010. SOUZA, Celina. Políticas Públicas: Uma Revisão da Literatura. Sociologias (UFRGS), Porto Alegre, v. 8, n. 16, p. 20-45, 2006. THEIS, Ivo M.; GALVÃO, Antônio C. F. A formulação de Políticas Públicas: as concepções de espaço, território e região. Revista Brasileira de Estudos Regionais e Urbanos, São Paulo, v. 14, n. 2, nov. 2012.
DISCIPLINAS OPTATIVAS
AGRICULTURA FAMILIAR E DESENVOLVIMENTO REGIONAL Código: AFD010DR
Nível: Mestrado/Doutorado Carga horária: 60h Créditos: 04
Ementa: As principais abordagens sobre a questão agrária e a agricultura no processo de desenvolvimento rural. A racionalidade camponesa e suas relações econômicas, sociais e culturais. Modernização do campo: dominação e resistência. Relação entre campesinato e agricultura familiar. Agricultura familiar em diferentes processos de desenvolvimento: adaptações e mudanças. Processo de modernização do rural brasileiro e suas implicações para a agricultura familiar e para o desenvolvimento regional. Atores sociais: agentes públicos e a ação coletiva dos agricultores familiares. A reconstrução do rural e a emergências das “novas” ruralidades na contemporaneidade e suas implicações no processo de desenvolvimento na perspectiva da sustentabilidade.
Bibliografia: ALPHANDÉRY, P. Un itinéraire critique en sociologie rurale. In: Ruralités contemporaines. Paris: L ´Harmattan, 2011. BONNAL, P. KATO, K. Políticas de desenvolvimento territorial e multifuncionalidade da agricultura familiar no Brasil. IN: LEITE, S, DELGADO, N. Políticas públicas, atores sociais e desenvolvimento territorial no Brasil. SÉRIE Desenvolvimento rural sustentável. N. 14. Brasília: IICA, 2011. p.71-110. BUTTEL, F. Transiciones agroecológicas en el siglo XX: análisis preliminar. Revista Agricultura e sociedad. N. 74, 1995. CAZELLA, A; BONNAL, P, MALUF, R. (orgs). Agricultura familiar: multifuncionalidade e desenvolvimento territorial no Brasil. Rio de Janeiro: Mauad Editora, 2009. CHAYANOV, A. La organización de la unidad económica campesina. Buenos Aires: Ediciones Nueva Visión, 1974. CHAYANOV, A. Sobre a teoria dos sistemas econômicos não capitalistas. In: SILVA, J. G.; STOLCKE, V. A questão agrária. São Paulo: Brasiliense, 1981. ENGELS, F. O problema camponês na França e na Alemanha. In: SILVA, J. G.; STOLCKE, V. A questão agrária. São Paulo: Brasiliense, 1981. FERREIRA, Ângela, D. D. Processos e sentidos do rural contemporâneo: quais as especificidades do caso brasileiro?. Estudos Sociedade e Agricultura, 18, outubro 2002: 28-46. KAUTSKY, K. A questão agrária. Rio de Janeiro: Editora Laemmert, 1968 LAMARCHE. H.(coord). Agricultura familiar. Volume I. Campinas: Editora Unicamp, 1993. LENIN, V. I. A desintegração do campesinato. In: Obras completas escolhidas. São Paulo: Alfa-omega, 1980. MARX, K. O capital. Livro 3, Vol. VI. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1991. MENDRAS, H. Sociedades camponesas. Rio de Janeiro: Zahar, 1978. MENEZES, M. A de; GODOI, E. P. de. (org). Diversidade do campesinato: expressões e categorias. Vol II. São Paulo: UNESP e NEAD, 2009. PLOEG, J. D. Van der. Trajetórias do desenvolvimento rural: pesquisa comparativa internacional. Porto Alegre: Revista Sociologias, ano 13, n. 27, p. 114-140, 2011. SABOURIN, Eric. Sociedades e organizações camponesas: uma leitura através da reciprocidade. Porto Alegre: UFRGS editora e PGDR, 2011. SILVA, José Grazziano da. A industrialização e urbanização da agricultura brasileira. São Paulo em perspectiva, julho/setembro de 1993, nº 7. SEYFERTH, G. Campesinato e o estado no Brasil. Revista Mana, n. 17, p. 395-417, 2011. SOROKIN, P. A.; ZIMMERMAN, C.C.; GALPIN, C. J. Diferenças fundamentais entre o mundo rural e o urbano. In: MARTINS, J. de S. (org). Introdução crítica à sociologia rural. São Paulo: Hucitec, 1986. STALIN, J. Sobre os problemas da política agrária na URSS. In: SILVA, J. G.; STOLCKE, V. A questão agrária. São Paulo: Brasiliense, 1981. STREITH, M. Quand les agriculteurs innovent. In: Ruralités contemporaines. Paris: L´Harmattan, 2011. WANDERLEY, M. de N. B. Em busca da modernidade social: uma homenagem a Alexander Chayanov. In: Para Pensar outra agricultura. Curitiba: Editora UFPR, 1998. WANDERLEY, M. de N. B. O mundo rural como um espaço de vida. Porto Alegre: Editora UFRGS, 2009. ZANONI, Magda. A questão ambiental e o rural contemporâneo. Desenvolvimento e Meio Ambiente, Curitiba, nº 10, jul/dez de 2004, MADE/UFPR. AGROECOLOGIA Código: AEC010DR Nível: Mestrado/Doutorado Carga horária: 60h Créditos: 04
Ementa: O contexto da agricultura industrial: Revolução Verde. Bases históricas e filosóficas da agricultura alternativa. Agroecologia e sustentabilidade. Princípios de desenvolvimento rural sustentável. Agroecossistemas como organismo. Princípios nutricionais em agroecossistemas. Avaliação da sustentabilidade de agroecossistemas.
