Exercícios
1. (FUVEST) Simon Bolívar escreveu na Conhecida Carta da Jamaica de 1815:
“Eu desejo, mais do que qualquer outro, ver formar-se na América [Latina] a maior nação do mundo, menos por sua extensão e riquezas do que pela liberdade e glória.” Sobre essa afirmação podemos dizer que
a) tal utopia da unidade, compartilhada por outros líderes da independência, como San Martin e O’Higgins, não vingou por ineficiência de Bolívar.
b) inspirou a união entre Bolívia, Colômbia e Equador que formaram, por mais de uma década, uma única nação, fragmentada, em 1839, por problemas políticos. c) Bolívar foi o primeiro a pensar na possibilidade da
unida-de, idéia posteriormente retomada por muitos políticos e intelectuais latino-americanos.
d) essa idéia de grande repercussão entre as lideranças dos movimentos pela independência, foi responsável pela estabilidade da unidade centro-americana.
e) Bolívar foi uma voz solitária, nestes quase 200 anos de independência latino-americana, ausentando-se tal idéia
2. (FGV-SP) San Martin e Bolívar tinham diferentes concepções em relação às possibilidades de autogoverno e ação unida por parte dos hispano-americanos. San Martin, particularmente, era favorável a que:
a) os países hispano-americanos se reunissem sob um go-verno único.
b) os países hispano-americanos continuassem como nações independentes governadas por príncipes europeus. c) os países hispano-americanos se alinhassem aos Estados
Unidos da América do Norte.
d) cada nação recém-formada constituísse o seu governo com base no consulado napoleônico.
e) as nações se reunissem em dois grupos, as do norte e as do sul do continente, que seriam governados por Bolívar e por ele próprio, respectivamente.
3. (FUVEST) “As aldeias de índios estão forçadas a entregar cer-ta quantidade de seus membros aptos para realizar trabalhos (...), durante um prazo determinado. Esses índios são com-pensados com certa quantidade de dinheiro e destinados aos mais variados serviços.”
Este trecho da obra de Sérgio Bagú, Economia da sociedade colonial, apresenta as condições de trabalho compulsório a) dos diversos grupos indígenas das áreas colonizadas por
espanhóis e portugueses.
b) dos grupos indígenas das áreas espanholas submetidos à instituição da “mita”.
c) dos grupos indígenas das áreas portuguesas submetidos às regras da “guerra justa”.
d) dos grupos indígenas das áreas agrícolas de coloniza-ção espanhola submetidos ao regime de “encomienda”. e) dos grupos indígenas das áreas portuguesas e espanholas
originários das “missões” dos jesuítas.
4. (UNESP) Após a emancipação política e ao longo do século XIX, a vida institucional, na maioria dos países latino-america-nos, foi marcada pelas seguintes características:
a) prolongada instabilidade política, predomínio das oligar-quias dirigentes e submissão das massas pauperizadas. b) velhas oligarquias em crise e o desenvolvimento do
popu-lismo atrelado ao capital multinacional.
c) predomínio do modo de produção capitalista que pro-movia a unificação política e a integração econômica. d) estabilidade política alicerçada em modelo republicano de
governo.
Aulas 35 e 36
AMÉRICA ESPANHOLAsetor 1622
16220509 16220509-SP I. A Colonização Espanhola — as civilizações Pré-Colombianas — a conquista espanhola — as atividades produtivas — o regime da encomienda— a organização administrativa e a sociedade II. Independência
— as razões internas e externas
— os libertadores: Simon Bolívar e San Martin — as repercussões internacionais
III. América Latina no séc. XIX
— as novas nações latino-americanas
— a propriedade latifundiária e o caudilhismo — as influências do imperialismo
• Resolva os exercícios 1, 3, 4 e 23, série 12.
• Resolva os exercícios 9, 11, 18 e 25, série 12.
• Leia os itens 1, 2 e 3, cap. 18.
• Resolva os exercícios 2, 5 e 24, série 12.
• Leia os itens 4 a 9, cap. 18.
• Resolva os exercícios 6, 7, 13 e 16, série 12.
AULA 36 AULA 35 Tarefa Complementar AULA 36 AULA 35 Tarefa Mínima Livro 2
Caderno de Exercícios — Unidade II
ORIENTAÇÃO DE ESTUDO
Aulas 37 e 38
O SÉCULO XIXExercícios
1. (FGV-SP) O movimento de Owenismo (Robert Owen), no cha-mado socialismo utópico do século XIX, caracterizou-se por: a) pretender a conquista do poder, imediatamente e através
da luta armada.
b) pretender destruir o sistema capitalista, através de sua para-lisação por uma greve universal e de duração indeterminada. c) pretender a criação de comunidades-modelo, a base da
cooperação, nas quais não haveria a instituição do lucro. d) pretender chegar ao socialismo, através de barganhas
en-tre a cúpula sindical e os representantes dos patrões, uni-camente.
e) sustentar que havia o capitalismo em virtude de os ho-mens terem sido condenados à miséria terrena, sendo o mundo celestial socialista, daí a abdicação de qualquer mo-vimento de rebelião ou greve.
