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Na sequência da proposta acima indicada celebrou-se o contrato n.º /DGES/2016, datado de 8 de julho de 2016;

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PROPOSTA N.º 236/2018

Assunto: Aprovar a 2ª modificação objetiva do contrato de empreitada n.º 13/15/DMEVAE/DEV/DCREV - “REQUALIFICAÇÃO PAISAGÍSTICA DO JARDIM DO CAMPO GRANDE ZONA SUL”, e a correspondente minuta do contrato a celebrar com o contraente privado.

Pelouro: Obras Municipais Serviços: DMPO/DGES Considerando que:

Por Deliberação da Câmara Municipal de Lisboa, datada de 8 de junho de 2016, exarada na Proposta n.º 274/2016, foi autorizada a adjudicação da Empreitada n.º 13/15/DMEVAE/DEV/DCREV –

“REQUALIFICAÇÃO PAISAGÍSTICA DO JARDIM DO CAMPO GRANDE ZONA SUL”, pelo valor de

€ 1.203.746,48, a que acresce o IVA à taxa legal em vigor e com um prazo de execução de 450 dias; Na sequência da proposta acima indicada celebrou-se o contrato n.º 16035824 – 15/DGES/2016, datado de 8 de julho de 2016;

No âmbito da referida empreitada, verificou-se ser necessário a realização de trabalhos não previstos no contrato inicial, tal como constante da documentação apensa ao presente processo;

Como ponto prévio, importa explicitar a metodologia utilizada por estes serviços desde a entrada em vigor do CCP (alterado pelo DL n.º 149/2012, de 11/07) e esclarecer, posteriormente, as alterações que foram efetuadas de modo a dar cumprimento à recomendação do Tribunal de Contas, a qual refere que se formalizem, em contrato ou qualquer documento adicional aos contratos de empreitada, as

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alterações por trabalhos aditados ou suprimidos, discriminando-os sem operações de compensação, em respeito do estabelecido nos artigos 370.º, 376.º e 379.º do Código dos Contratos Públicos (CCP); Importa, antes de mais, reconhecer que a não utilização de qualquer trabalho a menos para efeitos de compensação com os trabalhos adicionados ao contrato inicial e a sua dedução ao valor da adjudicação inicial não era, antes da mencionada recomendação, a metodologia utilizada pela CML em todos os casos;

Na verdade, tal metodologia apenas era utilizada pela CML quando estava em causa o controlo dos desvios relativos aos trabalhos qualificados como “a mais”, ou seja, para efeitos de verificação da alínea c) do n.º 2 do artigo 370º do CCP (“não pode ser ordenada a execução de trabalhos a mais quando o preço atribuído aos trabalhos a mais, incluindo o de anteriores trabalhos a mais, ultrapasse 40% do preço contratual, ou de “trabalhos de suprimentos de erros e omissões” não relacionados; O mesmo não acontecia quando estava em causa a verificação dos limites referentes aos trabalhos para suprimento de erros e omissões, previstos nos nºs 3 e 4 do artigo 376º do CCP, e tal entendimento teve por base a extensa jurisprudência produzida pelo Tribunal de Contas durante o período de vigência do Decreto-Lei 59/99, de 02 de março (RJEOP anterior ao CCP), sobre a forma como deveria ser verificado o cumprimento dos limites percentuais associados à execução dos trabalhos a mais (artigo 45º do antigo RJEOP), designadamente no que respeita ao que considerava admissível em matéria de compensação de trabalhos a mais com trabalhos a menos, à supressão de trabalhos previstos no contrato inicial e à consequente redução do objeto do contrato;

Fruto dessa extensa jurisprudência se estabeleceu a classificação dos trabalhos a menos como “substituídos” ou “suprimidos”, ficando estabilizado que os trabalhos a menos “suprimidos” são aqueles que, estando previstos no contrato, são retirados da empreitada por vontade dono de obra, que decide não os realizar por não serem necessários ou por qualquer outro motivo que não se relacione com os aspetos associados à necessidade de fazer face a qualquer erro ou circunstância imprevista (leia-se imprevisível) verificada durante a execução da obra. Por oposição ao conceito de trabalho a menos

