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Atenção de enfermagem ao escolar

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Academic year: 2021

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(1)

"\__\ 0=24 ›-‹ NChmw TCC UFSC ENF .z-‹ .-¬ Au or: Bono otto, Ne ta ._. 4.a

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

CENTRO DE CIENCIAS DA SAUDE

ATENÇÃO DE ENFERMAGEM AO ESCOLAR

` .

. NELITA BORTOLOTTO

ROLAND RISTOW JUNIOR

" Curso: Enfermagem Integrada _.

II

|

l

Ielifiímagem ao esco ar Ac 240599 Atenção de 9725 323

C

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D.

A

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DE

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ii.

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ii

T'tu o .- CCSM TCC UFSC ENF 0124 UFSC BSCCSM CCSM >< LU

Disciplina: VIIIa. Unidade Cu2°ric'uZar

FLORIANÓPOLIS - sc

MARÇO A JUNHO - 1982

>< Lú .

(2)

\

SUMÁRIO

1. Introdução

2. Desenvolvimento . . . . . . . . . . ... . . . .. 6

2.1 ~ Atividades-Desenvolvidas . . . . ... 6

2.2 ~ Avaliação dos objetivos . . . . . . . . . . .Í . . . . . . . ... . . _13

3. Conclusão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ... . . 20 I 4. Bibliografia . . . ... . . . . .. 22 ANEXOS 1 - Levantamento da realidade 2 - Projeto

3 - Descriçao das atividades dos Sentinelas de Saude

4 - Modelo de ƒichas individuais

5 - Ficha de registro da reunião com Sentinelas de Safide

6 - Modelo de comunicaçao aos pais

7 - Metodologia da consulta de Enƒermagem`

8 ~ Escala de Plantão

9.- Modelo de folheto sobre pediculose enviado aos pain

~ . I .~

10 à Convocaçao aos pais para reuniao

11 - Modelo de encaminhamentos e ƒolhetos de orientações e

assinatura dos pais

12 - Lista de medicamentos

»

9

(3)

Educar...

Educar não ë apresentar um caminho feito ê aja

dar a construir”.

(Carla 0./Elaine C.)

~

Educar nao significa proibir o que ë errado ,

mas mostrar o que ê certo".

(Nilza D. Pereira)

¢

(4)

Nossos Agradecimentos a:

Ary de Souza

Diretor da 1a. Unidade de Coordenação Regional de

Ensino '

Celina Rachel da Cunha Trcmel

Cheƒe da D.I.A.D.E. da 1a. U.C.R.E.

Alcyoneë Baptista da Silva Barreto

da Escola Silveira de Sousa

Diretora

Maria Feltrin Lindaura

Orientadora Educacional

Maria Helena Bittencourt Wcstrupp

Orientadora do Estágio

Marivone M. Alves

Supervisora do Estágio .

Alunos e professores do Estabelecimento Escolar ,

os quais muito contribuiram para realização des

(5)

INTRODUQÃO

Como o objetivo da VIIIa. Unidade Curricular do Curso de

Graduação em Enfermagem, era dar oportunidade a seus integrantes de

realizar um projeto, executá-lo e avaliá~lo, ficando livre a escolha

U. Q\

do local em que se desejaria atuar como profissionais de Enferma - gem, decidiu-se realizar um estágio de Saúde Pública, voltado a ”Aten

ção de Enfermagem ao Escolar”, na Escola Básica "Silveira de Sousa" ,

localizada na rua Alves de Brito, número 39, no Municipio de Floriané

polis.

Escolheu-se uma Escola, para realizar o projeto, partindo

do pressuposto de que a mesma não deveria ser apenas um local de alfa

betizaçao, mas sim um local onde o escolar seria observado bio-psico-

socialmente. Viu-se ai a oportunidade do elemento Enƒcrmoiro atuar no

sentido de contribuir para o desenvolvimento integral da criança, du

rante o periodo escolar, evitando que a mesma venha aprcnentar proble

mas futuros, que seriam de fácil detectação por parte da Enfermagem.

~

No decorrer do presente relatório serao expostas as atividg

des que foram desenvolvidas no periodo de estágio, a análise dos ob

~

jetivos propostos no projeto, e a conclusao de todo o trabalho desen

volvido. lo u ' \ I

(6)
(7)

_ 5 _

~ O presente relatório expoe as atividades

que foram desenvol

vidas durante cento e trinta e seis (136) horas de estágio, na Escola

Bãsica Silveira de Sousa. _

'

Estas atividades ƒoram realizadas com a finalidade de con

tribuir para o desenvolvimento integral da criança durante o .periodo

escolar.

Fundamentados neste propãsito, trabalhou-se numa tentativa

de integrar Escola, Comunidade e Instituiçoes de Saude.

I. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

I.A. O periodo de oito ã dezenove de março do corrente ano foi reser vado ã elaboração do planejamento. Para realização deste fez-se: reg nião com Diretora da Escola Bãsica "Silveira de Sousa”, Orientadora E

ducacional e professores do Estabelecimento, bem como, Orientadora e

Supervisora de Estãgio da VÍIIa. Unidade Curricular do curso de gra

duação em Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina e le

vantamento da realidade escolar, constatando~se os recursos humanos e

materiais e ãrea fisica disponiveis no Estabelecimento. (anexo 1)

Após levantamento da realidade ƒoi elaborado o planejamen

to do estãgio. Para elaboração deste contou-se com a participação da

Orientadora Educacional da Escola Bdsica "Silveira de Sousa", tendo

em vista um Projeto de Saude jã existente no Estabelecimento. Inte

grou-se a este o nosso, uma vez que,os objetivos propostos no mesma

vinham ao encontro dos nossos, tornando-o um projeto Único. (anexo 2)

~ I.B. De vinte de março a dezessete de junho foi colocado em execuçao

os objetivos propostos no planejamento.

- A exposição das

atividades realizadas para alcançar tais

objetivos, serao descritas semanalmente, ressaltando que a carga horã

ria era de oito horas, divididas em dois dias por semana, ficando re

servado terças e quintas ƒeiras das 08:00 ãs 12:00 horas, para reali-

zação de estãgio na escola. -

PRIMEIRA SEMANA

. Reunião com Supervisora de Estágio, Orientadora Educacional e-Acadš

~

micos, expondo a determinaçao do Curso de Graduação em Enfermagem da

U

(8)

..7...

