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Avaliação do conhecimento sobre o Tema Transversal “Educação Sexual”.

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Academic year: 2020

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Avaliação do conhecimento sobre o Tema Transversal “Educação Sexual”.

RESUMO

O tema transversal “Educação Sexual”, dentro das escolas tem sido um grande desafio proposto pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). O objetivo deste estudo foi avaliar o conhecimento dos alunos sobre o tema transversal educação sexual, métodos contraceptivos e preventivos e doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). Foi aplicada uma atividade de múltipla escolha aos alunos do 9º ano do Ensino Fundamental, Ensino Médio Regular (3°Ano) e EJA (Educação de Jovens e Adultos), de du as escolas públicas Estaduais, localizadas no município de Belo Horizonte/MG e Contagem/MG.

Palavras Chaves: Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), Métodos Contraceptivos e Preventivos, Doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).

Evaluation of the knowledge on the Cross Theme "Sex Education".

ABSTRACT

The cross-cutting theme "Sex Education" in schools has been a great challenge posed by the National Curriculum Parameters (PCNs). The objective of this study was to evaluate the students' knowledge of the cross-cutting theme sex education, contraception and prevention methods and sexually transmitted diseases (STDs). Was applied an activity of multiple-choice students in 9th grade of elementary school, Medium Regular education (3rd year) and EJA (Youth and Adult Education), two State public schools located in the city of Belo Horizonte / MG and Counting / MG.

Key Words: National Curriculum Parameters (PCNs), contraceptives and Preventive methods, sexually transmitted diseases (STDs).

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INTRODUÇÃO

A sexualidade está presente desde o nascimento, e é inerente ao homem, manifestando-se de formas diferentes em cada etapa do desenvolvimento. Para o ser humano a sexualidade diz muito mais que genialidade, ou seja, está relacionada ao afeto, erotismo, carinho, amor e reciprocidade (Tiba, 1994).

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.394-96, através do Decreto de n.º 6.286, de 5 de Dezembro de 2007, institui o Programa de Saúde na Escola – PSE. O art. 4 contempla ações em saúde prevista no âmbito do PSE, enquanto que o inciso XII assegura a promoção da saúde sexual e da saúde reprodutiva. Portanto, uma das direções da educação sexual hoje sugere que se discutam questões relacionadas à prevenção e a promoção da saúde dentro do âmbito escolar.

A sexualidade está presente desde o nascimento, e é inerente ao homem, manifestando-se de formas diferentes a cada etapa do desenvolvimento. Para o ser humano a sexualidade diz muito mais que genialidade, ou seja, está relacionada ao afeto, erotismo, carinho, amor e reciprocidade (Tiba, 1994).

A iniciação sexual de adolescentes e jovens tem levantado uma preocupação cada vez maior entre profissionais da saúde, educação e pais em decorrência da decadência de conhecimento sobre prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e uso de contraceptivos (Furlani, 2005).

Apesar do desenvolvimento tecnológico relacionado ao campo da contracepção e prevenção contra DST’s, ainda existe a dificuldade de acesso à falta de interesse pela busca de informação sobre métodos contraceptivos e as formas de contágios e sintomas das DST’s e o desconhecimento da fisiologia reprodutiva, como a capacidade de identificar o período fértil, nível de escolaridade e socioeconômico baixo e deficiência de programas de assistência ao jovem, adolescente e ate mesmo ao adulto, alémdas objeções de uso contraceptivo e preventivo pelo parceiro (a),pelo fato de muitas das vezes pensar “que seria só uma vez” ou por “não esperar ter relações naquele momento” e aliados a esses fatores, pode-se acrescentar ainda a tendência de queda da idade média e da iniciação sexual (Belo,2003).

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Diante dos fatores citados acima e outros, a Educação Sexual é um dos temas transversais propostos e previstos nos PCNs, pode ser trabalhada como uma intervenção pedagógica, de forma que o tema seja problematizado e favoreça uma reflexão sobre a sexualidade, e assim, haja liberdade de expressão e bem-estar sexual, bem como o cuidar de si e do outro (Oliveira, 2009).Afinal as manifestações sexuais também acontecem no âmbito escolar e é necessário que a escola se posicione claramente e conscientemente sobre referências e limites com os quais irá trabalhar as expressões da sexualidade. Esclarecendo dúvidas e curiosidades sobre este tema, é importante que contribuindo para que a criança, o adolescente e o jovem aprenda a distinguir as expressões que fazem parte da sua intimidade eprivacidade daquelas que são pertinentes ao convívio social (Ribeiro,2013).

