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Academic year: 2021

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(1)

BIOSSEGURANÇA EM

MANEQUINS DE (RCPC)

PROFª. MS.SÔNIA MARIA JOSINO DOS SANTOS

(2)

CARACTERÍSTICAS UNIDADES URGÊNCIA E EMERGÊNCIA

 De acordo com os níveis de complexidade do

atendimento, as Unidades de Urgência prestam atendimento imediato em casos que, em princípio,

não ofereçam risco de vida, exigindo instalações e equipamentos mais simples, próprios de uma retaguarda de baixa e média complexidade.

• Enquanto que as Unidades de Emergência, por sua vez, são locais onde são praticados além dos procedimentos de menor complexidade, característicos das situações de urgência,

(3)

Infecções Hospitalares

São as mais freqüentes complicações

que

acometem

os

pacientes

hospitalizados.

Este processo, ocorre, em média, 5 a

10 dias ao período de internação,

dependendo de suas complicações.

(4)

CCIH

Lei 9431/97, que torna

obrigatória aos

hospitais a criação de CCCIH e a

Portaria 2616/98,que regulamenta as

diretrizes e as

ações de

vigilância e o

controle das Infecções Hospitalares no

país.

(5)

Controle de infecção e

biossegurança

Lei 6514/98, torna

obrigatória ás

instituições, o

fornecimento

de

EPIs,

segundo a necessidade do trabalho

desenvolvido.

Portaria

3214/98,

obriga

aos

funcionários o

uso de

EPIs, de acordo

com a especificidade da atividade

desenvolvida(BRASIL,2008).

(6)

Infecções Hospitalares

De acordo com Figueiredo (2005, p.263)

“Infecção Hospitalar é a infecção que se

manifesta dentro do ambiente hospitalar

ou até 72 horas após a alta do cliente,

em áreas que sofreram intervenções

invasivas durante o período de

internação”.

(7)

Ciclo infeccioso

 Para que uma doença infecciosa seja transmitida para um hospedeiro susceptível, todos os componentes do ciclo do processo infeccioso devem estar presentes.

 Segundo Timby e Smith (2005, p.189), além do agente infeccioso e do hospedeiro, são necessários um reservatório, uma via de saída, um meio de transmissão e uma porta de entrada.

(8)

Controle da disseminação dos

agentes infecciosos

Para se alcançar a assepsia, “ausência

de micróbios causadores de doença”

(AVELLO, 2003, p.97), utiliza-se uma

série de técnicas para a eliminação de

germes,

dentre

elas,

limpeza,

desinfecção e esterilização de materiais.

(9)

Humanização e

biossegurança

 O Ministério da Saúde, dentro da política de Humanização do SUS, adota o conceito de

Ambiência para a arquitetura nos espaços da Saúde.

• Ambiência na Saúde, de acordo com Brasil

(2008), refere-se ao tratamento dado ao espaço físico entendido como espaço social,

profissional e de relações interpessoais que deve proporcionar atenção acolhedora,

(10)

Ambiência

 Três eixos:

1.O espaço que visa à confortabilidade focada na privacidade e individualidade dos sujeitos envolvidos, valorizando elementos do ambiente que interagem com as pessoas – cor, cheiro, som, iluminação,

morfologia...–, e garantindo conforto aos trabalhadores e usuários

(11)

Ambiência

2.O espaço que possibilita a produção de

subjetividades – encontro de sujeitos – por meio da ação e reflexão sobre os processos de trabalho.

3. O espaço usado como ferramenta facilitadora

do processo de trabalho, favorecendo a otimização de recursos, o atendimento humanizado, acolhedor e resolutivo

(12)

BIOSSEGURANÇA

EM

MANEQUINS DE (RCPC)

Estimativas

da

Organização

Internacional do Trabalho (OIT)

revelam a ocorrência anual de 160

milhões de doenças profissionais, 250

milhões de acidentes de profissionais,

250 milhões de acidentes de trabalho e

330 mil óbitos.