Universidade Federal de Santa Catarina, para uma carga horária de oi

to horas semanais. ' '

«

. Decidido que seria feito: prontuários de acompanhamento individual

aos alunos, por série; consultas de enfermagem ds crianças de primei

ra ã quarta série; encaminhamentos aos serviços da Unidade Sanitária

de Florianópolis, ou a outros serviços que se achar necessário e que

5-3 Ã)

se contaria com a participação da equipe Sentinela de ude.

. Eleição dos Sentinelas de Saude - Três elementos de cada turma (501,

502, 601, 701, 702 e 801). (periode vespertino) ~

NOTA: Os Sentinelas de Saude sao escolares de quinta ã oitava série ,

do periodo vespertino, que participam auxiliando no desenvolvimento -

do projeto. As atividades dos mesmos estão descritas em anex0.(anau›3) SEGUNDA §§MANA

. Elaboraçao da ƒicha de acompanhamento individual aos alunos.(anau>4)

. Contato com Diretora da Escola, expondo os objetivos e atividades -

que seriam desenvolvidas naquele Estabelecimento.

. Exposição da ficha de acompanhamento ã Orientadora Educacional.

~

. Convocado os elementos da equipe Sentinela de Saude para reuniao a

ser realizada no dia seis de abril no periodo matutino.

. Reuniao com Sentinelas de Saude.

.. objetivos da reunião e nome dos participantes um anexo. (anexo 5)

. Apresentação da Equipe Sentinela de Saude e Estagiários de Enferma-

gem, nas diversas salas de aula (1a. a 4a. série do primeiro grau).

. Treinamento da Equipe sobre as atividades a serem desenvolvidas.

. Veriƒicado que um aluno apresentava escabiose, medicado e_Qrientado

quanto ao uso do medicamento, higiene e profilaxia. Enviado comunica-

ção aos pais do aluno. Modelo em anexo. (anexo 6)

TERCEIRA SEMANA

.. Datilograƒada, rodada em mimeõgraƒb a ƒicha de acompanhamento ig

dividual. À

.

E

` w

(9)

_ 9 _

tistas do estabelecimento estavam solicitando uma atitude imediata,

por parte da Secretaria da Saude, para recuperação deste equipo.

.. Tendo em vista a paralizaçáo do atendimento do serviço odontol6~

gico na Escola e uma vez verificado o alto indice de cárie nos eocolg

res, durante as consultas, decidiu-se entrar em contato com o Serviço

Odontológico da Unidade Sanitária de Florianöpolis.

. Contato com Chefe do Serviço Odontológico da Unidade Sanitária de

Florianõpolis para um possivel atendimento ds crianças que necessitag

sem de cuidados odontológicos mais urgentes.

.. Conseguido duas consultas diárias no periodo matutino das 07:30

ds 08:00 horas.

. Discussão e planejamento com Orientadora Educacional sobre a reuni

do a ser realizada com os pais e professores dos alunos de primeira ã

quarta série, com a finalidade de explicar o projeto, a consulta de

enfermagem, os problemas levantados e encaminhamentos.

SEXTA SEMANA

. Consulta de Enfermagem aos escolares.

. Reunião com Sentinelas de Saude.

.` ø ` -

. Revista conjunta: Academicos e Sentinelas de Saude a populaçao esco

lar do periodo matutino. '

.. A revista tinha como objetivo detectar e controlar a presença de

pediculose, cáries dentárias e higiene das unhas das máos, em todosos

escolares. -

SÉTIMA SEMANA ¬'

. Consulta de Enfermagem aos escolares.

. Reuniao com Sentinelas de Saúde.

. Revista ás salas de aula no periodo matutino e vespertino.

Obs.: De treze a quatorze de maio foi realizado viagem a Porto Alegre

com a finalidade de conhecer a realidade hospitalar daquela cidade e

traçar parâmetros em relação a realidade florianopolitana.

6

(10)

-_10 - a

OITAVA SEMANA

. Revista conjunta: Acadêmicos e Sentinelas de Saúde ã população escg

lar do periodo matutino.

. Eevantamento da incidência de pediculose, em todos ou escolares.

. Reunião com os escolares que apresentavam casos de pediculose. Dado

orientaçães aos mesmos em forma de exposição dialogada, feito encami-

nhamento ãs maes sobre metodos de exterminio. (anexo 9)

Obs.: Foi solicitado ã Direção do Estabelecimento a dedetização de tg

do ambiente Escolar, tendo em vista os problemas que os escolares es

tavdm tendo em relação ã infestação de ”Pulex Irritano L.”

No dia vinte de maio as aulas foram suspensas e o estabele-

cimento ƒoi dedetizado. As atividades escolares reinioiaram dia vinte

e quatro de maio.

NONA SEMANA

. Levantamento geral dos casos de pediculose, higiene (unhas e ouvi -

dos) nos alunos de 1a. a 4a{ série.

. Preenchimento das ƒichas individuais com os dados obtidos.

. Reuniao com exposiçao - dialogada aos alunos que apresentavam pedi-

culose. Feito encaminhamento ãs maes sobre metodos de vmterminio da

pediculose. s

.

. Planejada reunião com os pais dos alunos devia. a 4a. série do pri

meiro grau. .

~

a , ,~

Q .. Decidido o horario da reuniao para ds 19:00 horas

do dia trinta

e um de maio.

. Convocado os pais para reunião. (anexo 10)

NOTA: Dia 27 de maio, aulas suspensas por haver reuniao pedagõgioa -

com professores.

DEciMA SEMANA

_ Às dezenove horas do dia trinta e um de maio, ƒoi realizado

(11)

_ 11 _

~

o projeto que estava sendo desenvolvido em relaçao ä saude doEscolar,

- . ~

. OU . . ~

como tambem foi salientado a implicaçao dos mesmos no alcance de tal

evento.

Solicitou-se uma participaçao maior por parte dos senhores

pais nas atividades escolares em geral.

Feita exposiçao rápida e suscenta dos assuntos: pediculose,

.., /

escabrose, dentiçao e higiene.

Distribuído ƒolhetos e passado "slides" explicativos sobre

o assunto.

Na oportunidade ƒoram ƒeitos encaminhamentos que se acharam

necessários durante a execução das consultas de Enfermagem.

Obs.: Modelos de: ƒolhetos de orientaçoes e de encaminhamentos em ane

xo, bem como listagem de assinatura dos participantes. (anexo 11)

. Consulta de Enfermagem aos escolares.

. Aula expositiva-dialogada, com auxilio de "slides" sobre higiene -

corporal e dentição ã criança da 2a. série ALFA II - A.

,

. Feito curativo nas crianças atendidas nestas consultas

e avaliado -

os casos atendidos em sessoes anteriores. DÉCIMA PRIMEIRA SEMANA

. Consulta de enfermagem aos escolares.