2. (UNESP) “Não queremos destruir a vossa fortuna, mas se não arranjardes maneira de nos dardes trabalho, não poderemos deixar de atentar contra vós e contra as máquinas. (...) Se ao fim de 8 dias não retirardes as lãs das máquinas para dar tra-balho às 500 pessoas que vos batem à porta e para as quais nem sequer vos dignais olhar, não vos espanteis se virdes um levantamento cair sobre vós e sobre as máquinas, de tal modo sofremos, pobres operários, por nós e pelos nossos filhos.”
(Anúncio anônimo afixado nas ruas de Clermont, França, em 1818.)
O tipo de manifestação descrita está relacionado a) ao movimento anarquista.
b) à constituição dos partidos comunistas. c) às origens dos partidos liberais. d) à organização dos partidos socialistas. e) ao movimento ludista.
3. (MACK-SP) “Os proletários nada têm a perder com ela [a re-volução], a não ser as próprias cadeias. E têm um mundo a ganhar. Proletários de todo os países, uni-vos”.
(Karl Marx e Friedrich Engels) Neste trecho do Manifesto Comunista escrito há 150 anos, estão expressos alguns dos fundamentos do socialismo cientí-fico, cujos princípios são:
a) internacionalismo e dialética idealista.
b) ditadura do proletariado e organização dos Sovietes. c) corporativismo e materialismo dialético.
d) comunismo e nacional-socialismo. e) materialismo histórico e luta de classes.
I. O Socialismo — o projeto socialista — origem do pensamento II. O Socialismo Utópico
— o idealismo de Fourier, Saint-Simon e Robert Owen III. O Socialismo Científico
— K. Marx, F. Engels e a ação revolucionária IV. O Anarquismo
— Proudhon e Bakunin
V. Outras Manifestações Sociais — os conflitos sociais e o cristianismo — o Cartismo
4. (MACK-SP) Anarquia soa aos ouvidos da maioria das pessoas como uma catástrofe, ou, na melhor das hipóteses, como uma idéia ingênua, uma ‘saborosa’ utopia. Falar de Anarquia significa, para muita gente, pregar o fim do mundo!!! E, curiosamente, os que a temem, combatem ou denigrem, se lhes perguntarem o que é Anarquia, não sabem defini-la concretamente. Assim mesmo são contra!!!
(José Oiticica) A Doutrina Anarquista é definida:
a) como a defesa do estabelecimento do império, da justiça e da caridade, declarando-se contra a luta de classes. b) como manifestação romântica, defendendo a criação de
falanstérios, fazendas coletivas e agroindustriais. c) como interpretação socioeconômica da história,
conheci-da por materialismo histórico, e controle do Estado pela ditadura do proletariado.
d) como supressão de toda forma de governo, defendendo a liberdade, a felicidade e a harmonia, através de acordos li-vres, estabelecidos entre os diversos grupos territoriais e profissionais.
e) como abolição da intervenção do Estado na vida pública, defendendo a economia de mercado, as leis naturais da economia e o individualismo econômico.
• Resolva os exercícios 1, 2 e 4, série 13.
• Resolva os exercícios 8, 9 e 28, série 13.
• Leia os itens 1, 2 e 3, cap. 19. • Resolva os exercícios 3 e 5, série 13.
• Leia os itens 4, 5 e 6, cap. 19.
• Resolva os exercícios 6, 7, 10 e 29, série 13.
AULA 38 AULA 37 Tarefa Complementar AULA 38 AULA 37 Tarefa Mínima Livro 4
Caderno de Exercícios — Unidade II
ORIENTAÇÃO DE ESTUDO
Aulas 39 e 40
O SÉCULO XIX Piemonte Estados Pontifícios Savóia França Tirol Trentino Império Austríaco Toscana Roma Sardenha CórsegaReino das Duas Sicílias
A ITÁLIA DIVIDIDA
Anexado em 1866 ao Reino da Itália
Parte dos Estados Pontifícios reanexados ao Reino da Itália Territórios cedidos à França em 1860
Reino do Piemonte-Sardenha Territórios unidos em 1860 Reino de Veneza Lombardia (1859) I. As Revoluções Liberais
a) As Revoluções na França no Séc. XIX — a Revolução Liberal de 1830
— a Revolução de 1848 e a sua propagação — o Segundo Império 1. realizações 2. a guerra Franco-Prussiana — a Comuna de Paris de 1871 II. O Nacionalismo a) a Unificação Italiana — a política de Cavour
— a formação do Reino da Itália — a Questão Romana
b) a Unificação Alemã — a política de Bismarck — a guerra Franco-Prussiana
— a formação do Império Alemão (II Reich) — o revanchismo
Exercícios
1. (FGV-SP) Considere os seguintes itens:
I. “... nasceu de um movimento espontâneo de massas e não de um plano ou de um programa previamente elaborado por um partido operário...”
