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Classificação dos contratos, 21

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SUMÁRIO

Prefácio 19

FRANCISCO PAULO DE CRESCENZO MARINO

Classificação dos contratos, 21

1.As categorias contratuais e a função da classificação dos contratos ... 22 2. Contratos típicos e atípicos. Existência e suficiência da disciplina

legislativa do tipo contratual... 23 3. Os modelos de formação dos contratos. Contratos por adesão e

negociados. Contratos consensuais e reais 28

4. A relevância da forma. Contratos solenes e não solenes 30 5. O tempo e a execução dos contratos. Contratos de execução

instantânea (execução imediata ou diferida) e contratos de duração

(execução periódica ou continuada) 31

6. As prestações contratuais e o sinalagma. Contratos unilaterais e bilaterais ou sinalagmáticos. Contratos plurilaterais (associativos

ou de troca) . 33

7. O fluxo patrimonial. Contratos onerosos e gratuitos. Contratos indiferentes e negócios neutros. Contratos interessados e

desi n teressados 38

8. Contratos comutativos e aleatórios. A álea normal... 41 9. Elemento pessoal. Contratos intuitu personae. Contratos relacionais 43

10. Contratos empresariais e não-empresariais 45

11. A relevância da causa. Con tratos causais e abstratos 46 12. Classificação dos contratos quanto àfun~:ão econômico-social... 47

Bibliografia 48

FRANCISCO PAULO DE CRESCENZO MARINO

Interpretação e integração dos contratos, 51

1. O processo de interpretação dos contratos 52

1.1. Noção de interpretação contratual. As normas jurídicas

(2)

1.2. In claris cessat interpretatio? 53 1.3. Noção de meio interpretativo. A linguagem e o seu sentido

literal 55

1.4. O contexto verbal 57

1.5. As "circunstâneias" ou o contexto situacional 59 2. Duplicidade de momentos interpretativos, no sistema jurídico

brasileiro 61

2.1. Momento inicial ou meramente recognitivo: o sentido

atribuído pelas partesà declaração contratual 61 2.2. Deflciências da declaração contratual: lacunas, obscuridades,

ambigüidades (intrínsecas e extrínsecas) 63 2.3. Momento compkmentar: o sentido atribuído ao contrato no

ambiente social. Interpretação objetiva 64

2.4. O papel da boa-fé na interpretação dos contratos 67

2.5. Os usos em função interpretativa 68

2.6. Regras de interpretação objetiva. A conservação do contrato

por meio da interpretação 69

2.7. Alguns casos da jurisprudência brasileira. A interpretação

contratual e o Superior Tribunal de Justiça 70

3. A integração dos contratos 75

3.1. Concurso de fontes e determinação das regras contratuais.

As leis supletivas 75

3.2. A boa-fé e os usos como fontes de integração 77

Bibliografia 78

HAMIDCHARAFBDINEJR.

]urisdicionalização dos contratos, 81

1.Nova visão do direito contratual 82

2. Atuação do Estado e Contratos 85

3. Princípios e cláusulas gerais 87

4. A intervenção jurisdicional nos contratos e o novo Código Civil 88

4.1. Abuso de direito 88

4.2. Escolha judicial entre prestações alternativas 90

(3)

4.4. Função Social do Contrato 93

4.5. Princípio da boa-fé 93

4.6. O controte jurisdicional na fase pré e pós-contratual 95

4.7. Conservação dos negócios jurídicos 97

4.8. Cláusula penal 98

4.9. Resilição unilateral dos contratos (Código Civil, art. 473,

§ único) 99

4.10. Preço na compra e venda 101

5. A jurisdição como garantia de efetividade do ajuste contratual.

Reflexos processuais 101

6. Jurisdicionalização de Código de Defesa do Consumidor 102 7. A ponderação na jurisdicionalização dos contratos 102

Bibliografia 103

MÁRIOLUIZ DELGADO

Direito Intertemporal em Matéria Contratual, 105

Introdução 106

1.Retroatividade, Irretroatividade, Pós- Atividade das Leis 107 2. Eficácia Imediata da Lei. Distinções entre Retroatividade e

Imediatidade 111

3. A Relativização do Princípio da Irretroatividade e a Solução

adotada pela Constituição de 1988 114

4. A Retroatividade Limitada. A Definição, pela LICC, dos Limites Impostos na Carta Magna. A Coisa Julgada, o Ato Jurídico