. Aula expositiva-dialogada, com auxilio de "slides" sobre higiene -

corporal e dentição ä criança da 2a. série ALFA II - B.

'

'o

Obs.: Dia oito de junho participou-se de um Seminário, da VIIIa. Uni dade Curricular, no qual ƒoi apresentado o trabalho da equipe que

g

tuava na "Costeira do Pirajubaê". DÉCIMA SEGUNDA SEMANA

. Levantamento geral dos casos atendidos.

. Revista ãs salas de aula no periodo matutino.

. Reunião com equipe Sentinela de Saude.

'Q ›

(12)

_ 13 _

.. orientaçães sobre revistas nas salas.

. Aula expositiva-dialogada com auxilio de "slides" sobre higiene cor

poral e dentição ã crianças da 2a. série em Processo de Alfabetização

. Consultas de enfermagem aos escolares.

. Feito curativo nas crianças atendidas nestas consultas e avaliado -

casos atendidos em sessoes anteriores.

. Organizado a farmácia. (anexo 12)

. Reunião com Sentinelas de Saúde.

.. avaliação das atuaçães deles prãprios e dos acadêmicos.

.. solicitação de sugestães para um proximo trabalho.

.. dado orientaçoes, pedindo colaboraçao quando da vinda de uma no va equipe.

.. feito os agradecimentos pela atuaçao dos mesmos.

. Visita domiciliar.

_. Tendo em vista, os problemas levantados em duas escolares, du

rante consulta de enfermagem e a nulidade da mãe frente a entes, de

cidiu-se realizar uma visita domiciliar de carãter informal, na qual

contou-se com a participação da Assistente Social da Unidade Sanitã -

ria de Florianópolis.

Nesta visita se conscientizou a maecü gravidade do problema

de acuidade visual apresentado por suas filhas, cxpös-se os horários

~

de atendimento médico disponiveis nas Instituiçoes de Jaüde bem como,

a possibilidade de inscrever as crianças nos programas de saúde.

Obs.: Houve semanas em que atuamos doze horas e na medida do possivel

atuamos no periodo vespertino; num trabalho com alunos de quinta ã

oitava série.

(13)

..13...

AVALIAÇÃO Dos OBJETIVOS

1. Conscientizar os escolares da necessidade de hábitos fundamentais

de higiene em relaçao a: corpo, vestuário, alimentaçao e ambiente es

colar. '

Partiu-se da descrição da população que procura a Escola EQ

sica Silveira de Sousa, para se elaborar este objetivo. Saude ê um di

reito de todos e aos escolares tentou-se conscientisar que a saúde ê

também adquirida através de bons hábitos de higiene.

'

Para alcance deste objetivo, ƒoi realizado: palestras educa

tivas, através de exposição-dialogada, "slides", cartazes; consultas

de enƒermagem onde recebiam orientaçães; revistas da salas para levan

tamento de dados necessários ã atuação na conscientixação dos mesmos.

Frente ao que era exposto, os escolares teriam condiçoes de

tomar uma atitude, e esta só deveria ser tomada se ou mesmos sontis -

sem que suas necessidades vinham ao encontro do que uva exposto.

1

1

ø

(14)

- 14 ~

-s

2. Detectar, acompanhar e encaminhar alunos que necessitem de cuida - dos especiais.

~

Levando-se em consideraçao que em saude publica atua-se nos

diversos niveis de prevenção, não poderiamos atuar somente nos casos

que necessitassem de cuidados especiais. Ficou decidido, portanto,que

seria atuado de maneira a atingir toda a população escolar de Ja. a

4a. serie do primeiro grau. Para tanto desenvolveu~ne a consulta de A

enfermagem em ambito geral.

Estas consultas eram realizadas individualmente, isto ë, Q

luno por aluno. " M

O acompanhamento dos casos ƒoi feito através de:

.. revistas

.. orientaçoes ` '

_. levantamento de problemas

.. encaminhamentos'

._ retornos

Durante o periodo de estágio realizpmos sessenta e tres (63)

consultas, quando foram detectados os problemas relacionados nas tube

las I_e II. ` '

TABELA I - PROBLEMAS LEVANTADOS SEGUNDQ 0 NÚMERO DE CRIANÇAS CONSULTA

DAS. . PROBLEMAS NQ % LEVANTADOS. Higiene Corporal 39 61,90 ' Acuidade Visual 28 44,44 Pediculoseb 19 30¿15 Escabiose 1 1,58 cãvie` ss 84,12 Lesoes 14 22,22» Prolaçäo 4 6,34 8

(15)

z - 15 -

TABELA II ~ INDICE APRESENTADO SEGUNDO OS PROBLEMAS LEVANTADOS.

1 PROBLEMAS LEVANTADOS NQ % Higiene Corporal 39 Acuidade Visual 28 Pediculose 19 Escabiose 1 Cárie 53 Lesões 14 Prolaçdo 4 24,00 17,72 12,02 0,63 33,54 0,86 2,53 T O T A L 158 100,00

A partir das consultas realizadas levantou~se os problemas

e ƒez-se os encaminhamentos dos casos que necessitavam de uma atençao

imediata.

TABELA III - ÍNDICES DE RETORNOS SEGUNDO ENCAMINHAMENTOS

ENCAMINHAMFNTOS NQ % RETORNOS % Exame Visual “15 71,42 Linguagem 2 9,52 Outros 4 19,04 8 1 38,09 4,76 T O T A L 21 100,00 9 42,05

. Os números de retornos ƒoram computados até a data de 17 de junho..

. Outros: - refere-se a um caso dermatolõgico com suspeita de "Tinha -

(16)

_ 15 _

Setor Materno-Infantil da Unidade Sanitária de Florianõpolis.

. Houve um retorno confirmando o diagnóstico de verminose.

I

_

. Os casos de problemas na linguagem (PROLAÇAO), foram encaminhados

serviço de Orientação Educacional do Estabelecimento Escolar.

Foram ƒeitas também revistas e levantamentos dos casos a

CZO

te dos os alunos de primeira ã quarta serie do primeiro grau, que necessi tavam de uma atenção de enfermagem.

Elaborado uma tabela comparativa do número de problemas

vantados no inicio e término do estágio.