(13)

BIOSSEGURANÇA - RCPC

 Na Atualidade o conhecimento e correta

aplicação das normas de biossegurança assumem uma grande importância, em virtude do recrudescimento de doenças consideradas erradicadas ou controladas.

 Aparecimento de novos patógenos, a

resistência bacteriana aos antibióticos e o aumento de patologias envolvendo imunodeficiência humana.

(14)

Biossegurança - RCPC

RISCOS SÉRIOS À SAÚDE:

Durante treinamentos e implementações

da RCP com modelos de manequins.

Nas atividades de Salvamento aquático

para profissionais de saúde.

(15)

Biossegurança - RCPC

INFECTOLOGIA: • AIDS • Hepatite B • Herpes • Meningite Meningocócica • Gripe • Tuberculose • Pneumonia

• Infecções respiratórias diversas.

(16)

Biossegurança - RCPC

 Apesar de muito temido, o vírus HIV, que seria o

grande vilão, perde sua atividade quando exposto a temperatura ambiente em poucos minutos, com vários desinfetantes, baixo custo.

 Deve-se considerar que toda a situação que

envolva contato com fluídos, existe um potencial

risco de contaminação e transmissão de

doenças associadas para todos os envolvidos na equipe de treinamento.

(17)

Biossegurança - RCPC

 DADOS IMPORTANTES:

• Não existem notificação de infecção de

tuberculose e/ou AIDS durante RCP com boca a boca.Porém, se faz necessária a precaução.

• A saliva do paciente com hepatite não é

infectante.

• Há um maior risco por herpes simples, neisseria

meningitidis) através da saliva ou aerossóis, porém a transmissão durante RCP é rara.

• O risco de contaminação com tuberculose é

(18)

Biossegurança - RCPC

 Ainda não se sabe ao certo, o grau de

resistência de vários vírus e bactérias comumente encontrados em sítios de secreções orais.

 Ainda não há evidências de que durante a

massagem cardíaca, pode-se produzir aerossóis nos manequins, o que aumentaria o risco de contaminação.

(19)

Biossegurança - RCPC

 Possíveis focos de contaminação: • Superfícies

• Cavidades

• Bolsas que simulam os pulmões • Traquéia sanfonada

• Demais componentes internos.

LIMPEZA E DESINFECÇÃO REGULAR!!!! ESSA É A IDÉIA!!!

(20)

Biossegurança - RCPC

 DESINFECÇÃO

• Os componentes e mecanismos internos dos

manequins invariavelmente promovem fonte de

contaminação quando não há a desmontagem e

limpeza dos mesmos a cada aula ou treinamento.

• A contaminação durante os treinamentos pode

ocorrer através de fluídos da cavidade oral e pelas

mãos se os manequins com todos os seus

(21)

CONDUTAS EM EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL A MATERIAL BIOLÓGICO

 As maiores fontes de contaminação são o contato

mão-boca, mão-olho, os cortes e feridas superficiais na pele exposta e a perfuração cutânea.

• Usar luvas, protetor facial ou óculos durante a

desinfecção e limpeza.

• Não usar pias para lavagem das mãos ou para

qualquer outras atividades de higiene pessoal

• Lavar superfícies e mecanismos com detergente

(22)

CONDUTAS EM EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL A MATERIAL BIOLÓGICO

• Usar soluções desinfetantes que não sejam

tóxicas

• Cuidado ao manusear as bolsas dos pulmões

para não produzir aerossóis

• Descontaminar superfícies e componentes

internos com agentes e desinfetantes eficazes.

• As maiores fontes de contaminação são o

contato mão-boca, mão-olho, os cortes e feridas superficiais na pele exposta e a

(23)

BIOSSEGURANÇA – RCPC DESINFECÇÃO

• Durante a limpeza dos manequins podemos usar

vários desinfetantes, porém é prudente não lançar mão de soluções a base de iodo que podem manchar ou danificar os produtos em Plástico.

• Também não devemos utilizar soluções como

glutaraldeído ou formaldeído, pois deixam odor,

resíduos e níveis de toxicidade os quais podem

fazer mal a saúde de todos os envolvidos nos treinamentos com RCP.