Perfeito e o Direito Adquirido 118

5. A Controvertida Dicção do art. 2.035 do NCC 123

6. Conclusão 130

RENATO JOSÉ DE MORAES

Alteração das circunstâncias negociais, 133

Introdução 134

1.Figuras utilizadas para a revisão contratual 135

(4)

1.2. Teoria da pressuposição 137

1.3. Teoria da base do negócio jurídico 138

1.4. Teoria da imprevisão 139

1.5. Onerosidade excessiva 140

1.6. Conclusão sobre as diversas figuras 141

2. Alteração negociai na legislação brasileira 142

2.1. Código Civil de 2002 142

2.2. Outras leis brasileiras 144

3. Requisitos para a revisão contratual 146

3.1. Contratos de execução continuada ou diferida 146 3.2. Excessiva onerosidade panl uma das partes 147 3.3. Acontecimento extraordinário e imprevisível 148

3.4. Extrema vantagem para a outra parte 150

4. Alteração das circunstâncias em contratos específiCOS 150

4.1. Compromisso de compra e venda 151

4.2. Empreitada 152

4.3. Locação de imóveis urbanos 152

4.4. Compra e venda 153

4.5. Mútuo e financiamento 154

4.6. Arrendamento mercantil ou leasing 155

5. Fundamentos da cláusula rebus sic stantibus 155

Bibliografia 158

RODRIGO TOSCANO DE BRlTO

Cláusulas Abusivas no Contrato de Incorporação Imobiliária, 161

]. Cláusulas abusivas nos contratos de incorporação imobiliária:

Aspectos gerais 162

2. Cláusula autorizando o incorporador a alterar o projeto apresentado

ao adquirente 164

3. Cláusula translativa dos riscos do empreendimento do incorporador para os adquirentes das unidades autônomas 166 4. Cláusula resolutiva nos contratos por adcsão c o Código de Defesa

do Consumidor 169

5. Cláusula determinan te da perda total ou parcial das prestações

(5)

6. CLí.usula penal compensatória pelo atraso da entrega da obra pelo

incorporador 185

7. A Súmula308 do STJ e a proteção contratual do consumidor

ilnobiliário 186

8. Conclusões 188

BibliografIa 190

WALFIUDO JORGE Wi\RDEJR.

Considerações acerca dos Contratos de Empresa, 193

1.Introdução 194

2. A análise teleológica como método dedicado ao descortino de umaconcepç~lode contratos empresariais: contrato c afetação

empresarial 194

2.10 contrato empresarial como instrumento jurídico de organização da empresa: as empresas societárias e não

societárias 195

2.2 O contrato empresarial como instrumento jurídico dedicado

ao exercício da empresa 198

3. Uma teoria geral dos contratos 199 4. A afirmação de uma teoria geral dos con tratos de em presa 202

5. Conclusões 206

DÉBORA

Gozzo

Publicidade, 207

1.Publicidade, Consumidor e Constituição 208

2. Conceito de publicidade 211

2.1 Distinção entre publicidade e propaganda 212 3. Agentes envolvidos na publicidade 214

4.Princípios da publicidade 216

5. Espécies de publicidade 219

6. Elaboração da peça publicitária 223 7. Responsabilidade civil e publicidade 224

7.1 O consumidor prejudicado 226

(6)

JACQUES LABRUNIE MAITt CECILIA Fi\BBRI MORO

Contrato de Licença de Uso de Marca e Suas Particularidades, 229

1. Introdução 230

2. Os contratos de licença de uso no âmbito da propriedade

industrial 231

2.1 Espécies de contratos de licença de uso em propriedade

industrial 231

2.2 Natureza jurídica dos contratos de licença 233

3. O contrato de licença de uso de marca 234

3.1 Particularidades do contrato de licença de uso de marca 236

3.2 Royalties 239 3.3. Averbação 241 3.4. Dedutibilidade 242 3.5. Tributação incidente 245 4. Conclusão 246 5. Bibliografia 246

JOÃO BAPTISTA VILLELA

Contrato de Doação: Pouca Luz e Muita Sombra, 249

1. Doação: um estuário de temas e enigmas 250

2. As liberalidades entre a justiça e a agape 252 3. No caminho da aproximação conceitual: em busca do objeto 257

4. Negócio jurídico de liberalidade? 259

5. Consensual ou real? 261

6. Unilateral a ônus de quem? 264

7. Pactum de donando 266

8. Responsabilidade pré-contratual 271

9. Capacidade 272

10. Subvenções periódicas 277

11.Jactus missi!ium: entre a oferta de doação e a derelictio 278

(7)