TABELA IV ~ INDICE Dos PROBLEMAS LEVÀNTADOS NO INICIO E TÉRMINO DO

TÃGIO.

le

Eli

PROBLEMAS NQ DE PROBLEMAS NO

LEVANTADOS INÍCIO DO ESTÁGIO % MQ DE TÉRMINO PROBLEMAS OO ESTÃOIONO %

Higiene Corporal 55 Pediculose 80 25,39 Cárie A 156 49,52 Lesões 24 7,61 17,46 ss 16, 15 4, 155 49,

sm

Ú, 62 76 20 95 T O T A L M 315 100,00 226 73,73 (1) Em tratamento.

Conforme os indices apresentados nas tabelas constata-se que

os problemas em que a Enfermagem atua mais diretamente, como nos casos

de pcdiculose e lesoes, a percentagem esteve diminuida e nos casos

que envolve mais conscientização tanto de pais como de escolares, o

sultado foi o minimo e esperado, uma vez que, a resposta a estes sõ

dã a longo praso, pois ë necessário um trabalho marcante e continuo

cima destes problemas. '

U

em fe

86

(17)

...17...

ø

3. Eleger, treinar e coordenar a Equipe Sentinela de Saude para: detec

tar pro escabro res de com os lar". balhar nou-se 17187203 LU'/la

blemas de higiene, identificar e registrar casos de pcdiculose,

se e outros.

A equipe "Sentinela de Saude”, que era composta por escola -

quinta ä oitava série do periodo vespertino, trabalhava junto

estagiários num objetivo unico "Atenção de Enfermagem ao Esco -

Esta era formada de elementos voluntários, que desejavam tra

na saúde. De cada sala de aula do periodo vespertino, selecio -^

de dois a tres elementos.

Estes deveriam vir ao Estabelecimento no periodo matutino ao

vez por semana, para as reunides, treinamentos e rcalixaçdo

de atividades. Deveriam portar guarda~pÕ e executar tarefas que eram

determi nadas em reunioes, também na parte da tarde.

Os elementos de Equipe tinham objetivos que eram: detectar ~

problemas de higiene e identificar e registrar casos de pcdiculose, es

/\ \ v Ã) QT.

VN A xl Ú? (U e outros. Para alcance destes objetivos

os ”Sentinelas de Saá

de” foram treinados e divididos em grupos de três elementos, os quais

realizavam revistas nas salas de aula, registravam no cadcrno de ocor~

^

rencias os casos encontrados e os encaminhavam aos estagiários de En

ƒermage

do apen onde de

TABELA

m. `

No eriodo ves ertino estes foram J res onsdveis diretos J sen __

as orientados e supervisionados pelos acadêmicos.

Fizeram duas revistas gerais a 26 alunos de Sa. a Fa. sfrie,

ados abaixo: gd <~*. (I) Q 'S N.š VN3

tectaram os casos

V - PROBLEMAS LEVANTADOS, NOS ALUNOS REVISTADOS

PROBLEMAS NQ % LEVANTADOS Higiene Corporal 28 Pediculose 9 zo,s2 3,38 T O T A L 37 15,90

(18)

_ 13 _

Auxiliavam nas consultas, trazendo e levando as crianças, or

ganizando as salas e na medida do possivel, nos curativos que eram reg

lizados. Eram responsáveis pela limpeza e conservação do ambiente escg

lar, orientando e supervisionando seus colegas de aula na hora do re

creio.

Foi elaborado uma Escala

gentes com suas turmas auxiliariam Cada equipe conƒeccionou

papel de presente, para colocar em

de Plantao em que os professores re

na cobertura desta parte.

~

lixeiras com caixas de papelao e

suas salas de aula e eram os respon

sãveis diretos pela conservaçao das mesmas.

Durante todo o tempo`de estagio pudemos contar com a partici

paçdo desses elementos que se dispuseram a realização do trabalho e ~

tornaram o objetivo proposto no planejamento exeqüivcl e alcançado.

-\'.

(19)

_`1g..

^

4. Mostrar aos pais a importancia em desenvolver hábitos de higiene

,

prevenção e profilaxia, dando especial atençáo ãs gestantes.

A criança vive boa parte de seu tempo junto á familia. Parte

dai a necessidade da realizaçao de um trabalho com os pais no sentido

de ~ conscientizá-los da implicação dos bons hábitos de higiene em

rela-çao a saude. '

Realizou-se, para alcance deste objetivo uma reunião com os

pais dos escolares de 1a. a 4a. serie do primeiro grau, conforme foi exposto no relato das atividades.

Contamos com a presença de muitos pais e começamos a colher

os ƒrutos, através dos retornos dos encaminhamentos ƒeitos na reuniáo;

e da diminuiçao dos indices dos casos de pediculose. (tabela IV)

Quanto ~ a atenção especial ás gestantes, pretendia-se atingir

`

~

a clientela, mae ou parente dos escolares, da regiao onde se localiza

a Escola. Para tanto ƒez-se um levantamento das mulheres que estavam -

grávidas e que desejavam participar de um ciclo de orientaçáes ás mes

mas sobre "Gravidez-Puerpêrio”. A receptividade foi alta, como pode

ser observado no QUADRO I. Mas levando em consideração o limitado tem

po que se atuaria no Estabelecimento Escolar, a dificuldade que se tg

ria em realizar o acompanhamento ãs mesmas, deixa-sa, portanto, em a

berto este objetivo e espera-se que os indices de receptividade aponta

dos, sirva de incentivo a uma proxima equipe que venha atuar neste Es tabelecimento.

QUADRO I. Levantamento do número de gestantes mães e parentes dos escg

lares da Escola Básica "Silveira de Sousa".

T U R M A S NUMERO DE GESTANTE ` , (MAE ou PARENTES) A ALFA I - A 6 ALFA I - B 6 ALFA II - A 4 ALFA II - B 8

‹2a. SERIE PROC. DE ALF. 6

za. SERIE 7 sa. SERIE - A 10 sa. SERIE - B 6 4a. SERIE - A 7 T 0 T A'L 60 \é §

(20)

_ 20 _

CONCLUSÃO

Ao ƒinal do estágio concluimos que:

- Num projeto de "Atenção de Enfermagem ao Escolar”, deve haver; inte

~ * 4 4 ~

graçao dos elementos atuantes na area da saude e educaçao;

- E importante haver integração do Estabelecimento Escolar, Institui

çoes de Saude e Comunidade; '

~ A Consulta de Enfermagem contribui para detectaçao, acompanhamento

e encaminhamento dos problemas nos escolares;

~ A visita domiciliar ê importante porque condições de avaliar a

~ 4 ^ `

situaçao socio-economica do escolar e a partir dai, tomar atitudes -

condizentes com a realidade do educando;

- 0 elemento Enƒermeiro ë importante na assistência de saude ao esco

lar pois: conscientiza-o sobre higiene; promove educação sanitária -

aos pais e alunos, presta assistência, encaminha casos que necessitem

de atendimento especial;

- E importante haver continuidade do projeto uma ves que: - a comuni

Q. Q\

dade integrante da Escola Básica "Silveira de Sousa", tem conheci-

mento do mesmo e ë necessário que esta nao desacredite no que foi eg

posto; - os demais problemas levantados nos escolares devem ser solu

cionados; - a integração que houve com as Instituiçáea de Saude, cola

Ê0Pwlpara o desenvolvimento do trabalho e beneficiou os escolares en

volvidos; - a escola pode ser veiculo de prevenção;

- E importante haver integração multiprofissional dentro da Escola ,

para que o aluno seja analisado nos seus vários aspectos;

- A carga horária disponivel ê insuficiente, em relação as atividg

des a serem desenvolvidas.