II. “... revelou a tendência da classe operária para ultrapassar o estágio puramente econômico da sua luta (...) combi-nando simultânea e constantemente reivindicações econô-micas e reivindicações políticas...”
III. “... refletiu a tendência da classe operária para destruir o aparelho de Estado burguês, para substituir a democracia burguesa por uma forma superior de democracia...” IV. “... conduziu a classe operária, pela primeira vez, à
con-quista do poder político, ainda que na área de uma única cidade...”
I, II, III e IV referem-se
a) à Comuna de Paris, que resumiu todas as tendências que estavam na origem e na primeira expansão do movimento operário moderno.
b) ao Ludismo, que representou uma forma de resistência cla-ra à disciplinação do tcla-rabalho imposto pelo sistema fabril. c) ao Cartismo, que resultou da conscientização da classe
ope-rária que passou a exigir melhores condições de trabalho.
d) às Trade Unions, que se caracterizaram pelo assistencialis-mo paternalista.
e) aos Sindicatos Profissionais de Londres, que surgiram com o objetivo de garantir uma transformação social ampla.
2. (FUVEST) “Fizemos a Itália, agora temos que fazer os ita-lianos”.
“Ao invés da Prússia se fundir na Alemanha, a Alemanha se fundiu na Prússia”.
Estas frases, sobre as unificações italiana e alemã,
a) aludem às diferenças que as marcaram, pois, enquanto a alemã foi feita em benefício da Prússia, a italiana, como demonstra a escolha de Roma para capital, contemplou to-das as regiões.
b) apontam para as suas semelhanças, isto é, para o caráter autoritário e incompleto de ambas, decorrentes do passado fascista, no caso italiano, e nazista, no alemão.
c) chamam a atenção para o caráter unilateral e autoritário das duas unificações, impostas pelo Piemonte, na Itália, e pela Prússia, na Alemanha.
d) escondem suas naturezas contrastantes, pois a alemã foi autoritária e aristocrática e a italiana foi democrática e po-pular.
e) tratam da unificação da Itália e da Alemanha, mas nada su-gerem quanto ao caráter impositivo do processo liderado por Cavour, na Itália, e por Bismarck, na Alemanha.
3. (PUC-SP) A “Primavera dos Povos”, como foram batizadas as Revoluções de 1848 na Europa, trouxe uma novidade para o panorama político europeu. Pela primeira vez
a) a idéia de Revolução foi conjugada com o ideal liberal de uma sociedade cuja organização fosse fundada num pacto social.
b) o regime republicano era instaurado sob o patrocínio ex-clusivo da burguesia, uma vez que os trabalhadores abdi-caram da participação na reordenação política.
c) o proletariado fazia sua aparição política com reivindica-ções classistas e propostas de mudança da ordem social. d) o internacionalismo proletário foi experimentado, tendo
sido o motivo para a simultaneidade das revoluções em to-da a Europa.
e) a proposta de um centralismo democrático na estrutura-ção do partido Liberal foi testada, tendo como resultado a efetiva conquista do poder por esse grupo.
4. (FUVEST) Quase toda a Europa Ocidental e Central foi sacu-dida, em 1848, por uma onda de revoluções que se caracte-rizaram por misturar motivos e projetos políticos diferencia-dos — liberalismo, democracia e socialismo. Elas também fo-ram marcadas por uma atmosfera intelectual e um sentimen-to ideológico comuns. Trata-se, no caso destes últimos, do a) realismo e internacionalismo. b) romantismo e nacionalismo. c) romantismo e corporativismo. d) realismo e nacionalismo. e) modernismo e internacionalismo. Dinamarca Schleswig–Holstein Mar do Norte Mar Báltico Império Russo Países Baixos Bélgica Suíça França Estados Italianos ImpérioTurco–Otomano Prússia Renânia Hesse Baviéra Boêmia Império Austríaco Brandemburgo Saxônia Silésia Mecklenburgo Lorena Alsácia Hanôver
A CONFEDERAÇÃO GERMÂNICA NO INÍCIO DO SÉCULO XIX
Divisão de Estados Confederação Germânica
A soberania dos 39 Estados da Confederação Germânica foi esta-belecida pela Dieta de Frankfurt.
• Resolva os exercícios 15, 18, 27 e 30, série 13.
• Resolva os exercícios 20, 21, 23 e 25, série 13.
• Leia os itens 1 a 6, cap. 20.
• Resolva os exercícios 12, 13 e 16, série 13.
• Leia os itens 7, 8 e 9, cap. 20.
• Resolva os exercícios 19, 22, 24 e 26, série 13.
AULA 40 AULA 39 Tarefa Complementar AULA 40 AULA 39 Tarefa Mínima Livro 4
Caderno de Exercícios — Unidade II