• Nenhum resultado encontrado

Avaliação de desempenho no contexto da gestão integrada de recursos humanos de uma entidade fechada de previdência complementar

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Avaliação de desempenho no contexto da gestão integrada de recursos humanos de uma entidade fechada de previdência complementar"

Copied!
72
0
0

Texto

(1)Universidade de Brasília - UnB Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação - FACE Programa de Pós-Graduação em Administração - PPGA Especialização em Gestão de Pessoas. ALAN GUEDES SARAIVA NEVES. AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO NO CONTEXTO DA GESTÃO INTEGRADA DE RECURSO S HUMANOS DE UMA ENTIDADE FECHADA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR. Brasília-DF Maio/2008.

(2) ALAN GUEDES SARAIVA NEVES. AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO NO CONTEXTO DA GESTÃO INTEGRADA DE RECURSO S HUMANOS DE UMA ENTIDADE FECHADA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR. Monografia apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Administração da Universidade de Brasília como requisito parcial para obtenção do grau de Especialista em Gestão de Pessoas.. Ori e n t a d o r a Profª. Dra. Catarina Cecília Odelius. Brasília-DF Maio/2008.

(3) A todos aqueles perceberam minha ausência nos últimos 18 meses....

(4) AGR A D E C I M E N T O S A D e u s por per m i t i r. Fa m í l i a por inc e n t i v a r . A m i g o s por nã o recl a m a r e m . Pr o f e s s o r a C a t a r i n a C e c í li a O d e li u s pel a dis p o s i ç ã o . A F U N C E F e aq u e l e s qu e co n t ri b u í r a m par a est e tra b a l h o res p o n d e n d o u m qu e s t i o n á r i o ext e n s o . Ari el, C a r o l, Rit a e Fáti m a por for m a r m o s u m a eq u i p e Es t á g i o 5 ao lo n g o da Es p e c i a l i z a ç ã o ..

(5) Resumo O pro p ó s i t o de s t e tra b a l h o foi ide n t ifi c a r a opi n i ã o de e m p r e g a d o s de u m a org a n i z a ç ã o qu e atu a na ár e a de Pr e v i d ê n c i a C o m p l e m e n t a r a res p e i t o os as p e c t o s rel a c i o n a d o s à efeti v i d a d e de u m Sist e m a de A v a li a ç ã o de D e s e m p e n h o . O ref e r e n c i a l teóri c o ab o r d o u defi ni ç õ e s de de s e m p e n h o e de co m p e t ê n c i a no â m b i t o org a n i z a c i o n a l e indi v i d u a l . For a m aplic a d o s 1 3 0 qu e s t i o n á r i o s , do s qu a i s 1 1 4 for a m re s p o n d i d o s . A an á li s e da s res p o s t a s foi feita a partir do agr u p a m e n t o do s iten s e m C a r a c t e r í s t i c a s do Sis t e m a , At u a ç ã o do s G e r e n t e s , Im p a c t o da A v a li a ç ã o so b r e os In di v í d u o s e C ult u r a . C o n c l u i u- se qu e o fat o r ger e n c i a l e o se n ti m e n t o de justi ç a sã o as m a i o r e s a m e a ç a s à efeti v i d a d e do sist e m a. P a l a v r a s- ch a v e : av ali a ç ã o de de s e m p e n h o ; co m p e t ê n c i a ; efeti v i d a d e.

(6) SUMÁRIO 1. Introdução....................................................................................7 1. 1 C o n t e x t u a l i z a ç ã o ...........................................................................................................7 1.2 O bj e t i v o s .........................................................................................................................9 1.3 Es tr u t u r a do Tr a b a l h o ...................................................................................................9 2. Referencial Teórico.......................................................................11 2.1 D e s e m p e n h o Or g a n i z a c i o n a l ....................................................................................1 1 2.2 C o m p e t ê n c i a Or g a n i z a c i o n a l .....................................................................................1 4 2.3 C o n c e i t o de C o m p e t ê n c i a no Ní v e l da Or g a n i z a ç ã o .............................................1 5 2.4 R e c u r s o s .......................................................................................................................1 8 2.5 C o m p e t ê n c i a s do Indi v í d u o .......................................................................................20 2.6 C o m p e t ê n c i a s Or g a n i z a c i o n a i s e C o m p e t ê n c i a s Indi v i d u a i s ...............................24 2.7 G e s t ã o do D e s e m p e n h o e A v a li a ç ã o do D e s e m p e n h o Indi v i d u a l ......................25 2.8 Im p l a n t a n d o u m Sis t e m a de Av a li a ç ã o de D e s e m p e n h o Efe ti v o ........................26 2.9 O u t r o s Ele m e n t o s de Ef eti v i d a d e do Sist e m a de A v a li a ç ã o de D e s e m p e n h o ..34. 3. Metodologia................................................................................38 4. Resultados ..................................................................................40. 5. Limitações e Dificuldades do Estudo.................................................53. 6. Recomendações ...........................................................................54. 7. Conclusões .................................................................................55. 8. Referências .................................................................................57. 9. Anexos .......................................................................................60 9.1 Q u e s t i o n á r i o A pli c a d o .................................................................................................60 4.2 Fr e q ü ê n c i a da s R e s p o s t a s ........................................................................................66.

(7)

(8) 1. INTRODUÇÃO. 1. 1 Contextualização. A F U N C E F - Fu n d a ç ã o do s Ec o n o m i á r i o s Fe d e r a i s - é o ter c e i r o m a i o r fu n d o de pe n s ã o do Br a s il e u m do s m ai o r e s da A m é r i c a Lati n a . E nti d a d e fec h a d a de pr e v i d ê n c i a. priv a d a ,. se m. fins luc r a ti v o s. e co m. aut o n o m i a. ad m i n i s t r a t i v a. e. fin a n c e i r a , foi cria d a co m ba s e na Lei nº 6.435, de 1 5 de julh o de 1 9 7 7 , co m o obj e t i v o de ad m i n i s t r a r o pla n o de pre v i d ê n c i a co m p l e m e n t a r do s e m p r e g a d o s da Caix a Eco n ô m i c a bil h õ e s. Fe d e r a l. H oj e, po s s u i patri m ô n i o. e 84 mil parti c i p a n t e s. ativ o total su p e r i o r a R$ 28. e apr o x i m a d a m e n t e. 320 e m p r e g a d o s. (FU N C E F ,. 200 7). P el o s. inte r e s s e s. co m u n s. à ad m i n i s t r a ç ã o. da F U N C E F. e do s. se u s. e m p r e g a d o s , ne s t e ca s o, m a n i f e s t a d a no s A c o r d o s C ol e ti v o s de Tr a b a l h o , inici o u- se e m 200 6 o proj e t o bati z a d o de “Ge s t ã o Inte g r a d a de R e c u r s o s H u m a n o s ” qu e se limit o u a revi s ã o. do Pla n o de C a r g o s. e S al á r i o s , im pl a n t a ç ã o. de re m u n e r a ç ã o. va ri á v e l e av ali a ç ã o de de s e m p e n h o , qu e ve m se n d o co n d u z i d a por C o n s u l t o r i a ext e r n a. co n t r a t a d a. so b o ac o m p a n h a m e n t o. da áre a de ge s t ã o. de pe s s o a s. da. FU N C E F . P o r trat a r- se de u m a revi s ã o , o Pla n o de C a r g o s e S al á r i o s nã o é u m a no v i d a d e ao s ge s t o r e s e e m p r e g a d o s. e su a s alter a ç õ e s ba s i c a m e n t e alter a m os. re q u i s i t o s par a alte r a ç ã o fun c i o n a l e a cria ç ã o da carr e i r a e m “Y” co m a fin ali d a d e de ret e r os tale n t o s da e m p r e s a . E st a for m a de en c a r r e i r a m e n t o foi reivi n d i c a d a po r e m p r e g a d o s e m A c o r d o s C ol e t i v o s de Tr a b a l h o do s últi m o s 4 an o s . A re m u n e r a ç ã o. vari á v e l. trat a- se de u m a. ad e q u a ç ã o. às práti c a s. ob s e r v a d a s no s de m a i s Fu n d o s de P e n s ã o , na P atr o c i n a d o r a da F U N C E F empres a s na q u e l e. de po n t a e ser v e par a atr ai r e ret e r os pr ofi s s i o n a i s nic h o. em. qu e. a. empres a. est á. ins e r i d a .. Para. es s a. já. e na s. m a i s “valio s o s ” Fu n d a ç ã o ,. a. re m u n e r a ç ã o vari á v e l est á ba s e a d a no res u l t a d o da e m p r e s a ao lon g o do ex e r c í c i o , u m a ve z qu e, por se trat a r de u m a E nti d a d e Fe c h a d a de Pr e v i d ê n c i a C o m p l e m e n t a r , nã o. po s s u i. luc r o.. A. par c e l a. vari á v e l. da. re m u n e r a ç ã o. de s e m p e n h o glo b a l e do de s e m p e n h o do s indi v í d u o s .. ser á. em. fun ç ã o. do.