Um indivíduo infectado por alguma doença sexualmente transmissível em qualquer fase da vida, quando não informado sobre o assunto, pode causar e trazer um perigo muito grande à sociedade (Furlani, 2007). DSTs são doenças infecciosas que podem ser disseminadas através do contato sexual. Algumas podem também ser transmitidas por vias não sexuais, que são menos frequentes (Oliveira, 2009).

Segundo o do Ministério da Saúde (2012), no Brasil, entre 2000 e 2011, foram declarados no Sistema de Informação de Mortalidade (SIM) 867 óbitos por hepatites virais, sendo 640 como causa básica e 227 como causa associada, a maioria dos quais nas Regiões Nordeste (31,3%) e Sudeste (29,3%).A partir de 2000 até 2010, o coeciente de mortalidade manteve-se estabilizado, pequenas oscilações entre 0,04 e 0,03 por 100.000 habitantes. Em 2010, as regiões que apresentaram maior coeciente por 100.000 habitantes foram as Regiões Norte (0,08) e Nordeste (0,05). Em 2010, o coeciente de mortalidade por hepatite A no masculino foi de 0,04, enquanto no sexo feminino foi de 0,02.

A Organização Mundial de Saúde (OMS, 2012) afirma que a população sexualmente ativa do Brasil apresenta 937.000 casos de sífilis, 1,5 milhão casos de gonorréia, 1.967.200 casos de clamídia, 640.900 casos de herpes genital e 685.400 casos de HPV. Já o número de soropositivos registrados pelo Ministério da Saúde chegou a 656.701, desde a década de 1980 até 2012.

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Na sociedade, as questões relacionadas ao corpo e a sexualidade, estiveram por muito tempo como centro das preocupações, pelo fato dos adolescentes e jovens estarem em busca de uma identidade, entretanto, a insegurança, a influência dos meios de comunicação e as fantasias tem estimulando a prática sexual cada vez mais cedo entre adolescentes e jovens, onde que o prazer se torna os riscos limitando as informações sobre sexualidade e DSTs, fazendo com que estes assuntos sejam tratados em segundo plano, e quando tratados se apresentam carregados de mitos, tabus, preconceitos e sentimento de culpa (Tiba, 1994).

O grande crescimento da incidência de doenças sexualmente transmissíveis entre adolescentes, jovens e adultos tem proposto o estudo da sexualidade dentro das escolas (Ministério da Saúde, 2012), pois acredita- se que os pais apresentam uma resistência para abordar estas questões. No entanto, a educação sexual na escola não pode substituir o papel dos pais ou responsáveis e sim complementá-lo, com a informação a cerca da prevenção de DSTs (Furlani, 2005).

Segundo Tiba (1994), contrair uma doença venérea causa muitos constrangimentos. Ninguém se importa de procurar um médico para curar uma infecção na garganta, mas se a doença localiza-se nos órgãos genitais e há suspeita de ter sido transmitida sexualmente, tudo muda. O que passa a ser avaliado não é mais sua condição física, mas sim, seu comportamento sexual.

Segundo os PCNs (MEC, 1997) é necessário que se esclareça as dúvidas dos adolescentes, jovens e adultos de modo objetivo, haja vista, que é proibido ignorar os temas ligados à sexualidade, visto que, estes afloram na cabeça dos adolescentes, jovens e até mesmo em muitos adultos de forma natural, modificam comportamentos e despertam muitas curiosidades.

A escola pode ter papel importante durante a construção do conhecimento, estimulando o conhecimento a cerca do sexo seguro, baseando no respeito a si mesmo, ao outro e à coletividade (Felipe, 2005).

Diante do exposto, o objetivo desse estudo foi de avaliar a partir de uma atividade, o nível de informação dos alunos dos Ensinos Fundamental, Médio Regular e EJA (series finais) de uma escola Estadual de Contagem/MG e outra de Belo Horizonte/MG, sobre doenças sexualmente transmissíveis e métodos contraceptivos.

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METODOLOGIA

O estudo foi desenvolvido na Escola Estadual Professora Ligia Maria de Magalhães, situada à Rua F nº 50, bairro Milanês, Contagem – MG e na Escola Estadual Princesa Isabel, situada na Rua Santa Judith nº 565, bairro Aparecida, Belo Horizonte – MG.

Foi realizada uma atividade avaliativa semi-estruturada, anônimo, com cabeçalho para preenchimento que continha idade, sexo, série e turno; contendo 14 perguntas gerais de múltiplas escolhas, onde foram avaliados 83 alunos do ensino Fundamental, Médio Regular e EJA, dos turnos matutino e noturno de cada escola, totalizando assim 166 alunos. Foram avaliadas as seguintes variáveis: conceituação sobre DSTs, nível de conhecimento, frequência em que o assunto é abordado na escola, no âmbito familiar, formas de prevenção, métodos contraceptivos e o grau de importância do estudo da “Educação Sexual”.