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“suprimido”, surge o conceito de trabalho a menos “substituído”, entendendo-se por substituídos aqueles trabalhos cuja execução, estando prevista no contrato inicial deixou de ser necessária em face da execução de outros trabalhos, não previstos no contrato inicial, mas que se destinam ao mesmo fim e se tornaram necessários em resultado de um erro;

Recorde-se, pela clareza dos exemplos ali constantes, o que se deixou expresso no Acórdão do Tribunal de Contas nº 71/01, para o qual remete Acórdão nº 9/04, de 10/02/2004 – 1ª S/SS, que parcialmente se transcreve:

“(…) quando deixem de fazer-se, por supressão total em obra, determinados trabalhos, o respetivo montante deve ser liminarmente abatido ao montante contratual.(…) Isto é, e por exemplo (…) se em determinada construção estavam previstos trabalhos referentes à instalação de duas portas e se veio a verificar que não havia sequer espaço para elas, optando o dono de obra por fazer apenas uma, obviamente que os trabalhos a menos não podem senão ser suprimidos ao valor da obra (…) Assim é – e também a título de exemplo – o caso do pináculo previsto numa obra e suprimido porque, afinal, «não ficava bem»; ou o lancil igualmente suprimido por não haver desnível que o justificasse; ou os trabalhos de movimentação e transporte de terras para arborização porque se prescindiu desta (…) Vejamos agora outro caso, que se afigura através da seguinte hipótese: no decurso de uma construção em que está prevista uma porta em madeira, verificada que foi, no decurso da obra, a existência de um grau elevado de humidade, optou-se por uma porta metálica (…) Aqui já não estamos num caso de supressão pura e simples de trabalhos, mas de substituição de uns trabalhos por outros. (…) Para efeitos de conformação com os limites legais estabelecidos há que fazer o abate do valor inicial ao valor novo sendo a diferença a que deve ser levada em conta para efeitos daquele limite (…)”;

Com a aprovação, do DL n.º 149/2012, de 12 de Julho, que procede à sétima alteração ao Código dos Contratos Públicos, as normas relativas ao controlo dos desvios relativamente ao preço contratual foram alteradas, procedendo-se, designadamente à introdução de normas separadas para o controlo dos desvios relativos aos trabalhos a mais e aos trabalhos para suprimento de erros e omissões e retirando-se as referências a eventuais trabalhos a menos, nos seguintes termos:

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Artigo 370º, nº2 c): “Não pode ser ordenada a execução de trabalhos a mais quando… o preço

atribuído aos trabalhos a mais, incluindo o de anteriores trabalhos a mais, ultrapasse 40 % do preço contratual”;

Artigo 376º, nº3: “Só pode ser ordenada ao empreiteiro a execução de trabalhos de suprimento

de erros e omissões quando o somatório do preço atribuído a tais trabalhos com o preço de anteriores trabalhos da mesma natureza não exceder 5 % do preço contratual”.

“O limite previsto [anteriormente] é elevado para 10 % quando a execução dos trabalhos não implique uma modificação substancial do contrato e estejam em causa obras cuja execução seja afetada por condicionalismos naturais com especiais características de imprevisibilidade, nomeadamente as obras marítimo-portuárias e as obras complexas do ponto de vista geotécnico, em especial a construção de túneis, bem como as obras de reabilitação ou restauro de bens imóveis”;

Ora, inexistindo, no DL n.º 149/2012, de 12 de Julho qualquer referência à questão da compensação dos trabalhos adicionais à empreitada (trabalhos a mais ou trabalhos para suprimento de erros e

omissões) com trabalhos a menos, entendeu a CML apoiar-se na jurisprudência do Tribunal de Contas

e regressar aos modelos de compensação sancionados pelo referido órgão e que se limitavam à possibilidade de compensação apenas quando demonstrada uma relação de substituição entre os “novos” trabalhos, cuja execução se mostrasse necessária e legalmente enquadrável e os trabalhos que deixassem de ser executados em resultado da introdução desses novos trabalhos. Assim, tem vindo, a CML a considerar que o preço de um determinado trabalho para suprimento de erros é o valor que se verificou ser necessário para colmatar esse mesmo erro, o que equivale a dizer que, se, por exemplo, um determinado tipo de equipamento se revelou não ser o adequado devido a um erro de dimensionamento e tem de ser substituído por outro, mais oneroso, o preço do trabalho para o suprimento deste erro corresponde à diferença entre o valor do “novo” equipamento e o que se encontrava previsto inicialmente, por ser esta diferença de encargo aquela que o dono de obra se viu forçado a assumir para cumprir de forma tecnicamente ajustada o objeto do contrato da empreitada que tinha em execução.