Bibliografia: AQUINO, Adriana Maria de; ASSIS, Renato Linhares de. Agroecologia: princípios e técnicas para uma agricultura orgânica sustentável. 1. ed. Brasília, DF: EMBRAPA, 2005. 517 p. ALTIERI, M. Agroecologia: bases científicas para uma agricultura sustentável. Guaíba-RS: Agropecuária, 2002, 592 p. ALTIERI, Miguel. Agroecologia: a dinâmica produtiva da agricultura sustentável. 3. ed. Porto Alegre: Ed. Universidade/UFRGS, 2001. 110 p. il. BEETS, W.C. Raising and sustaining productivityof smallholder farming systems in the tropics:a handbook of sustainable agricultural development. Alkmaar, AgBé Publishing, 1990. 738 p. CALEGARI, Ademir; COSTA, M B B da. Adubação verde no sul do Brasil. Rio De Janeiro, RJ: AS-PTA, 1992. 346 p. CHABOUSSOU, F. PLANTAS DOENTES PELO USO DE AGROTÓXICOS: A TEORIA DA TROFOBIOSE. Trad. Maria José Guazzelli. 2. ed. Porto Alegre: L&PM, 1995. 256 p. CAPORAL, Francisco Roberto, (org.); Paulus, Gervásio e Costabeber, José Antônio. AGROECOLOGIA: uma ciência do campo da complexidade. Brasilia, 2009. 111p. CAPORAL, Francisco Roberto; AZEVEDO, Edisio Oliveira De (orgs.) PRINCÍPIOS E PERSPECTIVAS DA AGROECOLOGIA Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Paraná. 2011. 192p. CAPORAL, Francisco Roberto; Costabeber, José Antônio ANÁLISE MULTIDIMENSIONAL DA SUSTENTABILIDADE: Uma proposta metodológica a partir da Agroecologia. Agroecologia e Desenvolvimento Rural Sustentável, Porto Alegre, v.3, n.3, Jul/Set 2002 CARROL, C.R., VANDERMEER, J.H., ROSSET, P. (eds.) Agroecology. New York, McGraw-Hill, 1990. 641 p. FLORIANI, Nicolas; FLORIANI, Dimas SABER AMBIENTAL COMPLEXO: APORTES COGNITIVOS AO PENSAMENTO AGROECOLÓGICO. Rev. Bras. de Agroecologia, Porto Alegre, 5(1): 3-23 (2010) GLIESSMAN, Stephen R. Agroecologia: processos ecológicos em agricultura sustentável. 3. ed. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2005. KHATOUNIAN, C. A. A reconstrução ecológica da agricultura. Botucatu: Agroecológica, 2001. 348 p: il. LOOMIS, R.S., CONNOR, D.J. Crop ecology: productivity and management in agricultural systems. Cambridge: Cambridge University Press, 1992. 538 p. MARZALL, Kátia; ALMEIDA, Jalcione INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE PARA AGROECOSSISTEMAS: Estado da arte, limites e potencialidades de uma nova ferramenta
para avaliar o desenvolvimento sustentável. Cadernos de Ciência & Tecnologia, Brasília, v.17, n.1, p.41-59, jan./abr. 2000 REIJNTJES, C., HAVERKORT, B., WAKES-BAYER, A. Agricultura para o futuro: uma introdução à agricultura sustentável e de baixo uso de insumos externos. Trad. J.C. Comenford. Rio de janeiro, AS-PTA. 1994. 324p. SOUZA, Jacimar Luiz de; RESENDE, Patrícia. Manual de horticultura orgânica. 2. ed. atual. e ampl. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 843p. SOUZA, J. L AGRICULTURA ORGÂNICA. TECNOLOGIAS PARA A PRODUÇÃO DE ALIMENTOS SAUDÁVEIS. Vol. 1. Vitória-ES. EMCAPA, 1998. 176p.
AMÉRICA LATINA E DESENVOLVIMENTO: PERSPECTIVAS DECOLONIAIS Código: ALD010DR
Nível: Mestrado/Doutorado Carga horária: 60h Créditos: 04
Ementa: Abordagens teóricas anticoloniais, pós-coloniais e decoloniais. Colonialismo, eurocentrismo e modernidade. Sistema mundo colonial moderno e geopolíticas. Gramáticas decoloniais e alternativas de desenvolvimento.
Bibliografia: ANZALDÚA, Gloria. Movimientos de rebeldía y culturas que traicionan. In: HOOKS, Bell et al., Otras inapropiables. Traducción de María Serrano (et al.). Madrid: Traficantes de sueños, 2004. BALLESTRIN, Luciana. América Latina e o giro decolonial. Revista Brasileira de Ciência Política, n.11, Brasília, maio/agosto de 2013, pp. 89-117. BERNARDINO-COSTA, Joaze e GROSFOGUEL, Ramon. Decolonialidade e perspectiva negra. Revista Sociedade e Estado, v. 31, nº1, janeiro/abril 2016, pp. 15-24. CADENA, Marisol de la. Natureza incomum: histórias do antropo-cego. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, (69), 95-117, 2018. CESAIRE, Aime. Discurso sobre o colonialismo. Lisboa, Livraria Sá da Costa Editora, 1978. DUSSEL, Enrique. Europa, modernidade e eurocentrismo. In LANDER, Edgardo (coord.). Ciências sociais: saberes coloniais e eurocêntricos. Colección Sur Sur, CLACSO, Ciudad Autónoma de Buenos Aires, Argentina. setembro 2005. pp.24. ESCOBAR, Arturo. 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ANÁLISE MULTIVARIADA Código: AMU010DR
Nível: Mestrado Carga horária: 60h Créditos: 04
Ementa: Preparação para uma análise estatística multivariada. Análise fatorial. Análise de regressão. Análise discriminante. Análise da variância multivariada (MANOVA). Análise de Agrupamentos (clusters).
Bibliografia: ANDERSON, D.R.; SWEENEY, D.J.; WILLIAMS, T.A. Estatística aplicada à administração e economia. 2. ed. São Paulo: Thomson Learning, 2007. CORRAR, L.J.; PAULO, E.; DIAS FILHO, J.M. Análise multivariada: para os cursos de Administração, Ciências Contábeis e Economia. Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis. São Paulo: Atlas, 2007. DOANE, D. P.; SEWARD, L. E. Estatística aplica à administração e economia. 4 ed. Porto Alegre: AMGH Editora Ltda, 2014. FÁVERO, L.P.; BELFIORE, P.; SILVA, F.L. da; CHAN, B.L Analise de dados: modelagem multivariada para tomada de decisões. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. HAIR, J. F.; ANDERSON, R.E.; TATHAM, R.L.; BLACK, W.C. Análise multivariada de dados. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. JOHNSON, R.A.; WICHERN, D.W. Applied Multivariate Statistical Analysis. 4 ed. Englewood Cliffs: Prentice Hall, 1998.
BIOLOGIA AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE Código: BAS010DR
Nível: Mestrado Carga horária: 60h Créditos: 04
Ementa: Interações homem-ambiente e sustentabilidade. Problemas ambientais e mudanças culturais. Respostas ecológicas às alterações ambientais. Biologia da conservação.
Bibliografia: CULLEN Jr, L.; RUDRAN, R.; VALLADARES-PADUA, C. (Eds). Métodos de estudo em biologia da conservação e manejo da vida silvestre. Curitiba, Editora UFPR, 2003. MILLER, G. Tyler. Ciência ambiental. 1. ed. São Paulo, SP: Thomson Learning, 2007. MORAN, E. F. Meio ambiente e ciências sociais: interações homem-ambiente e sustentabilidade. São Paulo: Editora SENAC, 2011. PRIMACK, R. B.; RODRIGUES, E. Biologia da conservação. Londrina, PR: Planta, 2001. ROCHA, C.F.D.; BERGALLO, H.G.; VAN SLUYS, M.; ALVES, M.A.S. Biologia da Conservação: Essências. São Carlos: RiMa Editora, 2006.