A escolha por tais escolas se deu pelo interesse demonstrado pela direção, após proposta levantada, como também por conter um assunto significativo tanto para os adolescentes, quanto para os jovens e adultos. A coleta dos dados será realizada durante o mês de maio de 2013.

As atividades foram respondidas após a explanação do objetivo e a natureza da atividade. Os dados foram tabulados e apresentados por meios gráficos e tabelas utilizando os softwares Microsoft Excel – 2010(Microsoft, USA) eGraphPad Prism5 (GraphPad Software, Inc., USA).

RESULTADOS

No total, foram avaliadas 166 atividades, sendo 50% da E.E. Princesa Isabel (escola A), localizada em Belo Horizonte/MG e 50% da E.E. Professora Lígia Maria de Magalhães (escola B), em Contagem/MG.

Ao analisar o gênero dos integrantes da pesquisa, observou-se que: na escola A – 46,99% eram do sexo feminino e 53,01% eram do sexo masculino; na escola B – 59,04% eram do sexo feminino e 40,96% eram do sexo

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masculino. Para melhor análise, somando os 46,99 mais os 53,01%, totaliza se 100% que corresponde aos 83 al

totalizam-se 100% que corresponde aos 83 alunos da escola B

Figura 1 - Número de alunos avaliados por sexo e escola.

Fonte: Dados da pesquisa.

Na escola A e B 31 3º ano, e 38,56 e 31

Figura 2 – Número de alunos avaliados por escola/série.

Fonte: Dados da pesquisa.

masculino. Para melhor análise, somando os 46,99 mais os 53,01%, totaliza se 100% que corresponde aos 83 alunos da escola A e, 59,04 mais 40,96%,

100% que corresponde aos 83 alunos da escola B (Figura 1).

Número de alunos avaliados por sexo e escola.

Fonte: Dados da pesquisa.

e B 31,32 e 33,74 % eram do 9º ano, 30,12 e 34,94 % do e 31,32 % do EJA, respectivamente.

Número de alunos avaliados por escola/série.

Fonte: Dados da pesquisa.

masculino. Para melhor análise, somando os 46,99 mais os 53,01%, totalizam-unos da escola A e, 59,04 mais 40,96%,

(Figura 1).

(7)

Do total de 166 alunos avaliados 9º ano com idade entre 14 e 34 anos; 17 e 20 anos; e 19,88% são do EJA anossão do sexo feminino.

Dos 166 alunos, 17,47

14,46% do 3º ano entre 17 e 20 ano do sexo masculino.

Figura 3 – Percentual de alunos por faixa etária.

Fonte: Dados da pesquisa.

Quando questionados se já est total (escalas A e B), 66,87

não. Gostariam de aprender mais sobre o tema gostaria. Dos entrevistados, 51

com os pais, e 42,17% responderam que aceitam discutir esse tema e 1,21

alunos avaliados, separados por gênero, 15

com idade entre 14 e 34 anos; 18,07% são do 3º ano com idade entre % são do EJA apresentando uma idade entre 18 e 51 sexo feminino.

17,47% são do 9º ano com idade entre 14 a 26 anos, % do 3º ano entre 17 e 20 anos e 15,06% entre 18 a 62 anos do EJA

Percentual de alunos por faixa etária.

Fonte: Dados da pesquisa.

Quando questionados se já estudaram sobre “Educação Sexual”, , 66,87% responderam que sim, 33,13% responderam que

aprender mais sobre o tema 77,72%, já 22,28% não Dos entrevistados, 51,20% disseram ter liberdade em discutir o tema

responderam que não, 5,42% relataram que os pais nã sse tema e 1,21% não responderam.

15,06% são do % são do 3º ano com idade entre apresentando uma idade entre 18 e 51

% são do 9º ano com idade entre 14 a 26 anos, a 62 anos do EJAsão

udaram sobre “Educação Sexual”, do responderam que ,72%, já 22,28% não disseram ter liberdade em discutir o tema relataram que os pais não

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Figura 4 – Conhecimento, liberdade em discutir e interesse dos alunos sobre o tema “Educação Sexual”.

Fonte: Dados da pesquisa.

Ao pesquisar o percentual de alunos com conhecimentos básicos sobre DSTs, o resultado, dos 166 alunos entrevistados,

significado da siglae a importância de estudar sob não e, 97,59% tem conhecimento das formas de e0,60% não responderam

de prevenção e 6,03% não as doenças.

Figura 5 – Conhecimentos gerais sobre DSTs.