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Assim, cumpre referir que, após a referida recomendação, a CML deixou de efetuar, nas empreitadas que promove, qualquer compensação com trabalhos a menos, sejam estes suprimidos ou substituídos, para além de deduzir ao valor da adjudicação inicial todo e qualquer trabalho a menos identificado no âmbito da execução da obra, utilizando o montante, assim obtido (“valor da adjudicação corrigido”) para efeitos da verificação dos limites impostos pelos artigos 370º, nº 2c) e 376º, nº3, ambos do CCP; E mais se dirá que, no estrito cumprimento da recomendação dirigida ao Município, o exposto anteriormente não se aplica apenas à contabilização dos limites no âmbito de futuras modificações aos contratos;

Os referidos limites são calculados tendo como referência os valores acumulados de “trabalhos a mais” e “trabalhos de suprimentos de erros e omissões”, i.e., os valores totais desde o início da execução do contrato, entendeu-se que a recomendação do Tribunal de Contas apenas poderá ter pleno cumprimento se a verificação tiver por referência os valores objetos das modificações objetivas anteriores, contabilizados à luz da dita recomendação, i.e. sem compensações;

Nessa medida, em processos com modificações anteriores à referida recomendação, os limites associados àquelas que lhes são subsequentes são verificados tendo em conta os valores de todas as modificações objetivas dos contrato analisadas no âmbito da empreitada, sem qualquer compensação, ou seja corrigindo os montantes anteriores e levando ao cálculo da percentagem prevista nos artigos 370º, nº 2c) e 376º, nº3, do CCP apenas as verbas positivas incluídas nas mesmas e deduzindo ao valor da adjudicação todos os trabalhos a menos, sem exceção;

Tal não implica qual quer alteração às modificações objetivas de contrato anteriores, que se mantêm na ordem jurídica nos termos em que foram aprovadas, mas apenas uma contabilização distinta estritamente para efeitos de verificação de pressupostos paras as modificações objetivas do contrato posteriores, de modo a que seja dado pleno cumprimento, á recomendação do Tribunal de Contas;

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A aprovação desta modificação objetiva do contrato da empreitada foi solicitada pela Divisão de Construção e Requalificação de Espaços Verdes (DCREV) do Departamento da Estrutura Verde (DVE) através da Informação n.º 493/DMEVAE/DEV/DCREV/17, de 27 de junho de 2017, anexa a este processo;

Conforme se encontra descrito na referida informação: A 2ª Modificação Objetiva do Contrato, refere-se a:

 Ligação urgente da rede de rega – Estava prevista, em projeto, a ligação da Rede de rega do Jardim do Campo Grande Zona sul à Rede de rega do Jardim do Campo Grande Zona norte pela tubagem existente sob a Av. do Brasil. No entanto, esta tubagem «…não teve capacidade

de carga para resistir à pressão hidráulica e colapsou», tendo o dono de obra que executar

uma nova travessia;

 Danos na plataforma dos caminhos de betão e pista ciclável - Após já estarem executadas algumas caixas de pavimento, valetas, sumidouros, verificou-se «…que a EDP teria de

proceder a trabalhos de execução da infraestrutura dentro do jardim» com recurso a

maquinaria pesada, danificando, assim, os trabalhos já finalizados no âmbito desta empreitada; A necessidade de serem executados os trabalhos em causa decorre, pois, da sequência de uma circunstância imprevista e não podem ser técnica ou economicamente separáveis do objeto do contrato sem inconvenientes graves para o dono de obra ou, embora separáveis, são estritamente necessários à conclusão da obra. Estes trabalhos são qualificáveis como “trabalhos a mais” com enquadramento no nº 1 do artigo 370º do Código dos Contratos Públicos (CCP), com a redação dada pelo Decreto-Lei n.º 149/2012, de 12 de julho;