SUGESTÕES

- Aumento de carga horária, para uma completa realização dos objeti -

vos;

(21)

_ 21 _

- Curso: "Noções Básicas de Saude", para professores e Sentinclae d

Saude;

- Formação de um grupo de gestantes mães, e parentes dos escolares;

- Atuação na parte de saneamento e merenda escolar;

- Visitas domiciliares de rotina;

- Integração dos diversos profissionais que atuam junto ao educando;

- Permanência de um Enfermeiro junto a Escola, para dar continuidade

ao projeto.

-0

'

u

(22)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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1977. v. 1, p. 407 - 23. .

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do professor na aplicação do teste de aferição da acuidade view

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MARCONDES, E. et alii. Problemas de escolaridade. In: QQ-

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São Paulo, s. d. p. 197 - 201.

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(23)
(24)

Levanztanumio da /?a_a.¿idc1deí_

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¿SÍr`iD(): Santa Cainzuha

O4/'3*íCÍ`¿'/3/Z/fg `¿T0

ANEXO 1

Pwza o aiendi/mmto de 668 alurwó nzai/u'cu¿az{oó de /a. a 8a. óe'/ule, a cócúúz /zulciona

noó izzêâ pe/uL'‹›doó .- matuiizzo, veópe/Ltino e /wizuzno, óefldo ar//niJuLóU‹a‹z'o

¡›‹m.-

.. uúzzzwzz

/H

~

szvzzzózúz //1

_.

Awuazz

dz Dúzzção /31 _- /Ígcflieó Âd/ni'/z‹`J›1bm,¿¿voó /Zi

Conia ainda' com co/zpo iÃcn,¿¢ú ,âzrwzzr/o poa ;

-- 0›uLeJdadu/c fducacinrzazl Í/ Í '

_

-- Su¡~›e/rvb›o/1 fócoúm Í/I

_. Cúwzzçzizzó 1)‹›zz.z:¿^zfzzz¢ /al

-- P›w,{eóóo/aa À da Seozeiafuh /II

-

Paufeóóoneó À dLópoóZçÃo da ö¿óL¿oteca /2) Seu zzmzpo Úoccnie e' ,for/nado de

:

Q

-- P/ro[e.óóo/zaó negada, mL/u'z.st1zando au,¿a.ó de. /a. a Í/a.¿›‹›;u`c úzcbióivz

dama

‹:4-

peo¿a.(.›1:Í/7).

._az5zz. àâzz. .-

ram.

-

forr/nando um ioial de 37 pwfimóona. Opeóóoa-C .ó‹u'›‹zLz'.e1zno Ãcàmpoóto de:

_ _- --Suzvenzteó /4) -V.¿ç¿11mrmt‹`.‹1onaC`óco¿a //I. . «__

Pow;

zúzzízz zm ó‹z¿z›‹;>àz dz úz,‹z1›_‹z1Jzz› ,zzzzzzzz

uma

mz ‹¿‹z¿z¿zzz.¬¿¢ mzmzzzáçzzn. . ` . \

(25)

/'2f1.t1u`:c1¿¿a¡‹x›/azf.u)u1o,z§‹›3‹;lzeio_irL¿_

nøzúzzizzzzzz/zz¿¢¿zz,¿ _./982 - M -

F

- I _ /D/uƒndo m1z£z1,UJ1o

/aó. óéfcèa film- /

2m. ó‹›3uLe.ó ÀL/QL //

Zaó. óázieó /Jaoc.

56 50 2/ 3/ 60 33 29 30 // 26 22 27 20 /0

2a. óe'/ule nolunal /8

jaó. óáuleó jíl . 1/a. óéziz ` /I Pwízzfo /zzâzzzzzzzzizzézzzpz M - F - 7

czwz

fópzzzzzz 2 os 2 2 oó /1‹ PeJuÂ'o‹{o I/e.óE‹,t_¿1_z2` M ~

Í

- Í Claóóe fópecial C5 07 /3 Iza. Aéúz /1/ /7 3/ /0 /5 25 33 27 60 /Ú j/ ' Í/5 24 33 57 /5 25 40

Âfa. ó‹;JuÂe /?ecup‹›Jzfl.çÃo

Saó. 6a. óeflule

7%

óáúzó aa. _ Pejufzxz/o /Voiu/ma M - Í - Í /0 ` ]2 /9 2] 2/ 2/ 44 36 /5 // 26 1/2 42 1/2 80 Sa. óézie 6a. óáule 70. óéule 8aó. óéuleó ' 8a. /;e‹;.up‹u‹a.çÃo 70/HL cz/2/4/_ .- 253 4/5 óóa oufzwák/0 ¿sr0zf‹z'e 1%-°¿°f.__×l_~zé . mzzzzça .- 23

-___--_--

Juz/zm /2

--__»

zvz».z,.1›z«› .~ 20 Aózzu .- _/9

---

Agnwz .- 22

-_-_-_

1›z;‹›»1››«› .› /5 Na-io : 2/

---

Jeíenrâ/za : 2/ ` Jwz/za .~ 2/

--_.----»

uzzàzózz .~ /9

(26)

/Êffl/Í{§US F//WMÍÉ/Rllf

__

Áruiecarlação menóal do (Jara da fócola

__

CorzUu`J›u,¿çÃa Búaeóbzal da APP . Í fíóóocinçâo de /Jaxló e /'»u›/eóó‹m‹u› Í

/?‹fCU/2505 /'H fã'/8//1/_S` 1)/5/“U/V/VE/S

DLda'i'.¿cnó

'_

(/nz //1 iøca-dizâco

_*

(Im Í/ I p/zogleioa de óädaó

-_.. Um Í/Í enfilócope __ Globo Í eluraói/me __ Úhfnó __ /`l11r›,l.‹;g¡m¡{o4 Quadzzozâ de P`»‹ega.ó M' Quad/zoó de GL; .__ 1! . __ L¿v/zoó didriticoó