Fonte: Dados da pesquisa.

Conhecimento, liberdade em discutir e interesse dos alunos sobre o tema “Educação Sexual”.

Fonte: Dados da pesquisa.

Ao pesquisar o percentual de alunos com conhecimentos básicos sobre , dos 166 alunos entrevistados, mostrou que 84,94

e a importância de estudar sobre o tema, os outros 15 tem conhecimento das formas de prevenção,

responderam,93,97% concordam que a camisinha é o melhor meio de prevenção e 6,03% não concordam que essa é o melhor prevenção contra

Conhecimentos gerais sobre DSTs.

Fonte: Dados da pesquisa.

Conhecimento, liberdade em discutir e interesse dos alunos sobre o

Ao pesquisar o percentual de alunos com conhecimentos básicos sobre 84,94%sabem o os outros 15,06% prevenção, 1,81% nãotem 93,97% concordam que a camisinha é o melhor meio que essa é o melhor prevenção contra

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Questionados sobre quando se pode ter relação 37,95% dos alunos responderam que nã

1,81%disseram ser antes do casamento, 7,84 alguém já se pode ter uma relação segura meses, 14,46% deles já t

somente após o casamento e 3,01

Figura 6 – Quando relacionar

Fonte: Dados da pesquisa

Quanto ao método de barreira mais conh 90,37% responderam que a

responderam outros métodos e 2,40

concordam que o uso da camisinha durante as relações sexuais contribui para diminuir a incidência das DST

desconhecer esse mé responderam.

Questionados sobre quando se pode ter relação sexual se

dos alunos responderam que não existe um tempo determinado, antes do casamento, 7,84%responderam que ao conhecer pode ter uma relação segura sem o uso da camisinha. Após 3 deles já teriam relação sexual sem o uso da camisinha, 34,93% somente após o casamento e 3,01% não responderam.

Quando relacionar-se sexualmente e dispensar o preservativo.

Fonte: Dados da pesquisa.

Quanto ao método de barreira mais conhecido, numa série de opções, responderam que a camisinha é a mais conhecida, 7

ros métodos e 2,40% não responderam,

uso da camisinha durante as relações sexuais contribui para a das DST’se 42,17% discordam, 4,21

desconhecer esse método na prevenção de doenças e 1,81

sexual sem camisinha, o existe um tempo determinado, que ao conhecer o da camisinha. Após 3 amisinha, 34,93%

se sexualmente e dispensar o preservativo.

série de opções, camisinha é a mais conhecida, 7,23% 51,81% deles uso da camisinha durante as relações sexuais contribui para ,21% disseram todo na prevenção de doenças e 1,81% não

(10)

Figura 7 – Método de barreira mais conhecido e a sua eficácia na prevenção de DST.

Fonte: Dados da pesquisa.

Na pesquisa, os alunos relataram que a frequência de relação sexual pode variar dependendo do tempo de relacionamento. A maior parte deles, 37,35%faz sexo semanal, 10,85

não iniciaram a vida sexual e 6 questão ou por se sentir constrangidos

Figura 8 – Frequência da relação sexual dos alunos.

Fonte: Dados da pesquisa

Método de barreira mais conhecido e a sua eficácia na prevenção

Fonte: Dados da pesquisa.

Na pesquisa, os alunos relataram que a frequência de relação sexual pode variar dependendo do tempo de relacionamento. A maior parte deles,

faz sexo semanal, 10,85% quinzenal, 12,65% mensal, 33

iniciaram a vida sexual e 6,02%não responderam talvez por descuido a questão ou por se sentir constrangidos.

da relação sexual dos alunos.

Fonte: Dados da pesquisa.

Método de barreira mais conhecido e a sua eficácia na prevenção

Na pesquisa, os alunos relataram que a frequência de relação sexual pode variar dependendo do tempo de relacionamento. A maior parte deles, mensal, 33,13% ainda talvez por descuido a

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Ao avaliar a opinião dos alunos sobre sexo sem o preservativo e importância do mesmo

correram o risco de contrair alguma das DST’s sempre. Os que ainda não in

não responderam, 45,18

estão em um relacionamento estável, responderam.

Figura 9 – Uso do preservativo.

Fonte: Dados da pesquisa.

Ao serem perguntados ter conhecimento sobre todos não responderam.

Na pesquisa também pílula do dia seguinte e provocar, 62,65% não

marcando mais de uma opção de resposta e 1,81

opinião dos alunos sobre sexo sem o preservativo e 51,20% delesjá tiveram relação sem se prevenir correram o risco de contrair alguma das DST’s e 25,91% prefere

. Os que ainda não iniciaram a vida sexual somaram 21

,18% acham dispensável o uso da camisinha quando m um relacionamento estável, 50% não dispensam

so do preservativo.