(9) P o r fim, a av a li a ç ã o de de s e m p e n h o é u m a no v i d a d e par a a e m p r e s a e, a pri n c í p i o , ser á utiliz a d a par a su b s i d i a r de c i s õ e s relati v a s a re m u n e r a ç ã o vari á v e l. Al é m dis s o, a F U N C E F. im p l a n t a r á u m Pla n e j a m e n t o E str a t é g i c o for m a l. on d e as aç õ e s e m e t a s ser ã o de s d o b r a d a s até ao nív e l do e m p r e g a d o . A o nív e l do e m p r e g a d o , a afe ri ç ã o da s det e r m i n a ç õ e s do Pla n e j a m e n t o E str a t é g i c o se dar á po r m e i o da A v a li a ç ã o de D e s e m p e n h o Indi v i d u a l. A pre o c u p a ç ã o. ce n t r a l do pe s q u i s a d o r é a ab o r d a g e m. da C o n s u l t o r i a. ext e r n a so b r e o proj e t o qu e se rest ri n g e , ba s i c a m e n t e , à R e m u n e r a ç ã o , co n t u d o bati z o u- o de “Ge s t ã o Inte g r a d a de R e c u r s o s H u m a n o s ” . À pri m e i r a vist a, es s e no m e já de v e r i a ta m b é m Des e n v o l vi m e n t o al g u n s. ab o r d a r os pr o c e s s o s R e c r u t a m e n t o. & E d u c a ç ã o , Q u a l i d a d e de Vi d a no Tr a b a l h o , só par a no m i n a r. pro c e s s o s. mencion a d o s.. e S el e ç ã o , Tr ei n a m e n t o ,. mais. evi d e n t e s. A Av a li a ç ã o. na q u e l a. Fu n d a ç ã o. e. qu e. de D e s e m p e n h o. Indi v i d u a l ,. so b. for a m. a metodolo gia. co n s u l t o r i a co n t r a t a d a é o po n t o de parti d a par a as m o v i m e n t a ç õ e s Pl a n o de C a r g o s e S al á r i o s e a det e r m i n a ç ã o. se q u e r. da. pre v i s t a s no. do per c e n t u a l na P a rti c i p a ç ã o no s. R e s u l t a d o s (rem u n e r a ç ã o vari á v e l). A d e m a i s , os fun d o s de pe n s ã o est ã o suj eit o s a vári a s re g u l a m e n t a ç õ e s , u m a ve z qu e, o G o v e r n o Fe d e r a l est á ate n t o à de s ti n a ç ã o do s rec u r s o s do s Fu n d o s de P e n s ã o , nor m a l m e n t e liga d o s a e m p r e s a s est a t a i s . P o rt a n t o , e m m a i o de 200 1 , pu b li c o u as Lei s C o m p l e m e n t a r e s 1 0 8 e 10 9, as qu a i s tra zi a m e m se u boj o u m de s a f i o par a as E nti d a d e s Fe c h a d a s de Pr e v i d ê n c i a C o m p l e m e n t a r (EFP C), qu e é a exi g ê n c i a. da pr ofi s s i o n a l i z a ç ã o .. ad m i n i s t r a r do s fun d o s , faz e n d o. Descrita. na lei, crio u. co m qu e est e s fos s e m. um. marco. obri g a d o s. no estil o. de. a foc a r se u s. ne g ó c i o s e m res u lt a d o s e enfr e n t a r a qu e b r a de vári o s par a d i g m a s exi s t e n t e s . A exi g ê n c i a leg a l tent a dis c i p li n a r u m m e r c a d o im p o r t a n t e da ec o n o m i a do P a í s , qu e sã o as E F P C bra s i l e i r o (AB R A P P ,. e det ê m. 200 7).. Co m o. e m patri m ô n i o o eq u i v a l e n t e a 1 7,6 % os fun d o s. de pe n s ã o. sã o lig a d o s. do PI B as su a s. pat r o c i n a d o r a s , se n d o as m a i o r e s patr o c i n a d a s por e m p r e s a s est a t a i s , sofr e m fort e infl u ê n c i a da cult u r a or g a n i z a c i o n a l del a s . Iss o lev a es s a s or g a n i z a ç õ e s u m a cris e de ide n ti d a d e , ou sej a, po s s u e m. nat u r e z a. a ter e m. jurí di c a priv a d a , m a s po r. infl u ê n c i a cult u r a l de su a s patr o c i n a d o r a s , qu e sã o est a t a i s , po s s u e m fort e s tra ç o s do co m p o r t a m e n t o. org a n i z a c i o n a l. qu e é típic o. no set o r pú b li c o . Dif e r e n t e. da s.

(10) e m p r e s a s priv a d a s , qu e ger a l m e n t e en v i d a m tod o s os esf o r ç o s par a m a x i m i z a r se u s re s u l t a d o s ec o n ô m i c o- fin a n c e i r o s , as e m p r e s a s do set o r pú b li c o e m ger a l bu s c a m co m p a t i b i li z a r. se u s. res u lt a d o s. ec o n ô m i c o s. co m. a. fun ç ã o. so c i a l. so b. su a. re s p o n s a b i l i d a d e . C o n s e q ü e n t e m e n t e , ao lon g o de su a hist ó ri a, est ã o suj eit a s à ing e r ê n c i a pol í ti c a , poi s alé m da influ ê n c i a cult u r a l de se u s patr o c i n a d o r e s , os Fu n d o s Pen s ã o. sã o ele m e n t o s. fun d a m e n t a i s. da ec o n o m i a. e fin a n c i a d o r e s. de. do s pr oj e t o s. go v e r n a m e n t a i s . D e n t r o da de s t a re ali d a d e , a F U N C E F. – Fu n d a ç ã o. do s Ec o n o m i á r i o s. Fe d e r a i s , liga d a a su a patr o c i n a d o r a C ai x a Ec o n ô m i c a Fe d e r a l , pa d e c e do s m e s m o s pro b l e m a s do set o r, ou sej a, é u m a reali d a d e qu e a obri g a a pr ofi s s i o n a l i z a r- se e m bu s c a do au m e n t o de su a pro d u t i v i d a d e . Di a n t e do ex p o s t o , o foc o de s t e est u d o é o Sist e m a Des e m p e n h o. de A v a li a ç ã o de. co m o u m ele m e n t o fun d a m e n t a l e efeti v o na G e s t ã o de P e s s o a s e. ant e c i p a r o im p a c t o. da im p l a n t a ç ã o. do Sist e m a. no s indi v í d u o s. da org a n i z a ç ã o. est u d a d a .. 1.2 Objetivos Es t e tra b a l h o. ser á foc a d o. no pilar da Av a li a ç ã o. de D e s e m p e n h o. do. pro j e t o de “Ge s t ã o Inte g r a d a de R e c u r s o s H u m a n o s ” da F U N C E F . C o m o cita d o ant e r i o r m e n t e , a av a li a ç ã o de de s e m p e n h o é u m a no v i d a d e pa r a os e m p r e g a d o s e ser á o instr u m e n t o utiliz a d o par a defi n i ç ã o da par c e l a vari á v e l da re m u n e r a ç ã o do s e m p r e g a d o s da F U N C E F . D a d a est a situ a ç ã o iné d i t a na e m p r e s a , bu s c a- se ide n tifi c a r os as p e c t o s fu n d a m e n t a i s. qu e. de v e r ã o. ser. co n s i d e r a d o s. na. im pl a n t a ç ã o. do. Sis t e m a. de. Av a l i a ç ã o de D e s e m p e n h o da e m p r e s a par a qu e se ten h a u m sist e m a legiti m a d o po r pa rt e de e m p r e g a d o s e sej a efeti v o no s se u s pr o p ó s i t o s . 1.2.1 Objetivo Geral Ide n tifi c a r fat o r e s influ e n c i a d o r e s da efeti v i d a d e do Sis t e m a de Av a li a ç ã o. de D e s e m p e n h o. org a n i z a ç ã o e da liter a t u r a .. na F U N C E F. so b a ótic a de e m p r e g a d o s. da.

(11) 1.2.2 Objetivos Específicos a) Ide n tifi c a r a per c e p ç ã o do s e m p r e g a d o s da F U N C E F a res p e i t o de. Sist e m a s de A v a li a ç ã o de D e s e m p e n h o ; b) Ide n tifi c a r. a opi ni ã o. influ e n c i a m. a. do s. pe s q u i s a d o s. efeti v i d a d e. de. um. qu a n t o. Sist e m a. a fat o r e s. de. qu e. A v a li a ç ã o. de. Des e m p e n h o c) A n a li s a r a influ ê n c i a da s car a c t e r í s t i c a s pe s s o a i s e pr ofi s s i o n a i s na per c e p ç ã o do Sist e m a de A v a li a ç ã o de D e s e m p e n h o ; d) For n e c e r. su b s í d i o s. par a. os. ge s t o r e s. da. empres a. par a. a. im pl a n t a ç ã o do Sis t e m a ; 1.3 Estrutura do Trabalho Es t e tra b a l h o po s s u i 07 ca p í t u l o s , alé m de s t a intr o d u ç ã o . N o pró x i m o ca p í t u l o , en c o n t r a- se o ref e r e n c i a l teó ri c o on d e ser ã o apr e s e n t a d a s car a c t e r í s t i c a s e co n c e i t o s. relati v o s. a av ali a ç ã o. de. de s e m p e n h o. e co m p e t ê n c i a. no. nív e l. da. org a n i z a ç ã o e do indi v í d u o , be m co m o de Sis t e m a s de Av a li a ç ã o de D e s e m p e n h o , su a im p l a n t a ç ã o e efeti v i d a d e . No. ca p í t u l o. se g u i n t e. ser á. ab o r d a d a. a meto d ol o g i a. utiliz a d a. par a. o. de s e n v o l v i m e n t o da pe s q u i s a , se g u i d o do s res u lt a d o s , dis c u s s ã o e rec o m e n d a ç õ e s e, po r fi m, a co n c l u s ã o , ref e r ê n c i a s e ap ê n d i c e ..

(12) 2. REFERENCIAL TEÓRICO N e s t e ca p í t u l o est ã o ab o r d a d o s as p e c t o s rela c i o n a d o s ao de s e m p e n h o e co m p e t ê n c i a ao nív e l da or g a n i z a ç ã o e do indi v í d u o e a rel a ç ã o entr e a m b o s ,. be m. co m o a im p o r t â n c i a , eta p a s de im p l a n t a ç ã o , utiliz a ç ã o e efeti v i d a d e de u m Sist e m a de Av a l i a ç ã o de D e s e m p e n h o . 2.1 Desempenho Organizacional H á dé c a d a s. o as s u n t o. “des e m p e n h o. or g a n i z a c i o n a l” co n t a. co m. um. gra n d e vol u m e de liter a t u r a e m div e r s a s dis c i p li n a s mi ni s t r a d a s por K at z e K a h n , V a n de V e n, P e n n i n g s & G o o d m a n , K e n d r i c k , Pric e, Ste e r s , co n t u d o co m po u c o co n s e n s o na s defi n i ç õ e s bá s i c a s e na s ab o r d a g e n s . H á u m ar de tec n i c i d a d e no as s u n t o , ain d a qu e o pr o b l e m a medidas.. Al g u n s. est u d i o s o s. ce n t r a l sej a, si m p l e s m e n t e , u m refi n a m e n t o. ex p r e s s a m. su a. im p a c i ê n c i a. co m. o co n c e i t o. na s de. “efeti vi d a d e org a n i z a c i o n a l”, esti m u l a n d o- os a dire c i o n a r a ate n ç ã o par a ár e a s m a i s pro v e i t o s a s (Kant e r & Bri n k e r h o f f, 1 9 8 1). Seg u n d o. K a n t e r & Bri n k e r h o f f (198 1), as qu e s t õ e s. m a i s inte r e s s a n t e s. so b r e o te m a nã o sã o téc n i c a s , m a s si m co n c e i t u a i s : nã o é como m e d i r a efeti v i d a d e ou a pro d u t i v i d a d e , m a s o que m e d i r; co m o defi ni ç õ e s e téc n i c a s sã o es c o l h i d a s e co m o. est ã o. co n e c t a d a s. a. outr o s. as p e c t o s. da. estr u t u r a. e. fun c i o n a m e n t o. est u d o. do. Dese m p e n h o. org a n i z a c i o n a l e ao rel a c i o n a m e n t o co m o a m b i e n t e . De. ac o r d o. Or g a n i z a c i o n a l pre f e r ê n c i a s. é. divi d o. co m em. de m e n s u r a ç ã o. aq u e l e s “gru p o. aut o r e s , de. de efeti v i d a d e .. o. inter e s s e ”, Para. rela c i o n a n d o- os. Q ui n n. (1978 ap u d. co m. as. KA N T E R ;. B R I N K E R H O F F , 1 9 7 8), há 03 defi n i ç õ e s orie n t a d a s par a a pr o d u t i v i d a d e : a) D o ec o n o m i s t a : out p u t/in p u t, co m a qu a li d a d e no foc o so c i a l; b) D o. en g e n h e i r o. ind u s t r i a l:. out p u t/in p u t,. co m. a qu a li d a d e. no foc o. téc n i c o ; c) D o ad m i n i s t r a d o r : de s e m p e n h o or g a n i z a c i o n a l defi n i d o de ac o r d o co m. vári a s situ a ç õ e s.