Duma /2) nnfqzukzaó de ezâcjzeve/1

-_ Um Í/Í nu'Jne‹;y/u1¡[p âsmgg fl;/co __ /Ílzeà co/usbuuf‹{a : /.Í//[gw me __ Tipo de .- Álvenalula __

Cond¿ç‹;‹v› do ieƒuzeno : /,Lana

__

Água e eóçoia :

_-

Ãmea deóíinada pa/ua upoøzié. .- /;2Íl5 ¡;z2

_Ã1‹eade.ó¿¿nadaaopn:t‹`nexi:eJzno :728m2 _

__

Âlzea Livrúe pa/xa conzybruçäo : Í/O na

°'

/vázzzàw óz szzzzzz dz Auzzz 09

(27)

M (zzz›.~;zz¿ da rzzzzzzz äzzizzz ‹1‹› /'zzz'z1z:z› da fówúz äíóàz; Sàzzzzzflzz .fz 5.›zz,,zz " /P.

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Educc.\_<.z,› (_\C (_\ `.\.\\h Q \ \\ C \J C ‹I\{ ç\ " ÕCÀ-Q. 6. _`~`^"-'~^\-*“* ÕCAC. Í» \' ' ~ '- ' W 1 1

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(28)

I `*\. _ \›_

CQNIUNIDHDE

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/

SHUDE

E

DIREHO

QUE

SE

GF=›!\/HH

(29)

Escola Básica "Silveira de Sousa"

Rua Alves de Brito, 39

Florianopolis - SC

Projeto Saude

"Atenção de Enfermagem ao Escolar”

Elaboradores: Lindaura Maria Feltrin Nelita Bortolotto

Pessoal envolvido: . Comunidade escolar e ƒami

liar Professores Supervisores de estágio Orientadora Educacional e Administradores Dentistas Estagidràvs de Enfermagem Estagiãrias de Odontobwia UFSC - DSP - US - UCRE - UE. vi

(30)

INTRoDUgÃ0

Neste Projeto, temos a intensão de através da integração -

UFSC, DSP e ESCOLA, unirmos os conhecimentos e experiências adquiri - dos, na área de Saude, levantando de ƒorma prática, os problemas de

saúde dos escolares, abordando medidas preventivas, e formas de mane

jo das situações, que nos parecem mais adequadas, procurando formar

hábitos e corri 9 ir distor Ções. Tais orienta ões serão dadas tanto › ao

educando como a seus familiares, tentando integrar, para melhor com

preensão, pais e educadores, dando especial atenção as gestantes, e

, › ` n O 9

nos preocupando em encaminhar-los a entidades especificas, com o reg

pectivo acompanhamento.

'Q

(31)

_ 4 _

JUSTIFICA TI VA

A ƒim de contribuirmos para o desenvolvimento integral da

criança durante o periodo escolar, optamos por um trabalho integrado :

Serviço de Orientação Educacional e Enfermagem, na Escola Básica "Sil-

veira de Sousa”.

'

Esta escola possui 668 alunos no primeiro grau, sendo que da

remos prioridade aos de primeira e quarta série, cuja população ë de

318 alunos.

-A programacao desenvolvida será a fim de integrarmos escola

e comunidade, em termos de saude. Visto que ao situarmos as caracteris

ticas desta comunidade, constatamos que dos vinte mil (20.000) habitan

tes da drea na qual está localizada esta escola, podemos considerar u

ma minoria integrante da clientela escolar. A maioria‹fiw pnnmro provân

das familias oriundas dos morros e adjacências. Familias estas com pro

le numerosa, dedicando-se ao trabalho de baixa renda, tais como: peque

nos comerciantes, ƒeirantes, serventes, lavadeiras, operários, etc.

Devido a situaçao socio-econômica, torna-se necessário, colo

car seus filhos no trabalho com a idade inferior a quatorze anos.

O ambiente familiar ê precário e não atende os requisitos mi

nimos de higiene e alimentação, tornando-se necessário um intenso tra

balho no sentido de educação em saude.

(32)

_ 5 _

OBJETI V0 GERAL

Conscientizan \ o aluno e sua familia de que a higiene influi

favoravelmente na saúde, bem como, no bem-estar fisico, mental e ao

cial. '

OBJETIVO ESPECÍFICO

O aluno deverá concluir que Saúde ê um direito que ae ganha,

através de hábitos de higiene.

(33)

Ô _WO¶&w§O¶%m®3w _ _WO3¶”U&GmEQU %O&wU3w _ '| 'Qu' RNE£§UmE0UU Ww WG&UH% _ "Mw Wbägwwmwä Qflw Wwäüãüü mO¶UKgW2OENw _U\_N`PH®W W%¶§QO WQmvUu'N3W®m wofifiwwãzõg _ ãgEN%§ NU Wêãmgfim m Nfifiövöüöämm LQ¶UflKN¶%Q Gwäflww WM W&m¶§3Wm WU&“WNNUm %D&ü:OUÉm Qxzsw l A 3% _WQu§UüflQm_mm fiwa mvüä NU¶U%m%W Qwflflw _U¶HGNw%DRm W amu ' 2M§@Km `NKNmm¶& Nu Qbuwâflš HW§NQ§§NW mv E U¶UÊÚLOmE¶ U W¶Gm`WQ§ hfiflühaš

v

ENm§KNN%Km ww WO¶&w¶mUMWm NUKOÊUUUÃEM KQwU%K®¶gQ %N%OW¶§gNm3m WU%OmW®%Q&m wQÉ3N¶ WOuKNF¶“KM”w Wñfiflmrxmvfiguflm W&muU“¶®¶go WÚNUW mm Wuflwwwä Qm%ÉUNQ Mw UNUUWM W®O¶É3®m _ _ Qäzäw Qvfiã Nwggq __m¶&9äQ N WNmWQN `üWO9nflWQ Qwüüúäflgw Nm Nu WQW6Q &§&“%%mW& N &§N%¶“E&¶¶ _ @ÉN¶m¶& Mw WflE®N&D&m LU§UN“&w . HUKUQ tfiwmüm flm U2NM¶“§%mr Wm¶3üW U äüiuwäbfifl N &U€¶®ãü “¡®mNNN