Fonte: Dados da pesquisa.

serem perguntados sobre métodos contraceptivos 7,84

sobre todos os existentes, 89,16% não conhecem todos

tambémse avaliou o conhecimento sobre as

e, 30,72% dos alunos sabem dos riscos que ela pode ,65% não conhecem os riscos, 4,82%apresentaram

ais de uma opção de resposta e 1,81% não responderam

opinião dos alunos sobre sexo sem o preservativo e a já tiveram relação sem se prevenir e preferem se prevenir iciaram a vida sexual somaram 21,68%e 1,21% acham dispensável o uso da camisinha quando dispensam e4,82% não

7,84% disseram não conhecem todos e 3%

o conhecimento sobre as causas da iscos que ela pode apresentaram dúvidas não responderam

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Figura 10 – Conhecimento sobre todos os métodos contraceptivos e as causas da pílula do dia seguinte.

Fonte: Dados da pesquisa Após a avaliaçãod

possível observar que os alunos da escola B apresentaram significativamente maior

sexual”. Para comprovar essa afirmação, f acertos de cada escola referentes

4- O que significa a sigla DSTs

5- Qual a principal forma de se prevenir contra as DSTs? 6-, Como é feita a transmissão das DSTs?

7- Quantos métodos contraceptivos você conhece? 8- Através do beijo se contrai

comunicação você já ouviu informações sobre esta doença? 9 - Para Tratar todas DSTs é só comprar um remédio na

10- O uso de drogas, principalmente, as drogas injetáveis, é um às DST’s ao HIV/AIDS?

14– A hepatite B, doença sexualmente transmissível é causada por:

As respostas das questões acima

pesquisa respondidas pelos alunos de ambas as escolas, gerais, foram representadas

Conhecimento sobre todos os métodos contraceptivos e as causas da pílula do dia seguinte.

Fonte: Dados da pesquisa

a avaliaçãodo conhecimento dos alunos das escolas

possível observar que os alunos da escola B apresentaram significativamente maior conhecimento sobre o tema transversal

Para comprovar essa afirmação, foram analisados os números de de cada escola referentes às questões de conhecimentos

O que significa a sigla DSTs?

Qual a principal forma de se prevenir contra as DSTs? Como é feita a transmissão das DSTs?

Quantos métodos contraceptivos você conhece?

Através do beijo se contrai AIDS? Quais os principais os veículos de comunicação você já ouviu informações sobre esta doença?

Tratar todas DSTs é só comprar um remédio na farmácia

O uso de drogas, principalmente, as drogas injetáveis, é um fator derisco

A hepatite B, doença sexualmente transmissível é causada por:

As respostas das questões acima, sequenciadas na numeração como na pesquisa respondidas pelos alunos de ambas as escolas, sobre conhecimentos

representadas através de gráficos, as demais questões Conhecimento sobre todos os métodos contraceptivos e as causas

das escolas A e B, foi possível observar que os alunos da escola B apresentaram conhecimento sobre o tema transversal“educação os números de de conhecimentos abaixo:

Quais os principais os veículos de

farmácia?

fator derisco

A hepatite B, doença sexualmente transmissível é causada por:

, sequenciadas na numeração como na conhecimentos as demais questões não

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foramincluídas por se tratarem resposta considerada certa ou errada

No resultado da escola A,

questão 4, 89,15% à questão 5, 95,18% 53,01% à questão 8, 84,34%

questão 14.

Figura 11 – Número de respostas corretas da escola A.

Fonte: Dados da pesquisa.

Os acertos da escola B questão 4, 98,80% à questão 5, 50,60% à questão 8, 96,39

questão 14.

incluídas por se tratarem de questões pessoais e que certa ou errada.

a escola A, as respostas corretas atingiram: 74,69% à questão 5, 95,18% à questão 6, 12,04%

questão 8, 84,34% à questão 9, 42,17% à questão 10 e 42,17%

Número de respostas corretas da escola A.

Fonte: Dados da pesquisa.

acertos da escola B apresentaram os seguintes resultados questão 5, 100% à questão 6, 21,69% questão 8, 96,39% à questão 9, 50% à questão 10

que não há uma

as respostas corretas atingiram: 74,69% à questão 6, 12,04% à questão 7, questão 10 e 42,17% à

os seguintes resultados: 95,18% à % à questão 7, questão 10 e 32,53% à

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Figura 12 – Número de respostas corretas da escola B.