JOSÉ OSÓRIO DE AzEVEDO JÚNIOR

Loteamento, 285

1. As primeiras normas legais sobre loteamento ingressaram em nosso

ordenamento em 1937, com o DL n. 58 286

2. O passar do tempo, contudo, veio revelar as insuficiênci:ls do

DL58 287

3. Passados mais vinte anos, surgem modificações relevantes na

Lei 6.766/79, por força de novas exigências sociais 290 4. Vejamos de forma didática e pouco pretensiosa certos conceitos

básicos e alguns aspectos relevantes que são úteis aos iniciantes

no tema do loteamento 291

ADOLFO BRAGA NETO

Oalerta sobre as instituições arbitrais inidôneas, 301

ADOLFO BRAGA NETO

Mediação de Conflitos, 307

Mediação de Conflitos e Conciliação 309

Capacitação em Mediação 311

Legislação brasileira sobre mediação 313

lediação Familiar 315 Mediação Empresarial 317 1ediação Trabalhista 319 Mediação Ambiental 320 Mediação e o Advogados 322 Conclusão 324 Bibliografia 324

CLÁUDIO MAURICIO BOSCHI PIGATTI

Seguro no Brasil, 327

O Contrato de Seguro no Brasil 328

(8)

Indenização 329

Celebração do Contrato de Seguro 329

Classificação dos Contratos de Seguro 330

Apólice 331

O princípio da Boa-fé 332

Seguro de Responsabilidade Civil 333

Seguro de Vida - Beneficiários - Estipulação em favor de

Terceiros 333

Partes do Contrato de Seguro 334

Cláusulas Restritivas e Limitativas do direito 335

Indubio pro aderente 335

Prescrição no Seguro 336

Cobrança de prêmio em atraso pelo Segurador 336

Seguro sobre a vida de outrem 336

Conclusão 336

MARCOS ALBERTO SANT' ANNA BITELLl

Contratos de Direito de Autor - Parte Geral, 339

1.Introdução 340

2.Conceito doutrinário e a mudança do perfil do Direito de Autor 342

3. Direi to de Au tor - sua função 346

4. A positivação do Direito de Autor 347

5. Natureza jurídica do Direito de Autor 354

6. Dualidade de elementos 355

7. Usuários dos contratos autorais 356

8. Princípios dos contratos autorais 357

9. Tipos de contratos autorais 358

DÉBORA

Gozzo

Cessão de Direitos, 361

1. Breve noção histórica 362

2. A Cessão de Direitos no novo Código Civil 364 3. Negócio Jurídico de Cessão de Crédito: Conceito 364

(9)

3.1 Espécies de Cessão 367

3.2 Forma do Negócio Jurídico de Cessão 368

3.3 Notificação do Devedor-Cedido 368

3.4 Eficácia do Negócio Jurídico de Cessão de Crédito 370

3.5 Direitos do Cessionário 372

3.6 Responsabilidade do Credor-Cedente perante o

Credor-Cessionário 373

3.7 Cessão de Crédito e Penhora 374

3.8 Institutos afms à cessão de crédito: novação e sub-rogaçiio 374 4 Negócio Jurídico de Assunção de Dívida: Conceito 375 4.1 Modo de contratação da assunção de dívida 377

4.2 Anuência do credor-cedido 377

4.3 Oposição de exceção pelo cessionário 379

4.4 Invalidade do negócio de assunção de dívida:

conseqüência 379

5 Cessão de Contrato: Aspectos Gerais 380

5.1 Cessão de contrato com ou sem liberação do cedente 382

BibliografIa 383

MARCO

F

ÁmoMOR5ELLO

O

Contrato de Transporte Caracterizado como Tipo Geral.