M

U%m¶%É®Q 8¶mONOfi2Q%O Mw ®O¶%w¶mU%Wm EMmUE&N%2® Mw %o¶&w¶®B%®m NUÉO¶UUU3wm U%OfiU%§®¶&Q mOfl§WEU&ÉU&EOU¶ wñgiwsäfiiwsüüflm W®&6¶N¶Efi% wäflwwãüäüfiw &Q¶N% Mw QmuUU¶Nm¶ NUK$m Em wfimüw _ Uxäflwñm _ Omuvflfiww _ QmuÚNO%& _ Omuvwäü _ Höflfiüäw Wümušfigümàg Ngpg %%_Ê_ä ggã Mwmäm ®w O¶&m2O¶g®®3® E®m6E&flK¶® %w WUüN3W2°6 _O£:3% OQUÉ N¶&Qq . ` A _@9U |¶UWQW@ WQ¶U¶¶3U Qw E®%¶WQ®U®€ WSU %O§ SNÚ äüaäwšüfiw % &6£§UmEQUU qääflüüüüm _N E®mUERN%Ê® Mw %Q¶&w¶mU%mm Ovmwgmw %% W%RQw¶DKwu3m Kñwüflfiüväc &OmmW%OHm w%%¶D2QQ WG&flW®NUm AWcW¶:@wmm %UU¶#UENg%§¶ WU&3ü¶®Q ` WO£§@W®Q WQ%2%S¶&®@8m m®muUQ&®w@Q O§23% Owüë Nwàgw QURUÉ I RUMO WW ®%§N¶@EU N fiwm3“ÊNE¶NU `0¶LwSüNWQ ¬ DÊNQU D6 QwuU“U& EN Qfiüwmwx Mw Qgwfiw “SU 60% U¶Uäm“&QmE% ü Qfiiöägwüs `N¶“UW N mšwmš mà ggšäšk Mwsäë

g

Nwfifiwmmüuwfi Ufi WDÊBNU QQ &UN¶ütN¶UQ2DQ

É

Uñšäã QHÀNQÀEM NÍQWWWK WMQQQHÀHBW ÍNUQQORQEU WQUEHUÉWM šgäã

(34)

S5/V7'//V‹Í`Lr1_SD¿` 5/t(]D‹f

/Ítividadezs:

_

Datectruz pfwóierrzaó de

, fd/zavéfó de vióiiaó óalaó de ‹u/la

__

Pafxiicipazz da"fóca¿a de Pia/u'Ão".

ANEXO 3

/c{efu',¿/Í¿ca1z e /zegizâí/uzfz caóoó de pcd¿‹;u.¿oóe , ‹›z›‹:a/›¿oóe , Iúózzeó - e oui/mó

.

_-'foní/zz›11z/z , óupezwi/ulorzafz oz; demruló co/.eçazâ na pnzummçzíu da

/_¿m¡)‹z¿a ‹/aó Aa-

Iaó de aula e

_-

/¡u.›cL¿¿a./z naó corwuzéiaó e aia1r{À`JneJz.¿‹m de e/1.fe/umgem.

_

(orz,fecc¿ona/z Lixei/wó

.

(35)

A _ __ _ _ _ _ A _ } _ _ Í _ _ _ _ _ Í _ d_ _ _ _ ` \ Ê _ oHzm2HQmoomm Hwwmo _ OUHBWOZÚQHQ äfi Ê! S sf

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Hhbmmm _ ¬ i! _ _ ;\_ *L OI_Sd Ê~SÕ dwq8'O U O O )€A N1_ OT 3 m __J d 3 U Síqpv OOJ OUT 1592 OH Í. _p O S XO U A OE S T_O_9 U__BX 3T_O SO T P É P OHMÀQEOO mxOz O%ZHZ<ZZ<@ZOO<

W

<EmQmO MQ OÉU<D%mHHzHD% ¢H<Q Iii "mHmmm "ozDQ<

(36)

.( . ›í .(- .Q I¬' -DO NUME op EST/mELEu1ME.~:10z .¢....~?>.›.,.§ ANEXO 6 452. . .5.*.>*.›'.P.*.\. ..cÓu1m›z .Ql.9.°.¿-°"= LOCAL .. |~1uNIf:f¡>10...Í7.\\>s>.\›':z...:.. -f_rf;_.+¿.â\_.9§_-3E_‹.21§_TB9_@.ê__5§y.~1_fí§_S__fi Çwcmíâspã 01 « Prz-.¬mz›‹_zãú‹ (ua,'sfc./'ucnà'/sâ_'¢) _&)_›:x{cLQ»_ǧ..‹É______€S__<_ç¿\Q__g_.=_¿___ ÇjQ.__€_ __ __ “__ _ Í _ A; .._g)._._Ê.-.§.Ç-. _ ._--._- ._. _ __. ___________-_-_____,,'À(j__l§,__L_¿'*"¿›¡~¿`_×\_\:Ç__QÂV Q_

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(37)

U: - Perticipcntsss' “ "* W' `

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ORDEM Nom:

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E* cofipgzjg

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1.5

Ill.

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:í-

níigà-211:..-u_1

-ii

nn

(38)

/"/Legado 5/1.

ANEXO 6

Co/1zun.¿‹:amoó que o óeu /LI/10 W

dbspe'/mada a'aó aulzaó , cfuzzanie eóírl óønaíxz _,

pam

/͋z_;;<uz o ztfmlamcnto co/1.1./za

Ê Í

ezàcaluloóe . Sabønoó que fa ,foi meziuzaflo pe./.o muiéco e ‹e,.siamoz› envia/›‹{o mruló um

P I I ~

,ff/zaóco do aønedw que cfevøza óejz apL4.caz¡'o, apoó 0 ban/Lo, na ney¿‹¡n ‹¿u‹z ‹z.¡.›/‹ezs‹'Ju.'a

I _

coccuza . /Jolzem, nunca no lzoóio.

Á /wupa do í Í T W

Í

devam

Am

lavada e z›e,m/zadnmzmte, e c›<p‹›ózia ao óol, bem c‹.›m‹›,‹¡ m›u¡rz de

cama; /4150 pa/uz erzviicuz conífifgio .

/49/zrzziecemoó óurz a,tenç5o e compfzefuz/›Ão.

F1z››z¿zzzz¿,×}¿¿4 , 06 dz zzózzu dz /982

Q

(39)

Conzsulia de fnfiøwmçøn

Meíodol 0242

ANEXO 7

/. Plreezzc/zjznmiv de clacloó de naó de ac‹›mpan/mm‹:/11.0 im/ivú/uai .

2. /Íp¿ir11ça:› do Íeóie /Íngulzvz de /Ícuidade Vàóuai pela fécula Up¿oÀm‹:.'/ulcrz ‹/c Snaüefz.