Fonte: Dados da pesquisa. Comparando a avaliação d

possível observar que os alunos da escola B apresentaram maior conhecimento sobre o tema transversal

outra escola. O gráfico abaixo comprova

números de acertos de cada escola referentes às questões que abordavam os conhecimentos gerais sobre o tema transversal (Fig. 13).

Figura 13 – Número de respostas corretas da escola A x Número de respostas corretas da escola B.

Fonte: Dados da pesquisa.

a avaliação do conhecimento dos alunos das escolas A e B, possível observar que os alunos da escola B apresentaram significativamente

conhecimento sobre o tema transversal “educação sexual”

O gráfico abaixo comprova essa afirmação, foram analisados os números de acertos de cada escola referentes às questões que abordavam os conhecimentos gerais sobre o tema transversal (Fig. 13).

Número de respostas corretas da escola A x escola B.

o conhecimento dos alunos das escolas A e B, é significativamente “educação sexual” em relação à essa afirmação, foram analisados os números de acertos de cada escola referentes às questões que abordavam os

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DISCUSSÃO

Após a análise dos resultados das 166 atividades (escola A eB), observou-se que a escola B apresentou maior conhecimento sobre o tema transversal estudado (Figura 12) em relação à escola A (Figura 11).De acordo com Cunha (2010), o município de Contagem/MG vem investindo parte do seu orçamento participativo na área da educação e projetos sociais dentro das comunidades abordando temas sobre sexualidade, podendo isso ser um dos diferenciais no número de acertos do questionário sobre o tema transversal sobressaindo à escola B da escola A.

No entanto, ao questionar os alunos se já estudaram o tema transversal “educação sexual”, 66,87% dos avaliados responderam que “sim” e 31,13% disseram que “não”, 77,72% gostariam de aprender mais sobre o tema transversal no decorrer do curso escolar e 22,28% não tem interesse de aprender sobre o tema transversal (Figura 4). Ficando evidente que a informaçãopode ser uma grande arma aliada na prevenção. No Brasil as DST’s vem aumentando gradativamente de acordo como aumento da atividade sexual da população, transparecendo, mesmo sem prevenção,ser um prazer normal independente de qualquer fator (TIBA,1994).

Neste estudo observou-se que 51,20% dos alunos tem total liberdade em discutir sobre o tema com os pais, 42,17% disseram que “não”, 5,42% dos alunos disseram que os pais discordam em discutir esse assunto tanto em casa quanto na escola e 1,21% não respondeu (Figura 4).Estes dadosdemonstram o quanto este tema apresenta respostas homogêneas e certa polêmica até mesmo entre os alunos e seus pais. De acordo com Cordeiro (2009), é inegável um trabalho de “educação sexual” no dia-a-dia escolar por ser um tema de suma importância. Contudo, a maioria dos docentes não são tão receptivos a esse tema devido, muitas vezes, a valores pessoais e tabus que refletem na ação pedagógica em sala de aula. De acordo com PCN’s, Brasil (1998 p. 123),pontuam que “o professor deve ter discernimento para não transmitir seus valores, crenças e opiniões como sendo princípios ou verdades absolutas”.

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A respeito da sigla DST’s84,94% dos alunos da responderam corretamente ao tópico e 15,06% não souberam responder (Figura 5). Pois segundo Groth (2007), essa sigla não se resume apenas ao seu significado, visto que estas, quando adquiridas, influenciam nos fatores culturais, sociais e afetivos. Apesar de 97,59% saberem como se adquire uma DST’s e 93,97% concordarem que a camisinha seja a melhor forma de prevenção contra DST’s ainda há6,03% que discordam. O restante, 0,60%%,não responderam (Figura 5).

Do total de alunos avaliados 37,95% desses responderam que não existe um tempo determinado para se ter relação sexual sem camisinha, já 1,81% sódispensariam o uso de camisinha após o casamento, 7,84% disseram que ao conhecer alguém já se pode ter uma relação sexual semutilizar a camisinha, outros 14,46% acreditam que após 3 meses de relacionamento pode-se dispensar o uso da camisinha, 34,93% dispensaria o uso da camisinha somente após o casamento e 3,01% não responderam(Figura 6). Esses resultados evidenciam e comprovam que o número exagerado de DSTs e de gravidez é aconsequênciada postura irresponsável da maioria que mesmo tendo um conhecimento básico sobre as DST’s colocam em risco suas vidas.

Em relação à principal forma de prevenção, 90,37% dos entrevistados concordaram que o preservativo masculino é o mais popular e, 51,81% concordam da eficácia do uso da camisinha na prevenção de DST’s, 7,23% responderam outros métodos, 42,17% não concordam que a camisinha possa ser um método eficaz para prevenção de DST’s, 2,40% não responderam, 4,21% desconhecem que o uso da camisinha contribui como método de barreira contra DST’s e 1,81% não responderam a questão (Figura 7).Segundo Cordeiro (2009), os adolescentes e jovens conhecem a melhor forma de prevenção, mas na hora do ato se deixam levar pelos seus próprios desejos não se preocupando nem consigo mesmo e nem com o próximo.