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 Ligação da tubagem de água do futuro quiosque à caixa de contadores - referente a erros na medição contratada para execução do abastecimento de água ao futuro quiosque;

 Alteração das caixas eletroválvulas redondas para caixas retangulares maiores – na instalação da rede de rega detetou-se que as caixas para electroválvulas, contempladas no projeto de concurso, eram de dimensão inferior às electroválvulas que nelas iriam ser instaladas;

Estes trabalhos visam sanar erros e/ou omissões de projeto, sendo a sua correção indispensável à adequada conclusão da empreitada nos termos em que foi contratada inicialmente, pelo que se considera que estes trabalhos devem ser qualificados como “trabalhos de suprimentos de erros e

omissões”, nos termos dos artigos 61º e 376º a 378º do Código dos Contratos Públicos (CCP), com a

redação dada pelo Decreto-Lei n.º 149/2012, de 12 de julho;

A proposta de realização dos trabalhos a que corresponde a 2ª modificação objetiva do contrato foi analisada pela Divisão de Planeamento e Controlo de Empreendimentos (DPCE), do Departamento de Gestão de Empreendimentos e Segurança (DGES), através da informação n.º 3407/DGES/17, de 22 de

novembro de 2017, que aqui se dá por integralmente reproduzida;

No quadro que se segue, efetua-se uma breve descrição do despacho de autorização de execução dos trabalhos e de aprovação dos preços não contratuais:

Quadro I MOC Despacho de autorizaçã o Execução N.º Informação Entidade Data de comunicaçã o ao Tribunal de Contas N.º de Processo Tribunal Contas Despacho de Aprovação dos preços não contratuais Entidade 2ª MOC 29/09/2017 2984/DGES/1 7 Diretora Municipal 23/10/2017 350/2017 23/11/2017 Diretora Municipal

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Quadro II

A empreitada foi adjudicada pelo montante de € 1.203.746,48, acrescido de IVA;

Não existem anteriores “trabalhos a mais” aprovados no âmbito da presente empreitada;

Existem anteriores “trabalhos de suprimento de erros e omissões” aprovados no âmbito da presente empreitada no montante de € 17.665,93;

Existem anteriores “trabalhos a menos” aprovados no âmbito da presente empreitada no montante de - € 593,75;

Existem “trabalhos de suprimentos de erros e omissões” no âmbito do presente processo no valor de € 9.875,61;

Existem “trabalhos a mais” no âmbito do presente processo no valor de € 22.045,74;

50 % 100 % MOC 1 17.665,93 -593,75 17.665,93 17.665,93 1,47% 1.203.152,73 MOC 2 22.045,74 4.502,69 870,05 -464,55 31.921,16 27.418,48 2,28% 1.202.688,18 MOC 3 MOC 4 MOC 5 MOC 6 TOTAL 22.045,74 4.502,69 18.535,98 -1.058,30 49.587,09 45.084,41 MOC 1 17.665,93 1,47% 17.665,93 1,47% MOC 2 22.045,74 9.875,42 1,83% 0,82% 22.045,74 27.541,35 1,83% 2,29% MOC 3 MOC 4 MOC 5 MOC 6 TOTAL <40% <5% ou 10% Verificação Art. 370º CCP VALORES ACUMULADOS TSEO

VALORES POR MOC

VALOR DA MOC Verificação Art. 376º CCP Verificação Art. 370º CCP TSEO % Despesa Valor Adjudicação corrigido

Quadro Resumo - MOC

ENCARGO CML

Verificação de Limites Legais

VALORES Trabalhos a Mais

Trabalhos de Suprimento de Erros e Omissões

Trabalhos a Menos (Suprimidos)

Trabalhos a Mais Verificação Art. Trabalhos a Mais

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Existem “trabalhos a menos”, no âmbito do presente processo no valor de - € 464,55;

Relativamente à 2ª modificação objetiva do contrato, de acordo com as recomendações do Tribunal de Contas, no seu Relatório nº 3/2017 – Audit – 1ª Secção, conclui-se que:

O somatório do preço dos “trabalhos de suprimento de erros e omissões” apurados até esta data, que corresponde a 2,29% do valor de adjudicação corrigido, verificando-se, assim, o

respeito pelo limite de 5% imposto pelo n.º 3 do artigo 376º do CCP, com a redação dada

pelo Dec. Lei nº 149/2012, de 12 de julho;

O valor dos “trabalhos a mais”, apurados até esta data, que corresponde a 1,83% do valor de adjudicação corrigido, verificando-se, assim, o respeito pelo limite de 40% imposto pela alínea c) do nº 2 do artigo 370º do CCP, com a redação dada pelo Dec. Lei nº 149/2012, de 12 de julho;

 O valor acumulado da totalidade das modificações objetivas dos contratos existentes na presente empreitada corresponde a 4,21 % do preço contratual, não excedendo o limite de 15% imposto pelo artigo 315º do CCP, pelo que não é obrigatória a sua publicitação no portal dos Contratos Públicos.

A par da verificação dos limites impostos pelo CCP em matéria de aumento da despesa, procedeu-se à verificação do regime de responsabilidade aplicável aos respetivos “trabalhos para suprimentos de

erros e omissões”, por força do disposto no artigo 378º do citado diploma, verifica-se que:

Parte dos trabalhos foi reclamada em fase de formação do contrato mas não foi aceite pelo dono de obra, pelo que se aplica o disposto no n.ºs 1 e 3 do artigo 378º do CCP, ou seja,

o encargo resultante dessa parte dos “trabalhos de suprimento de erros e omissões” deve ser

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Outra parte dos trabalhos não foi reclamada por qualquer dos interessados, pelo que,

nos termos dos nºs 3 e 5 do artigo 378º do CCP, o empreiteiro deve assumir 50% dos

correspondentes encargos.

O encargo a suportar pela CML na presente Modificação Objetiva do Contrato é de € 27.418,48, acrescido de IVA no valor de € 1.645,11, totalizado o montante de € 29.063,59.

Em conformidade com o enquadramento orçamental que se segue, na orgânica L16.01 o presente processo encontram-se em condições de ser remetido à entidade competente para a respetiva autorização.

Quadro III

Orgânica Cabimento Económica Código Plano NUP

L16.01 5318001154 07.01.04.01.04 A4.P004 616002707

Em cumprimento do disposto da Lei nº 8/2012 de 21 de fevereiro, conjugada com o Decreto-Lei nº 127/2012 de 21 de Junho, segue anexa a respetiva declaração de fundos disponíveis.

A formalização da presente modificação objetiva do contrato, obedece às disposições prevista no n.º 1 do artigo 98º do CCP, bem como na alínea a) do n.º 1 do artigo 311º do mesmo diploma, pelo que o mesmo deverá ser reduzido a escrito;

Por último, é da competência da Câmara Municipal de Lisboa a autorização da despesa relativa a esses mesmos trabalhos, nos termos do nº 1 do artigo 21º do Decreto-Lei nº 197/99, de 8 de junho, bem como a aprovação da respetiva minuta de contrato de modificação objetiva;

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Tenho a honra de propor que a Câmara Municipal delibere:

1 - Aprovar a 2ª modificação objetiva do contrato da Empreitada

n.º 13/15/DMEVAE/DEV/DCREV – “REQUALIFICAÇÃO PAISAGÍSTICA DO JARDIM DO CAMPO GRANDE ZONA SUL”, bem como o encargo dela resultante, pelo valor de € 27.418,48 (vinte sete mil,

quatrocentos e dezoito euros e quarenta e oito cêntimos), acrescido do IVA à taxa de 6%, no montante de € 1.645,11 (mil seiscentos e quarenta e cinco euros e onze cêntimos), o que perfaz um encargo total de € 29.063,59 (vinte e nove mil e sessenta e três euros e cinquenta e nove cêntimos);

2 - Aprovar a minuta anexa referente ao contrato de modificação objetiva, a celebrar com o adjudicatário, Costa & Carreira, Lda.

Lisboa, 10 de maio de 2018

O Vereador Manuel Salgado

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