CAPITAL SOCIAL E TERRITÓRIO Código: CST010DR
Nível: Mestrado/Doutorado Carga horária: 60h Créditos: 04
Ementa: Capital Social: fundamentos e bases epistemológicas. O conceito de capital social na visão dos organismos internacionais. Desenvolvimento territorial, capital social e governança local. Redes sociais: teoria e prática.
Bibliografia: ABU-EL-HAJ, Jawdat. O debate em torno do capital social: uma revisão crítica. BIB, Rio de Janeiro, n. 47, p. 65-79, jan./jul. 1999. ALBAGLI, Sarita. Território e Territorialidade. In: LAGES, Vinícius; BRAGA, Christiano; MORELLI, Gustavo (Orgs.). Territórios em movimento: cultura e identidade como estratégia de inserção competitiva. Rio de Janeiro: RelumeDumará / Brasília, DF: SEBRAE, 2004. BAQUERO, Rute V. A. Empoderamento: instrumento de emancipação social? – Uma discussão conceitual. Revista Debates, 2012. CARRINGTON, Peter J.; SCOTT, John; WASSERMAN, Stanley (Ed.).Models and methods in social network analysis. Cambridge; New York: Cambridge University Press, 2005. COLEMAN, James S. Social Capital in the Creation of Human Capital. The American Journal of Sociology, Vol. 94, Supplement: Organizations and Institutions: Sociological and Economic Approaches to the Analysis of Social Structure. p. S95-S120, 1988. DURSTON, John. Construyendo capital social comunitario.Revista de la CEPAL, n. 69, Santiago de Chile, dic./1999. EASTERLY, William; RITZAN, Jozef; WOOLCOCK, Michael.Social Cohesion, Institutions, and Growth.Economics and Politics, Wiley Blackwell, vol. 18(2), 2006. EVANS, Peter. Government Action, Social Capital and Development: Reviewing the Evidence on Synergy. World Development, v. 24, n. 6, p. 1119-1132, 1996. GRANOVETTER, Mark S.The Strength of Weak Ties. American Journal of Sociology, Volume 78, Issue 6 (May, 1973), pp. 1360-1380. GROOTAERT, C.; BASTELAER, Thierry van. Understanding and Measuring Social Capital: a synthesis of findings and recommendations from the social capital initiative. Washington: World Bank, Working Paper No. 24, april 2001. JOYAL, André; BESSA, Luiz F. M. Inteligência Territorial e Desenvolvimento Sustentável: Exemplos Marroquinos e Brasileiros. Informe Gepec, Toledo, v. 16, nº 1, p. 6-25, 2012. LIMA NETO, E. J. de. A noção de capital social e seu lugar na pauta de agências de desenvolvimento. Revista Ideas – Interfaces em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade, Rio de Janeiro, v. 1, n. 1, p. 44-59, jan-jun 2008. MARSDEN, Peter V. Recent Developments in Network Measurement. In: CARRINGTON, Peter J.; SCOTT, John; WASSERMAN, Stanley (Ed.). Models and methods in social network analysis. Cambridge; New York: Cambridge University Press, 2005. MULS, Leonardo M. Desenvolvimento local, espaço e território: O conceito de capital social e a importância da formação de redes entre os organismos e instituições locais. Economia, v. 9, nº1, jan/abr 2008. PUTNAM, Robert. Comunidade e democracia: A experiência da Itália moderna. Rio de Janeiro: FundaçãoGetúlio Vargas, 1996. RADOMSKY, G. F. W.; SCHNEIDER, S. Nas teias da economia: o papel das redes sociais e da reciprocidade nos processos locais de desenvolvimento. Sociedade e Estado, Brasília, v.22, p.49-284, 2007. SCOTT, John. Social network analysis: a handbook. 2nd ed. London, GB: Sage Publications, 2000. WASSERMAN, Stanley; FAUST, Katherine. Social network analysis: methods and applications. Cambridge; New York: Cambridge University Press, 1994. WOOLCOCK, Michael. The Place of Social Capital in Understanding Social and Economic Outcomes.CanadianJournalofPolicyResearch, v. 2, n.1, p. 11-17. February 2001.
CIDADES SUSTENTÁVEIS E INTELIGENTES Código: CSI010DR
Nível: Mestrado/Doutorado Carga horária: 60h Créditos: 04
Ementa: (1) Cidade do futuro e o futuro das cidades. (2) Urbanização e os impactos socioeconômicos e ambientais. (3) Cidades (in)sustentáveis. (4) Evolução dos conceitos de cidades sustentáveis e inteligentes. (5) Indicadores para
avaliação do desempenho das cidades. (6) Papel do planejamento urbano e regional. (7) Território, capital social e desenvolvimento. (8) Indicadores e a análise de redes sociais. (9) Estudos de caso.
Bibliografia: AHVENNIEMI, Hannele et al. What are the differences between sustainable and smart cities?. Cities, v. 60, p. 234-245, 2017. BIBRI, Simon Elias; KROGSTIE, John. Smart sustainable cities of the future: An extensive interdisciplinary literature review. Sustainable Cities and Society, v. 31, p. 183-212, 2017. COLEMAN, James S. Social Capital in the Creation of Human Capital. The American Journal of Sociology, Vol. 94, Supplement: Organizations and Institutions: Sociological and Economic Approaches to the Analysis of Social Structure. p. S95-S120, 1988. GIFFINGER, Rudolf, et al.. "Smart Cities Ranking of European Medium-sized Cities." Centre of Regional Science, Vienna UT, Oct. 2007. Page 10. Web. Last Accessed 8 Feb. 2014. http://www.smart-cities.eu/download/smart_cities_final_ report.pdf JANUZZI, Paulo M. Considerações sobre o uso, mau uso e abuso dos indicadores sociais na formulação e avaliação de políticas públicas municipais. RAP Rio de Janeiro 36(1):51-72, Jan./Fev. 2002. LOPES, Alberto (coord). Políticas públicas para cidades sustentáveis: integração intersetorial, federativa e territorial. Rio de Janeiro: IBAM, MCTIC, 2016. MARSDEN, Peter V. Recent Developments in Network Measurement. In: CARRINGTON, Peter J.; SCOTT, John; WASSERMAN, Stanley (Ed.). Models and methods in social network analysis. Cambridge; New York: Cambridge University Press, 2005 MULS, Leonardo M. Desenvolvimento local, espaço e território: O conceito de capital social e a importância da formação de redes entre os organismos e instituições locais. Economia, v. 9, nº1, jan/abr 2008. PUTNAM, Robert. Comunidade e democracia: A experiência da Itália moderna. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1996. SAATY, Thomas L.; DE PAOLA, Pierfrancesco. Rethinking design and urban planning for the cities of the future. Buildings, v. 7, n. 3, p. 76, 2017. SCOTT, John. Social network analysis: a handbook. 2nd ed. London, GB: Sage Publications, 2000. SHEARMUR, Richard. Are cities the font of innov.
CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE Código: CTSDR32
Nível: Mestrado/Doutorado Carga horária: 60h Créditos: 04
Ementa: Conceitos de Tecnologia. Ciência, Tecnologia e Sociedade e os diálogos com o desenvolvimento. Relações entre: tecnologia, educação e trabalho; tecnologia e cultura; tecnologia e política científica e tecnológica; tecnologia e espaço.
Bibliografia: BASTOS, João A S. L. O diálogo da Educação com a Tecnologia. IN: Tecnologia e Interação. João A S. L. Bastos (org.) Coletânea “Educação e Tecnologia”, PPGTE-CEFET. Curitiba: CEFET-PR, 1998. BENJAMIN, Walter. Magia, Técnica, Arte e Política. São Paulo: Brasiliense, 1985. CARVALHO, Marilia. G. Tecnologia e Sociedade. IN: IN: Tecnologia e Interação. João A S. L. Bastos (org.) Coletânea “Educação e Tecnologia”, PPGTE-CEFET. Curitiba: CEFET-PR, 1998. CUTCLIFFE, Stephen H. Ideas, Máquinas y Valores. Barcelona: Anthropos, 2003. DUSSEL, E. Tecnología y necesidades básicas. In: Filosofia de la producción. Bogotá: Nueva America, 1984. FEENBERG, Andrew. Teoria Crítica da Tecnologia: um panorama. In: Racionalização Subversiva: Tecnologia, Poder e Democracia . Disponível em: < http://www.sfu.ca/~andrewf/feenberg_luci.htm e http://www.sfu.ca/~andrewf/coletanea.pdf >. Tradução para o português por Luci Bonini, de Critical Theory of Technology: An Overview. Tailogingbiotechnologies. Center for Tailoring Biotechnologies and Genomics, Wageningen, The Netherlands. Vol. 1, Issue 1, Winter 2005, pp: 47-64. Disponível em: < http://www.tailoringbiotechnologies.com/1_1_Feenberg.pdf. > GAMA, Ruy. A Tecnologia e o Trabalho na História. São Paulo: Nobel/Edusp, 1986. LATOUR, Bruno. Jamais fomos modernos: ensaio de antropologia simétrica. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1994. LIMA FILHO, Domingos e QUELUZ, Gilson Leandro. A tecnologia e a educação tecnológica: elementos para uma sistematização conceitual. Revista Educação e Tecnologia. CEFET-MG. 2005, v 10. No. 1. Disponível em http://seer.dppg.cefetmg.br/index.php/revista-et/article/view/71. MARX, Karl. Capital y Tecnologia: manuscritos de 1861-1863. México, D. F.: Terra Nova, 1980. NOBLE, David. F. La Religión de la tecnología: la divinidad del hombre y el espíritu de invención. Barcelona: Paidós, 1997. PINTO, Álvaro Vieira. O Conceito de Tecnologia. v. 1 e 2. Rio de Janeiro: Contraponto, 2005. SANTOS, M. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. São Paulo: Hucitec, 2002. SMITH, Merrit Roe & MARX, Leo. Does Technology Drive History?: The Dilemma of Technological Determinism. Cambridge: MIT Press, 1994. WINNER, L. Do artifacts have politics? In: Mackenzi, Donald & Wajcman, Judy. The Social Shaping of Technology. Buckingham, Philadelphia: Open University Press, 1998.
CULTURA, SOCIEDADE E AMBIENTE: APORTES SOCIOLÓGICOS E ANTROPOLÓGICOS Código: CSA010DR
Nível: Mestrado Carga horária: 60h Créditos: 04
Ementa: Abordagens teóricas clássicas e contemporâneas de superação das dicotomias constituídas ela modernidade: sujeito/objeto; natureza/cultura. Diferença, pluralismo e modos de vida. Tempo e Espaço como elementos para pensar as transformações sociais. Territorialidade e as conexões em redes. Processos de construção da emancipação,
equidade e autonomia.
Bibliografia: BOAS, Franz. Antropologia cultural. Org. Celso Castro. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004 BOLTANSKI, Luc. De la critique: précis de sociologie de l´émancipation. Paris: Gallimard, 2009 BUTLER, Judith. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. 9ª edição. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2015. DANOWSKI, Débora; CASTRO, Eduardo Viveiros de. Há mundo por vir? Ensaios sobre os medos e os fins. Florianópolis: Cultura e Barbárie, Instituto Socioambiental, 2014. ESCOBAR, Arturo. Territorios de diferencia: lugar, movimientos, vida, redes. Popayán/Colombia: Envión, 2010. FOUCAULT, Michel. O nascimento da biopolítica. Curso dado no College de France (1978-1979). São Paulo: Martins Fontes, 2008. GEERTZ, Cliford. A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: Zahar Editores. 1978. GIDDENS, Anthony. Dualidade da estrutura: agência e estrutura. Oeiras, Portugal: Celta Editora, 2000. LATOUR, Bruno. Reagregando o Social: uma introdução à Teoria do Ator-Rede. Trad. Gilson César Cardoso de Sousa. Salvador/Bauru: Edufba/Edusc, 2012. LATOUR, B; SCHWARTZ, C.; CHARVOLIN, F. Crises dos meios ambientes: desafios às ciências humanas. In: ARAUJO, Hermetes R. de; Tecnociência e cultura: ensaios sobre o tempo presente. São Paulo: Estação Liberdade, 1998. LANDER, Edgardo (Org.). Colonialidade do saber: eurocentrismo e Ciências Sociais. Buenos Aires: CLACSO, 2005. LÉVI-STRAUSS, Claude. O Pensamento Selvagem. Campinas: Papirus. 1989 MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. A ideologia alemã. São Paulo: Martins Fontes, 1989. MARX, Karl. O método da economia política (Contribuição à critica da economia política) In: FERNANDES, F (org). Marx e Engels. Coleção grandes cientistas sociais. São Paulo: Editora Ática. Engels. O capital: critica da economia política. Vol 2. 16ª edição. Rio de Janiro: Civilização Brasileira, 1998. MAUSS, M. Sociologia e antropologia. São Paulo: Cosac & Naify, 2003. QUIJANO, Anibal. Cuestiones y Horizontes de la dependência histórico-estrutural a la colonialidad/descolonialidad del Poder. Buenos Aires: CLASCSO, 2014. STENGERS, Isabelle. No tempo das catástrofes: resistir a barbárie que vem. São Paulo: Cosac Naify, 2015. WEBER, Max. Economia e sociedade: fundamentos da sociologia compreensiva. Vol II. Brasília: Editora UNB; São Paulo: Imprensa oficial, 2004.