(13) Seg u n d o Cun ni n g h a m. (1977 ap u d K A N T E R ; B R I N K E R H O F F , 1 9 7 8), há. 07 pe r s p e c t i v a s ou teori a s qu e su g e r e m dife r e n t e s crité ri o s de m e n s u r a ç ã o , qu e sã o de s c r i t o s ab a i x o : a) P el o alc a n c e do s obj e ti v o s (rational goal models); b) P el a distri b u i ç ã o óti m a do s rec u r s o s no s su b s i s t e m a s da org a n i z a ç ã o. (system resource models); c) P o r pro c e s s o s or g a n i z a c i o n a i s (managerial process models); d) P o r. res o l u ç ã o. de. pro b l e m a s. e. ren o v a ç ã o. de. ca p a c i d a d e s. (organizacional development models); e) P el o. pr o c e s s o. de. ac o m o d a ç ã o. e. aju s t e. entr e. os. ele m e n t o s. ap ó i a m. os. ele m e n t o s. org a n i z a c i o n a i s (bargaining models); f) P el o. de s e n v o l v i m e n t o. de. estr u t u r a s. qu e. org a n i z a c i o n a i s (structural-functional models); g) A. partir. da s. co n s e q ü ê n c i a s. so c i a i s. da s. aç õ e s. or g a n i z a c i o n a i s. (functi o n a l m o d e l s). S e os profi s s i o n a i s da s ciê n c i a s so c i a i s ab o r d a m muito. difer e n t e s ,. co n s e n s o. nã o. é sur p r e s a. qu e. an o s. de pe s q u i s a. a qu e s t ã o de for m a s nã o. na s defi n i ç õ e s e m e d i d a s glo b a i s de de s e m p e n h o. fin a n ç a s , qu e sã o, e m su a m ai o r i a , qu a n t i t a t i v a s. pro d u z i r a m. um. eq u i v a l e n t e s as de. (KA N T E R. & BRIN K E R H O F F ,. 1 9 7 8). Ind e p e n d e n t e m e n t e. da. de s e m p e n h o ,. a s meto d ol o g i a s. pre o c u p a ç õ e s. do s. ge s t o r e s. ab o r d a g e m. de. da s. av a li a ç ã o. or g a n i z a ç õ e s. ou de. do s. co n c e i t o s. de s e m p e n h o. (CO L L L I N S. so b r e. o. se m p r e. for a m. & POR R A S,. 1 9 9 4;. K A P L A N & N O R T O N , 1 9 9 4; N E E L Y & A U S T I N , 200 3). A av ali a ç ã o é u m pro c e s s o pre s e n t e e de gra n d e im p o r t â n c i a par a a vid a pr ofi s s i o n a l do s e m p r e g a d o s e pa r a o fut u r o da s org a n i z a ç õ e s , det e r m i n a n d o o su c e s s o ou fra c a s s o pe s s o a l , pr ofi s s i o n a l ou org a n i z a c i o n a l (AL M E I D A , M A R Ç A L e K O V A L E S K I , 2 0 0 4). Seg u n d o s de s e m p e n h o. os. ser obj e t o. aut o r e s , de est u d o. a raz ã o. da s. e pe s q u i s a. metod olo gia s no â m b i t o. de. av a li a ç ã o. da s e m p r e s a s. de e da. ac a d e m i a , rev e l a qu e se m a av ali a ç ã o de de s e m p e n h o ad e q u a d a , nã o há sist e m a int e g r a d o e efic a z de ge s t ã o e m p r e s a r i a l..

(14) O pr o c e s s o ac el e r a d o de tra n s f o r m a ç õ e s , sej a tec n o l ó g i c a , sej a cult u r a l, sej a. or g a n i z a c i o n a l ,. so c i a i s. e/ou. ec o n ô m i c a s ,. exi g e m. muda n ç a s. cult u r a i s. e. co m p o r t a m e n t a i s da s org a n i z a ç õ e s e se u s m e m b r o s . As e m p r e s a s sã o obri g a d a s a de s e n v o l v e r aç õ e s qu e en v o l v a m e co m p r o m e t a m os profi s s i o n a i s co m os obj e t i v o s da co r p o r a ç ã o . N o qu e se ref e r e às de or d e m. or g a n i z a c i o n a l , as tra n s f o r m a ç õ e s. sã o. se n t i d a s e m div e r s o s nív e i s , tant o no nív e l estr u t u r a l co m o op e r a c i o n a l . O ní v e l estr u t u r a l as org a n i z a ç õ e s pr e c i s a m se tor n a r efici e n t e s par a po d e r e m co m p e t i r no m e r c a d o . A av ali a ç ã o do de s e m p e n h o. sofr e influ ê n c i a de vari á v e i s ext e r n a s qu e. at u a m so b r e as or g a n i z a ç õ e s (AL M E I D A , M A R Ç A L , K O V A L E S K I , 2 0 0 4). D e ac o r d o co m Al m e i d a , M a r ç a l e K o v a l e s k i (2004), a liter a t u r a m o s t r a div e r s a s. maneiras. de. cla s s i fi c a r. os. indi c a d o r e s. de. de s e m p e n h o. em. uma. org a n i z a ç ã o : a) G a r v i n (1998) pr o p ô s u m a estr u t u r a te m p o r a l par a o ger e n c i a m e n t o do s pro c e s s o s. org a n i z a c i o n a i s ,. tra b a l h o ” bu s c a m. cla s s i fi c a n d o- os co m o :. de s e n v o l v e r no v o s pro d u t o s ou pro d u ç ã o. ser v i ç o s , on d e na su a m ai o r i a sã o co n s i d e r a d o s de m a i s. pro c e s s o s. co m p o r t a m e n t o ” , co m u n i c a ç ã o , mu d a n ç a”,. for a m. de. médio. cla s s ifi c a d o s pr a z o ,. apr e n d i z a g e m de. “pro c e s s o s. lon g o. pr a z o ,. qu e. “pro c e s s o s. to m a d a s. org a n i z a c i o n a l. e. en v o l v e. de be n s e. de curt o pr a z o . O s. co m o. en v o l v e n d o. de. em. de. de c i s ã o ,. “pro c e s s o s. cria ç ã o ,. de de. cre s c i m e n t o ,. tra n s f o r m a ç ã o e de c l í n i o da or g a n i z a ç ã o . b) P a r m e n t e r (2002) cla s s i fi c a os indi c a d o r e s de de s e m p e n h o , co m o :  Indi c a d o r e s de D e s e m p e n h o : sã o obti d o s pel a uni ã o de indi c a d o r e s ch a v e s. de. de s e m p e n h o ,. qu a n d o. se. pr et e n d e. apr e s e n t a r. o. de s e m p e n h o de u m de p a r t a m e n t o ;  Indi c a d o r e s. de s e m p e n h o de s e m p e n h o. de. Res ulta d o:. cita d o s. aci m a ,. sã o co m. jun ç õ e s o. do s. obj e ti v o. indi c a d o r e s de. de. an ali s a r. o. glo b a l da e m p r e s a . Alg u n s ex e m p l o s de indi c a d o r e s. de res u l t a d o sã o: satis f a ç ã o do clie n t e, parti c i p a ç ã o no m e r c a d o , sati s f a ç ã o de fu n c i o n á r i o s , lucr o líq ui d o , ret o r n o de ca p it a l apli c a d o ..

(15)  Indi c a d o r e s C h a v e de D e s e m p e n h o : oc o r r e m e m m ai o r nú m e r o e po d e m ser obti d o s no s loc ai s on d e os pro c e s s o s sã o ex e c u t a d o s . c) R u m m l e r. e B ar c h e. (1994) defi n e m. trê s. nív e i s. de. mediçã o. do. de s e m p e n h o or g a n i z a c i o n a l :  Ní v e l 1- da Or g a n i z a ç ã o : prio ri z a o rela c i o n a m e n t o da or g a n i z a ç ã o. co m o m e r c a d o alé m de enf a t i z a r as pri n c i p a i s fun ç õ e s da e m p r e s a  Ní v e l. 2 - do. Pr o c e s s o :. foc o. em. pro c e s s o s. defi ni d o s. pel a. org a n i z a ç ã o  Ní v e l 3 - do Tr a b a l h o/ e x e c u t o r : ide n t ifi c a o ex e c u t o r da s ativi d a d e s. corr e l a c i o n a d a s pe s s o a s. co m o. trei n a m e n t o. ao nív e l de pro c e s s o s , co n t r a t a ç ã o ,. e as rec o m p e n s a s .. incl ui n d o. pr o m o ç ã o , E st e. nív e l. a ge s t ã o. de. res p o n s a b i l i d a d e s , ser á. o foc o. de s t e. tra b a l h o . O s aut o r e s de m o n s t r a m ain d a , no v e vari á v e i s de de s e m p e n h o apli c a d a s ao s trê s nív e i s de m e d i ç ã o de de s e m p e n h o , co n f o r m e apr e s e n t a d o no Q u a d r o 1. Q u a d r o 1 - A s no v e vari á v e i s de de s e m p e n h o AS TRÊS NECES SIDADE S DE DESEMPENHO Objetivos. Processo. Gerenciamento. Nível da. O bj e ti v o s da. Pr o c e s s o s da. Gere n ci a m e n t o. OS TRÊS. Organização. Or g a n i z a ç ã o. Or g a n i z a ç ã o. da Or g a n i z a ç ã o. NÍVEIS DE. Nível do. O bj e ti v o s do. Pr o c e s s o s do. Gere n ci a m e n t o. DESEMPENH. Processo. Pr o c e s s o. Pr o c e s s o. do Pr o c e s s o. O. Nível do. O bj e ti v o s do. Pr o c e s s o s do. Gere n ci a m e n t o. Executor. Exe c u t o r. Exe c u t o r. do E x e c u t o r. Fo n t e : R u m m e l e r e Br a c h e (1994, p.24). 2.2 Competência Organizacional.