Na avaliação os alunos tiveram a opção de relatar com qual frequência teriam relação sexual, 37,35% realizam sexo semanalmente, 10,85% quinzenalmente, 12,65% mensalmente, 33,13% ainda não iniciaram a vida sexual e 6,20%não responderam. As respostas dos alunos evidenciam uma preocupação individual quando envolve o conhecimento do tema e se torna “uma preocupação de saúde pública” (Figura 8).De acordo com Felipe (2005) a

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maioria dos jovens não programa sua relação sexual, colocando em risco sua vida em busca de um prazer momentâneo podendo ser evidente através dos dados citados acima.

Ao avaliar a opinião dos alunos sobre sexo sem o preservativo e a importância do mesmo durante o ato 51,20% deles já até tiveram relação sem se prevenir e 25,91% prefere não se arriscarem e fazem o uso desse preservativo durante suas atividades sexuais. Os que ainda não iniciaram a vida sexual somaram 21,68% e 1,21% não responderam, 45,18% acham dispensável o uso da camisinha quando estão em um relacionamento estável por confiarem em seus parceiros e 50% não dispensam,4,82% não responderam (Figura 9). Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2007) indicam que os brasileiros com idade entre 15 e 29 anos representam 40% da população do país, totalizando 50 milhões de jovens. Levantamentos do Ministério da Saúde (2010) mostram uma tendência de crescimento de novas infecções por DST’s nessa faixa etária desde 2007, chegando a 44,35 registros para cada grupo de 100 mil pessoas devido não fazer o uso do preservativo.

A respeito dos métodos contraceptivosapenas 7,84% conhecem todos eles,89,16% não conhecem todos,3% não responderam e 30,72% sabem das consequências que a pílula do dia seguinte pode causar as mulheres,62,65% não sabem dessas consequências,4,82%apresentaram dúvidas ao responder a questão e 1,81% não responderam (Figura 10). Conforme Tiba (1994),a informação, talvez possa ser uma grande arma aliada na prevenção, pois no Brasil as doenças sexualmente transmissíveis (DST’s) vem aumentando devido a atividade sexual transparecer como um prazer normal independente da idade e a preocupação com a prevenção ser mínima.

Ao avaliar o conhecimento dos alunos das escolas A eB atraves das questões 4,5,6,7,8,9,10 e 14, ao questionarmos sobre DST’s em um modo geral (questões 4,5,6 e 9) alguns deixaram as questões em branco, outros responderam, mas responderam incorretamente. Um fato interessante é que a maior parte dos avaliados sabem na teoria como se previnir das DST’s,diferente da pratica atravesdos dados alarmantes e crescentes apontados pelo Ministerio da Saude.Onde que esses dados ficam cada vez mais evidentes atraves da (questão 9) ao questionarmos sobre o tratamento

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das DST’s,e ao somarmos os dados da escola A e B e 33,79% acreditam que a forma simples de se tratar uma DSTestaria dentro de uma farmacia, deixando evidente a falta de conhecimento sobre o assunto e mostrando uma forma inrresponsavel de se pensar e ate mesmo uma forma irresponsavel de agir com o proximo. Nota-se que as questões (8 e 10) relacionadas a Aids e Hiv as duas escolas obteveram acertos significativos, já quando perguntamos sobre a Hepatite B (questão 14) muitos nem se quer sabiam que a Hepatite B se contaminava atraves de relações sexuais,podemos relacionar o numero de acertos sobre Aids/Hiv devido aos grandes veiculos de comunicação como radios e televisão, apesar que o meio de comunicação tem influenciado a pratica sexual cada vez mais cedo, ilimitando as informações sobre DST’s,riscos e prevenções como Hepatite B e outras (Figura 11 e 12).

Podemos então dizer que a escola, em parceria com os pais,deveria atuar em um trabalho conjunto para reduzir os fatores de riscos de DST’s. A escola de forma contínua,deveria atuar na construção relacionada ao tema sexualidade e carater, apresentando na grade curricular questões relacionadas as DST’s e métodos contraceptivos.Assim não só atenderíamos o interesse dos alunos com uma notável educação sexual bem como amenizaríamos a questão da saúde em termos de DST’s, gravidez precoce e as consequências culturais diante disso.