DESENVOLVIMENTO HUMANO E ALIMENTAÇÃO Código: DHU010DR
Nível: Mestrado/Doutorado Carga horária: 60h Créditos: 04
Ementa: Enfoques teórico-metodológicos interdisciplinares aplicados aos estudos e pesquisas em temas agroalimentares. A Perspectiva do Desenvolvimento Humano aplicada ao estudo da alimentação. O moderno sistema agroalimentar, os determinantes da nova equação alimentar (saúde, alimentação saudável, sustentabilidade, demografia, bem-estar animal, energia). A problemática do consumo e dos hábitos alimentares modernos. A construção de alternativas por dentro/através do moderno sistema agroalimentar. As cadeias curtas de comercialização, o papel dos consumidores saudáveis e responsáveis, dos novos movimentos sociais, as novas atividades produtivas e de consumo sustentável e o debate em torno da convencionalização dos alimentos alternativos. As políticas públicas e o papel do Estado na alimentação: políticas e programas públicos de Segurança Alimentar e Nutricional (SAN), políticas de construção social de mercados e as políticas de combate à pobreza e vulnerabilidades sociais. A agenda de investigações em Sociologia da Alimentação.
Bibliografia: ARRUDA TEO, C. R. P.; TRICHES, R. M. Alimentação escolar: construindo interfaces entre saúde, educação e desenvolvimento. Chapecó: ARGOS. 2016, 411p. BARBOSA, L.; CAMPBELL, C. (Orgs.). Cultura, consumo e identidade. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006. BARBOSA, L. Feijão com arroz e arroz com feijão: o Brasil no prato dos brasileiros. Horizontes Antropológicos. Porto Alegre, ano 13, n. 28, p. 87-116, 2007. CAMPELLO, T.; NERI, M. C. (Orgs.). Programa Bolsa Família: uma década de inclusão e cidadania. Brasília: IPEA. 2013, 494 p., 25-46p. CRUZ, F. T.; MATTE, A.; SCHNEIDER, S. (ORGs.). Produção, consumo e abastecimento de alimentos: desafios e novas estratégias. Porto Alegre: Editora da UFRGS. 2016, 324p., (Série Estudos Rurais). DÍAZ MÉNDEZ, C; ESPEJO, I. G. La mirada sociológica hacia la alimentación: análisis crítico del desarrollo de la investigación en el campo alimentario. Política y Sociedad. 51, nº 1, pp. 15-49, 2014. DUPUIS, M.; GOODMANN, D. Should we go home to eat?: toward a reflexive politics of localism. Journal of Rural Studies. 21 (2005), p. 359 371. GAZOLLA, M. Redefinindo as agroindústrias familiares: uma conceituação baseada em suas condições alargadas de reprodução social. Florianópolis. VI Congresso Internacional Sistemas Agroalimentares Localizados. 2013, 29p. GIDDENS, A.; ULRICH, B.; SCOTT, L. Modernização reflexiva: política, tradição e estética na ordem social moderna. Tradução de Magda Lopes. São Paulo: UNESP. 1997. LANG, T.; HEASMAN, M. Food wars: the global battle for mouths, minds and markets. London: Earthscan. 2009. LONG, N. Sociología del desarrollo: uma perspectiva centrada en el actor. México: CIESAS. 2006, 504p. (Colección Investigaciones). MALUF, R. S. J. Segurança alimentar e nutricional. Petrópolis: Vozes. 2007, 174p. PLOEG, van der J. D. Camponeses e impérios alimentares: lutas por autonomia e sustentabilidade na era da globalização. Porto Alegre: UFRGS. 2008, 372p. (Série Estudos Rurais). RENTING, H.; MARSDEN, T.; BA.
DIVERSIFICAÇÃO DOS MEIOS DE VIDA NO MUNDO RURAL Código: DMV010DR
Nível: Mestrado Carga horária: 60h Créditos: 04
Ementa: As formas sociais de trabalho e o processo de ‘mercantilização’ do espaço rural nas sociedades contemporâneas. A modernização da agricultura e a diferenciação social e econômica da agricultura familiar. Meios de vida (Livelihoods), estratégias de reprodução social e formas alternativas de desenvolvimento nos espaços rurais. A agricultura familiar, o Estado e as políticas públicas. Elementos teóricos e metodológicos para uma sociologia das formas de trabalho e das mudanças sociais contemporâneas nos espaços rurais.
Bibliografia: ABRAMOVAY, R. Paradigmas do capitalismo agrário em questão. São Paulo: HUCITEC; Rio de Janeiro: ANPOCS; Campinas: UNICAMP, 1992. (Estudos rurais, 12). ELLIS, F. BIGGS, S. Evolving themes in rural development – 1950s-2000s. Development Policy Review, 19 (4): 437-448, 2001; ELLIS, F. Rural livelihoods and diversity in developing countries. Oxford: Oxford University, 2000. GOODMAN, D., SORJ, B., WILKINSON, J. Da lavoura as biotecnologias. Rio de Janeiro, Campus, 1990. LONG, N. et al. The commoditization debate: labor process, strategy and social network. Wagening: Agricultural University of Wagening, 1986. LONG, N. Development sociology: actor perspectives. London: Routledge, 2001. POLANYI, K. A grande transformação: as origens da nossa época. RJ .Ed. Campus, 1980. PERONDI, M. A. Diversificação dos meios de vida e mercantilização da agricultura familiar. Tese de doutorado em Desenvolvimento Rural - Universidade Federal do Rio Grande do Sul / Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural, Porto Alegre, 2007. SEN, A. Poverty and famines: an estay on entitlement and deprivation. Oxford: Oxford University Press, 1981. SEN, A. Desenvolvimento como liberdade. Tradução Laura Teixeira Motta. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. SEN, A. Desigualdade reexaminada. Tradução Ricardo Donielli Mendes. Rio de Janeiro: Record, 2001. VAN DER PLOEG, Jan D. Labor, markets and agricultural production. Boulder: Oxford Westiview Press, 1990. VAN DER PLOEG, Jan D. El processo de trabajo agricola y la mercantilizacion. In: GUZMAN, E. S.; MOLINA, M. G. de. (Ed.). Ecologia, campesinado y historia. Madrid: La Piqueta, 1993. p. 153-195. VAN DER PLOEG, Jan D. O modo de produção camponês revisitado. In. SCHNEIDER, Sérgio. A diversidade da agricultura familiar. Porto Alegre: UFGRS, 2006. (Estudos Rurais). VEIGA, J. E. da. O desenvolvimento agrícola: uma visão histórica. São Paulo: USP; Hucitec. 1991. (Estudos rurais, 11).