(16) A idéi a. de co m p e t ê n c i a. org a n i z a c i o n a l. é ori gi n a d a. da ev o l u ç ã o. do. pe n s a m e n t o e m ad m i n i s t r a ç ã o , es p e c i f i c a m e n t e na “vis ã o da e m p r e s a ba s e a d a e m re c u r s o s ” por P e n r o s e (1959 ap u d F E R N A N D E S , 200 4). A ev o l u ç ã o de s s a idéi a (WE R N E R F E L T , 1 9 8 4; T E E C E , 1 9 8 2; E R L I C H 200 3. ap u d. FE R N A N D E S ,. 200 4) de m o n s t r a. qu e. estr a t é g i a s. de. div e r s i fi c a ç ã o. ac o n t e c e m por de s e j o de ex pl o r a r ca p a c i t a ç õ e s já exi s t e n t e s na or g a n i z a ç ã o do qu e pel a s de m a n d a s de m e r c a d o , co m o def e n d i d o s por Mi c h a e l P or t e r. N a dé c a d a de 80, infl u e n c i a d o s Mi c h a e l P or t e r, atr a v é s da pu b li c a ç ã o da ob r a C o m p e t i t i v e Str a t e g y , os pe s q u i s a d o r e s. co m e ç a m. a enf a ti z a r a an á li s e do. m e r c a d o na for m u l a ç ã o de estr a t é g i a s . N e s t a ótic a, o de s e m p e n h o , sej a bo m ou rui m , de p e n d e , fun d a m e n t a l m e n t e , do po s i c i o n a m e n t o no m e r c a d o , ou sej a, ret o r n o s su p e r i o r e s. sã o. obti d o s. qu a n d o. uma. org a n i z a ç ã o. alc a n ç a. po s i ç ã o. de. alt a. re n t a b i l i d a d e e apr o v e i t a su a s op o r t u n i d a d e s . D e s s a for m a , u m de s e m p e n h o ex c e l e n t e po d e ser ent e n d i d o a partir de u m a po s i ç ã o va n t a j o s a e m u m m e r c a d o e a defi ni ç ã o da estr a t é g i a de v e ser feit a de for a pa r a de n t r o, ao inv é s de olh a r os rec u r s o s e de s e n v o l v e r as estr a t é g i a s qu e pe r m i t a rent a b i li z á- los (visã o da e m p r e s a ba s e a d a e m rec u r s o s). S e g u n d o P o rt e r (1986), a e m p r e s a. de v e. co m p r e e n d e r. o merca d o,. ide n t ifi c a r. op o r t u n i d a d e s. e. a m e a ç a s , e de s e n v o l v e r aç õ e s par a apr o v e i t a r aq u e l a op o r t u n i d a d e . V olt a n d o ret o m a r a m. ao co n c e i t o de “vis ã o ba s e a d a. a an áli s e. da s. car a c t e r í s t i c a s. e m rec u r s o s ”, pe s q u i s a d o r e s. es p e c í f i c a s. qu e. est ã o. na. ba s e. do. de s e m p e n h o da e m p r e s a , co n t u d o a ter m i n o l o g i a utiliz a d a vari a co n s i d e r a v e l m e n t e : “Existe uma quantia considerável de sopa terminológica, com vários teóricos de ‘ visão da empresa baseada e recursos’ usando conceitos como ‘recursos’, ‘competências’, ‘capacidades’, ‘ativos’, etc. para o que é, muitas vezes, essencialmente a mesma coisa” (Foss, 1997, p. 346 apud Fernandes, 2004). 2.3 Conceito de Competência no nível da organização A partir de 1 9 9 0 , co m a pu b li c a ç ã o de “The core competece of the Corporation”, Pr a h a l a d e H a m e l def e n d e m qu e o su c e s s o da s org a n i z a ç õ e s est á ap o i a d o e m rec u r s o s es p e c i a i s , qu e sã o de n o m i n a d o s de co m p e t ê n c i a s es s e n c i a i s :.

(17) “A corporação diversificada é uma grande árvore. O tronco e os galhos são os produtos essenciais, e os galhos menores, as unidades de negócio; as folhas, as flores e os frutos são os produtos finais. A raiz, que promove a nutrição, sustentação e estabilidade, é a competência essencial” (Prahalad e Hamel, 1990; p.82). A partir de ent ã o , o co n c e i t o de co m p e t ê n c i a ga n h a de s t a q u e no s est u d o s e m A d m i n i s t r a ç ã o . Mills, Platt s, B o u r n e e Ric h a r d s. (2002) defi n e m. co m o. de s e m p e n h a r. uma. for m a. ex c e l e n t e. de. uma. empres a. co m p e t ê n c i a as. ativi d a d e s. ne c e s s á r i a s par a o se u su c e s s o . A q u e l e s aut o r e s sist e m a t i z a r a m os div e r s o s ní v e i s de ent e n d i m e n t o. de co m p e t ê n c i a s. na s org a n i z a ç õ e s. da for m a. apr e s e n t a d a. no. Quadr o 2. Conceitos de competências Conceito. Descrição C o m p e t ê n c i a s e ativi d a d e s m a i s ele v a d a s , no ní v e l. C o m p e t ê n c i a s es s e n c i a i s. cor p o r a t i v o , qu e sã o as ch a v e s par a a so b r e v i v ê n c i a da e m p r e s a e ce n t r a i s par a su a estr a t é g i a C o m p e t ê n c i a s e ativi d a d e s qu e os clie n t e s. C o m p e t ê n c i a s disti n ti v a s. rec o n h e c e m co m o dife r e n c i a d o r e s de se u s co n c o r r e n t e s e qu e pro v ê m va n t a g e n s co m p e t i t i v a s .. C o m p e t ê n c i a s or g a n i z a c i o n a i s. C o m p e t ê n c i a s e ativi d a d e s- ch a v e es p e r a d a s de. ou da s uni d a d e s de ne g ó c i o s. ca d a uni d a d e de ne g ó c i o s da e m p r e s a. C o m p e t ê n c i a s de su p o r t e. Ativi d a d e qu e é vali o s a par a ap o i a r u m leq u e de co m p e t ê n c i a s.

(18) C a p a c i d a d e de u m a e m p r e s a de ad a p t a r su a s co m p e t ê n c i a s co m o te m p o . É dir et a m e n t e. C a p a c i d a d e s din â m i c a s. rela c i o n a d a ao s rec u r s o s im p o r t a n t e s par a muda n ç a. Q u a d r o 2 – C o n c e i t o de C o m p e t ê n c i a s Fo n t e : Mill s et al, 200 2, p. 1 3. Rua s. (2003). afir m a. qu e. co m p e t ê n c i a s. es s e n c i a i s. difer e n c i a m. a. org a n i z a ç ã o no es p a ç o de co m p e t i ç ã o inter n a c i o n a l , co n t ri b u i n d o par a u m a po s i ç ã o de pi o n e i r i s m o no m e r c a d o , en q u a n t o as co m p e t ê n c i a s fun c i o n a i s sã o es p e c í f i c a s a ca d a u m a da s ár e a s vitai s da e m p r e s a . Mills et al (2002) pro p õ e m qu e as co m p e t ê n c i a s sej a m ent e n d i d a s “co m o va ri á v e i s , nã o co m o atrib u t o s : nã o sã o co m o alg o qu e as org a n i z a ç õ e s ten h a m ou nã o te n h a m , m a s alg o qu e re ali z a m e m det e r m i n a d o nív e l.” O nív e l cita d o é av a li a d o pel a co n c o r r ê n c i a :. se a ativi d a d e. é reali z a d a. e m nív e l infe ri o r à m ai o r i a. do s. co n c o r r e n t e s , é de bai x a co m p e t ê n c i a . S e de s e m p e n h a d a e m nív e l su p e r i o r , trat a- se de ativi d a d e de alta co m p e t ê n c i a (Qua d r o 3).. Muito. Abaixo da. abaixo da. média do. média do. setor. setor Força ou. Fr a q u e z a. fraqueza. sig nifi c a t i v a. Competência. M ui t o bai x a. Em Na média. igualdade. do setor. com o melhor. Ne m Fr a q u e z a. fra q u e z a. Fo r ç a. ne m for ç a B ai x a. D e ac o r d o co m Fe r n a n d e s. Média. Alt a. (2004), a for m u l a ç ã o. Liderança inquestionáv el. For ç a sig n ifi c a t i v a M u it o alt a. de outr o co n c e i t o de. co m p e t ê n c i a s é po s s í v e l : fato r e s- ch a v e de su c e s s o de u m m e r c a d o , no s qu a i s a org a n i z a ç ã o Fat o r e s- ch a v e. te m de. um. de s e m p e n h o. su c e s s o. é. a. co m p r o v a d a m e n t e ex p r e s s ã o. su p e r i o r. empresta d a. pel a. à co n c o r r ê n c i a . liter a t u r a. de. ad m i n i s t r a ç ã o estr a t é g i c a e, sin a li z a o fat o de qu e, par a ca d a set o r, há atri b u t o s qu e.