É importante ressaltar que a transversalidade proposta pelos PCN’s inclui a abordagem da sexualidade nas diversas áreas do conhecimento. Ou seja, em todas as disciplinas e por todos os professores. Segundo os PCN’s Brasil, (2001, p.129) “o trabalho de orientação sexual deverá, portanto, se dar de duas formas: dentro da programação, por meio dos conteúdos já transversalizados nas diferentes áreas do currículo e extraprogramação, sempre que surgirem questões relacionadas ao tema”. Mais a frente osParâmetros pontuam que: “As idéias e concepções veiculadas pelas diferentes áreas (Língua portuguesa, matemática, ciências naturais, historia, geografia, arte e educação física) contribuem para a construção da visão do corpo por meio da explicitação das dimensões da sexualidade nos seus conteúdos” PCN’s, Brasil (2001, p.140).

Deste modo, o tema “educação sexual” não fica apenas a cargo de um professor exclusivo, mas de todo o corpo docente através da inter-relação

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desse assunto com a disciplina lecionada por cada educador. Para o desempenho de tal atividade, é indispensável, portanto, que o educador esteja preparado para a realização de ações pedagógicas que contemplem a transversalidade de forma adequada e efetiva (Felipe,2005).

A “educação sexual” como tema, quando abordado na escola, por ser um tema polêmico e permeado de tabus e preconceitos, requer um planejamento com ações de envolvimento de todo o corpo escolar. A esse propósito os PCN’s, Brasil (2001, p.123) inferem que, “o trabalho coletivo da equipe escolar, definindo princípios educativos, em muito ajudará cada professor em particular nessa tarefa”.

A capacitação dos professores e diretores é primordial para o desenvolvimento de um bom trabalho sobre o tema. Contudo, esta é apenas uma ação dentre inúmeras outras que se pode executar nas unidades escolares (Louro, 2004). Esta pesquisa apresenta indícios a partir dos quais permitem sugerir que a equipe escolar poderá, também, criar um projeto para trabalhar a educação sexual com objetivos que envolvam ações conjuntas entre pais, alunos e professores, trabalhando a afetividade e ansiedade dos estudantes. Ensinando o desenvolvimentodestes, o respeito pelo corpo, à reflexão sobre as diferenças de gênero, expressões sexuais, bem como os tabus e preconceitos ligados à sexualidade oferecendo, além de tudo isso, informações sobre métodos anticoncepcionais, gravidez, DSTs, conscientização sobre a importância de uma vida sexual responsável e o respeito às diferenças.

Outras ações podem ser contempladas assim como a criação de um espaço escolarpara que os alunos possam expor suas dúvidas e anseios de forma privativa. Criar parcerias com projetos externos ligados à Secretária de Educação, Secretaria de Saúde e Organizações não governamentais (ONGS), promover oficinas e palestras que esclareçam sobre o tema no âmbito escolar, envolver os próprios alunos para que eles mesmos se tornem multiplicadores do trabalho desenvolvido na unidade escolar, circular materiais informativos envolvendo os alunos na pesquisa e produção destes (Cordeiro,2009).

A evasão escolar devido à gravidez precoce também é um fator que deve ser trabalhado pelosprofessores e gestores. Devem procurar meios de evitar que alunas grávidas e aquelas que já são mães abandonem os estudos.

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Criar alternativas a essas alunas tais como datas e horários alternativos para provas e entregas de trabalhos (Felipe, 2005).

O trabalho de “educação sexual” no contexto escolar deve ser desenvolvido de modo efetivo e contínuo. O envolvimento de todos, desde professores, diretores, pais, alunos, prefeituras e afins contribuiria para que o resultado das próximas pesquisas quanto ao número de infectados e ou grávidas fosse bem menor que os atuais (Furlani,2005).

Conclusão

A escola tem um papel importante em proporcionar conhecimento ao individuo. É necessário que a escola quebre os tabus e preconceitos e além de promover a educação , possa promover a saúde e a vida, pois quanto mais informações, menor será a probabilidade de uma gravidez indesejada e maior a proteção contra DSTs.

Considerando o grau de conhecimento dos alunos de séries finais (9º ano do Ensino Fundamental, 3º ano do Ensino Médio Regular e EJA), sugere-se um melhor planejamento e uma implementação efetiva do tema educação sexual nestas escolas, pois a sexualidade não é uma escolha nem uma fase da vida, ela faz parte do carater social e humanitário.

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Figura 1 - Número de alunos avaliados por sexo e escola.
Figura 3 – Percentual de alunos por faixa etária.
Figura 4 – Conhecimento, liberdade em discutir e interesse dos alunos sobre o  tema “Educação Sexual”.
Figura 6 – Quando relacionar
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Referências

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