EDUCAÇÃO, AMBIENTE E SOCIEDADE Código: EAS010DR
Nível: Mestrado/Doutorado Carga horária: 60h Créditos: 04
Ementa: Diferentes concepções de sujeito, de ambiente e de educação. Referenciais históricos, teóricos e metodológicos da educação ambiental. A educação ambiental como política pública no Brasil.
Bibliografia: BARBIERI, J.C. Desenvolvimento e Meio Ambiente: as estratégias de mudanças da agenda 21. 12 ed. Petrópolis: Vozes, 2011, p. 9-41. BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: meio ambiente e saúde. Distrito Federal, 1997. BRASIL. Coordenação de Educação Ambiental do Ministério da Educação e do Desporto. A implantação da educação ambiental no Brasil. Distrito Federal, 1998. BRASIL. Lei no 9.795, de 27 de abril de 1999. (Regulamentada pelo Decreto n° 4.281, de 25 de junho de 2002). Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Diário Oficial da União República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 28 abr. 1999. BRASIL. PRONEA – Programa Nacional de Educação Ambiental. Ministério do Meio Ambiente, Diretoria de Educação Ambiental; Ministério da Educação, Coordenação Geral de Educação Ambiental. – 3 ed – Brasília: MMA, DF, 2004. BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental - Departamento de Educação Ambiental. Os Diferentes Matizes da Educação Ambiental no Brasil / 1997 – 2007. Distrito Federal, 2009. BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Conselho Nacional de Educação. Resolução Nº 2, de 15 de junho de 2012. (Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental). Diário Oficial da União, Brasília, 18 de junho de 2012 – Seção 1 – p. 70. CARNEIRO, S. M. M. A dimensão ambiental da educação escolar: Contextualização teórico-metodológica e diagnóstico nas séries iniciais da rede escolar pública. In: RAYNAUT, C.; LANA, P. C; ZANONI, M. et all. Desenvolvimento e Meio Ambiente em Busca da Interdisciplinaridade: Pesquisas Urbanas e Rurais. UFPR, Curitiba, 2002. GUIMARÃES, M. A formação de educadores ambientais. 3. ed. São Paulo: Papirus, 2007. GUIMARÃES, M. Armadilha paradigmática na educação ambiental. In: LOUREIRO, C.F.B. (Org.). Pensamento complexo e educação ambiental. São Paulo: Cortez, 2006, p. 15-29. GUIMARÃES, M. Educação ambiental: no consenso um embate? 5 ed. Campinas, Papirus, 2007. LEFF, Enrique. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. 5 ed. Petrópolis: Vozes, 200. LOUREIRO, C.FB. Trajetórias e fundamentos da educação ambiental. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2006. MIRA, R.G.; MARCOTE, P.V. (Directores). Sostenibilidad, valores y cultura ambiental. Madrid: Pirámide, 2009. ONU. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Declaração da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano. Estocolmo, Suécia, 5 a 15 de junho de 1972. ONU, ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Carta de
Belgrado: Uma estrutura global para a educação. Belgrado, 1975. ONU. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Declaração da Conferência Intergovernamental Sobre Educação Ambiental. Tbilisi, Geórgia, 14 a 26 de outubro de 1977. SORRENTINO, M. et al. Educação Ambiental e Políticas Públicas: conceitos, fundamentos e vivências. Curitiba: Appris, 2013. TOZONI-REIS, M.F.C. Educação ambiental: natureza, razão e história. 2. ed. Campinas: Autores Associados, 2008.
EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Código: EDS010DR
Nível: Mestrado Carga horária: 60h Créditos: 04
Ementa: Natureza e especificidade da educação. Estado e políticas de educação. Educação formal e não formal e sustentabilidade. Ensino/formação docente nas perspectivas da interdisciplinaridade, da interculturalidade e da sustentabilidade. Interrelações entre linguagem, educação e desenvolvimento sustentável.
Bibliografia: BRUM, A. O desenvolvimento no contexto da globalização da economia: crises, alternativas, desafios, propostas. Indicadores Econômicos FEE; Estado e Políticas Públicas no Sul. Porto Alegre, v. 24, n. 3, dez, de 1996, p. 246-263. BURSZTYN, M. Ciência, ética e sustentabilidade. São Paulo: Cortez; Brasília: Unesco, 2001. CEPAL./UNESCO. Educación y conocimiento: eje de la transformación productiva com equidad?. Santiago do Chile, 1992. CUNHA, L. A. Educação e desenvolvimento social no Brasil. 3. ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1978. FERNANDES, F. Educação e sociedade no Brasil. São Paulo: Dominus, 1996. FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996. FURTADO, C. O mito do desenvolvimento econômico. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1974. FURTADO, C. Da ideologia o progresso à do desenvolvimento. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978. JANTSCH, A.; BIANCHETTI, L. (Org.). Interdisciplinaridade: para além da filosofia do sujeito. 8.ed. Petrópolis: Vozes, 2008. LEFF, Enrique. Saber ambiental. Petrópolis: Vozes, 2001. MÉSZÁROS, I. A educação para além do capital. São Paulo: Boitempo, 2005. SILVA JR, J. R. Reforma do Estado e da educação no Brasil de FHC. São Paulo: Xamã, 2002. SMITH, N. Desenvolvimento desigual. Rio de Janeiro: Bertrand Russel, 1988. RAMALHO, J. P & ARROCHELLAS, M. H. (Orgs). Desenvolvimento, subsistência e trabalho informal no Brasil. São Paulo: Cortez; Petrópolis: Centro Alceu Amoroso Lima para a Liberdade-CAAL, 2004. SAVIANI, D. Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações. 6.ed. Campinas: Autores Associados, 1997.
ENVELHECIMENTO POPULACIONAL/DEMOGRÁFICO E DESENVOLVIMENTO Código: EPD010DR
Nível: Mestrado/Doutorado Carga horária: 60h Créditos: 04
Ementa: Envelhecimento e velhice. Estudos sobre envelhecimento, em âmbito nacional e internacional. Cenários do envelhecimento populacional/demográfico mundial e nacional e principais desafios para o desenvolvimento e planejamento urbano e rural. Marcos de principais políticas internacionais, nacionais e municipais para a população idosa. Década do Envelhecimento Saudável 2020/30.