(19) os jog a d o r e s (play e r s) tê m qu e ate n d e r par a per m a n e c e r no ne g ó c i o . To r n a- se difí cil co m p r e e n d e r qu e a co m p e t ê n c i a es s e n c i a l rela c i o n a- se a u m de s e m p e n h o su p e r i o r e m fat o r ch a v e de su c e s s o qu a n d o a qu e s t ã o é an a li s a d a no se n ti d o inv e r s o : u m de s e m p e n h o. su p e r i o r e m u m as p e c t o se m im p o r t â n c i a e m u m da d o set o r, po r. ex e m p l o , ser fort e e m de s i g n se o clie n t e bu s c a ap e n a s pre ç o , nã o car a c t e r i z a u m a co m p e t ê n c i a . As co m p e t ê n c i a s org a n i z a c i o n a i s sã o cla s s i fi c a d a s de ac o r d o co m a su a nat u r e z a (ZA R I F A N , 200 1 ; M I L L S et al 200 2; P R A H A L A D & H A M E L , 1 9 9 0; H A M E L , 200 4): co m p e t ê n c i a s so b r e pro c e s s o s , co m p e t ê n c i a s téc n i c a s , co m p e t ê n c i a s so b r e a org a n i z a ç ã o , co m p e t ê n c i a de ser v i ç o s e co m p e t ê n c i a s so c i a i s , co m p e t ê n c i a s de ac e s s o a m e r c a d o , co m p e t ê n c i a s de inte g r i d a d e . Mills et al (2002) tra z e m outr a idéi a par a a co m p r e e n s ã o da co m p e t ê n c i a org a n i z a c i o n a l : a co n s t r u ç ã o da co m p e t ê n c i a oc o r r e a partir do s rec u r s o s , ou sej a, os. re c u r s o s. artic u l a d o s. e. de v i d a m e n t e. co o r d e n a d o s ,. po d e m. co n fi g u r a r. co m p e t ê n c i a s . N e s s a per s p e c t i v a , no s re m e t e à no ç ã o de co m p e t ê n c i a s da “vis ã o da e m p r e s a ba s e a d a e m rec u r s o s ”, coi n c i d i n d o a vis ã o de outr o s aut o r e s . Gr a n t (199 1 ap u d Fe r n a n d e s , 200 4) pr o p õ e qu e “as ca p a c i d a d e s de u m a e m p r e s a sã o o qu e el a po d e faz e r co m o res u l t a d o de gr u p o s de rec u r s o s tra b a l h a n d o. junt o s”. S a n c h e s. (200 1 ap u d Fe r n a n d e s , 200 4) co n c e i t u a co m p e t ê n c i a co m o a ha b ili d a d e de u m a org a n i z a ç ã o de su s t e n t a r o e m p r e g o co o r d e n a d o de ativ o s e ca p a c i d a d e s de u m a for m a. qu e. a aju d e. co m p e t ê n c i a s. a atin g i r. se u s. é u m a “inte g r a ç ã o. obj e ti v o s .. de ha b ili d a d e s. Ha m el. (1994, p. 1 1) ilustr a. qu e. e tec n o l o g i a s , e m ve z de u m a. ha b ili d a d e ou tec n o l o g i a úni c a e isol a d a”. Fer n a n d e s. (2004) def e n d e. se ri a u m úni c o rec u r s o , co m o. qu e u m a. co m p e t ê n c i a. u m a m á q u i n a , u m indi v í d u o. org a n i z a c i o n a l. nã o. ou u m a eq u i p e , ao. co n t r á r i o , “um úni c o rec u r s o nã o po d e co n s t it u i r u m a co m p e t ê n c i a , da m e s m a for m a qu e u m a an d o r i n h a so z i n h a nã o faz ver ã o”. E m rela ç ã o às difer e n ç a s entr e rec u r s o e co m p e t ê n c i a s , Mill s et al (2002) afir m a m qu e Para distinguir entre competência e recurso, pergunte se o item em questão é algo que a organização ‘tem’ ou ‘tem acesso a’. Se sim, é um.

(20) recurso, e será melhor expresso como um nome. Se é algo que a organização faz, é uma competência, e será melhor expressa como um verbo. 2.4 Recursos Penro s e. (1959. ap u d. FE R N A N D E S ,. 200 4) pr o p ô s. du a s. cla s s e s. de. re c u r s o s : físic o s e hu m a n o s . S e n d o a pri m e i r a car a c t e r i z a d a por ativ o s im o b i li z a d o s , re c u r s o s m a t e r i a i s e nat u r a i s , est o q u e s , etc. A se g u n d a diz res p e i t o às div e r s a s cla s s e s de e m p r e g a d o s de u m a e m p r e s a , da ba s e ao top o de pirâ m i d e , qu e é o foc o de s t e tra b a l h o . Gr a n t cat e g o r i a s : re c u r s o s. (199 1. rec u r s o s. ap u d. FE R N A N D E S ,. fin a n c e i r o s ,. org a n i z a c i o n a i s .. físic o s ,. Barn e y. qu a t r o for m a s : rec u r s o s. (199 1. 200 4) cla s s i fi c o u hu m a n o s , ap u d. rec u r s o s. tec n o l ó g i c o s ,. FE R N A N D E S ,. em. sei s. rep u t a ç ã o. e. 200 4) ide n tifi c o u. físic o s de ca p it a l (prédi o, eq u i p a m e n t o s. e loc a li z a ç ã o),. re c u r s o s de ca p it a l hu m a n o (trein a m e n t o , ex p e r i ê n c i a , dis c e r n i m e n t o , inteli g ê n c i a , rel a c i o n a m e n t o s , idéi a s da ad m i n i s t r a ç ã o org a n i z a c i o n a l ,. co m o. estr u t u r a. for m a l ,. e tra b a l h a d o r e s) e rec u r s o s de ca p i t a l sist e m a s. de. pla n e j a m e n t o ,. co n t r o l e. e. co o r d e n a ç ã o for m a i s e infor m a i s , cult u r a, re p u t a ç ã o , rel a ç õ e s for m a i s e info r m a i s) e o ca p i t a l fin a n c e i r o . Já Fer n a n d e s (2004) cat e g o r i z o u os rec u r s o s da se g u i n t e m a n e i r a :  Tangíveis:. co n s t r u ç ã o ,. pla n t a s ,. eq u i p a m e n t o s ,. lic e n ç a s. ex c l u s i v a s , po s i ç ã o ge o g r á f i c a , pat e n t e s e e m p r e g a d o s ;  Conhecimento,. habilidades. e. experiências:. co nj u n t o. fre q u e n t e m e n t e nã o es c rit o, tácit o, cuj o s po s s u i d o r e s m u it a s ve z e s nã o sa b e m qu e tê m;  Procedimentos e sistemas: co n j u n t o de do c u m e n t o s , tan g í v e i s ,. de s d e. sist e m a s. de s e m p e n h o tan g í v e i s ,. de. rec r u t a m e n t o. e. sel e ç ã o ,. av ali a ç ã o. de. e rec o m p e n s a , pro c e s s o de co m p r a s , etc. E m b o r a exi g e m. rec u r s o s. inta n g í v e i s. par a. fun c i o n a r. co m. efici ê n c i a ;  Valores e cultura: rec u r s o inta n g í v e l e de s e n v o l v i d o ao lon g o do. te m p o , qu a s e se m p r e de p e n d e n t e da s atit u d e s do s fun d a d o r e s e.

(21) ev e n t o s pa s s a d o s . Incl u e m m e m ó r i a de inci d e n t e s críti c o s , val o r e s , cre n ç a s ;  Redes de relacionamento (network): gru p o s de inter e s s e de n t r o. da. empres a,. net w o r k s. en v o l v e n d o. for n e c e d o r e s ,. clie n t e s ,. go v e r n o ,. pe s s o a s co n s u l t o r e s .. da. empres a Incl u i. co m. marc a. e. rep u t a ç ã o ;  Importantes para mudança: rec o n h e c i m e n t o de qu a n d o rec u r s o s. vali o s o s tor n a m- se ultr a p a s s a d o s e ne c e s s i t a m m u d a r ou m e s m o ser de s t r u í d o s . P a r a Fe r n a n d e s (2004) u m rec u r s o é vali o s o qu a n d o é “sus t e n t á v e l se os co n c o r r e n t e s tê m dific u l d a d e s de co p i a r ou en c o n t r a r su b s t it u t o s , ou se a e m p r e s a nã o de s t r u i r ou per m i t i r qu e o rec u r s o per c a val o r.” Ain d a def e n d e qu e u m rec u r s o po d e ser difíc il de co pi a r por q u e os co n c o r r e n t e s nã o o en x e r g a m , ou res u lt a de pe c u l i a r i d a d e s da hist ó r i a da e m p r e s a , ou por q u e falt a ent e n d i m e n t o so b r e co m o fu n c i o n a o rec u r s o . N e s s a lin h a, o aut o r cita qu e os rec u r s o s hu m a n o s sã o a úni c a font e de va n t a g e m co m p e t i t i v a su s t e n t á v e l . Sis t e m a s ex c e l e n t e s de ge s t ã o de pe s s o a s cria m val o r e sã o. difí c e i s. de. co p i a r,. da d a. su a. co m p l e x i d a d e. e rel a ç ã o. intrí n s e c a. co m. as. es p e c i f i c i d a d e s da s e m p r e s a s e m qu e se de s e n v o l v e m . O s de m a i s rec u r s o s , co m o os nat u r a i s , tec n o l o g i a s sã o ca d a ve z m ai s fác e i s de imit a r. 2.5 Competência do Indivíduo. B o r g e s- A n d r a d e. et al (2006, p.20 0), cita n d o. W e i n e r t (1999) disti n g u e. no v e dif er e n t e s for m a s de defi n i ç ã o ou inte r p r e t a ç ã o do co n c e i t o de co m p e t ê n c i a , a sa b e r : C o m p e t ê n c i a s co g n i ti v a s ger a i s : sã o sist e m a s de ha b ili d a d e s e atit u d e s , in d e p e n d e n t e s de co n t e ú d o e co n t e x t o , qu e pro v ê m req u i s i t o s par a aç ã o , raci o c í n i o , ap r e n d i z a g e m e inter a ç ã o co m o a m b i e n t e , por ex e m p l o , m o d e l o s psic o m é t r i c o s da int eli g ê n c i a. hu m a n a ,. modelos. de. pro c e s s a m e n t o. pi a g e t i a n o s de de s e n v o l v i m e n t o co g n i ti v o , etc;. de. infor m a ç ã o ,. modelos.