3. Ápacaçio dz âzózz dz z4¢uz;z1fldz /4zzz¿uz;v‹z.

4. Dzzzzúzçãø dz/zu .- Pwówzzzz dzzzzzza¢0¿¿,u;zzzó .- Pedizzzzzwe . zuzzúzzâo . : :'/1;çz;ezze ¢z››z;›‹›1zrz¿ . .~ ozúzzz» .

5. 17'/rêzózíaçzío de cuixíadoó de eryfeuunagørz -z

(40)

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e /wma ANEXO 8 Ó

(41)

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1., Pzznzar m-zocln 10; na cabêça.

tz Cfbrir n cabeça com um panO°

}n¶¿LUkf¶¿l3À"$ zVEiLf DE SOUSA"

de 19 -

Plcrianöpolis, ”da_ _ ~_

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Sç Peírar o pano amarrada par 2(duas)horas°

ë«.P32õar pente finç nws cabelosçpara retirar ou píofihnfi mortrz

5° Lavar a Cabeça cem Égua 9 sabãúv

6° Ehra retirar na lëndpas passar vinagre(uma xícara do vinagre

para duas xícaras de águg porna).

7; Deixa: O vinagre par meia borao

S: Pentear õ cabala cem pente fino,

.._

9¢ Lsvnr a cabeça com qgug e gabauz

Ac O de En? _ `.>.‹-_-›‹h<‹w_‹‹.`_.~4á`-nvwvefi -¬ ` C ANEXO 9 a O \

(42)

ÂNEXÔ íü

ESCOLA BÁSICA SILVEIRA DE SOUSA CÓDIGO : O1.O7.OOS

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do`nma

FLORIANÓPOLIS - SANTA CATARINA °“*°“”““°

Dounh n.SEE -7-5- H/04

fiorhnópolln

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SC

COMUNICAÇÃO

Comunicamos nos senhores pais, 1uc deverão

receber a c1der¿eta de seus filhos com os conceitos rcfcrcntcs

ao 90 bimestre do ano letivo, no encontro do dia 51 do mn5o,šs

19:00 horas. Na oportunidade, tambôm será cxposto o que está

sendo iesenvolvido na Escola, em rcluçío 1 saúñe do wscclwr.

Certos de seu cfmparecimento, antecipada-

mente agradecemos.

A n1umçno

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(43)

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(Í-zsia/zznó encwnú:/zarrlo o Ia) aúuw Ia)

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do pr.¿ma¿Jw gaau na fócola " §¡,¿ve.¡Ju1 de Íouóa " , pa/za alcnrfll-

me/1210 ‹x{onio¿‹;g¿co . /5L‹›z'‹1Ârzn‹›'¡›‹1!.‹`..ó , de de /98 . Ãamëhàardeãhfiøwnçøn Q ANEXO 11

(44)

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(45)

DENTES SUl'lii(IOI(F3

l. Coloque as cerdas da escova

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contra ar gengiva. Em seguida

/ pressione o cabo da escova fuen-

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maneira que as ccrdu da escova

do um movimento de rotaçío no

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passem sobre n gcnglvu e os den-

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% tes. 2. Repetir o mesmo Procedi-

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sentido de clmn para baixo, de tal

mento na superficie Interna da ar

cada dentaria.

DENTES lNl‹1;`HJORES

3. Coloque as cerdas da escova contra u gcngivn. Em seguida pressione o cabo da er

cova fazendo um movimento de rotação no

sentido de baixo para cima, de tal maneira

que as cerdas da escova passem pelas gengi- va: e dentes. 4. Repetir a mesma operação na

superffele interna da arcada dentária.

3. Escova: or dcntes em sentido horizontal para frente e para uh, nas xuperffeler rn-

pondveis diretamente pela mastigação. Em caso de qualquer dúvida consulte o seu den-

tlrla.

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A rr»rr>oRTÃNcr/t DA rrrcrr¿r×'r¿ oa/tl.

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A necessidade de manter os corpos limpos c saudíveis, faz com que a maioria das pessoas adote

uma adequada higiene corporal.

A higiene oral, no entanto, infelizmente, é dcscumda por urna larga percentagem de pessoas, apesar de ser tão necescíria quanto a corporal; em alguns aspectos até mais importante.

A maioria das pessoas deixa de limpar ou escovar regulannente os seus dentes, após cada refeição 0

poucas o fazem corretamente. ,

A cavidade oral ou boca, como ê comumente chamada, ea área do nosso corpo mais susccptfvel l infecções, por scr constantemente exposta aos gennes do ar, da comida c frequentemente serve do

abrigo aos germes causadores da dor, da infecção de gzurizanta, assim corno das gengiva.

A falta de cuidados com a boca e os dentes, contribui sobremaneira na formação de cáries, alãm de causar complicações nas gengivas.

Aqui estšio alguns conselhos para Você manter uma perfeita higiene oral, e que o ajudzirilo nssirnl

evitar todos esses problemas `

l~ Alimentose corretamente - Evite osooces e confeitos principalmente entre ns refclçñea

(`oma bastante frutas, legumes, ovos e leite, porquzmto esses alimentos não facilitam a formação do

ácidos ezius.-iriorcs das cáries dentárias.

2 - Eseove os dentes, adequada e regularmente, de acordo com o método recomendado pelo aou dentista. Procedendo dean fomia, Você limpa as particulas de comida que ficam entre os dentes,

alöm de manter as gengivassaudâveis. ›,

3 - Comulto o seu dentista - Não espere os dentes doercm para consultar o dentista, 0 qual pro- eisa exaruinar seus dentes pelo menos duas vezes ao ano. Os dentes são muito preciosos, portanto

cons.erv‹~os sempre em bom estado. r

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O Serviço de Orientação Educacional ostcí oncaminhando

o (11) aluno (lt).

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OOIQOOQOOIOO 000000Oalo0:0O0IQQQOIOIÓOOIIIIOOIOOOIOIOCIIIIOO idade: OOI|0¢OO0O¢0oO|oIanO8! aluno.

Série: 0000100000 EndereçO:Rua: lçoiccuio0000ÓOQOQOOIOOIOOUOIOIIDOOOODOOOOONQOOQIOOO Para: 009000øioódiinoçoioloooUnoulonotoootvitvøcoønoflinøooouøuoovoouooooiclncbcQÓIQO Motivøt OOIIOOOQOitioinvovoocøctooio Oiøoooononovulu01000000000nonootnoiitølobøârøit

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Referências

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