Bibliografia: BEAUVOIR, Simone. A Velhice. 2a ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2018. BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social. Estratégia Brasil Amigo da Pessoa Idosa. Documento Técnico. Brasília, DF, 2018. Disponível em:https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/Brasil_Amigo_Pesso_Idosa/
Documento_Tecnico_Brasil_Amigo_Pessoa_Idosa.pdf. BRASIL. Ministério da Cidadania. Estratégia Brasil Amigo da Pessoa Idosa. Brasília, DF, 2020. Disp ttps://www.gov.br/cidadania/pt-br/acoes-e-programas/brasil-amigo-da-pessoa-idosa. DEBERT, Guita Grin. A reinvenção da velhice: socialização e processos de reprivatização do envelhecimento. Sao Paulo. Editora da Universidade de Sao Paulo: Fapesp, 1999. FERREIRA. Olivia et. al. Significados atribuídos ao envelhecimento: idoso, velho e idoso ativo. Psico-USF, v. 15, n. 3, p. 357-364, set./dez. 2010. HADDAD, Eneida Goncalves de Macedo. A ideologia da velhice. 2aed. Sao Paulo: Cortez, 2016. IBGE/INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATISTICA. Projeção da população do Brasil por sexo e idade: 2010-2060. Disponivel em: https://www.ibge.gov.br/apps/populacao/projecao/ . MERLIN, A. P. S. Cidades e Comunidades Amigáveis à Pessoa Idosa (OMS): Uma Análise da pesquisa diagnóstica com a população idosa do município de Itapejara D’Oeste-PR. Dissertacao, Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional/PPGDR. UTFPR-PB. Pato Branco-PR, 2020. Disponível em http://www.utfpr.edu.br/cursos/coordenacoes/stricto-sensu/ppgdr/producao-academica. NERI, Anita Liberalesso; DEBERT, Guita Grin. (Orgs.). Velhice e sociedade. Campinas: Papirus, 1999. OLIVEIRA, S. M. L. De. Contribuições da ergonomia e do planejamento urbano para o envelhecimento e validação do instrumento quantitativo no município de Pato Branco (PR). Dissertacao. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção e Sistemas (PPGEPS/UTFPR. Pato Branco-PR, 2018. OMS. Guia Global Cidade Amiga do Idoso. Biblioteca da OMS. 2008. OMS/OPAS. Envelhecimento ativo: uma política de saúde / World Health Organization; Tradução Suzana Gontijo. – Brasilia: Organizacao Pan-Americana da Saude, 2005. ONU. Plano de ação internacional contra o envelhecimento.
Tradução de Arlene Santos. Brasília: Secretaria Especial dos Direitos Humanos, 2003. PAPALIA, Diane. E; OLDS, Sally Wendkos; FELDMAN, Ruth Duskin. Desenvolvimento humano. 12a ed. Artmed. Porto Alegre, 2013. SILVA, C. R. Envelhecer e ser velho: Valores e ideais de velhice no Programa Cidades e Comunidades Amigáveis à Pessoa Idosa (OMS) e sua concepção no Brasil. Dissertacao, Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional/PPGDR.
UTFPR Câmpus Pato Branco. Pato Branco-PR, 2020. Disponível em
http://www.utfpr.edu.br/cursos/coordenacoes/stricto-sensu/ppgdr/producao-academica. WHO. World Health Organization. Decade of Healthy Ageing: Baseline Report, 2020. Disponível em https://www.who.int/publications/m/item/ decade-of-healthy-ageing-baseline-report. _____. Sobre a rede global de cidades e comunidades amigas do idoso. Age-friendly World, 2019a. Disponivel em: https://extranet.who.int/ageAge-friendlyworld/who-network/. ______. The Global Network for Age-friendly Cities and Communities: looking back over the last decade,looking forward to the next. Geneva, Switzerland World Health Organization;2018.______. Global strategy and action plan on ageing and health, 2017. ______. Resumo Relatório Mundial de Envelhecimento e Saúde, 2015.
ESTRATÉGIAS DE DESENVOLVIMENTO E SUPERAÇÃO DA POBREZA Código:
-Nível: Doutorado Carga horária: 60h Créditos: 04
Ementa: O processo de ‘mercantilização’ da sociedade contemporânea. Modernização e diferenciação econômica. Meios de vida (Livelihoods), estratégias de sobrevivência e formas alternativas de desenvolvimento nos diferentes espaços. Estado e políticas públicas. Elementos teóricos e metodológicos para uma sociologia das formas de trabalho e das mudanças sociais contemporâneas nos espaços rurais.
Bibliografia: ABRAMOVAY, R. Paradigmas do capitalismo agrário em questão. São Paulo: HUCITEC; Rio de Janeiro: ANPOCS; Campinas: UNICAMP, 1992. (Estudosrurais, 12). ELLIS, F. BIGGS, S. Evolving themes in rural development – 1950s-2000s. Development Policy Review, 19 (4): 437-448, 2001; ELLIS, F. Rural livelihoods and diversity in developing countries. Oxford: Oxford University, 2000. GOODMAN, D., SORJ, B., WILKINSON, J. Da lavoura as biotecnologias. Rio de Janeiro, Campus, 1990. LONG, N. et al. The commoditization debate: labor process, strategy and social network. Wagening: Agricultural University of Wagening, 1986. LONG, N. Development sociology: actor perspectives. London: Routledge, 2001. POLANYI, K. A grande transformação: as origens da nossa época. RJ .Ed. Campus, 1980. PERONDI, M. A. Diversificação dos meios de vida e mercantilização da agricultura familiar. Tese de doutorado em Desenvolvimento Rural - Universidade Federal do Rio Grande do Sul / Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural, Porto Alegre, 2007. SEN, A. Poverty and famines: an estay on entitlement and deprivation. Oxford: Oxford University Press, 1981. _______ Desigualdade reexaminada. Tradução Ricardo Donielli Mendes. Rio de Janeiro: Record, 2001. VAN DER PLOEG, Jan D. Labor, markets and agricultural production. Boulder: Oxford WestiviewPress, 1990. ________. El processo de trabajo agricola y la mercantilizacion. In: GUZMAN, E. S.; MOLINA, M. G. de. (Ed.). Ecologia, campesinado y historia. Madrid: La Piqueta, 1993. p. 153- 195. ________. O modo de produção camponês revisitado. In. SCHNEIDER, Sérgio. A diversidade da agricultura familiar. Porto Alegre: UFGRS, 2006. (Estudos Rurais). VEIGA, J. E. da. O desenvolvimento agrícola: uma visão histórica. São Paulo: USP; Hucitec. 1991. (Estudos rurais, 11).
ÉTICA EM PESQUISA ENVOLVENDO SERES HUMANOS Código: EPS010DR
Nível: Mestrado/Doutorado Carga horária: 60h Créditos: 04
Ementa: O caráter sócio-histórico da ética. Ética e ciência. Bioética. Implicações da transposição do modelo biomédico para a pesquisa em ciências humanas e sociais. Submissão de protocolos de pesquisa em ciências humanas e sociais a comitê de ética em pesquisa envolvendo seres humanos.