Conceito. NaturezaJurídica. Características, 385

1. Introdução. O contrato de transporte. O contrato de transporte aéreo caracterizado como tipo geral. Conceito. Natureza jurídica. Características. A preponderância da denominada

obrigação de proteção no transporte de pessoas 386 2. O novo Código Civil, a responsabilidade civil do transportador

e os contratos de transporte. Repercussões no âmbito do transporte aéreo em relação ao Sistema de Varsóvia, à

Convenção de Montreal, ao Código Brasileiro de Aeronáutica

e ao Código de Defesa do Consumidor 394

(10)

MAURO DELPHIM DE MORAES

A Cessão de Crédito / O Título de Crédito / O Endosso / O Aval /

Factoring e Regresso, 409

I.A Cessão de Créditos .410

1. A Cessão de Créditos e a Cessão de Dívidas .411 2. Pressupostos e Requisitos - Forma - A Notificação - Causa da

Cessão - Análise dos artigos 286 a 298 do Novo Código Civil 412

2.1. Pressupostos e Requisitus 412 2.2. Formas 413 2.3. Notificação 413 2.4. Créditos Futuros 414 11. O Título de Crédito 414 111. O Endosso 416 1. Efeitos do Endosso 417

1.1. Transferência da Posse e Propriedade do Título .417

1.2. A Responsabilidade do Endossante .418

2. Endosso Posterior ao Vencimento .418

IV. O Aval 419

1. O Aval por Ato Separado e Aval Simultâneo ou Sucessivo .420

2. Efeito do Aval .420

3. Aval de Homem Casado 421

V. A Faturização Mercantil 421

1. Pressupostos básicos 421

2. Espécies e Classiflcação 423

3. As Empresas de Faturização e os seus Clientes 423

3.1. As Empresas de Faturização 423

3.2. Os clientes 424

4. O Objeto da Faturização - Os Ativos - A Duplicata .424

4.1. O Objeto da Faturização 424

4.2. Os Ativos 425

5. A Faturização e Cessão de Créditos 426

5.1. A Faturização Por meio da Cessão de Créditos 427 5.2. Consideração Sobre a Faturização Por Meio de Cessão

(11)

5.3. Garantia do Faturizador na Cessão de Créditos .429 6. A Faturização por Meio do Endosso nos Títulos de Crédito à

OrdelTI 429

VI. Direito de Regresso nas Transferências de Direitos Creditórios, Oriundos de Vendas .Mercantis a Prazo ou de Prestação de

Serviços 432

1. Direito de Regresso nas Transferências por Cessão de Crédito 432

1.1. Várias Hipóteses 432

1.2. Considerações 433

2. Direito de Regresso nas Transferências por Endosso 434

2.1. Várias Hipóteses 434

RODRIGO XAVlER LEONAHDO

A súmula nO 308 e a adoção da teoria das redes contratuais

pelo Superior Tribunal de Justiça, 435

I.Introdução 436

lI. As circunstâncias que antecederam a súmula nO 308 do STJ 437 UI.Apara-eficáciacontratual e a teoria das redes con tratuais 440 IV. A evolução jurisprudencial e a adoção da teoria das redes

contratuais pelo Superior Tribunal de Justiça 444

V. Considerações finais 448

Referências bibliográficas 449

Ruy PEREIRA CAiVIILO JÚNIOR

Contrato de Distribuição ou Concessão Mercantil, 451

I. Noções Fundamentais 452

1. Dcsenvolvimen to Histórico da Distribuição Comercial. 452 2. Conceito de Contrato de Distribuição ou Concessão

lVIercan til 453

3. Distinção em Relação a Outros Contratos .455 4. Tipicidade do Contrato de Distribuição .456 5. ClassifIcação do Contrato de Distribuição 458

(12)

1. Interesses e Conflitos na Distribuição 460

2. Obrigações das Partes .461

3. FL'<ação dos Preços de Compra e de Revenda 462

4. Cláusulas de Exclusividade 462

5. Responsabilidade Contratual 463

UI. Rede de Coneessionúrias 465

IV. Conclusão 466

Bibliografta 466

TARCÍSIO ARAÚJO KROETZ

As simifitudes entre os contratos de agência e

representação comercia!, 467

As razões para escolha de intermediário 468

Análise concei tual 472

Incremento dos interesses econômicos 478

Revisão das hipóteses tipiftcadas de ressarcimento .480 Rompimento imotivado nos contratos por prazo indeterminado .480 Rompimento imotivado nos contratos por prazo determinado 488 Rompimento motivado nos contratos por prazo indeterminado 489 Causas de inadimplemento do agente ou do representante comercia1...489 Causas de inad,implemento do proponente ou do representado 491 Rompimento motivado 110Scontratos por prazo determinado 493

Conclusão 494

Referências

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