(22) Co m p e t ê n c i a s co g n i t i v o s. co g n i ti v a s. qu e pr o p o r c i o n a m. es p e c í f i c a s :. ao indi v í d u o. sã o. u m bo m. co n j u n t o s. de. de s e m p e n h o. re q u i s i t o s. em uma. ár e a. es p e c í f i c a , por ex e m p l o , jog a r xa d r e z ; Modelo ch o m s k i a n o s. co m p e t ê n c i a- de s e m p e n h o :. par a ex p li c a r o de s e n v o l v i m e n t o. modelo. de s e n v o l v i d o. da ling u a g e m. por ling ü i s t a s. qu e def e n d e qu e a. co m p e t ê n c i a ling ü í s t i c a é u m a ha bili d a d e her d a d a qu e, de m a n e i r a res u m i d a , é u m sist e m a limit a d o de prin c í p i o s , reg r a s ab s t r a t a s e co m p e t ê n c i a s , co m b i n a d o co m u m pro c e s s o de apr e n d i z a g e m es p e c í f i c o , co m o a aq u i s i ç ã o de u m a ling u a g e m ; D e ri v a ç õ e s do m o d e l o co m p e t ê n c i a- de s e m p e n h o : há u m a dife r e n c i a ç ã o ent r e. os. tip o s. de. co m p e t ê n c i a ,. co m o. co m p e t ê n c i a. co n c e i t u a l ,. co m p e t ê n c i a. pro c e d i m e n t a l e co m p e t ê n c i a de de s e m p e n h o ;  Competência cognitiva e tendências motivacionais para a. ação: so b est e as p e c t o , as m o ti v a ç õ e s. de reali z a ç ã o , cre n ç a s. so b r e co n t r o l e pe s s o a l da tar ef a e aut o- co n c e i t o co m p l e m e n t a m u m a co m p e t ê n c i a ba s e a d a e m crit é ri o s obj e ti v o s de de s e m p e n h o co m di m e n s õ e s ba s e a d a s na ex p e r i ê n c i a su bj e t i v a e atit u d e s so b r e apr e n d i z a g e m e de s e m p e n h o ;  Competência objetiva e subjetiva: co m p e t ê n c i a. obj e ti v a. é. dis p o s i ç ã o par a o de s e m p e n h o qu e po d e ser m e d i d a co m test e s pa d r o n i z a d o s , co m p e t ê n c i a su bj e t i v a é a av a li a ç ã o ha b ili d a d e s. rel e v a n t e s. par a. o de s e m p e n h o ,. su bj e t i v a de. ne c e s s á r i a s. pa r a. det e r m i n a d a s tar e f a s e pro b l e m a s ;  Competência para a ação: incl ui tod o s os re q u i s i t o s co g n i ti v o s , de. m o ti v a ç ã o e so c i a i s ne c e s s á r i o s ou dis p o n í v e i s par a apr e n d i z a g e m ou. aç õ e s. be m. intel e c t u a i s ,. su c e d i d a s .. co n h e c i m e n t o. É. a. co m b i n a ç ã o. es p e c í f i c o ,. rotin a s. de. ha b ili d a d e s. e. su b- roti n a s ,. ten d ê n c i a s m o t i v a c i o n a i s , sist e m a s de co n t r o l e voliti v o, orie n t a ç õ e s pe s s o a i s. de. val o r,. e co m p o r t a m e n t o. so c i a l,. em. um. sist e m a. co m p l e x o .  Competências-chave: sã o. co m p e t ê n c i a s. qu e. ind e p e n d e m. de. co n t e x t o , igu a l m e n t e efeti v a s e m difer e n t e s instit ui ç õ e s , tar e f a s e.

(23) so b. vári a s. co n d i ç õ e s. de de m a n d a ,. por ex e m p l o :. mate m á ti c a,. leitu r a , de m e t o d o l o g i a e co m u n i c a ç ã o ;  Metacompetências: est á. incl u s o. a “habili d a d e. de. av ali a r. a. dis p o n i b i li d a d e , us o, co m p e n s a ç ã o e ca p a c i d a d e de apr e n d i z a g e m de. co m p e t ê n c i a s. pe s s o a i s ”. e. est ã o. rel a c i o n a d a s. ao. “met a c o n h e c i m e n t o ” ou à ca p a c i d a d e de sa b e r o qu e se sa b e. B o r g e s- A n d r a d e Or g a n i z a ç ã o. et. al (2006) ain d a. par a a C o o p e r a ç ã o. cita. o est u d o. e o Des e n v o l vi m e n t o. pr o m o v i d o. Eco n ô m i c o. pel a. (OC D E) qu e. bu s c a v a defi n i r “co m p e t ê n c i a s- ch a v e”: Competências são estruturadas ao redor de demandas e tarefas. Demandas e tarefas complexas requerem não somente conhecimentos e habilidades, mas também emoções e atitudes apropriadas, e manejo efetivo. desses. componentes. [...]. competências. englobam. componentes cognitivos, mas também motivacionais, éticos, sociais e comportamentais.. Combinam. traços. estáveis,. resultados. de. aprendizagem (p. ex.: conhecimentos e habilidades, sistemas de crenças e valores, hábitos e outras características psicológicas). Seg u n d o. os aut o r e s ,. em. uma. revi s ã o. de. liter a t u r a. so b r e. o te m a ,. co n s i d e r a qu e três sig nifi c a d o s po d e m ser en c o n t r a d o s par a o ter m o co m p e t ê n c i a . H á pe s q u i s a d o r e s qu e co n s i d e r a m co m p e t ê n c i a co m o desempenho observável, há out r o s co m o padrão de qualidade do desempenho das pessoas , e, por fim, co m o atributos subjacentes de uma pessoa . A q u e l e s qu e co n s i d e r a m utiliz a m- se da per s p e c t i v a. a co m p e t ê n c i a co m o de s e m p e n h o. be h a v i o r i s t a . N e s s e. ob s e r v á v e l. ca s o, o foc o é na tar e f a a se r. co m p l e t a d a , ou sej a, o fim do pro c e s s o ou a saí d a do sist e m a . D e s t e m o d o , o de s e m p e n h o é m e n s u r á v e l , de m o d o a po d e r ser ob s e r v a d o , en s i n a d o , apr e n d i d o e av a l i a d o (Borg e s- A n d r a d e et al, 200 6). Ai n d a ne s t a ref e r ê n c i a bibli o g r á f i c a , é cita d a u m a se g u n d a defi ni ç ã o qu e foc a l i z a in di v i d u a l. em. ex c e l ê n c i a. no de s e m p e n h o .. par a su p e r a ç ã o ,. “de s e m p e n h o org a n i z a ç ã o. indi v i d u a l. em. e m bu s c a ger a l. Nesta. per s p e c t i v a ,. de m ai o r pro d u t i v i d a d e. é co n e c t a d o. a obj e ti v o s. orie n t a. o esf o r ç o. ou efici ê n c i a. e o. e à estr a t é g i a. da. co m o u m tod o. C o m p e t ê n c i a , ne s s e co n t e x t o , sig n ifi c a qu e u m alt o. pa d r ã o de de s e m p e n h o é alc a n ç a d o ”..

(24) A ter c e i r a ab o r d a g e m. rela c i o n a co m p e t ê n c i a a atri b u t o s su bj a c e n t e s de. u m a pe s s o a , ou ao co nj u n t o de co m p e t ê n c i a s , ha b ili d a d e s e atitu d e s (CH A) de u m in di v í d u o , qu e per m i t i r ã o u m de s e m p e n h o co m p e t e n t e . B o r g e s- A n d r a d e afir m a m. et al (2006) ain d a. qu e co m p e t ê n c i a s. cita m. outr o s. pe s q u i s a d o r e s. ref e r e m- se às co m p e t ê n c i a s , ha b ili d a d e s. qu e. e atitu d e s. rel a ti v o s a u m te m a e a sa b e r co m o apli c á- lo ao tra b a l h o , de n o m i n a d o competência técnica. E m. outr a. vert e n t e ,. co m p e t ê n c i a. de. car a c t e r í s t i c a s. m o t i v i a ç ã o , atitu d e s , traç o s de per s o n a l i d a d e , qu e en v o l v e m m e n o s roti n e i r a s , pro g r a m a d a s. e téc n i c a s , qu e ta m b é m. indi v i d u a i s ,. co m o. o m a n e j o de tar e f a s. sã o part e do tra b a l h o , é. ch a m a d a competência genérica. Cit a n d o div e r s o s pe s q u i s a d o r e s , B or g e s- A n d r a d e et al (2006) ide n t ifi c a m si m il a r i d a d e s e co n c o r d â n c i a s entr e as defi ni ç õ e s , se n d o qu e co m p e t ê n c i a po d e ser defi n i d a co m o atri b u t o indi v i d u a l qu e en v o l v e co n h e c i m e n t o s , ha b ili d a d e s e atitu d e s , m o t i v a ç ã o , cre n ç a s , co m p o r t a m e n t o s re q u e r i d o s par a o bo m de s e m p e n h o e m u m a áre a ou tar e f a. Al é m dis s o , a co m p e t ê n c i a é m e n s u r á v e l , os ele m e n t o s co n s t it u t i v o s (con h e c i m e n t o s , ha b ili d a d e s. e atit u d e s) sã o inter d e p e n d e n t e s. e apli c á v e i s a u m. co n t e x t o , é flex í v e l e m co n t e x t o s m u t á v e i s e há a su p o s i ç ã o de qu e os C H A s sã o ap r e n d i d o s .. Definição. Fonte. C o n j u n t o de co n h e c i m e n t o , ha b ili d a d e s e ex p e r i ê n c i a s qu e cre d e n c i a m u m. M a g a l h ã e s et al (199 7). pr o fi s s i o n a l a ex e r c e r de t e r m i n a d a fu n ç ã o . C o n j u n t o de C H A s cor r e l a c i o n a d o s qu e afe t a pa rt e co n s i d e r á v e l da ativi d a d e de alg u é m , qu e se rela c i o n a co m o de s e m p e n h o , qu e po d e ser m e d i d o po r pa d r õ e s pr e e s t a b e l e c i d o s e qu e po d e se r m e l h o r a d o por m e i o de trei n a m e n t o e. Pa r r y (1996). de s e n v o l v i m e n t o C o n j u n t o de C H A s inte r d e p e n d e n t e s e ne c e s s á r i o s à co n s e c u ç ã o de de t e r m i n a d o. D u r a n d (199 9). pr o p ó s i t o , no tra b a l h o C a r a c t e r í s t i c a s in di vi d u a i s ob s e r v á v e i s - co n h e c i m e n t o s , ha b ili d a d e s , obj e ti v o s , val o r e s - ca p a z e s de pr e d i z e r/c a u s a r de s e m p e n h o efe ti v o ou su p e r i o r no tra b a l h o a. Kle m p (199 9).