Bibliografia: BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP). Resolução n. 466, de 12 de dezembro de 2012. BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP). Resolução n. 510, de 07 de abril de 2016. DINIZ, D. Ética na pesquisa em ciências humanas - novos desafios. Ciência & Saúde Coletiva, 13(2):417-426, 2008. MAINARDES, J. A ética na pesquisa em educação: panorama e desafios pós-Resolução CNS nº 510/2016. Educação (Porto Alegre), v. 40, n. 2, p. 160-173, maio-ago. 2017. MOTTA, L. C. S.; VIDAL, S. V.; SIQUEIRA-BATISTA, R. Bioética: afinal, o que é isto? Rev Bras Clin Med. São Paulo, 2012 set-out;10(5):431-9. NOSELLA, P. Ética e Pesquisa. Educ. Soc., Campinas, vol. 29, n. 102, p. 255-273, jan./abr. 2008. SAKAMOTO, B. A. M. Os fundamentos da bioética. Revista Pesquisa em Foco: Educação e Filosofia. Volume 4, Número 4, Ano 4, julho 2011. VON ZUBEN, N. A. Bioética e tecnociências: a saga de Prometeu e a esperança paradoxal. Bauru: Edusc, 2006.
Código: EBA010DR Nível: Mestrado Carga horária: 60h Créditos: 04
Ementa: A origem e o impacto do pensamento evolutivo. Evolução das espécies e a biodiversidade. Processos evolutivos na interação entre populações e fatores ambientais (bióticos e abióticos), e sua contribuição para a origem e manutenção da diversidade biológica. Domesticação das espécies. Conservação e uso de germoplasmas. O uso da biotecnologia da manutenção da biodiversidade. Evolução, agricultura e história.
Bibliografia: BROWN, T.A. Genomes. New York and London, Garland Science, 2002. DANCHIN, E.; GIRALDEAU, L. A.; CÉZILLY, F. Behavioural ecology: an evolutionary perspective on behaviour. Oxford University Press, Cambridge, 2008. DEL-CLARO, K. Introdução à ecologia comportamental. Technical Books, Rio de Janeiro, 2010. FOX, C. W.; ROFF, D. A.; FAIRBAIRN, D. J. Evolutionary ecology: concepts and case studies. Oxford University Press, New York, 2001. FRANKEL, O. H. & BENNETT, E. Genetic resources in plants: their exploration and conservation. Oxford, Blackwell, 1970. FRANKEL, O.H. & BENNETT, E. Conservation and Evolution. Cambridge University Press, Cambridge, 1981. FUTUYMA, D.J. Biologia evolutiva. Sociedade Brasileira de Genética, Ribeirão Preto, 2009. 646p. HARLAN, J. R. The living fields: our agricultural heritage. Cambridge, Cambridge University Press, 1995. LODISH H. et al. Biologia celular e molecular. Porto Alegre: Artmed, 2005. MAZOYER, M.; ROUDART L. História das agriculturas no mundo. Do neolítico à crise contemporânea [tradução de Cláudia F. Falluh Balduino Ferreira]. – São Paulo: Editora UNESP; Brasília, DF: NEAD, 2010. NAAS, L. L. et al. Recursos Genéticos e Melhoramento – Plantas. Rondonópolis, Fundação MT, 2001. PIANKA, E. R. Evolutionary ecology, 5 ed. Harper Collins, New York,1994. RICKLEFS, R. E.; MILLER, G. L. Ecology. W. H. Freeman & Co., New York, 1999. RIDLEY, M. Evolução. Porto Alegre, Artmed, 2006. RINDOS, D. The origins of agriculture: an evolutionary perspective. New York, Academic Press, 1984. SMATT, J. & SIMMONDS, N. W. Evolution of crop plants. London, Longman, 1995. STEARNS, S. C.; HOEKSTRA, R. F. Evolução: uma introdução. Atheneu, São Paulo, 2003.
GÊNERO, ETNICIDADE E DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL Código: GED010DR
Nível: Mestrado/Doutorado Carga horária: 60h Créditos: 04
Ementa: Desenvolvimento territorial e etnodesenvolvimento. Cultura e política. Territórios e territorialidades. Identidade, poder, diferença e desigualdade. Gênero e sexualidade. Relações étnico-raciais. Ações coletivas e movimentos sociais. Bibliografia: ANJOS, José Carlos Gomes dos Anjos. No território da linha cruzada: a cosmopolítica afro-brasileira. Porto Alegre: Editora UFRGS, 2006. HOOKS,Bell. Mulheres Negras moldando a teoria feminista. Revista Brasileira de Ciência Política, n.16, Brasília, p.193-210, jan/abr, 2015. BUTLER, Judith. Gender Trouble: feminism and the subversion of identity. New York: Routledge, 1990. CLASTRES, Pierre. A arqueologia da violência: pesquisas de antropologia política. São Paulo: Cosac & Naify, 2004. CUSICANQUI, Silvia Rivera. Ch ixinakax utxiwa una reflexión sobre prácticas y discursos descolonizadores. Buenos Aires : Tinta Limón, 2010. DAVIS, Angela. Women, Race, & Class. New York: Vintage Books Edition, 1983. DESCOLA, Philippe. Par delà nature et culture, Paris: Gallimard, 2005. ESCOBAR, Arturo. Territories of difference: Place, movements, life, redes. Durham: Duke University Press, 2008. FEDERICI, Silvia. Caliban and the witch: women, the body and primitive accumulation. Brooklyn, USA: autonomedia, 2004. FANON, Frantz. Les Damnés de la terre. Montreal: Editions Kiyikaat, 2016. FOUCAULT, Michel. Segurança, território e população - Cursos no Collége de France (1977-1978). São Paulo: Martins Fontes, 2008. KOPENAWA, Davi; ALBERT, Bruce. A queda do céu: palavras de um xamã yanomami. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. (p.375 453). LITTLE, Paul. Territórios sociais e povos tradicionais no Brasil: por uma antropologia da territorialidade. Série Antropologia. 322. Brasília, 2002. LOURO, Guacira Lopes. Um Corpo Estranho. Porto Alegre: Autêntica, 2004. LUGONES, Maria. Rumo a um feminismo descolonial. Estudos Feministas, Florianópolis, 22(3): 935- 952, setembro-dezembro/2014. SAID, Edward W. Orientalism. London: Routledge & Kegan Paul Ltd., 1978. STENGERS, Isabelle. Reativar o animismo. Chão de Feira - Caderno n.62, Belo Horizonte, 2017. VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. Perspectivismo e multinaturalismo na América indígena. Cadernos Filosofia da Puc-Rio: O que nos faz pensar (...)
GESTÃO TERRITORIAL E PLANEJAMENTO AMBIENTAL Código: GTP010DR
Nível: Mestrado Carga horária: 60h Créditos: 04
Ementa: A gestão territorial e a questão ambiental. Planejamento ambiental e relações com o desenvolvimento. Legislação e planejamento ambiental. Etapas, estruturas e instrumentos do planejamento ambiental. Modelagem de sistemas ambientais. Identificação de risco e avaliação de impacto ambiental. Geoinformação aplicada à gestão