(24)

INDICAÇÃO DE DESINFETANTE

ÁLCOOL A 70%

HIPOCLORITO DE SÓDIO

ÁCIDO PERACÉTICO

+

PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO.

(25)

BIOSSEGURANÇA – RCPC DESINFECÇÃO

 ÁLCOOL ETÍ ÍLICO NA CONCENTRAÇÃO 70%

• O uso do álcool a 70% vem sendo utilizado na área da saúde a muitos anos, devido ao seu alto poder de desinfecção.

• Nome do Processo: Atividade bactericida e viruscida. (Desinfecção).

A desinfecção com álcool a 70% é feita da seguinte forma:

 friccionar com álcool a 70 % a superfície do artigo no

mesmo sentido esperando a secagem. Repetir o procedimento por três vezes..

(26)

BIOSSEGURANÇA – RCPC DESINFECÇÃO

 MECANISMO AÇÃO DO ÁLCOOL A 70%

•Possui concentração ótima para atividade bactericida, pois a desnaturação das proteínas do microrganismo (atua na membrana plasmática ou parede celular bacteriana, inibindo sua síntese e provocando sua destruição).

• Faz-se mais rapidamente na presença da

(27)

BIOSSEGURANÇA – RCPC DESINFECÇÃO

 DESVANTAGENS DO ÁLCOOL A 70%

•Provoca dilatação e enrijecimento de borrachas

e plásticos, opacifica acrílico, danifica lentes e

materiais com verniz e é altamente inflamável.

• É irritante de mucosa, ou seja, deve-se tomar

cuidado ao utilizá-lo.

• Caso entre em contato com a boca e os olhos, lavar com água e se o problema persistir procurar um médico.

(28)

BIOSSEGURANÇA – RCPC DESINFECÇÃO

 VANTAGENS DO HIPOCLORITO DE SÓDIO • Baixo custo e tem ação rápida.

• É indicado para desinfecção de superfícies

em unidade hemodiálise, banco de sangue e qualquer superfície contaminada.

• Deixando agir por 10 minutos.

(29)

BIOSSEGURANÇA – RCPC DESINFECÇÃO

 HIPOCLORITO DE SÓDIO A 1%

DESVANTAGENS

• Apresenta cheiro forte, é corrosivo.

• Necessita de limpeza prévia do material

para que sua ação não seja prejudicada pelo resíduo orgânico.

(30)

BIOSSEGURANÇA – RCPC DESINFECÇÃO

Á ÁCIDO PERACÉTICO

 LEGISLAÇÃO

• Portaria n.º 122/93 - ANVISA inclui o princípio

ativo na Portaria nº15/88, para uso esterilizante, desinfetante hospitalar para superfícies fixas e para artigos semi-críticos e desinfetante para a indústria alimentícia.

 VANTAGENS

(31)

BIOSSEGURANÇA – RCPC DESINFECÇÃO

 ÁCIDO PERACÉTICO ASSOCIADO A PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO

• O alto poder biocida da combinação do ácido peracético com o peróxido de hidrogênio o converte em um produto altamente eficiente na eliminação de microorganismos, vírus, bactérias e fungos.

• Reage com as proteínas da parede celular dos

microorganismos, penetra no interior das células e ataca o sistema enzimático deles.

• A ação é rápida e não há microorganismos conhecidos

(32)

BIOSSEGURANÇA – RCPC DESINFECÇÃO

 ÁCIDO PERACÉTICO CARACTERÍSTICAS GERAIS

• Alta atividade como biocida e sanitizante

De fácil manejo e conforto operativo

• De fácil diluição

• Não espumífero

• Não corrosivo

• Não gera vapores tóxicos

Grande eficácia contra todo tipo de microorganismos

(33)

Considerações Finais

A prevenção da infecção é um

componente integral do planejamento e

da implementação de todas as ações de

enfermagem.

O plano de assistência de enfermagem

pode e deve incorporar um programa de

ensino planejado para os profissionais,

paciente, família e outros visitantes.

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