(25) efe ti vi d a d e ou alto de s e m p e n h o no tra b a l h o R e p e r t ó r i o s co m p o r t a m e n t a i s ide n tifi c a d o s co m o rele v a n t e s pa r a a ob t e n ç ã o de alto de s e m p e n h o e m u m tra b a l h o es p e c í f i c o , ao lo n g o de u m a car r e i r a pr o fi s s i o n a l , ou no. Sp a r r o w e Bo g n a n n o (1994). co n t e x t o da estr a t é g i a or g a n i z a c i o n a l C a p a c i d a d e da pe s s o a e m ge r a r res u l t a d o s de n t r o do s obj e ti v o s estr a t é g i c o s e. D u tr a et al (2000). or g a n i z a c i o n a i s da e m p r e s a C o m p e t ê n c i a nã o é est a d o ou co n h e c i m e n t o qu e se te m ne m é re s u l t a d o de trei n a m e n t o . C o m p e t ê n c i a é na ve r d a d e col o c a r e m pr á ti c a o qu e se sa b e e m. Le B o r t e f (199 5). de t e r m i n a d o co n t e x t o , m a r c a d o ger a l m e n t e pel a rela ç õ e s de tra b a l h o , cult u r a da e m p r e s a , im p r e v i s t o s , limit a ç õ e s de te m p o e de re c u r s o s , etc As s u m i r res p o n s a b i l i d a d e s fre n t e a situ a ç õ e s lab o r a i s co m p l e x a s e de s e n v o l v e r atitu d e refl e x i v a so b r e tra b a l h o , qu e pe r m i t a ao pr o fi s s i o n a l lid a r co m ev e n t o s. Za r if a n (199 6). iné d i t o s , sur p r e e n d e n t e s , de na t u r e z a sin g u l a r .. Quadro 4 - Definições de Competências Fo n t e : Dia s (200 1 ap u d Bo r g e s- An d r a d e , 2006). 2.6 Competências Organizacionais e Competências Individuais Infl u e n c i a d o co m p e t ê n c i a prá t i c a s. por. org a n i z a c i o n a l. de G e s t ã o. Pr a h a l a d. e Ha m el. (1990), Ulric h. às indi v i d u a i s , pr o p o n d o. de P e s s o a s. é ger a r. no s. (2000) vin c u l o u. qu e u m do s obj e ti v o s. empre g a d o s. co m p e t ê n c i a s. da s qu e. for n e ç a m à org a n i z a ç ã o u m mix ad e q u a d o de tale n t o s par a su p r i r de m a n d a s at u a i s e fut u r a s , ou sej a, pr o v e r co m p e t ê n c i a s indi v i d u a i s qu e inc r e m e n t e m a co m p e t ê n c i a org a n i z a c i o n a l . O aut o r rev e l a qu e a din â m i c a de atu a ç ã o de u m a or g a n i z a ç ã o é obt e r re s u l t a d o s. fav o r á v e i s a partir de su a s de c i s õ e s estr a t é g i c a s . C o n t u d o , po r. m a i s ex c e p c i o n a i s qu e sej a m as estr a t é g i a s , nã o é co n v e r t i d o im e d i a t a m e n t e e m re s u l t a d o s . P el o m e n o s , du a s inst â n c i a s inte r m e d i á r i a s de v e m. ser co n s i d e r a d a s :. ge r a ç ã o de co m p e t ê n c i a s e as aç õ e s . A incl u s ã o da ad m i n i s t r a ç ã o de rec u r s o s hu m a n o s ne s s a vis ã o de v e- se a ne c e s s i d a d e. de ger a r co m p e t ê n c i a s. or g a n i z a c i o n a i s . Vist o de outr a m a n e i r a , a. ge s t ã o de pe s s o a s pro v ê as co m p e t ê n c i a s qu e sã o ne c e s s á r i a s par a o pre s e n t e e o fut u r o e m ter m o s de su c e s s o or g a n i z a c i o n a l (Ulric h, 2000). P o r ex e m p l o , u m a se r á.

(26) in o v a d o r a. se po s s u i r e m se u qu a d r o fun c i o n a l pe s s o a s. ino v a d o r a s . As pe s s o a s. se r ã o ino v a d o r a s se o sist e m a de ge s t ã o per m i t i r. Fle u r y e Fle u r y (200 1 ap u d F E R N A N D E S , 200 4) co n s t r o e m , a partir da defi n i ç ã o. de co m p e t ê n c i a. org a n i z a c i o n a l . E s s a. po n t e. indi v i d u a l, u m a pa s s a. po n t e. por co n c e i t o s. qu e a co n e c t a co m o. estr a t é g i a s. à co m p e t ê n c i a co m p e t i t i v a s ,. in o v a ç ã o e m pro d u t o s e ori e n t a ç ã o par a ser v i ç o s . A partir dis s o, os aut o r e s afir m a m qu e o ca m i n h o par a a artic u l a ç ã o en t r e co m p e t ê n c i a s. or g a n i z a c i o n a i s. e. hu m a n a s. per c o r r e. as. se g u i n t e s. eta p a s. (FE R N A N D E S , 200 4, p.36):  D efi n i ç ã o da estr a t é g i a do ne g ó c i o ;  Ide n tifi c a ç ã o da s co m p e t ê n c i a s es s e n c i a i s e da s co m p e t ê n c i a s da s vári a s ár e a s da e m p r e s a ;  Alin h a m e n t o da s co m p e t ê n c i a s indi v i d u a i s , vari a n d o a po n d e r a ç ã o entr e. co m p e t ê n c i a s. de. ne g ó c i o s ,. téc n i c a s. e só c i a s ,. co m. as. co m p e t ê n c i a s es s e n c i a i s e da s ár e a s . 2.7 Gestão do Desempenho e Avaliação do Desempenho Individual Co m o empres a.. ab o r d a d o. A ad m i n i s t r a ç ã o. ant e r i o r m e n t e ,. a estr a t é g i a. de v e. vir da cú p u l a. é res p o n s á v e l e m gar a n t i r qu e a or g a n i z a ç ã o. da. est e j a. pre p a r a d a par a so b r e v i v e r e ter su c e s s o . E s s a A d m i n i s t r a ç ã o de v e dar ate n ç ã o à ca p a c i d a d e. da s. pe s s o a s ,. so b r e t u d o ,. co m p e t ê n c i a. ger e n c i a l, de de s e n v o l v e r. em. rela ç ã o. a co n s c i ê n c i a. ao. de s e n v o l v i m e n t o. do s profi s s i o n a i s. da. so b r e a. estr u t u r a e a cult u r a da org a n i z a ç ã o , as s i m co m o , foc a li z a r a mi s s ã o , obj e ti v o s e m e t a s da m e s m a e o nív e l de co m p r o m e t i m e n t o e en v o l v i m e n t o de ca d a pe s s o a pa r a ju nt o s gar a n t i r a su s t e n t a b i l i d a d e e o su c e s s o da or g a n i z a ç ã o . (PA L M E I R A , 1 9 9 9). P a r a Fle u r y e Fle u r y (2000), os an o s 90 se de s t a c a r a m pel o alin h a m e n t o da s. pol íti c a s. inc o r p o r a n d o. de. ge s t ã o. de. rec u r s o s. hu m a n o s. às. estr a t é g i a s. empres ariais. à práti c a or g a n i z a c i o n a l o co n c e i t o de co m p e t ê n c i a , co m o ba s e do. m o d e l o par a se ger e n c i a r e m pe s s o a s ..

(27) As s i m , o de s e m p e n h o. da or g a n i z a ç ã o é influ e n c i a d o por co m p e t ê n c i a s. do s e m p r e g a d o s . A co m p e t ê n c i a hu m a n a alia d a a outr o s rec u r s o s e m p r e s a r i a i s dã o ori g e m e su s t e n t a ç ã o à co m p e t ê n c i a org a n i z a c i o n a l . A parti c i p a ç ã o do s e m p r e g a d o s no pr o c e s s o de ge s t ã o de de s e m p e n h o , ex p o n d o su a s ex p e c t a t i v a s , m o ti v a ç õ e s e ta m b é m. per c e p ç õ e s , a. res p e i t o de se u su p e r i o r e da estr a t é g i a de ne g ó c i o s. da. e m p r e s a é fun d a m e n t a l par a o su c e s s o e m p r e s a r i a l (UB E D A ; S A N T O S , 200 2). A bu s c a pel a ex c e l ê n c i a , qu e é o u m fat o r de so b r e v i v ê n c i a , lev a as org a n i z a ç õ e s a de s e n v o l v e r e m. m o d e l o s ger e n c i a i s co m foc o na forç a de tra b a l h o. co e s a ,. e,. m o ti v a d a ,. ca p a c i t a d a. so b r e t u d o ,. co m p r o m e t i d a. co m. os. obj e t i v o s. org a n i z a c i o n a i s . Leit e et al (2007) def e n d e m. qu e u m m o d e l o sist ê m i c o. de G e s t ã o de. P e s s o a s po s s i b i lit a per c e b e r as po s s í v e i s inte r- rela ç õ e s entr e as co n d i ç õ e s ext e r n a s de m e r c a d o , as co m p e t ê n c i a s ne c e s s á r i a s ao profi s s i o n a l e o qu e ser á exi gi d o no pro c e s s o de rec r u t a m e n t o , sel e ç ã o e trei n a m e n t o de pe s s o a l . E s s e m o d e l o po d e ser estr u t u r a d o. em. cin c o. gr a n d e s. pilar e s :. su p r i m e n t o s. (recr u t a m e n t o ,. sel e ç ã o. e. int e g r a ç ã o); apli c a ç ã o (des c ri ç ã o e an á li s e de car g o s , av ali a ç ã o de de s e m p e n h o e pl a n o. de. carr e i r a s),. (trein a m e n t o. manute n ç ã o. e de s e n v o l v i m e n t o. (salári o s. e. be n e f í c i o s);. de pe s s o a s , de s e n v o l v i m e n t o. de s e n v o l v i m e n t o org a n i z a c i o n a l) e. co n t r o l e (ban c o de da d o s , sist e m a s de infor m a ç õ e s e au d it o r i a s). Ai n d a de ac o r d o co m os aut o r e s , a av ali a ç ã o de de s e m p e n h o é u m a da s ferr a m e n t a s. m ai s. útei s. par a. a Gestã o. de P e s s o a s ,. uma. ve z qu e, a m e s m a. po s s i b i l it a a Or g a n i z a ç ã o ide n tifi c a r se o col a b o r a d o r est á de s e n v o l v e n d o de for m a de s e j á v e l , sej a de for m a indi v i d u a l e/ou e m eq u i p e , o se u car g o e de s t a for m a , co n s e q ü e n t e m e n t e ,. per m i t e. sa b e r. qu ai s. às. ne c e s s i d a d e s. de. trei n a m e n t o ,. o. pot e n c i a l ain d a nã o ex pl o r a d o e, so b r e t u d o , co m o o de s e m p e n h o do s col a b o r a d o r e s po d e. afet a r. os. res u l t a d o s. da. Or g a n i z a ç ã o ,. ou. co m o. es s e. de s e m p e n h o. é. infl u e n c i a d o pel o cli m a or g a n i z a c i o n a l , as si m co m o , pel a cult u r a org a n i z a c i o n a l . Para de s e m p e n h o. Shre st h a. e C h a li d a b h o n g s e. (2007), atu a l m e n t e ,. av a li a ç ã o. de. se tor n o u u m pro c e s s o ine v it á v e l na vid a or g a n i z a c i o n a l e aju d a a. de c i d i r so b r e pr o m o ç õ e s , rec o m p e n s a s e au m e n t o s sal a ri a i s . Alé m dis s o, a m a i o r i a da s e m p r e s a s. utiliz a m- se do s res u lt a d o s. da s av ali a ç õ e s. ins u m o no s pro c e d i m e n t o s de m e l h o r i a na perf o r m a n c e .. de de s e m p e n h o. co m o.

(28) Av a li a ç õ e s efeti v a s e o pro c e s s o de revi s ã o cria m foc o, plat a f o r m a pa r a m e d i d a s e u m m ei o par a o de s e n v o l v i m e n t o de e m p r e g a d o s , se n d o u m a co n e x ã o ch a v e par a os res u l t a d o s de de s e m p e n h o . A au s ê n c i a de s t e sist e m a ger a l m e n t e co n d u z os e m p r e g a d o s a u m a inc e r t e z a so b r e as ex p e c t a t i v a s do s patr õ e s no qu e diz. re s p e i t o. co m u n i c a ç ã o ,. ao s. obj e ti v o s ,. pa d r õ e s. de s m o t i v a ç ã o ,. e. alv o s. res u l t a n d o. estr e s s e , bai x a pr o d u t i v i d a d e. em. pr o b l e m a s. na. e co n flit o s . Ain d a , o. pri n c i p a l pr o p ó s i t o de av a li a ç õ e s de de s e m p e n h o é m el h o r a r a qu a li d a d e do tra b a l h o (SH R E S T H A E C H A L I D A B H O N S E , 200 7).. 2.8 Implantando um Sistema de Avaliação de Desempenho Lu c e n a (1992) na obr a “Av ali a ç ã o de D e s e m p e n h o ” , def e n d e qu e ant e s de. qu a l q u e r. org a n i z a c i o n a l. aç ã o. é. ne c e s s á r i o. e as car a c t e r í s t i c a s. dia g n o s t i c a r rel e v a n t e s. cui d a d o s a m e n t e. o. de su a cult u r a . U m a. ambiente. ve z qu e as. va ri á v e i s m ai s rel e v a n t e s qu e ser ã o res p o n s á v e i s pel o su c e s s o do pro c e s s o. de. Av a l i a ç ã o de D e s e m p e n h o est ã o for a do co n t r o l e da áre a de rec u r s o s hu m a n o s , é in di s p e n s á v e l a corr e t a ide n tifi c a ç ã o de s s a vari á v e i s , ten d o e m vist a di m e n s i o n a r os ris c o s , co n f r o n t a r alter n a t i v a s , criar estr a t é g i a s par a agir pro a t i v a m e n t e e as s e g u r a r o êxit o de su a op e r a c i o n a l i z a ç ã o . Seg u n d o. a aut o r a (p. 55), pri m e i r a m e n t e ,. é ne c e s s á r i o. det e r m i n a r. o. m o d e l o da e m p r e s a , qu e e m ter m o s de Br a s il, po d e m o s det e r m i n a r 03 perfi s:  Empresas. tradicionais: ide n tifi c a d a s. indi c a d o r e s. co n s i d e r a d o s. de m a n d a s. do. aut o r i t a r i s m o , co m o d i s m o ,. mund o. ina d e q u a d o s moder n o.. ce n t r a li z a ç ã o , hier a r q u i a. pel a. rígi d a ,. fort e se. E st e s. pre s e n ç a. de. en c a r a r m o s. as. indi c a d o r e s. pat e r n a l i s m o , estil o. sã o:. de p e n d ê n c i a ,. ad m i n i s t r a t i v o. e ger e n c i a l. bur o c r á t i c o , ce n t r a l i z a d o r e ap o i a d o na rel a ç ã o “ma n d a r- ob e d e c e r”. Es t e perfil de e m p r e s a é m a r c a d a pel a au s ê n c i a de políti c a s de Gestã o. de. Pes s o a s,. sal a ri a l ob s o l e t a. bai x a. e sal á ri o s. co m p e t ê n c i a nã o. pr ofi s s i o n a l ,. co m p e t i t i v o s .. pol í ti c a. A rot a ti v i d a d e. é. ele v a d a , faz e n d o o su b p r o c e s s o de R e c r u t a m e n t o e S el e ç ã o ser o m ai s atu a n t e na áre a de R e c u r s o s empres a s. qu e. sã o. mais. H u m a n o s . Al é m. vul n e r á v e i s. às. cris e s. dis s o, sã o ec o n ô m i c a s ,.

(29) res p o n d e n d o qu a l q u e r. se m p r e. alter a ç ã o. co m. de m i s s õ e s. em. co n j u n t u r a l. N e s s e. mass a. modelo,. um. qu a n d o. há. sist e m a. de. av ali a ç ã o de de s e m p e n h o nã o te m es p a ç o , u m a ve z qu e po d e r á ser u m instr u m e n t o qu e ser á utiliz a d o ap e n a s par a rec o m p e n s a ou pu n i ç ã o. e. pro d u z i r á. inju s ti ç a s. e. es q u e m a s. su s p e i t o s. de. rela c i o n a m e n t o ch e fi a- e m p r e g a d o . Empresas que estão buscando a modernização: sã o org a n i z a ç õ e s qu e abri g a m o arc a i c o e o no v o . G e r a l m e n t e enfr e n t a m co n flit o s , resi s t ê n c i a s e dific u l d a d e s par a reali z a r as m u d a n ç a s . O rit m o de muda n ç a s. é de s n i v e l a d o ,. on d e. há set o r e s. mais. av a n ç a d o s. outr o s m a i s lent o s no qu e diz res p e i t o a m o d e r n i d a d e. e. e m se u s. pro c e s s o s . N e s s e ca s o, é ne c e s s á r i o u m a av ali a ç ã o mi n u c i o s a da áre a de ge s t ã o de pe s s o a s e ide n t ifi c a r o m o m e n t o cert o pa r a a im pl a n t a ç ã o do Sis t e m a de Av a li a ç ã o de D e s e m p e n h o .  Empresas avançadas: sã o org a n i z a ç õ e s. ino v a ç ã o. e sã o de p e n d e n t e s. qu a lifi c a d o . ger e n c i a i s es p í ri t o. Os sã o. de pe s s o a l m o ti v a d o. estil o s. ger e n c i a i s. ta m b é m. ele v a d o s. e a filo s o f i a. da. ab e r t a s às m u d a n ç a s e. empres a. e. a. e alta m e n t e. qu a li d a d e. por q u e qu a n t o. est ã o às. da s. aç õ e s. inte g r a d o s políti c a s. ao. e ao s. pro c e s s o s de ge s t ã o da s pe s s o a s . U m a ve z qu e a filo s o f i a ad o t a d a é a ger ê n c i a do ne g ó c i o orie n t a d o par a o m e r c a d o , o Sist e m a de Av a li a ç ã o de D e s e m p e n h o ferr a m e n t a. est á inte g r a d o a es s a filo s o f i a, co m o. ger e n c i a l, par a. defi ni r o de s e m p e n h o. e av a li a r. os. res u l t a d o s apr e s e n t a d o s . Al é m dis s o, outr a s vari á v e i s im p a c t a m na im pl e m e n t a ç ã o do Sist e m a de Av a l i a ç ã o de D e s e m p e n h o e qu e de v e r ã o ser lev a d a s e m co n s i d e r a ç ã o , tais co m o :  O bj e t i v o s , estr a t é g i a s , políti c a s e dir et ri z e s da e m p r e s a ;  S e u ne g ó c i o e su a po s i ç ã o no m e r c a d o ;  Gr a u de tec n o l o g i a utiliz a d a no s pro c e s s o s de tra b a l h o ;  Es til o ger e n c i a l pre d o m i n a n t e ;  M o d e l o de ge s t ã o e m p r e s a r i a l;.

Referências

Documentos relacionados

7- “… passaram muitas semanas até que chegou o Natal.” 1.ª Oração subordinante; 2.ª Oração subordinada adverbial temporal. 8- “Quando chegou ao andar de baixo ouviu vozes

Objetivo: Garantir estimativas mais realistas e precisas para o projeto, ao considerar nesta estimativa o esforço necessário (em horas ou percentual do projeto) para

Dessa maneira, os resultados desta tese são uma síntese que propõe o uso de índices não convencionais de conforto térmico, utilizando o Índice de Temperatura de Globo Negro e

Dessa forma, diante das questões apontadas no segundo capítulo, com os entraves enfrentados pela Gerência de Pós-compra da UFJF, como a falta de aplicação de

Janaína Oliveira, que esteve presente em Ouagadougou nas últimas três edições do FESPACO (2011, 2013, 2015) e participou de todos os fóruns de debate promovidos

F REQUÊNCIAS PRÓPRIAS E MODOS DE VIBRAÇÃO ( MÉTODO ANALÍTICO ) ... O RIENTAÇÃO PELAS EQUAÇÕES DE PROPAGAÇÃO DE VIBRAÇÕES ... P REVISÃO DOS VALORES MÁXIMOS DE PPV ...

[r]

O primeiro conjunto de artigos, uma reflexão sobre atores, doenças e instituições, particularmente no âmbito da hanse- níase, do seu espaço, do seu enquadramento ou confinamen- to